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João Nassif
Por João Nassif 18/02/2019 - 06:05

Bem que alguns torcedores aqui no Rincão previam que o Joinville iria conseguir sua primeira vitória no ano, pois enfrentaria o Criciúma especialista em acabar com crises dos adversários. Confesso que não acreditei e tentei dar ânimo aos torcedores invocando o bom momento do time do Doriva que vinha com duas vitórias na bagagem. Mas, eles tinham razão, novamente o Criciúma fez com que o Joinville ressurgisse no campeonato.

AUMENTOU A DISTÂNCIA
Novamente a bola parada dependência. Um gol numa cobrança de falta e dezenas de faltas e escanteios levantados sobre a área do Joinville. Pior do que a derrota foi ter caído novamente para a sexta colocação, ser ultrapassado pelo Brusque e ficar a cinco pontos do G-4.  

SEGUEM JUNTOS
O jogo mais esperado da penúltima rodada do turno do campeonato catarinense entre os lideres Figueirense e Chapecoense terminou empatado e os dois alcançaram invictos os 18 pontos na classificação. Cada um com cinco vitórias e três empates a diferença que coloca o Figueirense no primeiro lugar é no saldo de gols, cinco contra sete da Chapecoense. O jogo de sábado foi em Chapecó.

TRÊS DERROTADOS NUMA ÚNICA BRIGA
O futebol brasileiro tem momentos de um verdadeiro circo patrocinados pelos dirigentes de clubes que ao invés de zelar por suas instituições ficam mais preocupados em alimentar uma rivalidade exacerbada que beira ao ridículo. O espetáculo da vez é a decisão da Taça Guanabara ser jogada sem público no Maracanã. Os clubes, Fluminense e Vasco da Gama e o próprio consórcio que administra o estádio perdem a chance de ganhar um bom dinheiro.

O ACÔRDO
Lá atrás em 1950 o Vasco foi campeão carioca e ganhou o direito de escolher em qual lado ficaria sua torcida, naquela época os quatro grandes cariocas jogavam todas partidas no Maracanã. A medida foi respeitada até 2013 quando o estádio fechou para reformas em razão da Copa do Mundo. Como o Vasco e o Botafogo já jogavam em São Januário e no Nílton Santos, respectivamente, o consórcio assinou com Flamengo e Fluminense. O rubro-negro se manteve no setor norte enquanto o tricolor oficializou o setor sul.

O MOTIVO DA BRIGA
O Vasco que desde 1950 tinha sua torcida no setor sul quando enfrentava o Fluminense no novo Maracanã respeitava a decisão e a torcida cruzmaltina passava a ocupar o setor norte. A direção do Vasco desta feita bateu o pé e exigiu sua torcida no setor sul. O Fluminense não concordou, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro e o consórcio do Maracanã, ignoraram o contrato, não apoiaram o tricolor que foi à Justiça. Resultado: decisão da Taça Guanabara com portões fechados. Foram abertos com a bola rolando, mas o estrago estava feito.

MEMÓRIA
18/02/2006 – “SEM PERDÃO”

Os torcedores do Criciúma não podem ficar lamentando o fato do time enfrentar a seletiva catarinense hoje denominada Divisão Especial. É natural que o gosto da competição seja amargo, pois afinal de contas há dois anos os adversários eram Flamengo, Palmeiras, Vasco e todos os outros grandes do futebol brasileiro. Ninguém puxou o tapete, não houve virada de mesa, mas por absoluta incompetência o time mergulhou numa crise técnica sem precedentes e num curtíssimo espaço de tempo desabou e agora irá enfrentar vários dos times pequenos do Estado.

João Nassif
Por João Nassif 17/02/2019 - 22:05Atualizado em 18/02/2019 - 06:32

A seleção de Marrocos é a que mais disputou em toda história partidas pelas eliminatórias às Copa do Mundo pela Confederação Africana de Futebol. Desde 1962 a seleção marroquina tem um total de 109 jogos com 51 vitórias, 38 empates e 20 derrotas. Nestes 109 jogos Marrocos marcou 148 gols e sofreu 76.

Seleção de Marrocos-2018

Nas disputas de 1962, Marrocos enfrentou na primeira fase a Tunísia e cada um venceu por 2x1 jogando em casa. Foi necessário um terceiro jogo que foi disputado em Palermo na Itália que terminou empatado em 1x1 e a seleção marroquina venceu nos pênaltis. Como a seleção de Gana foi a vencedora em seu grupo os dois países se enfrentaram para decidir o classificado da Confederação Africana. No primeiro jogo em Accra, capital de Gana empate em 0x0, no segundo também em Palermo, pois o estádio em Casablanca estava interditado, Marrocos venceu por 1x0 e se qualificou para disputar de acordo com o regulamento uma repescagem contra a Espanha.

Marrocos foi derrotado nas duas partidas. Na primeira voltou a jogar em Casablanca e o resultado foi 1x0 para os espanhóis. No jogo da volta em Madri nova vitória da Espanha, desta feita por 3x2 e Marrocos ficou fora do Mundial do Chile.

Marrocos participou se cinco Copas do Mundo. Em 1970, 1994, 1998 e 2018 foi eliminado na primeira fase. Somente no Mundial de 1986 no México é que conseguiu alcançar a segunda fase sendo eliminado pela Alemanha Ocidental que venceu por 1x0.
 

João Nassif
Por João Nassif 16/02/2019 - 11:58

San Marino é um país situado na região dos Apeninos e um enclave totalmente envolvido pela Itália. É um microestado europeu com área de 61 Km2 com a menor população da Comunidade Europeia estimada em 30 mil habitantes.

A Federação de Futebol de San Marino é uma das mais antigas da Europa fundada em 1931, mas somente em 1988 se filiou à FIFA e à UEFA.

Em 1990 participou pela primeira vez de uma competição oficial quando disputou as eliminatórias para a Eurocopa de 1992. A partir daí começou sua participação em eliminatórias para Copas do Mundo e nunca conseguiu se classificar.

San Marino - Aproveitamento de 1,01% em eliminatórias para Copas do Mundo

Nas sete Copas do Mundo que tentou classificação a seleção de San Marino disputou 66 jogos e não venceu nenhum. Conseguiu apenas dois empates, 0x0 contra a Turquia para o Mundial de 1994 e 1x1 contra a Letônia valendo pelas eliminatórias para a Copa de 2002 na Coréia e Japão.

Portanto, sofreu 64 derrotas, marcou apenas 11 gols e sofreu 310. Sua média de gols sofridos é de 4,7 gols/jogo.

A seleção sanmarinense é também chamada de La Serenissima e tem registradas algumas goleadas sofridas ao longo de suas campanhas. 

Na estreia para a Copa de 1994 apanhou da Noruega por 10x0, mesma derrota que sofreu contra a Polônia visando o Mundial de 2010. Outra foi para a Bélgica por 10x1 nas eliminatórias para a Copa de 2002.
 

João Nassif
Por João Nassif 16/02/2019 - 07:59

O Criciúma domingo em Joinville poderá engatar sua terceira vitória consecutiva, depois de derrotar o Metropolitano pelo campeonato estadual e o São Raimundo pela Copa do Brasil. Aos poucos o técnico Doriva vai encontrando a fórmula de jogar que tem favorecido os resultados e mesmo sem maiores opções conseguiu livrar a enorme pressão que havia pelo mau início na temporada.

DESCONTOS
As duas vitórias recentes foram contra adversários menos capazes, um penúltimo colocado no estadual e outro lanterna no campeonato paraense. É irrelevante, pois quando enfrenta adversários mais fragilizados qualquer time de um status maior tem que prevalecer. O Criciúma fez o que deveria ter feito, se impôs e conseguiu os resultados que o colocaram mais próximo do G-4 no estadual e avançou de fase na Copa do Brasil.

ADVERSÁRIO EM QUEDA LIVRE
O Joinville de hoje é uma simples caricatura de um time que dominou por muitos anos o futebol catarinense. Com quedas sucessivas no campeonato brasileiro, hoje está na série D e com ridículas campanhas nos estaduais, nesta temporada vem acumulando fracassos sem conseguir uma única vitória em oito jogos que já realizou. Foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil e no campeonato catarinense vem de seis empates e uma derrota ocupando a oitava colocação na classificação.

TODO CUIDADO É POUCO
Mesmo sem vencer o Joinville está somente a três pontos do Criciúma. São seis contra nove com o Criciúma já tendo conquistado três vitórias. É bom o Criciúma ficar esperto, pois o Joinville no confronto contra os grandes empatou em casa com Avaí e Figueirense e a única derrota foi contra a Chapecoense também em Joinville. 

INJEÇÃO DE RECURSOS
Com a passagem para a segunda fase da Copa do Brasil, quatro catarinenses já aumentaram a receita pelas cotas que a CBF garante aos clubes participantes. A Chapecoense que integra o Grupo 1 nos critérios da entidade já embolsou R$ 2.300 mil, o Avaí no Grupo 2 tem garantidos R$ 1.910 mil e Criciúma e Figueirense no Grupo 3, R$ 1.150 mil. Quem passar para a terceira fase do torneio embolsará mais R$ 1.450 mil, independente do Grupo onde está inserido. Quinta-feira o Criciúma enfrentará em casa o Oeste pela segunda fase. Na primeira o time de Barueri goleou o Fast Clube de Manaus por 6x1. 

PRIMOS POBRES 
Pela eliminação logo na primeira fase, Joinville, Brusque e Tubarão tem direito à apenas R$ 525 mil, por serem integrantes do Grupo 1 nos critérios da CBF.

MEMÓRIA
16/02/2005 – “MESMA ESTRADA”

O torcedor do Criciúma está cada vez mais descrente com o futuro do time. As manifestações que recebo pelo e-mail ou pelos microfones da Som Maior Antena 1 na sua grande maioria são de pessoas que não estão vendo nenhuma atitude da direção para mudar o caminho traçado desde o ano passado que levou o time ao rebaixamento.
 
 

João Nassif
Por João Nassif 15/02/2019 - 12:30

Nas olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro o Brasil conquistou a inédita medalha de ouro no futebol masculino. Era o título que faltava à seleção brasileira, campeã em todas as outras competições que disputou.

Antes do ouro o Brasil já havia chegado por três vezes à final sendo medalha de prata nas três oportunidades.

A primeira foi em Los Angeles, Estados Unidos em 1984 quando foi representado pelo time titular do Internacional de Porto Alegre reforçado de Gilmar Pipoca do Flamengo que foi eleito o melhor jogador do torneio. Foi derrotado pela França por 2x0.

Internacional base da seleção olímpica em Los Angeles

A segunda foi nas Olimpíadas seguintes em 1988 disputada em Seul na Coréia do Sul. Depois de terminar invicta na primeira fase derrotando a Nigéria, Austrália e Iugoslávia a seleção brasileira eliminou a Argentina nas quartas de final, a Alemanha Ocidental nas semifinais e foi para a decisão com a União Soviética. 

Depois de empatar em 1x1 no tempo normal os soviéticos venceram por 1x0 na prorrogação.

A terceira medalha de prata da seleção brasileira em Olimpíadas foi em 2012 em Londres, Inglaterra. Novamente o Brasil terminou invicto a primeira fase vencendo pela ordem o Egito, a Bielorrússia e a Nova Zelândia. 

Nas quartas de final derrotou a seleção de Honduras e nas semifinais a Coréia do Sul, se qualificando para decidir o título com o México.

Nova derrota numa final olímpica. O México venceu por 2x1 no Estádio de Wembley na capital inglesa. 
 

João Nassif
Por João Nassif 15/02/2019 - 07:41

Se vocês não sabem que fiquem sabendo, não gosto de analisar jogo de futebol sem ter visão do campo ou mesmo da televisão. Como cada um tem uma leitura sobre a partida, como não fui lá e como não houve televisionamento vou me limitar ao resultado que já era esperado. A fragilidade do São Raimundo é notória, haja vista que é o lanterna no campeonato paraense e certamente não ofereceria resistência ao Criciúma que confirmou o favoritismo e vai disputar a segunda fase da Copa do Brasil.
OBS: Este comentário foi feito quarta-feira logo após o jogo de Santarém. Por uma dessas situações que a internet propicia, quando enviei o e-mail para a redação este tópico, que abria a coluna, não foi enviado.

VEXAME
Depois de muito tempo sem disputar a Libertadores que já venceu em três oportunidades o São Paulo foi simplesmente engolido pelo Talleres, clube de porte médio do futebol argentino. Agora são três brasileiros eliminados na fase eliminatória do torneio, antes da fase de grupos que o que realmente interessa. Sem futebol e sem alma o tricolor do Morumbi afundou nas garras de Guiñazu, volante com mais de 40 anos, símbolo da raça argentina e que tomou conta do confronto.

PERDEDORES
O São Paulo repete o Corinthians de 2011 eliminado ainda na fase eliminatória pelo Tolima da Colômbia e a Chapecoense que em 2018 foi eliminada pelo Nacional do Uruguai.

CONSEGUIRAM POLEMIZAR
A revista Placar, referência de tantos como eu que acompanham o futebol há mais de meio século em sua última edição largou uma pérola que mexeu com o mundo esportivo. Placar afirmou que Neymar é o maior jogador brasileiro pós-Pelé. O repórter e o editor enlouqueceram e criaram a maior polemica com esta afirmação desastrosa. A dupla jamais poderia publicar tema tão sensível baseado em gostos pessoais, pois são milhões que acompanham o futebol brasileiro e somente uma enquete séria é que poderia escolher o sucessor do Rei.

ENQUETE
O portal UOL resolveu fazer sua pesquisa e foram dadas aos internautas 20 opções. Votei no Ronaldo Fenômeno que está em primeiro lugar com mais de 36% dos votos e entre mais de 41 mil que votaram é o preferido como o maior jogador pós-Pelé. O escolhido pela Placar está em oitavo com 2,72% na preferencia dos votantes. Pelos internautas Neymar está atrás Zico, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Adriano, até do goleiro Marcos e de Rivelino que o sétimo na pesquisa. Quem quiser escolher sua opção a pesquisa ainda está em aberto.

MEMÓRIA
15/02/2010 – “QUE HORA, HEM?”

A contusão do Lucca poderá tirar do time seu maior talento por tempo indeterminado. Se a torção afetou os ligamentos não há previsão de retorno. Estou comentando o que foi dito pelo médico Marcelo Beirão após o primeiro exame no atleta. O próprio médico ainda não podia fazer um diagnóstico definitivo, primeiro porque a dor era intensa e o Lucca chorava copiosamente e segundo porque são necessárias algumas horas para o joelho desinchar e aí se saberá qual o verdadeiro problema. De qualquer forma nos resta torcer para que apenas tenha sido um susto pelo atleta e pelo time que precisa de seu futebol para enfrentar o segundo turno do campeonato.

João Nassif
Por João Nassif 14/02/2019 - 12:59

A primeira edição da Copa do Brasil foi realizada em 1989 e o Criciúma não esteve presente. Avaí campeão e Blumenau vice no campeonato catarinense de 1988 foram os representantes do estado.

O Avaí foi eliminado na primeira fase pelo Vitória da Bahia. No jogo de ida os baianos venceram por 2x0 e mesmo ganhando o jogo da volta na Ressacada por 1x0 o Avaí foi eliminado pelo saldo de gols.

Já o Blumenau conseguiu ultrapassar a primeira fase no confronto contra o Operário do Mato Grosso do Sul. A primeira partida foi em Blumenau e terminou em 1x1, na volta em Campo Grande os catarinenses se classificaram com vitória por 1x0.

Na segunda fase o Blumenau deu azar por cruzar com o Flamengo e deu a lógica. Duas derrotas por 3x1 em Blumenau e no Rio de Janeiro. Foi a única experiencia do time na competição nacional.

O Criciúma fez sua estreia na segunda edição do torneio em 1990 por ter sido campeão estadual no ano anterior. O Joinville, vice-campeão também disputou pela primeira vez a Copa do Brasil. 

E esta segunda edição serviu como preparativo para o Criciúma conquistar o título no ano seguinte. O time foi longe eliminando o Internacional de Porto Alegre na primeira fase, o Coritiba na segunda fase, as oitavas de final, o São Paulo nas quartas e caiu somente na semifinal derrotado pelo Goiás na decisão por pênaltis.
 

João Nassif
Por João Nassif 13/02/2019 - 12:31

O primeiro campeonato gaúcho foi disputado pela primeira vez em 1919 dividido por regiões e jogado por equipes amadoras, o profissionalismo só chegou no Rio Grande do Sul em 1942.

Daí em diante somente o Grêmio e Internacional dividiam os títulos até 1998 quando o Juventude de Caxias do Sul quebrou a hegemonia da dupla Grenal.

Mas, teve um intruso nesta sequencia de tantos títulos da dupla. O Sport Club Renner de Porto Alegre foi campeão em 1954 quando o campeonato ainda era dividido por regiões.

O Renner foi fundado por funcionários da A.J. Renner em 1931 empresa sediada na Zona Norte da capital gaúcha. Seu estádio era o Tiradentes com capacidade para 6 mil torcedores plantado entre as avenidas Sertório e Farrapos.

Festa do campeão defronte ao Estádio Tiradentes

A equipe formada por jogadores encostados no São José, no Internacional e no Grêmio, chamados de “refugos” que não deram muito certo nestes times. Dois jogadores deste time se tornaram personagens do futebol brasileiro. O goleiro Valdir de Moraes e o meia Ênio Andrade. 

O Renner aplicou duas goeladas históricas, ganhando de seis do Grêmio e de quatro do Internacional, terminando invicto a fase Metropolitana do campeonato. 

O título estadual foi decidido num triangular com a participação, além do Renner, do Brasil de Pelotas campeão da Região Litoral Sul e do Ferro Carril de Uruguaiana, campeão da Região Fronteira.

O Renner também venceu o triangular de forma invicta, derrotando o Ferro Carril duas vezes, por 2x1 em Uruguaiana e 1x0 em Porto Alegre. Contra o Brasil o Renner empatou em 1x1 jogando em Pelotas e no jogo final venceu por 3x0 em Porto Alegre.

Renner campeão gaúcho invicto em 1954.
 

João Nassif
Por João Nassif 13/02/2019 - 07:28

Todo ano a cada início de Copa do Brasil lembramos a conquista do Criciúma em 1991. Bons tempos que dificilmente serão repetidos, mas de qualquer forma sempre fica a expectativa de uma participação digna pelo passado vitorioso. Hoje um novo início, desta feita em Santarém no interior do Pará. Pelo desconhecimento do adversário, olhando apenas a campanha no campeonato paraense onde o São Raimundo vai de mal a pior podemos afirmar que o Criciúma tem todas condições de passar de fase ainda mais que o regulamento é favorável, um simples empate basta para a classificação.   

SOLITÁRIO
A revista francesa France Football, uma de maior prestígio no mundo do futebol, trouxe agora em fevereiro um ranking dos maiores clubes do planeta. São vários critérios para este ranking ser apurado, inclusive um critério subjetivo que é a mística das equipes. Somente um brasileiro, o Santos FC aparece na lista dos 30 maiores clubes do mundo. O Santos é o 27º empatado com o Galatasaray da Turquia, Independiente da Argentina e América do México. Pelos critérios os três têm 18 pontos. O primeiro no ranking é o Real Madrid com 184 pontos seguido pelo Barcelona com 177.

PRIMEIRA GRANDE DECISÃO
Hoje um dos times que mais investiu em 2019 no futebol brasileiro terá sua grande prova de fogo. O São Paulo que contratou entre outros o goleiro Tiago Volpi e o atacante Pablo, além de ter repatriado novamente o meia Hernanes foi derrotado no jogo de ida em Córdoba por 2x0 pelo Talleres e hoje precisa vencer por três gols de diferença para avançar na Copa Libertadores. Missão duríssima, nem tanto pelo adversário, mas pelo momento que o time está vivendo na temporada.

ÚNICO VIRGEM
A Venezuela é o único país da América do Sul que não conseguiu disputar uma única Copa do Mundo. Participou pela primeira vez das eliminatórias em 1966 e de lá até agora tentou em todas elas sem alcançar o sonho de disputar uma fase final de um Mundial. Os venezuelanos jogaram 140 partidas valendo pelas eliminatórias com 25 vitórias, 25 empates e 90 derrotas. Marcaram 120 gols e sofreram 314.

POUCAS PRESENÇAS
Dos 10 países que compõe a CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol) os que estiveram menos vezes em Mundiais são o Equador e a Bolívia. Os dois participaram em três das 21 Copas do Mundo que já foram realizadas. Os bolivianos nas três vezes foram eliminados ainda na primeira fase, em 1930, 1950 e 1994. No total fizeram seis jogos com um empate e cinco derrotas, marcaram apenas um gol e sofreram 20. Já o Equador que participou das Copas de 2002, 2006 e 2014, somente em 2006 ultrapassou a primeira fase chegando às oitavas de final. Realizou 10 jogos com quatro vitórias, um empate e cinco derrotas, marcou 10 gols e sofreu 11.

MEMÓRIA
13/02/2006 – “RECOMEÇO”

Já deu para ver que o Criciúma tem um bom time, mas não tem plantel. Este bom time supera a fragilidade dos laterais. Os três ontem foram de fazer chorar. E na Copa do Brasil, temos que rezar para que nenhum titular fique de fora. Com Fabiano, Márcio Alemão, Luciano, Leandro Guerreiro, Athos, Marcelo Rosa, Delmer e Dejair, o Criciúma poderá chegar longe na disputa
 

João Nassif
Por João Nassif 12/02/2019 - 13:30

O campeonato catarinense de futebol foi disputado pela primeira vez em 1924 e teve o Avaí como campeão. Avaí, aliás que reinou soberano na década de 1920.

Avahy campeão em 1924

Nos sete campeonatos disputados durante aquela década o Avaí venceu cinco com um vice-campeonato em 1925 quando o campeão foi o Externato, time do Colégio Catarinense. Outro campeão na década foi o Caxias de Joinville em 1929.

Com o passar dos anos outras equipes conseguiram o título, muitas do interior do Estado como o Lauro Muller, o CIP (Cia. Ind. de Phosphoros) de Itajaí, Ipiranga de São Francisco do Sul, mas Avaí e Figueirense continuaram com a hegemonia estadual.

A partir de 1947 com o título do América de Joinville o eixo das conquistas mudou para o interior. Além do América, o Olímpico de Blumenau, Carlos Renaux de Brusque, Caxias e Operário de Joinville, Hercílio Luz e Ferroviário de Tubarão, Metropol e Comerciário de Criciúma, Marcílio Dias de Itajaí, Internacional de Lages, Perdigão de Videira, todos campeões estaduais.

Somente em 1972 a capital recuperou a hegemonia com Figueirense e Avaí ganhando quatro títulos alternadamente, até que surgiu o Joinville que a partir de 1976 dominou o estado sendo campeão nove vezes em 10 campeonatos.

A partir de 1986 o Criciúma derrubou a hegemonia do Joinville tornando-se a maior força de Santa Catarina. Daí em diante é uma outra história que será contada em breve aqui neste espaço. 
 

João Nassif
Por João Nassif 12/02/2019 - 07:35

O Criciúma vai subindo degrau por degrau na tabela de classificação do campeonato estadual. Antes da rodada passada era o sexto, com os resultados ficou na quinta posição e terá no final de semana a chance de entrar no G-4. Com as vitórias dos lideres Figueirense e Chapecoense e do Avaí, terceiro colocado, os três pontos sobre o Metropolitano fizeram com que o Criciúma ficasse somente a dois pontos do Marcílio Dias que empatou com o Joinville. 

SERÁ?
Na próxima rodada, penúltima do primeiro turno o Criciúma irá a Joinville que ainda não teve uma vitória sequer. Em sete jogos foram seis empates, que somados à derrota no Ceará pela Copa do Brasil deixam o antigo dono de Santa Catarina numa situação de risco em se tratando de rebaixamento. É jogo para o Criciúma mostrar que a vitória sobre o Metropolitano não foi somente pela fragilidade do adversário e que o trabalho está evoluindo para colocar o time na zona de classificação para as semifinais. 

SE VENCER QUALIFICA?
Neste meio tempo entre jogos do campeonato estadual o Criciúma começará amanha sua caminhada em mais uma Copa do Brasil. Pode se classificar com um simples empate, mas convenhamos o adversário, São Raimundo de Santarém-PA é o lanterna de seu grupo no estadual paraense, conquistou apenas um ponto em quatro jogos, portanto sua fase não é boa. O Criciúma pode se aproveitar de mais um frágil adversário, pular para a segunda fase e aumentar sua cota de participação. Quem sabe com mais alguma grana o presidente possa investir e dar mais qualidade ao time. 

FUTURO INCERTO
O fiasco da seleção brasileira sub-20 no campeonato sul-americano disputado no Chile mostra a forma como a CBF trata suas categorias de base. O descaso é tamanho que a cúpula da seleção principal não deu a mínima para a sub-20, tanto que nenhum membro da comissão técnica foi ao Chile acompanhar a garotada. Preferiram ficar observando o tratamento do Neymar que fraturou o pé pela segunda vez e acompanhando de perto os mesmos jogadores de convocações anteriores que certamente serão novamente chamados. Por isso faz tempo que a seleção não ganha nada importante e pelo desleixo com a base deverá ficar mais tempo batendo palmas para os europeus que a mais de uma década domina o futebol mundial.

FORA DO MUNDIAL
Só para registrar, no sul-americano sub-20 a seleção brasileira ficou em 5º lugar no hexagonal final com apenas cinco pontos e à frente somente a Venezuela que ficou com quatro. Equador, Argentina, Uruguai e Colômbia são os classificados para o Mundial da categoria.

MEMÓRIA
12/02/2003

Como já está institucionalizado no futebol brasileiro, escalação do time só minutos antes do jogo. O técnico Abel Ribeiro colocou várias hipóteses um pouco antes da viagem para Florianópolis. E fica a especulação, será com três zagueiros, dois volantes, um ou dois atacantes? Prefiro ficar na expectativa, pois estarei na Ressacada e penso que o treinador sempre irá optar pelo melhor, pois conhece os jogadores, sabe o potencial de cada um e quem é que poderá se enquadrar melhor no seu sistema de jogo. Se escalar os melhores, se tiver que alterar e proceder com inteligência, o Criciúma pela qualidade de plantel que tem estará próximo da primeira vitória fora de casa no catarinense.


 

João Nassif
Por João Nassif 11/02/2019 - 13:43

A primeira Taça Brasil, embrião da atual Copa do Brasil foi disputada em 1959 e o EC Bahia foi o primeiro campeão.

Para conquistar o título o tricolor baiano disputou 14 jogos obtendo nove vitórias, dois empates e foi derrotado em apenas três oportunidades. Seu ataque marcou 25 gols e sua defesa sofreu 18.

 

Na primeira fase o Bahia superou o CSA de Alagoas com duas vitórias, 5x0 em Maceió e 2x0 em Salvador.

Venceu a decisão do Grupo Nordeste depois de empatar com o Ceará em 0x0 jogando em Fortaleza e 2x2 em Salvador. No terceiro jogo, também em casa o Bahia venceu por 2x1.

Vencedor do Grupo Nordeste o Bahia foi para a decisão da Zona Norte contra o Sport Recife. Primeiro jogo vitória dos baianos em Salvador por 3x2. No segundo o Sport venceu de goleada, 6x0. No terceiro jogo disputado também em Recife o Bahia conseguiu a vitória por 2x0.

Nas semifinais o Bahia enfrentou o Vasco da Gama, campeão do Estado da Guanabara. Venceu em São Januário por 1x0, perdeu em Salvador por 2x1 e no jogo desempate venceu novamente em Salvador por 1x0.

Finalmente a decisão do torneio contra o melhor time brasileiro naqueles tempos, o Santos de Pelé & Cia. O primeiro jogo foi na Vila Belmiro e o Bahia surpreendeu vencendo por 3x2. No jogo da volta deu a lógica, Santos 2x0 em Salvador.  

Baianos com a Taça Brasil

A partida decisiva foi jogada no Maracanã no dia 29 de março de 1960 e o Bahia conquistou o título da primeira Taça Brasil da história vencendo o poderoso Santos por 3x1. 
 

João Nassif
Por João Nassif 11/02/2019 - 07:28

Não foi a vitória dos sonhos do presidente Jaime Dal Farra que queria uma goleada de 4x0, mas o importante foi vencer e estancar uma crise que poderia trazer danos irreparáveis na campanha do Criciúma na temporada. Era primordial derrotar um adversário dos piores no campeonato e ficar próximo da zona de classificação. A vitória alivia a pressão pelos maus resultados e deixa o time mais confiante para jogar em Santarém na quarta-feira abrindo a participação na Copa do Brasil.

BARBADA
Em momento algum o Criciúma foi molestado pelo Metropolitano que além de penúltimo colocado tem o pior ataque do campeonato. Sem vitória e com apenas dois gols marcados em sete jogos o time agora treinado por Abel Ribeiro é forte candidato ao rebaixamento. Sem ataque e com uma defesa horrorosa dificilmente irá se sustentar na primeira divisão.

BENDITA BOLA PARADA 
O filme vai se repetindo, sem maiores arroubos de investimento o Criciúma tem sobrevivido das bolas paradas. Foi assim na série B do ano passado com o técnico Mazola Júnior e Doriva que não é bobo nem nada repete a receita. Ontem um gol de falta e outro num cruzamento de escanteio, o estreante Platero subiu sozinho para marcar seu gol. Dos cinco que o time fez até agora, três foram produtos da bola parada. 

DESCASO IMPUNE
As tragédias se repetem por absoluta falta de respeito que muitas pessoas têm pelo ser humano. O descaso alcança proporções que fogem ao entendimento e vidas humanas são simples números que valem somente para estatísticas. E os poderosos, canalhas por natureza se escoram em um judiciário que protela punições da mesma intensidade das tragédias, gerando a impunidade que é bem explorada por bons advogados. Este é o nosso Brasil!

MÍDIA COMPANHEIRA
Tenho acompanhado no twitter alguns repórteres e comentaristas que após a tragédia no Ninho do Urubu se apressaram em eximir, num primeiro momento, o clube de qualquer responsabilidade até que sejam apuradas as circunstancias do incêndio que vitimou os 10 garotos da base do Flamengo. Tudo bem, tudo tem que ser apurado, mas fosse um clube de pequeno porte que trancafiasse seus atletas num container com a porta de saída trancada, certamente o enfoque seria outro.  

CONVERSINHA MOLE
Sempre nas tragédias os responsáveis vêm à público declarar solidariedade às vítimas e proclamar que tudo tem que ser bem apurado. Com o presidente do Flamengo não foi diferente, diferente foi o CEO do clube, Reinaldo Belotti, afirmar eu as instalações eram consideradas confortáveis rebatendo a afirmação do Corpo de Bombeiros de que os containers eram um “puxadinho”. Mesmo sendo um clube do tamanho do Flamengo tudo tem que ser bem apurado e os responsáveis punidos exemplarmente. 

MEMÓRIA
11/02/2010 – “NORDESTÃO”

Fazia tempo que eu não comentava um jogo em situação tão difícil como ontem em Imbituba. Estava com o Joel num palanque estreito e que balançou o tempo todo em razão da ventania. Dava a impressão de estarmos num bote em alto mar. Depois de dois jogos sob intenso calor no HH, enfrentar o vento em Imbituba foi como sair de um inferno e entrar em outro. São situações que somente o rádio proporciona.

João Nassif
Por João Nassif 10/02/2019 - 08:28

Continuando a falar sobre o tênis, hoje aqui no Almanaque da Bola vou destacar os Grand Slam que são os torneios mais importante do esporte tanto em termos de pontos no ranking mundial, como nos valores em dinheiro e principalmente na atenção do público.

Em cada temporada são quatro torneios chamados em Grand Slam, o Australia Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open que são disputados nesta ordem. O primeiro e o último são jogados em quadras duras, de concreto, asfalto ou acrílico, Roland Garros é jogado no saibro e Wimbledon na grama.

O maior vencedor entre os homens no Australia Open é o sérvio Novak Djokovic com sete títulos e entre as mulheres a inglesa Margaret Court venceu 11 vezes o torneio ainda na era amadora dos Grand Slam.

Margaret Court

Quem mais venceu em Roland Garros foi o espanhol Rafael Nadal com 11 títulos e entre as mulheres a maior vencedora foi a norte-americana Chris Evert com sete conquistas.  

Em Wimbledon o maior vencedor é o suíço Roger Federer que venceu na grama em oito oportunidades. Martina Navratilova com nove títulos é a maior vencedora entre as mulheres nas quadras de Wimbledon.

Finalmente no US Open, tivemos vários tenistas norte-americanos vencendo o torneio na era amadora. Na era moderna os maiores vencedores entre os homens são também dois norte-americanos Jimmy Connors, Peter Sampras e o suíço Roger Federer com cinco títulos cada um. 

Na era moderna as norte-americanas Chris Evert e Serena Williams são as maiores vencedoras com seis títulos.
 

João Nassif
Por João Nassif 09/02/2019 - 11:52

A propósito da edição nº 49 estar sendo disputada em Criciúma vou destacar no Almanaque da Bola de hoje o Banana Bowl que é um torneio de tênis da série juvenil da ITF (International Tennis Federation) e da Confederação Sul-Americana de Tênis.

Foi criado em 1968, durante o congresso do campeonato sul-americano em Caracas, na Venezuela. O nome Banana foi sugerido por Alcides Procópio, então presidente da Federação Paulista de Tênis, que gostaria de criar uma versão tropical do Orange Bowl. "Já que copiamos tudo dos Estados Unidos e eles têm o Orange Bowl, então nós teremos o Banana Bowl", disse Procópio em 1998, ao lembrar da criação do evento.

Ganhadores do torneio em Criciúma-2018-categoria 18 anos

No início o nome soava estranho, mas já apareciam participantes e, em 1970, saiu o primeiro torneio oficial. No começo apenas jogavam sul-americanos mas, em 1976, apareciam os primeiros mexicanos e estadunidenses. Como o peso da competição ganhava força, vários tenistas que fariam sucesso começaram a participar, casos de John McEnroe, Ivan Lendl, Gabriela Sabatini e Gustavo Kuerten.

Até 2007 o torneio contava com pontuação Grade A n o ranking mundial juvenil e desde então passou a ser Grade 1, a segunda maior pontuação da ITF. Foi criado em São Paulo e não tem sede fixa e já passou por várias cidades entre elas as catarinenses Florianópolis, Blumenau, Gaspar, Itajaí e Criciúma que recebe o torneio pelo terceiro ano consecutivo. 

Desde sua primeira edição em 1969 o Banana Bowl não foi disputado apenas em 1993 devido a problemas financeiros da Confederação Brasileira de Tênis. 
 

João Nassif
Por João Nassif 09/02/2019 - 07:52Atualizado em 09/02/2019 - 07:52

O poeta disse que vivemos num país tropical, abençoado por DEUS e bonito por natureza. Alguém afirmou que DEUS depois de abençoar o Brasil, para equilibrar colocou por aqui uma das piores espécies do ser humano. Ambos têm razão, o poeta e esse alguém. Se DEUS nos abençoou e nos livrou de catástrofes que assolam povos dos quatro quadrantes da Terra como terremotos, tsunamis e afins, por aqui de tempos em tempos somos abalados por tragédias que são obras exclusivas de pessoas sem o mínimo de escrúpulos quando se trata de zelar pelas vidas alheias.

FIZERAM A TRINCA
Somente este ano que está praticamente começando três catástrofes abalaram o país por causas mais diversas, mas que poderiam ser evitadas houvesse um mínimo de cuidado por parte dos responsáveis. Brumadinho, Rio de Janeiro e por último o CT do Flamengo, tragédias que ceifaram centenas de vidas.

JÁ TE VI
Em Brumadinho a corrupção e o descaso são a marca da forma como funciona a relação empresa/poder público. Propinas, falta de fiscalização e o empurrar com a barriga são marcas desta relação espúria onde agentes públicos são cooptados para garantir os lucros exorbitantes de empresas que não dão a mínima para prevenir catástrofes que pela segunda vez chocou o mundo. Lembram-se de Mariana?

DE ESTACIONAMENTO À ARMADILHA
No Ninho do Urubu, pelas informações de um garoto que sentiu na pele o perigo, o fogo começou no ar condicionado de um dos quartos do alojamento e rapidamente se espalhou pela ala dormitório do Centro de Treinamentos. A informação é que não havia o exigido laudo do Corpo de Bombeiros e mesmo assim a obra foi concluída e habitada. O local era para ser um estacionamento. Os dirigentes do Flamengo que lamentam a tragédia terão que ser responsabilizados por não respeitarem a lei.

GOVERNADORES NA CADEIA
O dilúvio que caiu sobre o Rio de Janeiro é pura obra do incontrolável. Agora tantas vítimas que habitam em zona de risco são produtos de um crescimento desenfreado, de construções que não obedecem às normas de segurança pela falta de fiscalização do poder público. O Estado fecha os olhos e permite que a cidade vá crescendo por onde a população entende e o risco de catástrofes é iminente, mesmo com o imponderável.  

FALA MUITO!!!
Ah! E hoje tem Criciúma. Estou curioso para saber se Abel Ribeiro, novo técnico do Metropolitano irá usar na preleção os arroubos do presidente do Criciúma na última quarta-feira.

MEMÓRIA
09/02/2009 – “DESVIO DE FOCO”

Enquanto o time do Criciúma vai fazendo esta boa campanha no estadual, algumas pratas da casa viraram alvo de especulações sobre possíveis negociações. Jogadores como Lima e Mateus passam por excelente momento, são titulares absolutos e é normal que o assunto negociação seja constante nos noticiários. O clube está administrando a situação com ponderação, pois sabe melhor que todos o que representa revelar jogadores que pela força da lei não garante o vínculo por muito tempo. Quase sempre jogador revelado na base quando sobe vem com salário pequeno e por consequência a multa não é grande. Quando o clube se dá conta que o contrato do atleta está chegando ao final tenta um reajuste para aumentar a multa rescisória. Só que o jogador, orientado pelo procurador não aceita e aguarda o final do contrato para ficar livre.

Tags: DEUS

João Nassif
Por João Nassif 08/02/2019 - 12:02

A Recopa Sul-Americana, cujo nome oficial é CONMEBOL RECOPA foi disputada pela primeira vez em 1989 entre o campeão da Copa Libertadores da América e o campeão da Supercopa dos Campeões da Libertadores por serem os dois torneios mais antigos da América do Sul.

Com o término da Supercopa dos Campeões em 1998 a Recopa neste formato foi encerrada. Voltou a ser disputada em 2003 entre o campeão da Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana.

A primeira edição em 1989 foi vencida pelo Nacional do Uruguai, campeão da Libertadores de 1988 que derrotou o Racing da Argentina, campeão da Supercopa também de 1988.

No primeiro formato três brasileiros conquistaram a Recopa. O São Paulo foi bicampeão em 1993/1994, o Grêmio em 1996 e o Cruzeiro em 1998.

No formato atual o maior brasileiro vencedor da Recopa é o Internacional campeão em 2007 e 2011. Santos, Corinthians, Atlético Mineiro e Grêmio venceram uma edição cada um.

Grêmio campeão da Recopa em 2018

Juntando as duas formas em que a Recopa Sul-Americana foi disputada o maior vencedor é o Boca Juniors campeão em 1990, 2005/2006 e 2008.
 

João Nassif
Por João Nassif 08/02/2019 - 07:59

Meu time é muito bom, vamos golear no próximo jogo, no mínimo quatro gols e se ficar no meio a zero nem precisa dar os três pontos. E tem mais, com este time maravilhoso vamos ficar entre os quatro no catarinense, alcançar no mínimo a quarta fase da Copa do Brasil e o acesso para a série “A” será uma barbada. Pode ser no bar do Zeca ou no bar do Vá que um torcedor fanático do Criciúma roubou a cena e chamou atenção de todos que estavam presentes. 

A VERDADE
A preleção do presidente Jaime Dal Farra ao plantel do Criciúma na tarde de quarta-feira foi totalmente fora de propósito. Que o dirigente cobre do grupo de jogadores pelos maus resultados é totalmente compreensível, agora os termos em que a cobrança foi feita é que entendo fora do tom. Que o Criciúma vencer qualquer jogo é obrigação ainda mais no Heriberto Hülse, agora dizer que tem potencial para golear é outra história. Exigir classificação também faz parte, mas dizer que não existe a mínima chance de ficar fora do G-4 tem grande distância. E todo o resto que a matéria de A TRIBUNA de ontem publicou escancara o lado torcedor e o pouco equilíbrio de quem teria que ter a postura de um dirigente.

JUSTIFICATIVA
O fato de expor publicamente uma cobrança que normalmente é feita no vestiário serve como desculpa pelo mau planejamento e falta de investimento na qualificação do time. Ficou claro que o presidente culpou os jogadores pelos maus resultados no campeonato. Sempre procuro preservar o profissional, se não tem a capacidade que se supõe o jogador é o menos culpado por uma má campanha. Foi trazido por alguém com poder no clube e este alguém é que tem que ser cobrado com veemência. Vir à público mostrar indignação é uma forma de justificar a incompetência.

JEC AGONIZANTE
Impressiona de forma negativa a queda vertiginosa do Joinville, outrora o todo poderoso do futebol catarinense. Depois de quedas sucessivas no campeonato brasileiro, da elite em 2015 até a série D que jogará este ano e pelo que vem mostrando dificilmente irá se sustentar na menor divisão do futebol brasileiro. Parece um caminho sem volta. A fase é tão feia que o Joinville conseguiu ser eliminado pelo Atlético Cearense na primeira fase da Copa do Brasil. O time ainda não venceu um joguinho sequer na atual temporada.

AS COTAS SALVAM
A CBF aumentou num pequeno percentual as cotas para a Copa do Brasil de 2019. Todos os 80 clubes que participam da primeira fase têm garantido R$ 525 mil. Os 40 que disputarão a segunda fase receberão mais R$ 625 mil. Exemplo, o Atlético Cearense que eliminou o Joinville já garantiu uma receita de R$ 1.150 milhão. Não fosse a cota, o time da capital Fortaleza teria um enorme prejuízo. O público contra o JEC foi de 253 torcedores e a renda de R$ 522,00. 


MEMÓRIA
08/02/2008 – “PROGRAMAÇÃO DUPLA”

O próximo jogo do Criciúma será em Brusque e está marcado para domingo às 18h10min para atender as emissoras de televisão. O pay-per-view está com grande adesão na cidade e por isso a TV tem preferência na definição dos horários dos jogos do campeonato catarinense, principalmente os que envolvem o Criciúma. Por isso sugiro que no próximo domingo às três da tarde, aqueles que tiverem televisão por assinatura que não deixem de assistir à final da Copa das Nações Africanas que está sendo jogada em Gana.
 

João Nassif
Por João Nassif 07/02/2019 - 12:37

Saindo da frequência de ser disputada de quatro em quatro anos, a Copa América foi disputada em 2016 em comemoração ao centenário do torneio tendo os Estados Unidos como país anfitrião.

No início apenas algumas seleções da América do Sul participavam do torneio que teve como vencedoras as seleções da Argentina, Uruguai e Brasil. Somente em 1939 é que houve um vencedor fora deste trio, o Peru venceu quando sediou o torneio.

Com o correr dos anos às seleções sul-americanas foram incorporadas outras que não pertencem à CONMEBOL e hoje quem disputa são as 10 do continente mais duas convidadas de outras Confederações.

Na Copa América do Centenário por ser um torneio comemorativo, além das sul-americanas foram seis seleções convidadas, todas da CONCACAF: Estados Unidos, Costa Rica, Haiti, Jamaica, México e Panamá.

As 16 seleções foram divididas em quatro grupos com a classificação das duas primeiras de cada grupo para as quartas de final. Daí em diante, semifinais e final Além da decisão do terceiro lugar.

A seleção brasileira foi eliminada na primeira fase com apenas a vitória sobre o Haiti por 7x1, o empate em 0x0 com o Equador e a derrota por 1x0 para o Peru.

Na decisão do terceiro lugar a Colômbia derrotou os Estados Unidos por 1x0 e na final o Chile se tornou campeão. Empatou com a Argentina em 0x0 no tempo regulamentar e na prorrogação e venceu nos pênaltis por 4x2.
 

João Nassif
Por João Nassif 07/02/2019 - 11:10

Thiago Ávila *

3º SEBASTIAN VETTEL

Se você me disser que Vettel não passa de um piloto mediano que ganhou quatro títulos com carro bom, vou ter que te dizer que não sabe de nada sobre Seb. Primeiro que em 2009, em seu ano de estreia na Red Bull, já venceu fácil seu companheiro Mark Webber, e ainda ficou na frente de Barrichello, que durante metade da temporada, tinha um carro superior ao do alemão. Depois que em 2010, fazendo uma temporada cheio de erros e bobagens de principiante, teve uma reação fantástica na reta final e levou o caneco quando menos se esperava. E me desculpe, mas não existe piloto ruim que, mesmo com carro bom, vence NOVE corridas consecutivas, como ocorreu em 2013. Vettel pode não ter ganho nada ainda com a Ferrari, mas botou a equipe de volta na briga pelo título, e, apesar de toda pressão sobre ele, ainda é um dos principais nomes para conquistar o penta em 2019.

2º LEWIS HAMILTON

Nada tenho a dizer sobre o Seu Hamilton. É fantástico. Faz voltas perfeitas como Prost, é magnífico como Senna, destrói todos os seus rivais como Schumacher. Mas tem um porém: teve um hiato incomodador entre 2009 e 2013. Tudo bem, o carro não era lá grandes coisas, mas ficar um tempo longe de disputar o título fez ele perder um pouco a confiança. Hamilton é melhor que Vettel, mas não consegue bater de frente com um nome dessa lista...

1º FERNANDO ALONSO

Esse é um gênio das pistas, um cara tão perfeito que faz uma carroça brigar por pódio. Não ganhou nenhum título nesse período, não por incompetência, mas por nunca ter a máquina certa à disposição. Entre 2010 e 2013 foi o principal rival de Vettel, conseguiu três vice-campeonatos e botou Felipe Massa para comer poeira o tempo todo. Em 2014 fez, talvez, sua melhor temporada na carreira, com uma Ferrari ridiculamente ruim, chegando em sexto no campeonato e tendo destaque na excelente corrida da Hungria, onde vinha liderando até três voltas do fim. Por fim, se transferiu a McLaren, no projeto com a Honda, e fez milagre colocando o terrível carro na décima posição. Continuando seus milagres, fez 50 pontos este ano e enfim encerrou sua carreira com apenas dois títulos.

* Estudante de jornalismo da PUCRS

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