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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 16/05/2018 - 10:15 Atualizado em 16/05/2018 - 10:15

O caos bateu às portas do Criciúma. Enquanto os protestos se resumiam às vaias durante os jogos e uma ou outra manifestação pontual no estádio e no aeroporto, tudo dentro na normalidade. Quando a repulsa extrapola para agressões físicas foge do contesto e merece reflexão.

Foto: João Lucas Cardoso/Globo Esporte

A torcida do Criciúma, historicamente é pacifica e mesmo nos momentos de maior aflição sempre teve um comportamento racional. Uma ou outra exceção não teve respaldo dos segmentos que se envolvem com o time. Por isso a agressão de ontem ao atacante Zé Carlos no estacionamento do estádio precisa ser bem avaliada pelos órgãos de segurança, ou foi novamente pontual ou indica uma tendência que pode se alastrar pelos próximos jogos. Os torcedores de centros menores adoram imitar o que fazem as organizadas em praças maiores.

Foto; Youtube.com

Saindo dos protestos e vindo para o gramado a crise continua a mesma. Crise técnica, de qualidade que impede o time brigar por melhores posições e não ficar chafurdando  na zona do rebaixamento. 

Entra técnico, sai técnico, entra diretor de futebol, sai diretor de futebol, saem jogadores e são chamados de volta para completar plantel devido a falta de recursos para aumentar a qualidade, enfim o Criciúma não tem um planejamento profissional e vive amargurado num amadorismo que pode ser fatal.

Vítimas (Foto: 4oito.com.br)

O que tem hoje no comando, mas sem recursos, são Nei Pandolfo e Mazola Júnior, duas vítimas que se agarraram na chance de trabalhar num clube do porte do Criciúma e vivem, creio eu, numa frustração pela impotência em trabalhar num nível tão pequeno.

O ponto conquistado contra o Juventude, o primeiro em 18 disputados remete o time com toda força para o caos definitivo de um rebaixamento. Só uma guinada extraordinária irá mudar este roteiro fatídico. 

E de nada adianta: “Volta Antenor” e “Fora Dal Farra”.  
 

Por João Nassif 16/05/2018 - 21:50

O Mundial de 1970, disputado no México fez cair no esquecimento o futebol feio, a violência e as arbitragens ruins de 1966. O congresso da FIFA realizado em Tóquio no dia 08 de outubro de 1964 decidiu que o México seria o país organizador do IX Campeonato Mundial de Futebol.

A Argentina também havia se candidatado, mas a entidade sob a presidência do inglês Stanley Rous levou em conta a moeda mais forte do México e também o fato do país ser sede dos Jogos Olímpicos de 1968. Assim a infraestrutura estaria toda preparada para receber a Copa do Mundo.

A Copa do México foi a primeira a ser televisionada em cores, com vários jogos sendo disputados ao meio dia a pedido das emissoras para adaptar seus horários de transmissão. A medida foi muito mal vista por jogadores e treinadores devido ao forte calor no México neste horário do dia.

Campeão da Copa de 1970

A FIFA decidiu que a Europa teria oito vagas mais a Inglaterra campeã do Mundial anterior, A América do Sul três vagas, uma vaga para as Américas do Norte e Central mais o México, país anfitrião e a Ásia e a África teriam uma vaga cada uma. Os africanos conseguiram seus objetivos depois do boicote de 1966.

A Internacional Board regulamentou a regra 3, das substituições e pela primeira vez na história dos mundiais cada seleção poderia fazer até duas substituições durante os jogos em qualquer posição. Também pela primeira vez foram usados pelos árbitros os cartões amarelos e vermelhos que penalizariam os jogadores infratores durante uma partida.

A decisão da Copa do Mundo de 1970 foi entre duas seleções bicampeãs mundiais e o Brasil foi vitorioso por 4x1 contra a Itália. Na decisão do terceiro lugar a Alemanha Ocidental derrotou o Uruguai por 1x0.  

Nos 32 jogos realizados na Copa de 1970 foram marcados 95 gols com média de 2,97 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o alemão Gerd Mueller com 10 gols.
 

Por João Nassif 17/05/2018 - 21:34

A exemplo do México que sediou a Copa de 1970 depois de ser o país organizador das Olimpíadas de 1968, a Alemanha Ocidental foi escolhida como sede do Mundial de 1974 por Munique ter sediado as Olimpíadas de 1972.

Pelos acontecimentos de Munique, com o assassinato de judeus por comandos palestinos, o Mundial de 1974 foi marcado por uma segurança sem precedentes, com cães de guarda, policiais fortemente armados e concentrações que eram verdadeiras prisões. Felizmente não ocorreu nenhum incidente, mas o espetáculo esportivo perdeu um pouco de seu brilho.

Como o Troféu Jules Rimet foi conquistado em definitivo pelo Brasil, por ter vencido três campeonatos, em 1974 a FIFA instituiu novo troféu, intitulado Copa do Mundo da FIFA, para premiar os futuros campeões mundiais.

Alemanha Ocidental x Holanda-final da Copa de 1974

 Mundial de 1974 ainda foi realizado com 16 seleções, mas houve mudanças na forma de disputa. A primeira fase continuou da mesma forma dos Mundiais anteriores, com as 16 seleções divididas em quatro grupos com quatro seleções, classificando-se as duas primeiras de cada grupo. Na fase seguinte, ao invés das quartas de final as oito seleções foram agrupadas em dois grupos com quatro equipes que jogariam em turno completo e os dois campeões disputariam a final. Os segundos colocados decidiriam o terceiro lugar.

Na partida final os donos da casa derrotaram a Holanda por 2x1, enquanto que na decisão do terceiro lugar o Brasil foi derrotado pela Polônia por 1x0.

Nos 38 jogos realizados na Copa de 1974 foram marcados 97 gols com média de 2,55 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o polonês Grzegorz Lato com sete gols.
 

Por João Nassif 18/05/2018 - 06:40

O Criciúma corre perigo iminente de rebaixamento pela pífia campanha do time na abertura da série B. Ainda resta uma pequena esperança, mas muito pequena de sobrevivência pelo fato de outros times que apesar de já terem maior número de pontos estarem jogando um futebol de segunda categoria, como o próprio Criciúma.

Dito isto, fui aos arquivos buscar o histórico de rebaixamento na série B e o que encontrei não deixa ao Criciúma muitas esperanças de sobrevivência. A linha de corte fica na média em torno de 44 pontos.

Desde que o sistema de pontos corridos com 20 times foi implantado a pontuação para escapar do rebaixamento oscilou entre 40 e 48 pontos. 

A pesquisa começa em 2006 e vai até o campeonato do ano passado, portanto são 12 temporadas de série B no regulamento atual e em quatro campeonatos quem alcançou 44 pontos ou mais escapou da série C. Foi assim em 2006 com o CRB, último antes do Z-4 que atingiu 46 pontos, com o Bragantino em 2014 que também fez 46 pontos e com o Oeste em 2015 e o Guarani em 2017 que ficaram no limite dos 44 pontos.

Quer dizer, pela média a tendência é que com 44 pontos um time fica livre do rebaixamento. Se formos mais adiante quem fez 45 pontos escapou duas vezes, o Fortaleza em 2008 e o América-RN em 2009. Com 46 pontos escaparam o Ceará em 2007 e o Vila Nova em 2010. Estes pontos são sempre no limite para permanecer na série B.

Camisa oficial em 2008

Neste formato de campeonato o Criciúma teve apenas um rebaixamento, em 2008 quando ficou nos 41 pontos. 

Resumindo, pela situação atual de apenas um ponto em seis rodadas, 18 pontos disputados, o Criciúma na melhor das hipóteses, pela tendência da série B teria que fazer um mínimo de 43 pontos nos 32 jogos que terá pela frente. Isto representa um rendimento de 45% dos pontos a serem disputados. Para quem tem até agora somente 5,5% o Criciúma terá que operar verdadeiro milagre para escapar da série C.
 

Por João Nassif 20/05/2018 - 13:35

Depois de jogadas seis rodadas na série B do campeonato brasileiro é possível fazer algumas observações sobre o desempenho até agora sobre o Criciúma que tem um ponto ganho o que dá um rendimento de alto risco de apenas 5,5%.

Começo pelo clube que tem obrigação de fazer uma reflexão sobre seus erros e mudar o regime financeiro para investir em qualidade na tentativa de sair do buraco em que se meteu. Além disso, refletir sobre o papel de seu diretor executivo, Nei Pandolfo, que até agora não conseguiu fazer valer sua contratação que tem como prerrogativa indicar e buscar jogadores para dar opções ao quarto técnico do clube na temporada. As inúmeras contratações feitas foram pedidas pelos técnicos, sem a participação do responsável pelo cargo.

Nei Pandolfo (Foto: 4oito.com.br)

Pelas indecisões e total falta de planejamento da direção do clube e pela campanha ridícula, só há uma constatação a ser feita, inclusive pela esmagadora maioria da torcida, que é a caminhada segura rumo à série C. Um amigo, inclusive, abriu apostas que o Criciúma não fará 30 pontos no final do campeonato. Pode parecer exagero de quem está sofrendo, mas não aceitei a aposta por não ser do jogo, mesmo que não consigo acreditar numa eventual reviravolta que o futebol permite pela sua própria essência. 
 

Por João Nassif 18/05/2018 - 06:01 Atualizado em 21/05/2018 - 06:06

Poucas vezes na história os preparativos de uma Copa do Mundo haviam sido objetos de tantas controvérsias como as que rodearam o XI torneio realizado na Argentina. O futebol foi relegado a um segundo plano, enquanto as autoridades debatiam se deviam ou não boicotar a competição como forma de protesto ao regime totalitário do General Videla e suas contínuas violações aos direitos humanos. Finalmente, apesar dos apelos gerais para que ninguém aparecesse, todas as seleções classificadas viajaram à Argentina para a disputa do Mundial.

Sempre apoiada por grandes públicos que lotaram os estádios do país, a seleção argentina foi a campeã vencendo a seleção holandesa que pela segunda vez consecutiva disputava uma final de Copa do Mundo. Os holandeses jogaram o Mundial sem seu principal jogador, Cruyff, que se recusou a viajar para a Argentina devido a sua situação política. 

Johan Cruyff, holandês, lenda do futebol

A Argentina para se credenciar a jogar a final teria que vencer o Peru por uma diferença de quatro gols. Fez mais, venceu por 6x0 no jogo que se tornou o maior escândalo de uma Copa do Mundo. O goleiro Quiroga do Peru era argentino de nascimento e depois de muito tempo alguns personagens daquele jogo garantiram que os peruanos entregaram o jogo. Foram recebidos com pedras ao retornar ao Peru.

A seleção brasileira treinada pelo falecido Cláudio Coutinho foi a terceira colocada e terminou a Copa invicta. Surgia naquele Mundial o famoso slogan “campeão moral”.  

A Argentina venceu na final a Holanda por 3x1, enquanto o Brasil venceu a Itália por 2x1 na decisão do terceiro lugar.

Nos 38 jogos realizados na Copa de 1978 foram marcados 102 gols com média de 2,68 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o argentino Mario Kempes com seis gols.
 

Por João Nassif 19/05/2018 - 07:08 Atualizado em 21/05/2018 - 06:12

Nunca um país teve tanto tempo para preparar uma Copa do Mundo. A Espanha foi escolhida como sede do Mundial de 1982 no ano de 1964 em Tóquio no Japão. Em setembro de 1978, Sua Majestade o rei João Carlos I assinou decretos reais criando o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 1982.

Em maio de 1979, em Zurich, a FIFA tomou uma decisão importante ampliando o número de finalistas dos tradicionais 16 para 24. Era uma velha luta do presidente João Havelange que assim conseguiu abrir novas vagas para a África, Ásia e outros continentes. O turno final do Mundial de 1982 seria jogado em um número maior de cidades e ampliando-se o tempo de duração do torneio.

Foram disputados 52 jogos contra os 38 da Copa anterior na Argentina. A CONCACAF ficou com duas vagas, o mesmo número de vagas da Ásia/Oceania e da África, a América do Sul ficou com quatro e a Europa com 14. 

A Guerra das Malvinas envolvendo a Argentina e o Reino Unido criou uma atmosfera de preocupação sobre possíveis desdobramentos durante a disputa do Mundial. A cerimônia de abertura que antecedeu o jogo entre Argentina e Bélgica disputado no dia 13 de junho no Camp Nou em Barcelona foi um verdadeiro chamamento à paz e confraternização.

Paolo Rossi, artilheiro da Copa de 1982

A 12ª Copa do Mundo da FIFA foi a última a ter uma bola totalmente de couro. Também teve um novo formato, com três fases distintas. Os dois primeiros de cada um dos seis grupos de quatro seleções da primeira fase se classificavam para a etapa seguinte, de onde passavam os campeões de quatro grupos de três países. Depois vinham a semifinal e a final.

Na decisão do Mundial a Itália derrotou a Alemanha Ocidental por 3x1 e se tornou tricampeã. Na decisão do terceiro lugar a Polônia venceu a França por 3x2.

Nos 52 jogos realizados na Copa de 1982 foram marcados 146 gols com média de 2,81 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o italiano Paolo Rossi com seis gols.
 

Por João Nassif 20/05/2018 - 07:14 Atualizado em 21/05/2018 - 06:19

O México foi o país que sediou pela primeira vez duas edições da Copa do Mundo. O XIII Campeonato Mundial estava previsto para ser disputado na Colômbia, mas o presidente Belisario Betancur disse “Não” às pretensões da Federação Colombiana após consultar a população e verificar as condições do Tesouro. A economia colombiana em crise não permitiu que o país assumisse o compromisso.

O Brasil através da CBF pretendia o lugar e aí foi a vez do governo Figueiredo dizer “Não”, também alegando problemas econômicos. Surgiram outras possibilidades, Estados Unidos, Canadá, novamente a Alemanha, a Inglaterra e até um trabalho conjunto de Holanda e Bélgica.

Todas essas opções foram vetadas pela FIFA até que surgiu o México. O país havia organizado com sucesso os Jogos Olímpicos de 1968, o Mundial de 1970, o Pan Americano e outros torneios internacionais e com o apoio irrestrito do governo do presidente Miguel de la Madrid foi escolhido pela FIFA que assim cumpria o rodízio de continentes para a disputa do Mundial.

Maradona e a "mão de Deus"

Em setembro de 1985 uma ameaça ao Mundial: terremotos terríveis assolaram o México e ficou a dúvida sobre a realização do torneio. O presidente da FIFA João Havelange visitou o país e verificou que os estádios não foram atingidos, nem os serviços de televisão e hotelaria. O presidente do Comitê Organizador, Guilherme Cañedo anunciou: “México sigue vivo, haremos El Mundial!”.

Neste Mundial, pela primeira vez foi adotado o sistema de repescagem com a classificação para a fase seguinte das seleções colocadas na terceira posição depois de disputada a primeira fase da competição.

O argentino Diego Maradona foi a figura central do Mundial de 1986. No jogo pelas quartas de final contra a Inglaterra que a Argentina venceu por 2x1, Maradona marcou o primeiro gol com a mão e o segundo ao driblar meio time inglês se transformou num dos gols mais espetaculares de toda história das Copas. 

Na decisão do Mundial a Argentina derrotou a Alemanha Ocidental por 3x2 e conquistou a Copa do Mundo pela segunda vez. Na decisão do terceiro lugar a França venceu a Bélgica por 4x2.

Nos 52 jogos realizados na Copa de 1986 foram marcados 132 gols com média de 2,54 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o inglês Gary Lineker com seis gols.
 

Por João Nassif 21/05/2018 - 20:20

Mantendo o rodízio de continentes, o XIV Campeonato Mundial voltou para a Europa e vários países se candidataram para sediar o evento. Depois da primeira rodada de avaliação, sobraram a União Soviética e a Itália com os italianos sendo escolhidos pela FIFA para organizar o Mundial. 

Itália, uma poderosa nação futebolística não mediu custos para fazer com que a Copa do Mundo fosse um sucesso absoluto. Foram completamente reformados 10 dos 12 estádios da Copa e construídos especialmente para o torneio os outros dois em Turim e Bari.

A Copa foi decepcionante, com um futebol extremamente defensivo e muitos jogos sendo decididos na cobrança de penalidades máximas. A final entre Alemanha Ocidental e Argentina foi a mais decepcionante até então, na qual os sul americanos foram os primeiros finalistas de um Mundial que não conseguiram marcar um gol sequer.

Alemanha Ocidental campeã mundial em 1990

O grupo 3 das eliminatórias sul americanas se transformou em verdadeira guerra que terminou no Comitê Disciplinar da FIFA. No jogo entre Brasil e Chile no Maracanã a FIFA tudo corria normalmente até os 24 minutos do segundo tempo quando uma mulher atirou um sinalizador em direção ao campo e Rojas, o goleiro chileno, simulou ter sido atingido e com seus companheiros retirou-se do campo. O jogo estava 1x0 para o Brasil e a FIFA uma semana depois considerou o Chile perdedor por 2x0 e o impediu de disputar a Copa de 1994.

Na final em 1990 a Alemanha Ocidental derrotou a Argentina por 1x0 e conquistou o tricampeonato. Na decisão do terceiro lugar a Itália venceu a Inglaterra por 2x1.

A Copa do Mundo de 1990 foi a que teve a menor média de gols de toda história. Nos 52 jogos realizados foram marcados apenas 115 gols resultando na média de 2,21 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o italiano Salvadore Schillaci com seis gols.
 

Por João Nassif 21/05/2018 - 14:42

A sexta rodada da série B não foi nada boa para os mandantes que conseguiram apenas uma vitória. O Oeste do técnico Roberto Cavalo derrotou o Vila Nova por 2x0, tirando a invencibilidade e derrubando o time goiano da liderança do campeonato. Nos demais jogos ocorreram quatro empates e cinco vitórias dos visitantes. Nos 60 jogos que já foram realizados os mandantes venceram 27, os visitantes 18 e houve 15 empates.

Coma perda da invencibilidade do Vila Nova, apenas três equipes ainda não perderam. O líder Fortaleza, o Paysandu que está na quarta colocação e o São Bento, oitavo colocado que ganhou dois jogos e empatou quatro. Goiás, Criciúma e Boa ainda não conseguiram uma única vitória.

Entre os catarinenses apenas o Avaí conseguiu vencer e de quebra com goleada de 4x0 jogando em Maceió contra o CRB. O Criciúma empatou em casa com o Juventude, 0x0 e o Figueirense sofreu a derrota por 3x1 de virada para o Fortaleza em pleno Orlando Scarpelli.

Na sexta rodada da série B foram marcados 26 gols resultando no total de 146 gols, deixando a média em 2,46 gols/jogo. Fortaleza e CSA, primeiro e segundo colocados, respectivamente, têm os melhores ataques com 14 gols. O Boa com dois gols foi o time que menos marcou até a sexta rodada.  

Fortaleza, Vila Nova, Paysandu e Londrina têm as melhores defesas com apenas quatro gols sofridos, enquanto que o CRB tem a pior, pois já sofreu 13 gols.

Renato do Avaí, um dos artilheiros da série B

Renato do Avaí, Michel Douglas do CSA e Gustavo, o Gustagol do Fortaleza são os artilheiros com quatro gols marcados.

Até agora foram aplicados 317 cartões amarelos e 21 vermelhos no campeonato. O Criciúma foi o time que mais levou cartões amarelos: 22. Também o Criciúma foi quem teve mais jogadores expulsos. O time levou quatro cartões vermelhos, sendo que dois foram aplicados ao lateral Marlon.
 

Por João Nassif 22/05/2018 - 08:01

Thiago Ávila *

Neste final de semana foi realizada a quinta etapa da Temporada 2018 da Stock Car, em Santa Cruz do Sul e eu estive lá para acompanhar o evento.
As atividades começaram no sábado, ou pelo menos era para começar, mas chovia muito. Do início ao fim do dia era água que não parava mais. Havia área de camping, gente fazendo barraquinha, com motor home, com uma visão privilegiada para a pista. Já eu fiquei numa área coberta, em cima dos boxes, onde dava para ver todo o trabalho dos mecânicos, e de frente para a reta principal.

Bom, eventos da Stock e do Brasileiro de Marcas foram sendo adiados hora a hora devidos às condições climáticas, até que decidiram transferir as atividades para domingo. Nesse período, aproveitei para descer aos boxes, que estava aberto e tirei algumas fotos.

Às nove da manhã, num dia extremamente frio, cheguei no autódromo, todo encasacado. Quarenta minutos depois, os cronômetros foram acionados para o primeiro treino de classificação. Daniel Serra, Max Wilson, Júlio Campos, Marcos Gomes, Rubens Barrichello, Cacá Bueno e mais sete fizeram tempo entre 1:20 e 1:21 e passaram para o Q2.
Decepção foi para esse cara da foto abaixo: Felipe Fraga. O campeão de 2016 teve problemas com os motores e teve que abandonar a sessão.

Marcos Gomes fez a pole, baixando para a casa de 1:19, seguido de Serra, Júlio Campos e Max Wilson.
Em seguida, foi realizada a corrida do Campeonato Brasileiro de Marcas, em que apenas oito carros compuseram o grid, sendo o vencedor um piloto de Blumenau, comandando sua Chevrolet.

Os boxes se abriram para o público e o pitlane se encheu de um minuto a outro. Era um formigueiro.

O show começou de fato às duas da tarde, com os giro dos motores para a largada oficial da Corrida 1.
Uma pista com poucos pontos de ultrapassagem, mas com emoção até o fim. Marcos Gomes liderava com sobra até a chegada do Safety Car nas últimas voltas, Serra chegou colado na reta final e os dois cruzaram quase juntos, Max Wilson foi terceiro. Mas meus destaques vão para a briga pelo segundo lugar entre Júlio Campos, Serra e Max até pouco antes da entrada do SC e das alavancadas de Jimenez e Fraga, saindo das últimas posições para lutar por pontos.
Mas quem deu show mesmo na Corrida 2 foi Rubens Barrichello e Felipe Fraga, que não foram beneficiados pelo grid invertido do primeiro ao décimo e mesmo assim terminaram em posições inesperadas.
Felipe Lapenna liderava com folga até a entrada dos boxes, mas perdeu muito tempo na parada e, depois do grid se reajustar, já aparecia em sétimo. Sobrou para Thiago Camilo e Átila Abreu brigarem pela vitória. Fraga pulava de um 16º lugar na primeira corrida para terceiro e Rubinho, que teve problemas na prova anterior e largou na última fila, foi escalando o pelotão até a sexta posição. Átila assume a liderança numa linda ultrapassagem em cima de Thiago na primeira curva e vence.
A Stock dá uma pausa de dois meses e meio devido a Copa e volta dia 5 de agosto em Goiânia, para a Corrida do Milhão.

* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 23/05/2018 - 07:45

O Criciúma fez em Fortaleza contra o líder da série B sua melhor partida na competição. Até podemos repetir o velho chavão: “jogou como nunca e perdeu como sempre”. Ficou novamente escancarada a falta de peças de qualidade para definição e a consequente feitura de gols que poderiam deixar o time numa posição mais confortável no campeonato.

O técnico Mazola Júnior deu ao time uma forma de jogar que privilegiou o setor defensivo, fez uma partida segura e apesar do domínio quase que total no segundo tempo mostrou as dificuldades de sempre para encontrar o caminho do gol. Houve variação no sistema com a boa leitura daquilo que se via em campo e as alterações finalmente se encaixaram dando ao time volume de jogo contra um adversário que aos poucos foi cedendo espaço e perdendo sua condição física.

Foto: clicRBS

Em lances esporádicos o Fortaleza justificou ser o melhor ataque da série B, marcou o primeiro na força aérea de seu artilheiro, Gustavo, e o segundo em total desatenção do zagueiro Fábio Ferreira que reclamou de um lance legal e abandonou a jogada num momento de superioridade de seu time em campo.

Mesmo com a mania de perder neste início de campeonato o jogo de Fortaleza deixou boas perspectivas para o futuro e a possibilidade real do time escapar do rebaixamento. Estou aguardando a partida contra o Avaí para saber se o crescimento técnico é realidade, mesmo porque penso que finalmente irão chegar os reforços necessários para confirmar a evolução vista em Fortaleza. 
 

Por João Nassif 22/05/2018 - 22:43 Atualizado em 23/05/2018 - 07:49

Em um país como os Estados Unidos em que o basquete, o beisebol e o futebol América são muito mais populares que o próprio futebol, não deixou de ser surpresa a presença de verdadeiras multidões nas partidas da XV Copa do Mundo realizada em 1994. A United States Federation, ou U.S. Soccer é filiada à FIFA desde 1913, portanto uma das filiações mais antigas no mundo todo. Em fevereiro de 1987 a U.S. Soccer comunicou a FIFA o interesse em promover o Mundial 94.

Com autorização do Senado dos Estados Unidos, o presidente Ronald Reagan assinou a carta que deu conhecimento ao presidente da FIFA, João Havelange que o governo americano apoiava por todos os meios, o Mundial.

O momento mais dramático do Mundial se produziu quando Diego Maradona foi pego no antidoping e expulso da competição. Houve também uma tragédia pós-Copa, o zagueiro colombiano Andrés Escobar foi assassinado num bar em Bogotá por ter marcado um gol contra no jogo contra os Estados Unidos que eliminou a Colômbia do Mundial.

Roberto Baggio na decisão em 1994

O Brasil chegou pela quarta vez a um título de Copa do Mundo, numa final decepcionante e sem brilho contra a Itália. Pela primeira vez na história uma Copa do Mundo foi decidida na cobrança de pênaltis. Na decisão do terceiro lugar a Suécia derrotou a Bulgária por 4x0.

No Mundial de 1994 foram marcados 141 gols em 52 jogos, resultando na média de 2,71 gols/jogo. Os artilheiros da Copa foram Salenko da Rússia e Stoichkov da Bulgária com seis gols cada um.
 

Por João Nassif 23/05/2018 - 07:23 Atualizado em 25/05/2018 - 07:28

Sessenta anos depois de sediar a III Copa do Mundo, a França promovia novamente a maior festa do futebol mundial. A XVI Copa do Mundo da FIFA foi a maior da história, disputada por 32 seleções em 64 jogos. Os grupos foram divididos por toda a França e os jogos realizados em 10 estádios, novos ou remodelados. A partida inaugural e a grande final foram jogadas no novíssimo Stade de France, em Saint-Denis situado ao norte de Paris.

Com a participação de 32 seleções e com o país anfitrião e o último campeão com vagas garantidas, as 30 vagas restantes foram preenchidas com a disputa das eliminatórias, o que deu mais oportunidades às seleções africanas e asiáticas. E permitiu que os oito grupos da primeira fase tivessem uma divisão geográfica bem definida.

Como sempre acontece numa Copa do Mundo, a primeira fase teve uma grande surpresa. A Espanha, favorita para decidir o título, mesmo tendo aplicado uma goleada sobre a Bulgária por 6x1 foi eliminada por ter perdido para a Nigéria e empatado com o Paraguai que ficou com a segunda vaga do grupo.

Zidane comemorando um gol na final contra o Brasil

No dia 12 de julho, “llegó el dia de la gloria”, repetindo uma linha da La Marsellesa, o hino nacional francês. A França estava toda mobilizada para a grande final contra a seleção brasileira. Horas antes do jogo, o atacante Ronaldo teve uma convulsão no hotel onde o time estava concentrado e virou dúvida para o jogo. Numa história ainda não bem contada o atleta foi para o jogo e com uma atuação apagada contaminou todo o time que sucumbiu numa derrota por 3x0. O apito final do marroquino Said Belqola, primeiro africano a apitar uma final de Mundial, foi a senha para que toda a França fosse às ruas comemorar o título inédito de sua seleção.

Na decisão do terceiro lugar a Croácia derrotou a Holanda por 2x1. No Mundial de 1998 foram marcados 171 gols em 64 jogos, dando média de 2,67 gols/jogo. O artilheiro da Copa foi o croata Davor Suker que marcou seis gols.
 

Por João Nassif 24/05/2018 - 18:30 Atualizado em 25/05/2018 - 07:33

A Copa do Mundo de 2002 foi a primeira que teve organização compartilhada com dois países promovendo o evento. Pela primeira vez três países estavam classificados automaticamente, Japão e Coréia do Sul, anfitriões e a França, última campeã. E foi também a primeira vez que o Mundial não aconteceu na Europa ou nas Américas, mostrando o avanço asiático.

A Copa de 2002 foi a Copa das surpresas e das decepções. Uma surpresa foi patrocinada pela seleção de Senegal que venceu a França e empatou com a Dinamarca e Uruguai na primeira fase, sendo eliminada somente nas quartas de final pela Turquia, outra surpresa que foi a terceira colocada. Foi também surpreendente a participação da Coréia do Sul que foi favorecida pelas arbitragens e terminou na quarta colocação.

 

Capitão Cafu na comemoração do pentacampeonato brasileiro

Do lado das decepções estão a França, a Argentina e Portugal, todas eliminadas na primeira fase. A França derrotada pelo Senegal e Dinamarca, saiu da Copa sem marcar um gol sequer. A Argentina venceu a Nigéria no primeiro jogo, mas foi derrotada pela Inglaterra e empatou com a Suécia ficando em terceiro lugar no grupo, chamado de “grupo da morte”. Portugal foi derrotado pelos Estados Unidos e Coréia do Sul e também ficou na terceira posição em seu grupo. 

Entre surpresas e decepções, no final acabou prevalecendo a lógica e a tradição com Brasil e Alemanha fazendo a partida final. Vitória brasileira por 2x0 e a conquista do hexa campeonato. Na decisão do terceiro lugar a Turquia derrotou a Coréia do Sul por 3x2.

Na Copa do Mundo de 2002 foram marcados 161 gols em 64 jogos. A média foi de 2,52 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi Ronaldo Fenômeno com oito gols.
 

Por João Nassif 25/05/2018 - 19:34

A Copa do Mundo de 2006 foi realizada na Alemanha que abrigou as finais do Campeonato Mundial pela segunda vez, a primeira foi em 1974. A escolha da Alemanha como país sede da XVIII Copa do Mundo gerou controvérsias, pois se esperava que a África do Sul promovesse o torneio. A partir daí a FIFA anunciou que seria feito um rodizio do país sede entre os integrantes de suas Confederações filiadas. A África do Sul foi a escolhida para ser sede do próximo Mundial.

A Alemanha como anfitriã tinha presença garantida na Copa e pela primeira vez o campeão da edição anterior teve que disputar as eliminatórias para estar presente no Mundial.

Depois de centenas de jogos entre os 196 países inscritos para as eliminatórias sobraram 31 que se somaram à Alemanha, pré-classificada por ser o país sede.

Itália campeã mundial em 2006

Contrastando com a perfeita organização, o futebol mais uma vez decepcionou. Nada menos que sete jogos dos 64 disputados terminaram em 0x0, a média de 2,3 gols por jogo só não foi pior que a da Copa de 1990 que teve média de 2,1. Esta penúria de gols só poderia terminar com uma decisão por pênaltis com a vitória italiana sobre a França. A final ficou marcada pela cabeçada de Zidane em Materazzi zagueiro italiano que resultou na expulsão do capitão francês.

Na decisão do terceiro lugar a Alemanha derrotou Portugal treinado por Luiz Felipe Scolari por 3x1. Nos 64 jogos foram marcados apenas 147 gols. O artilheiro do Mundial de 2006 foi Miroslav Klose da Alemanha com cinco gols
 

Por João Nassif 28/05/2018 - 08:51

Adivinhem o que estas equipes têm em comum: ASA (AL), Atlético (ES), Belo Jardim (PE), Ceará, Criciúma, Dom Bosco (MT), Espírito Santo, Ferroviária (SP), Goiás, Guarani de Juazeiro (CE), Murici (AL) e Paraná.

Acertou quem pensou que todas ainda não venceram no campeonato brasileiro. De todos os 128 times que se envolveram nas competições nacionais somente estes 12 não conseguiram uma mísera vitória com as quatro divisões em andamento.

Belo Jardim-PE, eliminado sem vitória na série D 

São dois times da série A, dois da B e oito da D. Os da quarta divisão já foram eliminados e não têm mais chances de conseguir ao menos uma vitória, enquanto os demais ainda podem ter o gostinho de vencer alguns jogos.

Ceará e Paraná na série A, Goiás e Criciúma na B, são os que permanecem sem vencer nas duas principais divisões do futebol brasileiro. E já cumpriram sete rodadas. São equipes de ponta em seus estados e pelo que têm apresentado terão que fazer uma recuperação monstruosa para escapar do rebaixamento.

Para piorar a situação todos jogarão fora de casa na próxima rodada. 
 

Por João Nassif 28/05/2018 - 18:10

Thiago Ávila *

Final da Champions, 500 Milhas de Indianápolis, GP de Mônaco, início do Roland Garros.... Oh céus, que final de semana! Os eventos mais charmosos e tradicionais englobados todos em dois dias para não se tirar os olhos da TV.

No sábado, começamos o dia com o treino oficial da F1, no lendário Circuito de Mônaco, o circuito de rua mais apertado da categoria, com pouquíssimas retas e sem pontos de ultrapassagem. Pode até parecer chato, pelo fato de ser uma prova muito monótona, mas a pista é o que mais chama atenção e faz o mundo inteiro ficar de olho. Pela sua natureza difícil e por sua tradição desde 1929, o GP de Mônaco faz parte da Tríplice Coroa do Automobilismo, ao lado das 500 Milhas de Indianápolis e das 24 Horas de Le Mans. O único piloto a vencer essas três corridas foi Graham Hill.

Daniel Ricciardo foi impecável nos treinos de quinta e bateu o recorde da pista no sábado. Foi pole com sobra, deixando até Vettel e Hamilton envergonhados pela atuação. A Red Bull não fazia uma pole há exatos dois anos, no próprio Circuito de Mônaco. E a grande decepção foi Max Verstappen, que bateu (de novo!) no muro depois de contornar o famoso “S da Piscina”. O Holandês já está bastante familiarizado com a mureta, se encontrou com ela no ano passado e em 2015.

Daniel Ricciardo com Red Bull vencedor em Mônaco-2018

Largando de último, Max fez uma corrida de recuperação e foi o grande nome da prova, o único a conseguir fazer ultrapassagens na pista. Na parte de cima vinha Ricciardo, que mesmo com a potência do motor não correspondendo, segurava Vettel o máximo que dava, com objetivo de terminar aquilo que começou em 2016, quando perdeu a corrida para Hamilton por um erro de pit stop.

Com Alonso tendo problema de motores e Leclerc acertando em cheio a traseira de Hartley na saída do túnel, o GP de Mônaco se encerrou. Vitória de ponta a ponta do feliz australiano de 28 anos, que agora festeja sua sétima vitória na carreira e assume a terceira posição no campeonato.

Hamilton segue líder do campeonato com 110 pontos, 14 pontos à frente de Vettel. A F1 volta daqui duas semanas para o GP do Canadá, prova que a Mercedes domina desde 2015 e que Lance Stroll somou seus primeiros pontos ano passado. Será que o canadense vai surpreender mais uma vez?

* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS
 

Por João Nassif 29/05/2018 - 14:11 Atualizado em 05/06/2018 - 23:56

Os mandantes deram o troco na sétima rodada da série B. Depois de terem conseguido apenas uma vitória na rodada anterior, desta feita venceram seis jogos, empataram dois e foram derrotados duas vezes. Nos 70 jogos realizados até agora os donos da casa venceram 33 vezes, contra 20 vitórias dos visitantes, além de 17 empates.

Os dois times que começaram a rodada invictos confirmaram a invencibilidade. O líder Fortaleza derrotou o Criciúma e abriu quatro pontos de vantagem sobre o segundo colocado e o São Bento empatou com o Juventude somando cinco empates em sete jogos. O Boa conquistou sua primeira vitória no campeonato ao vencer o Goiás em pleno Serra Dourada. O time goiano, à exemplo do Criciúma continua sem saber o que é vitória depois de sete rodadas. 

Dois dos três catarinenses venceram na rodada. O Figueirense fez 4x1 no vice-líder CSA em Maceió e o Avaí jogando em casa derrotou o Paysandu por 3x1. O Criciúma foi o único time do estado que foi derrotado.

Na sétima rodada foram marcados 30 gols, bela média de 3 gols/jogo. A média de gols do campeonato ficou em 2,51 gols/jogo. O Fortaleza com 16 gols continua com o melhor ataque seguido do CSA que marcou 15. Londrina, Boa e Criciúma com apenas quatro gols têm o pior ataque.

A melhor defesa é do Fortaleza que sofreu apenas quatro gols e a pior é a do CRB que sofreu 15.

Lateral Éder Sciola artilheiro da série B

Éder Sciola do Brasil e Gustavo do Fortaleza são os principais artilheiros cada um com cinco gols marcados.

Até agora foram aplicados 366 cartões amarelos e 25 vermelhos no campeonato. O Juventude foi o time que mais levou cartões amarelos: 25. O Criciúma continua sendo recordista em cartões vermelhos, foram quatro expulsões nas sete primeiras rodadas. 
 

Por João Nassif 26/05/2018 - 16:27 Atualizado em 29/05/2018 - 16:29

Depois dos Campeonatos Mundiais terem sido realizados em todos os continentes, faltava um país africano ser sede do torneio. A FIFA havia deliberado que haveria um rodizio entre os países para realização do evento e em maio de 2004 em Zurique, Suíça a África do Sul com 14 votos foi escolhida para sediar a XIX Copa do Mundo da história. Seus adversários foram o Marrocos que recebeu 10 votos e o Egito que não recebeu nenhum. Líbia e Tunísia que pleiteavam fazer a Copa em com junto haviam se retirado da disputa dias antes.

Em meados de 2008 especulou-se a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras para o Mundial e a sede ser trocada. Cogitou-se levar o Mundial para a Alemanha que possuía a infraestrutura pronta por ter sido sede do Mundial anterior e falou-se também na Espanha e Austrália. Mesmo com a greve em 2009 dos operários da construção dos estádios, aeroportos, rodovias e ferrovias do país, tudo ficou pronto até o início da competição.

A cerimonia de abertura do Mundial foi realizada no dia 10 de junho no Soccer City na cidade de Johanesburgo, província de Soweto com a presença de mais de 90 mil pessoas no estádio e de milhões que acompanharam a festa pela transmissão de TV em todo o planeta. A música tema da abertura foi “Waka Waka” (Esto és África em espanhol e Time for Africa em inglês), interpretada pela cantora colombiana Shakira.

Novamente a Copa do Mundo foi decidida após a final ter terminada empatada em seu tempo regulamentar. Desta vez a campeã foi definida na prorrogação com o gol do espanhol Iniesta a menos de cinco minutos do final. A Holanda pela terceira vez foi derrotada numa final, sendo novamente vice-campeã repetindo 1974 e 1978. 

Na decisão do terceiro lugar a Alemanha derrotou o Uruguai por 3x2. Foram quatro os artilheiros do Mundial de 2010: David Villa da Espanha, Diego Forlan do Uruguai, Thomas Mueller da Alemanha e Wesley Sneijder da Holanda, todos com cinco gols.
 

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