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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 04/05/2018 - 19:34 Atualizado em 06/05/2018 - 19:36

Um dos jogos que mais aconteceram em Copas do Mundo foi Brasil x Polônia que se enfrentaram em quatro oportunidades. Nestes quatro jogos foram marcados 20 gols, média altíssima em se tratando de Copa do Mundo.

O primeiro confronto foi em 1938 na França com vitória brasileira por 6x5 depois de 4x4 no tempo regulamentar. Em 1974 Alemanha Ocidental, a Polônia conseguiu sua única vitória, por 1x0 na decisão do terceiro lugar.

Brasil x Polônia no Mundial de 1974

Nos outros dois jogos o Brasil venceu, em 1978 na Argentina por 3x1 e em 1986 no México por 4x0.

A única vitória polonesa foi obtida em Munique e o atacante Lato foi o autor do gol que você ouvirá agora via áudio da Rede Globo.
 

 

Por João Nassif 05/05/2018 - 19:41 Atualizado em 06/05/2018 - 19:44

A França campeã em 1998 quando sediou a Copa teve o privilégio de fazer o jogo inaugural do Mundial seguinte, em 2002 na Coréia do Sul e Japão.

Em Seul no dia 31 de maio os franceses foram a campo enfrentar Senegal que fazia sua primeira apresentação numa Copa do Mundo.

A França, favorita, era praticamente a mesma seleção campeã do mundo e Senegal uma verdadeira zebra cuja seleção era formada por jogadores quase todos desconhecidos e sem experiência em confrontos internacionais.

Festa de Senegal no Mundial de 2002

E não é que a zebra correu solta pelo gramado do Seoul World Cup Stadium!

Com gol de Bouba Diop aos 30 minutos do segundo tempo Senegal venceu o jogo e encaminhou uma campanha que levou sua seleção às quartas de final do Mundial. 

O gol senegalês foi narrado desta forma por Luiz Carlos Júnior da TVA.
 

Por João Nassif 06/05/2018 - 10:45 Atualizado em 06/05/2018 - 19:49

A Colômbia veio ao Brasil em 2014 disputar sua quinta Copa do Mundo. Até então nas quatro edições anteriores os colombianos não haviam ultrapassado a primeira fase, inclusive em 1994 nos Estados Unidos quando apresentaram a melhor geração de sua história. 

James Rodriguez colombiano aartilheiro da Copa de 2014

Em 2014, apesar de bons jogadores a Colômbia ainda era olhada com desconfiança, mas conseguiu superar a descrença e fez um Mundial da melhor qualidade, caindo apenas nas quartas de final derrotada pelo Brasil por 2x1. 

A estreia colombiana na Copa de 2014 foi em Belo Horizonte tendo a Grécia como adversaria e a vitória da Colômbia foi por um tranquilo 3x0. 

O primeiro gol foi marcado logo aos cinco minutos de jogo pelo lateral Armero e narrado desta forma no Fox Sports. 
 

Por João Nassif 07/05/2018 - 08:10

Pela segunda vez, na quarta rodada, os visitantes alcançaram quatro vitórias na série B. Aconteceram quatro empates e somente duas vitórias dos donos da casa. Com isso, já cumpridos 40 jogos os mandantes venceram 21, os visitantes 11 e ocorreram oito empates.  

Dos quatro times que entraram na rodada com 100% de aproveitamento e todos jogaram fora de casa, apenas o Vila Nova manteve o rendimento. O jogo do líder isolado foi em sua própria cidade, mas o mando de campo no Serra Dourada foi do Goiás. Fortaleza e Paysandu empataram e o Figueirense foi derrotado em Pelotas. Além do Vila Nova, Fortaleza e Paysandu o São Bento é o outro time que não perdeu, mas como tem três empates ocupa a décima colocação na classificação. 

Os catarinenses passaram a quarta rodada sem vitória. Além da derrota do Figueirense, o Avaí empatou em casa contra o São Bento e o Criciúma foi derrotado pelo CSA na terça-feira jogando em pleno Heriberto Hülse.  

A quarta rodada da série B registrou 29 gols, aumentando a média do campeonato para 2,63 gols por jogo. Até agora foram marcados 105 gols. O gol de nº 100 foi anotado por Alan Mineiro do Vila Nova. O CSA com 11 gols continua sendo o melhor ataque.  Em seguida vem Vila Nova e Fortaleza com oito gols cada um. O Boa finalmente conseguiu marcar um gol e continua com o pior ataque. A pior defesa é do Criciúma que já sofreu nove gols em quatro rodadas.   

João Paulo artilheiro da série B. (Foto: Criciúma EC )

Agora são cinco os artilheiros da série B. Michel Douglas do CSA, Bruno Lopes do Oeste e Renato do Avaí que não marcaram na rodada continuam com seus três gols. Também chegaram aos cinco gols marcados João Paulo do Criciúma e Willians do CRB. 

Até agora foram aplicados 209 cartões amarelos e 11 vermelhos no campeonato. O Brasil de Pelotas foi o time que mais levou cartões amarelos: 15.
 

Por João Nassif 07/05/2018 - 19:55

A trajetória da seleção do Japão em Copas do mundo começou em 1998 na França.

Em todos os Mundiais seguintes o Japão conseguiu se classificar e agora em 2018 na Rússia completará seis participações.

Japão x Jamaica no Mundial de 1998

O máximo conseguido pela seleção japonês foi chegar as oitavas de final em 2002 quando sediou o torneio e em 2010 na África do Sul.

Em seu primeiro Mundial o Japão ficou na penúltima colocação, foi o 31º colocado à frente apenas dos Estados Unidos.

Esta campanha muito fraca produziu três derrotas e apenas um gol marcado. Perdeu para Argentina e Croácia por 1x0 e para a Jamaica por 2x1.

O primeiro gol japonês em Copas do Mundo foi marcado pelo atacante Nakayama-san e narrado desta forma em japonês.
 

Por João Nassif 08/05/2018 - 22:45

Este ano será disputada a 21ª Copa do Mundo da história. Desde 1930 com sede no Uruguai a competição é realizada a cada quatro anos e somente não aconteceu em 1942 e 1946 devido a Segunda Grande Guerra Mundial.

A decisão da FIFA em realizar a primeira Copa no Uruguai não foi bem aceita pelos europeus, por isso, somente quatro seleções se atreveram a atravessar o Atlântico, isso porque o então presidente da entidade, Jules Rimet, convenceu quatro países a participar do evento, França, Bélgica, Romênia e Iugoslávia. Os países britânicos ficaram de fora porque eram radicalmente contra o profissionalismo já implantado naquela época.

Uruguai campeão da 1ª Copa do Mundo em 1930

O Uruguai foi escolhido para sediar a primeira Copa do Mundo em 1930 por ter sido bicampeão olímpico em 1924 e 1928 e também porque a Constituição da República do Uruguai completaria 100 anos.

O estádio principal da Copa, o Centenário, começou a ser construído em 1930 e em tempo recorde foi inaugurado em 18 de julho, cinco dias após o início do Mundial. Neste jogo o Uruguai derrotou o Peru por 1x0.

Na decisão em 30 de julho o Uruguai derrotou a Argentina por 4x2 e se tornou o primeiro campeão mundial. Na Copa do Mundo de 1930 não houve decisão para o terceiro lugar.

Na primeira Copa do Mundo foram disputados 18 jogos e marcados 70 gols. O artilheiro foi o argentino Guillermo Stabile com oito gols. 
 

Por João Nassif 09/05/2018 - 07:30

Fazia tempo que eu não via algo parecido no futebol com o que assisti ontem em Campinas. Fui para frente da televisão pensando que minha noite teria início com um jogo da série B de um campeonato brasileiro, mas fui fraudado na minha expectativa.

O que vi foi algo parecido com um jogo de futebol profissional, parecido porque um canal de TV se propôs a transmitir, os jogadores recebem salários, alguns muito bons, foram cobrados ingressos, o trio da arbitragem era do Maranhão, enfim todos os componentes de uma partida oficial valendo três pontos.

Chamar de pelada o jogo entre Guarani e Criciúma é desmerecer a pelada, mesmo em jogos de solteiros x casados vemos algo muito melhor do que foi apresentado em Campinas. E olha que estou me referindo a dois times que representam dois clubes de grande tradição no futebol brasileiro. São dois campeões nacionais, um que já ganhou o maior campeonato disputado no país e outro campeão de duas divisões nacionais e um título histórico da Copa do Brasil.

Campeão da Copa do Brasil-1991

Hoje dá pena de ver tanta história jogada na lata do lixo.

Campeão Nacional-1978

Desculpem minha indignação. Gosto do futebol jogando com um mínimo de competência. Com planos de jogo bem definidos, com qualidade na execução das jogadas e capacidade no aproveitamento das chances de gol. Poderia ficar aqui desfilando outros componentes que fazem do futebol um esporte fascinante.

Mas, seria exigir em demasia de dois times que conseguem um misero golzinho para mascarar toda incapacidade. O Guarani foi vitorioso e poderia ter feito uma goleada tantas chances que teve à sua disposição (Anselmo Ramon, Rondinelly, Longuini cansaram de perder gols cara a cara com Luís). Quando fez mais um o bandeirinha não permitiu).

O Criciúma enrolado num sistema de jogo que apenas lhe rendeu cinco derrotas em cinco jogos continua vivendo de uma bola parada e quando pode tem a oportunidade de usufruir uma falha da zaga adversaria não tem qualidade para fazer o gol (Nicolas ficou sozinho depois de um passe do zagueiro do Guarani).

O Guarani, que não me interessa, com este time vai brigar para não cair. E o Criciúma? Sem planejamento e com a alegada falta de recursos é o penúltimo colocado e não dá mostras de poder reagir. Com certeza continuará seu calvário e neste ritmo seguirá penando em direção ao inferno. 
 

Por João Nassif 09/05/2018 - 16:27

A Itália que não teve sucesso para sediar a primeira Copa do Mundo foi indicada pela FIFA paras sediar a segunda, depois da desistência da Suécia que havia sido indicada para ser a sede do Mundial de 1934. Nunca ficou bem explicada a misteriosa desistência dos suecos.

Mas, enfim, o regime fascista oprimia a Itália e o ditador Benito Mussolini via a oportunidade de utilizar a Copa do Mundo numa espécie de propaganda do regime. A influência do ditador na decisão da FIFA foi indiscutível e se impôs em diversos aspectos, como por exemplo, a indicação de árbitros suspeitos para as partidas da Itália. O árbitro sueco Ivan Eklind que apitou a semifinal e final teria se encontrado com Mussolini antes dos jogos.

O Uruguai não foi à Itália defender seu título boicotando os europeus que se negaram a participar do primeiro Mundial em terras uruguaias. A Itália, país sede teve que disputar jogos eliminatórios, fato único em toda histórias dos Mundiais.

A Copa de 1934 foi um torneio eminentemente europeu com a presença de 12 seleções da Europa, duas da América do Sul, uma da América Central e do Norte e uma da África.

Na Itália na Copa de 1934 foram disputados 17 jogos e marcados 70 gols, com média de 4,12 gols/jogo.

O artilheiro foi o tcheco Oldrich Nejedly com cinco gols.

Na decisão a Itália derrotou a Tchecoslováquia por 2x1. A Alemanha ficou em terceiro e Áustria na quarta colocação.
 

Por João Nassif 09/05/2018 - 11:50

No meu post anterior “Pior que a fome”, escancarei minha total indignação pelo futebol apresentado por Guarani e Criciúma ontem em Campinas.

Agora vou escrever algumas palavras sobre os noventa e tantos minutos que estiveram em campo. Primeiro tem que ser frisado o tempo que os times tiveram desde a partida anterior. O Criciúma que havia perdido para o CSA teve uma semana até o jogo em Campinas. O Guarani jogou no sábado um clássico sempre exigente com a Ponte Preta. Quer dizer o time campineiro estava mais desgastado que o Criciúma.

Enquanto teve pernas o Guarani mandou no jogo, criou no mínimo quatro chances de gol até marcar no finalzinho do primeiro tempo. O Criciúma foi um amontoado, sem proteção defensiva, os laterais expostos, os volantes Liel e Eduardo perdidos, Élvis sem função, João Paulo e Maílson recompondo e todos, inclusive Argel, como sempre implorando pela bolinha parada. O Guarani se tivesse um mínimo de qualidade ofensiva sairia para o intervalo com uma goleada a favor.

Foto: Letícia Martins/Guarani Press

O Guarani que teve um gol mal anulado no início do segundo tempo morreu fisicamente e o Criciúma mesmo com o controle do jogo não teve com chegar ao gol.

O discurso dos dirigentes pós-jogo foi também de indignação e de promessa de dispensas e contratações, de novo. 

A pergunta: Por que só agora depois de chegar ao fundo do poço? O dinheiro,  dizem virá da dispensa de alguns, inclusive titulares. Só espero que não troquem seis por meia dúzia apenas para dar satisfação à torcida sofrida e indignada. E o Argel continua seguro no cargo. Acho correto, se lhe derem munição saberemos se terá condições de tirar o time do inferno.
 

Por João Nassif 10/05/2018 - 08:25

A saída do técnico Argel Fucks foi com atraso, mas antes do que estava programado. 

Com atraso porque no futebol brasileiro técnico nenhum resiste à três derrotas consecutivas, ainda mais no início de uma competição, e o treinador acumulou cinco. 

Antes do que estava programado, pois pelas informações da própria diretoria do Criciúma ainda havia sido dada uma sexta chance para que o Argel conseguisse a reabilitação num jogo dentro de casa.

A reunião de ontem após o retorno de Campinas encerrou outro ciclo Argel Fucks no Criciúma.

ARGEL FUCKS

E agora? Num primeiro momento Grizzo volta ao palco interinamente na esperança da tão implorada reabilitação. Será fixado? Solução caseira e barata em definitivo, ou a busca por outro profissional?

Como a direção do clube não mostrou até agora o que realmente pretende por absoluta falta de convicção, temos que esperar pelos próximos movimentos. Nei Pandolfo poderá finalmente mostrar a que veio e trazer um técnico que possa desenvolver um trabalho eficiente e reabilitador.

Uma nova comissão necessitará de novas contratações num momento de penúria do clube, falo da G.A.. Se realmente vierem novos jogadores o que fazer com aqueles contratados pelo técnico demitido? Para ajustar o orçamento em novos investimentos terá que haver dispensas. Quem vai sentar na barca?

Todas as questões que propus na manhã desta quinta-feira deverão ser respondidas com urgência, pois uma leitura da série B mostra que atrasar o processo nesta altura vai deixar o time na luta de sempre contra o rebaixamento.  
 

Por João Nassif 11/05/2018 - 08:06

* Thiago Ávila

Quatro corridas já se foram e já dá para darmos uma analisada nos pilotos até agora. Os corredores serão analisados entre sobe, nada ou desce, isso em relação ao ano passado ou o que se esperava dele no início do ano.

Sobe

Sebastian Vettel – Fez três poles positions e poderia estar com três vitórias na temporada se não fosse pelo Safety Car no Azerbaijão. Vem fazendo uma temporada acima do esperado pela Ferrari, é talvez o piloto mais regular em termos de corrida e classificação.

Sebastian Vettel

Valteri Bottas– É o piloto que mais surpreende nesse início de temporada, e, tirando a corrida na Austrália, brigou pela vitória em todas as etapas: No Bahrein, cruzou a linha de chegada colado em Vettel; na China era líder até a entrada do SC; e no Azerbaijão, além de ter perdido a corrida por um detrito na pista, vinha fazendo uma estratégia excelente e chegaria em Vettel mesmo sem SC.

Daniel Ricciardo – Sua vitória na China foi cirúrgica e, mesmo com um carro que não brigue pela vitória, vem fazendo um excelente trabalho, apesar de ter feito uma burrada em Baku.

Fernando Alonso – Com um carro que não vem apresentando bons resultados, o espanhol está trazendo sua McLaren sempre da 13º, 14º posição para a parte de cima da tabela. É o ‘melhor do resto’, depois de um quinto lugar na Austrália e mais três sétimos lugares consecutivos.

Nico Hulkenberg – Mesma fase de Alonso, com uma Renault como a quarta força, vem sendo sempre o ‘melhor do resto’ nos treinos classificatórios.

Kevin Magnussen – Um piloto que nunca havia mostrado ambição, dessa vez vem surpreendendo. E muito! Depois de uma corrida espetacular na Austrália, que foi arruinada pelo terrível pit stop, o dinamarquês voltou a correr muito no Bahrein e foi quinto.

Charles Leclerc – Correndo com o pior carro do grid, o monegasco foi sexto colocado em Baku, mesmo que tenha sido beneficiado por alguns abandonos, mas apenas por esse resultado ele já merece estar no sobe, já que se manteve entre os dez primeiros durante toda a corrida. É um estreante fantástico que, mesmo cometendo alguns erros nos treinos, vem fazendo uma excelente temporada.

Marcus Ericsson – Fez uma corrida sensacional no Bahrein, utilizando uma estratégia de apenas uma parada e chegando em nono. Além disso, vem fazendo bons tempos no treino e vem indo constantemente para o Q2.
 
Nada

Kimi Raikkonen – A expectativa para o início do ano para o finlandês era de andar no mesmo nível ou acima do companheiro e ele corresponde em treinos livres e algumas sessões do classificatório, realmente vem melhor que no ano passado. O problema é que na hora da decisão, no Q3 e na corrida, Kimi se intimida e nunca consegue grandes proezas. A melhor corrida dele até agora foi na Austrália, onde poderia ter chegado à frente de Vettel se não fosse pelo VSC.

Max Verstappen – O holandês é o típico piloto ‘agora vai’ e essa hora não chega. É o espírito de Nigel Mansell encarnado no menino. Vem muito bem nas corridas, mas em uma péssima posição no campeonato. Teve uma chance ótima de vencer na China e vinha bem no Azerbaijão, mas se envolve em muito acidente. Vai ficar mais um ano atrás de Ricciardo.

Max Verstappen

Sergio Pérez – Vinha muito mal no campeonato, não havia pontuado até fazer o pódio no Azerbaijão, na frente de Vettel. Poderia estar no desce, mas esse desempenho o subiu na tabela.

Pierre Gasly – Uma decepção em quase todas as corridas está nessa posição pelo quarto lugar no Bahrein. Fora que cometeu um acidente bizarro na China.

Brendon Hartley – O que se esperava do neozelandês? O que ele vem fazendo? Exatamente! Nada.

Romain Grosjean - O francês poderia estar no sobe por seus desempenhos sensacionais na Austrália e Azerbaijão, mas olhe a tabela de classificação. Ele é o penúltimo! Sem nenhum ponto! Isso graças à burrada da Haas na primeira corrida e a tontice que ele cometeu no SC em Baku.
 
Desce
 

Lewis Hamilton – Tetracampeão mundial, rei das pole positions, considerado um dos melhores pilotos da história, candidato máximo na briga pelo título desse ano, e o que ele fez? Sim, sabemos, ele é líder, mas uma liderança amarga, uma vitória amarga em Baku, até ele ficou envergonhado no pódio. Vem perdendo feio para Vettel nos treinos, e levando uma coça de Bottas nas corridas. Onde está o campeão?
 

Carlos Sainz – Depois de uma temporada fantástica pela Toro Rosso ano passado, o espanhol era cotado para fazer briga ferrenha com Hulkenberg na Renault, mas pouco se destaca. Enquanto Nico faz sempre o sétimo lugar nos treinos, Sainz luta para passar ao Q3.

Carlos Sainz

Stoffel Vandoorne – Pelo que fez no final da temporada passada, se esperava mais do belga. Tudo bem, ele está correndo no ritmo dele, não é obrigação chegar junto com Alonso, porque este faz milagre, mas está sendo ameaçado constantemente de perder a vaga para Lando Norris. E só pelo fato de os jornais darem mais destaque para o britânico, que é considerado o ‘novo Hamilton’, já faz Vandoorne perder a credibilidade.

Lance Stroll – A Williams é a maior decepção da temporada e o canadense não faz diferente. Não foi ruim na temporada passada, conquistou até um pódio em Baku, mas esse ano vem muito mal. Além de ter feito uma corrida discreta no Azerbaijão, foi horrível nos treinos classificatórios.

Esteban Ocon – Destaque da última temporada vem fazendo uma temporada muito apagada, com pouquíssimos pontos marcados. Foi muito bem no treino no Azerbaijão, mas provocou uma batida em Raikkonen desnecessária, perdeu sua melhor chance.
Sergey Sirotkin – Contratado a peso de ouro para o lugar de Massa, o russo ainda não apresentou nenhum bom desempenho e em apenas uma ocasião passou para o Q2.

* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 10/05/2018 - 08:15 Atualizado em 13/05/2018 - 08:19

A Argentina pleiteou o direito de sediar o 3º Campeonato Mundial alegando alternância de continentes, mas Jules Rimet que além de presidente da FIFA era presidente da Federação Francesa usou seu prestigio para que a França fosse sede da terceira Copa do Mundo da história. Como represália a Argentina se recusou participar do torneio. O Uruguai e a Bolívia usaram o mesmo argumento, por isso o Brasil foi o único país da América do Sul que foi à França em 1938.

A Europa já vivia o clima da Guerra que estava por vir. Adolf Hitler anexou a Áustria obrigando seus principais jogadores a vestir a camisa da Alemanha, a Espanha estava em plena Guerra Civil, enfim o Mundial foi marcado pela forte tensão internacional que levaria o mundo à Segunda Grande Guerra.

O Brasil se organizou e pela primeira vez foi à Copa do Mundo com sua força máxima. Sob o comando da CBD foram convocados os melhores jogadores do país incluindo Leônidas da Silva, o primeiro gênio do futebol brasileiro num Mundial que foi o artilheiro do torneio com sete gols. Mesmos sem experiência internacional a seleção brasileira não decepcionou chegando na terceira posição. 

Leônidas da Silva

O futebol europeu predominou novamente com 12 seleções participando do Mundial na França, a Áustria que estava classificada desistiu pela intervenção alemã. Brasil, Cuba e Índias Holandesas, hoje Tailândia foram as outras seleções que participaram do torneio.

Na França em 1938 foram disputados 18 jogos e marcados 84 gols, com média de 4,67 gols/jogo.

Na decisão a Itália derrotou a Hungria por 4x2. A Brasil venceu a Suécia também por 4x2 na decisão do terceiro lugar. 
 

Por João Nassif 11/05/2018 - 08:21 Atualizado em 13/05/2018 - 08:25

A proposta da FIFA em realizar a Copa do Mundo de quatro em quatro anos sofreu um hiato em razão da Segunda Guerra Mundial. As Copas que seriam realizadas em 1942 e 1946 não aconteceram e o torneio retornaria ao calendário somente em 1950 tendo o Brasil como sede.

No pós-guerra a maior parte do continente europeu estava em ruínas e a maioria dos governos não via condições de desviar recursos de outras fontes mais urgentes para promover um evento esportivo. O Brasil apresentou a proposta para sediar a Copa em 1950 e como candidato único ganhou o direito de sediar o torneio. No congresso realizado em Luxemburgo que definiu o Brasil como sede a Copa do Mundo passou ser chamada de Taça Jules Rimet.

Não foi fácil organizar o Mundial de 1950. A desordem ainda reinava e a construção do Maracanã estava vagarosa. No dia da abertura da Copa, 24 de junho o estádio ainda não estava terminado, como aconteceu com o Centenário em 1930. O Maracanã foi uma obra gigantesca que consumiu 500 mil sacos de cimento e 10 milhões de quilos de ferro que mostra a grandiosidade da construção. No jogo da abertura oficial da Copa do Mundo o Brasil venceu o México por 4x0 perante 82 mil espectadores. 

Jornal de 1950

Devido a várias desistências a IV Copa do Mundo teve apenas 13 participantes. Foi o único Mundial que não teve partida final. A fase decisiva foi disputada por quatro seleções que jogaram entre si e o primeiro colocado foi declarado campeão mundial. Coincidentemente Brasil e Uruguai que fizeram o último jogo definiram o título. O Brasil jogava pelo empate, pois havia vencido Suécia e Espanha enquanto o Uruguai venceu a Suécia e empatou com a Espanha. 

O jogo final da Copa do Mundo de 1950 ficou marcado na história como “Maracanazo” com a derrota da seleção brasileira por 2x1 de virada perante mais de 200 mil torcedores.

Na Copa do Mundo de 1950 foram disputados 22 jogos e marcados 88 gols, com média de 4 gols/jogo.

O Uruguai se tornou bicampeão, com a seleção brasileira em segundo, Suécia em terceiro e Espanha em quarto.
 

Por João Nassif 12/05/2018 - 08:26 Atualizado em 13/05/2018 - 08:30

A Copa do Mundo de 1954 foi a primeira em solo europeu depois da segunda guerra mundial. Como a Suíça havia ficado neutra, sofreu pouco com a guerra, tinha sua economia intacta e por isso foi escolhida para sediar o V Mundial. 1954 era o ano do 50º aniversario da FIFA e nada melhor que a competição máxima do futebol fosse realizado no país sede da entidade. Pela primeira vez a Copa teve cobertura da televisão.  

Foi batido um recorde de inscrições para a disputa das eliminatórias, com 38 seleções disputando as 14 vagas restantes. O Uruguai, último campeão e a Suíça, país sede estavam automaticamente classificadas. Em virtude da deficiência dos correios as inscrições da Índia, Peru, Vietnã, Bolívia, Costa Rica, Cuba e Islândia chegaram com atraso e a FIFA não permitiu que esses países participassem das eliminatórias. A Argentina novamente não se inscreveu e as novidades foram o Egito, Japão, Coréia do Sul e China. A divisão dos grupos gerou protestos, pois algumas seleções com maior poderio técnico ficariam de fora, enquanto outras mais fracas estariam no Mundial. 

Alemanha Ocidental campeã mundial em 1954

A Europa com 12 representantes teve novamente a maioria dos países que disputaram a Copa de 1954. Da América do Sul estiveram presentes Brasil e Uruguai, da América Central e do Norte o México e da Ásia a Coréia do Sul.

Apesar do sucesso da competição, várias críticas foram feitas à fórmula de disputa. Cada grupo tinha dois cabeças de chave que não se enfrentavam, assim como as outras duas seleções também não se enfrentavam. Com isso ao invés de cada seleção fazer três jogos num turno completo, cada uma faria apenas dois jogos.  

O Mundial da Suíça teve a maior média de gols registrada até hoje, principalmente pelas goleadas registradas em todos os jogos do Grupo 2 que além de Turquia e Hungria ainda teve a participação da Coréia do Sul e da Alemanha Ocidental. Deste grupo saíram os dois finalistas da Copa, Alemanha Ocidental e Hungria e a exemplo do que havia ocorrido no Mundial anterior o final foi surpreendente. A Alemanha Ocidental que havia sido massacrada pelos húngaros na primeira fase venceu de virada por 3x2 o jogo que definiu a seleção campeã. 

Na decisão do terceiro lugar a Áustria derrotou o Uruguai por 3x1.

Na Copa do Mundo de 1950 foram disputados 26 jogos e marcados 140 gols, com média de 5,4 gols/jogo.
 

Por João Nassif 13/05/2018 - 17:32

A partir do Mundial de 1958 disputado na Suécia a FIFA padronizou o regulamento que passou a contar definitivamente com 16 seleções divididas em quatro grupos com a classificação das duas primeiras. A partir das quartas de final iriam para o confronto direto até a partida final. Os perdedores das semifinais disputariam o terceiro lugar.

Pelos mesmos motivos que levaram a FIFA a indicar a Suíça como sede do Mundial de 1954, a Suécia, pela sua neutralidade na guerra foi escolhida para sediar a VI Copa do Mundo da história.

Suécia como anfitriã e Alemanha Ocidental, última campeã estavam garantidas, apenas esperando as outras 14 seleções. A grande ausência, seguramente a mais sentida foi a do “Pai da Copa do Mundo”, Jules Rimet falecido dois anos antes em Paris.

As eliminatórias produziram enormes surpresas como as desclassificações da Bélgica, Espanha, Holanda, Suíça, Uruguai e Itália. Em contrapartida algumas seleções conseguiram pela primeira vez participar de um Mundial, casos do País de Gales, Irlanda do Norte e União Soviética que na primeira fase caiu na chave do Brasil. 

Brasil campeão mundial em 1958

Neste Mundial a seleção brasileira finalmente foi reconhecida como grande força do futebol internacional. Com dois gênios, Pelé e Garrincha o Brasil caminhou firme para o título com goleadas sobre a França na semifinal e sobre os donos da casa na decisão do título, ambas por 5x2.

A França que com 23 gols teve o melhor ataque ficou na terceira posição com a vitória por 6x3. Na Copa do Mundo de 1958 foram marcados 126 gols em 35 jogos com média de 3,6 gols /jogo.

Vinte e um dias depois, o rei da Suécia, Gustavo Adolfo, fez questão de descer das tribunas do estádio Raasunda em Estocolmo para abraçar o garoto Pelé que naquele dia 29 de junho de 1958 foi coroado “Rei do Futebol”.
 

Por João Nassif 14/05/2018 - 17:39

Depois de duas Copas consecutivas serem jogadas na Europa, Suíça em 1954 e Suécia em 1958, a competição retornou à América do Sul, 12 aos depois se ter sido disputada no Brasil.

Escolhido pela FIFA em 1956 no Congresso de Lisboa, o Chile começou os trabalhos para montar a infraestrutura necessária para sediar o evento, liderado pelo brasileiro naturalizado chileno Carlos Dittborn, então presidente da Confederação Sul Americana de Futebol. O Estádio Nacional teve sua capacidade aumentada para 75 mil espectadores e foi construído um novo estádio em Viña Del Mar, o Saulsalito. 

Mauro, zagueiro campeão do mundo em 1962

Quando os preparativos estavam no auge, em maio de 1960 o país foi pego de surpresa por um terremoto que registrou 9.5 pontos na escala Richter, o maior registrado na história recente. O tremor que deixou mais de cinco mil mortos e 25 por cento da população chilena desabrigada colocou dúvidas sobre a capacidade do Chile em sediar o Mundial depois da tragédia. 

Em face dos problemas, Carlos Dittborn pronunciou a frase que seria o slogan não oficial da Copa: “Porque não temos nada, faremos tudo”.

A FIFA lhe deu um voto de confiança e as obras foram terminadas em tempo recorde. Por ironia do destino, Carlos Dittborn faleceu 32 dias antes do início do Mundial vítima de parada cardíaca. O estádio de Arica foi batizado em sua homenagem. 

A Copa foi disputada com 10 seleções europeias, cinco sul-americanas e o México. No dia 18 de janeiro de 1962, foi feito o sorteio dos quatro grupos, mantendo-se a fórmula do Mundial de quatro anos trás na Suécia.

A seleção brasileira venceu a final contra a Tchecoslováquia e repetindo a Itália em 19345 e 1938 se tornou bicampeã mundial. Na decisão do terceiro lugar os anfitriões derrotaram a Iugoslávia por 1x0.

Nos 32 jogos realizados na Copa de 1962 foram marcados 89 gols com média de 2,8 gols/jogo. O Mundial teve seis artilheiros, Garrincha e Vavá do Brasil, Leonel Sanchez do Chile, Florian Albert da Hungria, Valentin Ivanov da União Soviética e Drazen Jerkovic da Iugoslávia todos com quatro gols marcados.
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Por João Nassif 15/05/2018 - 18:09

Desde a primeira disputa em 1930, a Copa do Mundo não parava de crescer e para a edição de 1966, setenta países enviaram sua inscrições à FIFA. A Copa causou discordância antes mesmo da bola começar a rolar.

Dezesseis nações africanas boicotaram o torneio em protesto contra uma resolução da FIFA de 1964 mandando que o vencedor da zona africana enfrentasse o vencedor da zona asiática ou da Oceania para se classificar à fase final. Os africanos acreditavam que vencer sua zona deveria bastar por si só para ter um lugar nas finais.

Depois de muita discussão a FIFA ordenou que 10 seleções europeias, entre elas a Inglaterra se classificariam, junto com quatro da América do Sul, uma da Ásia e uma da América do Norte, Central e Caribe.

Gol polemico em 1966

Os ingleses fizeram questões de escolher estádios com capacidade superior a 50 mil espectadores que foram mantidos em suas estruturas antigas. Pretendiam que fosse o maior certame de todos os tempos. E tiveram méritos para serem campeões, mesmo com a grande polemica do jogo final, quando o árbitro validou o terceiro gol dos ingleses sendo que a bola bateu no travessão e quicou sobre a linha voltando para o campo de jogo. A discussão sobre o lance continua até os dias de hoje.

A Copa do Mundo de 1966 teve um grande herói fora das quatro linhas do gramado, um cachorro de nome Pickles. Antes do torneio a Taça Jules Rimet foi roubada de uma vitrine no Center Hall em Westminster em Londres na Inglaterra. Uma caçada nacional foi montada e descoberta quando um cão farejou alguns arbustos nos arredores de capital inglesa.

A seleção inglesa venceu a final contra a Alemanha Ocidental por 4x2 na prorrogação. Na decisão do terceiro lugar Portugal derrotou a União Soviética por 2x1. .

Nos 32 jogos realizados na Copa de 1966 foram marcados 89 gols com média de 2,8 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o português Eusébio com nove gols.
 

Por João Nassif 13/05/2018 - 20:00

Conhecedor da série B trabalhou com vários jogadores do atual plantel e com ambição de subir de divisão foram alguns componentes que justificam a contratação pelo Criciúma do técnico Mazola Júnior. Então, tá!!!

Está no trecho desde 2009 quando assumiu o Ituano, rodou por vários times do futebol brasileiro, alguns grandes em seus estados, outros nem tanto, mas sabe que agora comprou uma empreitada das mais complicadas num clube que ainda não conseguiu se organizar num planejamento efetivo, vem de cinco derrotas no início do campeonato, ocupa a penúltima colocação por isso está correndo enormes riscos de rebaixamento.

Mazola Júnior

E mais, não era prioridade da direção que foi até o limite para recontratar Luiz Carlos Winck, passou por outros nomes que não quiseram dar a cara para bater, mas mesmo assim resolveu encarar um desafio dos mais difíceis. E também deve ter conhecimento da exigência de uma torcida sofrida depois de tantas decepções e que está aflita com a possibilidade de uma série C.

Não costumo emitir opinião sobre a capacidade de qualquer profissional antes de examinar seu trabalho, penso que se está no mercado tem lá seu valor e se o Criciúma optou pela contratação do Mazola Júnior deve ter encontrado alguém que se dispôs a enfrentar aquele que deve ser o maior desafio de sua carreira.

Eu quero vocês que me ouvem e leem também querem, portanto é aguardar e torcer para que faça o melhor e pelo menos salve o Criciúma deste buraco em que se enfiou.
 

 

Por João Nassif 14/05/2018 - 08:30

Na quinta rodada os mandantes voltaram a predominar com cinco vitórias, os visitantes ganharam duas e aconteceram três empates. Destas três igualdades duas foram por 0x0, resultado que ainda não havia acontecido até a quarta rodada. No total de 50 jogos já realizados os mandantes venceram 26 contra 13 dos visitantes e houve 11 empates.

O Vila Nova que era o único com 100% de aproveitamento depois de quatro rodadas perdeu esta condição com o empate em 0x0 contra a Ponte Preta e também perdeu a liderança isolada. Está junto com o Fortaleza com 13 pontos na segunda posição pelo menor saldo de gols. O time goiano ainda continua invicto e Fortaleza, Paysandu e São Bento também ainda não perderam. O São Bento é o time que mais empatou, três vezes e por isso ocupa a sétima colocação com nove pontos.

Gustagol um dos artilheiros e líder da série B

Entre os catarinenses somente o Avaí venceu, justamente o clássico contra o Figueirense por 1x0 no Orlando Scarpelli. O Criciúma foi derrotado na abertura da rodada por 1x0 em Campinas.

A quinta rodada da série B registrou 15 gols, a de menor número até agora diminuindo a média do campeonato para 2,4 gols por jogo. Já foram marcados 120 gols. O CSA com 12 gols continua sendo o melhor ataque.  Em seguida vem o Fortaleza com 11. O Boa com apenas um gol e continua com o pior ataque. A pior defesa é do Goiás que já sofreu 11 gols em cinco rodadas.   

Como Michel Douglas do CSA, Bruno Lopes do Oeste e Renato do Avaí, João Paulo do Criciúma e Willians do CRB que haviam marcados três gols não foram às redes na rodada, ganharam a companhia de Didira do CSA e Gustavo do Fortaleza.

Até agora foram aplicados 268 cartões amarelos e 17 vermelhos no campeonato. O Criciúma voltou a ser o time mais indisciplinado com 19 cartões amarelos e três vermelhos. O Londrina que não teve jogadores expulsos também foi punido com 19 cartões amarelos.
 

Por João Nassif 15/05/2018 - 10:50

Como a convocação do Tite já foi exaustivamente examinada, elogiada ou criticada e com o fato consumado somente nos resta torcer para que tudo dê certo e a seleção brasileira possa chegar à final da Copa do Mundo e com qualidade conquistar o hexacampeonato.

O time está definido há algum tempo e somente a ausência do Daniel Alves quebra um pouco a estrutura montada desde que o técnico assumiu a seleção ainda nas eliminatórias. Não vejo um substituto à altura, pois tanto Danilo como principalmente Fagner não possuem a experiência do Daniel que pela característica estava encaixado no sistema implantado.

Geromel

Para meu gosto, na zaga escalaria Geromel no lugar do Marquinhos. O zagueiro do Grêmio é excelente na bola aérea, deficiência do jogador do PSG e vive um momento especial sendo um dos responsáveis pelas ótimas campanhas recentes do time gaúcho.o

Philippe Coutinho

O meio campo com volantes do nível de um Casemiro, Fernandinho e Paulinho tanto defende como tem qualidade para jogar e fosse eu o técnico completaria com Philippe Coutinho que pode ser ofensivo se aproximando de Neymar e Gabriel Jesus ou Roberto Firmino.

Enfim, a seleção brasileira já deu mostras de seu potencial e tem todas as condições de confirmar na Rússia seu favoritismo e chegar ao título, mesmo com outras duas ou três seleções que não podem ser descartadas na possibilidade da conquista final. 
 

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