Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito

Jogo de várzea

João Nassif
Por João Nassif 08/03/2018 - 00:30

Chapecoense e Criciúma protagonizaram um dos piores jogos do campeonato, senão o pior. Dois times medrosos, sem solução ofensiva, falta de criatividade e muita posse de bola por parte do Criciúma e uma forte marcação da Chapecoense.

A rigor tivemos um pouco de emoção no lance do gol da Chapecoense num escanteio mal marcado quando na realidade houve falta do Maílson que se contundiu no lance e teve que ser substituído. Não aconteceu o pênalti, pois a falta foi fora da área e o jogador da Chapecoense caiu dentro. Mas, foi falta que o arbitro trocou pelo escanteio e daí surgiu o único gol do jogo na infelicidade do Suéliton.

Foto: Sirli Freitas/Chapecoense

Depois somente no minuto final a cabeçada do Lucas Coelho e um quase milagre do Jandrei e no contra-ataque quase o segundo gol da Chapecoense num arremate quase na cara do goleiro Luís.

Agora, confesso que esperava mais das duas equipes. A formação do Criciúma com três atacantes foi a mesma da vitória em Concórdia só que desta vez houve marcação e o time não conseguiu criar algo produtivo. Ficou no toque toque no setor defensivo sem espaço para evoluir e somado com a falta de qualidade criou apenas a única chance no minuto final.

A Chapecoense foi para o jogo com três volantes sem um meia de criação e esperou pela bola parada que tem sido seu diferencial no campeonato. Tem a defesa menos vazada com apenas dois gols sofridos e um dos piores ataques com 12 gols marcados. Destes vários foram marcados com jogadas treinadas de bola parada. 

Joguinho terrível e um alerta para os dois times. O Criciúma que terá na sequencia dois jogos em casa terá que conseguir duas vitórias contra Tubarão e Brusque para escapar do rebaixamento. E a Chapecoense terá que encontrar soluções para criar com mais frequência e poder buscar os pontos que lhe darão direito de disputar o título. 
 

4oito

Deixe seu comentário