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CORONAVÍRUS - Saiba mais aqui
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Denis Luciano
Por Denis Luciano 13/05/2020 - 10:33Atualizado em 13/05/2020 - 10:41

O governador Carlos Moisés está, neste momento, reunido com o chefe da Casa Civil tratando da possível liberação, ao menos parcial, do transporte coletivo em Santa Catarina. A busca de uma saída para o segmento tem sido uma das engenharias mais recentes do novo processo iniciado na Casa da Agronômica desde a saída do secretário Douglas Borba. Seu sucessor, Amandio João da Silva Júnior, tem se ocupado de melhorar a interlocução de Moisés. Em uma das reuniões de ontem, intermediada pelo deputado Rodrigo Minotto (PDT), o governador conversou com dois representantes do transporte coletivo em Santa Catarina.

Da conversa, Moisés tomou conhecimento, em detalhes, de um protocolo montado pelas empresas para conseguir retomar o transporte de passageiros em Santa Catarina. O secretário Amandio, desde então, bateu nessa tecla com Moisés, e deu um claro sinal desse rumo hoje pela manhã. Em entrevista à NSC TV, ele afirmou que o problema está sendo discutido ao longo do dia e que uma decisão, sobre flexibilização do transporte, poderá ser anunciada na entrevista coletiva do fim da tarde. Ontem, Moisés não participou da entrevista, outro sinal da nova fase que Amandio tenta ditar ao gabinete do governador.

Lembrando que o transporte segue suspenso em Santa Catarina desde meados de março, quando a pandemia de Covid-19 começou. Em Criciúma, o presidente da Associação Criciumense de Transporte Urbano (ACTU), Everton Trento, disse ontem, no Ponto Final na Som Maior, que ainda estão sem expectativas positivas, e que o sistema já deixou de transportar 2 milhões de passageiros, apresentando grande prejuízo. Relatou que, em breve, começam as demissões de trabalhadores, e que as empresas enfrentam grandes dificuldads para honrar com as folhas de pagamento.

Confira também:

Transporte coletivo ainda sem expectativa de volta

Representantes do transporte coletivo reúnem-se com Moisés

Carlos Moisés não garante volta do transporte nesta semana

Denis Luciano
Por Denis Luciano 12/05/2020 - 16:12Atualizado em 12/05/2020 - 16:22

Está nas mãos do presidente da Assembleia Legislativa (Alesc), o novo pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL). E que promete ser o mais polêmico e abrangente, já que parte de dois deputados estaduais que, por seus discursos afiados, parecem chegar munidos de vários votos de apoio entre os colegas de plenário.

Depois de vários dias de preparação, o deputado Maurício Eskudlark (PL) finalmente entregou o pedido - que trata-se de um volumoso processo, muitos papeis - ao presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD). Detalhe, Eskudlark, que foi líder do governo Moisés até o fim do ano passado, não assina sozinho o pedido. Com ele, avaliza o pedido a deputada Ana Caroline Campagnolo (PSL). Do mesmo partido de Moisés, a deputada esteve desde os primeiros tempos do mandato rompida com Moisés, e distante do governador. Chegou, a exemplo do deputado criciumense Jessé Lopes, a ter sua expulsão do PSL cogitada. Campagnolo e Jessé foram, da bancada do PSL, os de maior oposição ao governador, e de maior alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro.

A adesão de Ana Caroline à autoria do pedido tem algo de emblemático, já que Eskudlark foi buscar essa parceria em uma deputada da bancada de seis parlamentares do próprio partido do governador.

Eskudlark e Ana Caroline entregando o pedido de impeachment ao presidente da Alesc

"Algumas atitudes do governo foram piores que o coronavírus", disse antes de mim, aqui, o deputado Moacir Sopelsa (MDB). "Eu me senti enganada pelo governador. Votei nele, me senti enganada pois depois de eleito, fui cobrar os compromissos e vi diante de mim um homem arrogante, prepotente, debochado e indisposto a negociar, chegou a gargalhar das propostas que levei para ele", disparou. "O cidadão catarinense não precisa se envergonhar, é legítimo esperar mudança. Mas é óbvio que esperávamos que ele fosse um grande homem, e descobrimos que ele não é nem um homem grande, nem um grande homem. Ele é um anão político, vive de dar rasteiras, pela baixa estatura moral e política que tem", reforçou a deputada.

Ouça abaixo o pronunciamento de Ana Caroline:

Ana Caroline fez, durante sua fala, uma exposição de manchetes contra Moisés que a mídia estadual vem propagando. Uma delas é do 4oito, e refere entrevista do deputado Ivan Naatz sugerindo que o governador "parasse com as baladinhas na Agronômica".

Protocolado, o processo agora segue sua tramitação rumo às comissões da Alesc. Em paralelo, também nesta terça, a CPI dos Respiradores faz sua primeira reunião.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 12/05/2020 - 15:57Atualizado em 12/05/2020 - 16:09

Quatro frentes de trabalho estão em plenas obras para a estruturação do binário da Avenida Santos Dumont. Um grupo está nas cercanias da Rua Carlos Sampaio com a Rodovia Luiz Rosso, onde vai passar um elevado do binário. Outra equipe atua na Santos Dumont, nos arredores do Fórum, instalando rede de escoamento pluvial. Uma terceira equipe faz a extensão do mesmo canal, no Parque Centenário, perto da Rua Visconde de Cairú. E uma quarta turma da empresa Confer, contratada para a milionária obra, atua na Rua Imigrantes Poloneses, onde estará a alça do binário em direção à Rua Miguel Patrício de Souza.

Nesse último grupo, populares detectaram um problema na tarde desta quarta-feira, e recorreram à redação do 4oito e da Rádio Som Maior para levar adiante a reclamação. É que por volta das 14h o operador de alguma máquina acertou em cheio um cano de água potável que serve à região. "E agora, a gente precisando economizar água, ficam jogando aquela água boa fora", reclamou um dos populares que gravou o vídeo abaixo.

Encaminhamos o alerta à Casan, que de pronto respondeu. "Estamos com equipe no local", informou o engenheiro Jaison Speck, chefe da agência Criciúma da empresa.

Obras na Imigrantes Poloneses, já de olho no futuro binário / Foto: Marciano Bortolin / 4oito

Sobre o trecho da Imigrantes Poloneses em obra, aquele impacto urbano sempre previsível já está vigorando. Na foto do colega Marciano Bortolin, uma longa fila no sentido Próspera-São Luiz na manhã desta terça.

Trânsito na Imigrantes Poloneses nesta terça, em plena obra do binário / Foto: Marciano Bortolin / 4oito

Quem puder, evite trafegar pela região. O impacto da obra está posto, aquele transtorno necessário para o benefício permanente, como gostam de lembrar sempre os gestores públicos em meio a seus investimentos.

Confira também - Cronograma do binário da Santos Dumont segue inalterado

Denis Luciano
Por Denis Luciano 08/05/2020 - 16:48Atualizado em 08/05/2020 - 16:50

A sexta-feira de sol é também de esperança para os lojistas. Tudo graças ao Dia das Mães. Ocorre que nesses quase dois meses de medidas restritivas - gradualmente relaxadas - por conta da pandemia de Covid-19, nenhum dia teve tanto movimento na rua como esta sexta-feira, 8. 

É bastante gente no comércio do Centro em Criciúma. Pela Avenida Centenário, muitos carros. Até formação de filas. Faltou lugar de novo para estacionar, algo que não acontecia há um bom tempo. Nas ruas do entorno, das proximidades da Praça Nereu Ramos, idem. No vai e vem das pessoas, não são tantas sacolas como em outras datas especiais, mas há os clientes que investiram em presentes. Vários. Logo, um respiro para os até então abatidos comerciantes, aflitos pela queda brusca nos faturamentos.

Fila em uma loja da Praça Nereu Ramos na tarde desta sexta

Há filas em algumas lojas também. Tudo por conta das regras de segurança impostas. Limitação de número de clientes nas lojas e quem mais quiser comprar, que aguarde, com o devido espaçamento de 1,5 metro e sem aglomerações. O público, na sua maioria, parece ciente e consciente. São raríssimos os que acabam flagrados sem a máscara no rosto. A maioria aderiu. E o álcool gel está por toda a parte.

Mas o comércio já antecipa uma preocupação. "A partir de segunda-feira o movimento vai cair de novo", aponta, com a naturalidade que a realidade oferece, a presidente da CDL, Andrea Salvalaggio, na matéria que o Marciano Bortolin postou nesta tarde no 4oito

Muitos carros na Centenário

Mas que as pessoas saíram às ruas, saíram. E olha que seguimos sem o transporte coletivo.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 08/05/2020 - 10:19Atualizado em 08/05/2020 - 10:33

A postura do governador Carlos Moisés (PSL) na condução da pandemia de Covid-19 em Santa Catarina vem rendendo críticas. Dois atores da cena política de Criciúma, em especial, têm sido um tanto protagonistas nessa artilharia pesada contra o ocupante da Casa da Agronômica: o prefeito Clésio Salvaro (PSDB) e o deputado estadual Jessé Lopes (ainda no PSL).

Em ato ontem na prefeitura, enquanto era exposto o Projeto do Executivo que visa a volta do transporte coletivo em Criciúma na próxima semana, Salvaro mandou vários recados para Moisés. A principal reclamação do prefeito em relação ao governador reside na falta de diálogo. Inúmeras vezes, Salvaro pediu publicamente para que Moisés compartilhe com os prefeitos as decisões sobre isolamento social. "Eu capitaneei reunião com os 15 prefeitos das principais cidades, mas não adianta, o governador não dialoga. Vamos fazer o que? Colocar uma arma na cintura e invadir o palácio? É dentro do palácio que ele se esconde, é de lá que ele toma as decisões", disparou.

Salvaro entende que Moisés chamou para si a responsabilidade sobre 295 municípios, sem sequer ouvir os prefeitos, contrariando o que fizeram os seus colegas do Rio Grande do Sul e Paraná, Eduardo Leite (PSDB) e Ratinho Júnior (PSC).

Antes, em 17 de abril, em reunião na Acic, Salvaro já havia disparado contra Moisés, afirmando que faltava apoio do Estado aos municípios. "Queria pedir aos deputados para convencer o governador deixar os prefeitos tomar decisões pelas cidades, quem sabe o que acontece na cidade é o prefeito, é quem vive nela, não é o governador que está encastelado no Palácio cercado por quatro ou cinco pessoas para decidir os rumos de uma cidade, do Estado", afirmou, na ocasião, pedindo também um canal de diálogo com o governador.

Jessé x Moisés

Embora eleito pelo mesmo partido de Moisés, o deputado estadual criciumense Jessé Lopes é um dos mais ácidos críticos do governador, e não é de hoje essa postura dele na Alesc. Logo no princípio do mandato, chegou a responder um processo disciplinar no PSL, com risco de cassação, quando retirou da parede do seu gabinete uma foto de Moisés, "colocando-o de castigo". Na época, o parlamentar brigava com o Executivo contra a elevação de impostos da cesta básica e do ICMS dos defensivos agrícolas.

Nesta sexta-feira, 8, Jessé usou de novo as redes sociais para, com uma dose de bom humor, chegar em Moisés. Ilustrada por uma foto com ele, Jessé, mexendo em uma moita diante de uma unidade do Corpo de Bombeiros, o deputado pergunta: "estou procurando um bombeiro, você viu por aí?". O deputado conta que Moisés sempre teve fama de inacessível. "Só o vemos através de lives, onde fala com seu público", apontou, citando que há os excluídos das páginas sociais de Moisés (depreende-se que Jessé é um desses excluídos) que não podem assistir as transmissões. "Desta vez, nem atrás da moita o governador está. Queremos respostas", reforçou. Jessé questiona os R$ 33 milhões para os respiradores, via Veigamed, mas também é um crítico desde o princípio do modelo de isolamento social colocado em prática pelo Governo do Estado. Abaixo, a reprodução da postagem de Jessé:

Reprodução / Instagram

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 06/05/2020 - 07:47Atualizado em 06/05/2020 - 07:50

Fim de expediente ontem. Tocou o telefone na redação da Som Maior e do 4oito. Era um ouvinte alarmado, com relatos de gente que não precisa embolsando os R$ 600 ou até os R$ 1,2 mil do Auxílio Emergencial do Governo Federal, para esses duros tempos de pandemia de Covid-19. Hoje cedo, 7h e alguns minutos. Tocou o telefone na redação do 4oito e da Som Maior. Era uma ouvinte, também alarmada, com outro relato de criminosos que burlaram o sistema para embolsar essa verba que é destinada a quem realmente precisa. Vamos aos detalhes.

Sobre o relato de ontem, o ouvinte, morador de Criciúma, referia o caso de ao menos duas mulheres, mães, separadas judicialmente, com filhos. Ambas têm seus trabalhos, são até bem pagas (que bom) em seus empregos que estão garantidos. Não foram ameaçados pelo coronavírus e a sua resultante crise. Ok. Elas encontraram os subterfúgios legais para se candidatar aos recursos. E conseguiram. Cada uma embolsa, por três meses, R$ 1,2 mil mensais. R$ 3,6 mil para cada uma em 90 dias, sem necessidade. Elas não precisam. Estão com as mesmas rendas de antes da pandemia. São oportunistas, portanto. Criminosas.

Sobre o relato de hoje. A ouvinte contou ao blog sobre criciumenses que vivem no Exterior. Gente que mora na Itália, Alemanha, Estados Unidos. Alguns, poucos, claro que não se trata de uma multidão, mas de alguns casos pontuais. Que vivem lá, que têm suas vidas por lá, que acumularam rendas, que formaram patrimônio. Fruto de trabalho, ok. Bacana. Mereceram. Possuem casas por aqui, no plural, assim mesmo. Mas, da mesma forma que as mamães empregadas do parágrafo anterior, da mesma forma acharam um jeitinho para driblar o sistema e estão embolsando. Está caindo na conta deles. Gente que nem no país mora. Não precisam. Não estão passando fome, não perderam seus empregos, possuem rendas garantidas dos aluguéis dos imóveis que mantém por aqui também. Logo, outra indecência. Criminosos.

Essa gente deveria ter um pontual encontro com a Justiça. Estão embolsando enquanto gente que vive aqui, à míngua, com parcos recursos, passando fome, desempregados. E há muitos outros exemplos, Brasil afora (e até fora) de gente oportunista, achacando os cofres públicos. "Ah, mas os políticos fazem pior", pode dizer alguém. Eis a prova cabal de que, de fato, cada povo tem o governo que merece. E segue o baile, o triste baile de um país que acha que engana alguém nessa irritante "lei de Gérson" mas, na verdade, engana a si mesmo. Triste. Pobre Brasil.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 05/05/2020 - 19:45

Calma, ainda não é nos postos de Criciúma e região. Mas é em Santa Catarina. Correram as redes sociais as imagens de postos oferecendo o litro da gasolina comum a menos de R$ 3 em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis. Por lá, um posto passou a cobrar R$ 2,99 o litro. Outro, antenado na concorrência, puxou para R$ 2,89.

A opção por esses valores chama a atenção em um momento no qual o Governo do Estado mantém impostos elevados, acima desse valor, sobre os combustíveis.

No último dia 16, apuramos que o litro estava custando, em média, entre R$ 3,70 e R$ 3,80 nos postos de Criciúma. E na ocasião um empresário do setor, o Beto Benedet, criticou a base de cálculo do Estado para cobrar os impostos, fator determinante para o preço final do combustível.

"A base é de R$ 4,32, todos os impostos, PIS, Cofins e ICMS são cobrados sobre a base de R$ 4,32", apontou. "Se trabalharmos com preço médio de R$ 3,80 para cobrança de impostos, só o ICMS reduziria em R$ 0,15 no preço da gasolina", exemplificou.

Criciúma está distante 197 quilômetros de Santo Amaro da Imperatriz. Não vale a pena, ainda, ir até lá encher o tanque de gasolina para tentar alguma economia, a não ser que a viagem tenha algum daqueles destinos mesmo. Mas fica a curiosidade sobre a fórmula econômica e matemática adotada pelos empresários de lá para a adoção de um preço tão baixo em relação à rotina dos valores. A conferir.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 04/05/2020 - 23:17Atualizado em 04/05/2020 - 23:28

Eles saíram do quartel de farda, a caráter, e também antenados em uma guerra.  Não, eles não tripulam tanques e suas armas não são fuzis, mas instrumentos musicais. É o pessoal do Exército que levou música para ruas de Criciúma na noite desta segunda-feira, 4.

Sem esquecer das máscaras para a guerra, a batalha da proteção contra a Covid-19,  os homens da banda do 28° GAC percorreram ruas centrais dando um verdadeiro show.

No Comerciário, os moradores desceram dos prédios e ocuparam as sacadas da Almirante Barroso para aplaudir a bela evolução do grupo que, escoltado pela DTT, fez um bom desempenho na apresentação que faz parte da programação de 189 anos do 28° GAC.

A desenvoltura dos homens do Exército no manejo dos instrumentos agradou em cheio o início da noite. Era por volta de 20h quando o trânsito deu lugar à música e o sofá diante da TV ficou vazio em benefício da apresentação. 

Assista um pouco no vídeo:

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 04/05/2020 - 18:29Atualizado em 04/05/2020 - 18:31

Ele clica de tudo pela região. Onde vai, sempre compartilha bons registros. Assim foi mais uma vez nas redes sociais de Bruno Neka Dal Pont. O fotógrafo içarense postou um alerta referente à estiagem na região.

Neka nas margens da Barragem

"Alerta à Estiagem: a Barragem do Rio São Bento já esta com 3,15 metros abaixo do nível", disse Neka.

As fotos não o deixam mentir. Em vários cliques, a histórica torre da igrejinha da antiga localidade de São Pedro, inundada para dar lugar à barragem.

Em outras fotos, as margens cada vez mais visíveis, prova que a água baixou.

A Casan vem assegurando que não há riscos de desabastecimento, que há água suficiente para tocar a rotina da região por um bom tempo.

De bom, ainda, o flagra que Neka fez do novo acesso à barragem. É a velha estradinha, mas agora com asfalto. Boas novas!

Mais uma da estrada, para dar boas vindas aos visitantes que agora chegam por asfalto, em obra tocada pela prefeitura de Siderópolis.

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 04/05/2020 - 10:16Atualizado em 04/05/2020 - 10:24

O número 2 da Agência Brasileira de Investigação (Abin), imediato de Alexandre Ramagem, é o novo diretor-geral da Polícia Federal (PF). A nomeação de Rolando Alexandre de Souza para o cargo foi confirmada nesta segunda-feira, 4, via Diário Oficial da União. 

Rolando é considerado o braço direito de Ramagem, que foi o pivô de mais uma das recentes crises, quando da sua nomeação pelo presidente Jair Bolsonaro, na semana passada, foi questionada via Supremo Tribunal Federal (STF), em ação movida pelo PDT, e a suspensão da indicação foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes.

Fruto disso, houve até protestos na porta da casa do ministro e o presidente Bolsonaro participou de atos nas ruas contra o STF e prometeu rigor nas suas ações nesta semana.

Delegado Rolando Alexandre, novo diretor-geral da PF

Esse cargo é o do delegado Maurício Valeixo, demitido no último dia 23, na raiz de outra crise, a que culminou com a saída do então ministro da Justiça e Segurança Pública. A partir desse episódio, além de pedir demissão, Sergio Moro lançou acusações contra Bolsonaro referentes a ingerências presidenciais na PF, o que deu origem inclusive a um longo depoimento prestado pelo ex-juiz no último sábado, 2.

A indicação de Rolando vem à tona poucas horas depois de o presidente ter feito contundentes afirmações durante o ato deste domingo, 3, em Brasília:

"Nós queremos o melhor para o nosso país. Queremos a independência verdadeira dos três poderes e não apenas uma letra da Constituição, não queremos isso. Chega interferência. Não vamos admitir mais interferência. Acabou a paciência. Vamos levar esse Brasil para frente."

 

"Vocês sabem que o povo está conosco, as Forças Armadas – ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade – também estão ao nosso lado, e Deus acima de tudo."

 

"Vamos tocar o barco. Peço a Deus que não tenhamos problemas nessa semana. Porque chegamos no limite, não tem mais conversa. Tá ok? Daqui para frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição. Ela será cumprida a qualquer preço. E ela tem dupla-mão. Não é de uma mão de um lado só não. Amanhã nomeamos novo diretor da PF."

Agora é aguardar. Se a indicação de Rolando é o fim de uma crise ou o início de outra.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 03/05/2020 - 12:29Atualizado em 03/05/2020 - 17:33

Uma movimentação no mínimo curiosa despertou a atenção na Praça do Congresso na manhã deste domingo.

O trecho da Rua Lauro Müller junto à praça, em uma quadra, foi bloqueado. Defronte a um dos prédios próximo à esquina com a Rua Barão do Rio Branco, dois caminhões estacionados, um baú, de transporte, e um guincho.

O guincho fez a operação de entrega de um sofá em um dos apartamentos da praça, fato que chamou a atenção dos pedestres e de quem passava por ali. E foi longe a entrega, nas alturas de um dos andares mais elevados.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 01/05/2020 - 10:49Atualizado em 01/05/2020 - 10:55

O governador Carlos Moisés não fará a sua já tradicional fala do fim de tarde nesta sexta-feira, 1. Ontem a assessoria de comunicação do Governo do Estado havia anunciado uma entrevista coletiva para esta sexta, 18h30min, na qual estariam Moisés e o secretário de Saúde. Mas Helton Zeferino pediu exoneração na noite passada e, como carta fora do baralho, fez o governador mudar seus planos.

Foi anunciado, nesta manhã, o cancelamento da entrevista desta sexta e de antemão já foi anunciado que não haverá pronunciamentos ao vivo no fim de semana, apenas depoimentos gravados por Carlos Moisés e distribuídos à imprensa, referindo os números dos casos de Covid-19 em Santa Catarina.

Moisés sai um pouco de cena para acertar os ponteiros na saúde. Em meio à pandemia, tem a urgência de definir um novo titular para a secretaria. E tem essa que o Adelor Lessa veio informando, que o secretário Douglas Borba deve ser o próximo a cair. Vem mais bronca por aí.

Não fosse a denúncia dos R$ 33 milhões aplicados na compra de 200 respiradores que não chegaram, e tudo correria na normalidade vigente, com Carlos Moisés e seus pronunciamentos com Zeferino ao seu lado e Douglas na retaguarda. Mas tudo mudou de terça-feira para cá.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 28/04/2020 - 19:25Atualizado em 28/04/2020 - 19:29

Contrariando expectativas dos clubes, o Campeonato Catarinense não volta no dia 16 de maio, nem os treinos recomeçarão no próximo dia 2. O pedido da Federação Catarinense de Futebol (FCF) não foi acatado pelo Governo do Estado. "Confere. É isso mesmo. O governador acabou de me ligar informando que não tem como liberar", informou ao blog o presidente da FCF, Rubens Angelotti. "Ele pediu que a gente entendesse. Talvez o nosso governador não queira ser o primeiro a liberar o futebol, já que a responsabilidade é muito grande", apontou Angelotti. "Respondi que a responsabilidade é de ambos, se der algo errado, mas faríamos tudo com muita segurança, em cima do nosso protocolo. Mesmo assim, não deu", lamentou.

Angelotti argumentou, na conversa por telefone com o governador agora há pouco, que muitos empregos já estão sendo e serão perdidos. "Os clubes vão sentir muito. Já estão sentindo. Faríamos algo muito seguro", lamentou. "E agora? Não temos o que fazer. Vamos aguardar, não temos um plano B", frisou.

Rubinho já convocou uma videoconferência com os presidentes dos dez clubes do Campeonato Catarinense. Há, ainda, alguma esperança via Governo Federal. Os presidentes de federações, Rubinho inclusive, reuniram-se nesta terça-feira, 28, com o presidente da CBF, Rogério Caboclo. A CBF quer retomar os treinamentos no dia 2 e os estaduais no dia 17. "Esperávamos essa liberação. A CBF está fazendo um trabalho junto ao Governo Federal, tivemos reunião com o presidente para essa liberação em cima do mesmo que pedimos, para treinar dia 2 e recomeçar dia 17, esse é o pleito da CBF junto ao Ministério da Saúde e Governo Federal. Se vão conseguir, não sei. Também tem que ter anuência do Governo do Estado", afirmou.

Ao menos, os clubes agora têm algum norte, ponderou Rubinho. "Os contratos vencendo dia 30, os clubes vão se reorganizar, vão dispensar, terá desemprego, já está dando, só em Criciúma vários demitidos. Vai ter desemprego. Na FCF vou ter que ir por outros caminhos também. Difícil, como manter uma estrutura daquela sem entrar receita. Os clubes também", comentou. "Todo mundo vai ter que se adequar", completou.

"Cada clube vai ter que administrar isso tudo ao seu jeito", afirmou o presidente da FCF. Mas Rubinho descarta a hipótese de declarar o campeonato encerrado, com a classificação apontada até o início da pandemia de Covid-19 e o isolamento social em Santa Catarina. "Não, não. Isso não me passa pela cabeça. A CBF mesmo hoje disse que tem prioridade para acabar os estaduais. Um canetaço pode gerar muitos processos na frente. Vai dar prioridade para acabar os estaduais, quer que termine, estaduais e Copa do Brasil, e o Brasileiro vai fazer na medida em que terminar os estaduais. Ela acha que até o fim de junho conseguimos acabar os estaduais", finalizou.

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 28/04/2020 - 16:55Atualizado em 28/04/2020 - 16:59

A denúncia foi levantada pelo The Intercept Brasil: Santa Catarina gastou R$ 33 milhões na aquisição de 200 respiradores. Pagou três vezes mais pelo preço de mercado. E entregaria no começo de abril para 48 unidades de saúde estado afora. Os equipamentos não só não chegaram, como há previsão de que possam estar por aqui em junho. 

O detalhe, conforme a reportagem, é que cada respirador custa, nos preços pagos pela União ou por outros estados, de R$ 60 mil a R$ 100 mil, e Santa Catarina, nessa operação, está pagando R$ 165 mil. 

A notícia chama a atenção, também, para o fornecedor: a tal Veigamed é uma empresa do Rio de Janeiro, sem histórico de vendas desse aparelho, e especializada em vendas de gaze e mobília para atendimentos hospitalares. No site da Veigamed não há qualquer relação de respiradores ou equipamentos de igual valor. E mais: essa empresa jamais teve contrato com o governo catarinense, e nos últimos cinco anos vendeu somente R$ 24 mil para o Governo Federal. 

Diz o Intercept:

O GOVERNO DE SANTA CATARINA levou cinco horas para decidir comprar, receber uma proposta e bater o martelo sobre a aquisição de 200 respiradores a módicos R$ 33 milhões. A pressa teve um preço. Os aparelhos, que deveriam ter sido entregues no início de abril, em 48 unidades de saúde do estado, não chegaram. A previsão mais otimista, agora, é para junho.

 

Cada respirador, equipamento essencial durante a pandemia, já que um dos principais sintomas de coronavírus é a falta de ar, saiu por R$ 165 mil – valor bem acima dos R$ 60 mil a R$ 100 mil pagos pela União e por outros estados.

 

Além do preço, causa estranheza a escolha do fornecedor: a Veigamed, uma empresa da Baixada Fluminense, sem histórico de vendas desse aparelho e especializada no comércio de produtos hospitalares como gaze e mobília. Em seu site, não há menção a respiradores ou qualquer outro tipo de equipamento elétrico de maior valor. A empresa também nunca teve nenhum contrato com o governo catarinense e, nos últimos cinco anos, a soma de todos os produtos que vendeu à União é de apenas R$ 24 mil.

 

A primeira movimentação do governo catarinense para aquisição dos respiradores foi protocolada pela Secretaria de Estado de Saúde às 10h17 de 26 de março. Naquele mesmo dia, às 15h31, foi incluída no sistema a ordem de fornecimento dos equipamentos oferecidos pela empresa, finalizando o processo de escolha.

 

A empresa fica localizada em uma casa simples no município de Nilópolis, segundo os dados presentes na proposta feita ao governo catarinense. Em seu site há apenas a foto de um prédio com pinta de imagem adulterada no Photoshop e uma referência a outra cidade, Macaé, na Região dos Lagos do Rio, além de um telefone em que ninguém atende. Ao ligarmos para o telefone presente no cadastro da Receita Federal, fomos informados que o número correspondia a uma “casa de massagens”.

 

Na proposta de venda encaminhada ao governo pelo CEO da Veigamed, Pedro Nascimento Araújo, é informado que a empresa atuaria em conjunto com a Brazilian International Business, com sede na catarinense Joinville. Essa empresa seria, segundo o documento, a responsável pela parte internacional da transação. O modelo de respirador oferecido é o Medical C35, de um fornecedor no Panamá.

 

O nome do dono da importadora, Rafael Wekerlin, no entanto, aparece apenas nessa proposta inicial. Não há documentos dele ou o CNPJ de sua empresa no processo, e ele não assina qualquer outro documento posterior na realização do negócio. Quando o questionamos, ele disse primeiro que chegou a ser procurado para uma parceria, mas não obteve nenhum retorno. Depois, mudou de versão: disse que não conhecia a empresa.

O Governo do Estado ainda não se pronunciou. Tem entrevista coletiva, aquela habitual para a prestação de contas do coronavírus em Santa Catarina, marcada para 18h. A questão é pergunta certa para o governador Carlos Moisés e o secretário Helton Zeferino, que terão todo o espaço franqueado para alguma explicação plausível. Cabe lembrar que, recentemente, houve saia justa semelhante envolvendo o tal hospital de campanha de Itajaí, que acabou não saindo do papel nos moldes inicialmente previstos.

Prato cheio para a oposição. O deputado estadual Jessé Lopes postou nesta tarde, na sua rede social, um alerta com o título "Governo de SC ensina como rasgar 33 milhões de reais". Na postagem, o parlamentar criciumense cita que "alguns mais pessimistas... dizem que o dinheiro (R$ 33 milhões) foi lamentavelmente perdido. Confira:

GOVERNO DE SC ENSINA COMO RASGAR 33 MILHÕES DE REAIS

 

- Chegou até nós, supostas denúncias sobre compra adulterada de RESPIRADORES por parte do Governo de Santa Catarina.

 

- A possível Irregularidade trata-se do gasto de 33 milhões, na compra de 200 RESPIRADORES, custando até 3x mais caro! E para “melhorar” a situação, o equipamento era para chegar em abril, mas os mais OTIMISTAS prevêem que deve chegar SOMENTE EM JUNHO!! Alguns funcionários mais pessimistas da SECRETARIA de ADMINISTRAÇÃO, dizem que o dinheiro foi lamentavelmente PERDIDO.

 

- Estamos de olho e fiscalizando tudo, principalmente acerca do erário público. Estamos entrando com pedidos de informação e todas as atitudes irresponsáveis (no mínimo) estão sendo catalogadas para tomarmos a atitude cabível.

 

VAMOS FISCALIZAR TUDO!

Mais um pepino para o governo Moisés descascar.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 27/04/2020 - 22:35Atualizado em 27/04/2020 - 22:41

Roberto Figueiredo, o biomédico que virou referência nacional a partir das sempre interessantes participações no Fantástico, da Rede Globo, é a atração do Agora que a gente apresenta nesta terça, a partir das 9h, na Som Maior.

Ele é o Dr Bactéria, o profissional que tão bem fala para o Brasil sobre microorganismos e que vai dedicar parte da sua manhã desta terça para conversar com o sul de Santa Catarina. 

Nesses tempos em que os microorganismos estão tão em pauta, a partir da ameaça invisível que representa o novo coronavírus, sempre é bom ouvir um profissional do gabarito do Dr Bactéria.

Desde sugestões que vão do que fazer com os tapetes da casa até como lidar com as roupas, muito vamos aprender com o Dr Bactéria. 

Conto com vocês. Nesta terça, em seguida do Programa Adelor Lessa, Agora é com a gente na Som Maior.

Tags: Coronavírus

Denis Luciano
Por Denis Luciano 27/04/2020 - 16:46Atualizado em 27/04/2020 - 16:48

O binário é na Santos Dumont e na Carlos Pinto Sampaio, mas a obra já vai dando seus primeiros ares nas cercanias. Até no Parque Centenário Altair Guidi.

Quem chega ao parque, ali pelas bandas do Teatro Elias Angeloni, observa, na extremidade do Centro de Eventos José Ijair Conti, uma grande escavação. Com água no fundo. E, por perto, algumas aduelas, aqueles tubos grandes que ficaram bastante conhecidos na época do canal auxiliar do Rio Criciúma. Essas aduelas "frequentavam" a Praça Nereu Ramos enquanto aguardavam o momento de serem enterradas para servir de curso artificial do combalido rio. Assim foi feito.

Agora, então, algumas unidades de aduelas estão ali no Parque Altair Guidi, no aguardo de serem também enterradas para compor os drenos das galerias de águas pluviais do binário da Avenida Santos Dumont. Elas ajudarão a escoar as águas do binário, para evitar cheias naquela região. Por sinal, a Santos Dumont nos moldes atuais e antigos já foi bastante castigada por acúmulo das chuvaradas, por isso a necessidade de uma rede de escoamento bem feita. 

Fotos: Denis Luciano / 4oito

Naquela região do Bairro Santa Bárbara, entre o Paço Municipal e a Henrique Lage, há rios que, canalizados, ajudam nesse escoar de águas. A demanda certamente vai aumentar, com essa nova rede que parte do binário.

Há outras frentes de obras em paralelo, já dentro do primeiro dos contratos do binário. Uma equipe trabalha na Rua Fioravante Benedet, que fará a alça de extensão da Carlos Pinto Sampaio, uma das vias do binário, em direção à Próspera, fazendo a conexão com a Rua Imigrantes Poloneses. Há outro grupo trabalhando na Rua Vitor Hugo, esquina com a Henrique Lage, também preparando as drenagens.

Denis Luciano
Por Denis Luciano 27/04/2020 - 15:22Atualizado em 27/04/2020 - 15:28

Duas agências da Caixa Econômica Federal foram fechadas na região por conta do novo coronavírus.  Funcionários assintomáticos foram confirmados com a Covid-19, um na agência do Rio Maina, em Criciúma, e outro em Urussanga. 

A Caixa recomenda que os clientes só procurem as agências em casos extremos. O Sindicato dos Bancários emitiu nota. Mais detalhes em instantes. Confira:

*INFORME SINDICAL*
*Covid-19*

 

Na última sexta-feira tivemos a confirmação de duas contaminações pelo Coronavírus em nossa base sindical. Ambos os casos, assintomáticos,  na CAIXA (Agências Rio Maina e Urussanga).

 

Os protocolos de isolamento e segurança estão em curso e durante esta semana as referidas agências estarão fechadas e todos os empregados em isolamento social.

 

Uma vez mais recomendamos a todos especial atenção e permanente vigilância.

 

O Sindicato providenciou notas em rádios alertando a população para irem aos bancos somente em casos cujo atendimento presencial seja a única alternativa.
A mesma nota também roda em *Motos com Som* em todos os municípios da base territorial.

 

*Cuidem-se!*

 

*Sindicato Bancários e Financiários de Criciúma e Região - CUT*

Denis Luciano
Por Denis Luciano 27/04/2020 - 07:25Atualizado em 27/04/2020 - 12:38

No próximo dia 6 o Parque Centenário Altair Guidi completa quatro meses de sua nova fase, depois da reformulação do antigo parque e do novo nome, justa homenagem ao ex-prefeito que recentemente faleceu.

Fomos ao parque neste domingo. Para uma caminhada. E uma espiada.

O parque ainda está em obras, mas já é um belo espaço de lazer. As pistas de caminhada são várias, espaçosas, bem pavimentadas e circundam todo o grande terreno.

Aqueles torrões que eram cobertos por barro já são espaços verdes, com bonita grama consolidada. O Monumento às Etnias está bem cuidado, com pintura, sem pichações e o aviso de que é proibido "escalar" as faces de concreto.

A pista da ciclovia vem sendo tão utilizada quanto a de caminhadas, que sofre de uma forçosa interrupção no seu leito nas bandas do Teatro Elias Angeloni. É que por ali estão em andamento as obras da pista de skate, que deverá ser entregue ainda neste ano.

Era domingo e a contratada trabalhava na obra da pista. Perto dali está o lago, praticamente pronto para receber água, com seus drenos preparados para manter o espaço em boas condições. Plantas que são plantadas no entorno também ajudarão na manutenção do belo lago.

A administradora do Parque é a eficiente Carolina Sônego, que na tarde passada estava por ali. De fitas em punho, sinalizava os equipamentos da academia ao ar livre para bloquear o uso. Anda mais difícil controlar as quadras. Uma delas estava ocupada na tarde passada. Cabe lembrar que, em tempos de Covid-19, está proibida a prática desportiva em equipe. Só pode a individual.

Carolina nos apresentou o mais recente reforço do parque: o carrinho da foto abaixo.

Esse carrinho, ao melhor estilo daqueles de campos de golfe, serve ao trânsito dos funcionários e foi um investimento do município entregue há poucos dias pelo prefeito Clésio Salvaro aos três parques da cidade. Cada um tem o seu.

Outra obra em andamento é a do palco. Ela vai bem, não demorará. Ainda falta a conclusão do cercamento. Tem bastante grade a colocar ainda, mas onde já há ela é bonita e bem protetora.

Chamou a atenção, também, o Espaço Pet, cercado e com entretenimento garantido aos cães. Pelo parque, para os humanos, há espalhadas aquelas confortáveis redes, mas elas estão com uso suspenso. Podem aglomeram pessoas.

No ponto onde há o monumento, no centro do parque, existem salas no subsolo. É o antigo Memorial Dino Gorini. Virou depósito das obras. A administradora do parque pensou em ali instalar a sede, mas desistiu por conta de infiltrações. 

Outra obra parada é no parque mas não depende dele: a da Câmara, que ganharia fôlego na adaptação da antiga sede do Ministério Público do Trabalho. Atrás do prédio, rente às pistas, um acesso ao futuro estacionamento já vai saindo do chão.

E até uma pandemia o parque já enfrentou. No passeio de ontem, a constatação de que a grande maioria aderiu às máscaras. Aos poucos, o povo vai tomando consciência. 

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 24/04/2020 - 18:12Atualizado em 24/04/2020 - 18:41

Poucos minutos depois de concluído o pronunciamento de quase 50 minutos do presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, fez sua tréplica via Twitter. Ele garantiu que a situação de Maurício Valeixo na diretoria geral da Polícia Federal não foi moeda de troca envolvendo sua nomeação ao PF. Confira:

Em nova tréplica, minutos depois, o ex-ministro disse que o delegado Maurício Valeixo "estava cansado de ser assediado" pelo presidente para deixar o cargo. Confira:

 

Denis Luciano
Por Denis Luciano 23/04/2020 - 16:20Atualizado em 23/04/2020 - 16:30

O deputado federal Daniel Freitas (PSL-SC) fez contato, na tarde desta quinta-feira, 23, com o chefe de gabinete do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Da conversa, recebeu a informação de que não houve pedido de demissão do ministro.

A notícia do suposto pedido ganhou a mídia nacional nesta quinta, depois da informação de que o presidente Jair Bolsonaro estaria disposto a demitir o diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Moro tem Valeixo como seu braço direito no ministério.

Daniel em uma das tentativas de trazer Moro a Criciúma

Daniel Freitas trabalhou durante o segundo semestre de 2019 para garantir uma vinda de Sérgio Moro a Criciúma. Chegou a anunciar uma palestra de Moro na Acic em julho, que acabou cancelada. Na ocasião, uma visita do presidente Jair Bolsonaro a Santa Catarina foi alegada como razão da transferência da visita. A segunda tentativa foi para outubro do ano passado, mas também não deu certo. Abaixo, a postagem de Daniel Freitas com a garantia de que Moro não pediu demissão do ministério:

 

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