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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 09/04/2018 - 22:00

O Egito conquistou vaga para disputar um Mundial depois de 28 anos. Está colocada no Grupo A junto com a Rússia, dona da casa, Arábia Saudita e Uruguai.

A última participação egípcia em uma Copa do Mundo havia sido em 1990 na Itália. Até então havia marcado presença apenas uma vez, em 1934, também na Itália.

Como o Egito realizou apenas quatro jogos nos dois Mundiais que disputou, marcando apenas três gols sendo dois em 1934, não há registro de nenhum deles para que possamos reproduzir.

Festa egípcia pela classificacão ao Mundial-2018 

Por isso, fui buscar num jogo nas eliminatórias para a Rússia-2018 o gol que será ouvido agora. Foi contra o Congo na cidade de Alexandria. O Egito venceu por 2x1 com dois gols do artilheiro Mohamed Salah. 

O segundo gol foi de pênalti marcado aos 49 do segundo tempo e que garantiu a classificação do Egito para sua terceira Copa do Mundo. 

Ouça o gol narrado por um locutor egípcio:

 

Por João Nassif 10/04/2018 - 13:43

Em sua 13ª participação numa Copa do Mundo o Uruguai disputará a primeira fase da Rússia-2018 no Grupo A junto com os donos da casa, Arábia Saudita e Egito.

A Celeste Olímpica como é conhecida já venceu um Mundial por duas vezes em 1930 em sua própria casa e em 1950 no Brasil.

Em outras três oportunidades conseguiu chegar às semifinais, mas nunca mais disputou uma decisão de Copa. Numa dessas vezes o Uruguai se encontrou com a seleção brasileira e foi derrotado no México em 1970.

Pelé e o goleiro uruguaio Mazurkiewski na Copa de 1970

O resultado foi 3x1 de virada e o gol uruguaio foi marcado por Luis Cubilla aos 17 minutos do primeiro tempo. 

Este gol será reproduzido agora na narração de Geraldo José de Almeida, à época na Rede Cultura de Televisão.
 

Por João Nassif 11/04/2018 - 13:23 Atualizado em 12/04/2018 - 09:26

Na primeira fase da Copa do Mundo de 1986 no México ficou registrada a presença da Dinamarca que disputava a competição pela primeira vez na história.

Foi chamada de Dinamáquina depois das vitórias sobre a Escócia, Uruguai e Alemanha Ocidental, inclusive massacrando os uruguaios por um contundente 6x1.

Espanha x Dinamarca em 1986

Não suportou os poucos dias de fama e no primeiro cruzamento, as oitavas de final, sucumbiu de forma humilhante frente a seleção da Espanha, derrotada que foi por 5x1 apesar de ter saído na frente do marcador.

Foi no dia 18 de junho na cidade de Querétaro. Quatro dos cinco gols espanhóis foram marcados por Emilio Butragueño e o outro foi de pênalti convertido pelo zagueiro Goikoetxea.

Este gol de pênalti foi narrado desta forma por Galvão Bueno da Rede Globo.
 

Por João Nassif 12/04/2018 - 16:27

Portugal participou somente de seis Copas do Mundo em toda história. História que começou em 1966 quando chegou ao terceiro lugar e somente 20 anos depois retornaria no México para ser eliminado ainda na primeira fase.

Com um futebol de mais eficiência e sempre escorado em Cristiano Ronaldo o melhor jogador do planeta, Portugal tem sido constante nas Copas desde 2002.

Às vezes se classifica dependendo da repescagem, como aconteceu para o Mundial de 2014 aqui no Brasil.

Foi para a disputa do mata-mata com a Suécia do fantástico Zlatan Ibrahimovic e conseguiu duas vitórias carimbando passaporte para o Brasil. Venceu os dois jogos, o primeiro em casa por 1x0 e o segundo em plena Suécia por 3x2. 

No jogo de Lisboa o gol português foi marcado por Cristiano Ronaldo, este gol que você ouvirá na voz de Luiz Carlos Júnior do SporTv.
 

Por João Nassif 14/04/2018 - 08:35

Em duas jogadas isoladas o “lateral” Andrew falhou e o Criciúma sofreu a virada em Goiânia. São detalhes de um jogo de futebol que marcarão o jogador, mas espero que não interfira em seu aproveitamento na sequência do campeonato. Suas falhas não se comparam à do Luís que pela sua qualidade não pode tomar um gol daquela forma, gol que selou a sorte do time no jogo.

O técnico Argel Fucks afirmou há alguns dias que seu time é o Andrew mais 10, depois de um jogo em que o garoto teve papel decisivo numa vitória, se não estou enganado contra o Internacional de Lages. Quis dizer que o Andrew pela polivalência seria titular, independente de posição.

Andrew personagem do jogo em Goiânia

Como o departamento de inteligência do Criciúma, penso que o mesmo que observava Leandro Melo, o novo contratado, não cuidou da condição de jogo dos atletas, o técnico foi pego de surpresa com a suspensão do lateral Marlon que teve que cumprir mais um jogo pela expulsão num jogo do Brasil de Pelotas no campeonato passado, Andrew mais uma vez foi chamado para tapar o buraco.

Mesmo falhando em lances que se tornaram capitais, Andrew não pode ser responsabilizado pela derrota. Ainda há muito pela frente e para melhorar o rendimento seria muito bom que o Criciúma apresentasse um futebol mais eficiente e não ficasse dependente da bola parada como tem sido em toda temporada. 

De bom a estreia do Nicolas. Mostrou desenvoltura, boa técnica, presença de área que certamente o tornam titular de um time até então muito confuso na definição de seus ataques.
 

Por João Nassif 13/04/2018 - 18:35 Atualizado em 14/04/2018 - 08:38

A seleção de Marrocos se classificou para disputar na Rússia sua quinta Copa do Mundo. Caiu numa chave contra os gigantes Espanha e Portugal, além do Irã e dificilmente ultrapassará para as oitavas de final.

Marrocos na Copa de 1998

Apenas uma vez nas quatro Copas anteriores Marrocos conseguiu avançar para a segunda fase e foi eliminada pela Alemanha Ocidental em 1986 no México.

Sua última presença foi em 1998 na França. Foi eliminada depois de derrotar a Escócia, perder para o Brasil e empatar com a Noruega.

Neste jogo contra os noruegueses que terminou em 2x2, Marrocos marcou primeiro com o atacante Hadji, gol que você ouvirá na narração de Cléber Machado da Rede Globo.
 

Por João Nassif 15/04/2018 - 16:10

Logo na primeira rodada da série B os times mandantes levaram enorme vantagem sobre seus adversários. Dos 10 jogos, oito foram vencidos pelos donos da casa, houve um empate e apenas a Ponte Preta foi derrotada no seu estádio.

Três times que foram rebaixados da série A em 2017 foram derrotados na estreia. Além da Ponte Preta, Avaí e Coritiba perderam como visitantes. O único entre os rebaixados que venceu foi o Atlético-GO que fez 3x2 no Criciúma.

Zagueiro Sandro x atacante Tito (Foto: Carlos Costa/Futura Press)

Entre os quatro que vieram da série C do ano passado, três venceram em casa. Sampaio Correa, CSA e Fortaleza e o São Bento empatou fora de casa em 1x1 com o Brasil de Pelotas.

A série B começou com 23 gols marcados. A média de 2,3 gols por jogo é normal, pois os campeonatos estaduais pelo país não alcançaram média muito maior, reflexo do baixo nível técnico das equipes. Entre os 20 times somente o Atlético-GO conseguiu marcar mais que dois gols, fruto das falhas do setor defensivo do Criciúma.

Tito, atacante do Atlético-GO foi o artilheiro da rodada com dois gols.

Se a média de gols não é das melhores, no aspecto disciplinar os times andaram bem na primeira rodada. Ninguém foi expulso e foram aplicados 48 cartões amarelos. 
 

Por João Nassif 15/04/2018 - 21:59

Thiago Ávila *

Mais um final de semana recheado de emoções na F1. Se na Austrália vivenciamos a polêmica vitória de Vettel e no Bahrein, Bottas surpreendeu, a China reviveu as esperanças do mais desanimado espectador da velocidade.

Em um fim de semana que parecia tudo dar certo para Lewis Hamilton, começou ruim no sábado, vendo as duas Ferrari formarem a primeira fila e seu companheiro mais uma vez fazer o melhor tempo. Onde está o Hamilton dos últimos anos? O rei das pole positions? Nem em 2016, quando Nico Rosberg venceu as quatro primeiras provas, ele teve um desempenho tão ruim nos treinos.

E quando se esperava tanto dele na corrida, quem brilhou mesmo foi Valtteri Bottas. Na largada, o finlandês tomou a vice-liderança de Raikkonen e Verstappen ultrapassou Hamilton. No final da primeira volta Vettel liderava, seguido de Bottas, Verstappen – que também ultrapassara o finlandês da Ferrari -, Raikkonen, Hamilton e Ricciardo.

As posições se mantiveram até a hora das paradas. As Red Bull pararam mais cedo para tirar o ultramacio e botar o médio, as Mercedes vieram depois e trocaram o macio pelo médio, e em seguida foi Vettel, que fez o mesmo. O finlandês da Mercedes foi mais veloz e passou a frente do alemão. Raikkonen demorou demais para parar e acabou voltando atrás até de Ricciardo.

Parecia tudo dar certo para Valtteri, que assumia a segunda colocação no campeonato e assim a queda de rendimento de Hamilton entraria em pauta. Porém, algo que parecia irrelevante fez a corrida morna ser uma das melhores dos últimos anos. Brigando pela 17º posição, Gasly encostou na roda de seu companheiro Brendon Hartley e os dois carros viraram e destroços do carro do francês se espalharam na pista. Quem apareceu? Nosso amigo Safety Car.

Nesse momento, Bottas e Vettel já haviam passado pela entrada dos boxes, enquanto o restante do grid – tirando Raikkonen e Hamilton – pararam para botar pneus macios novos. O que é melhor do que ter pneus novos e mais veloz, estando em quinto ou sexto e colado nas traseiras dos líderes? Isso! As Red Bull se deram muito bem.

Daniel Ricciardo vencedor na China

Facilmente, o holandês e o australiano ultrapassaram Raikkonen e em seguida, Max tentou ultrapassar Hamilton e, sempre muito agressivo, acaba espalhando, Ricciardo passa a frente. Ainda faltando 16 voltas para o fim, o australiano, com muito mais pneu, fez uma estratégia a lá Vettel nos EUA ano passado, e passou um por um até assumir a liderança da prova.

Verstappen tenta seguir os passos do companheiro, passa Hamilton, mas se enrosca com Vettel e o alemão leva a pior, que cai para sexto, e Raikkonen acaba ultrapassando Lewis. Os pneus de Sebastian não aguentam e vê Hulkenberg e Alonso passarem fácil por ele.

Vestappen tenta pela terceira vez passar Hamilton e dessa vez ganha a posição, mas acaba ficando atrás por ter recebido 10 segundos de penalidade.

Ricciardo abre oito segundos de vantagem sobre Bottas e leva a vitória. Uma vitória cirúrgica, foi habilidoso nas ultrapassagens e se manteve concentrado de ponta a ponta. Na entrevista pós-treino, Daniel ainda afirmou que quase largou em último e agradeceu ao trabalho da equipe que conseguiu consertar o problema de motor a tempo de fazer uma volta que salvasse seu treino.

É... Não deu Hamilton, nem Vettel, tampouco Bottas. Ricciardo foi o cara da rodada. Indiscutível!

E Verstappen, abre o olho! Se continuar desse jeito vai perder para o seu companheiro de novo.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 16/04/2018 - 09:56

Thiago Ávila *

Depois de quase um mês, a Formula-E voltou a dar as caras no circuito de rua de Roma. É a primeira vez que a cidade do papa sedia uma prova da categoria.

O líder do campeonato Jean-Eric Vergne chegou na capital italiana cheio de moral, já que vinha a 30 pontos na frente de Félix Rosenqvist e sem chances de perder a ponta mesmo que o pior acontecesse.

Como de costume, quatro horas antes do início da corrida, o treino de classificação é realizado, no caso às oito da manhã aqui no Brasil. Porém, nossa queridíssima e amada emissora que detém os direitos de transmissão da categoria elétrica no Brasil, a Fox Sports, faz um péssimo trabalho de uso do produto. Com a transmissão se abrindo há uma hora antes da corrida, não conseguem nem passar um VT do treino classificatório e o espectador fica apenas com uns melhores momentos bem medíocre do que se passou na pista.

O mais engraçado é que as mesmas pessoas que reclamam do “ruim” trabalho de entrega de produto da Sportv são as que entregam pior ainda seus produtos. Pelo menos a Globo/Sportv passa todos os treinos da F1 – com direito a VT na Sportv 3 – e também não erra ao passar MotoGP e StockCar, além de ter uma grade de horários bem organizados.

Bem, reclamações já feitas, vamos para a corrida.

Felix Rosenqvist desperdiça mais uma chance de grudar em Vergne

Rosenqvist foi melhor nos treinos e largou na frente, seguido de Sam Bird, Mitch Evans, André Lotterer e Buemi.

Até a volta de entrada nos boxes a corrida era tranquila, sem muitas grandes mudanças na classificação e o sueco liderando folgado a prova. Naquele momento, Felix vinha somando 28 pontos – 25 da vitória e 3 da pole -, enquanto Vergne apenas 2, já que vinha em nono. Esse resultado botava o sueco de volta na disputa, diminuindo a vantagem para 4 pontos.

Mas...

Se nesse ano, tudo, mas TUDO dá errado para Felix, essa corrida não seria diferente. Na volta 23 o carro apaga – mais uma vez! – e Sam Bird toma a liderança. Fim de prova para o sueco que vê a taça ficar cada vez mais distante.

E a corrida começa a ficar intensa nas quatro voltas finais. Bird, Evans e Di Grassi disputavam a vitória, sendo que o neozelandês parecia muito confiante para obter a primeira vitória da Jaguar. Mas a experiência de Lucas gritou mais alto e o brasileiro toma o segundo lugar. Evans tenta se recuperar, mas já se vê ameaçado por Lotterer e tenta se segurar do jeito que dá. Com 1% de bateria, Mitch não aguentou e perdeu o pódio, não só isso como acabou caindo para nono!

Sam Bird segura Di Grassi e vence a segunda corrida no ano, assume a vice-liderança e diminui a vantagem de Vergne para 18 pontos.

O destaque de hoje vai para Lucas Di Grassi, que conseguiu seu segundo pódio consecutivo, e dessa vez mais bonito, já que fez uma corrida de recuperação saindo de oitavo para o segundo lugar. Ele, que até três provas atrás era o último colocado, agora já ocupa a oitava posição no campeonato e, juntamente com o excelente campeonato que vem fazendo

Daniel Abt, colocam a Audi em nos construtores. Que recuperação, hein?!

A categoria do futuro, a que mais cresce no mundo, o maior campeonato de carros elétricos, volta daqui duas semanas na cidade mais visitada do mundo: Paris.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

 

Por João Nassif 14/04/2018 - 06:53 Atualizado em 16/04/2018 - 06:58

O Irã irá disputar na Rússia seu quinto campeonato Mundial de Futebol.

Nas quatro edições em que esteve presente o Irã jamais ultrapassou a primeira fase. Realizou um total de 12 jogos e conseguiu apenas uma vitória. Foi contra os Estados Unidos por 2x1 em 1998 na França.

Seleção do Irã em 1998

Participou da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil conseguindo apenas um empate contra a Nigéria em 0x0. Perdeu os outros dois jogos, para a Argentina por 1x0 e para a Bósnia e Herzegovina por 3x1. 

Portanto, o Irã marcou apenas um gol no Mundial-2014, gol que você ouvirá agora com o áudio da TV Band. O gol foi do atacante Reza.
 

Por João Nassif 15/04/2018 - 07:00 Atualizado em 16/04/2018 - 07:04

A FIFA instituiu o Golden Goal, o chamado gol de ouro, às vésperas do Mundial de 1998 na França. Numa partida eliminatória que terminasse empatada no tempo regulamentar, o primeiro gol marcado na prorrogação era o gol da vitória e a partida estava terminada.

Depois de muitas reclamações o gol de ouro foi abolido em 2004 e não se falou mais nisso.

Momento do gol de ouro em 1998

Em Copas do Mundo somente uma vez na história foi marcado um gol de ouro. E justamente no ano de sua implantação.

Pelas oitavas de final na cidade de Lens a anfitriã França derrotou o Paraguai depois de empate em 0x0 nos noventa minutos. Este gol classificou a seleção francesa que dias depois se tornaria campeã mundial.

O único gol de ouro da história dos Mundiais foi marcado por Laurent Blanc e narrado desta forma por Luís Roberto da Rede Globo de Televisão.
 

Por João Nassif 16/04/2018 - 15:06

A Austrália desempenhou um papel modesto na Copa do Mundo disputada aqui no Brasil em 2014. 

Numa chave com Espanha, Holanda e Chile dificilmente ultrapassaria a primeira fase e acabou confirmando o papel de simples coadjuvante sofrendo três derrotas nos três jogos que disputou. 

No primeiro jogo perdeu por 3x1 para o Chile, em seguida foi derrotada pelo Holanda por 3x2 e finalmente derrotada pela Espanha por 3x0.

Tim Cahill comemorando o gol contra a Holanda

Na partida contra os holandeses, a Austrália no jogo disputado em Porto Alegre fez um dos gols mais bonitos do Mundial. Depois de sofrer o primeiro gol aos 20 minutos do primeiro tempo, na saída de bola chegou ao empate com um golaço de seu conhecido atacante Tim Cahill.

O australiano recebeu um longo lançamento e pelo alto no lado esquerdo da grande área acertou um chutaço de pé esquerdo para empatar o jogo.

A narração que você ouvirá agora está em castelhano, um pouco confusa, mas se percebe perfeitamente e emoção do locutor encantado pela beleza do gol.
 

Por João Nassif 17/04/2018 - 11:26 Atualizado em 20/04/2018 - 11:29

Foi somente depois de disputar a repescagem intercontinental contra a Nova Zelândia que o Peru conseguiu carimbar passaporte para a Rússia-2018.

Antes, foi até surpreendente o quinto lugar nas eliminatórias sul-americanas por ter desbancado o Chile muito favorito para jogar o Mundial. Mas, o Peru ficou na frente na classificação e como quinto colocado adquiriu o direito de buscar a vaga na repescagem.

Argentino Ricardo Gareca, técnico do Peru na Rússia-2018

Sem seu maior jogador, o atacante Guerrero, suspenso por doping o Peru empatou o primeiro jogo na Nova Zelândia e conseguiu a vaga com muita festa pelos 2x0 em Lima no dia 15 de novembro do ano passado.

O primeiro gol peruano na partida final foi marcado por Farfán e narrado desta forma por Eduardo Moreno do SporTv.
 

Por João Nassif 18/04/2018 - 11:31 Atualizado em 20/04/2018 - 11:35

Sexta-feira dia 03 de julho de 1998. Em Nantes na França, Brasil e Dinamarca se enfrentaram pelas quartas de final do Mundial.

As duas seleções vieram de resultados idênticos nas oitavas de final. Ambas derrotaram seus adversários por 4x1, o Brasil eliminou o Chile e a Dinamarca passou pela Nigéria.

O jogo em Nantes começou eletrizante e com 10 minutos já haviam sido marcados dois gols. A Dinamarca saiu na frente, Bebeto empatou para o Brasil, Rivaldo marcou o segundo, houve novo empate até que finalmente Rivaldo marcou seu segundo gol, o gol da vitória brasileira por 3x2.

Hoje vamos ouvir o primeiro gol do jogo marcado por Martin Jorgensen depois de uma rápida cobrança de falta com dois minutos de jogo. A narração é de Galvão Bueno da Rede Globo. 
 

Por João Nassif 19/04/2018 - 11:37 Atualizado em 20/04/2018 - 11:40

Em 1986 no México a Argentina ganhou o bicampeonato numa campanha polemica pelo famoso gol com a mão do craque Diego Maradona.

Os “hermanos” começaram a campanha jogando no Grupo A e logo na estreia venceram a Coréia do Sul por 3x1. Empataram com a Itália a segunda partida e fecharam o grupo com vitória sobre a Bulgária por 2x0.

Argentina x Uruguai em 1986

Nas oitavas de final a Argentina cruzou com o Uruguai na cidade de Puebla e alcançou a vitória com um gol isolado de seu atacante Pasculli.

O gol aconteceu aos 42 minutos do primeiro tempo e teve esta narração de Galvão Bueno da Rede Globo. 
 

Por João Nassif 22/04/2018 - 12:45 Atualizado em 22/04/2018 - 12:45

A todo momento quando encontro torcedores do Criciúma e sou questionado por eles a respeito do time, tenho repetido, para não ir muito atrás, desde o início da temporada minha resposta é sempre a mesma: “TÁ FEIO”.

Incrível, mas desde os primeiros jogos do ano o time não tem estrutura tática, padrão de jogo e somente conseguiu vencer adversários que foram rebaixados no estadual e quem não tinha mais ambição no campeonato. O Criciúma nas últimas rodadas jogou a vida para não despencar para a segunda divisão do catarinense.

Mesmo com a vinda do técnico Argel Fucks, desejada por todos, inclusive pelo blogueiro, que pelo seu perfil foi no grito e contratou alguns velhos conhecidos já rodados no futebol brasileiro para salvar o clube da tragédia. Cumpriu bem o dever prometido logo na sua primeira entrevista. “Vim para livrar o time”, disse o técnico.

Mas, e agora? Com dois meses no comando Argel não conseguiu dar um mínimo de padrão ao time. Claro que falta qualidade individual, mas mesmo assim é possível organizar uma equipe desde que se trabalhe as características de cada jogador em favor do coletivo.

Respeitem este escudo

O que tenho visto até agora é a indefectível bola parada. Recurso muito usado pelo mundo, mas o problema é que no Criciúma tem sido a única alternativa para chegar ao gol e conseguir bons resultados. É pouco e numa série B por mínima que seja a qualidade, sem um padrão por mais modesto, certamente a luta será para escapar da degola.

O problema é tão visível que o próprio torcedor não acredita numa campanha digna da própria história do clube. Depois da barulheira durante a semana com festa, shows, carreata, mobilização e tudo que o Robson Izidro pode fazer para encher o Heriberto Hülse na estreia em casa, o público foi ridículo, mas nos padrões atuais, afinal o torcedor é muito mais inteligente do pensam os dirigentes. 

Fica aqui o alerta, ou contrata e agregue qualidade ou o torcedor continuará distante para não sofrer com tamanha incompetência. Espero um dia mudar minha resposta aos torcedores que angustiados perguntam sobre o futuro do time. 

Por João Nassif 22/04/2018 - 18:56

Teorias conspiratórias são as formas mais irracionais de se pensar em uma hipótese sobre algum acontecimento. E vemos isso frequentemente em qualquer cenário, seja no esporte, na política, na escola… Na F1 não é diferente, e em apenas três corridas esse ano, duas dessas teorias já foram levantadas.

Começamos com Austrália. Na volta 25, Hamilton liderava e os dois carros da equipe norte-americana Haas acabam tendo problemas na saída dos boxes, com isso o Safety Car Virtual (VSC) entrou em ação e diminuiu a velocidade dos carros na pista. Vettel aproveitou para fazer sua parada e, como Lewis vinha mais lento, conseguiu voltar à sua frente.

 Grosjean-Haas jogou no lixo todo o trabalho perfeito do final de semana em dois pit stops

E aí chegamos na tal história conspiratória. A equipe de Gene Haas é cliente da Ferrari, usa seus motores da construtora italiana nos seus carros, e em condições normais, Raikkonen, que era o segundo antes do incidente, não conseguiria ultrapassar Hamilton. A estratégia suja seria de forjar um incidente com uma de suas equipes clientes para ganhar a corrida.

A questão é: Por que com a Haas, que vinha fazendo sua melhor corrida desde que chegou na F1? Por que não a Sauber, por exemplo, que é realmente a equipe B e vinha fazendo uma corrida que nada importaria se completasse a prova? Nenhuma equipe se sujeitaria a perder todo trabalho feito num final de semana para ajudar um fornecedor a vencer a PRIMEIRA corrida do campeonato. Se fosse na reta final, essa teoria até poderia ser aplicada, mas na primeira?

A outra ocasião é na China, na corrida do fim de semana passado. Na volta 30, Bottas liderava com folga e tudo se encaminhava para a primeira vitória da Mercedes no ano, as Red Bull vinham em terceiro e quinto. Até que Pierre Gasly comete um erro grotesco e acerta sua asa dianteira no pneu traseiro direito do seu companheiro de Toro Rosso, Brendon Hartley. Esse incidente trouxe o Safety Car na pista, Ricciardo aproveitou para botar pneus novos e, consequentemente, ganhar a corrida.

A Toro Rosso é a equipe satélite da Red Bull — até no nome são iguais, traduzindo para o italiano — e por isso a teoria pode ser levantada. É certo que a entrada do Safety Car era suspeita. Por que não um VSC? Isso realmente pode ser um indício, mas então quem estaria errada nisso tudo seria a FIA.

Uma coisa que deixa a Red Bull ilesa dessa: Os carros da Toro Rosso não sabiam que Bottas e Vettel já tinham passado pela linha de chegada — e, consequentemente, não conseguiriam entrar nos boxes — e também nada de suspeito foi falado ao rádio. O que mostra que foi algo de sorte para a equipe austríaca, que soube fazer a melhor estratégia e administrou a corrida. E falando em estratégia, a Red Bull não era para ser a melhor beneficiada nisso tudo, era para ser Hamilton, que se arrependeu em não ter posto o composto macio na hora do SC.

É certo que as pessoas ainda estão traumatizadas pelo famoso caso do GP de Singapura em 2008, reconhecido como “Singapuragate”, onde Nelsinho Piquet provocou uma batida para ajudar seu companheiro Fernando Alonso, que vinha cobrando a Renault por maus resultados na temporada, a vencer a primeira no ano. Mas temos que pensar que: esses acontecimentos foram suspeitosos logo depois do incidente, tendo em mente que a batida do brasileiro parecia proposital e ainda duas voltas depois do espanhol já ter feito sua parada. Fora que se tratava da 15ª corrida do campeonato, reta final.

Contrariando o episódio de Singapura, os casos apresentados se encontram no início da temporada e em nenhuma delas envolve companheiros de equipe e acidentes propositais. Apenas erros de pit stop e um incidente grotesco envolvendo dois carros que disputavam posição na parte inferior da tabela.

Outro caso que também podemos botar em questão, que ao contrário do ‘Singapuragate’ foi comprovado que não houve farsa, foi o episódio envolvendo os dois pilotos da Sauber em 2016, Marcus Ericsson e o brasileiro Felipe Nasr, na qual o comentarista da Sportv Lito Cavalcanti, fazia acusações diárias à equipe suíça alegando, sem provas, que o sueco era favorecido na equipe e tinha sempre o melhor carro na corrida. Algo suspeito que foi desmentido depois de diversas entrevistas do brasileiro, que confirmou que não havia favorecimento e nem motivos para acreditar na tal teoria, já que isso só estaria prejudicando a equipe, que amargurava o último lugar no campeonato.

Por isso, digo: Parem de acreditar em teorias da conspiração! Questionem-se! Não aleguem coisas sem provas. Lógico que pode parecer suspeito, mas as vezes uma pesquisa rápida de conhecimentos gerais no seu cérebro, pode fazer situações suspeitas se tornarem lógicas absurdas.

 

Por João Nassif 23/04/2018 - 09:15

Diferente da primeira rodada quando os mandantes venceram quase a totalidade dos jogos, na segunda da série B os visitantes foram maioria. Dos 10 jogos venceram quatro, com três vitórias dos mandantes e três empates. A Ponte Preta única derrotada em sua casa na primeira rodada conseguiu a reabilitação vencendo em Criciúma.

Quatro times conseguiram manter o aproveitamento de 100%. Figueirense, Paysandu e Vila Nova, remanescentes da B do ano passado, o outro foi o Fortaleza que subiu este ano.

Rogério Ceni, técnico do Fortaleza líder da série B

Entre os catarinenses, uma vitória do Figueirense em Goiás, um empate do Avaí na Ressacada e a derrota do Criciúma no Heriberto Hülse.

A segunda rodada da série B registrou 19 gols, menos que os 23 da rodada inicial, por isso a média caiu para 2,1 gols por jogo. Nenhum time conseguiu marcar mais que dois gols e apenas no empate do Avaí com o Brasil de Pelotas foram marcados quatro gols. 

Tito, atacante do Atlético-GO não marcou na rodada, por isso foi alcançado na artilharia por Michel Douglas do CSA, Éder Sciola do Brasil e Bruno Lopes do Oeste. Todos marcaram dois gols em duas rodadas.

Até agora foram aplicados 103 cartões amarelos e os primeiros quatro vermelhos no campeonato.
 

Por João Nassif 20/04/2018 - 20:42 Atualizado em 23/04/2018 - 20:46

A Islândia é um dos dois países que estarão presentes pela primeira numa Copa do Mundo. É uma seleção emergente no futebol mundial que foi a grande surpresa na EUROCOPA 2016 quando chegou às quartas de final e foi eliminada pela França, anfitriã do torneio.

Nas eliminatórias europeias para a Rússia-2018 a Islândia garantiu vaga se classificando em primeiro lugar no seu grupo tendo como adversários a Croácia, Ucrânia, Turquia, Finlândia e a seleção de Kosovo.

Islândia na Copa-2018

A Islândia caiu, pelo sorteio, no Grupo D da Copa da Rússia junto com Argentina, Croácia e Nigéria.

O jogo da classificação foi contra Kosovo, na última rodada em sua capital Reykjavik.

O primeiro gol islandês na vitória por 2x0 foi marcado pelo atacante Gylfi Sigurdsson aos 40 minutos do primeiro tempo.

A narração em islandês é emocionante mesmo sendo de curta duração e sem o tradicional grito de gol. Ouça...
 

Por João Nassif 21/04/2018 - 20:47 Atualizado em 23/04/2018 - 20:50

A Croácia foi criada desintegração da República da Iugoslávia.

Sua primeira participação em Copas do Mundo aconteceu em 1998 na França e até agora não conseguiu se classificar apenas para o Mundial de 2010 na África do Sul.

Nas quatro Copas que disputou apenas na primeira é que conseguiu ultrapassar a fase de grupos.

Confronto em 2014

Logo na sua estreia assombrou a comunidade do futebol. Na primeira fase venceu em seu grupo a Jamaica e o Japão, perdendo apenas para a Argentina por 1x0. Nas oitavas de final fez 1x0 na Romênia e nas quartas eliminou a Alemanha com um contundente 3x0.

Depois de derrotada pela França nas semifinais venceu a Holanda por 2x1 na decisão do terceiro lugar.

Teve também o artilheiro do Mundial, Davor Suker com seis gols.

Suker, aliás que marcou o gol na derrota para a França por 2x1. Gol que você ouvirá agora narrado por um croata. 
 

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