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João Nassif
Por João Nassif 20/09/2017 - 11:30Atualizado há 1 minuto

Não existe uma técnica perfeita para correr, principalmente pelo fato de que existem diversas variações entre as pessoas, no entanto acredita-se que existam elementos básicos na forma de correr que não deveriam ser controversos.

➡️O Overstride “sobrepasso” é uma forma errada de correr. Essa passada larga faz com que você aterrisse o calcanhar na frente do joelho e no momento do contato com o chão o joelho está estendido, gerando um contato forte do calcanhar no chão, propiciando uma dificuldade em absorver essa carga externa, aumentando a tensão principalmente nas estruturas passivas do tornozelo, joelho e quadril. Aterrissar com o antepé (bailaria) também é uma forma errada de correr, pois gera muito stress para os tornozelos, músculos da panturrilha e tendão de Aquiles. Aterrissar muito próximo ao plano (mediopé) seria a maneira ideal de correr.

➡️Aumentar a cadência da passada também contribui para uma melhor performance na corrida. Manter a passada curta mantém você bem e elástico, sendo o ideal numa média de 170 a 180 passadas por minuto.

➡️Manter uma postura adequada e relaxada também é muito importante para a corrida, porque se você se inclinar muito irá gerar grandes torques angulares no tronco, significando que toda vez que você toca no chão o seu tronco irá tender a cair para frente e isso é mais estressante para o seu glúteo máximo e músculos das costas.  

Dr. Luiz Carlos Custodio Fontana - Residente em Medicina do Exercício e do Esporte pela UCS - Caxias do Sul Instagram: @luizcarlosfontana @med.esporte  E-mail: luizcarlosfontana@hotmail.com

 

João Nassif
Por João Nassif 19/09/2017 - 13:05Atualizado há 2 horas

A seleção brasileira está reinando soberana nas eliminatórias sul-americanas para o Mundial na Rússia-2018.

Já classificada com extrema facilidade apenas cumprirá tabela nos dois jogos que faltam contra a Bolívia em La Paz contra o Chile em São Paulo.

A fácil classificação foi construída sob o comando do técnico Tite que mudou a forma do time jogar e priorizou os talentos, diferente do anterior, Dunga, que começou muito mal as eliminatórias com derrota e empates contra adversários de nível inferior.

Philippe Coutinho comemorando um gol (Foto: Goal.com)

A seleção brasileira fez alguns resultados impactantes como a goleada em Montevideo por 4x1 e uma vitória marcante contra a Argentina por 3x0 jogando em Belo Horizonte.

O primeiro gol desta vitória brasileira foi de Philippe Coutinho que você ouvirá agora narrado por um locutor russo.
 

João Nassif
Por João Nassif 19/09/2017 - 09:57Atualizado há 2 horas

O diretor de futebol Edson Gaúcho afirmou há pouco à Som Maior que o técnico Beto Campos e o preparador físico Márcio Correa chegarão dentro em pouco na cidade e fecharão contrato com o Criciúma para o restante da série B.

A reposição da comissão técnica foi rápida e a direção do clube ainda tem esperanças de acesso.
 

João Nassif
Por João Nassif 19/09/2017 - 07:40Atualizado em 19/09/2017 - 20:44

Infelizmente, neste país de acordos espúrios e conchavos entre os poderes da República que resultam em total impunidade o futebol também sofre com estes males.

Um ministro do STF, órgão que teria que zelar pela Constituição, indicado pelo presidente do país concedeu liminar desobrigando os clubes de cumprir obrigações financeiras do Profut.

O ministro Alexandre de Moraes é o mesmo que pediu vistas no julgamento que restringe o foro privilegiado e há quase quatro meses trava a decisão que já tinha quatro votos favoráveis à restrição. Demora para punir políticos corruptos e é rápido para salvar clubes caloteiros.

Lembrando que o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) foi criado por lei em 2015 para ajudar os clubes a refinanciar suas dívidas com o governo em um prazo de 20 anos. Além desde longo tempo o programa reduziu em 70% as multas e em 40% os juros as enormes dívidas dos clubes que são obrigados a uma série de obrigações financeiras.

Com a liminar os clubes não precisam mais apresentar Certidão Negativa de Débitos Federais, regularidade de contribuição ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), regularidade nos pagamentos de obrigações trabalhistas e nos contratos de imagem dos atletas para poderem participar e se inscrever em competições.
 

João Nassif
Por João Nassif 18/09/2017 - 18:13Atualizado em 19/09/2017 - 20:43

O dirigente fala que o técnico lhe disse estar pensando em pedir demissão. O técnico afirma que ficou surpreso com a decisão da diretoria e que veio da folga para trabalhar como sempre fez no comando do Criciúma. Palavra contra palavra.

O que se percebeu nas entrevistas do dirigente na coletiva e do técnico em entrevista na Rádio Som Maior é que o diretor Edson Gaúcho falou com muita tranquilidade sobre a demissão e o técnico Luiz Carlos Winck estava visivelmente contrariado e deu a impressão de ter feito muita força para não criar um ambiente de conflito.

Manda quem pode obedece quem tem juízo diz um ditado ou outro, a corda arrebenta do lado mais fraco. É a sina dos técnicos no futebol brasileiro e o Criciúma que não tem recursos para contratar, seu dono administra os trocados, busca na demissão a justificativa para esconder a total falta de planejamento.

Foi um erro que a direção do clube terá que ter muita capacidade para consertar.

João Nassif
Por João Nassif 18/09/2017 - 16:05Atualizado em 19/09/2017 - 16:14

O Mundial de 1970 no México marcou uma das páginas mais bonitas do futebol brasileiro. O tricampeonato, diferente dos dois títulos anteriores foi conquistado com seis vitórias provando de maneira incontestável a supremacia do Brasil que foi se afirmando como o país do futebol.

A seleção brasileira superou nesta Copa do Mundo três campeões mundiais, pela ordem, a Inglaterra que defendia o título por 1x0 na primeira fase, o Uruguai por 3x1 na semifinal e a Itália vencida na decisão sem apelação por 4x1.

Nos seis jogos da campanha o Brasil marcou 19 gols com média extraordinária de mais de três gols por jogo.

Lance de Brasil x Tchecoslováquia em 1970 (Foto:WordPress.com)

Jairzinho, o “Furacão”, foi o artilheiro brasileiro com sete gols fazendo gols em todos os jogos. Na estreia contra a Tchecoslováquia Jairzinho marcou duas vezes, o segundo será reproduzido agora na narração de Jorge Cury da Rádio Globo do Rio de Janeiro.
 

João Nassif
Por João Nassif 18/09/2017 - 11:25Atualizado há 25 minutos

Simplesmente lamentável a demissão do técnico Luiz Carlos Winck. A soberba da direção do Criciúma apregoando a todos que ouvem que tem time para subir, quando contrariada toma medidas radicais para justificar o que convenhamos é totalmente injustificável.

A falta de investimento está diretamente ligada à falta de recursos e a G.A. tenta com discursos vazios mobilizar os torcedores, mas são poucos os que ainda acreditam em milagre.

Milagre, aliás proporcionado pelo Winck que pegou o time na zona do rebaixamento sem ponto ganho e o levou ao meio da tabela sendo que em alguns momentos flertou com o G-4.

Técnico Luiz Carlos Winck (Foto: 90goals)

Todos os times que brigam na ponta da classificação contrataram com o objetivo do acesso. O América foi buscar no Botafogo de Ribeirão Preto o atacante Edno que fez gol logo na estreia. Também do Botafogo foi para o Paraná outro atacante, Wesley. O Vila Nova contratou Lourency que estava na Chapecoense, o Ceará levou o Maikon Leite do Bahia e o Juventude tem Yuri Mamute do Grêmio como reforço. 

Todos atacantes, mas certamente com conhecimento do mercado e um pouco de disponibilidade financeira o Criciúma poderia ter reforçado o time em posições

O futuro é uma incógnita, pois além do técnico seu auxiliar e o preparador físico foram demitidos. A reposição será feita com o que existe em casa? Tem no mercado algum treinador disponível?

A resposta terá que ser rápida, pois tem viagem nos próximos dias para o jogo em Maceió.
 

João Nassif
Por João Nassif 18/09/2017 - 01:05Atualizado em 18/09/2017 - 21:05

Só um milagre tiraria a vitória da Ferrari em Singapura, e esse milagre aconteceu. E para piorar, ainda deu vitória a Hamilton.

Depois de uma sexta-feira excelente da Red Bull, com Verstappen liderando os treinos livres e botando uma margem significativa nas Ferraris, foi Vettel quem fez a volta mais rápida de sábado, deixando o holandês para atrás e as Mercedes tendo que largar da terceira fila.

Um fim de semana que poderia retomar o favoritismo de Vettel, mas que deu errado na primeira curva. Pela primeira vez em dez anos de história do circuito, chove na cidade-estado. Verstappen parecia empolgado, ia largar na primeira fila e sabe que anda muito bem na chuva. Vettel era favorito, estava largando na frente e seu chassi tende a ser superior em circuitos de rua. Hamilton, saindo de quinto, buscava apenas a melhor posição possível.

Hamilton vencedor em Singapura (Foto: youtube.com)

Na largada, o alemão vira muito para a esquerda, Raikkonen guia para a direita, fazem ‘sanduíche’ em Verstappen e eles acabam se tocando. Fim de prova para os três. Hamilton larga bem e ultrapassa Ricciardo, assumindo a primeira posição.

Por conta dos múltiplos Safety Cars e bandeiras amarelas, a corrida acabou no limite de tempo de duas horas e quase foi interrompida antes de se completar 75% - caso não fosse completado 75% da prova, os pontos iriam para metade e assim a margem de Hamilton para Vettel seria menor.

Festa da Mercedes. Felicidade enorme para Lewis, que vibrou como se fosse um título. 28 pontos de vantagem separam o inglês tricampeão e o alemão tetracampeão. Se foi um milagre que deu a vitória para Hamilton em Singapura, só um outro milagre pode dar o título a Vettel.

 

Por Thiago Ávila

 

João Nassif
Por João Nassif 17/09/2017 - 17:10Atualizado em 18/09/2017 - 22:13

Um dos confrontos que mais se repetiram nas 20 edições da Copa do Mundo envolve Brasil e Suécia. A seleção brasileira é pentacampeã mundial e a Suécia disputou apenas uma partida final, justamente contra o Brasil na Copa de 1958 realizada na própria Suécia.

As duas seleções se enfrentaram sete vezes e a Suécia jamais derrotou o Brasil, foram cinco vitórias brasileiras e dois empates. 

Seleção brasileir contra a Suécia em 1950
Em pé: Augusto, Barbosa, Danilo, Juvenal, Mário Américo (massagista), Bauer, Bigode
Agachados: Johnson (massagista), Maneca, Zizinho, Ademir, Jair, Chico

A seleção brasileira venceu em 1938 por 4x2 na decisão do terceiro lugar, goleou por 7x1 em 1950, por 5x2 na final de 1958, 2x1 em 1990 e por 1x0 na semifinal em 1994. Os empates ocorreram em 1978 e 1994 ambos por 1x1.

Ingresso para Brasil x Suécia em 1950  (Foto:fifa.com)

Houve mais um confronto com sete jogos na história dos mundiais. Alemanha e Argentina. 

Aconteceram quatro partidas entre Argentina e Alemanha Ocidental com duas vitórias dos alemães, um empate e uma vitória da Argentina. 

Com a reunificação a FIFA considera a Alemanha como sucessora da Alemanha Ocidental. A Alemanha disputou mais três confrontos com a Argentina, empatou uma e venceu duas, inclusive a final da Copa de 2014 pelo placar de 1x0 no Maracanã.
 

João Nassif
Por João Nassif 17/09/2017 - 09:05Atualizado em 18/09/2017 - 12:11

Os jogos que completaram a 24ª rodada determinaram a queda de uma posição do Criciúma na tabela de classificação. Perdeu a sétima colocação para o Oeste do técnico Roberto Cavalo e não foi ultrapassado por Londrina e CRB que foram derrotados pelo Paraná e Brasil de Pelotas, respectivamente.

Nem foi me alongar na análise das circunstancias, pois já manifestei minha opinião há muito tempo sobre os objetivos da direção ao encarar o desafio de um eventual acesso. O investimento feito no plantel não é voltado para chegar à elite do futebol brasileiro.

Meu foco neste post é a torcida.

Torcida que não tenho mais visto no Heriberto Hülse. Aos poucos o público foi minguando chegando à ridícula média de 2.900 pessoas por jogo nesta série B. Quem já viu um estádio se transformar em caldeirão levando o Criciúma à grandes conquistas, hoje vê um salão de festas dos adversários que jogam e muitas vezes levam os três pontos com toda tranquilidade.

O que mais se ouve no Heriberto Hülse é o som de uma banda que dá seu show independente do resultado e as vaias de torcedores raivosos que pressionam os próprios atletas do Criciúma. Aliás, atletas que se esforçam, jogam no limite físico, mas com dificuldades para produzir o exigido.

Sábado pude acompanhar dois jogos que marcaram pela atuação de duas torcidas. 

Alan Mineiro comemorando seu gol contra o Luverdense (Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova)

À tarde Vila Nova x Luverdense com vitória do time goiano no Serra Dourada e um espetáculo proporcionado pela torcida do Vila Nova. Mais 15 mil torcedores que gritaram e pularam desde o início levando seu time a buscar a vitória e consolidar a terceira posição nos calcanhares dos líderes.

Os dois, Renatinho e Feijão marcaram contra o Londrina (Foto: Divulgação/Paraná)

E à noite o confronto entre os paranaenses no Durival Britto com mais de 14 mil torcedores empurrando o Paraná que venceu o Londrina no último lance do jogo e entrou pela primeira vez no grupo de acesso.  
Vila Nova e Paraná, dois clubes que sem grandes investimentos mostraram capacidade para montar os elencos e que arrastam milhares de torcedores a seus estádios, transformando-os em caldeirões e por consequência alcançando os resultados. Se vão subir, é outra história, mas vão ao mercado e não ficam somente no discurso para mobilizar seus torcedores.  
 

João Nassif
Por João Nassif 17/09/2017 - 08:45Atualizado em 18/09/2017 - 09:28

A seleção brasileira é a única que participou de todas as 20 edições da Copa do Mundo disputadas até agora e já está classificada para disputar seu 21º campeonato mundial. 
Alemanha e Itália vem a seguir com 18 participações cada uma e ainda não confirmaram vaga para o Mundial-2018 na Rússia.

A Alemanha não aceitou o convite da FIFA para disputar o I Mundial no Uruguai e ficou de fora da Copa de 1950, pois ainda estava ocupada e dividida em razão da II Guerra Mundial e não teve autorização para competir.

A Itália também não aceitou o convite para disputar o Mundial no Uruguai e não conseguiu se classificar para a Copa de 1958 na Suécia eliminada pela Irlanda do Norte.
As três seleções que mais participaram de Copas do Mundo dividem a hegemonia do futebol mundial. São 13 títulos em 20 torneios disputados, com o Brasil sendo campeão em cinco oportunidades e a Alemanha e a Itália são quatro vezes campeãs.

A Alemanha tem quatro vice-campeonatos enquanto Brasil e Itália foram duas vezes vice-campeões.  

Seleção brasileira em 1950 (Foto: Cacellain.com.br)

Em se tratando de terceiro lugar a Alemanha conquistou quatro, o Brasil dois e a Itália um.

O Brasil ficou duas vezes em quarto lugar, Alemanha e Itália uma vez cada.

Apenas uma vez nas 20 Copas já realizadas Brasil, Alemanha e Itália não aparecem entre os semifinalistas, justamente na primeira em 1930. Alemanha e Itália não disputaram e o Brasil foi eliminado na primeira fase.

 

João Nassif
Por João Nassif 15/09/2017 - 14:30Atualizado em 18/09/2017 - 10:47

O discurso oficial é que o Criciúma tem time e plantel para alcançar a série A no final do campeonato. A realidade vista e reprisada na atual campanha é totalmente contrária ao que dizem os dirigentes que devem estar apenas jogando para a torcida e implorando por sócios e torcedores nos jogos do Tigre.

Este tipo de postura faz aumentar a carga sobre o técnico que trabalha bastante, mas com a falta de qualidade não consegue melhorar o padrão, por isso estamos vendo jogos sofríveis apesar dos resultados que mesmo oscilando faz o time ficar numa posição confortável na classificação.

O discurso dos dirigentes é acompanhado de manifestações em microfones e redes sociais o que aumenta ainda mais a pressão que está sofrendo Luiz Carlos Winck.

O técnico pediu reforços que poderiam mudar a cara do time e que não vieram por questões salariais. Apesar da pouca disponibilidade no mercado o preço das eventuais contratações não se enquadrava no orçamento da G.A., portanto quem veio foi a segunda ou terceira opção sem condições de qualificar o time.

É muito mais prudente parar de falar em acesso e deixar o barco correr de acordo com seu potencial. Dar tranquilidade ao técnico que faz uma campanha acima do lógico e projetar, se for o caso, uma reta final de temporada preparatória para o ano que vem.

Perceberam que já joguei a toalha, pois pensar em acesso é pensar que existe milagre no futebol.
  
 

João Nassif
Por João Nassif 15/09/2017 - 12:15Atualizado em 18/09/2017 - 09:48

A decisão da FIFA em promover a primeira Copa do Mundo no Uruguai, não agradou aos europeus. A Europa estava imersa numa grave crise econômica e o custo do deslocamento das delegações para outro continente seria enorme, além disso, o profissionalismo estava começando no futebol e os principais clubes europeus não queriam ficar muito tempo sem seus principais jogadores. 

O presidente da FIFA Jules Rimet foi firme em sua decisão e conseguiu convencer alguns países a participar do evento. França, Iugoslávia, Romênia e Bélgica foram os europeus que atenderam à convocação do presidente. Os britânicos ficaram de fora porque eram completamente contrários ao profissionalismo que estava começando. 

Seleção romena de 1930 (Foto: Getty Images)

As quatro delegações europeias partiram com destino ao Uruguai no dia 21 de junho de 1930 de Villefranche-Sur-Mer, porto localizado no sul da França: Bélgica, França e Romênia viajaram no navio “Conte Verde”, enquanto a Iugoslávia embarcou no “Flórida”. Os viajantes passaram pelo Rio de Janeiro no dia 29 de junho e finalmente desembarcaram em Montevidéu no dia 04 de julho.

Na América do Sul também havia problemas. O Brasil sofria com a briga interna entre a CBD e a APEA, a primeira carioca e a segunda paulista que lutavam apenas por seus próprios interesses e não se preocuparam com o Mundial. Os cariocas tomaram conta da “Operação Mundial” e não permitiram paulistas na comissão técnica e mais, os grandes jogadores da época que atuavam nos times paulistas não foram convocados. Apenas um paulista, Araken Patuska brigou com seu clube, o Santos e aceitou a convocação.

 

João Nassif
Por João Nassif 14/09/2017 - 13:10Atualizado em 18/09/2017 - 16:07

O Mundial de 1998 ficou marcado na história pela convulsão sofrida por Ronaldo Fenômeno horas antes da decisão contra os franceses donos da casa.

O problema causou pânico entre os componentes da delegação brasileira e dentro de campo o time não conseguiu jogar o que podia mesmo com a presença do jogador que insistiu em estar em campo.

O Brasil passou pela primeira fase com duas vitórias sobre Escócia e Marrocos e uma derrota para a Noruega.

Passou com facilidade pelo Chile nas oitavas de final com uma goleada por 4x1 e nas quartas encarou a Dinamarca.

Rivaldo e Michael Laudrup (Dinamarca) em 1998. (Foto: Trivela)

O jogo foi difícil com alternância no placar que terminou com vitória brasileira por 3x2.

Depois de sair perdendo por 1x0 a seleção buscou o empate com um gol de Bebeto que será reproduzido aqui na narração de Galvão Bueno da Rede Globo:

 

João Nassif
Por João Nassif 13/09/2017 - 13:10Atualizado há 6 minutos

08 de julho de 2014. Seguramente o dia mais negro da história do futebol brasileiro em todos os tempos. 

A goleada sofrida em pleno Mineirão com quase 60 mil torcedores numa semifinal de Copa do Mundo pode ser comparada com a tragédia de 1950 e o famoso Maracanazo, mas o placar massacrante ficará para sempre registrado na história do futebol brasileiro e mundial.

Gol de Muller na seminfial da Copa de 2014

A trágica tarde do futebol brasileiro começou muito cedo, com 10 minutos os alemães começaram a construir os 7x1 com o gol do atacante Muller que agora será reproduzido na narração de José Carlos Araújo no microfone da Rádio Transamérica.
 

João Nassif
Por João Nassif 13/09/2017 - 08:30Atualizado em 19/09/2017 - 09:05

Depois de treinar por quase duas semanas o Criciúma fez um péssimo jogo contra o Luverdense e mesmo assim conseguiu vencer. Três dias depois enfrentou o Juventude e sem tempo para treinar fez um bom jogo e foi derrotado.

Esta oscilação está diretamente ligada à falta de qualidade do plantel. São poucos os que estão jogando em bom nível, a maioria não consegue desenvolver o mínimo para fazer um coletivo mais encorpado e os resultados positivos têm sido alcançados circunstancialmente. Assim como foi contra o Luverdense. Achou um gol numa bola parada e nas raras jogadas combinadas marcou o segundo gol.

Contra o Juventude sofreu um gol no início pelo erro de posicionamento da zaga e daí em diante tomou conta do jogo. Teve volume, fez pressão, mas sem finalizações facilitando o trabalho do adversário que mesmo assim não conseguia contra-atacar.

Lance de Criciúma x Juventude (Foto: Comunidade e Arte Cultura)

No segundo tempo com a entrada do Alex Maranhão a opção foi cruzar bolas na área e numa delas conseguiu o empate. E assim foi até tomar o segundo gol. Foram em torno de 30 cruzamentos, pois a qualidade não permitia tentar a vitória de outra forma. Vale ressaltar que o goleiro do Juventude correu poucos riscos pela inoperância ofensiva do Criciúma.

O resultado de uma partida de futebol muitas vezes não está ligado ao desempenho de cada time. Numa análise simples, contra o Luverdense o Criciúma foi dominado e venceu. Contra o Juventude dominou e saiu derrotado. 

É o futebol e o imponderável.
 

João Nassif
Por João Nassif 12/09/2017 - 13:10Atualizado em 17/09/2017 - 02:07

A Costa Rica fez história no Mundial disputado no Brasil em 2014.

Com cotação baixa em função de ter caído no mesmo grupo de três campeões mundiais, Itália, Uruguai e Inglaterra passou de fase invicta com vitórias sobre a Uruguai e Itália e um empate com os ingleses. Ficou em primeiro lugar no grupo.

Nas oitavas de final despachou a Grécia nos pênaltis e também nas penalidades máximas foi eliminada pela Holanda.

Mas, fez história com a campanha que começou no dia 14 de junho no Estádio Castelão em Fortaleza.

Campbell comemorando seu gol contra o Uruguai

Depois de sofrer o primeiro gol contra o Uruguai reagiu foi à virada no segundo tempo ganhando por 3x1.

O gol de empate foi marcado pelo atacante Campbell que você ouvirá agora na voz do locutor costarriquenho Kristian Mora:

 

João Nassif
Por João Nassif 11/09/2017 - 15:40Atualizado em 17/09/2017 - 00:36

Ah! Se o Criciúma tivesse feito nas três primeiras rodadas o que realizou nas três rodadas iniciais do returno. Ah! Se o técnico Luiz Carlos Winck tivesse chegado antes de começar o campeonato. Ah! Se o plantel tivesse opções de qualidade.

São muitos Ah! e se, mas o futebol não é feito de Ah! e de se, o futebol é prático e reflete a forma como os times são organizados e principalmente orientados para buscar seus objetivos.

A constatação e aí serei objetivo é a subida vertiginosa de produção do time sob o comando do atual técnico. O Winck pegou o time na lanterna depois de três rodadas e o primeiro passo foi sair da zona do rebaixamento. Este primeiro objetivo foi alcançado na oitava rodada quando o Criciúma atingiu a 16ªcolocacao e a partir daí não frequentou mais a zona vermelha da tabela.

Luiz Carlos Winck (Foto: Diário Catarinense)

O segundo objetivo era ficar o mais longe possível do Z-4 e gradativamente o time foi pontuando e pelos resultados oscilando entre a 7ª e a 13ª posições. Consolidando a diferença de nove pontos para a zona do rebaixamento e com a vitória sobre o Luverdense, mesmo na 7ª colocação a diferença para a zona de acesso é de apenas três pontos.

Só para efeito de ilustração, tivesse feito nas três primeiras rodadas do turno inicial o que fez nas mesmas três rodadas do returno o Criciúma teria hoje 39 pontos e estaria posicionado entre os quatro primeiros. 

Como o Ah! e o se não jogam, o time tem que continuar nesta marcha ascendente, mesmo com a baixa qualidade que o técnico tem à disposição, para alcançar depois de 38 rodadas o objetivo final que é o acesso.
 

João Nassif
Por João Nassif 11/09/2017 - 13:05Atualizado em 18/09/2017 - 05:57

A seleção brasileira campeã mundial em 1958 foi para o Chile disputar mais uma Copa do Mundo na condição de favorita absoluta.

Houve troca no comando técnico com Aymoré Moreira substituindo Vicente Feola e com alterações apenas no setor defensivo naquele time vencedor na Suécia.

Djalma Santos já era titular absoluto na lateral direita, ele que jogou apenas a final em Estocolmo. A dupla de zaga que era formada por Bellini e Orlando deu lugar à Mauro e Zózimo. 

Os demais eram os mesmos de 1958: Nílton Santos, Zito, Didi, Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Com a contusão de Pelé no segundo jogo, contra a Tchecoslováquia, Amarildo assumiu a titularidade e o time não sofreu mais nenhuma baixa até a partida final.

Garrincha entre tchecos na final de 1962

Enfrentando novamente a Tchecoslováquia no Estádio Nacional em Santiago do Chile o Brasil conquistou seu segundo título mundial. 

Os gols foram pela ordem de Amarildo, Zito e Vavá na vitória brasileira por 3x1.

Agora você ouvirá o complemento do terceiro gol do Brasil na voz do locutor Pedro Luiz da Rádio Bandeirantes de São Paulo.

 

João Nassif
Por João Nassif 11/09/2017 - 09:10Atualizado em 16/09/2017 - 18:01

Com a notícia bombástica de que Carlos Sainz foi confirmado como novo piloto da Renault, vamos dar uma olhada em como as equipes estão fechando seus contratos para a próxima temporada. 

Se no ano passado vimos grandes surpresas, como o anúncio da aposentadoria de Nico Rosberg, o “retorno” de Massa e a renovação inesperada de Kimi Raikkönen, esse ano poderemos ter poucas alterações.

Nas três principais equipes, nenhuma mudança. Hamilton foi até cogitado a testar o assento da Ferrari para o ano que vem, mas isso foi rapidamente negado por Toto Wolff e ele deve renovar. Junto a ele, Valtteri Bottas faz um excelente ano de estreia pela Mercedes e também continua.

Valtteri Bottas

Entre as Ferraris, Vettel já renovou seu contrato e, se houve uma surpresa em Kimi ter renovado seu contrato ano passado, esse ano foi aceitável, já que vem servindo bem de escudeiro para Sebastian e a Ferrari não quer se preocupar em ter dois pilotos competitivos.

Na tumultuada Red Bull as coisas não andam tão bem. Além de Helmut Marko estar em desavença aos motores Renault, Verstappen não anda feliz com o carro e implora para sair. Ricciardo, a personificação do bom homem na F1, se contenta com o que tem, mesmo sabendo que o carro não é bom o suficiente para se manter no topo. Apesar disso, os pilotos devem ser os mesmos, mas o motor ainda é indefinido.

Entre Pérez e Ocon, eles não têm muita escolha a não ser aceitar renovar por mais um ano com a Force India. Mesmo que o mexicano não esteja satisfeito em continuar em uma equipe média, o piloto não tem espaço em nenhuma das equipes grandes.

A partir de agora, as mudanças começam a ser mais perceptivas. Na Williams, o canadense filho de pai multibilionário Lance Stroll tem vaga confirmada para o ano que vem. Já Massa tem futuro indefinido. Kubica, que foi muito bem nos testes pela Renault durante as férias, e Alonso parecem ser os candidatos mais cotados para substituí-lo em uma possível saída.

Na Renault, Hulkenberg e Sainz, outro que vem insatisfeito com a Red Bull, estão certos, este último já pode estrear pela construtora francesa já em Singapura. Outra que já tem seus pilotos definidos é a Haas, que mantém Grosjean e Magnussen.

A mudança mais significativa pode ser na Toro Rosso. Se for confirmado que a Honda será sua nova fornecedora de motor, os pilotos mais prováveis a assumir os postos de titulares para o ano que vem são Pierre Gasly – campeão da GP2 em 2016, muito cotado para assumir a vaga de Sainz ainda este ano – e um piloto japonês, que seria de escolha da própria fornecedora. O piloto mais cogitado é Nobuharu Matsushita, que hoje corre na F2 e é piloto de testes da McLaren.

Na McLaren, Vandoorne está fechado. Se Alonso quiser continuar na equipe, a outra vaga é dele, caso contrário Button vai assumir. A Sauber até cogitou vir de Honda para o ano que vem, mas seguem de Ferrari e servirão de equipe B da Ferrari. Se isso se confirmar, Leclerc - líder da F2 esse ano - e Giovinazzi – vice-campeão da GP2 ano passado – serão os pilotos.

O piloto prodígio da equipe júnior da Mercedes, Pascal Wehrlein, deve ficar de fora. Notícia triste, já que o alemão vem fazendo uma excelente temporada com o carro horrível da Sauber.

Por Thiago Ávila

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