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João Nassif
Por João Nassif 28/01/2019 - 12:01

Thiago Ávila *

Voltamos para o último final de semana de janeiro com mais uma etapa da Formula-E, a principal categoria de carros elétricos, a que mais cresce no mundo e, talvez, a mais competitiva, já que praticamente todos os carros tem condições bem parelhas para disputar uma vitória.

Dessa vez chegamos a Santiago, no Chile. Um dos traçados mais complicados de se guiar, com duas curvas muito fechadas “à lá Canadá” e uma chicane, nas curvas 9 e 10, tão estreita que não passa mais de um carro. Nos treinos livres, muita gente acertou o muro, mas já na classificação, zero acidentes.

Depois de mais de um ano, o brasileiro Lucas Di Grassi voltou a fazer uma pole position, seguido de Buemi, Pascal Wehrlein – fazendo a segunda corrida na categoria – Daniel Abt e Sam Bird, fechando o top-5. Já os líderes do campeonato e grandes favoritos ao título, Jean-Éric Vergne, António Félix da Costa e Jerome d’Ambrosio, mal chegaram aos dez primeiros.

Horas antes da corrida começar, a FIA informou que Lucas havia perdido a pole position por infringir uma regra nova ainda na primeira parte do treino. De acordo com o regulamento, o piloto, em sua volta aos boxes, deve usar o sistema de recuperação de energia da mesma proporção que em suas voltas rápidas. “Uma regra estúpida”, segundo o brasileiro, que foi obrigado a largar em último.

Na largada, Bird passa Abt e fica atrás apenas de Wehrlein e Buemi. Por incrível que pareça, os carros alinhados conseguem passar ileso pela chicane, um piloto com um pouco menos experiente – ou um Pastor Maldonado – já teria acertado o muro e feito uma fila de vítimas. Na terceira volta, Wehrlein sai um pouco do traçado e pega o modo ataque – que dá um pouco mais de potência ao carro – e acaba perdendo posição para Bird.

A corrida é marcada também por diversos acidentes, envolvendo principalmente pilotos mais “tiozões” na categoria, como Vergne, Di Grassi e Félix da Costa, o que trouxe diversas vezes a bandeira amarela em toda a pista. Na frente Buemi liderava, com Bird e Wehrlein colados atrás. Há quinze minutos do fim, após conseguir passar pela chicane, o suíço encontra o muro, perde o bico e a proteção das rodas. A volta às vitórias desde 2017 do piloto da Nissan vai por água abaixo.

Sem Buemi, sobrara apenas o “passarinho” e Pascal Wehrlein. E logo depois que a relargada é liberada o alemão da Mahindra pega o modo ataque e parte para cima do inglês. Faltando três minutos para o fim a diferença dos dois é quase nula. Ao final do modo ataque, o trem de força da Audi falou mais alto e mesmo com menos bateria que o adversário, Sam Bird levou a vitória.

Com 43 pontos, o inglês pula para a liderança do campeonato, dois pontos na frente de d’Ambrosio, que é seguido por Félix da Costa, Vergne e Robin Frinjs, empatados com 28. Na classificação das equipes, a Virgin, equipe de Bird, assume a ponta com 72 pontos, seguido da Mahindra com 59 e a Techeetah com 47. A Formula-E volta dia 16 de fevereiro na Cidade do México.

* Estudante de jornalismo da PUC-RS


 

João Nassif
Por João Nassif 28/01/2019 - 07:50Atualizado em 28/01/2019 - 12:25

Mais transpiração e menos inspiração, foi o que se viu ontem no Heriberto Hülse no jogo em que o Criciúma penou para derrotar o lanterna Tubarão que em quatro jogos conquistou apenas um misero pontinho. O Criciúma ainda não esqueceu a receita do Mazola Júnior e novamente ficou levantando bolas na área e mais uma vez sem qualquer aproveitamento. Quando cruzou por baixo surgiu o gol da vitória. O repertorio terá que ser incrementado para evitar tanto sofrimento, principalmente nos jogos dentro de casa.

MANTENDO POSIÇÃO
O campeonato ainda está muito equilibrado, são apenas quatro rodadas e os times ainda estão na busca do ajuste definitivo para as 14 rodadas que ainda faltam para terminar a fase de classificação. O Criciúma mantém a quarta posição e terá no meio de semana outro jogo em casa e poderá subir uma posição desde que o Avaí não vença o Marcílio Dias em Itajaí. Como venho afirmando o importante é não ficar para trás na tabela e aos poucos o Doriva ir colocando os reforços e acertando seu esquema no formato ideal para conseguir ao final brigar pelo título.

QUEM SEGURA?
O Figueirense, atual campeão catarinense está fazendo um início de campeonato espetacular com quatro vitórias sendo o único time com 100% de aproveitamento. Já derrotou dois dos sempre favoritos ao título, Criciúma fora de casa e ontem o Avaí no Scarpelli, mostrando autoridade e o trabalho competente do técnico Hemerson Maria. Está recheado de garotos da base e tem reforços que ainda não adquiriram condições de jogo. Segue forte na busca do bicampeonato.

SIMPLES ASSIM
Empatar na estreia contra o Joinville, mesmo jogando em casa, conquistar outro empate em Tubarão com o Hercílio Luz que faz boa campanha neste início de campeonato e ser derrotado pelo Figueirense jogando no Augusto Bauer foi o suficiente para que o técnico Paulo Baier fosse demitido do comando do Brusque. Se olharmos apenas a campanha veremos que não foi de toda mal, o time tecnicamente é limitado, mas a ânsia por resultados faz com que os dirigentes optem pelo mais fácil. Pena que ainda no início de nova carreira Paulo Baier, campeão da série C com o Próspera seja vítima do futebol de resultados que impera no futebol brasileiro.

FILIAL
Tudo indica que o Fluminense irá se tornar nesta temporada um “puxadinho” do Criciúma. É força de expressão, mas por lá já estão o lateral Marlon e o volante Douglas Moreira, além do zagueiro Matheus Ferraz, importantíssimo na campanha do acesso em 2012. O próximo que deverá se encaminhar para as Laranjeiras é o zagueiro Nino par completar o setor defensivo do time treinado pelo Fernando Diniz. Tem torcedor do Fluminense aqui em Criciúma preocupado com o futuro do time na temporada.  

MEMÓRIA
28/01/2008 – “PREDOMÍNIO DA JUVENTUDE”

Mateus, Uendel, Jean Coral e agora o Jael e o Patrick representam o futuro e fazem do presente a base para este começo fulminante no campeonato catarinense. Claro que a segurança do Zé Carlos, a experiência dos zagueiros, a combatividade do volante Basílio e qualidade do atacante Beto são o suporte ideal para que os garotos possam desenvolver todo seu potencial. E o Leandro Machado trabalha bem a garotada.

João Nassif
Por João Nassif 28/01/2019 - 05:40

Dr. Luiz Carlos Custódio Fontana *

Não são raras as notícias de pessoas que sofreram desde lesões osteomusculares até morte súbita ao praticarem exercícios sem avaliação e orientações adequadas. Estas situações trazem à tona a importância do auxílio de um médico especializado. 

Para alertar a população com relação a necessidade por um médico do esporte antes de inserir o exercício físico em sua rotina, foi criada a campanha do Janeiro Dourado - Porque sua vida vale Ouro. O mês para a conscientização da saúde do esportista.

O objetivo da campanha é promover o conhecimento e divulgar informação sobre os benefícios alcancados com hábitos mais saudáveis, além de esclarecer sobre o papel da Medicina Esportiva e do Médico do Esporte na rotina do praticante de atividade física.

Foi escolhido o mês de Janeiro porque é o mês em que a população em geral inicia o ano com a promessa de cuidar melhor da saúde e inserir a prática de exercício físico à sua rotina. O Dourado arremete à medalha de ouro nos esportes. Não buscamos medalhistas de ouro, mas pessoas que valorizem a própria vida, pois ela vale mais que ouro.
 

* Médico do Esporte
luizcarlosfontana@hotmail.com 
@luizcarlosfontana

 

João Nassif
Por João Nassif 27/01/2019 - 22:15

A Copa Roca foi instituída em 1914 para que as seleções brasileira e argentina pudessem se enfrentar amistosamente. No dia 27 de setembro as duas seleções se enfrentaram em Buenos Aires no Estádio do Gymnasia y Esgrima com vitória brasileira por 1x0.

Este jogo marcou o início de uma rivalidade que existe até hoje e os confrontos atuais são denominados Superclássico das Américas.

Seleção brasileira vencedora da 1ª Copa Roca

A Copa Roca levou este nome em homenagem ao presidente da Argentina em 1914, Júlio Argentino Roca. A Copa Roca foi disputada até 1976.

Depois de 35 anos o torneio foi ressuscitado com o nome de Superclássico das Américas ou Troféu Dr. Nicolás Leoz, então presidente da CONMEBOL, a Confederação Sul-Americana de Futebol.  

Na última Copa Roca em 1976 a seleção brasileira levou vantagem depois de dois jogos, vencendo o primeiro no Monumental de Nuñez em Buenos Aires por 2x1 e o segundo no Maracanã por 2x0.

O primeiro Superclássico das Américas disputado em 2011 também foi vencido pela seleção brasileira que empatou por 0x0 em Córdoba e derrotou os argentinos por 2x0 em Belém do Pará. 
 

João Nassif
Por João Nassif 26/01/2019 - 11:04

Antes da primeira edição oficial da Copa Libertadores, realizada em 1960, a CONMEBOL organizou um campeonato experimental sul-americano de clubes em 1948.

Para definir qual seria o representante brasileiro neste torneio piloto a CBD escolheu o Vasco da Gama, campeão carioca de 1947 em razão da Seleção Carioca ter sido campeã do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1946.

Então em 1960 a Confederação Sul-Americana de Futebol iniciou a Copa Libertadores e o Bahia foi o primeiro representante brasileiro no torneio. O time baiano havia vencido a Taça Brasil de 1959.

Somente na edição de 1970 o Brasil não teve representante na Copa Libertadores. 

O motivo alegado pela CBD foi sua discordância com o regulamento que previa datas conflitantes com a preparação da seleção brasileira para o Mundial do México. Até que a CBD tentou, mas como a CONMEBOL não alterou a tabela de jogos o Brasil ficou sem disputar a Copa Libertadores de 1970.

Hoje são oito clubes brasileiros que disputarão o torneio em 2019. Três clubes detém o recorde de participações na Libertadores. Grêmio, Palmeiras e São Paulo já estiveram presentes em 19 edições do torneio.

Grêmio, Santos e São Paulo com três títulos cada um são os brasileiros que mais vezes venceram a Copa Libertadores.
 

João Nassif
Por João Nassif 26/01/2019 - 08:05

Com a saída do patrocínio da Caixa Econômica Federal o Criciúma tenta repor a perda de R$ 1,8 milhão/ano com o loteamento em vários espaços de sua camisa oficial. Entre várias empresas da região que já fecharam a parceria ou estão com negociações em andamento haverá esta possibilidade. Conseguindo uns cinco ou seis patrocinadores possivelmente o valor pagado pela Caixa poderá ser recuperado. Enquanto isso não acontece a empresa do presidente que estampa a marca na frente da camisa continuará bancando o que falta para cobrir o orçamento anual.  

SEM SUSTOS
Até que se mostre diferente estou convicto que o Criciúma fará um campeonato estadual completamente diferente da temporada passada. Se até quase o final correu riscos de rebaixamento em 2018, este ano mesmo com uma pontuação baixa depois de três rodadas o que tenho visto indica que o time pode evoluir e alcançar no mínimo a quarta posição na última rodada que lhe dará direito de disputar a semifinal.  

LUZ AMARELA
Acendeu o alerta no Tubarão em razão do mau início de campeonato. Sem vitórias nas três primeiras rodadas, inclusive a derrota contra o Marcílio Dias em casa que colocou o time na lanterna, mesma situação de 2018 quando perdeu os três primeiros jogos. No campeonato do ano passado o Tubarão teve uma reação fulminante e terminou em terceiro na classificação geral. A reação começou na quarta rodada quando coincidentemente enfrentou o Criciúma e venceu por 3x0. Só que desta vez o jogo será no Heriberto Hülse e a possibilidade do Tubarão vencer é bem menor.

GESTÃO
Desde o início de 2018 o futebol do Tubarão é administrado por uma empresa que tem como objetivo principal colocar o time na série B do campeonato brasileiro em 2025. O desempenho do time no primeiro ano foi espetacular, além do terceiro lugar no campeonato estadual, chegou à segunda fase da Copa do Brasil sendo eliminado num jogo histórico contra o então Atlético Paranaense e avançou até a terceira fase da série D do brasileiro. A gestão é firme, resta saber se terá como repetir a temporada de estreia. 
   
BARBADA
O sorteio dos grupos da Copa América até pareceu que foi direcionado para que a seleção brasileira não corresse nenhum risco na primeira fase. Os jogos contra Bolívia, Venezuela e Peru servirão apenas como testes para encarar a partir das quartas de final adversários mais exigentes. 

TABELA
Apenas um dos cinco jogos da 4ª rodada colocará frente a frente times do G-4, o clássico Figueirense e Avaí. Outro jogo interessante será em Joinville, o time da casa que ainda não venceu, apenas empatou seus três jogos e está em terceiro irá enfrentar a Chapecoense. São como que confrontos diretos ainda no princípio do campeonato, por isso o Criciúma fica na obrigação de vencer em casa para não deixar o pelotão da frente abrir grande vantagem na classificação. 

MEMÓRIA
26/01/2005 – “FOCO”

Ainda não está esclarecida a questão Douglas/futebol turco. Faz mais de um mês que a negociação foi anunciada e até agora nada. As alegações vão desde o desencontro financeiro até o excesso de jogadores não comunitários no time turco. O certo é que a cabeça do jogador deve estar embaralhada e por isso o técnico não o confirma como titular. Saulo, seu substituto tem bom ritmo, mas pela esquerda entorta um pouco. Melhor acertarem logo a vida do Douglas.
 

João Nassif
Por João Nassif 25/01/2019 - 17:30

As cinco primeiras Copas do Mundo não possuíam um regulamento fixo, a FIFA juntamente com as delegações participantes decidia às vésperas do torneio como seria o regulamento. 

Isto devido a muitas ausências, algumas seleções confirmavam presença depois de passar pelas eliminatórias e não possuíam recursos para viajar. Outras se ausentavam por questões políticas e assim não havia como programar as competições num formato único.

A partir de 1958 definiu-se um modelo que foi seguido nas Copas seguintes. Participavam da fase final da Copa 16 seleções que eram divididas em quatro grupos de quatro. 

Os dois primeiros se classificavam para as quartas de final e no sistema mata-mata apurava-se o campeão. Este sistema permaneceu até 1970 com o Brasil vencendo três das quatro Copas disputadas.

Em 1974, na Copa da Alemanha, continuavam 16 seleções divididas em quatro grupos de quatro, só que ao invés de jogos eliminatórios entre as classificadas foram formados dois grupos de quatro com o campeão de cada grupo disputando a final. Este formato foi repetido na Copa da Argentina em 1978.

Com o aumento do número de seleções o regulamento do Mundial foi sendo modificado a partir de 1982. De lá até agora a FIFA foi adaptando o regulamento para conseguir realizar o torneio num espaço de 30 dias, tempo máximo para sua realização. 
 

João Nassif
Por João Nassif 25/01/2019 - 11:43Atualizado em 25/01/2019 - 12:12

Luiz Carlos Custódio Fontana * 

As pessoas começam a fumar sem reconhecer seus efeitos prejudiciais e geralmente inicia-se durante a adolescência. Em geral 3 razões explicam por que os jovens começam a fumar:

1) Pressão exercida pelos companheiros;
2) Desejo de parecer “adulto”;
3) Oposição contra a autoridade.

A fumaça do tabaco possui mais de 1200 substâncias químicas tóxicas. Poucos segundos após a inalação, a nicotina afeta o sistema nervoso central, agindo simultaneamente como tranquilizante e estimulante (provoca substancial dependência fisiológica e psicológica). A dependência fisiológica da nicotina é 6 a 8 vezes mais viciante do que o álcool etílico. A dependência psicológica instala-se durante um tempo maior e está associada a atividades calmantes e agradáveis, tais como beber café, álcool...

Existem poucas pesquisas relacionando o tabagismo com o desempenho de exercícios. Fumantes crônicos tendem a apresentar estilos de vida mais sedentários e ter níveis de aptidão físicas menores. Não se sabe o motivo, mas o fumo aumenta a dependência dos carboidratos para geração de energia. Também apresentam menor função pulmonar dinâmica, podendo se manifestar como doença pulmonar obstrutiva crônica.

Em adolescentes o uso crônico obstrui as vias respiratórias e diminui o desenvolvimento da função pulmonar normal. Crianças que fumam apresentam taxas mais elevadas de asma e sibilância, e diminuição na capacidade funcional pulmonar. As mulheres que se exercitam e pararam de fumar alcançaram melhoras ainda maiores em sua aptidão física do que aquelas que treinaram de modo semelhante, porém não pararam de fumar.

O tabagismo representa a maior causa isolada de morte em âmbito mundial e os usuários vivem uma média de 18 anos menos que os não fumantes, com cada cigarro fumado encurtando a vida em 7 minutos.

Se você precisa de ajuda para parar de fumar, procure seu médico do esporte. 

* Médico do Esporte
luizcarlosfontana@hotmail.com
@luizcarlosfontana

 

Tags: Tabagismo

João Nassif
Por João Nassif 25/01/2019 - 07:26Atualizado em 25/01/2019 - 12:12

Não gostei das declarações pós jogo do técnico Doriva. Imputar à arbitragem outra derrota do Criciúma é tentativa de desviar o foco. Colocar também no gramado o resultado negativo também não é o melhor caminho. Na questão arbitragem o gol anulado do Marcinho Júnior, por impedimento, ninguém pode afirmar que houve erro do assistente. O jogo foi transmitido pelo Globoesporte.com que não tem a câmera do impedimento o que dificulta uma melhor avaliação do lance, mesmo que o Doriva tenha informações que o gol foi legal. Com relação ao gramado, ficou ruim para os dois times e a Chapecoense depois da paralização de quase uma hora voltou mais ligada, fez o gol e dominou o jogo até o final.

A MELHOR LEITURA
Doriva foi bem melhor na entrevista quando exaltou a pegada da Chapecoense no retorno depois da chuva. O time voltou mais ligado e mesmo com poucos torcedores, pois a maioria tinha mais o que fazer, mostrou capacidade de reação depois de ter sido dominada no primeiro tempo. Doriva também destacou o mau posicionamento defensivo no gol do adversário, mas entendo que esta é uma situação normal de jogo, ainda mais num time que ainda busca o melhor preparo físico e entrosamento. É por aí e não justificando a derrota pela arbitragem ou gramado.

REVOADA
A movimentação do mercado do futebol quando abrem as janelas de transferências internacionais faz com que o Brasil seja o maior exportador de mão ou pé de obra como queiram. Todos os anos centenas de jogadores são negociados para países da Europa e Ásia e um pouco também para a África. Muitos retornam depois de algum tempo ou por deficiência técnica ou por falta de adaptação, enfim o jogador brasileiro é o maior alvo da cobiça dos clubes estrangeiros.

GRANA PRETA
Tenho notado o retorno de alguns atletas muito bons tecnicamente que vão lá fora, fazem um belo pé de meia e muitas vezes ainda com contrato em vigência forçam a barra para serem repatriados. Tem muito a ver com a família que não se ajusta aos costumes locais e insiste no retorno. Outras vezes os próprios empresários que levaram trabalham pela volta para faturar os percentuais acertados nas negociações, assim a roda fica sempre em movimento envolvendo dólares e euros que muitas vezes atingem cifras astronômicas. 

VAMOS PEDALAR?
Será domingo dia 26 às 16:00hs, no Balneário Rincão, o maior Passeio Ciclístico das Praias do Sul. A Cruz Vermelha e Equipe Multi-Institucional convidam as famílias e os amigos a participar! Mais uma vez aplausos ao Almir Fernandes por coordenar esta iniciativa.

MEMÓRIA
25/01/2010 – “PELA HORA DA MORTE”

O Criciúma tem este ano o pior início de campeonato catarinense de sua história. Desde 1978, ano em que surgiu o Criciúma, sucessor do Comerciário, são 33 campeonatos catarinenses disputados e em nenhum deles o Criciúma perdeu as três primeiras partidas da competição. Muitos afirmam que é o pior time da história, confesso que não acompanhei todos os campeonatos, nas duas vezes em que vim trabalhar na cidade pude presenciar com este de agora 14 estaduais e posso dizer que realmente é um dos piores destes anos todos.


 

João Nassif
Por João Nassif 24/01/2019 - 11:50

Anteriormente à criação da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, houve diversas competições entre clubes de futebol consideradas por muitos como "títulos mundiais de clubes". Foram considerados assim, por exemplo por boa parte dos clubes, torcedores e imprensa.

A FIFA, em seu site, se referiu ao Troféu Sir Thomas Lipton como a primeira tentativa de organizar uma Copa do Mundo de Clubes e à Copa Rio Internacional de 1951 — competição organizado pela CBD com o auxílio de dirigentes da FIFA — como o primeiro torneio de dimensão mundial, global ou intercontinental de clubes, e outorgando o status de campeão mundial ao vencedor desta competição em 2014.

Campeão da Copa Rio-1951

m outubro de 2017, a FIFA também outorgou o status de campeão mundial aos vencedores da Copa Intercontinental — torneio organizado de 1960 até 1979 por meio de uma parceria entre CONMEBOL e UEFA e a partir de 1980 pela Associação de Futebol do Japão, sendo também renomeada nesta época para Copa Toyota — a pedido do presidente da CONMEBOL, Alejandro Dominguez. 

No entanto, a entidade não promoveu a unificação desses torneios com a sua atual competição. 

A Copa do Mundo de Clubes da FIFA é disputada anualmente desde 2000 com a participação dos clubes campeões de todas as seis Confederações continentais além do vencedor do campeonato nacional do país sede. 
 

João Nassif
Por João Nassif 24/01/2019 - 07:35Atualizado em 25/01/2019 - 12:12

Com a tempestade que caiu em Chapecó e a paralizacao do jogo por quase uma hora ficou evidente que a suspensão temporária tirou o embalo do Criciúma que havia feito um bom primeiro tempo. Teve gol anulado que pelo ângulo precário das câmeras de transmissão não deu para avaliar, mas o conjunto da obra foi bom mostrando que o time vai adquirindo gradativamente uma forma de jogar que permite pensar em terminar a fase de classificação na zona das semifinais.

DRENAGEM DE PRIMEIRO MUNDO
Mesmo que a partida tivesse que ser paralisada em função do volume de água que desabou na cidade, o gramado da Arena Condá suportou com eficiência o quase dilúvio e após o arrefecimento da tromba d’água o jogo teve sua sequencia quase normal. Só o Criciúma sentiu a paralizacao.  

“ESPANHOLIZAÇÃO”
Num passado recente a distância na distribuição das cotas de televisão dava a Flamengo e Corinthians um valor imensamente superior em relação aos demais clubes do futebol brasileiro. Temia-se que a dupla poderia ser comparada a Real Madrid e Barcelona que dominam as receitas da Liga Espanhola, daí o termo “espanholização”. Depois da implosão do Clube dos 13 os clubes passaram a negociar individualmente com a Rede Globo e os dois clubes de maior torcida saíram beneficiados.

INTRUSO NA BRIGA 
Num curto espaço de tempo surgiu uma nova força que derrubou o domínio financeiro de Flamengo e Corinthians. O Palmeiras conseguiu um patrocínio acima do próprio mercado e a parceria com a Crefisa e a Faculdades FAM assumiu a liderança no faturamento e em quatro anos já conquistou três títulos nacionais. E a cada ano a receita via patrocínio aumenta e ontem foi assinada a renovação de contrato com os parceiros que pode render R$ 410 milhões até 2021.

RIVAIS 
Se no início a “espanholização” era em função das cotas de televisão, com o Palmeiras no jogo e que não depende da TV Globo pela força de seu patrocínio, o Flamengo é quem atuou de forma agressiva nesta pré-temporada para montar um time que vai competir forte em 2019. Os recursos do Flamengo vieram da venda de duas revelações para o futebol europeu. Com as outras forças do futebol brasileiro correndo atrás, Palmeiras e Flamengo agora são os que mais se aproximam da dupla que domina o futebol espanhol. 

TORNEIRA FECHADA
Agora é definitivo, Pedro Guimarães presidente da Caixa Econômica Federal afirmou que o banco não irá mais bancar times de futebol. Os últimos patrocínios vencem em março e não serão renovados. É um desfalque muito grande em vários clubes e o Criciúma é um deles.

MEMÓRIA
24/01/2005 – “DONO DO JOGO”
 
Quem roubou a cena foi o garoto Eder. Jogou meio tempo, fez dois gols e levou pânico à defesa do Sindicato. Levou tanta botinada que dois jogadores adversários foram expulsos. Vai confirmando tudo o que já se falou de seu futebol e está deixando de ser promessa, mostrando a cada dia um futebol de gente grande. O Barbieri falou no final que não irá precipitar sua entrada em definitivo no time. Dará ao jogador um tempo para recuperação do desgaste sofrido, pois o Eder quase não teve descanso nos últimos meses. 

João Nassif
Por João Nassif 23/01/2019 - 15:45Atualizado em 25/01/2019 - 12:12

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães acabou com a especulaçao e afirmou que o banco nao irá mais patrocinar clubes de futebol.

Por mais que se discute o banco estatal brigando no mercado com instituições privadas, no meu entendimento banco oficial deve usar sua verba de marketing em outros segmentos como já vem fazendo como, por exemplo, no atletismo. Pode financiar outras atividades esportivas e sociais que aí estará cumprindo seu papel e não investindo em entidades privadas que têm o lucro como alvo principal.

João Nassif
Por João Nassif 23/01/2019 - 12:27

As seleções da Europa abriram grande vantagem sobre as seleções da América do Sul nas conquistas do Mundiais de Futebol.

Já foram realizadas 21 Copas do Mundo e os europeus venceram 12 contra nove dos sul-americanos. 

A UEFA, Confederação europeia tem 55 filiados e apenas quatro deles já foram campeões do mundo: Alemanha e Itália quatro vezes, França duas e Inglaterra e Espanha uma vez cada.

A CONMEBOL, Confederação Sul-Americana possui apenas 10 filiados e três deles já conquista Mundiais: Brasil cinco vezes, Uruguai e Argentina duas vezes cada um.

Somente duas seleções entre todas que participaram das 21 Copas do Mundo foram vencedoras em dois torneios consecutivos, a Itália em 1934 e 1938 e o Brasil em 1958 e 1962.

Entre todas as vencedoras de Copas do Mundo, seis conquistaram o torneio jogando como anfitriã. O Uruguai em 1930 no primeiro Mundial da história, a Itália no segundo em 1934.

Somente depois de 32 anos uma seleção ganhou o título jogando em casa, foi a Inglaterra em 1966.

Seguindo, a Alemanha Ocidental foi campeã em 1974, Argentina em 1978 e finalmente a França em 1998 foram as últimas campeãs mundiais jogando em seus territórios.

Certamente na próxima Copa do Mundo que será disputada em 2022 no Qatar não veremos os donos da casa levantarem o troféu.
 

Tags: CONMEBOL Qatar

João Nassif
Por João Nassif 23/01/2019 - 07:35Atualizado em 25/01/2019 - 12:12

Na primeira partida jogando em casa o Criciúma foi senhor absoluto das ações e perdeu pelo imponderável do futebol. Foi apenas uma chance criada pelo Figueirense que resultou no gol da vitória. Em Itajaí contra o Marcílio Dias num jogo mais equilibrado soube superar a pressão e buscar no final o gol da vitória. Dois jogos e duas situações diferentes. São experiencias que dão ao técnico Doriva elementos importantes para ir ajustando aos poucos o time em seus conceitos e com mais alguns jogos buscar a formatação e o entrosamento definitivos.

SEM PRESSÃO
Claro que do ponto de vista da história o Criciúma em qualquer circunstância sempre teve a obrigação de vencer pelo campeonato catarinense, independentemente de onde irá jogar. Nos dias atuais esta obrigação perdeu força, os adversários cresceram a ponto de igualar ou mesmo superar a força do Tigre e além de tornar os jogos mais equilibrados ainda vêm obtendo vantagem em qualquer local de disputa. Por isso o Criciúma não tem a obrigação de vencer o jogo de hoje em Chapecó. Aliviado de uma pressão mais forte pela vitória em Itajaí enfrentará um adversário, este sim, com a necessidade da vitória por ser o maior candidato a conquista do título.

RECEITAS
A Chapecoense tem sido a maior favorita para vencer os últimos campeonatos estaduais. Um dos motivos, além da gestão firme e profissional que tem norteado seu planejamento é o clube catarinense a mais tempo na série A do futebol brasileiro e por isso tem a maior receita entre todos seus adversários. Agora em 2019 irá disputar pela sexta vez o Campeonato Brasileiro e a cada ano sua receita aumenta pela sequencia de participações. Chegou a três finais nos últimos três campeonatos catarinenses, foi bicampeã em 2016, 2017 e vice em 2018 derrotada pelo Figueirense.

CALENDÁRIO
Com um roteiro apertado em virtude de um calendário que não permite aos clubes uma pré-temporada mais consistente e com o campeonato catarinense tendo antecipado seu início pela alteração do regulamento, a primeira folga na tabela será no dia 06 de fevereiro, quarta-feira, que marca os primeiros jogos pela Copa do Brasil-2019. Até lá os times terão jogados cinco partidas em 18 dias. Pode parecer tranquilo, mas se olharmos pelo pouco tempo de preparação, pelas viagens que causam desgastes, os atletas podem sofrer riscos de lesões e o próprio time não ter a intensidade exigida no futebol de alto rendimento que é praticado nos dias de hoje.

ROTEIRO DO TIGRE
Até a estreia na Copa do Brasil dia 13 de fevereiro o Criciúma irá disputar sete jogos pelo campeonato estadual. Já jogou na quinta-feira passada, dia 17 contra o Figueirense, foi à Itajaí dia 20, jogará hoje, dia 23 em Chapecó. Na volta para casa enfrentará o Tubarão domingo, dia 27 e o Brusque dia 30. Depois no dia 03 irá até a Ressacada e no dia 10 receberá o Metropolitano. 

MEMÓRIA
23/01/2003 – “DESTAQUES”

Num jogo complicado onde o Criciúma quase não criou situações de ataque, o gol veio num rebote de uma cobrança de falta. O Avaí, fechado, nos contra-ataques do primeiro tempo só não marcou pois Fabiano mais uma vez esteve impecável. Cleber Gaúcho, o melhor de todos, de novo foi o santo protetor do setor defensivo. A criação ficou comprometida pela forte marcação do Avai, que começou num 3-5-2 bem definido e o ataque não foi servido. Mais um destaque, o zagueiro Luciano.
 

João Nassif
Por João Nassif 22/01/2019 - 12:31

Depois dos Campeonatos Mundiais terem sido realizados em todos os continentes, faltava um país africano ser sede do torneio. A FIFA havia deliberado que haveria um rodizio entre as Confederações para realização do evento e em maio de 2004 em Zurique, Suíça a África do Sul com 14 votos foi escolhida para sediar a XIX Copa do Mundo da história. 

Seus adversários foram o Marrocos que recebeu 10 votos e o Egito que não recebeu nenhum. Líbia e Tunísia que pleiteavam fazer a Copa em com junto haviam se retirado da disputa dias antes.

A África do Sul construiu para o torneio cinco novos estádios, sendo que pela primeira vez o país teve estádios construídos especialmente para o futebol, até então sob o governo do apartheid os estádios eram construídos exclusivamente para o rúgbi e o críquete.

Estádio Moses Mahbida em Durban

Em meados de 2008 especulou-se a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras para o Mundial e a sede ser trocada. 

Cogitou-se levar o Mundial para a Alemanha que possuía a infraestrutura pronta por ter sido sede do Mundial anterior e falou-se também na Espanha e Austrália. 

Mesmo com a greve em 2009 dos operários da construção dos estádios, aeroportos, rodovias e ferrovias do país, tudo ficou pronto até o início da competição.

A cerimônia de abertura do Mundial foi realizada no dia 10 de junho no Soccer City na cidade de Johanesburgo, província de Soweto com a presença de mais de 90 mil pessoas no estádio e de milhões que acompanharam a festa pela transmissão de TV em todo o planeta. 

A música tema da abertura foi “Waka Waka” (Esto és África em espanhol e Time for África em inglês), interpretada pela cantora colombiana Shakira.
 

João Nassif
Por João Nassif 22/01/2019 - 08:03Atualizado em 25/01/2019 - 12:13

Depois de dois jogos foi detectada a maior carência do plantel do Criciúma. O Doriva sabe, o Nei Pandolfo sabe, eu e toda torcida também sabemos, até o presidente Jaime Dal Farra que se entender o mínimo de futebol também deve saber.  O Criciúma não tem um atacante de área que sabe transformar em gols as chances criadas. Onde encontrar este jogador? O mercado certamente oferece ou já ofereceu as opções que por força do teto salarial definido pelo clube não foram contratados. Cito apenas dois: Lucão, velho conhecido e Rafael Grampola que está empilhando gols nos últimos tempos.

SOMENTE APOSTAS 
Com grana curta resta ao Criciúma optar por trazer jogadores com idade baixa de alguns principais clubes do país. Traz para dar vitrine fazendo um trabalho que os grandes não podem fazer por excesso de contingente. Colocam eventuais talentos para ganhar experiencia e ficam na expectativa futuramente fazer bons negócios. O Criciúma funciona como barriga de aluguel torcendo pelas migalhas que poderá ganhar se o processo funcionar. Enquanto isso há um menosprezo da própria base do clube que há muito não tem conseguido colocar uma atacante de área no time principal.

ESTADUAL COM G-4
Estamos acostumados com o campeonato brasileiro das séries “A” e “B” em que os primeiros colocados se classificam para as mais diversas competições. Temos na série “A” o G-6 que classifica para a Libertadores, tem o G-12 que dá classificação para a Sul-Americana, na série “B” o G-4 significa a glória de disputar a série “A” no ano seguinte e tem também o demoníaco Z-4 que significa rebaixamento. Este ano em Santa Catarina os times do campeonato da primeira divisão irão na busca do G-4.

REGULAMENTO ALTERADO 
A Federação Catarinense conseguiu uma data a mais no calendário definido pela CBF e incluiu no regulamento a disputa de semifinais. Por isso os quatro primeiros colocados na classificação geral continuam na disputa e dois a dois irão disputar o direito de jogar a final. Assim, iremos acompanhar rodada a rodada a posição dos times até a rodada 18, última da fase de classificação.

RODADA 2
Apenas um time conseguiu manter 100% de aproveitamento depois de dois jogos. O Figueirense que havia vencido o Criciúma fora de casa na estreia com vitória sobre o Tubarão na segunda rodada ficou isolado na liderança com seis pontos ganhos. O Avaí é o segundo com quatro pontos, mesma pontuação da Chapecoense, ambos com uma vitória e um empate. A vantagem do Avaí é no saldo de gols. O Criciúma terminou a rodada na quarta colocação, quer dizer, no G-4 com três pontos.

MEMÓRIA
22/01/2010 – “CORRIDA PARA FORA”

A reação dos torcedores durante o jogo da quarta-feira ajudou a precipitar o processo da renúncia, ninguém se conforma com este time que carece de qualidade e não dá sinais de poder encontrar um caminho melhor durante o campeonato. Por isso as palavras de ordem contra o presidente que deve ter finalmente entendido que seu tempo estava esgotado. Em contrapartida o Cascão não entendeu que devia uma palavra aos torcedores, pois junto com o presidente do Conselho convocou a coletiva e antes de qualquer manifestação perante a imprensa saiu às pressas do estádio para redigir a carta da renúncia. Representou uma fuga.
P.S. – O jogo foi Criciúma 1x3 Hermann Aichinger
 

João Nassif
Por João Nassif 21/01/2019 - 11:58

Quase todas as culturas do mundo possuem alguma referência ao futebol. Chineses, japoneses, italianos, gregos antigos, persas, vikings e muitos outros povos já jogavam algum tipo de jogo de bola em tempos muitos distantes. 

Os chineses, por exemplo, já tinham um jogo parecido há 3.000 anos atrás. 

Na Grécia antiga e em Roma, os jogos de bola eram utilizados para preparar soldados para a guerra. 

Já na América do Sul e na América Central existiu um jogo chamado "Tlatchi" semelhante ao futebol. 

Futebol do século XIX

Porém, foi na Inglaterra que o futebol realmente começou a tomar forma. Tudo começou em 1863, quando duas associações de jogos de bola (futebol association e futebol tipo rugby) se separaram, porque os partidários do "rugby" não aceitavam um jogo em que era proibido segurar a bola com as mãos. 

E isso acabou dando origem à The English Football Association, primeira associação inglesa de futebol.

Apenas 8 anos depois, a EFA já contava com 50 clubes membros. A primeira competição mundial (a FA Cup) aconteceu no mesmo ano. 

Antes de se ouvir sobre o futebol na Europa, já aconteciam partidas internacionais na Grã-Bretanha. A primeira delas foi em 1872, entre Inglaterra e Escócia.

Depois da Associação Inglesa de Futebol, vieram: a Associação Escocesa (1873), a Associação de Gales (1875) e a Irlandesa (1880). Devido à influência britânica na época, o futebol começou a se espalhar por outros países. 

A Confederação Brasileira de Futebol surgiu em 1919.
 

João Nassif
Por João Nassif 21/01/2019 - 07:52Atualizado em 25/01/2019 - 12:13

Nada no futebol é definitivo. Depois da derrota em casa na estreia muitos torceram o nariz, lembraram dos fracassos dos últimos anos e preocupados fizeram a previsão de outra campanha sofrível no campeonato estadual. A vitória em Itajaí, se não devolve de vez a confiança pela fragilidade do Marcílio Dias, pelo menos diminui a pressão para o jogo em Chapecó na próxima quarta-feira. É somente o segundo jogo e continuou com a opinião que haverá crescimento com este grupo e se houver investimentos o Criciúma certamente brigará pelo título até o final.

DEFICIÊNCIAS
Claro que ainda falta um atacante mais efetivo, aquele que pode ser chamado de matador, claro que é peça rara no mercado, mas hoje o Criciúma tem pelo menos dois captadores. Nei Pandolfo que está aí a mais tempo e Ricardo Rocha. São eles os responsáveis para acertar o plantel.
 
RESPEITO ACIMA DE TUDO
Quem acompanha o futebol inglês nota com absoluta clareza a diferença entre os jogos de lá com os que são disputados no futebol brasileiro. Outro dia abordei aqui o comportamento dos torcedores que respeitam seus limites, caso contrário são unidos e afastados dos estádios. O respeito dos atletas para com os árbitros, não se reclama das marcações, pois todos entendem que não há reversão das decisões tomadas. Não se simulam lesões para fazer o tempo passar. Enfim, são alguns componentes que fazem a diferença e que não são observados por aqui.

INTENSIDADE TOTAL
Time pequeno na Inglaterra é diferente do pequeno brasileiro. É normal vermos jogadores de ótimo nível jogando em equipes que apenas lutam contra o rebaixamento. Estas equipes quando enfrentam os grandes não ficam especulando na defesa atrás de uma única bola. Jogam para frente buscando igualdade técnica que quase nunca é possível, mas não fogem do jogo jogado e às vezes se tornam zebras.

JUSTIÇA FINANCEIRA
A Premier League, equivalente à série A do Campeonato Brasileiro permite que os pequenos invistam em qualidade pela divisão das receitas do campeonato, principalmente as cotas de televisão. O Campeonato Inglês é vendido para centenas de países e o dinheiro tem uma divisão justa entre os 20 integrantes da Premier League. Metade da receita é dividida igualmente entre os clubes, os outros 50% são distribuídos proporcionalmente pela colocação na competição. O campeão recebe mais que o 20º colocado que mesmo rebaixado tem sua cota preservada. Por isso é o campeonato com a maior visibilidade do planeta.

MEMÓRIA
21/01/2009 – “DA ÁGUA PARA O VINHO”

A queda para a série C foi um duro golpe na região, mas pelas modificações processadas em relação ao último ano reacenderam-se as esperanças de uma guinada completa no planejamento do futebol do clube. Finalmente o Criciúma tem uma direção de futebol atuante, com o Rampinelli e o Lesbon sempre ao lado dos atletas, seja no dia a dia ou nas viagens. O trabalho de vestiário que ficou acéfalo durante muito tempo finalmente apareceu o que remete para uma unidade maior do plantel, enfim tudo o que pessoas competentes fazem quando se infiltram no futebol.

João Nassif
Por João Nassif 20/01/2019 - 10:41

A partir de 1945 com o final da Segunda Guerra Mundial, quase todos países da Europa, Ásia e África envolvidos no conflito recomeçaram a organizar o futebol visando a IV Copa do Mundo que a FIFA decidiu trazer ao Brasil.

Poucos europeus ainda conseguiram disputar as eliminatórias, nenhum africano e somente quatro da Ásia. Birmânia, Indonésia e Filipinas desistiram da disputa da vaga e a Índia conseguiu classificação, mas foi impedida pela FIFA, pois seus jogadores atuavam descalços. 

Da Europa vieram quatro seleções: Iugoslávia, Suíça, Espanha, Inglaterra, Suécia e Itália. A única que não disputou as eliminatórias europeias foi a Itália que veio a convite da FIFA pelo fato de a Federação Italiana ter guardado a Taça Jules Rimet durante a Segunda Guerra.

Aliás, a Itália foi o único país do Eixo convidado pela entidade. Alemanha e Japão não puderam participar das eliminatórias.

A lenda diz que para a Taça não cair em mãos nazistas o presidente da Federação Italiana, Ottorino Barassi, guardou o troféu debaixo da cama numa caixa de sapatos. 

Tempos depois o jornal italiano “La Stampa” publicou que Barassi não foi tão descuidado, ele deixou a Taça por seis anos escondida no Vaticano.
 

João Nassif
Por João Nassif 19/01/2019 - 11:55

A Colômbia apresentou na Copa do Mundo de 1994 disputada nos Estados Unidos sua melhor seleção de todos os tempos. Com craques como Valderrama, Rincón, Asprilla, entre outros, foi ao Mundial na quase certeza de avançar até perto das fases finais.

Conseguiu nas eliminatórias sul-americanas uma classificação invicta num grupo com Argentina, Paraguai e Peru. Aplicou uma goleada história sobre a Argentina por 5x0 em plena Buenos Aires no Estádio Monumental de Nuñez.

No grupo 1 da Copa teve como adversários na primeira fase os próprios Estados Unidos, a Romênia e também a Suíça. Foi eliminada ainda na fase inicial em último lugar em seu grupo perdendo na estreia para a Romênia por 3x1, depois para os donos da casa por 2x1 e só conseguiu uma vitória por 2x0 contra a Suíça na última partida que disputou.

Gol contra de Andrés Escobar

Aquele timaço da Colômbia ficou marcado não pela eliminação, mas pelo assassinato do zagueiro Andrés Escobar semanas após o Mundial. Escobar marcou um gol contra os americanos, gol que decidiu a derrota colombiana e sua eliminação. 

Muito se falou que a responsabilidade pelo assassinato do jogador havia sido do narcotráfico. Naquela época chefes do tráfico como Pablo Escobar chegaram a controlar times de futebol.

O zagueiro foi assassinado pelo gol contra, mas não a mando do narcotráfico. A policia atribuiu os disparos à máfia das apostas.
 

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