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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 02/03/2018 - 23:35

O Mundial de 1998 na França foi a 16ª edição do evento cujo primeiro teve como sede o Uruguai em 1930.

Disputado a cada quatro anos, somente em 1942 e 1946 não foi realizado em função da Segunda Grande Guerra Mundial.

Nas primeiras 16 edições somente um país conseguiu se tornar campeão jogando fora de seu continente. A seleção brasileira conquistou seu primeiro título jogando o Mundial na Suécia.

Seleção brasileira campeã mundial em 1958

Na edição seguinte à Copa da França em 1998 a seleção brasileira repetiu a dose e se tornou pentacampeã jogando na Ásia que pela primeira vez foi sede de uma Copa do Mundo. O torneio foi disputado em 2002 na Coréia do Sul e Japão.

Outras duas seleções conquistaram o título jogando fora de seu continente.

Seleção da Espanha campeã mundial em 2010

A Espanha venceu na África do Sul e a Alemanha conquistou seu quarto título mundial na Copa de 2014 aqui no Brasil.

Seleção alemã campeã mundial em 2014

Por continentes as 20 Copas do Mundo disputadas até agora ficaram assim divididas: Europa com 10 edições, América do Sul com cinco, América do Norte com três, e com apenas uma edição Ásia e África. 

Os europeus ganharam 11 títulos mundiais e os sul-americanos nove. 
 

Por João Nassif 03/03/2018 - 17:28

No post de hoje vou mostrar os técnicos que foram destaques nas 20 edições de Copas do Mundo disputadas até os dias de hoje.

Vitorio Pozzo

Apenas um treinador conseguiu vencer dois títulos mundiais em toda história das Copas do Mundo. Vittorio Pozzo que comandou a Itália em 1934 e 1938.

Zagalo

O brasileiro Zagalo possui o recorde de títulos em geral, pois foi campeão como jogador em 1958 e 1962, foi o técnico campeão em 1970 e assistente técnico em 1998 acumulando, portanto, quatro títulos mundiais em três funções diferentes.

Franz Beckenbauer

O alemão Franz Beckenbauer foi o segundo a ganhar como jogador e técnico. Venceu como jogador em 1974 e como técnico em 1990.

 

Helmut Schön

O alemão Helmut Schön é o técnico que mais participou de jogos pelos Mundiais, 25. É também o que mais venceu, conquistou 16 vitórias.

Luiz Felipe Scolari

O brasileiro Luiz Felipe Scolari detém dois recordes. Ficou invicto doze jogos em Copas do Mundo, sete com a seleção brasileira em 2002 quando foi campeão e cinco com a seleção de Portugal em 2006. Felipão ainda venceu 11 jogos seguidos nos dois Mundiais, sendo a mais longa série de vitórias na Copa.
 

Por João Nassif 03/03/2018 - 21:40

1) Saiu melhor que a encomenda. Poderíamos imaginar uma vitória do Criciúma pelo que o clube representa na história do futebol catarinense ao passo que o Concórdia na sua modéstia jogaria como franco atirador na busca de um resultado que o levaria à consagração e a quase certeza da fuga do rebaixamento. A modéstia do time do Oeste está diretamente ligada ao fato de seu teto salarial bater nos R$ 3.500,00. Com uma escalação diferente demonstrando a ousadia própria de quem tem confiança na vitória, o técnico Argel botou o time no ataque desde o início e com menos de 20 minutos decidiu o jogo fazendo 3x0. Em seguida fez o quarto gol e sossegou frente a um adversário completamente sob controle.

2) Não gosto de analisar pelo que somente ouço, mas vi muito entusiasmo nos companheiros da Som Maior. Confesso que não consegui comprar o jogo nesta nova plataforma de transmissão. O site, para mim é muito confuso. Portanto, só posso me basear do resultado que valeu acima de tudo para o time ter encontrado o caminho da vitória que o tirou da zona do rebaixamento. Ainda não é nada definitivo. O próximo desafio é infinitamente mais difícil, jogar e vencer na Arena Condá não é para qualquer um. Por isso tenho curiosidade em saber se será usado em Chapecó o esquema com três atacantes. Coma palavra o técnico Argel Fucks.

 

Foto: You Tube

3) Pedra cantada. Os arroubos de justiça mostrados pelo TJD da Federação Baiana duraram pouco. Depois de punir com rigor os baderneiros do Ba-Vi que não terminou e foi exemplo de pancadaria, um auditor deferiu o pedido de efeito suspensivo e todos os envolvidos estão livres para jogar até a reunião do Tribunal Pleno do mesmo TJD. No futebol o nome da impunidade é efeito suspensivo, na justiça comum são embargos infringentes, declaratórios e afins. Este é o Brasil que vivemos, existem as leis e suas nuances que no fundo são feitas para proteger os poderosos.

Foto: You Tube

4) Mais uma vez minha tese se confirma. O absurdo dos campeonatos estaduais que servem apenas para derrubar treinador e estrangular o calendário do futebol brasileiro. Este ano ficará ainda pior, pois o estrangulamento será maior com a paralização de competições em razão da Copa do Mundo. Somado à tudo, falta de qualidade aos times que não atraem o público e os estádios vivem às moscas por todo país. No estado mais rico e com o melhor campeonato, de acordo com a mídia, a média de público gira ao redor 7.500 espectadores, muito em função da Arena Palmeiras e do Itaquerão que quase sempre lotam em jogos do Palmeiras e Corinthians, respectivamente. Santa Catarina tem a quarta melhor média com cerca de 2.900 torcedores por jogo.

Rodrigo Lasmar - Médico da CBF

5) Já cansei de tanto ler, ver e ouvir a respeito da contusão e operação do Neymar. Só faltou a mídia acompanhar o jogador ao banheiro, pela necessidade de mostrar em detalhes tudo que envolve uma fratura ou fissura num metatarso. Tenho a impressão que não haverá vida no país se Neymar não puder jogar a Copa do Mundo. Mas, cansa. Agora os envolvidos se atacaram, de um lado o PSG que quer o jogador na reta final da temporada. De outro a CBF com seu médico prevendo quase três meses de recuperação, período que irá até às portas do Mundial. O médico foi chamado de mentiroso pela direção do time francês. E a CBF não ousou reagir, afinal seu presidente é denunciado lá fora por corrupção, não pode sair do pais e seus asseclas também não têm autoridade para rebater a ofensa. Enfim, resta esperar que depois de todo este sensacionalismo o Neymar se recupere bem, pois ficou na obrigação de ganhar o hexacampeonato. 
 

Por João Nassif 04/03/2018 - 16:09

Pelo regulamento a segunda fase da Copa do Mundo de 1978 na Argentina era formada por duas chaves de quatro seleções e somente as primeiras colocadas de cada chave disputaria a final. Os segundos colocados decidiriam o terceiro lugar.

Uma das chaves era composta pelo Brasil, Polônia, Peru e Argentina, a dona da casa.

Na primeira rodada o Brasil derrotou o Peru por 3x0 e a Argentina venceu a Polônia por 2x0. Argentina e Brasil empataram em 0x0 na segunda rodada e a os poloneses derrotaram os peruanos por 1x0.

Brasil x Argentina em 1978 (Foto: WordPress.com)

Normalmente os jogos da terceira rodada eram jogados no mesmo horário, mas como os argentinos estavam em desvantagem no saldo de gols, a FIFA marcou Brasil contra a Polônia em Mendoza três horas antes de Argentina e Peru que jogaram em Rosário.

Resultado, o Brasil derrotou a Polônia por 3x1 e a Argentina que precisava vencer com uma diferença de quatro gols enfiou seis na seleção peruana. Anos depois ficou comprovado que os peruanos entregaram o jogo.

Mas, aqui quero reproduzir um gol brasileiro. Foi do meia Dirceu, já falecido, contra o Peru. Dirceu marcou dois e o segundo vai aqui narrado pelo lendário Walter Abrahão da TV Cultura de São Paulo.
 

Por João Nassif 04/03/2018 - 13:21 Atualizado em 04/03/2018 - 13:25

Thiago Ávila *

Um mês sem ouvir o giro dos motores na categoria que mais cresce no mundo. Jean-Eric Vergne, Felix Rosenqvist e Sam Bird chegaram à Cidade do México pensando em sair de lá com a liderança do campeonato, já que estavam separados por cinco pontos de diferença entre um e outro. Buemi ainda se recuperava dos traumas que sofreu em Hong Kong e vinha forte. Já os pilotos da Audi, Di Grassi e Abt, já estavam agonizados com o grito de vitória entalado na garganta.

E o final de semana não começou diferente, com Rosenqvist e Buemi brilhando na fase de grupos, e três surpresas garantindo vaga no Superpole: Oliver Turvey - da fraquíssima NIO –, Antônio Félix da Costa – da Andretti – e Alex Lynn – companheiro de Bird na Virgin. Sem muitas dificuldades, o sueco da Mahindra fez seu dever mais uma vez e garantiu a segunda pole dele na temporada, já o suíço foi apenas o quinto.

Com diversos pilotos ganhando punições, o britânico da NIO acabou ganhando de presente um lugar na primeira fila ao lado de Rosenqvist. Buemi saiu de terceiro e Di Grassi e Bird foram partir só da última fila. Sobrou para as estrelas de Daniel Abt e Nelsinho Piquet brilharem na corrida, sendo o alemão da Audi largando em quinto e o brasileiro saindo de sétimo.

Abt já pega a posição de Félix da Costa na largada, e depois seis voltas completadas os cinco primeiros já estavam bem consolidados, com Rosenqvist disparando na liderança, botando 3 segundos em Turvey. 

Daniel Abt

Mas aí veio a 15ª volta. O carro do sueco parou sem explicações. Era a corrida para o piloto da Mahindra tomar a ponta de vez do campeonato e dali não perder mais.

Ele tentou ainda se recuperar, mas seu carro deu apagão mais duas vezes, tomando uma volta do grid todo. Sem ninguém a sua frente, o inexperiente em pódios Oliver Turvey assumiu a ponta, com Buemi em segundo e Abt em terceiro.

Seis voltas depois, Buemi comete mais um erro de curva e deixa Abt, que era mais rápido, passar. Pelo jeito o suíço ainda não aprendeu a lidar com as curvas desde a corrida em Marrakesh, quando perdeu para Rosenqvist cometendo um erro bobo também em uma curva.

Baterias acabando, hora de parar. Daniel Abt, que já vinha mais rápido que Turvey na corrida, troca de carro mais rápido que ele e assume a ponta. Como já diria Téo José “Agora não perde mais”. Realmente, o alemão sumiu na corrida. 

Fazendo uma estratégia conservadora, Nelsinho ficou uma volta a mais na pista e depois da parada, voltava em sexto, com mais bateria para gastar que o resto do pelotão. E a partir dali sua estrela começou a brilhar. Passou seu companheiro Mitch Evans na 33ª volta e em seguida foi a vez de Jean-Eric Vergne sofrer nos braços do brasileiro. 

Nelsinho chegava em Buemi e Turvey e a briga pela segunda posição se estende até o final, mas nada muda. Dessa vez ninguém tira o triunfo dele: Daniel Abt conquista sua primeira vitória na categoria, seguido de Turvey (que nem sabe como se abre um champanhe) e Buemi.

Sabe quem se deu bem nisso tudo? O ainda líder Vergne, que sem fazer muito esforço, bateu seus dois rivais na briga pelo título e agora aumenta a vantagem para 12 pontos. Já na Mahindra, tristeza profunda, pois sai do México sem nada de pontos. E com um piloto ainda mais frustrado por não ter conseguido cravar de vez a liderança no campeonato, porque convenhamos: o sueco é muito mais piloto entre os três líderes.

* Estudante de jornalismo na PUCRS

Por João Nassif 05/03/2018 - 16:57

Na Copa do Mundo de 2002 disputada simultaneamente na Coréia do Sul e no Japão, a seleção brasileira enfrentou duas vezes a Turquia e venceu as duas.

A primeira foi na fase de grupos, estreia das duas seleções e a vitória do Brasil foi por 2x1 no dia 03 de junho em Ulsan na Coréia, gols de Ronaldo e Rivaldo de pênalti.

Denílson contra 4 turcos em 2002

A segunda partida valeu pela semifinal e a seleção brasileira venceu por 1x0 em Saitama no Japão no dia 26 de junho.

O único gol do jogo foi marcado por Ronaldo no começo do segundo tempo, gol que você ouvirá agora na narração de José Silvério da Rádio Bandeirantes de São Paulo.
 

Por João Nassif 06/03/2018 - 19:55

Confesso que tinha minhas dúvidas em relação à expressão título deste post. Fui consultar e minhas dúvidas acabaram e esta expressão francesa cabe direitinho no atual momento do Criciúma. Na falta de opções no mercado, pois a imensa maioria de possíveis reforços está em atividade nos campeonatos estaduais pelo país, a solução proposta pelo técnico Argel Fucks foi buscar velhos conhecidos que não estão sendo aproveitados neste ainda início de temporada. 

Suéliton, Zé Carlos, duas contratações decididas e muita especulação em torno do lateral Marlon, aquele mesmo de 2012, Ewerton Páscoa, Fábio Ferreira, jogadores que já estiveram por aqui e que são apostas do técnico para qualificar e dar experiência ao elenco visando não só o estadual como o próprio campeonato brasileiro.

Zé do gol

Primeiro é falta de imaginação, segundo o técnico está fazendo o papel de diretor de futebol buscando reforços que são de seu agrado. Tudo bem, a situação do plantel é caótica e sem uma atuação direta dos dirigentes o Argel vai tomando conta e trazendo quem ele entende poderá ajudá-lo na fuga definitiva do rebaixamento no catarinense e projetando a base para a série B.

Não gosto muito de buscar quem já esteve aqui. Os exemplos mostram que depois de boas temporadas e a consequente saída o retorno dificilmente dá certo. O próprio Zé Carlos é prova viva, foi brilhante na primeira passagem em 2012/2013 e fracassou quando retornou em 2014. 

Como é o Argel que está com a bola que se atendam seus desejos e que ele consiga dar um caminho diferente ao Criciúma na temporada.
 

Por João Nassif 06/03/2018 - 19:08 Atualizado em 07/03/2018 - 11:16

Em todas as 20 edições de foram realizados 836 jogos. O público presente nos estádios de acordo com informações oficiais da FIFA é de 37.651.407 espectadores.

O menor público na história dos Mundiais foi registrado no primeiro torneio na partida em que a Romênia derrotou o Peru por 3x1 no Estádio de Pocitos em Montevidéu. De acordo com a FIFA o jogo foi assistido por 2.549 pessoas, enquanto que outras referências históricas afirmam que apenas 300 pessoas estiveram no estádio.

 

Maracanã na final de 1950

O maior público registrado em jogos de Copas do Mundo, também pelas informações da FIFA foi de 173.850 e aconteceu no Mundial de 1950. Há registros que informam a presença no Maracanã de 199.854 torcedores na final entre Brasil e Uruguai.

A Copa do Mundo com menor presença de público foi a de 1934 na Itália com apenas 358.000 espectadores em 18 jogos.

O recorde de público em Copas do Mundo pertence aos Estados Unidos. No Mundial de 1994 foi registrada a presença de 3.587.538 espectadores em 52 jogos.
 

Por João Nassif 07/03/2018 - 14:18

A partir de hoje vou destacar a participação em todas Copas do Mundo das 32 seleções que estarão a partir de 14 de junho disputando o 21º Mundial, este ano na Rússia.

Começo pela Arábia Saudita que começou sua participação disputando as eliminatórias asiáticas em 1978. Desta até 1990 os sauditas não conseguiram chegar à fase final de um Mundial e foram participar pela primeira vez em 1994 nos Estados Unidos.

Nesta Copa a Arábia Saudita teve seu melhor desempenho chegando às oitavas de final. Em 1998, 2002 e 2006 foi eliminada na primeira fase.

Seleção da Arábia Saudita-2018

A Arábia Saudita não conseguiu se classificar para as Copas do Mundo seguintes, em 2010 na África do Sul e também não veio ao Brasil em 2014.

Por eliminatórias a Arábia Saudita disputou um total de 116 jogos com 68 vitórias, 27 empates e 21 derrotas. Marcou 229 gols e sofreu 86.

Nas quatro participações em Mundiais a Arábia Saudita fez 13 jogos com duas vitórias, dois empates e nove derrotas. Marcou nove gols e sofreu 32.

Na Rússia a Arábia Saudita está no Grupo 1 com o Egito, Uruguai e a própria anfitriã.
 

Por João Nassif 07/03/2018 - 19:10

Agora pouco terminou a partida entre Tottenham e Juventus pela Champions League e à exemplo de ontem prevaleceu a tradição e a força de uma camisa que tem muita história no futebol mundial. No jogo de ida na Itália houve os times empataram em 2x2.

O Tottenham jogava a volta por dois empates, 0x0 e 1x1 e ainda no primeiro tempo fez seu gol A Juventus inferiorizada tecnicamente em grande parte do jogo, com o placar adverso precisava de dois gols para se classificar. O time inglês era soberano sem conseguir outro gol e em apenas três minutos na metade do segundo tempo a virada, virada que foi construída por dois argentinos que até então eram personagens apagadas no confronto. Higuain autor do gol de empate e que com passe espetacular deixou Dybala na cara do gol para consumar a vitória. 

Higuian comandou a virada da Juventus

A conversa que futebol não tem logica vale para raros momentos, por isso existe a zebra, mas nos confrontos em grandes torneios prevalece quem tem maior tradição como aconteceu ontem em Paris.  

Já são quatro os classificados para as quartas de final. Dois ingleses, Liverpool e Manchester City, um espanhol o Real Madrid e um italiano a Juventus. O City é o de menor tradição entre eles. Semana que vem passarão mais quatro e os oito partirão para a decisão do maior torneio de clubes do planeta. 
 

Por João Nassif 08/03/2018 - 00:30

Chapecoense e Criciúma protagonizaram um dos piores jogos do campeonato, senão o pior. Dois times medrosos, sem solução ofensiva, falta de criatividade e muita posse de bola por parte do Criciúma e uma forte marcação da Chapecoense.

A rigor tivemos um pouco de emoção no lance do gol da Chapecoense num escanteio mal marcado quando na realidade houve falta do Maílson que se contundiu no lance e teve que ser substituído. Não aconteceu o pênalti, pois a falta foi fora da área e o jogador da Chapecoense caiu dentro. Mas, foi falta que o arbitro trocou pelo escanteio e daí surgiu o único gol do jogo na infelicidade do Suéliton.

Foto: Sirli Freitas/Chapecoense

Depois somente no minuto final a cabeçada do Lucas Coelho e um quase milagre do Jandrei e no contra-ataque quase o segundo gol da Chapecoense num arremate quase na cara do goleiro Luís.

Agora, confesso que esperava mais das duas equipes. A formação do Criciúma com três atacantes foi a mesma da vitória em Concórdia só que desta vez houve marcação e o time não conseguiu criar algo produtivo. Ficou no toque toque no setor defensivo sem espaço para evoluir e somado com a falta de qualidade criou apenas a única chance no minuto final.

A Chapecoense foi para o jogo com três volantes sem um meia de criação e esperou pela bola parada que tem sido seu diferencial no campeonato. Tem a defesa menos vazada com apenas dois gols sofridos e um dos piores ataques com 12 gols marcados. Destes vários foram marcados com jogadas treinadas de bola parada. 

Joguinho terrível e um alerta para os dois times. O Criciúma que terá na sequencia dois jogos em casa terá que conseguir duas vitórias contra Tubarão e Brusque para escapar do rebaixamento. E a Chapecoense terá que encontrar soluções para criar com mais frequência e poder buscar os pontos que lhe darão direito de disputar o título. 
 

Por João Nassif 08/03/2018 - 09:01 Atualizado em 09/03/2018 - 09:04

No programa de hoje vou destacar a participação da Austrália em todas as Copas do Mundo. A seleção australiana estará presente Rússia para disputar a 21ª edição do torneio.

A Austrália participou pela primeira vez das eliminatórias para as Copa do Mundo em 1966 pela Confederação Asiática. Não conseguiu se classificar para os Mundiais de 1966 e 1970.

Sua primeira participação foi no Mundial de 1974 na Alemanha quando foi eliminada ainda na primeira fase.

Os australianos voltaram à uma fase final de Copa do Mundo somente em 2006 quando foram eliminados nas oitavas de final. Disputaram também as Copas de 2010 e 2014 e em ambas foram eliminadas na primeira fase.

Austrália no Mundial de 2018

Por eliminatórias a Austrália disputou 118 jogos com 74 vitórias, 27 empates e 17 derrotas. Marcou 328 gols e sofreu 93.

A história registra que a Austrália aplicou a maior goleada em todas as partidas por Copas do Mundo, sejam em eliminatórias ou em fases finais. Massacrou Samoa Americana por 31x0 em jogo válido pelas eliminatórias para o Mundial de 2002. 

Nas quatro participações em Copas do Mundo a Austrália disputou 13 jogos conseguindo duas vitórias, três empates e oito derrotas. Marcou 11 gols e sofreu 26.

A Austrália terá como adversários na primeira fase do Mundial na Rússia, França, Peru e Dinamarca.
 

Por João Nassif 09/03/2018 - 16:00

A próxima rodada do campeonato catarinense apresenta um componente curioso determinado pela tabela de classificação. É como se houvesse dois torneios, pois, os quatro primeiros colocados jogarão entre si o mesmo acontecendo com os seis últimos. 

Na parte de cima que podemos chamar de quadrangular do título os confrontos serão entre Joinville (4º) e Chapecoense (1ª) que jogarão amanhã e entre Figueirense (2º) e Avaí (3º) que se enfrentarão no domingo.

Na parte de baixo que podemos apelidar de hexagonal da morte serão três confrontos: no domingo à tarde Concórdia (9º) x Brusque (6º), domingo à noite Criciúma (8º) x Tubarão (5º) e na segunda-feira Hercílio Luz (7º) contra o Internacional (10º).

Tubarão adversário do Criciúma na 13ª rodada. (Foto: Simi)

Na briga pelos dois primeiros lugares com a derrota do Avaí para o Hercílio Luz em plena Ressacada, Chapecoense e Figueirense deverão decidir o título restando apenas definir o local da partida final.

E lá embaixo a briga irá durar mais algumas rodadas, possivelmente saberemos os rebaixados somente na rodada final tal o equilíbrio entre os times. O Criciúma é o patinho feio nesta disputa. Sempre considerado favorito quando começa o campeonato, este ano com a série de bobagens executadas pela direção o time se encontra neste sufoco dependendo de resultados paralelos para sobreviver. Tem sido assim até agora.

A expectativa é que o roteiro seja alterado. O técnico Argel Fucks trabalhou o time em apenas três jogos e conseguiu uma vitória perdendo os outros dois para os primeiros colocados. São resultados normais, pois vencer o Concórdia é obrigação em quaisquer circunstancias. Agora terá quatro jogos em casa contra seus inimigos diretos e mantem a obrigação de vitórias que deixariam o time livre da ameaça do rebaixamento.

Ainda mais com o Zé Carlos que deverá estrear domingo e que chegou falando grosso com a meta de 20 a 25 gols na temporada. O tempo dirá.
 

Por João Nassif 09/03/2018 - 21:11 Atualizado em 10/03/2018 - 08:15

O destaque de hoje é a Alemanha entre as seleções que estarão presentes no Mundial da Rússia. Alemanha que disputará a primeira fase da Copa no grupo F ao lado do México, Suécia e Coréia do Sul.

A Alemanha disputou a Copa do Mundo pela primeira vez em 1934 na Itália. Depois de jogar o Mundial em 1934 e em 1938 na França a Alemanha voltou ao cenário dos Mundiais somente em 1954 na Suíça já com o nome de Alemanha Ocidental. Não disputou em 1950 no Brasil por ter sido banida da FIFA devido à Segunda Guerra Mundial. Pelo conflito a Alemanha foi dividida em duas: a Ocidental e a Oriental.

Após a Copa do Mundo de 1990 houve a reunificação e a Alemanha voltou a ser uma só. Destacando que de 1954 até hoje a Alemanha disputou todas as Copas, num total de 18. Quer dizer, a Alemanha somente não participou da primeira Copa do Mundo e da quarta em 1950.

Nestas 18 participações a Alemanha realizou 106 jogos com 66 vitórias, 20 empates e também 20 derrotas. Com 224 gols foi a seleção que mais gols marcou em todos os tempos e sofreu 121.

Participou de oito finais de Copas do Mundo e foi campeã em quatro delas.

A Alemanha disputou 94 jogos por eliminatórias europeias conseguindo 74 vitórias, 18 empates e apenas duas derrotas. Marcou 292 gols e sofreu 70. 
 

Por João Nassif 10/03/2018 - 12:16 Atualizado em 11/03/2018 - 08:23

Continuando a destacar as seleções que irão participar do Mundial-2018, hoje vou falar da Argentina e sua trajetória em todas Copas do Mundo.

Os argentinos participaram de 16 das 20 Copas do Mundo disputadas até hoje. Esteve presente em cinco finais, vencendo duas em 1978 jogando em casa e 1986 no México. Perdeu as outras três em 1930 no Uruguai, 1990 na Itália e 2014 aqui no Brasil.

Nas 16 edições que disputou realizou 77 jogos com 42 vitórias, 14 empates e 21 derrotas. Marcou 131 gols e sofreu 84.

Argentina-campeã mundial em 1986

A Argentina não participou das Copas de 1938 na França, 1950 no Brasil, 1954 na Suíça e em 1970 no México.

Em eliminatórias a Argentina realizou 136 jogos, doa quais venceu 75, empatou 36 e foi derrotado 25 vezes. Tem 235 gols a favor e 127 contra. 

No Mundial deste ano na Rússia a Argentina caiu no grupo D junto com Islândia, Croácia e Nigéria.
 

Por João Nassif 11/03/2018 - 18:24 Atualizado em 13/03/2018 - 11:22

Hoje o destaque é a seleção da Bélgica. Vou detalhar a presença dos belgas em Copas do Mundo, lembrando que a Bélgica foi uma das quatro seleções europeias que participaram do primeiro Mundial, em 1930 no Uruguai.

No total a Bélgica disputou 12 Copas do Mundo e seu melhor desempenho foi em 1986 no México quando chegou à semifinal sendo derrotada pela França na decisão do terceiro lugar.

Depois da primeira Copa do Mundo a Bélgica disputou as duas seguintes e nas três não passou da primeira fase.

Não veio ao Brasil em 1950 e retornou em 1954 na Suíça. Entre 1958 e 1978 disputou apenas o Mundial de 1970 no México.

Voltou aos Mundiais em 1982 e manteve-se no torneio até 2002 na Coréia do Sul e Japão.  Ficou de fora em 2006 e 2010 e retornou em 2014 jogando aqui no Brasil.

Seleção belga que pode surpreender no Mundial-2018

Cumpriu campanha de luxo nas eliminatórias europeias para o Mundial deste ano quando obteve nove vitórias e um empate nos 10 jogos que disputou. Vai à Rússia jogar pelo grupo G contra Panamá, Tunísia e Inglaterra.

Números gerais da Bélgica em Copas do Mundo. Realizou 41 jogos com 14 vitórias, nove empates e 18 derrotas. Marcou 52 gols e sofreu 66.

Em eliminatórias fez 132 jogos conquistando 77 vitórias, 25 empates e sofreu 31 derrotas. Marcou 277 gols contra 141. 
 

Por João Nassif 11/03/2018 - 09:15

Thiago Ávila *

Nesse sábado foi dada a largada para o campeonato automobilístico mais popular do Brasil: a Stock Car. E nada mais justo do que começar o ano com a já tradicional Corrida de Duplas, que retorna ao calendário desde 2016. Dessa vez a etapa teve um peso diferente, já que contou com pilotos de renome internacional fazendo suas estreias na categoria, como Felipe Massa e Felipe Nasr, que foram convidados para participar da corrida, e Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet, que correrão a temporada completa.

Como funciona a corrida de duplas? São 66 pilotos ao todo, 33 titulares e 33 convidados, que formam 33 duplas. Cada dupla escolhe o piloto que vai largar e na hora da parada a troca é feita. A corrida ocorre em Interlagos e tem duração de uma hora.

A dupla do atual campeão Daniel Serra largou em primeiro, com João Paulo Oliveira, que corre no Japão, fazendo o melhor tempo. Di Grassi e Augusto Farfus saíram de segundo, Barrichello e Filipe Albuquerque em terceiro, Nelsinho Piquet e Frijns em décimo, Cacá Bueno e Massa em décimo primeiro e Ricardo Maurício e Nasr em 18º.

Grid da corrida de duplas 

Debaixo de chuva intensa, a corrida atrasou 15 minutos, e mesmo com as condições climáticas, a largada foi dada com Safety Car. Só depois de sete minutos o carro de segurança saiu e a corrida enfim começou. JP Oliveira dispara na frente e some da prova (literalmente, a chuva era tão forte que mal dava de enxergar os carros) e Di Grassi, em uma disputa com Filipe Albuquerque e César Ramos, acaba rodando na primeira curva e bate o carro. Fim de prova para o atual campeão da F-E, que nem na Stock Car vem tendo sorte esse ano.

Com a chuva acabando e Ramos assumindo a segunda posição, o líder se sentiu ameaçado e não demorou muito para que o piloto da Blau tomasse a ponta. Filipe Albuquerque e Zonta vieram em seguida, mas o piloto que corre no Japão não deixou barato e segurou o máximo que pode.

Mas talvez o grande destaque da tarde teria sido Cacá Bueno. O filho do Galvão fez belíssimas ultrapassagens e saiu de décimo primeiro para brigar pela quarta posição de JP Oliveira na 11ª volta.

E aí veio a hora das paradas e Cacá errou. César Ramos, Zonta, Filipe Albuquerque e JP Oliveira pararam primeiro e o piloto da Cimed, uma volta depois. O problema é que o carro de Frijns batera na Curva do Lago e abandonava a prova e o Safety Car estava de volta na pista. Cacá perdia tempo na pista e quando deixou que Massa assumisse seu posto, já era 16º.

Vanthoor, substituto de Zonta, era o primeiro, seguido de Daniel Serra, que ganhou duas posições nos boxes, Rubens Barrichello, substituto de Albuquerque, e Van der Linde, que demorou na troca com Ramos. E Vanthoor foi totalmente o contrário de seu companheiro. Perdeu pelo menos uma posição por volta até o final da corrida e terminou em quinto.

Daniel Serra e João Paulo Oliveira foram perfeitos na estratégia e venceram fazendo apenas uma ultrapassagem na pista. Com o resultado, o atual campeão da Stock soma 20 pontos e Barrichello 17. César Ramos tomou 20s de punição por fazer a parada no período de box fechado, e por isso Ricardo Mauricio herdou a terceira posição e soma 14 pontos.

Essa foi a Corrida ‘maluca’ de Duplas, onde César Ramos, Zonta e Cacá brigavam pela vitória na primeira metade e Daniel Serra acabou levando a melhor tranquilamente. É assim que começamos a temporada 2018 da maior categoria de esportes a motor do Brasil.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 11/03/2018 - 14:33

É surpreendente a campanha da Chapecoense neste campeonato catarinense. Não pela liderança que já era esperada, mas pela forma como o time chegou aos 30 pontos que encaminharam sua classificação à decisão do título.

Dos 13 jogos que disputou, seis terminaram em 1x0 com cinco vitórias e uma derrota, esta contra o Hercílio Luz foi a única em toda campanha. Outros três jogos terminaram em 0x0. 

0x0 no Heriberto Hülse

Jogando em casa a Chapecoense venceu todos seus sete jogos marcando 12 gols e sofrendo apenas um. Nos seis jogos que disputou fora de casa ganhou dois, perdeu para o Hercílio Luz e teve os três empates em 0x0. 

Chama também atenção a modéstia de gols marcados. A Chapecoense marcou 14 em 13 jogos, média absurdamente ridícula para o grande favorito ao título.

A liderança fica consolidada pelo baixíssimo número de gols sofridos. Apenas dois e coincidentemente para os times de Tubarão. Sofreu aquele na derrota para o Hercílio e outro em casa contra o Tubarão quando venceu por 2x1.

O time se protege com seus três volantes, certamente uma estratégia do técnico Gilson Kleina preparando-se para o campeonato brasileiro. Não existe outra explicação , esperava-se uma formação mais ofensiva para enfrentar o baixo nível do catarinense.

Está claro que de grão em grão a Chapecoense caminha para decidir o campeonato e com todas as condições de jogar em casa conquistando o tricampeonato. 
 

Por João Nassif 12/03/2018 - 09:35

O técnico Argel Fucks deve estar arrependido de ter retornado ao Criciúma. Pela coletiva pós --jogo contra o Tubarão o técnico se mostrou confuso nas explicações pelo empate confundindo o campeonato catarinense com o paulista, afirmando que o Tubarão copiou seu esquema com três atacantes e finalizou dizendo que o Tubarão está levando o campeonato a sério.

Até entendo que na emoção e necessidade de reforços, alguns alvos estão no futebol paulista que ontem encerrou a fase de classificação e muitos jogadores estarão disponíveis no mercado.

Mas, com relação ao esquema do Tubarão houve um equívoco. O time do Waguinho Dias sempre jogou com três atacantes, inclusive no massacre que impôs ao Criciúma no primeiro turno.

Criciúma e Tubarão empatam em 1 a 1 e Peixe mantém sequência de oito jogos sem perder Caio Marcelo / Especial/Especial

Quando Argel fala em levar o campeonato a sério pelo fato do Tubarão ter vindo na véspera e concentrado num hotel da cidade está fazendo uma dura crítica ao próprio Criciúma que nas duas vezes em que jogou em Tubarão saiu daqui praticamente na hora dos jogos. Como se o Tigre não estivesse dado muita bola à competição.

Na sua apresentação o Argel afirmou que o objetivo maior era tirar o time da zona do rebaixamento e que precisava de vários reforços para a empreitada. Indicou Suéliton e Zé Carlos e a direção foi buscar. Indicou mais dois ou três que com o final do paulista o diretor Nei Pandolfo deverá ir atrás. Enfim, está bem claro que é o técnico que indica e o dirigente corre para viabilizar a pedida.

E não adianta o presidente Jaime Dal Farra tentar colocar na conta do Nei Pandolfo a contratação de reforços. O diretor apenas cumpre o protocolo burocrático nas indicações do técnico.

Então, que venham mais reforços, pois os que chegaram ainda não dão a certeza de um tranquilo final de campeonato.   

Por João Nassif 12/03/2018 - 18:10

Por mais que o Tite tentou explicar ficou difícil de entender algumas convocações para os dois últimos amistosos da seleção brasileira antes do Mundial na Rússia.

Fagner, Rodrigo Caio, Fred, William José, Talisca e o goleiro Neto do Valência são nomes que certamente não estarão na relação de inscritos para a Copa do Mundo e também não terão mais que alguns minutos, se tiverem esta oportunidade, nos jogos contra a Rússia e Alemanha.

Fica também difícil de entender a ausência do Luan do Grêmio o melhor jogador da América do Sul em 2017, de dois ou três goleiros que jogam aqui no Brasil, enfim a convocação de 25 jogadores foi para dar espaço a alguns que jogam em ligas menores da Europa e que com visibilidade de uma convocação podem buscar transferência para centros mais importantes.

Técnico Tite

Com isso estou dizendo que em minha modesta opinião o técnico que é unanimidade e faz um grande trabalho à frente da seleção também se insere no lado político da famigerada CBF. Lembro que o técnico assinou o manifesto que pedia a renúncia de Marco Polo Del Nero e quando foi convidado para o atual cargo permitiu ser beijado pelo presidente que está com o pescoço na corda sem poder sair do país, pois sabe que será preso pelas autoridades internacionais.

É neste ambiente de conchavos que vemos convocações sem nenhum sentido e que preocupam pelo fato da política e interesses dos mais variados se sobrepujarem à necessidade de uma seleção forte para conquistar o tão esperado hexacampeonato.   
 

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