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João Nassif
Por João Nassif 07/10/2019 - 11:47

A CBF caprichou no regulamento e o campeonato nacional de 1993 foi recheado de fórmulas que preservaram os clubes que à época compunham o Clube dos 13.

O Campeonato foi disputado por 32 times divididos em quatro grupos com oito em cada um. Os grupos A e B, além dos clubes do Clube dos 13 tinham também o Bragantino, o Sport Recife e o Guarani que foram os melhores na temporada anterior.

Campeão Brasileiro de 1993

Os grupos C e D foram disputados por todas as outras equipes com o rebaixamento dos quatro últimos de cada grupo.

Pelo regulamento o Grêmio que foi o 9º colocado da segunda divisão em 1992 não poderia ser rebaixado em 1993, mas o Paraná campeão da segunda em 1992 poderia ser rebaixado em 1993.

O Criciúma disputou o campeonato no grupo D e terminou em 4º lugar. Além de vencer na última rodada o Atlético Paranaense em Curitiba por 1x0 precisou de uma combinação de resultados para garantir sua permanência na primeira divisão em 1994.

O gol da classificação foi marcado por Emerson Almeida no jogo que foi disputado no Couto Pereira.

Depois de vários cruzamentos das equipes classificadas Palmeiras e Vitória da Bahia para decidir o título.

No primeiro jogo na Fonte Nova em Salvador o Palmeiras venceu por 1x0 e no segundo no Morumbi em São Paulo por 2x0. Campeão o Palmeiras se credenciou para disputar a

Libertadores da América em 1994. Somente o campeão brasileiro jogava a competição sul-americana.

No time do Vitória, dois ex-jogadores do Criciúma, Roberto Cavalo e o zagueiro Evandro.  
 

João Nassif
Por João Nassif 06/10/2019 - 14:22

Mesmo com o iminente conflito que devastou a Europa, a FIFA determinou que o Mundial de 1938 fosse realizado na França.

O clima era de guerra na Europa, mas na CBD era de paz e pela primeira vez o Brasil enviou para a Copa do Mundo seus melhores jogadores em atividade. Com a desistência da Bolívia a seleção não precisou disputar as eliminatórias. 

Seleção brasileira que enfrentou a Polônia em 1938

O Mundial foi disputado em sistema eliminatório e logo na primeira rodada Brasil e Polônia fizeram uma partida histórica. O Brasil fez 3x1 no primeiro tempo e parecia encaminhar uma vitória tranquila. A chuva que caiu no intervalo inundou o gramado e mudou o panorama do jogo. A Polônia foi buscar o empate em 5x5 e somente na prorrogação foi que a seleção brasileira confirmou a vitória por 6x5 com três gols de Leônidas, o melhor jogador brasileiro naquela época.

Na segunda fase o Brasil teve que enfrentar a Tchecoslováquia num jogo que se transformou em verdadeira batalha. Três jogadores foram expulsos, sendo dois brasileiros, Leônidas saiu machucado depois de ter feito o gol do Brasil e a partida terminou empatada. Foi necessário um jogo desempate para decidir a classificação. 

Para jogar a semifinal dois dias depois, além do desgaste devido ao jogo anterior a seleção brasileira teve uma longa viagem até Marselha e dois desfalques para enfrentar a Itália, Leônidas e Tim. A ausência de Leônidas foi muito contestada e para muitos foi um capricho do técnico que queria poupa-lo para a decisão do Mundial. 

A Itália ganhou o jogo com um gol de pênalti muito discutido cometido pelo zagueiro Domingos da Guia. Ao Brasil restou o consolo do terceiro lugar com a vitória sobre a Suécia por 4x2.
 

João Nassif
Por João Nassif 05/10/2019 - 22:01

Rodada após rodada continua a agonia do Criciúma em sua luta desesperada para se estabilizar fora da zona do rebaixamento. Como não conseguiu resultados que lhe dessem tranquilidade, mesmo reagindo timidamente nas últimas rodadas ainda fica na dependência de outros para escapar do Z-4, zona que já frequenta a cinco rodadas, depois de passar por lá em sete rodadas anteriores. Quer dizer, em quase metade do campeonato o Criciúma ficou na zona do rebaixamento.

A rodada que acabou de terminar, a 26ª começou para o Criciúma de uma forma positivo, pois os times abaixo na classificação não conseguiram vencer, portanto o time do Roberto Cavalo/Wilsão continuou na primeira posição do Z-4. Até agora à noite.

As vitórias do Brasil em Ponta Grossa e do Londrina em Cuiabá, se não interferiram na zona do rebaixamento deram folego aos vencedores que escaparam de entrar na zona fatal na próxima rodada. Ao Criciúma restou como alvo apenas o Vila Nova que tem dois pontos a mais.

Não haverá mais o confronto direto, o Criciúma enfrentará na rodada 27 o Brasil em casa na terça-feira e o time goiano irá em Sorocaba enfrentar o São Bento na segunda.

Para terminar a próxima rodada fora da zona do rebaixamento o Criciúma terá que esperar um tropeço do Vila Nova e no dia seguinte vencer o Brasil de Pelotas.
 

João Nassif
Por João Nassif 05/10/2019 - 21:35

A exemplo do Mundial do Uruguai a seleção brasileira novamente não levou a um Mundial sua força máxima. A briga agora não era mais pela rivalidade entre cariocas e paulistas, mas sim pelo profissionalismo no futebol que começava no país. 

A CBD amadora e a APEA, profissional não permitiram que os melhores jogadores paulistas em atividade naquela época fossem convocados. Romeu, Lara, Gabardo, Junqueira e Tunga, todos jogadores do Palestra Itália chegaram a ser escondidos numa fazendo em Matão (SP) para não serem convocados. O lugar era tenebroso que assustou os próprios jogadores que depois foram transferidos por um dirigente do clube para sua casa de praia. 

A divulgação dos resultados era feita pelas agências de notícias que recebiam telegramas da Itália e os mostravam em painéis instalados em suas próprias vitrines. 

Em São Paulo a divulgação do resultado do único jogo do Brasil contra a Espanha e que causou a desclassificação gerou grande revolta entre os torcedores que inclusive ameaçaram depredar a sede do Palestra Itália localizada no centro da cidade. O prédio foi cercado pela polícia que efetuou várias prisões de torcedores mais exaltados. 

Mesmo com a derrota no único jogo que disputou na Copa apareceu para o mundo Leônidas da Silva que marcou o gol brasileiro contra a Espanha e que se tornaria o artilheiro quatro anos mais tarde no Mundial disputado na França. 

Por ter sido eliminado no primeiro jogo a seleção brasileira aproveitou a viagem para fazer dois amistosos na Europa, um em Belgrado onde foi derrotada pela seleção iugoslava por 8x4 e outro Zagreb quando empatou em 0x0 com o Gradjanski, um time local.
 

João Nassif
Por João Nassif 04/10/2019 - 14:41

O primeiro campeonato catarinense de futebol foi realizado em 1924 e de lá para cá foi realizado todos os anos, exceção a 1946.

A Federação Catarinense de Desportos foi suspensa pela CBD e proibida de organizar o campeonato por se recusar a jogar em Curitiba com sua seleção estadual na disputado Campeonato Brasileiro de Seleções.

A história que culminou com o julgamento começou em 1944, quando Santa Catarina foi eliminada pelo Paraná do Campeonato Brasileiro com duas derrotas pelo mesmo placar. 

A grande reclamação dos catarinenses foi que o árbitro anulou um gol legitimo do Saulzinho, maior ídolo do Avaí naqueles tempos.

Em 1945 novamente Santa Catarina enfrentou o Paraná pelo Campeonato de Seleções. O primeiro jogo terminou 2x2 em Florianópolis. Ainda marcados pela confusão no ano anterior e temendo um possível confronto com a torcida adversaria os catarinenses recusaram jogar a partida de volta. 

Por isso a Federação Catarinense foi punida pela CBD com a proibição da realização de campeonatos oficiais por um ano.   

Antes de concluir a pena houve o perdão da CBD, mas não havia tempo hábil para organizar o campeonato, por isso ficou em branco na lista dos campeões catarinenses o ano de 1946.
 

João Nassif
Por João Nassif 03/10/2019 - 10:22

O Estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido com Mineirão é o quinto maior estádio do Brasil com capacidade atual para 61.846 espectadores. Começou a ser construído em 1964 e foi inaugurado no dia 05 de setembro de 1965.

Quando inaugurado sua capacidade era maior, o primeiro jogo recebeu mais de 73 mil pessoas que foram assistir a vitória de um Selecionado Mineiro contra o River Plate da Argentina.

O selecionado local venceu por 1x0 e o primeiro gol no então novo estádio foi do meia Buglê, jogador do Atlético Mineiro.

No dia 07 de setembro, data da Independência, a seleção brasileira jogou no Mineirão pela primeira vez. A equipe do Palmeiras inteira, inclusive com comissão técnica e reservas, vestiram a camisa canarinho para um amistoso contra a seleção do Uruguai. O Brasil venceu por 3x0.

O primeiro clássico disputado no estádio foi pelo campeonato mineiro de 1965. O Cruzeiro vencia o Atlético por 1x0, quando faltavam 10 minutos para o encerramento, alguns diretores atleticanos alegando a marcação de um pênalti irregular invadiram o campo e a partida foi encerrada após o Atlético ter vários jogadores expulsos e o Cruzeiro ficou com o título daquele ano.

Em 2010 o estádio foi fechado para as reformas necessárias para a Copa do Mundo de 2014. Quase três anos depois, em 03 de fevereiro de 2013 o Mineirão foi reinaugurado com o jogo Cruzeiro vencendo o Atlético por 2x1. O primeiro gol no novo estádio foi marcado contra pelo lateral Marcos Rocha do Atlético.

O novo Mineirão recebeu três jogos da Copa das Confederações em 2013 e seis jogos do Mundial de 2014.

Foi neste estádio no fatídico dia 08 de julho perante 58.141 torcedores que a seleção brasileira foi impiedosamente massacrada pela Alemanha por 7x1, sofrendo a maior goleada de sua história.  
 

João Nassif
Por João Nassif 02/10/2019 - 07:40

Cada vez que joga fora de casa o Criciúma mostra a fragilidade de um time que somente se arrasta no campeonato sem sinalizar uma recuperação total para escapar do rebaixamento.  Em 13 jogos como visitante o Criciúma conquistou oito pontos o que dá apenas 20% de aproveitamento e só não é pior que o Operário que com os mesmos 13 jogos ganhou somente sete pontos.

O baixo rendimento se deve a carência ofensiva com apenas seis gols marcados, o pior ataque de um time visitante. Em nenhum jogo fora do Heriberto Hülse o Criciúma conseguiu marcar mais que um gol e em sete partidas passou em branco no placar. Com estes números é mais do que normal a fixação na zona do rebaixamento.

Com Roberto Cavalo que ainda não assumiu definitivamente o time o Criciúma está em seu quarto técnico na campanha da série B. Nos dois jogos com o técnico no banco quem verdadeiramente comandou o time foi seu auxiliar, Wilson Vaterkamper, que havia sido interino por cinco partidas na transição do Gilson Kleina/Waguinho Dias.

Com duas partidas em pouco mais de 72 horas e sem tempo para treinar Roberto Cavalo se apoiou no auxiliar para escalar, traçar a estratégia e fazer as mudanças em meio aos dois jogos que disputou desde sua contratação. Certamente agora com uma semana praticamente cheia para trabalhar poderemos ver o dedo do técnico nos jogos que terá pela frente.

Se fora de casa o rendimento é péssimo, como mandante é um pouco melhor, 48%, são 19 pontos em 13 jogos. Nas próximas quatro partidas, três serão no Heriberto Hülse, portanto são boas as chances de escapar definitivamente da zona do rebaixamento e espantar de uma vez por todas o fantasma do descenso.  
 

João Nassif
Por João Nassif 01/10/2019 - 23:38Atualizado em 01/10/2019 - 23:41

As seleções brasileiras e sul-coreanas principais jamais se enfrentaram em competições oficiais. Todos os cinco jogos que disputaram foram amistosos e todos na Coréia do Sul.

O primeiro confronto entre ambas foi jogado no dia 12 de agosto de 1995 na cidade de Suwon e a seleção brasileira venceu por 1x0 gol marcado por Dunga. O técnico do Brasil era o Zagallo.

O último jogo entre Brasil e Coréia do Sul foi disputado em Seul no dia 12 de outubro de 2013 com vitória brasileira por 2x0. O técnico da seleção brasileira era Luiz Felipe Scolari, o Felipão, e os gols marcados por Neymar e Oscar.

A única vitória da Coréia do Sul aconteceu em 28 de março de 1999 por 1x0, também na capital Seul, Brasil que era comandado por Vanderlei Luxemburgo.

No resumo, quatro vitórias brasileiras contra apenas uma dos sul-coreanos.

Se as equipes principais dos dois países se enfrentaram apenas em jogos amistosos, as seleções olímpicas foram adversarias em duas oportunidades em jogos por Olimpíadas. A seleção brasileira venceu as duas partidas.

A primeira vez foi em 1964 na cidade japonesa de Yokohama e a vitória foi por 4x0. No segundo confronto em Manchester em Jogos realizados no Reino Unido a seleção brasileira venceu por 4x0. 
 

João Nassif
Por João Nassif 01/10/2019 - 11:09

No início dos anos 1980 o regulamento do campeonato carioca previa um triangular final entre o campeão da Taça Guanabara e da Taça Rio, desde que um time conquistasse mais pontos do que esses dois na soma dos dois turnos. 

Em 1982 o Flamengo foi o campeão da Taça Guanabara e o América da Taça Rio. O Vasco da Gama foi quem somou mais pontos nos dois turnos e os três times foram decidir o título no triangular final.

No primeiro jogo do triangular o Vasco derrotou o América por 1x0, mesmo placar da vitória do Flamengo sobre o América. Vasco da Gama e Flamengo foram para o último jogo do triangular decidir o campeonato de 1982. 

O Flamengo era cotado como favorito, pois além de bom time ainda contava com três titulares da seleção brasileira na Copa do Mundo da Espanha terminada alguns meses antes. O Vasco da Gama era comandado por Antônio Lopes que iniciava a carreira de treinador.

Sem a técnica rubro negra era maior, foi superada pela garra vascaína que não se intimidou e perante mais de 113 mil torcedores que lotaram o Maracanã venceu por 1x0 com arbitragem de José Roberto Wright que expulsou o lateral Júnior do Flamengo.

O gol do título foi marcado por Pedrinho Gaúcho aos 3 minutos do segundo tempo na cobrança de escanteio que entrou direto no gol, portanto gol olímpico.

O time campeão teve o goleiro Acácio, na zaga Galvão, Ivan, Celso e Pedrinho, no meio campo Serginho, Dudu (Marquinho) e Ernani e no ataque Pedrinho Gaúcho (Rosemiro), Roberto Dinamite e Jérson.
 

João Nassif
Por João Nassif 30/09/2019 - 19:21

Thiago Ávila *

O final de semana em Sochi começou extremamente positivo para as Ferraris. Leclerc e Vettel lideraram todos os treinos livres e eram dominantes em relação às Mercedes, que venceram todas as corridas desde que o autódromo foi inaugurado em 2014. O domínio tinha tudo para ser quebrado se não fosse por um erro na estratégia.

Charles Leclerc voou no sábado e marcou sua quarta pole consecutiva, o recordista de poles no ano. Vettel tinha tudo para formar a primeira fila com ele, mas faz uma péssima volta final e vê Hamilton assumindo o segundo posto. Bottas é quarto e Verstappen, punido, largou apenas em nono.

Na largada, Vettel voa para cima de Hamilton e antes da primeira curva já era o primeiro colocado. A estratégia inicial da Ferrari foi inteligente e funcionou, agora a dobradinha era praticamente certa.

No entanto, Charles não estava nada contente com a decisão da equipe e ficou reclamando no rádio para que Seb devolvesse a posição. O problema era que o alemão não parava de ser mais rápido volta a volta, chegando a abrir quatro segundos de vantagem. Com isso, Hamilton se aproximava de Leclerc e o monegasco parecia cada vez mais desesperado.

É hora das paradas e Charles é o primeiro a entrar. Só quatro voltas mais tarde a Ferrari chamou Vettel, e acabou o prejudicando como fez com Leclerc em Singapura. Não durou muito tempo e o motor de Seb quebra, fim de prova para o alemão. É o primeiro abandono desde o GP da Alemanha ano passado.

Quem se deu bem nisso foram as Mercedes, que aproveitaram do Safety Car para parar e assumir a ponta definitiva da prova. A Ferrari chama Charles de volta aos boxes, para colocar pneus maios e volta atrás de Bottas. A dobradinha que era certa para a Ferrari, agora mudou de lado.

O finlandês segurou Charles durante todo o restante da prova e fechou o 1-2 dos flechas prateadas, que não acontecia desde Silverstone.

Hamilton quebra a sequência da Ferrari e agora está muito próximo de conquistar o hexacampeonato. Ele tem 73 pontos de vantagem sobre Valtteri Bottas, e Leclerc e Verstappen seguem atrás a mais de 100 pontos.

* Estudante de Jornalismo da PUCRS
 

João Nassif
Por João Nassif 30/09/2019 - 09:12

O primeiro título de um clube brasileiro na Copa Libertadores foi conquistado pelo Santos em 1962. Ainda em seus primeiros anos o torneio era disputado apenas pelos campeões dos países da América do Sul, exceção à Venezuela que ainda não era filiada à CONMEBOL e não disputava as competições organizadas pela entidade.

A Libertadores em 1962 começou com três grupos cada qual com três clubes e o Santos, campeão da Taça Brasil em 1961 ficou pelo sorteio no Grupo 1, tendo como adversários o Deportivo Municipal da Bolívia e o Cerro Porteño do Paraguai.

Depois dos quatro jogos realizados no Grupo o Santos terminou em primeiro com sete pontos ganhos. Derrotou o Deportivo Municipal em La Paz por 4x3 e em Santos por 6x1. Empatou com o Cerro Porteño em 1x1 jogando em Assunção e no segundo jogo goleou por 9x1 na Vila Belmiro.

Na semifinal o adversário do Santos foi a Universidad Católica do Chile. O primeiro foi em Santiago e deu empate em 1x1. No segundo jogo o Santos venceu em casa por 1x0 e se credenciou para a final.

Na decisão o Santos enfrentou o Peñarol do Uruguai. Venceu em Montevideo por 2x1 e foi derrotado em Santos por 3x0. 

Foi necessário um jogo desempate disputado em Buenos Aires. No Monumental de Nuñez perante 60 mil espectadores o Santos venceu 3x0 com dois gols de Pelé e outro marcado contra pelo zagueiro uruguaio Caetano.

Como campeão sul-americano o Santos se credenciou para enfrentar o Benfica, campeão europeu na decisão do Mundial de Clubes.
 

João Nassif
Por João Nassif 29/09/2019 - 08:56

O Grêmio venceu a Copa Libertadores três vezes, em 1983, 1995 e 2017. A primeira foi disputada com a participação 21 clubes, representantes dos 10 países da América do Sul filiados à CONMEBOL.

Cada país teve dois representantes campeões e vices em 1982 com o Uruguai participando com três, pois o Peñarol campeão no ano anterior também estava classificado no torneio.

Na primeira fase os brasileiros Grêmio e Flamengo foram sorteados no Grupo 2 junto com Bolivar e Blooming campeão e vice da Bolívia.

A campanha do Grêmio que terminou na primeira posição do Grupo com empate em 1x1 com o Flamengo em Porto Alegre. Depois derrotou o Blooming por 2x0 em Santa Cruz de la Sierra, o Bolivar por 2x1 em La Paz.

No returno venceu os bolivianos no Estádio Olímpico, o Blooming por 2x0 e o Bolivar por 3x1. Encerrou a primeira fase derrotando o Flamengo por 3x1 no Maracanã.

Nas semifinais, seis times foram agrupados em dois grupos com três equipes em cada um. O Grêmio teve como adversários o Estudiantes de La Plata e o América de Cali.

Começando a caminhada para a final o Grêmio venceu em casa o time argentino por 2x1. No segundo jogo foi derrotado em Cali por 1x0, depois venceu o mesmo América por 2x1 no Olímpico e arrancou um empate em 3x3 na histórica batalha de La Plata.

Na decisão da Libertadores de 1983 o Grêmio teve como adversário o Peñarol de Montevideo. O primeiro jogo foi no Uruguai e os dois empataram em 1x1. No jogo final o Grêmio em casa venceu por 2x1, com gols de Caio e César.  
 

João Nassif
Por João Nassif 28/09/2019 - 05:29

A história dos confrontos entre as seleções do Brasil e da Bélgica registra a realização de apenas cinco jogos, com 3 vitórias brasileiras e duas vitórias dos belgas. O Brasil marcou 11 gols e sofreu 8.

O primeiro jogo entre as duas seleções aconteceu no longínquo 24 de abril de 1963, uma partida amistosa disputada em Bruxelas e o Brasil foi goleado por 5x1.

O troco veio dois anos depois no dia 02 de junho de 1965 em jogo também amistoso disputado no Maracanã com vitória brasileira por 5x0.

Em 1988 as seleções voltaram a se encontrar em outro amistoso disputa em Antuérpia no país belga e o Brasil venceu por 2x1.

Depois de 14 anos Brasil e Bélgica fizeram o primeiro confronto oficial na Copa do Mundo compartilhada entre a Coréia do Sul e o Japão. Num jogo polêmico que os belgas reclamam até hoje um erro de arbitragem o Brasil venceu por 2x0.

A reclamação foi pela anulação de um gol da Bélgica em que foi marcado um impedimento que não ocorreu quando o placar estava em 0x0. O jogo do dia 17 de junho de 2002 era pelas oitavas de final do Mundial.

E teve o troco belga 16 anos depois no Mundial da Rússia. No dia 06 de julho de 2018 na cidade de Kazan, pelas quartas de final, a seleção brasileira se despediu da Copa do Mundo derrotada pela Bélgica por 2x1.

Foi o último jogo entre as duas seleções.
 

João Nassif
Por João Nassif 27/09/2019 - 11:57

A história dos confrontos entre as seleções do Brasil e de Portugal registra a realização de 20 jogos, com 13 vitórias brasileiras, três empates e quatro vitórias dos portugueses. O Brasil marcou 39 gols e sofreu 16.

Seleção brasileira em 1956 contra Portugal
Em pé: Djalma Santos, De Sordi, Nílton Santos, Gylmar, Zózimo, Roberto Belangero.
Agachados: Sabará, Walter Marciano, Gino, Didi, Canhoteiro 

O primeiro jogo entre as duas seleções aconteceu no longínquo 08 de abril de 1956, uma partida amistosa disputada em Lisboa e o Brasil venceu por 1x0.

Até o primeiro jogo oficial Brasil e Portugal jogaram mais sete partidas, todas elas amistosas, sendo cinco no Brasil com dois jogos em São Paulo e três no Rio de Janeiro e duas em Portugal, uma em Lisboa e outra no Porto. 

O primeiro jogo oficial foi disputado no Mundial de 1966 na Inglaterra com vitória portuguesa por 3x1 em Liverpool. Jogaram também em 1972 no Rio de Janeiro partida pela Copa Independência do Brasil na comemoração do Sesquicentenário e a seleção brasileira venceu por 1x0. 

O terceiro e último jogo oficial entre os dois selecionados aconteceu na Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. O jogo foi em Durban e terminou empatado em 0x0.

O último jogo entre Brasil e Portugal foi disputado em Boston nos Estados Unidos. Foi uma partida amistosa vencida pela seleção brasileira por 3x1. 
 

João Nassif
Por João Nassif 26/09/2019 - 18:11

Com o descompasso que existe entre os calendários brasileiro e europeu, enquanto os clubes brasileiros estão em férias em pleno verão, os europeus jogam suas competições sob um inverno rigoroso, muitas vezes com a neve caindo em várias partidas.

Na última semana do mês de dezembro, por exemplo, na Inglaterra tem jogo praticamente todos os dias numa grande maratona que exigem dos jogadores um preparo físico excepcional. 

Aqui no Brasil a temporada oficial termina na primeira semana de dezembro e com o tempo regulamentar de férias o retorno é no início de janeiro quando os atletas retornam para a pré-temporada.

Internacional x Vasco da Gama na final em 1979

Mas, antigamente não era bem assim. Os campeonatos se estendiam durante vários meses e era normal que algumas temporadas terminassem no ano seguinte. Algumas vezes a decisão do campeonato brasileiro foi disputada às vésperas do Natal.

Quatro títulos brasileiros antes da era dos pontos corridos foram decididos no dia 23 de dezembro.

O primeiro foi em 1972 quando o Palmeiras do técnico Osvaldo Brandão empatou com o Botafogo em 0x0 jogando no Morumbi perante mais de 58 mil torcedores.

A segunda vez de uma decisão na antevéspera do Natal aconteceu em 1979 quando o Internacional do técnico Rubens Minelli derrotou o Vasco da Gama no Beira Rio por 2x1 com público de 55 mil pessoas.

O terceiro título decidido num dia 23 de dezembro foi em 1998 com a vitória do Corinthians do técnico Vanderlei Luxemburgo sobre o Cruzeiro por 2x0 com a presença de 57 mil pessoas no Morumbi.

Finalmente a quarta decisão num dia 23 de dezembro aconteceu em 2001 quando o Atlético Paranaense derrotou o São Caetano no Anacleto Campanella por 1x0. O técnico do Atlético era o Geninho e o publico presente de 20 mil espectadores.
 

João Nassif
Por João Nassif 26/09/2019 - 14:26

Novamente o Criciúma demonstrou total desprezo pelos profissionais demitidos na manhã de hoje. Depois de ter feito grande molecagem ao avisar a imprensa antes de comunicar ao técnico e ao diretor executivo que seriam demitidos o anúncio da saída dos dois foi feita apenas pelo site oficial do clube.

O presidente Jaime Dal Farra não teve a dignidade de estar presente para comunicar a imprensa e por extensão aos torcedores o porquê das demissões e mandou para a sala de imprensa o vice financeiro que ficou calado enquanto os demitidos faziam seus pronunciamentos lamentando as dificuldades e conclamando a cidade para se solidarizar com o clube e ajudar na luta contra o rebaixamento.

Mais uma vez tanto Waguinho Dias como João Carlos Maringá em suas falas mostraram alto grau de profissionalismo e solidariedade para com o clube que tentaram ajudar, mas que por vários motivos não tiveram sucesso.

Um desses motivos é a total falha no planejamento costurado ainda no final do ano passado e que os maus resultados impediram que tivesse sucesso. O presidente que é o dono do clube e de seu futebol não conseguiu mostrar convicção em nenhum momento e a única luz que acendeu foi quando contratou João Carlos Maringá e Gilson Kleina.

Com os dois vieram jogadores com boas referências, mas que aqui como tantos e tantos outros não conseguiram mostram o futebol que sabem e podem e sem mais recursos para investimento resultou num plantel carente em algumas posições. O resultado é a troca incessante de técnicos com atuações cada vez piores e a posição na vice lanterna da série B. 

Mais uma vez Roberto Cavalo é contratado e desta vez com o time numa enorme aflição que exige resultados imediatos. Sempre que há mudança de comando a tendência é a superação dos jogadores. Foi assim recente quando Wilson Vaterkamper substituiu interinamente Gilson Kleina.

Waguinho Dias desmentiu esta lógica e agora que deixou o comando para a entrada do Roberto Cavalo fica a expectativa de recuperação já no próximo jogo que será coincidentemente contra o Botafogo por onde recentemente passou o novo técnico do Criciúma.

E também Vanderlei Mior, ídolo do clube que já esteve trabalhando com o mesmo Roberto Cavalo em 2015, o presidente aposta nesta dupla para estancar a sequência de resultados negativos. Vanderlei, espécie de assessor especial do futebol deverá trabalhar o vestiário e injetar, pelo seu passado, animo ao plantel atual.  
 
 

João Nassif
Por João Nassif 26/09/2019 - 07:29Atualizado em 26/09/2019 - 09:28

O técnico Waguinho Dias ficou em Campinas após o jogo de terça-feira e somente ontem a noite retornou à Criciúma. Enquanto isso surgiu a informação que havia sido demitido juntamente com o diretor de futebol João Carlos Maringá.

A informação veio a publico pelo Renato Semensati que soube por uma fonte do clube que deve merecer crédito do radialista e que lhe passou a decisão da diretoria do Criciúma. Quem tem a informação que recebeu de uma fonte de credibilidade tem que colocar no ar. Fez bem o Renato.

Agora, o que causa repulsa é o fato da informação ter sido passada por pessoa do Criciúma sem antes comunicar o treinador. Molecagem que espero não tenha sido do presidente Jaime Dal Farra, mas de alguém próximo a ele que mostrou uma grande falta de ética.

Por mais que não tem sido competente no comando do time, Waguinho Dias mostrou ética que o Criciúma não teve quando foi procurado em outras oportunidades e como estava com contrato em andamento com outros clubes declinou do convite. 

Com relação ao João Carlos Maringá, como não consegui contato não posso afirmar que também não havia sido comunicado.  Enfim, a queda dos dois profissionais era esperada, um pelos maus resultados e o outro certamente pela desilusão de não ter podido contratar com mais qualidade pela escassez de recursos colocados à sua disposição. 

Maringá desgastado quando preferia a continuidade com Wilsão e foi atropelado pelo presidente que contratou Waguinho Dias e também pela infeliz declaração que deu num encontro com a imprensa afirmando que sairia no final do ano. Depois de arrependeu, mas ficou o desgaste.

Hoje a reunião que definirá a continuidade ou não da comissão técnica do Criciúma.

João Nassif
Por João Nassif 25/09/2019 - 11:00

Um dos momentos marcantes da história do Santos FC foi quando time liderado por Pelé parou uma guerra na Nigéria. Há mais de 50 anos o Santos realizou uma excursão em solo africano e parou no país que vivia uma guerra civil entre nigerianos e separatistas do Leste Africano.

Com Pelé, sua grande atração, o time paulista parou a Guerra de Biafra na Nigéria, conflito que já durava dois anos. 

A chegada da delegação do Santos trouxe um breve momento de paz para o povo da cidade de Benin.

A presença do Santos foi tão importante que o governador da região, tenente coronel Samuel Ogbemudia decretou feriado na cidade no período da tarde. Ele ainda autorizou que a ponte sobre o rio que ligava Benin à cidade de Sapele tivesse a passagem liberada para que todos, indistintamente pudessem assistir ao jogo e ver Pelé jogar.

O goleiro Gylmar afirmou numa entrevista quando da chegada da delegação ao Brasil que assim que os jogadores colocaram os pés no avião para sair do país as hostilidades continuaram na região. 

Afirmou também que este foi o jogo da famosa “guerra suspensa para ver o Santos jogar”.

O Santos venceu uma seleção do Leste Africano por 2x1, sendo que Pelé não marcou. 

João Nassif
Por João Nassif 24/09/2019 - 09:54

Passados mais de 50 anos ainda persiste a dúvida se realmente o futebol provocou uma guerra entre duas nações vizinhas. Muitos depoimentos de quem participou daquele momento de tensão e violência garantem que não houve nenhuma relação com o futebol o conflito envolvendo Honduras e El Salvador.

As duas seleções estavam na fase semifinal das eliminatórias da CONCACAF para o Mundial de 1970 que classificaria apenas uma seleção, pois o México país que sediaria a Copa estava automaticamente classificado.

Os dois países vinham se desentendendo ao longo de décadas por questões políticas e uma disputa de tamanha importância certamente acirraria muito mais as autoridades que um mês depois dos jogos eliminatórios se enfrentaram no campo de batalha num confronto que durou quatro dias, de 14 a 18 de julho de 1969 em um combate que ganhou dois nomes: Guerra das 100 horas e Guerra do Futebol.

Os jogos classificatórios aconteceram um mês antes e foram necessários três para definição da seleção que iria à final e por consequência ficaria com a vaga.

No dia 08 de junho em Tegucigalpa, capital hondurenha, os donos da casa venceram por 1x0. Uma semana depois, dia 15, os salvadorenhos deram o troco em San Salvador vencendo por 3x0.

Foi necessário um terceiro jogo em campo neutro com a partida marcada para a Cidade do México. Horas antes da decisão o governo de El Salvador rompeu oficialmente relações diplomáticas com Honduras. 

Dentro de campo El Salvador venceu por 3x2 e na final derrotou Haiti conseguindo classificação inédita para uma Copa do Mundo.

A semifinal entrou para a história não no campo esportivo, mas foi tratada como estopim para uma guerra que começou 17 dias depois do terceiro jogo quando as forças de El Salvador bombardearam cidades hondurenhas da fronteira até a capital Tegucigalpa.
 

João Nassif
Por João Nassif 23/09/2019 - 14:18

A principal competição de clubes da América do Sul sempre foi a Taça Libertadores que teve início lá nos idos de 1960 com o primeiro título sendo conquistado pelo Peñarol do Uruguai.

Em 2002 a CONMEBOL, Confederação Sul-Americana de Futebol conseguiu emplacar a Copa Sul-Americana que tem sido objeto de desejo dos clubes, pois seu campeão garante vaga na Libertadores no ano seguinte.

Antes de colocar a Copa Sul-Americana no calendário a Confederação tentou sem sucesso viabilizar outras competições como a Copa CONMEBOL, Copa Mercosul e Mercanorte que não tiveram apelo dos clubes e muito menos dos torcedores.

Para inchar ainda mais o calendário resolveram criar a Supercopa, disputada por todos os campeões da Libertadores. A primeira edição foi realizada em 1988, mas durou pouco com a última edição sendo realizada em 1997. 

Só dois brasileiros conseguiram o título da Supercopa, o Cruzeiro duas vezes e o São Paulo. O Cruzeiro foi campeão em 1991 e 1992 e o São Paulo no ano seguinte.

Pelo regulamento a Supercopa era decidida em jogos de ida e volta e em 1993 foram para a final São Paulo e Flamengo.

O primeiro jogo foi realizado no Maracanã e terminou empatado em 2x2. No dia 24 de novembro no jogo da volta no Morumbi novo empate em 2x2 e a decisão foi para os pênaltis. 
Marcelinho Carioca perdeu o segundo pênalti cobrado pelo Flamengo e o São Paulo foi perfeito marcando todos seus gols decretando a vitória por 5x3.

Para recordar aos torcedores dos dois times as escalações, aí vai.

São Paulo: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão e André Luiz; Doriva, Toninho Cerezo (Juninho Paulista), Dinho e Leonardo; Palhinha (Guilherme) e Müller. O técnico era Telê Santana.

O Flamengo jogou com Gilmar, Charles Guerreiro, Gélson Baresi, Rogério e Marcos Adriano; Fabinho, Marquinhos, Marcelinho Carioca e Nélio; Renato Gaúcho (Éder Lopes) e Casagrande (Magno). Técnico: Júnior
 

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