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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 12/03/2018 - 20:26 Atualizado em 13/03/2018 - 11:31

Continuando a série com destaques das seleções que irão disputar o Mundial na Rússia, hoje é dia de falar da Colômbia que começou a disputar as eliminatórias somente para a Copa de 1958.

Conseguiu se classificar em sua segunda tentativa e foi jogar o Mundial de 1962 no Chile. Saiu na primeira fase com derrotas para o Uruguai e Iugoslávia e um empate contra a União Soviética.

Depois de muito tempo sem conseguir classificação nas eliminatórias sul-americanas, voltou ao Mundial em 1990 quando caiu nas oitavas de final. Confirmou classificação para as duas Copas seguintes e foi eliminada na primeira fase.

Colombianos no Mundial da Rússia

Depois de ter jogado na França em 1998 voltou ao Mundial em 2014 aqui no Brasil terminando em 5º lugar.

A Colômbia terá como adversários na Copa do Mundo da Rússia: Polônia, Senegal e Japão.

Nas cinco Copas do Mundo que disputou a Colômbia fez 18 jogos com sete vitórias, dois empates e nove derrotas. Marcou 26 gols e sofreu 27. 

Por eliminatórias a Colômbia realizou 150 jogos com 56 vitórias, 45 empates e 49 derrotas. Marcou 179 gols e sofreu 159.
 

Por João Nassif 13/03/2018 - 22:57

O tema de hoje é a participação da Coréia do Sul em Copas do Mundo.

A história coreana começou em 1954 na Suíça quando esteve pela primeira vez num Mundial de Futebol. Foi uma passagem rápida de apenas dois jogos sofrendo duas goleadas, para a Hungria por 9x0 e para a Turquia por 7x0.

Voltaria às Copas do Mundo somente em 1986 no México e daí em diante disputou todas as oito Copas até 2014 no Brasil.

Seleção da Coréia do Sul

O sorteio fez com que a Coréia do Sul caísse no grupo F do Mundial-2018 ao lado da Alemanha, México e Suécia.

Em todos estes oito Mundiais a Coréia do Sul ultrapassou a primeira fase somente em duas oportunidades: em 2002 quando jogando em casa ficou na quarta posição e em 2010 na África do Sul quando foi eliminada pelo Uruguai nas oitavas de final.

Em Copas do Mundo a Coréia do Sul disputou 31 jogos com apenas cinco vitórias, nove empates e 17 derrotas. Marcou 31 gols e sofreu 67.

Pelas eliminatórias asiáticas a Coréia do Sul disputou 129 jogos conquistando 80 vitórias, 34 empates e 15 derrotas. Marcou 258 gols e sofreu 77.
 

Por João Nassif 14/03/2018 - 21:23 Atualizado em 15/03/2018 - 21:41

Hoje vou destacar a participação da seleção da Costa Rica em campeonatos mundiais.

Costa Rica participou pela primeira vez de uma Copas do Mundo em 1990 na Itália quando foi eliminada nas oitavas de final com a derrota de 4x1 para a Tchecoslováquia.

De 1990 até agora a Costa Rica disputou somente mais três Mundiais, em 2002 na Coréia do Sul e Japão, em 2006 na Alemanha e em 2014 aqui no Brasil. 

Nas Copa de 2002 e 2006 a Costa Rica foi eliminada ainda na primeira fase, ao passo que em 2014 chegou às quartas de final. 

Seleção da Costa Rica 

Coincidentemente nas quatro Copas que disputou Costa Rica fez parte do grupo da seleção brasileira na primeira fase em 1990 e 2002 e também enfrentará o Brasil em 2018 na Rússia. 

Os demais adversários da Costa Rica na primeira fase do Mundial-2018 serão a Sérvia e a Suíça.

Nas quatro Copas em que esteve presente a Costa Rica disputou 15 jogos com cinco vitórias, quatro empates e seis derrotas. Marcou 17 gols e sofreu 23.

Em eliminatórias da CONCACAF a Costa Rica disputou 172 jogos. Obteve 85 vitórias, 43 empates e 44 derrotas com 295 gols marcados e 176 sofridos. 
 

Por João Nassif 15/03/2018 - 21:50 Atualizado em 15/03/2018 - 21:50

Os dias vão passando rapidamente e esta contagem regressiva que começou quando faltavam exatos 300 dias para o Mundial-2018 vai chegando em sua reta final.

Tenho nos últimos informativos abordado as campanhas das seleções que estarão na Rússia e hoje é dia de destacarmos a seleção da Croácia que fará parte do grupo D na primeira fase, juntamente com a Argentina, a Islândia e a Nigéria.

Croácia no Mundial-2018

A Croácia surgiu com a desintegração da Iugoslávia que disputou Copas do Mundo até 1991.

A Croácia fará sua quinta participação em Mundiais, história que começou em 1998 na França quando perdeu a semifinal para a seleção da casa e derrotou a Holanda na disputa pelo 3º lugar.

De 1998 até agora não disputou somente a Copa de 2010 na África do Sul e em toda as outras três foi eliminada ainda na primeira fase. 

Nas suas quatro participações em Copas do Mundo a Croácia disputou 16 jogos obtendo sete vitórias, dois empates e sete derrotas. Marcou 21 gols e sofreu 17.

Em eliminatórias a seleção croata realizou 62 jogos com 36 vitórias, 18 empates e oito derrotas. Seu ataque marcou 108 gols e a defesa sofreu 47. 
 

Por João Nassif 16/03/2018 - 16:05

Seguindo nesta contagem regressiva para o Mundial-2018, na série que destaca as seleções que estarão presentes na Rússia, hoje é o dia da Dinamarca.

Depois de tentar desde as eliminatórias para a Copa de 1958, a Dinamarca conseguiu classificação pela primeira vez para a Copa de 1986 no México. Ultrapassou a primeira fase com três vitórias, 1x0 na Escócia, 6x1 no Uruguai e 2x0 na Alemanha Ocidental, foi chamada de Dinamáquina e com muita moral foi enfrentar a Espanha nas oitavas de final. O sonho chegou ao fim com a derrota acachapante por 5x1.

Os dinamarqueses voltaram ao Mundial somente em 1998 na França quando foram eliminados pelo Brasil nas quartas de final. Em 2002 na Coréia do Sul e Japão não passou das oitavas de final quando perdeu para a Inglaterra. 

Seleção da Dinamarca

A Dinamarca jogou pela última vez uma Copa do Mundo em 2010 na África do Sul e foi eliminada na primeira fase. Agora na Rússia jogará sua quinta Copa do Mundo no grupo C tendo como adversários França, Austrália e Peru.  

A Dinamarca nas quatro Copas que disputou realizou 16 jogos obtendo oito vitórias, dois empates e seis derrotas. Marcou 27 gols e sofreu 24.

Por eliminatórias europeias a Dinamarca disputou 122 jogos com 58 vitórias, 30 empates e 34 derrotas. Marcou 212 gols e sofreu 141.
 

Por João Nassif 17/03/2018 - 00:02

Novamente o Criciúma proporcionou vexame dentro do Heriberto Hülse. Vai se tornando algo absolutamente normal os adversários conseguir resultados positivos pela fragilidade que tomou conta do Criciúma nos últimos anos. Vale o antigo chavão: o Heriberto Hülse virou salão de festas dos adversários.

O empate contra o Brusque escancarou de vez a falta de qualidade do time que mesmo com alguns veteranos de outras épocas não consegue jogar o suficiente para vencer um adversário muito mais modesto na hierarquia do futebol catarinense.

Depois de um primeiro tempo razoável com vitória por 1x0 o Criciúma voltou do intervalo sem nenhuma ação que pudesse justificar outro gol e a definição do resultado. A situação da segunda etapa foi uma repetição de outros jogos com um Tigre impotente sendo envolvido pelo adversário e sucumbindo no final.

Foto: Caio Marcelo/Criciúma EC

O nó da gravata vai ficando cada vez mais apertado. As rodadas vão sendo cumpridas e a ameaça do rebaixamento é cada vez mais real. Depois de um sofrível primeiro turno, a chegada do Argel sugeria uma reviravolta completa no rendimento, ainda mais com quatro jogos em casa contra equipes tidas como pequenas no futebol catarinense.

Engano completo. O Criciúma já enfrentou Tubarão e Brusque e ganhou apenas dois pontos. Faltam ainda o Internacional e o Hercílio Luz e pelo momento do time não dá para cravar seis pontos nestes jogos. Ainda terá que jogar fora de casa contra Avaí e Joinville.

Pelo equilíbrio possivelmente seis pontos não serão suficientes, a distância entre os ameaçados é muito curta, portanto o sinal está cada vez mais amarelo e se não houver uma completa reviravolta o vermelho será aceso em definitivo.

A aposta em ex-jogadores do próprio Criciúma e hoje veteranos até agora não teve a eficiência como foi prometido. 
 

Por João Nassif 18/03/2018 - 18:22 Atualizado em 19/03/2018 - 08:30

O destaque de hoje é a Espanha entre as seleções que irão disputar o Mundial-2018 na Rússia.

Depois de não ter atravessado o Atlântico para disputar a primeira Copa do Mundo a Espanha esteve presente em 1934 na Itália e foi dispensada do Mundial de 1938 na França por estar envolvida numa Guerra Civil.

Além destas duas ausências a Espanha não conseguiu classificação para as Copas do Mundo de 1954 na Suíça, a de 1958 na Suécia, a de 1970 no México e na de 1974 na Alemanha Ocidental. Portanto, a Espanha esteve presente em 14 Mundiais de Futebol. 

Espanha  no  Mundial-2018

Em todas estas participações o máximo que os espanhóis alcançaram foram as quartas de final em quatro oportunidades até a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul quando conquistaram o título. 

Depois deste grande feito a Espanha não conseguiu defender a Taça com eficiência, tanto que foi eliminada ainda na fase de grupos na Copa do Mundo seguinte aqui no Brasil.

Em todas as Copas que participou a Espanha realizou 59 jogos obtendo 29 vitórias, 12 empates e 18 derrotas. Marcou 92 gols e sofreu 66.

Pelas eliminatórias a Espanha jogou 117 partidas das quais venceu 81, empatou 25 e perdeu 11. Marcou 276 gols e sofreu 76.

Na Rússia-2018  Espanha caiu no Grupo B ao lado de Portugal, Marrocos e Irã.
 

Por João Nassif 17/03/2018 - 18:32 Atualizado em 19/03/2018 - 08:35

Continuando com a série que destaca as campanhas das 32 seleções que disputarão o Mundial-2018 hoje é a vez de falarmos do Egito que irá disputar sua terceira Copa do Mundo.

Pelo sorteio o Egito caiu no grupo A e irá enfrentar a anfitriã Rússia, a Arábia Saudita e o Uruguai.

Egito na Copa do Mundo na Rússia

A primeira Copa que teve a participação do Egito foi a de 1934 na Itália. Os egípcios disputaram apenas uma partida e foram eliminados pela Hungria.

A segunda participação do Egito aconteceu em 1990 na Itália e a eliminação ocorreu na fase de grupos com dois empates e uma derrota.

Portanto, nas duas presenças em Mundiais o Egito realizou quatro jogos com dois empates e duas derrotas. Marcou três gols e sofreu seis. O Egito ainda não venceu em Copas do Mundo. 

Em eliminatórias o Egito disputou 94 jogos com 53 vitórias, 19 empates e 22 derrotas. Marcou 167 gols e sofreu 90.
 

Por João Nassif 19/03/2018 - 17:20

Thiago Ávila *

Como o Nassif, que já é um experiente no mundo das copas, eu fui cobrir neste final de semana minha primeira corrida de Formula-E, na Playa Brava, em Punta del Este. Aluguei um apartamento de frente para a última chicane e acompanhei dali o som agudo quase falsete dos motores elétricos, muito diferente dos à combustão, um barulho que nem incomodava.

Ali assistia os carros em alta velocidade passando reto na zebra, quase passando por cima do demarcador que indicava os limites da pista. Vi Nico Prost arrancando um pedaço da parede antes de errar na curva e dar uma pancada no muro. Registrei o momento em que Alex Lynn quase arrancou o demarcador de pista. E assisti as placas da Michelin balançarem no outro lado da pista quando os carros passavam rasgando na reta.

Thiago no circuito da Fórmula-E

Às 14h, foi a hora da sessão de autógrafos, na Allianz e-Village, que era aberta ao público. O local funcionava como uma feirinha elétrica, que ficava no lado de fora da pista, no qual tinha a loja oficial da Formula-E, simuladores, demonstração de carros e bicicletas elétricos, food trucks... Antes da sessão, alguns pilotos correram no simulador com os fãs na final da chamada e-Race. Mesmo com a desorganização da fila, que mesclavam entre aqueles que queriam pegar autógrafos com os que apenas queriam olhar para os pilotos, consegui com que alguns assinassem minha camiseta.

Mas falando de corrida, Di Grassi, Lynn, Evans, Turvey e Vergne fecharam nessa ordem a classificação do superpole. Porém, além de Evans tomar quinze posições por estar abaixo do peso mínimo, Di Grassi, Lynn e Turvey tiveram seus tempos anulados por cortar qual curva será? Exatamente. Na chicane onde eu acompanhava tudo. Vergne, que largaria em quatro, acabou assumindo a pole.

E dessa vez Di Grassi não teve problemas e desde a largada pressionou o francês. Evans fazia uma corrida espetacular e saia de 16º para brigar por posições lá em cima. Um pouco mais distante da minha visão, pude ver a briga em que os companheiros de Virgin travaram na saída dos boxes, com Bird ultrapassando Lynn. 
Abt, que vinha em terceiro, teve que fazer uma parada a mais por não afivelar o cinto corretamente. A Audi não consegue passar uma corrida sem fazer uma besteira...

Nas últimas voltas, Vergne liderava, fazendo uma bela corrida defensiva, com Di Grassi logo atrás, percebendo que Bird já começava a chegar junto. Evans vinha em quarto e Lynn em quinto. Nelsinho vinha com problemas na traseira do carro desde o início da corrida e não conseguiu aguentar até o final.

O francês cruzou a linha de chegada, com o brasileiro 0,4 segundo grudado atrás. Bird, Evans e Rosenqvist, que ultrapassou Lynn, fecharam o top 5.

Pódio da Fórmula-E em Punta del Este

A cerimônia do pódio foi outro espetáculo. Aberto ao público, sobre a areia da praia, os fãs puderam ver de perto a premiação que teve entrada dos pilotos no meio da torcida, champanhe jogado para a galera, bolas de plástico, selfie dos pilotos com o pessoal e a entrevista final dos vencedores, agradecendo ao público depois de todo aquele sábado movimentado.

Jean-Eric Vergne segue agora mais líder do que nunca, 30 pontos na frente de Felix Rosenqvist. É, depois de três anos de domínio total da Renault, parece que veremos a Techeetah na frente ao final da temporada.

* Estudante de jornalismo da PUCRS
 

Por João Nassif 19/03/2018 - 18:03 Atualizado em 20/03/2018 - 07:07

Hoje é dia de falarmos da seleção francesa, uma das seleções que estará presente no Mundial-2018.

A França fará parte do grupo C na primeira fase e terá como adversários Peru, Austrália e Dinamarca.

Seleção francesa no Mundial-2018

À exemplo de outras seleções europeias tradicionais como, por exemplo, a Espanha o selecionado francês já participou de 14 Copas do Mundo e chegou ao título apenas uma vez. Justamente quando jogou em casa em 1998. Foi a segunda vez que a França sediou uma Copa do Mundo, a primeira foi em 1938 quando foi eliminada pela Itália nas quartas de final.

A França foi uma das quatro seleções europeias que participaram da primeira Copa em 1930 no Uruguai.

Além do título conquistado em 1998 as melhores colocações do selecionado francês nos 14 Mundiais que disputou foram dois terceiros lugares, em 1958 na Suécia e em 1986 no México.

Nas 14 Copas que disputou a França jogou 59 vezes obtendo 28 vitórias, 12 empates e 19 derrotas com 106 gols marcados e71 sofridos.

Por eliminatórias os franceses jogaram 111 partidas com 65 vitórias, 23 empates e 23 derrotas. Marcaram 216 gols e sofreram 89.
 

Por João Nassif 20/03/2018 - 21:10

A Inglaterra se negou a disputar os três primeiros Mundiais de Futebol e somente participou de eliminatórias para a Copa do Mundo de 1950 no Brasil.

Foi formado um grupo somente com seleções britânicas e a Inglaterra foi a primeira colocada derrotando a Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Protagonizou a primeira grande zebra em Copas do Mundo quando perdeu para os Estados Unidos que vieram ao Brasil com uma seleção totalmente amadora. A Inglaterra foi eliminada na primeira fase.

Inglaterra na Copa do Mundo 2018

Mesmo sendo os inventores do futebol os ingleses nunca tiveram participação relevante nos Mundiais que disputou, à exceção de 1966 quando foram campeões jogando em seu território. O título foi conquistado na prorrogação da final contra a Alemanha Ocidental com a validação de um gol em que a bola não entrou.

Nas outras participações em Copas do Mundo a Inglaterra jamais passou das quartas de final.

A Inglaterra disputou 14 Mundiais realizando 62 jogos com 26 vitórias, 20 empates e 16 derrotas. Marcou 79 gols e sofreu 56.

Por eliminatórias os ingleses jogaram 112 partidas vencendo 76, empatando 25 e sofrendo 11 derrotas. Marcaram 275 gols e tiveram 67 gols sofridos.

No Mundial-2018 a Inglaterra irá enfrentar no Grupo G a Bélgica, o Panamá e a Tunísia.
 

Por João Nassif 20/03/2018 - 09:00

A composição da série B deste ano favoreceu bastante a logística dos times do sul do Brasil. É certo que algumas viagens terão que ser feitas via terrestre, mas os deslocamentos serão menores e por consequência o desgaste será pequeno se comparados com os times do norte e nordeste do país.

Senão vejamos, são dois times do Rio Grande do Sul, três de Santa Catarina e dois do Paraná que representam 35% do total que disputarão o acesso. Do Sudeste, São Paulo que pela proximidade não exige viagens desgastantes virá com quatro representantes elevando para 11 os clubes que serão menos exigidos no campeonato.

Como o futebol de hoje é jogado com forte intensidade o desgaste dos jogadores tem um enorme peso no rendimento dos times e com viagens mais curtas a recuperação dos atletas é mais rápida e dá aos clubes do Sul e do Sudeste uma grande vantagem sobre os demais adversários.  

Claro que não é somente este detalhe que irá favorecer o acesso, se não fizerem times de qualidade e competitivos de nada adiantará viajar menos e sofrer um desgaste menor.
 

Por João Nassif 21/03/2018 - 22:01

Continuando com a contagem regressiva para o Mundial-2018, o destaque de hoje é o Irã que irá disputar sua quinta Copa do Mundo.

A primeira foi em 1978 na Argentina e foi eliminado na primeira fase com apenas um empate contra Escócia e derrotas para Holanda e Peru.

O Irã voltaria às Copas somente em 1998 na França e por ironia na primeira fase caiu justamente no grupo do Estados Unidos. Os dois países viviam uma situação política tensa em razão da Revolução do Irã. O jogo entre eles foi um desafio à mistura de política com o esporte, mas as duas equipes tiraram fotos abraçadas e trocaram presentes e flores antes do começo da partida.

Mesmo vencendo os americanos por 2x1 o Irã foi eliminado na primeira fase, o mesmo acontecendo nos outros dois Mundiais que disputou, em 2006 na Alemanha e em 2014 no Brasil.

Irã no Mundial-2018 na Rússia

Na Rússia o Irã fará parte do Grupo B contra Portugal, Espanha e Marrocos.

O Irã disputou 12 jogos nos Mundiais em que esteve presente. Venceu apenas um jogo, empatou três e perdeu oito. Seu ataque marcou sete gols e sua defesa sofreu 22.

O Irã disputou 128 jogos vencendo 78, empatando 34 e sofrendo 16 derrotas. Marcou 267 gols e sofreu 81. 
 

Por João Nassif 22/03/2018 - 21:07

A seleção da Islândia é uma das duas que irão participar pela primeira vez de uma Copa do Mundo. Panamá também fará sua estreia no Mundial da Rússia.

A Islândia foi o primeiro país com população inferior a 1 milhão de habitantes que conseguiu classificar para um torneio de futebol de grande porte. Conquistou a vaga para a Eurocopa-2016 e fez campanha brilhante sendo eliminada somente nas quartas de final.

Seleção da Islândia na Rússia-2018

Antes disso a Islândia havia conseguido vaga na repescagem europeia para o Mundial de 2014 e foi derrotada pela Croácia.

A seleção da Islândia começou sua participação em eliminatórias somente para a Copa de 1958 na Suécia. Não participou das eliminatórias de 1962 até 1970, voltando ao cenário somente em 1974.

Em outubro de 2017, no embalo de sua ascensão no futebol europeu a Islândia conseguiu a vaga para a Copa do Mundo deste ano em primeiro lugar no Grupo I das eliminatórias europeias eliminando seleções com mais tradição com Ucrânia e Turquia.

Na Rússia a Islândia irá enfrentar na primeira fase as seleções da Argentina, Croácia e Nigéria.  
 

Por João Nassif 22/03/2018 - 11:48

Depois de vários tropeços, inclusive alguns nas próprias pernas o Criciúma conseguiu a vitória que faz com que a fuga do rebaixamento seja praticamente definitiva. Os três pontos na Ressacada deixam o time numa posição mais confortável e numa pressão muito menor.

Deixei o post para o final da manhã, pois andei pela cidade e pude colher algumas impressões dos torcedores que acompanharam o jogo com aflição depois do Criciúma sofrer o gol e poucos acreditavam numa virada que veio após as mudanças promovidas pelo Argel. Tenho sido crítico com o técnico depois de vários jogos em que o time não produziu, inclusive com as alterações que ele produziu.

Avaí x Criciúma-Ressacada(Foto: Fernando Remor) 
 

Ontem, não. Fazendo a leitura correta o Argel promoveu as mudanças que o jogo pedia e com elas conseguiu a virada e o avanço na tabela de classificação. Apesar de tudo os torcedores continuam preocupados, não mais com o inviável rebaixamento, mas com a série B que está logo ali. E com inteira razão.

O plantel é fraco, são poucas alternativas apesar do sucesso na Ressacada, pois temos também que frisar o jogo lamentável do Avaí e sua falta de qualidade com o time recheado de reservas. Mesmo assim o Avaí teve duas situações em que seus atacantes estiveram na cara do gol quando ainda estava 1x0 e não souberam matar o jogo. Os detalhes aumentaram os méritos do Criciúma que soube buscar e conseguir os gols da vitória.

Não adianta os mais reticentes afirmarem que 17 pontos ainda não garantem a permenência na primeira divisão, mas duvido que alguém aposte no rebaixamento. Então é hora de voltar a cabeça para o campeonato brasileiro, este sim muito mais desgastante e exigente e montar um time compativel com os objetivos do clube.

Por João Nassif 23/03/2018 - 23:35

O destaque de hoje na contagem regressiva para o início da Copa do Mundo é a seleção japonesa que irá disputar seu sexto Mundial de Futebol.

O Japão, pelo sorteio fará parte do grupo H ao lado da Polônia, Senegal e Colômbia.

Seleção japonesa na Rússia-2018

A história da seleção japonesa em Copas do Mundo começou em 1998 na França e de lá até agora esteve em todas as Copas disputadas.

O máximo alcançado pelo Japão foi ter atingido as oitavas de final em 2002 quando foi sede do Mundial juntamente com a Coréia do Sul e em 2010 na África do Sul.

Nas cinco Copas que disputou o Japão realizou 17 jogos com quatro vitórias, quatro empates e nove derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 22.

Em eliminatórias o Japão disputou 120 jogos, venceu 68, empatou 26 e foi derrotado 26 vezes. Marcou 247 gols e sofreu 85.
 

Por João Nassif 24/03/2018 - 19:39 Atualizado em 25/03/2018 - 10:46

Hoje será destacada a participação de Marrocos em Copas do Mundo. Marrocos que conseguiu classificação para a Rússia-2018 e que na primeira fase terá a dura missão de tentar se classificar numa chave com Espanha e Portugal, além do Irã. 

Será a quinta participação da seleção marroquina em Copas, a primeira foi em 1970 no México quando foi eliminada na primeira fase.

Seleção de Marrocos na Rússia-2018

A presença seguinte de Marrocos em Mundiais foi também no México em 1986 e foi sua melhor participação chegando às oitavas de final. Nas outras duas Copa Marrocos foi eliminado na primeira fase.

Nos quatro Mundiais em que esteve presente, Marrocos disputou 13 jogos com apenas duas vitórias, quatro empates e sete derrotas, marcando 12 gols e sofrendo 18.

Por eliminatórias Marrocos jogou 111 vezes, obtendo 51 vitórias, 38 empates e 22 derrotas. Marcou 150 gols e sofreu 80.
 

Por João Nassif 25/03/2018 - 16:43

O México esteve presente na primeira Copa do Mundo realizada no Uruguai em 1930. 

Convidado como todas as outras 12 seleções que apostaram na proposta da FIFA em realizar uma competição com caráter mundial o México participou da primeira partida da história das Copas do Mundo. Foi derrotado pela França em Pocitos por 4x1, pois o Estádio Centenário ainda não estava concluído.

O México esteve presente em 15 edições do Mundial. Não conseguiu se classificar para a da Copa de 1934 na Itália e não participou em 1938 na França por questões financeiras. Não conseguiu classificação para o Mundial de 1974 na Alemanha Ocidental, para a de 1982 na Espanha e para a de 1990 na Itália.

Seleção mexicana na Rússia-2018

Nas 15 Copas do Mundo em que esteve presente o México disputou 53 jogos com 14 vitórias, 14 empates e 25 derrotas. Marcou 57 gols e sofreu 92.

Por eliminatórias desde 1934 o México jogou 176 partidas das quais venceu 114, empatou 37 e perdeu 25, marcando 439 gols e sofrendo 127. 

Na Rússia o México estará no grupo F ao lado da Alemanha, Suécia e Coréia do Sul.    
 

Por João Nassif 26/03/2018 - 07:45

Em dois jogos o Criciúma saiu da pressão para a tranquilidade que duas vitórias consecutivas num campeonato de baixo teor técnico permitem a fuga do rebaixamento. Este era o objetivo desde a chegada do técnico Argel Fucks, especialista em livrar o Criciúma de situações constrangedoras nas competições que disputa. Foi assim nas suas duas passagens anteriores pelo Heriberto Hülse.

É inconcebível que um clube do porte do Criciúma, grande em seu estado e de passado vencedor, inclusive em nível nacional, numa competição com no mínimo cinco outros clubes de tamanho menor, sofra com a perspectiva de rebaixamento até as rodadas finais.

Técnico Argel Fucks

O baixo rendimento técnico fruto da falta de planejamento afugenta os torcedores do estádio. Há muito tempo o Criciúma não tem um projeto efetivo para seu futebol, é só recordar o entra e sai de técnicos, diretores executivos e principalmente jogadores inviabilizando qualquer perspectiva de campeonatos com mais consistência.

Só nesta temporada ainda no terceiro mês já o clube já apresentou três técnicos, dois diretores executivos mais de uma dezena de jogadores. Existe a promessa de outra barca chegando para completar o plantel visando a série B do campeonato brasileiro.

De qualquer forma, o campeonato catarinense já era, o Criciúma não será rebaixado, portanto terá tempo suficiente para se preparar para a competição mais importante da temporada. São três semanas para a chegada de reforços e o trabalho técnico e físico sob a supervisão do Argel que na coletiva de domingo detonou a preparação feita no início do ano.

Se tudo acontecer num bom planejamento o clube não irá precisar ficar fazendo promoções distribuindo chopp gratuitamente e nem apelando para que os torcedores comprem a Timemania. Basta fazer um time competitivo e com perspectivas que o torcedor com certeza retornará ao Heriberto Hülse com a força que sempre caracterizou sua participação nas campanhas vitoriosas do clube em sua bonita história.  
 

Por João Nassif 26/03/2018 - 15:00

Thiago Ávila *

Melbourne, desde 2007 o palco da estreia do maior campeonato de automobilismo de todos os tempos. Foi em Albert Park que em 2003 David Coulthard ganhou sua última corrida na carreira, Lewis Hamilton estreou com um pódio em 2007 e Vitaly Petrov conquistou o primeiro pódio para a Rússia em 2011.

Além disso tudo, é o início de um novo campeonato. Não importando se a corrida for boa ou ruim, sempre teremos surpresas, agradáveis ou não. Essa corrida marca a primeira temporada desde 1970 que não teremos um brasileiro na disputa, também marca o retorno de Fernando Alonso e a McLaren com motores Renault e da estreia da Toro Rosso com motores Honda.

Pelo que foi apresentado nos treinos de pré-temporada, a Mercedes teria mais um ano de dominação pela frente, com Ferrari e Red Bull brigando atrás. As grandes novidades seriam a McLaren e a Renault como as grandes forças do pelotão do meio e a Williams uma decepção. O que não falaram é que a equipe de Gene Haas seria tão competitiva quanto as grandes equipes.

Durante os treinos livres, os americanos já conseguiam mostrar ser a quarta força e confirmaram o sexto e sétimo lugares na classificação, que teve Hamilton mais uma vez na pole. Vettel, o vencedor da corrida do ano passado, ficou atrás até de Raikkonen e foi o terceiro.

Pódio em Melbourne

Na nossa madrugada de domingo, as luzes para o primeiro Grande Prêmio do ano se acenderam e apagaram depois de cinco toques. Sendo Raikkonen sua principal ameaça, Hamilton não teve problemas em largar na frente e segurar a posição. E olhem uma surpresa: Kevin Magnussen (isso mesmo que você leu) fez uma belíssima ultrapassagem em Max Verstappen logo na primeira curva. E não cedeu mais!

Depois de rodar na pista, Verstappen cai para oitavo e a dupla da Haas passa a ocupar a quarta e quinta posições, passando a ser a equipe com o terceiro melhor desempenho na corrida. Mas aí vieram as paradas, Hamilton, Raikkonen e as Haas foram primeiro e Vettel assumiu a ponta.

Mas, antes que o alemão parasse, os carros de Magnussen e Grosjean param logo depois da saída do pit lane e o Virtual Safety Car é acionado, prejudicando totalmente a corrida de Hamilton, que teoricamente vencia com folga. Vettel faz a parada e retorna na frente de Lewis, mantendo a liderança até o final.

A corrida foi boa até a hora das paradas, mas depois disso não houve grandes mudanças na classificação. Segunda vitória seguida do alemão em Melbourne e terceiro ano consecutivo que Hamilton vai ao pódio e tem que ficar olhando para alguém mais alto que ele à sua esquerda.

A disputa que começou na temporada passada promete ainda mais para esse ano. Vettel 1x0 Hamilton.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

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