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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 22/04/2018 - 20:52 Atualizado em 23/04/2018 - 20:57

A Nigéria irá disputar na Rússia este ano pela sexta vez uma Copa do Mundo. Jogará a primeira fase no grupo D tendo como adversários a Argentina, Croácia e a estreante Islândia.

Nas cinco Copas que já disputou, em quatro caiu por sorteio na mesma chave da Argentina. Portanto na Rússia irão se encontrar pela quinta vez numa Copa do Mundo.

Muitos confrontos entre as duas seleções

Nos quatro confrontos realizados a Nigéria foi derrotada em todos eles. O primeiro foi em 1994 nos Estados Unidos e os argentinos venceram por 2x1.

Neste jogo realizado em Boston os nigerianos saíram na frente com este gol do atacante Samson Siasia logo aos oito minutos de jogo. Gol narrado por Cristian Banay da Rádio Mitre de Buenos Aires.
 

Por João Nassif 23/04/2018 - 20:58 Atualizado em 23/04/2018 - 21:01

Quando chegou no Brasil para disputar em 2014 sua décima Copa do Mundo a Suíça vinha com uma seleção tida como retranqueira, pois nas duas Copas anteriores havia sofrido apenas um gol em sete jogos que realizou.

Brasil 2x2 Suíça em 1950

Em 2006 na Alemanha venceu na primeira fase Togo e Coréia do Sul, ambos por 2x0 e empatou sem gols com a seleção francesa. Foi eliminada nas oitavas de final pela Ucrânia nos pênaltis depois de um 0x0 no tempo normal e prorrogação. Quer dizer saiu do Mundial sem levar um único gol.

Em 2010 na África do Sul foi eliminada na primeira fase apesar de ter vencido a futura campeã Espanha por 1x0 no jogo inaugural do Mundial. O único gol que sofreu em duas Copas consecutivas foi na derrota para o Chile por 1x0, na terceira partida empatou em 0x0 com Honduras. 

Aqui no Brasil uma seleção que não sofria gols foi goleada pela França por 5x2 depois de estar perdendo por 5x0. O último gol da Suíça contra os franceses foi marcado pelo volante Xhaka, narrado desta forma por Luís Roberto da Rede Globo.
 

Por João Nassif 24/04/2018 - 21:02

A Costa Rica foi a grande surpresa do Mundial-2014 no Brasil. 

Num grupo com três campeões mundiais, Uruguai, Itália e Inglaterra terminou a fase na primeira posição com o Uruguai em segundo, venceu nos pênaltis a Grécia nas oitavas e somente foi derrotada também nos pênaltis pela Holanda nas quartas de final.

Gol de Bryan Ruiz contra na Itália

A vitória sobre a Itália foi por 1x0 no dia 20 de junho na Arena Pernambuco. O gol foi marcado por Bryan Ruiz no minuto final do primeiro tempo.

O gol foi narrado desta forma por Cleber Machado da Rede Globo.
 

Por João Nassif 25/04/2018 - 13:36

A história da Sérvia é pequena em Copas do Mundo. Participou de apenas uma edição, em 2010 na África do Sul e não passou da primeira fase.

Seleção da Sérvia no Mundial-2018

Perdeu dois dos três jogos que disputou, o primeiro para Gana por 1x0 e no outro foi derrotado por 2x1 pela Austrália.

A única vitória foi conquistada sobre a Alemanha e foi por um placar mínimo em Port Elizabeth no dia 18 de junho.

O gol solitário do jogo foi de Jovanovic e narrado desta forma por Cleber Machado da Rede Globo.
 

Por João Nassif 26/04/2018 - 15:29

Depois da seleção brasileira a alemã foi a que mais disputou Copas do Mundo. Não participou somente do primeiro Mundial no Uruguai e em 1950 no Brasil. Em suas 18 aparições no torneio os alemães chegaram a oito finais e venceram quatro.

A seleção da Alemanha pós Segunda Guerras Mundial passou a ser denominada de Alemanha Ocidental de 1945 a 1990 quando houve a reunificação com a Alemanha Oriental e novamente passou a ser somente Alemanha.

Os alemães têm alguns outros recordes em Copas o Mundo como o maior número de jogos disputados, 106 e o maior número de gols, 224 nos 18 Mundiais que disputou. Além de Miroslav Klose, que com 16 gols é o maior artilheiro da história das Copas.

Gol do título alemão em 1990

Um dos títulos, o terceiro da Alemanha em Mundiais foi conquistado em 1990 na Itália na decisão contra a Argentina. Os alemães venceram por 1x0 no Estádio Olímpico de Roma com este gol de Andreas Brehme cobrando pênalti. 

A narração é de Galvão Bueno da Rede Globo.
 

Por João Nassif 27/04/2018 - 17:45

A seleção mexicana esteve presente em 15 Copas do Mundo.

Poucas vezes conseguiu ultrapassar a primeira fase e somente quando jogou em casa no Mundial de 1986 chegou as quartas de final. Depois de empatar em 0x0 com a Alemanha Ocidental foi eliminada nos pênaltis por 4x1.

Em 2010 na África do Sul o México foi até as oitavas de final. Ainda na fase de grupos derrotou a França por 2x0.

México x França em 2010

O primeiro gol mexicano foi marcado por Chicharito Hernandez aos 19 minutos do segundo tempo.

Este gol mexicano, polemico, foi narrado desta forma por Galvão Bueno e comentários de Arnaldo César Coelho da Rede Globo.
 

Por João Nassif 28/04/2018 - 08:15

O Criciúma sofreu mais uma derrota por absoluta incapacidade de traduzir em gols o domínio sobre o adversário. Foi assim na estreia em casa contra a Ponte Preta e agora em Curitiba, deixando pelo caminho pontos importantes que certamente farão falta logo mais adiante.

Se no jogo do Heriberto Hülse o time não mostrou capacidade técnica e seus lampejos ofensivos foram apenas nas bolas aéreas, no Couto Pereira jogou com inteligência, criou situações claras de gol com bolas trabalhadas que esbarraram no ótimo goleiro Wilson. 

Foi inegavelmente o melhor segundo tempo do Criciúma nos três jogos com a alteração promovida pelo Argel com a entrada do Jean Mangabeira que deu solidez defensiva e permitiu que Liel, uma ótima contratação, pudesse fazer um segundo volante e ajudar na criação. 

Festa do Coritiba

Apenas a título de ilustração, saiu do 4-1-4-1 para o 4-2-3-1 este o esquema ideal para as características do plantel. O time se protege melhor pelo movimento na recomposição defensiva e em boas condições para atacar o adversário.

O Coritiba, time muito ruim, chutou apenas uma bola a gol no segundo tempo, justamente no gol da vitória numa desatenção imperdoável da zaga que parou esperando a bola ser jogada para fora pelo fato de um jogador do Coritiba estar caído em campo. Bota na conta do famigerado fair play. 

A amostragem do segundo tempo cria uma expectativa positiva para a sequencia da série B e a conquista de pontos para que não aumente o distanciamento dos lideres que hoje estão nove pontos à frente. O jogo do feriado em casa contra o CSA será fundamental para estancar a sangria das derrotas e encarar com moral mais alta os três jogos fora de casa nas quatro próximas partidas.
 

Por João Nassif 29/04/2018 - 13:35

O Criciúma querendo entrar na modernidade do futebol resolveu adotar numeração fixa na camisa de seus jogadores. Alguns exemplos, Liel titular absoluto do time jogará o campeonato com a camisa 22, Maílson reserva é o número 11, Nino titular é o 33 e por aí vai, com alguns conservando a numeração tradicional de acordo com suas posições.

Até aí, tudo bem, gosto que seja usada a numeração fixa nos atletas. O motivo? Simplesmente para ações de marketing que resultarão na venda de camisas de acordo com a idolatria dos torcedores para com determinados jogadores. Se o Criciúma hoje não tem ídolos, quem sabe surgirão  alguns na sequencia do campeonato.

Qual o nome do camisa 10? (Foto: Embratex)

O próprio patrocinador poderá lucrar com a venda das camisas, mesmo que sejam de poucos atletas, mas a tendência é que tenha que produzir determinados números em maior quantidade.

Até aqui continua tudo certo. A questão que importa no momento é por que os jogadores estão com seus números fixos e não identificados nas próprias camisas? Para quem quer entrar na modernidade a falta dos nomes dos jogadores nas camisas é injustificável.

Erro do clube ou do patrocinador? De ambos, pois deveriam saber de que forma adotar numeração fixa. Se o torcedor quiser comprar a camisa do Nino não conseguirá identificar o atleta, pois nada na camisa 33 diz que é o zagueiro quem a usa.

Amadorismo puro entre tantas ações que têm pautada a atual administração do clube.
Espero que depois deste alerta todos os envolvidos façam o favor de evitar novos vexames. 
 

Por João Nassif 29/04/2018 - 17:46 Atualizado em 29/04/2018 - 19:10

Thiago Ávila *

Sete corridas já se foram na Fórmula-E, duas vitórias de Jean-Eric Vergne, duas de Sam Bird, duas de Felix Rosenqvist e uma de Daniel Abt. Os três primeiros citados são candidatos fortes na briga pelo título inédito da categoria, tendo Vergne com uma vantagem um pouco maior.

Categoria essa que sempre teve a Renault como a principal equipe e pilotos como Sébastien Buemi e Lucas Di Grassi brigando pelo título. Uma temporada histórica, que chega à reta final com três nomes de equipes que nunca se firmaram como potências. Equipes independentes que vem batendo grandes montadoras corrida a corrida.

Em Paris, Vergne fez a pole, seguido por Bird e seu companheiro de equipe André Lotterer. Di Grassi foi sexto no grid, Buemi oitavo, Rosenqvist o décimo primeiro e Abt apenas em décimo quarto.

Jean-Eric Vergne comerando a vitória em casa

A corrida em si não foi das melhores, o único que se destacava era Daniel Abt que ultrapassava um por um e na volta 15 já vinha em sétimo, colado em Buemi. Na hora das paradas, Vergne liderava, mas com Bird e Lotterer na cola dele. Depois de feita as trocas de carro, os três primeiros se mantiveram, seguido por Di Grassi, Engel, Buemi e Abt.

O brasileiro tirava vantagem do alemão da Techeetah a cada volta, mas colou de vez quando na volta 35 o terceiro colocado se enroscou com Bird e tomou sua posição. Lucas assumiu o terceiro posto e foi à caça de Lotterer.

Tudo parecia se encerrar com dobradinha da Techeetah e o brasileiro completando o pódio, mas de repente o gerador de caracteres mostrava Di Grassi em segundo e Lotterer perdendo diversas casas na classificação. A bateria do alemão acabara faltando cerca de trinta metros do fim. Bird ainda o acerta em cheio na traseira, fazendo perder uma roda, mas completa em terceiro.

Vitória perfeita, que o corou Jean-Eric Vergne com a execução do hino da França, não só pelo som dos alto-falantes, mas pelas vozes da plateia, que cantavam junto com o piloto sorridente, erguido pelos colegas de pódio, que comemorava a sua melhor vitória na carreira, trazendo a primeira vitória francesa à Paris e um título quase encaminhado.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 29/04/2018 - 22:58

Thiago Ávila *

Nossos jovens pilotos da F2, o futuro da F1, chegaram nesse fim de semana na pista mais louca do calendário: O Circuito Urbano de Baku, no Azerbaijão. Pista que entrou na grade da categoria em 2016, ela proporciona diversas ultrapassagens lindas na última reta e barbeiragens das mais principiantes que podemos imaginar nas suas diversas curvas fechadas que a pista fornece.

Corrida que prometia uma briga boa entre o piloto reserva da McLaren, Lando Norris, e o júnior da Mercedes, George Russell, que conseguiram um segundo e terceiro lugar no treino de sexta, apenas atrás do tailandês Alexander Albon.

Pódio da F-2 no Azerbaijão

Mas na volta de apresentação da corrida de sábado, Norris não sai do lugar e é forçado a largar dos boxes. Resultado bom para o britânico da ART, que pulou na frente logo na largada. Por conta dos diversos incidentes grotescos dos inexperientes pilotos, o Safety Car entrou constantemente na pista, fazendo com que o líder do campeonato colasse no pelotão de cima.

Na volta 20, ainda sob comando do SC, Russell liderava, seguido por De Vries, Albon, Fuoco, Markelov, Sette Camara, Latifi, Norris e Aitken. Na relargada, De Vries bota de lado e tenta passar George na curva 1, mas passa reto e os dois acabam saindo da pista. Em consequência disso, Fuoco, que havia ultrapassado Albon, assume a ponta. O piloto da ART é o mais prejudicado no incidente e cai para a última posição.

Em compensação, seu companheiro de equipe, Jack Aitken, usa das nove voltas restantes para se consagrar com um desempenho fantástico e pula de nono para segundo, deixando o brasileiro Sérgio Sette Camara de fora do pódio. Albon, que havia retomado a liderança na volta 25, vence, com Aitken e Fuoco completando o pódio. Mesmo fazendo voltas rápidas atrás de voltas rápidas, Russell foi apenas o 12º colocado e fica em uma situação difícil se ainda busca o título.

Na segunda corrida, com o grid invertido do 1º ao 8º, os dois carros da MP Motorsport, que formaram a primeira fila, largaram mal e Latifi assume a ponta. Sette Camara ultrapassa Norris e pula para segundo. Boschung segura o britânico e fica com a terceira posição. George Russell, que largara em 12º, já aparecia no final da primeira volta em quinto.

Sette Camara assume a ponta e abre três segundos de vantagem sobre o francês da DAMS. A briga pelo terceiro lugar fica intensa com Boschung, Norris e Russell disputando.

Até que no final da grande reta, os três ficam lado a lado, com o piloto da ART pegando o lado mais vantajoso. Norris passa reto e cai para sétimo, há de remar tudo de novo.
Russell pula para terceiro e vai à caça de Latifi e depois Sette Camara. Nas voltas finais, o britânico faz uma ultrapassagem brilhante sobre o brasileiro, que tenta se segurar de qualquer jeito na primeira curva, mas cai para segundo. Nyck de Vries ainda ganhou a terceira posição de Latifi e fechou o pódio.

O brasileiro agora fica a um ponto do seu companheiro de Carlin na briga pelo título, seguido por Markelov, Albon e George Russell, e é o único do top-5 que ainda não venceu, mas é o mais regular até agora.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 28/04/2018 - 11:23 Atualizado em 30/04/2018 - 11:28

Depois de ficar ausente das duas últimas Copas do Mundo a Suécia conseguiu se classificar para o Mundial-2018 através da repescagem europeia eliminando em dois jogos a Itália tetracampeã Mundial.

Os suecos estiveram presentes em 12 Copas do Mundo e somente uma vez chegaram à final, justamente quando sediou o torneio em 1958.

Vavá e um gol do Brasil na final de 1958

Seu adversário na partida decisiva foi o Brasil que venceu por 5x2 e se tornou campeão mundial pela primeira vez.

No jogo do dia 29 de junho de 1958 em Estocolmo a Suécia fez o primeiro gol logo aos quatro minutos. O gol foi de Liedholm narrado desta forma por Pedro Luís da Rádio Bandeirantes.
 

Por João Nassif 29/04/2018 - 11:29 Atualizado em 30/04/2018 - 11:33

Depois de muitos anos ficou comprovado, por declarações de vários envolvidos, que o Peru entregou o jogo em 1978 para a Argentina que sediou aquela Copa do Mundo. Foi o primeiro grande escândalo do futebol mundial.

Nada que se compare com o que aconteceu em 2002 na Coréia do Sul e Japão. A tendenciosa atuação dos árbitros em três jogos fez com que os coreanos chegassem à semifinal e somente nesta fase fossem eliminados pela Alemanha.

Totti reclamando de pênalti não marcado contra a Coréia do Sul

Os escandalosamente prejudicados foram nada mais, nada menos que Portugal, Itália e Espanha com gols anulados, expulsões exageradas e muito mais que fizeram a Coréia do Sul chegar até perto da disputa final.

Contra a Itália pelas oitavas de final não foi marcado um pênalti claro em Totti, atacante italiano que ainda foi expulso por simulação aos 13 minutos do primeiro tempo.

Mesmo assim o jogo terminou empatado em 1x1 e na prorrogação a Coréia se classificou pelo gol de ouro marcado quando faltavam três minutos para o final da prorrogação.

O gol coreano foi narrado desta forma por Lucas Pereira. 
 

Por João Nassif 30/04/2018 - 18:34

A Bélgica foi uma das quatro seleções da Europa que participou da primeira Copa do Mundo em 1930 no Uruguai. Também esteve presente em seis dos nove Mundiais disputados até 1970.

Foi também em 1970 no México que a Bélgica obteve sua primeira vitória depois de ter jogado seis partidas nos mundiais anteriores com cinco derrotas e apenas um empate, contra a Inglaterra em 1954 na Suíça. O jogo terminou 4x4.

A partida que encerrou a sequência negativa da Bélgica foi contra a seleção de El Salvador que os belgas venceram por 3x0.

Comemoração belga no Mundial-2014

Se em 1970 a Bélgica obteve a primeira vitória em Copas do Mundo, a última vez em que venceu foi no Mundial de 2014 aqui no Brasil. Pelas oitavas de final derrotou os Estados Unidos na prorrogação por 2x1. No jogo seguinte valendo pelas quartas de final a Bélgica foi eliminada pela Argentina por 1x0.

O último gol belga em Mundiais foi do atacante Lukaku que você ouvirá novamente na voz de Luiz Roberto da Rede Globo.
 

Por João Nassif 30/04/2018 - 15:40

Os mandantes voltaram a dominar na terceira rodada com sete vitórias, apenas duas vitórias dos visitantes e um empate. Depois de 30 jogos os donos da casa acumulam 18 vitórias, 60% do total, enquanto os visitantes venceram sete jogos e já aconteceram cinco empates.

Os quatro times que entraram na rodada com 100% de aproveitamento, se valeram do fato de jogar em casa e venceram seus jogos. Fortaleza, Figueirense, Vila Nova e Paysandu atingiram nove pontos em três jogos. Além dos lideres o São Bento continua invicto com uma vitória e dois empates na nona colocação.

Entre os catarinenses duas vitórias, do Figueirense no Scarpelli e do Avaí em Caxias contra o Juventude. O Criciúma sofreu nova derrota, desta vez contra o Coritiba no Couto Pereira. 

A terceira rodada da série B registrou 34 gols, aumentando a média do campeonato para 2,53 gols por jogo. O CSA, adversário do Criciúma na quarta rodada, que marcou cinco gols no Oeste tem o melhor ataque da série B com oito gols. O Fortaleza com sete gols é o segundo time que mais marcou. O Boa ainda não conseguiu marcar um gol sequer em três partidas.  

Michel Doiuglas, um dos artilheiros da série B (Foto: Alagoas 24 horas)

Michel Douglas do CSA, Bruno Lopes do Oeste e Renato do Avaí são os artilheiros com três gols cada um. 

Até agora foram aplicados 158 cartões amarelos e oito vermelhos no campeonato. O Criciúma foi o time que mais levou cartões amarelos: 12.
 

Por João Nassif 01/05/2018 - 11:10

* Thiago Ávila

Baku é o palco da melhor corrida já vista nos cinco anos, isso é inegável. A prova de 2017 nos proporcionou uma ferrenha briga entre Vettel e Hamilton, diversos Safety Car, Massa impecável nas relargadas, Stroll indo para o pódio e Ricciardo vencendo a corrida. Certamente em 2018, ela também não ia nos decepcionar.

As Mercedes e as Ferrari chegaram bem iguais para o treino de sexta-feira, com Raikkonen andando até mais rápido que Vettel. Mas óbvio que na hora do ‘vamos ver’ a coisa fica diferente. O finlandês fazia constantemente tempo para pole no Q1 e Q2 e poderia ter confirmado no Q3, mas, depois de fazer o melhor primeiro e segundo setor, ele erra na curva 16 e perde tempo, ficando apenas na sexta colocação. Vettel foi pole, seguido por Hamilton e Bottas.

Mercedes de Valteri Bottas

Se achávamos que teríamos briga pela liderança entre Sebastian e Lewis, estávamos totalmente errados. O alemão sumiu na frente logo na largada e o britânico não conseguiu acompanhar. Antes do britânico fazer a parada a distância era de 6 segundos.

Mas a verdadeira briga estava um pouco atrás, pela quarta posição. Verstappen e Ricciardo – com pneus supermacios – duelavam com Sainz e Hulkenberg – de ultramacio. As Renault vinham melhor, andavam mais rápido, mas logo Nico deu adeus a corrida e Carlos foi fazer a parada.

Enquanto isso, Hamilton já havia parado para botar pneus macios e Vettel demorou um pouco mais para fazer o mesmo. Esperto mesmo foi Bottas, que durou mais de 40 voltas com o supermacio, fazendo voltas rápidas mesmo desgastado e optou por trocar pelo ultramacio. Teoricamente, voltaria em segundo com mais carro que Vettel.

Mas aí houve a confusão. O lance que decidiu a corrida. Ricciardo vinha mais rápido que Verstappen na reta, procurou um espaço para ultrapassar e acertou em cheio o carro do holandês. Adrian Newey, diretor técnico da Red Bull, só botou o bloco de notas debaixo do braço e deu meia volta. Safety Car na pista.

A corrida agora estava nas mãos de Bottas. Não importa mais a distância que Vettel tinha botado durante a corrida, a corrida ainda estava aberta. Todos foram aos boxes trocar para os ultramacios e terminar as últimas oito voltas restantes. Porém outro incidente adiou o reinício de prova. Grosjean bateu sozinho no muro, no momento que aquecia os pneus. Uma das batidas mais bizarras já vistas (e pra piorar, Romain ainda culpou Ericsson, que estava bem longe dele).

Faltando quatro voltas, o SC saiu e é dada a relargada. Bottas foi embora e deixou Vettel ameaçado por Hamilton. No final da primeira reta, o alemão se arriscou para passar Valtteri, mas passou direto na curva e caiu para quarto.

Tudo se encaminhava para uma dobradinha inusitada da Mercedes, mas... Pouco depois, a roda traseira esquerda de Bottas acerta um detrito na pista e o pneu fura. Fim de prova. Hamilton aproveita e vence a prova, seguido por Raikkonen e Pérez, que ultrapassara Sebastian no momento do incidente com o piloto da Mercedes.

Antes ainda do pódio, Lewis veio abraçar o companheiro, que deu tudo de si, vinha fazendo, talvez, a melhor corrida pela Mercedes. Realmente uma pena. Outro destaque vai para Charles Leclerc, piloto da Sauber/Alfa Romeo, que foi o sexto, melhor resultado da equipe desde o GP do Japão em 2015 com Felipe Nasr.

Agora Hamilton é líder com quatro pontos de vantagem sobre Vettel. Próxima corrida é na Espanha, GP que a Mercedes é dominante desde 2013, veremos se a Ferrari vai quebrar essa hegemonia.


* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 02/05/2018 - 08:01

Ao longo de tantos anos de trabalho no jornalismo esportivo, função comentarista preferencialmente de futebol, sempre procurei respeitar os profissionais que fazem seu trabalho junto aos times pela certeza que todos exercem a profissão com dignidade.

O técnico Argel Fucks ainda não conseguiu definir um time e um padrão de jogo. Argel fez várias tentativas e penso que não tem mais o que propor com as peças do plantel escancarando a falta de comprometimento da própria direção do Criciúma que teima em não qualificar o plantel. O clube entregou seu futebol a uma empresa e esta não tem respeitado a história e principalmente a grande massa torcedora que sofre com o futebol que lhe é apresentado.

Presidente Jaime Dal Farra

Por isso o alvo da indignação recai sobre os profissionais que eventualmente erram quando vão à campo e são cobrados com veemência. Mas, não podem ser crucificados, são vítimas de um sistema que vai indo a falência aos poucos e cada vez mais incapaz para reverter esta tendência.

Com a palavra o presidente, único responsável pelo futuro do time e principalmente do clube.
 

Por João Nassif 01/05/2018 - 20:35 Atualizado em 02/05/2018 - 11:39

A história do Panamá em Copas do Mundo se limita em eliminatórias. A exemplo da Islândia o Panamá fará sua primeira apresentação no torneio depois de 20 edições.

É bem verdade que a seleção panamenha começou a disputa por vagas somente em 1978 e nunca esteve perto de consegui-la, até que para a Copa da Rússia conquistou com louvor a vaga deixando de fora os Estados Unidos de muito mais tradição.

Jogadores do Panamá agradecendo aos céus pela classificação

O Panamá começou a caminhada numa chave em que ficou atrás da Costa Rica, mas eliminou Haiti e Jamaica.

Na fase final, um hexagonal, carimbou o passaporte para a Rússia com um terceiro lugar, atrás do México e novamente da Costa Rica.

O gol da classificação e o mais importante da história do Panamá foi marcado aos 42 minutos do segundo tempo. O gol determinou a vitória de virada por 2x1 sobre a Costa Rica.

O gol foi de Román Torres e narrado com muita emoção pelo locutor da TV do Panamá. 
 

Por João Nassif 02/05/2018 - 21:40

A Tunísia foi eliminada na primeira fase nas quatro Copas do Mundo que disputou até agora. Portanto, realizou 12 jogos e conseguiu apenas uma vitória, justamente no primeiro jogo de sua história em Mundiais.

A única vitória dos tunisianos foi em 1978 na Argentina mais precisamente na cidade de Rosário e sua vítima foi a seleção mexicana. A Tunísia venceu de virada por 3x1.

Tunísia do Mundial-1978
 

Depois de sofrer o gol mexicano de pênalti no último lance do primeiro tempo os gols da virada foram acontecendo e o primeiro deles foi logo aos 10 minutos da etapa final.

O gol foi de Ali Kaabi e a narração em árabe com muita emoção.

Ouça...
 

Por João Nassif 03/05/2018 - 05:12

Os inventores do futebol foram se interessar por Copas do Mundo somente na quarta edição, em 1950 no Brasil e patrocinaram o primeiro grande vexame da história dos Mundiais, derrotados por uma seleção amadora dos Estados Unidos.

Ao longo de suas 14 participações em Copas, a Inglaterra foi à final somente uma vez quando sediou o torneio em 1966.

Ganhou em casa seu único título, mesmo assim com polemica de um gol sobre a Alemanha Ocidental. O resultado do jogo foi 4x2 na prorrogação depois de empate em 2x2 no tempo regulamentar. 

A bola que não entrou na final em 1966

O gol, terceiro da Inglaterra foi confirmado com a bola que não ultrapassou a linha fatal da meta defendida pelo goleiro alemão.

Ouça a narração em inglês do gol que decidiu o Mundial de 1966.
 

Por João Nassif 07/05/2018 - 15:17

Thiago Ávila *

Todos nós sabemos – ou deveríamos saber – que na Formula 1, há equipes muito mais fortes do que outras, e que o piloto muitas vezes pouco faz pelo carro, é a categoria mais desigual do automobilismo. Isso se dá ao fato de terem equipes com mais investimento – através de patrocínios e apoio financeiro – e principalmente pela premiação ao final da temporada anterior.

Em 2017, por exemplo, a premiação total custou U$940 Mi e a distribuição se deu dessa forma:
1. Ferrari – U$180 Mi
2. Mercedes – U$171 Mi
3. Red Bull – U$161 Mi
4. McLaren – U$97 Mi
5. Williams – U$79 Mi
6. Force India – U$72 Mi
7. Toro Rosso – U$59 Mi
8. Renault – U$52 Mi
9. Sauber – U$49 Mi
10. Haas – U$19 Mi

Reparem que a Ferrari, mesmo tendo ficado em terceiro em 2016, foi a equipe que mais encheu seu budget. Enquanto a Haas, que foi oitava, recebeu U$30 Mi a menos que a Sauber, que foi a última colocada. Vamos aos “Porquês”.

A primeira etapa da distribuição de prêmios se dá pelo número de participações nos últimos três anos. Se uma equipe disputar dois dos últimos três campeonatos, ela parte com U$36 Mi. Por ser a Haas uma equipe novata, ela é a única a não receber esse cachê.

“Ah, mas a Renault também era estreante”. Pelo fato de a Renault ter comprado a vaga da Lotus, que estava toda endividada, ela herdou essa premiação. A Haas começou do zero, sem comprar a vaga de nenhuma equipe. É por isso que casos como o da equipe norte-americana são difíceis de acontecer, raramente vai entrar uma equipe nova, pois se elas não tiverem investimentos por fora, não conseguem se firmar.

A segunda etapa da distribuição se dá pela classificação do campeonato no último ano. Que foi distribuído dessa forma:
 
A última etapa são os bônus, é onde a Ferrari sai na frente. O primeiro deles é o Long-Standing Team (time mais antigo da F1), conhecido também como Ferrari Budget. Lá se vão U$68 Mi para a equipe de Maranello.

O segundo é o Bônus do Campeonato de Construtores. Esse bônus se dá para as quatro melhores equipes desde 2013, ano que o acordo foi assinado. Com isso, Mercedes e Red Bull faturam mais U$39 Mi, Ferrari U$35 Mi e McLaren U$30 Mi.

O terceiro e último é um bônus extra com motivos específicos. A Williams ganha U$10 Mi em pagamento de herança, a Red Bull recebe U$35 Mi por ser a primeira equipe a assinar o acordo de 2013 e a Mercedes, pelo tricampeonato, leva também U$35 Mi.

Assim fica a distribuição total das equipes:
 

E é exatamente essa distribuição desigual que a Liberty Media quer abolir nos próximos anos, e a principal equipe contrária a determinação é a Ferrari, que tem poder de veto em qualquer decisão e não quer perder sua mamata de mais de 100 milhões de dólares. É também o principal motivo de a equipe de Maranello estar ameaçando de deixar a F1.
Crédito: https://jalopnik.com/heres-a-short-video-to-explain-how-formula-one-money-is-1822566835

* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS

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