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CORONAVÍRUS - Saiba mais aqui
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
João Nassif
Por João Nassif 12/07/2020 - 22:26

Thiago Ávila *

A Formula 1 retornou ao circuito de Spielberg este final de semana (na verdade, nem saiu de lá) para a segunda etapa da temporada. Novamente uma corrida muito movimentada, mas um resultado final já esperado.

Primeiro, falando do treino classificatório, uma loteria. Chuva intensa, os carros melhoravam suas voltas a cada segundo que passava. Com isso até George Russell, com uma Williams, conseguiu ir ao Q2. A equipe britânica não ia a segunda sessão de classificação desde 2018. Max Verstappen, o mestre da chuva, era o favorito a pole, mas encontrou um inspirado hexacampeão voando. Lewis Hamilton foi 1,2 segundos mais rápido que o holandês, uma distância absurda para os padrões da F1.

Lewis Hamilton na linha de chagada

E na corrida, um domínio absoluto do inglês, praticamente de ponta a ponta, Verstappen nem chegou a ameaçar o reinado de Lewis. Para ficar ainda melhor a festa da Mercedes, Valtteri Bottas ainda conseguiu ultrapassar o holandês há cinco voltas do fim.

Mas a prova movimentada ficou por conta da disputa pela quarta colocação. Albon, Pérez, Ricciardo, Stroll, Sainz e Norris. Seis carros muito próximos brigando pelo ‘melhor do resto’. As disputas começaram com Pérez em nono, que conseguiu ultrapassar Sainz depois do espanhol ter saído mal dos boxes. Depois ainda teve um bom duelo com Lance Stroll e conseguiu a quinta posição de Daniel Ricciardo. O mexicano ainda fez, por três vezes consecutivas, a volta mais rápida e colou na traseira de Alex Albon.

Nesse tempo, Stroll e Ricciardo iniciaram uma nova disputa pela sexta posição, e Lando Norris passava Carlos Sainz. Na penúltima volta, Pérez e Albon se enroscam, e o bico do mexicano quebra. Norris faz ultrapassagem dupla em Stroll e Ricciardo e o canadense ganha a posição do australiano. O britânico da McLaren ainda consegue tempo para ultrapassar Pérez e garantir o quinto lugar. Pérez, Stroll e Ricciardo ainda cruzam a linha de chegada praticamente juntos, mas sem nenhuma mudança de posições.

O fantástico quinto lugar de Norris, que largou de 9º, colocou o piloto da McLaren em terceiro no campeonato, com 26 pontos, apenas atrás dos dois gigantes da Mercedes: Bottas com 43 e Hamilton com 37.

* Jornalista

João Nassif
Por João Nassif 12/07/2020 - 08:56

Conforme vimos no Almanaque da Bola de ontem está se discutindo até hoje o campeão brasileiro de 1987. Depois de toda confusão e o rompimento entre o Clube dos Treze e a CBF, acabou resultando um campeonato mais enxuto com apenas 24 clubes em 1988 e pela primeira vez foi obedecido o sistema verdadeiro com acesso e descenso.

O sistema de pontuação foi alterado em caráter experimental. Cada partida passou a valer três pontos. Em caso de vitória no tempo normal o time vencedor ficava com os três pontos e o perdedor com zero. Em caso de empate cada equipe ficava com um ponto e o terceiro ponto era disputado em cobranças de pênaltis.

Final -Bahia x Internacional

Essa pontuação valia somente na primeira fase, nas demais prevalecia a pontuação tradicional que à época era de dois pontos ao vencedor e em caso de empate um ponto para cada equipe.

Na primeira fase os 24 clubes foram divididos em dois grupos. No primeiro turno (12 rodadas) os clubes de um grupo enfrentaram os clubes do outro. No segundo turno (11 rodadas) os clubes se enfrentaram dentro do próprio grupo. Classificaram-se para a fase seguinte os dois primeiros colocados de cada grupo em cada um dos turnos. Os quatro últimos colocados na classificação geral foram rebaixados à série B de 1989.

Os classificados do primeiro turno foram Fluminense, Internacional, Vasco da Gama e Grêmio. Sport, Flamengo, Cruzeiro e Bahia se classificaram pelo segundo turno. Bangu, Santa Cruz, Criciúma e América do Rio de Janeiro foram os times rebaixados.

Os oito classificados foram agrupados na segunda fase para a disputa das quartas de final, os vencedores passaram às semifinais até que Bahia e Internacional sobraram para a decisão do título.

O campeonato terminou somente em 1989, no dia 15 de fevereiro os finalistas se enfrentaram na Fonte Nova em Salvador com vitória do Bahia por 2x1. No jogo da volta no Beira Rio terminou empatado em 0x0, assim o Bahia se tornou campeão do campeonato brasileiro de 1988, também conhecido como II Copa União.


 

João Nassif
Por João Nassif 11/07/2020 - 19:30

Precisou a intervenção da Superintendência de Vigilância em Saúde Estadual para que a Federação Catarinense suspendesse a rodada de amanhã pelas quartas de final do campeonato.

omo afirmei diversas vezes a retomada era prematura e certamente teríamos confirmação de profissionais infectados colocando em risco todos envolvidos num jogo de futebol. Mas, queriam porque queriam a volta do campeonato e Federação  e SC Clubes de tanto insistir conseguiram fazer os jogos de ida das quartas de final e somente uma medida superior fez com que os dirigentes interrompessem a competição.

Menos mal, assim certamente entenderão o momento que o Estado vive com o crescimento da presença do COVID-19 e parem com estas ideias completamente fora do contexto e esperem por melhoras para a vida seguir com normalidade.

João Nassif
Por João Nassif 11/07/2020 - 14:03

Primeiro foi a Chapeocense, agora o Criciúma que confirmou dois atletas positivados para o Covid-19 com o silêncio dos outros clubes.

Continuam brincando com a pandemia. É impressionante a irresponsabilidade dos que comandam o futebol em Santa Catarina. 

Será que estão esperando algum atleta ou integrantes de comissão técnica ser internado, para não dizer coisa pior, para enfim parar com esta absurda retomada do campeonato?   
 

João Nassif
Por João Nassif 11/07/2020 - 10:15

Vou trocando a prosa aqui no Almanaque da Bola, depois de uma série com uma pequena retrospectiva sobre as eliminatórias aos Mundiais de Futebol, aliás, mais adiante voltarei ao assunto para ir completando a história.

Voltando ao normal deste espaço o assunto hoje é campeonato brasileiro que nos primórdios era chamado de campeonato nacional. 

Até hoje está em discussão o dono do título de 1987. A CBF veio à público anunciar que passava por grave crise financeira e não tinha condições de organizar o campeonato nos moldes de anos anteriores.

A entidade afirmou que estava atrás de um patrocinador e caso não conseguisse tentaria um acordo com os clubes para que estes arcassem com as despesas da competição. E foi o que aconteceu.

Os principais clubes do Brasil querendo um campeonato mais rentável reagiram e fundaram uma nova entidade denominada Clube dos Treze que organizou um campeonato próprio que recebeu o nome de Copa União, nome fantasia para o campeonato brasileiro de 1987.

O regulamento do campeonato brasileiro de 1986 determinava 28 clubes na primeira divisão em 87. Como o Clube dos Treze montou o campeonato com apenas 16 clubes, os demais se rebelaram e a CBF para resolver o impasse criou um campeonato com 16 equipes que não estavam na Copa União.

A Copa União passou a ser chamada de Módulo Verde e o campeonato organizado pela CBF de Módulo Amarelo. Para atender outros clubes que não estavam em nenhum dos dois módulos a CBF inventou mais dois Módulos, o Azul e o Branco. 

Para valer mesmo os dois primeiros que foram vencidos por Flamengo e Sport Recife. Oficialmente a CBF confirmou o Sport como campeão brasileiro. O Flamengo se dá o direito de ser o campeão e esta discussão se tornou interminável, inclusive chegando às instancias máximas da Justiça comum. Até quando?  

João Nassif
Por João Nassif 10/07/2020 - 14:22

Estou na torcida para que fiquemos apenas com a notícia dos testes positivos para 13 componentes do grupo da Chapecoense entre jogadores e comissão técnica que participaram do jogo contra o Avaí na quarta-feira.

Não foi por falta de aviso. Aqui mesmo no blog fiz várias postagens alertando para os riscos, pois sempre ouvi os especialistas e nenhum admitiu a volta prematura do futebol no estado, mesmo porque agora no inverno a contaminação é maior e a flexibilização foi seguida por muitos sem os devidos cuidados.

Mas, a SC Clubes e a Federação ignoraram todos os alertas e quando anunciaram a retomada eram pioneiros no futebol brasileiro e sul-americano. Teriam os holofotes de toda mídia do continente e certamente do planeta. Foram atropelados pelo Flamengo, mas diferente do campeonato carioca recomeçaram o catarinense com aval de todos os clubes. 

O caso da Chapecoense ainda é único, mas os testes rápidos como exige o protocolo do campeonato não representam a mínima segurança, pois são necessários de 07 a 10 dias para um resultado mais preciso. 

Quando falei que o técnico Roberto Cavalo foi a única voz sensata entre os envolvidos, por não querer a retomada, fui até taxado de ser contra o futebol, mas comentei sempre baseado nas conversas com especialistas, principalmente o Dr. Renato Matos.

Mas, fomos vencidos e agora? A irresponsabilidade dos dirigentes que já causou uma situação dramática e de apreensão deixa o futebol catarinense em total estado de alerta.  
 

João Nassif
Por João Nassif 10/07/2020 - 09:21

A Copa do Mundo de 1962 foi disputada no Chile, portanto duas seleções da América do Sul não precisaram disputar as eliminatórias, a chilena por ser o país sede e a brasileira campeã do Mundial anterior.

À exceção da Venezuela que ainda não havia disputado uma única competição oficial de futebol, as demais foram divididas em quatro grupos, sendo que o Paraguai não enfrentou seleções sul-americanas e foi direto para a repescagem. 

A Venezuela entrou na disputa pelas eliminatórias somente para o Mundial de 1966, muito mais tarde que os outros países da CONMEBOL, pois até então o basquete e o beisebol eram os esportes preferidos da comunidade esportiva venezuelana. 

Os paraguaios foram derrotados na repescagem pelo México. Argentina, Uruguai e Peru foram as outras seleções sul-americanas presentes no Mundial de 1962.

Foram inscritos 56 países para a disputa das eliminatórias para a Copa de 1962 sendo que 49 participaram dos confrontos pelas 14 vagas.

A Europa como sempre teve o maior contingente com 30 países, além dos sul-americanas a América do Norte, Central e do Caribe foi representada por oito, a Ásia por cinco e a África por seis seleções. 

Foram realizados 127 jogos e marcados 325 gols em jogos valendo pelas eliminatórias à Copa de 1962 disputada no Chile.

João Nassif
Por João Nassif 09/07/2020 - 09:11

A partir das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958 a FIFA estabeleceu a divisão por Confederações que foram disputadas obedecendo os critérios determinados pela entidade. A decisão tomada pela entidade foi para acabar com a confusão reinante em eliminatórias anteriores que tiveram várias desistências.

Foram inscritos 55 países, pela Europa foram 29, nove pela América do Sul, pela América do Norte, Central e do Caribe seis e 11 representantes da Ásia e África. A Suécia anfitriã e a Alemanha Ocidental última campeã estavam automaticamente classificadas.

País de Gales x Israel

A presença de Israel nas eliminatórias fez com que várias seleções se recusassem a enfrenta-lo e mesmo que a FIFA tenha obrigado a participação de todos inscritos, vários países por questões políticas desistiram de brigar por uma vaga no Mundial disputado na Suécia.

Sobrou para Israel tentar a vaga numa repescagem com o País de Gales, melhor segundo colocado nas eliminatórias da Europa. Deu País de Gales com duas vitórias por 2x0 em Tel-Aviv e em Cardiff.  

A classificação do Brasil foi sobre o Peru com empate no primeiro jogo em Lima e vitória por 1x0 no Maracanã na segunda partida. A Venezuela outra seleção eu fazia parte do grupo desistiu de competir.

Além do Brasil Argentina e Paraguai foram as outras seleções sul-americanas classificadas para o Mundial na Suécia.

Em todas as eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958 forma disputados 89 jogos e marcados 341 gols.

João Nassif
Por João Nassif 08/07/2020 - 10:02

ãoA seleção brasileira disputou primeira vez jogos pelas eliminatórias visando a Copa do Mundo de 1954 na Suíça, a quinta edição do torneio.

Na primeira em 1930 a seleção brasileira participou pelo convite da FIFA, a segunda em 1934 pela desistência do Peru, a terceira em 1938 por ter sido o único país inscrito pela América do Sul e na quarta pelo fato de ter sido o país anfitrião.

Seleção brasileira-1954

Para o Mundial na Suíça o Brasil disputou no grupo tendo como adversários Paraguai e Chile. Todos os jogos foram disputados no mesmo ano da Copa e a caminhada da seleção começou no dia 28 de fevereiro com vitória por 2x0 em Santiago do Chile.

Do Chile a seleção foi para Assunção derrotar o Paraguai por 1x0.

Nos jogos da volta mais duas vitórias no Maracanã sobre o Chile por 1x0 e sobre o Paraguai por 4x1. A seleção brasileira terminou invicta as eliminatórias marcando oito gols e sofrendo apenas um.

O artilheiro da campanha foi o centroavante Baltazar que marcou cinco dos oito gols da seleção. Julinho Botelho marcou dois e Pinga um. O técnico do Brasil era Zezé Moreira que inclusive comandou o time no Mundial. Na Suíça a seleção chegou às quartas de final e foi eliminada pela Hungria com derrota por 4x2.
 

João Nassif
Por João Nassif 07/07/2020 - 10:30

A entrevista do técnico Roberto Cavalo agora a pouco na Som Maior FM foi definitiva sobre as incertezas da retomada do campeonato neste momento em que vai crescendo na região o número de infectados pelo COVID-19.

Foi a primeira vez que ouvi um profissional que vai para o jogo, porque até agora falaram somente os cartolas que insistiram na volta dos jogos, mesmo com os alertas emitidas por todas autoridades que entendem e sabem como o vírus se comporta.

Todo mundo sabia que no inverno a possibilidade de propagação é maior, que o sul do país sofreria com mais intensidade por ser uma região que tem o clima mais frio, como está ocorrendo e mesmo assim os dirigentes teimaram e conseguiram liberação para recomeçar nesta quarta-feira.

O Roberto Cavalo foi claro ao afirmar que os jogadores estão receosos, pois haverá o contato com adversários, por mais que o protocolo seja especifico na relação entre eles quando a bola rolar não haverá como evitar que vários itens deste protocolo sejam descumpridos.

O risco e as incertezas aumentam depois que o técnico do Marcílio Dias, adversário de amanhã, foi testado positivo e trabalhou com os atletas até o final de semana. Será que um teste rápido como têm sido feitos com todos detectará alguém infectado?

Repetindo o que venho dizendo desde que inventaram esta história de volta do campeonato, é muito arriscado não só aqui em Criciúma, mas em todas as praças onde haverá jogos. Ainda há tempo para uma reversão, se não acontecer temo pelo pior.
 

João Nassif
Por João Nassif 07/07/2020 - 09:52

Foi em 20 de fevereiro de 1977, um sábado de carnaval que a seleção brasileira fez seu primeiro jogo nas eliminatórias da Copa do Mundo de 1978 que foi disputada na Argentina. O jogo terminou empatado em 0x0 contra a Colômbia no Estádio El Campín em Bogotá perante 50 mil espectadores.

Brasil em 1977

A campanha mal havia começado, mas os dirigentes não quiseram esperar e quando a delegação voltou ao Brasil o técnico Osvaldo Brandao que assumira o comando da seleção em 1975 foi demitido.

Para seu lugar foi escolhido Cláudio Coutinho que fizera parte da comissão técnica da seleção brasileira como preparador físico na campanha do tri em 1970 no México e como coordenador técnico em 1974 na Alemanha e já era técnico do Flamengo.

Coutinho assumiu imediatamente e sua estreia foi justamente contra a Colômbia no jogo de volta e a seleção goleou impiedosamente pelo placar de 6x0 no Maracanã perante mais de 162 mil torcedores. 

Roberto Dinamite e Marinho Chagas marcaram dois gols cada, com Zico e Rivelino completando a goleada.

A classificação do Brasil veio em cima do Paraguai com vitória no Defensores Del Chaco em Assunção por 1x0 e empate em 1x1 no Maracanã.
 

João Nassif
Por João Nassif 06/07/2020 - 12:30

Thiago Ávila *

Até que enfim a maior categoria do automobilismo retornou às atividades, para a sua estreia no GP da Áustria. Uma novidade, já que geralmente a temporada começa na Austrália (uma pequena confusão de nomes). Mas isso tudo só aconteceu, claro, por conta da Covid-19, que adiou todo o calendário. Nesse domingo enfim começou. E começou muito bem!

Como eu havia falado no meu último texto sobre Formula 1, uma temporada inteira na Europa é um sinal que poderemos ter um campeonato inteiro disputado.

Valtteri Bottas no pódium da Áustria

Fazia mais de quatro meses que os carros não iam à pista, e pareciam estar meio enferrujados, porque dos 20 pilotos que começaram, apenas 11 terminaram, e nenhum foi por lambança do piloto. O único que bobeou foi Sebastian Vettel, que jogou fora uma possível disputa por pódio, por se afobar na tentativa de ultrapassagem para cima de Sainz.

No mais, Verstappen e Magnussen teve problema elétrico; Ricciardo, Stroll, Grosjean e Russell com problemas no motor; Albon se envolveu com um acidente com Hamilton; Kvyat estourou o pneu; e a roda de Raikkonen simplesmente ESCAPOU DO CARRO!

Voltando ao acidente de Albon e Hamilton, uma sensação de déjà vu. Praticamente igual ao que aconteceu em Interlagos ano passado. O tailandês era mais rápido, ultrapassou o inglês por fora, que não deixou espaço na curva e o piloto da Red Bull rodou. O hexacampeão tomou cinco segundos de punição por isso e caiu para quarto, abrindo passagem para Charles Leclerc e Lando Norris irem ao pódio.

O piloto da Ferrari e da McLaren fizeram uma excelente corrida em carros meramente medianos. O inglês, em especial, nas duas últimas voltas conseguiu uma ultrapassagem para cima de Pérez, que o quase lançou para fora da pista, e na última fez a melhor volta, necessária para ganhar a posição de Hamilton e um ponto extra. O piloto de 20 anos, o mais novo do grid, conseguiu seu primeiro pódio na categoria.

por fim, temos ele, o nome mais brilhante do fim de semana, o imbatível: Valtteri Bottas! O finlandês despachou Hamilton no sábado e ainda manteve tranquilamente a liderança do início ao fim. Para deixar quem acredita que ele é apenas o ‘escudeiro de Hamilton’ com um pé atrás.
Semana que vem a Formula 1 retorna ao circuito de Spielberg, dessa vez para o GP da Estíria.

* Jornalista
 

João Nassif
Por João Nassif 06/07/2020 - 10:05

Deixando de lado alguns países europeus que por qualquer motivo não obedeceram às normas de segurança com relação ao COVID-19, os que possuem as principais Ligas de futebol do planeta voltaram às competições seguindo com rigor os protocolos estabelecidos pelas autoridades que exigiram jogos com portões fechados. E assim as competições estão em andamento.  

Mesmo no campeonato carioca que foi o primeiro a retomar os jogos são sem público.

Na contramão apareceu o Criciúma. Não sei se foi por falta de ter o que fazer ou simplesmente jogar para a torcida, para os sócios em trabalhar para liberar torcedores nas arquibancadas do Heriberto Hülse. Como se realmente alguém no clube acreditasse que seria autorizada a abertura dos portões.

E para completar o enredo, uma nota oficial explicando que mesmo com esforço e respeito as normas de segurança, teve seu pedido indeferido pelas autoridades sanitárias que mostraram ter muito mais responsabilidade do que alguém do Criciúma que propôs este movimento.

E pior, o clube ainda vai continuar insistindo em ter público se passar pelo Marcílio Dias e continuar no campeonato.
 

João Nassif
Por João Nassif 06/07/2020 - 09:30

Continuando aqui no Almanaque da Bola a falar um pouco da história das eliminatórias para as Copas do Mundo, chegamos ao Mundial de 1954 que teve a Suíça como país anfitrião.

Aumentou para 45 o número de seleções inscritas, mas somente 33 participaram efetivamente das eliminatórias. Ainda regionalizadas, mas sem a divisão por Confederações, foram formados 13 Grupos, sendo que a única seleção que se classificou sem disputou um jogo sequer foi a seleção húngara que foi à Suíça pela desistência da Polônia.

O Mundial voltou a ter 16 seleções, sendo 12 da Europa, duas da América do Sul, uma da América do Norte, Central e do Caribe e uma da Ásia. A Turquia se classificou eliminando a Espanha, depois de perder o primeiro jogo em Madrid e vencer o segundo em Istambul, no jogo desempate empatou em 2x2 jogando em Roma e conseguiu a classificação no sorteio.

Pela América do Sul participaram Brasil e Uruguai e as duas seleções foram eliminadas pela Hungria, a brasileira nas quartas de final e a uruguaia na semifinal. O Uruguai perdeu para a Áustria a decisão do terceiro lugar.

As eliminatórias para a Copa do Mundo de 1954 tiveram 57 jogos com a marcação de 208 gols.  
 

João Nassif
Por João Nassif 05/07/2020 - 15:59Atualizado em 05/07/2020 - 15:59

Continuando aqui no Almanaque da Bola a série sobre as eliminatórias para Copas do Mundo, em 1950 a confusão no futebol mundial ainda continuava e a FIFA teve trabalho para poder organizar o Mundial no Brasil.

Seleção da Índia em 1950

Apenas 34 países se inscreveram para disputar as eliminatórias muitos acabaram desistindo antes de começarem os confrontos. Apenas 19 seleções participaram das eliminatórias.
Com a desistência de Birmânia, Indonésia e Filipinas a Índia ficou automaticamente classificada, mas a FIFA não permitiu que seus jogadores atuassem descalços, fazendo com que a Índia também desistisse.

Pela América do Sul, Uruguai e Paraguai se classificaram com as desistências de Peru e Equador.

No Grupo 1 da Europa a Turquia eliminou a Síria e deveria enfrentar a Áustria numa repescagem. A Áustria também desistiu e mesmo classificada a Turquia também não quis vir ao Brasil e a vaga foi oferecida a Portugal que não aceitou. Os portugueses haviam sido derrotados pela Espanha no Grupo 5 das eliminatórias europeias.

Ainda na Europa no Grupo 2 a Iugoslávia eliminou a França que depois foi convidada a participar da Cope e não aceitou. Outra que recusou vir ao Brasil foi a Escócia que juntamente com a Inglaterra havia se classificado num Grupo somente com seleções do Reino Unido.

Em resumo a o Mundial de 1950 que teria 16 países presentes foi disputado com apenas 13.  Em toda eliminatória foram disputados 26 jogos e marcados 121 gols.
 

João Nassif
Por João Nassif 04/07/2020 - 08:13

As eliminatórias para os Mundiais de Futebol foram disputadas pela primeira vez tendo como meta a Copa de 1934 na Itália. A FIFA ainda estava iniciando o processo de globalização do futebol e tinha poucos filiados naquela época, por isso apenas 32 seleções se inscreveram para a disputar as 16 vagas, inclusive o país anfitrião.

Um jogo por elimniatórias em 1934

Dos 32 inscritos, 21 eram da Europa, quatro da América do Sul, quatro da América do Norte Central e do Caribe e as outras três representaram a África e a Ásia.
Entre algumas desistência e abandonos 27 seleções disputaram 27 jogos e marcados 141 gols.

Para o Mundial de 1938 na França 37 países se inscreveram para disputa das eliminatórias. Pela Europa foram inscritas 26 seleções, pela América do Norte, Central e do Caribe sete, duas da América do Sul e duas da Ásia.

Apesar de terem se classificado para a fase final 16 seleções, a Copa foi disputada por 15 países em virtude da desistência da Áustria. Dois meses antes do início do Mundial a Áustria foi invadida e anexada pela Alemanha no dia 13 de março de 1938. A FIFA não preencheu a vaga deixada pelos austríacos.

O Uruguai, então campeão do mundo não participou das eliminatórias como forma de revide pela não presença da Itália na Copa do Mundo que o país organizou.

Por isso pela América do Sul estiveram na Itália o Brasil que se classificou pela desistência do Peru e a Argentina pela desistência do Chile. 
 

João Nassif
Por João Nassif 03/07/2020 - 22:09

Thiago Ávila *

MP MOTORSPORT


A equipe holandesa é a tradicional equipe pequena da Formula 2, nunca conseguiu resultados expressivos, mas revela bons nomes para futuramente disputar o título da categoria.
14 NOBUHARU MATSUSHITA
O japonês de 26 anos é o piloto mais velho da categoria. Vem para o seu quinto ano na categoria, nunca chegou a disputar o título, mas é um piloto que costumeiramente vence alguma prova. Ou seja, um nome experiente que pode alavancar a pobre MP.
15 FELIPE DRUGOVICH
Mais uma dupla experiencia/promessa. O último brasileiro do grid, com 20 anos, Drugovich sofreu na sua estreia na F3 ano passado, conquistando apenas 8 pontos e ficando na 16ª colocação. Porém, em seu currículo ainda compõe títulos da Euroformula Open e outras categorias de base europeias. Pode ser um nome para ficar uns bons anos no grid.

HWA


A ‘Mercedes B’, que comprou a vaga da Arden para este ano, fará sua estreia na principal categoria de acesso da F1. A equipe é tradicional por ter bons resultados no DTM e na Formula-E.
16 ARTEM MARKELOV
Um dos melhores pilotos da história da Formula 2, todo ano que chega é favorito ao título. É o sétimo ano dele na categoria, agora com 25 anos. Se o carro corresponder, certamente é um dos favoritos ao título.
17 GIULIANO ALESI
Filho do ex-piloto de F1 Jean Alesi e membro da academia júnior da Ferrari, Alesi é um dos cinco nomes na disputa por uma vaga na Alfa Romeo ano que vem. Aos 20 anos, vem para o seu segundo ano na F2, o primeiro foi desastroso, apenas um 15º lugar, mas acredita-se que esse ano deverá ficar entre os dez primeiros.

PREMA


A poderosa equipe italiana, que revelou Charles Leclerc, Pierre Gasly e Antonio Giovinazzi, hoje pilotos da F1, chega como a favorita ao título deste ano. Primeiro por sua ligação direta com a Ferrari, segundo pelos nomes de peso em seus assentos.
20 MICK SCHUMACHER
Filho do heptacampeão Michael Schumacher, Mick é uma das grandes promessas do automobilismo no momento e já está no radar da Ferrari há bastante tempo. O primeiro ano dele na F2 não foi dos melhores, uma vitória e 12º lugar na classificação. Este ano terá que provar seu máximo se quiser ocupar uma das vagas da Alfa Romeo em 2021.
21 ROBERT SCHWARTZMAN
Vemos aqui a maior de todas as promessas, um futuro praticamente garantido na F1. Robert Schwartzman, russo de 20 anos, campeão de praticamente tudo o que disputa. Ano passado, foi com sobra o campeão da Formula 3 e este ano chega como o favorito ao título da Formula 2.

TRIDENT


A equipe italiana, a mais fraca do grid no momento irá passar por mais um ano de dificuldades, é o que se espera.
22 ROY NISSANY
O israelita de 25 anos é um dos piores pilotos da categoria desde que ela começou a se chamar F2 em 2017. Fez sua estreia em 2018, conquistou impressionante um ponto e... nada mais. 20 pilotos correm a temporada completa, Nissany terminou em 22º, isso porque perdeu até para os pilotos que substituíram ele nas quatro últimas corridas. Uma observação: a Williams o contratou para piloto de testes, vai entender...
23 MARINO SATO
O japonês de 21 anos estreou ano passado na F2, correu apenas seis corridas e não obteve nenhum resultado expressivo. Mas não podemos deixar de lembrar que ao mesmo tempo, foi campeão da Euroformula Open - uma espécie de F3 europeia - e com 9 vitórias em 16 corridas. Sem dúvidas é um nome que não podemos ignorar.

HITECH


A equipe britânica chega para fazer sua estreia na F2. Até esse ano, o time participava de algumas competições de F3, sendo na maioria das vezes uma equipe competitiva. Vamos ver se chegarão com o mesmo aporte para uma competição de nível superior.
24 NIKITA MAZEPIN
Filho do multibilionário russo Dmitry Mazepin, Nikita chega com um aporte financeiro interessante para ajudar a estreante Hitech. Olhando apenas para o seu desempenho, não impressiona tanto. Ano passado, como companheiro de equipe do atual campeão Nick de Vries, foi apenas o 18º. Mesmo assim, teve bons resultados quando corria na GP3, como o vice-campeonato em 2018. Pode ser um segundo ano seja mais produtivo que o primeiro.
25 LUCA GHIOTTO
Nada melhor para uma equipe estreante do que um velho conhecido da categoria. O italiano de 25 anos vem para o seu quinto ano na F2, dessa vez, mais que preparado para alcançar o tão sonhado título. Desde que entrou, Luca sempre esteve no top-10, ano passado ainda alcançou o terceiro lugar. Certamente, se tiver um carro competitivo, será um dos favoritos ao título.

* Jornalista

Tags: Fórmula 2

João Nassif
Por João Nassif 03/07/2020 - 12:10

Uma única vez em toda história das Copas do Mundo não houve a disputa de eliminatórias. Foi justamente na primeira em 1930 com sede no Uruguai. As outras 12 seleções participaram por convite, sendo apenas quatro da Europa que atenderam ao pedido de Jules Rimet, presidente da FIFA.

A partir do segundo Mundial em 1934 na Itália as participantes tiveram que passar pela fase eliminatória, inclusive o país sede que pela única vez na história correu riscos de não disputar a Copa.

Até a Copa de 2002 o vencedor do torneio anterior estava automaticamente classificado para o Mundial seguinte sem a necessidade de passar pelas eliminatórias. A partir daí o campeão é obrigado a disputar vaga para a próxima Copa do Mundo.

Com o passar dos anos e com o aumento de países filiados à FIFA foi crescendo o número de seleções que têm o sonho de estar presente na fase final da competição. As eliminatórias para o último Mundial disputado na Rússia 209 países concorreram às 31 vagas, pois a anfitriã estava automaticamente classificada. 

Durante os próximos Almanaques vou continuar falando em eliminatórias para os Mundiais de Futebol, abordando algumas questões políticas que fez com que a FIFA não aceitasse a inscrição de determinadas seleções, informar os recordes estabelecidos ao longo dos anos, citar alguns dos maiores jogadores que participaram das eliminatórias, enfim todos os números alcançados em milhares de jogos valendo vagas para as Copas do Mundo. 
 

João Nassif
Por João Nassif 03/07/2020 - 07:35Atualizado em 03/07/2020 - 10:22

O Marco Burigo, repórter do Timaço, trouxe a informação na Som Maior FM que o Criciúma está pensando em colocar público no Heriberto Hülse dia 08 contra o Marcílio Dias.

Fiquei pensando qual o autor desta ideia absurda totalmente fora de qualquer proposito a não ser jogar para a torcida sabendo que ninguém responsável por uma possível liberação cometeria tamanho absurdo. 

O mundo está voltando com jogos e competições, mas com muito cuidado para com os envolvidos nos eventos e principalmente com portões fechados.

Nem quero comentar a forma com os torcedores serão testados para entrar no estádio, só quero afirmar meu repudio por tal ideia e que os mentores desta sugestão parem de querer os holofotes quando cada vez mais se propaga o COVID-19. 
 

João Nassif
Por João Nassif 02/07/2020 - 23:50

Thiago Ávila *

Este final de semana, além de ser a estreia da Formula 1, temos também o início da tradicional categoria de acesso: a Formula 2, que deve ter transmissão dos canais SporTV. Hoje e amanhã iremos analisar o grid, piloto a piloto, para sabermos quem serão os grandes nomes de 2020 e prováveis nomes da Formula 1 no futuro.

DAMS


A equipe francesa é uma das mais tradicionais da categoria, atual campeã e que revelou três pilotos que hoje correm na F1 – Grosjean, Albon e Latifi.
1 SEAN GELAEL
O piloto indonésio não é uma das promessas do automobilismo, mas nem de longe. Chegou a DAMS do mesmo modo que está na F2 desde 2015: Aporte financeiro. O piloto tem apoio da petrolífera estatal Pertamina e leva seu patrocínio para todas as equipes que disputa. No fim é um piloto terrível, seu melhor resultado são três 15º lugares em 2016, 2017 e 2018.
2 DAN TICKTUM
Para compensar a ruindade do primeiro, temos uma das grandes promessas da nova geração. Ticktum despontou em 2017 com ótimas atuações no GP de Macau e foi contratado pela Red Bull para testes. 2018 seria seu grande ano, se não fosse por uma virada histórica de Mick Schumacher para levar o título da F3 Européia. Um 2019 desastroso levou o inglês a perder seu patrocínio da Red Bull. E agora, aos 21 anos, recebeu sua última chance de mostrar seu potencial e talvez ainda conseguir uma vaga tão sonhada na F1.

UNI-VIRTUOSI


A equipe que estreou ano passado fez muito bonito ao conseguir o vice-campeonato e esse ano deve seguir como uma das grandes.
3 GUANYU ZHOU
O chinês de 21 anos foi uma das grandes revelações da temporada passada da F2, quando conseguiu cinco pódios e foi sétimo colocado em sua temporada de estreia. Para esse ano, com apoio da Renault, Zhou é um dos favoritos ao título.
4 CALLUM ILOTT
O inglês de 21 anos também fez sua estreia ano passado e teve bons resultados, como uma pole e dois pódios, terminando na 11ª colocação. Este ano, com apoio da Ferrari e numa equipe mais forte, Ilott pode se configurar entre as cabeças do campeonato.

ART


Junto com a DAMS, a ART é uma das mais tradicionais equipes da história da F2. Foi ela que revelou os campeões Rosberg, Hamilton e Vettel, fora muitos outros que compõe o grid da F1 hoje.
5 MARCUS ARMSTRONG
O neozelandês protegido da Ferrari é um dos cinco da F2 que disputam uma vaga na Alfa Romeo para o ano que vem. Aos 19 anos, ele fará sua estreia na categoria, mas já chega como um dos favoritos. Ano passado foi vice-campeão da F3 e da Toyota Racing Series.
6 CHRISTIAN LUNDGAARD
O dinamarquês de 18 anos também é um forte nome para ficar de olho. Protegido da Renault, Lundgaard obteve um sexto lugar na F3 no seu ano de estreia em 2019. Numa equipe como a ART, é um nome que pode surpreender.

CARLIN


A equipe britânica é outra tradicional na categoria de acesso à Formula 1, também muito ligada a McLaren. Uma revelação recente foi a de Lando Norris.
7 YUKI TSUNODA
Pertencente a academia júnior da Red Bull e ligado a Honda, a revelação japonesa de 20 anos fez uma temporada razoável na sua estreia na Formula 3 ano passado. Não acredito que terá muitas chances de brigar por título na F2 este ano.
8 JEHAN DERUVALA
Fechando a “Red Bull Júnior” da categoria, temos este indiano de 21 anos, terceiro colocado na F3 ano passado, brigando diretamente com os dois líderes da Prema, Robert Schwartzman e Marcus Armstrong. É um nome para ficar de olho, pode impressionar.

CAMPOS RACING


A equipe de Adrian Campos está a um bom tempo competindo na GP2/F2, com o melhor resultado o título de equipes em 2008.
9 JACK AITKEN
O britânico de 24 anos vai para o seu terceiro ano na categoria, ainda tentando, quem sabe uma futura vaga na Williams, com quem tem vínculo de piloto de testes. Esse deve ser seu ano de definição para ver se tem capacidade de competir numa categoria como a F1.
10 GUILHERME SAMAIA
O primeiro brasileiro do grid, Guilherme é o único que tem um currículo de certa forma desconhecido. O piloto de 23 anos teve uma passagem breve na Euroformula Open ano passado em que conquistou um pódio. Em 2017 foi campeão da F3 Brasil, uma categoria que estava prestes a ir à falência.

CHAROUZ


A equipe tcheca que estreou em 2018 na F2 vem para mais um ano tentando bons resultados na categoria, dessa vez com sobrenomes conhecidos no automobilismo mundial.
11 LOUIS DELÉTRAZ
O suíço de 23 anos, filho do ex-piloto de F1 Jean-Denis Delétraz, vem para o seu quarto ano na categoria ainda buscando sua primeira vitória. Não deve se figurar entre os favoritos, buscar vitórias, quem sabe, mas longe de ser candidato a título.
12 PEDRO PIQUET
Filho do tricampeão Nelson Piquet, o brasileiro de 21 anos chega para a sua estreia na F2 depois de bons resultados na F3 e GP3 nos dois últimos anos. A dupla experiência/promessa deve ajudar a Charouz a obter bons resultados.

*Jornalista


 

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