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Faltam 27 dias para o início da Copa do Mundo na Rússia

João Nassif
Por João Nassif 18/05/2018 - 06:01Atualizado em 21/05/2018 - 06:06

Poucas vezes na história os preparativos de uma Copa do Mundo haviam sido objetos de tantas controvérsias como as que rodearam o XI torneio realizado na Argentina. O futebol foi relegado a um segundo plano, enquanto as autoridades debatiam se deviam ou não boicotar a competição como forma de protesto ao regime totalitário do General Videla e suas contínuas violações aos direitos humanos. Finalmente, apesar dos apelos gerais para que ninguém aparecesse, todas as seleções classificadas viajaram à Argentina para a disputa do Mundial.

Sempre apoiada por grandes públicos que lotaram os estádios do país, a seleção argentina foi a campeã vencendo a seleção holandesa que pela segunda vez consecutiva disputava uma final de Copa do Mundo. Os holandeses jogaram o Mundial sem seu principal jogador, Cruyff, que se recusou a viajar para a Argentina devido a sua situação política. 

Johan Cruyff, holandês, lenda do futebol

A Argentina para se credenciar a jogar a final teria que vencer o Peru por uma diferença de quatro gols. Fez mais, venceu por 6x0 no jogo que se tornou o maior escândalo de uma Copa do Mundo. O goleiro Quiroga do Peru era argentino de nascimento e depois de muito tempo alguns personagens daquele jogo garantiram que os peruanos entregaram o jogo. Foram recebidos com pedras ao retornar ao Peru.

A seleção brasileira treinada pelo falecido Cláudio Coutinho foi a terceira colocada e terminou a Copa invicta. Surgia naquele Mundial o famoso slogan “campeão moral”.  

A Argentina venceu na final a Holanda por 3x1, enquanto o Brasil venceu a Itália por 2x1 na decisão do terceiro lugar.

Nos 38 jogos realizados na Copa de 1978 foram marcados 102 gols com média de 2,68 gols/jogo. O artilheiro do Mundial foi o argentino Mario Kempes com seis gols.
 

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