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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 22/05/2020 - 19:37Atualizado em 22/05/2020 - 20:04

Se o tão falado vídeo era a munição que o ex-ministro Sérgio Moro contava para o enfrentamento ao Presidente Bolsonaro, pode esquecer.

Sinceramente, não ví no vídeo nada que seja suficiente para representar ameaça ao Presidente.

O que ví foi uma "aula" de grosseria, falta de respeito, despreparo para as funções e como não se deve tratar os que pensam diferente.

O nível da reunião oficial do colégio de ministros com o Presidente da República, que vai para os anais da história da República, é o que cabe numa conversa de botequim, depois da quarta rodada.

Como diria o escritor Sergio Porto, foi um autêncito Febeapá - festival de besteiras que assola o País.

Não se trata do que defenderam, nem do alinhamento ideológico.  É postura.

Os ministros do Supremo Tribunal, os congressistas e governadores, para ficar nos que foram citados, dão motivos para criticas e para a contradição.

Mas, não podem ser tratados em reunião oficial do mais alto escalão da República, como porcos, bostas, estrumes, e vagabundos, que foram os termos usados.

Não ví nada no vídeo que possa sustentar pedido de impeachment ou que ameace o Presidente.

Mas, foi chocante, deprimente, o nível das conversas. Em especial do ministro da educação. Logo, o da educação.

Não precisa ter o jeito de um "lorde inglês".

Mas, um mínimo de padrão, de respeito, e postura.

O vídeo vai inflamar os blosonaristas.  Vai colocá-los nas ruas. Ok.

Mas, não soma nada para o País. Não ajuda em nada para resolver os problemas que afligem os brasileiros/e brasileiras.

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 22/05/2020 - 17:19Atualizado em 22/05/2020 - 17:28

Boa notícia para terminar a semana.

Senador catarinense Jorginho Mello se reuniu hoje com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, pediu pela regulação da concessão de linhas de crédito para micro e pequenos empresário, e ouviu que na próxima semana deverá ser tudo assinado.

Senador apresentou projeto no Senado, foi aprovado pelas duas casas do Congresso (Senado e Câmara Federal), sancionado pelo presidente Bolsonaro, e como lei foi transformado no Pronampe.

Ontem, durante entrevista coletiva, o secretário executivo do Ministério da Fazenda assegurou que o programa será o principal instrumento oferecido pelo Governo Federal para apoiar os empreendedores na crise.

Senador disse depois da reunião com o Presidente:

"A expectativa é que a regulação do Pronampe aconteça na próxima semana, o Presidente compreende a nossa busca. Além da lei que beneficia os micro e pequenos, tratei com o Presidente sobre Santa Catarina, ele tem muito carinho pelo nosso estado".

Denis Luciano
Por Denis Luciano 22/05/2020 - 08:18Atualizado em 22/05/2020 - 08:21

CPI você sabe como começa, não sabe como termina. Já vi prefeito estimulando abertura de CPI para desestabilizar a oposição, daí a CPI acaba virando uma arma contra o prefeito. Já vi de tudo em CPI.

Essa CPI dos Respiradores na Alesc, montada para apurar inicialmente a denúncia de irregularidades na compra dos respiradores, está se configurando um balaio de siri. Vai puxando uma coisa, e outra, e outra. 

Ontem o depoimento foi do controlador geral do Estado, Luiz Felipe Ferreira. A controladoria foi uma ferramenta nova criada pelo Governo Moisés para controlar compras. O depoimento do controlador demonstrou que o que o governo não tem é controle. Ele não participa das decisões, é um burocrata sem poder que não controla nada, sofria intimidação do então chefe da Casa Civil, Douglas Borba. O depoimento dele foi uma bomba. 

Ele foi super sincero, contou tudo, abriu o jogo. Enrolou muita gente do governo. Chegou ao ponto de dizer que "nós identificamos a questão do roubo, a questão da ilicitude se verificou em 18 de abril". Em seguida, percebendo a gravidade, corrigiu usando "a ilicitude". Daí o deputado João Amin (PP) o aparteou pedindo para reforçar o uso da palavra original. "O senhor falou roubo", e Luiz Felipe realçou, "ilicitude".

Foram sete horas de reunião na CPI. Essa do controlador foi nitroglicerina pura. Está sendo colocada a proposta de chamar o governador para depor. Ele pode definir local e horário onde prestar. Ele pode não ir na Alesc, receber os deputados no Palácio da Agronômica. Isso não está decidido ainda, é uma possibilidade.

Ouça o comentário no podcast:

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 22/05/2020 - 07:13Atualizado em 22/05/2020 - 07:32

Ontem foi até bonito de ver. Mexeu com o astral. Era muito ruim, dava um baixo astral ver aquela briga de políticos, um chamando o outro disso, daquilo, mas ontem foi bonito de ver a reunião do presidente com os governadores. Todos muito respeitosos, cumpriram o protocolo, não concordaram em tudo, mas não se agrediram, todos civilizados. É disso que precisamos. Agora não é hora de disputa política nem de pensar em votos. Não é hora.

A reunião de ontem serve de exemplo. Tudo isso acaba estimulando. Se eles brigam lá, eu brigo aqui. Se passa um clima civilizado, respeitoso, isso acaba também contaminando positivamente. O que precisamos agora é que as principais autoridades tenham a capacidade de conversar, contraditar, divergir de maneira educada. Ainda mais em um momento de grave crise que afeta a todos, em maior ou menor grau. O momento não é para briga, é para entendimento. Mas as maiores autoridades estavam se xingando, um queria decidir o que era da competência do outro.

Ruim. Enquanto isso perde o país, os cidadãos. Na base, as torcidas entrando na onda, como se fosse final de campeonato. O que nós da planície precisamos é de entendimento, ações conjuntas, para resolver problemas e apoiar a passagem da crise. O poder público tocado por políticos deve oferecer tábuas de salvação. As linhas de crédito do governo não chegaram na base. Os bancos agem como se nada estivessem acontecendo. Pequenos negócios morrem a cada dia. Ontem o Fórum Parlamentar Catarinense reuniu autoridades em São João Batista.

Essa reunião de ontem foi para discutir alternativas para todos vencer a crise. O governador participou online mas não disse nada. Não disse nada daquilo que todos esperavam. Possibilidades, alternativas de apoio, nada. Não anunciou linha de crédito, nem janelas, nem subsídios, nem suspensão de tributos. Nada. Situação de comerciantes e pequenos empresários é desesperadora. Já existe um exército de desempregados. E fica aqui batendo aquela história dos R$ 33 milhões para a compra de respiradores fantasma, para isso teve dinheiro.

O ambiente de ontem foi um alento. Que passem a discutir juntos o que fazer para dar apoio à economia, e aos que fazem a economia rodar. Cuidar da saúde das pessoas e das empresas.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 22/05/2020 - 01:05

Depois do stress da disputa interna, quando impôs derrota ao vice-prefeito Sandro Serafim, e provocou uma crise no partido, Arnaldinho Lodetti está conseguindo unir o MDB em torno da sua candidatuta a prefeito.

Está previsto para hoje o anúncio de apoio do deputado Luiz Fernando Vampiro, do presidente da Cooperativa Cooperaliança, Reginaldo Dedê de Jesus, e do ex-presidente da Cooperativa, empresário Jorge Rodrigues, o JR.

O prefeito Murialdo Gastaldon, que apoiou Sandro Serafim na disputa interna, já está participando de reuniões em busca de apoio à candidatura.

Além disso, Arnaldinho está fechando apoio de outros partidos.

Ontem à noite, o PSDB anunciou apoio, durante reunião com a executiva do MDB.

O presidente do PSDB, ex-deputado estadual Dóia Guglielmi, repetiu que o PSDB oferece como alternativa para compor de vice na chapa de Arnadinho o vereador Valdelir Darolt.

Estavam presentes na reunião, pelo MDB, o presidente Fernando Mazzuchetti, o ex-prefeito Gentil da Luz, o presidente da Cooperaliança, Reginaldo de Jesus, o empresário Jorge Rodrigues e a presidente do MDB Mulher, Eliana Jucoski. 

Representando o PSDB, além de Dóia Guglielmi, estavam o vereador Valdelir Darolt, o  ex-vereador João Batista Rodrigues, o empresário Nei Mendes e o secretário do partido Marcelo Boabaid.

Na segunda-feira, o PC do B deve anunciar apoio para a candidatura de Arnaldinho.

O MDB ainda espera convencer o PSD a integrar a aliança. A "missão" foi passada ao prefeito Murialdo, que já vem tratando com o PSD.

 

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 21/05/2020 - 16:01Atualizado em 21/05/2020 - 19:01

O depoimento do prodessor Luiz Felipe Ferreira, chefe da Controladoria Geral do Estado, na CPI dos Respiradores, hoje a tarde, na Assembléia, teve o efeito de uma bomba. Ou, mais uma.

Chegou a ponto de o professor, enquanto era interpelado pelo deputado João Amin, ter dito que "foi identificado o roubo". Minutos depois, ele pediu para substituir "roubo" por "ilícito". Mas, ficou o que estava na "ponta da língua".

O controlador foi duro com o ex-chefe da Casa Ciivl, Douglas Borba. Mas, também complicou situação do ex-secretário da saúde, Helton Zeferino.

Disse que foi constrangido por Douglas para dar seqüência no processo dos respiradores como ele queria e outras compras durante a pandemia.

O depoimento foi um verdadeiro "tiroteio" contra o controlador, que efetivamente não controlou.

O professor Luiz Felipe acabou ratificando a gravidade da situação, que o processo estava totalmente viciado, que há uma situação de descontrole, e que se trata do maior escândalo da gestão pública de Santa Catarina.

Os outros depoimentos, especialmente do chefe de licitações, complicaram a situação do ex-secretário de saúde, Helton Zeferino, e do atual secretário, André Ribeiro, na época adjunto.

Vai se confirmando o que sempre se diz sobre CPIs - que todo mundo sabe como elas começam, mas ninguém imagina como vão terminar.
A situação do Governo Moisés só piora. A cada depoimento.

O que surpreende é a postura passiva do governador Moisés, que ainda tenta minimizar/relativizar os fatos, e defender os acusados/enrolados. Fez isso com Helton Zeferino e Douglas Borba, que só saíram (por demissão a pedido) quando a situação ficou insustentável, e faz agora com André Ribeiro.

Imaginava-se um Governador Moisés indignado, enfurecido, contra os que abusaram da sua confiança para encaminhar o mal feito, o indevido.

Aquilo que o controlador tratou como "roubo".

 

 

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 21/05/2020 - 07:13Atualizado em 21/05/2020 - 07:22

Lá pelos anos 70 se ouvia que Santos Guglielmi queria fazer um cassino em Laguna. Que ele tinha tudo projetado. A construção do Laguna Turist já faria parte desse projeto audacioso. E eu ouvia anos depois que o filho dele, Realdo Guglielmi, projetava um cassino em uma ilha em Balneário Camboriú e outro em Florianópolis. O que é fato é que os dois, pai e filho, estavam sempre pensando longe. O projeto, se implantado, teria resolvido a situação financeira de Laguna e teria feito de Florianópolis uma Mônaco. Eu não tenho dúvida disso. Mas cassino até hoje está proibido no Brasil.

Leio agora que o Governo Federal volta a tratar da liberação de cassinos no Brasil. Por que não? Se o governo encaminhar com propostas, limites, isso vai gerar receita nova, emprego. Não está na hora de o Brasil se abrir para isso? Uruguai, Argentina, Paraguai têm. Outros países também. O Ministro do Turismo disse que as conversas sobre o assunto foram paralisadas pela pandemia de Covid-19. A ideia de início é autorizar cassinos em resorts. Os críticos entendem que isso vai servir para lavagem de dinheiro, que vai explorar prostituição, servir de lugar para crime organizado. Mas nada disso é novidade no Brasil, já acontece tudo isso. Nada disso seria novo no país.

Cabe ao poder público fiscalizar, estabelecer limites, agir. E poderia ter mais recursos para enquadrar com as receitas vindas dos cassinos. Isso vai gerar empregos, milhares de empregos, e vai gerar receita nova, receita quente para as cidades. Depois, país que tem Mega Sena e um rol de loterias e jogos tocados por um banco do governo, porque tão pudico com tantas restrições aos cassinos. Nada bem fiscalizado tem problema. Tudo bem fiscalizado pode funcionar com limites e produzir bons resultados. É preciso aprimorar e rever conceitos. A vida é assim. É preciso avançar. Então, que tal?

Pensem nisso e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 20/05/2020 - 20:41Atualizado em 20/05/2020 - 20:54

O PL de Içara surpreendeu ao lançar o vereador Toninho de Mello como candidato a prefeito.

Pelo menos até nova avaliação do quadro local, o partido sustenta candidatura própria e descarta a possibildade de ter candidato a vice de qualquer cologação.

A decisão foi tomada agora à noite em reunião da execuiva municipal do PL (Toninho é o segundo a partir da esquerda, de camisa vermelha).

Também foi montada  uma comissão eleitoral para tratar com outros partidos, em busca de apoio para Toninho.

Alem do candidato a prefeito, tembém integrama comissão, o empresário Adilton Tramontin, o presidente do partido, Pedro Paulo, e o coordenador regional adjunto do PL, Giovanni Fellipe.

O PDT será primeiro partido a ser procurado pelo PL. O empresário Joelson Cardoso, indicado pelo PDT para chapa majoritária, pode ser vice de Toninho.

 O PL é o partido que mais cresceu na cidade nós últimos dias, com a filiação de 500 novos eleitores em 60 dias.

 

 

 
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 20/05/2020 - 17:49Atualizado em 20/05/2020 - 20:57
A Assembléia Legislativa acaba de aprovar em plenário por 26 x 3 o requerimento do deputado Milton Hobus que pede o afastamento imediato do secretário de saúde do estado, André Ribeiro, por suspeitas de envolvimento no escândalo dos respiradores.
O requerimento havia sido aprovado horas antes na reunião da comissão especial de deputados formada para acompanhar as ações do Governo em relação à pandemia do coronavírus.
Os deputados do sul José Milton Schefer e Luiz Fernando Vampiro não votaram.
O deputado Ricardo Alba, do PSL, alinhado com o Governo Moisés, votou a favor.
A lider do governo, deputada Paulinha, se absteve.

Durante discussão na comissão especial, o deputado Milton Hobus fez denúncias contra o secretário André Motta Ribeiro.

 Segundo ele, Ribeiro era secretário-adjunto até o início do mês e sabia das irregularidades na compra dos respiradores.

Ele mostrou um documento enviado à secretaria de saúde no dia 2 de abril pela Exxomed, representante da fabricante chinesa que produz os respiradores comprados pelo estado junto à Veigamed.

A Exxomed destaca a Veigamed não tem autorização para venda ou comercialização e que os preços pagos por Santa Catarina estão mais altos.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 20/05/2020 - 17:00Atualizado em 20/05/2020 - 17:16

O ator Mário Frias está confirmando como futuro secretário de cultura do governo Bolsonaro, em substituição a atriz Regina Duarte.

O site O Antagonista acaba de informar:

"Jair Bolsonaro bateu o martelo e confirmou o ator Mário Frias como novo secretário especial da Cultura, no lugar de Regina Duarte.

A expectativa no Planalto é que a nomeação de Frias para o cargo saia até amanhã,  quinta-feira, dia  21".

Mário Frias é casado com uma criciumense e amigo pessoal do deputado federal Daniel Freitas, que aprovou na Câmara de Criciuma, quando era vereador, a concessão para ele do titulo de cidadão honorário.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 20/05/2020 - 13:43Atualizado em 20/05/2020 - 13:56

O deputado federal criciumense Daniel Freitas acredita que o anúncio do ator Mário Frias como novo ministro da cultura pode ser feito a qualquer momento.

A caminho de Rio do Sul, cumprindo roteiro pelo estado, o deputado disse que já havia sugerido o nome de Frias para o cargo antes da nomeação de Regina Duarte.

"Competência e experiência ele tem de sobra", acrescentou.

Daniel garantiu que está praticamente certo que Frias será o escolhido, mas o presidente Jair Bolsonaro está fazendo as últimas conversas com ele.

"A tendência é que seja oficializado o convite e ele aceite", completou.

Daniel é amigo pessoal de Frias faz muitos anos.

No atual governo, a pasta da Cultura virou uma secretaria do Ministério do Turismo, mas para todos os efeitos foi mantido o "status" de ministério.

O ator é casado com uma criciumense e recebeu o titulo de cidadão honorário de Criciúma, concedido pela Câmara de Vereadores, por iniciativa de Daniel, quando era vereador.

A atriz Regina Duarte deixou o cargo no final da manhã. Foi transferida para gestão da Cinemateca, em São Paulo.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 19/05/2020 - 19:33Atualizado em 19/05/2020 - 19:45

Se a intenção (ou uma das intenções) da direção estadual do PSL na suspensão dos mandatos dos quatro deputados estaduais dissidentes era mudar membros da CPI dos Respiradores, bateu na trave.

O regimento interno da Assembléia Legislativa não prevê substituição de membros de CPI depois de constituída.

Sendo assim, os deputados Sargento Lima e Felipe Estevão, mesmo suspensos pela direção do PSL, vão continuar na CPI.

Sargento Lima, inclusive, é o presidente.

A CPI tem nove membros e sete são de oposição ao governo Moisés.

Com a suspensão dos deputados, dirigentes do PSL passaram a sustentar que eles não poderiam mais representar o partido na CPI.

Se fosse assim, abriria para a possibilidade de o governo Moisés tentar alterar a correlação de forças na CPI.

Alem disso, o deputado Valdir Cobalchini, MDB, alinhado ao Governo, tentou ser o presidente da CPI, mas foi convencido a abrir mão em favor do Sargento Lima.

Sem Lima, ele deveria voltar à carga.

Mas, não vai.

Tudo continuará como está na CPI. Maioria de oposição, e depoimentos sendo colhidos (ou pautados) que vão ampliando a crise.

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 19/05/2020 - 16:27Atualizado em 19/05/2020 - 16:41

A renúncia do mandato de vereador em Biguaçú vai evitar que Douglas Borba passe pelo constrangimento, e violento desgaste, de ser cassado na Câmara da sua cidade natal.

Uma semana antes de ele deixar o Governo, mas quando já estava no "olho do furação" no caso dos respiradores, foi protocolado na Câmara de Biguaçú um pedido de cassacão do seu mandato. Por dois motivos.

1 - Falta de decoro, pelo seu envolvimento nas denúncias.

2- Porque se licenciou em janeiro de 2019 para assumir a secretaria de estado. O entendimento da vereadora que protocolou o pedido é que, pelo regimento interno, ele teria que ter renunciado o mandato.

De qualquer forma, Douglas estava licenciado da Câmara de Biguaçu. Ele foi eleito vereador em 2016, como segundo mais votado do município (1.130 votos).
Douglas Borba está sendo investigado no processo que trata da compra dos respiradores por r$ 33 milhões pelo Governo do Estado, com dispensa de licitação e pagamento antecipado.

Ministério Público, Policia Civil e Tribunal de Contas apontaram uma série de irregularidades no processo, que envolvem denúncias de corrupção, falsidade ideológica, empresas de fachada e lavagem de dinheiro.

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 19/05/2020 - 15:55Atualizado em 19/05/2020 - 17:38

O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei, já publicada no Diário Oficial, que determina abertura de linhas de créditos para micro e pequenas empresas, no valor total que pode chegar a R$ 190 bilhões.

A iniciativa da lei foi do senador catarinense Jorginho Mello, via projeto de lei, aprovado nas duas Casas do Congresso Nacional.
O senador afirmou recentemente à rádio Som Maior, quando o projeto foi aprovado pela Câmara Federal, que pela primeira vez as micro e pequenas empresas, que são a maioria no Brasil, terão um programa permanente de crédito acessível.

De acordo com o projeto, e pela lei sancionada, o empréstimo pelo Pronampe será corrigido pela taxa Selic (hoje em 3% ao ano) mais 1,25% ao ano.

Será, sem dúvida, mais uma alternativa de socorro aos empreendedores em função da pandemia.
Ainda falta definir, por medida complementar, o prazo de carência, que não consta na lei. O prazo previsto no projeto aprovado foi vetado pelo Presidente.

O Ministério da Economia deve definir o prazo de carência. Provavelmente, de três ou quatro meses.

Novo REFIS

De outro lado, o deputado federal criciumense Ricardo Guidi protocolou projeto de lei que pretende  abrir um novo REFIS para parcelamento de dividas com a Receita Federal, principalmente decorrentes da pandemia do coronavírus.

A principal medida prevista no projeto é que o parcelamento deve ser feito por um percentual do faturamento da empresa, em torno de 4%.

O projeto está começando a tramitar e não há previsão de votação.   

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 19/05/2020 - 07:12Atualizado em 19/05/2020 - 07:24

Eu trabalho desde cedo, muito cedo. Comecei em uma loja de móveis, do meu tio, na Praça Central de Araranguá, ajudava a vender e entregar os móveis, era um garoto. Depois fui trabalhar na Biblioteca Pública Luiz Delfino, na Praça Central. Aos 14 anos tive minha primeira carteira assinada, na Rádio Araranguá. E de lá para cá minha vida tem a ver com o rádio. Aos 17 vim para Criciúma e não mais saí daqui

Sempre fui, sempre sou otimista. Acredito que amanhã será melhor. Acordo cedo, 4h30 estou de pé, e o que faço, faço com prazer. Se não está bom, se não está bem, vai melhorar, é possível, vai dar certo. Acreditando e trabalhando sempre. Entendendo os sinais. Agora, nunca vi uma situação como esta. Vi crises, muitas, políticas, econômicas, mas nunca assim. Economia parada, ambiente de guerra, ninguém sabe direito quando será, quando vai terminar, quando começará o pós-guerra. E ainda se discute se a estratégia de combate está correta ou não. O que sei é que vamos vencer. Pela capacidade de refazer. 

Eu lembro na história, lembro da crise do carvão. As minas demitiram milhares. De repente, tinha um exército de desempregados nas ruas, mineiros e trabalhadores que só sabiam daquilo, carvão, mineração, carbonífera. Na necessidade, boa parte migrou para a confecção. E aí proliferaram as facções. A região se consagrou no têxtil, e acabou sendo criado um novo nicho na economia, que se firmou. Que acabou mais forte que as minas. Casos assim temos centenas, milhares, de dar a volta por cima. E será assim de novo. Pois a gente enverga mas não cai. A gente sempre acredita que amanhã vai dar tempo bom, e vai.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 18/05/2020 - 17:25Atualizado em 18/05/2020 - 17:34

Seguindo as novas práticas e costumes a partir do coronavírus, o diretório do PT de Criciúma fez sua primeira reunião virtual.

A presidente da executiva, Barbara Teixeira, coordenou a reunião, que teve a participação do presidente da executiva estadual, ex-deputado Décio Lima.

Também participaram o advogado Francisco Balthazar, candidato a prefeito, o ex-prefeito Décio Góes, e candidatos a vereador.

Na pauta, as conjunturas nacional e local e os planos para a campanha municipal.

Décio Lima registrou:

"A reunião do Diretório Municipal do PT de Criciúma me surpreendeu extraordinariamente, pela unidade interna, pela paixão dos Dirigentes e sobretudo pela qualidade e preparo do nosso companheiro Chico Baltazar em liderar o protagonismo político, com sua pré-candidatura a prefeito".

Entre as decisões tomadas, as formas de continuidade da campanha, que vai seguir virtual enquanto durar a pandemia.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 18/05/2020 - 07:02

Desmontado na região pelo ex-deputado Cleiton Salvaro, o PSB começa a ser reorganizado pelo empresário Fabio Brezola.

Convidado pelo ex-deputado Claudio Vignati, presidente estadual, Brezola assumiu a presidência do PSB de Criciúma.

No fim de semana, fez reunião da nova executiva local, definiu estratégias e os primeiros objetivos (Brezola de camisa azul, o segundo a partir da direita).

"A idéia é organizar a parte administrativa e burocrática do partido, para em seguida começar a movimentação política", informou.

O PSB não terá candidatos na eleição deste ano em Criciúma, porque o "desmonte" foi feito praticamente na semana anterior ao prazo de filiação.

Os candidatos a vereador que estavam filiados, foram levados para outros partidos, principalmente PP e PSDB.

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 17/05/2020 - 09:59Atualizado em 17/05/2020 - 10:29

Fim de semana com duas perguntas no ar.

1. Sai o impeachment do Governador Moisés?

2. Quem vai comandar o Criciúma pós-Dal Farra?

Não há resposta pronta, definitiva, para nenhuma das duas.

No caso do impeachment, se sair, não será em 2020.

São vários pedidos em análise na Assembléia, e há um rito a ser cumprido.

Como nada pode ser feito na correria, não vai dar tempo de cumprir todas as formalidades ainda em 2020.

Mas, se sair o impeachment, é mail fácil que seja de Governador e Vice.

Ao lado de tudo isso, tem os arrazoados para os pedidos de impeachment e as articulações do governo de Moisés para salvá-lo.

Amândio da Silva Junior, novo chefe da Casa Civil, operador político do governo, é quem está pilotando a operação de salvamento. Com carta branca.

O ambiente ainda é muito ruim para o Governador, mas ele está se movimentando. Passou a fazer conversas telefônicas, receber para reuniões/encontros privados, e fazer concessões do governo para municípios e segmentos do setor produtivo.

Para a semana estão previstas novas ações (e revelações) da força tarefa que está investigando ilicitudes praticadas no governo, que vão além do caso dos respiradores e hospital de campanha. Isso pode criar problemas para o andamento da missão de salvamento.

Até semana passada, o governador Moisés, mesmo com os problemas levantados, ainda tinha 16 votos para barrar um pedido de impeachmet na Assembléia.

A revelação pelo blog, com os nomes dos deputados alinhados, alterou o quadro. Porque os deputados foram cobrados duramente pelos eleitores/apoiadores e tiveram que se afastar.

Então, não dá para apostar, ainda, o que vai dar no capítulo final. As duas possibilidades ainda são reais.

Quanto ao Criciúma, o processo é mais tranquilo. Embora, também delicado. Mas, tem tempo para fazer.

Jaime Dal Farra decidiu sair. Não conseguiu fazer o que queria, e entendeu que é o mmento de parar. Há que se respeitar.

A primeira discussão que o Criciuma precisa fazer é sobre o modelo de gestão.

Esse que está aí, deu certo? Deve ser mantido?

Ou, deve voltar ao modelo tradicional, com avanços. Com Presidente eleito, e diretoria, mas com gestor contratado (e remunerado).

No país, o Grêmio e o Atletico do Paraná podem ser exemplos do modelo tradicional de comando com gestão profissisonal.

O Flamengo, também.

Foi assim que saíram do buraco e se firmaram entre os melhores do país.

Há muitos torcedores, conselheiros e empresários que tem idéias e querem participar de um novo processo.

E tem muitos torcedores que são conselheiros e empresários que só estão esperando ser chamados.

A solução para o Criciúma pode ser doméstica. Com os que conhecem e vivem o clube. Não precisa inventar moda.  

 

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 15/05/2020 - 10:43Atualizado em 15/05/2020 - 16:00

Governador Carlos Moisés não participa mais todo dia na live do coronavírus, convidou para almoço reservado na Agronômica o deputado Júlio Garcia (presidente e principal liderança da Assembléia), mandou assinar contrato para repasse de parte da receita da Casan em Criciuma para a prefeitura (prefeito Salvaro pedia isso faz mais de ano) e instituiu um "telefone vermelo" para contato direto/aberto com os deputados.

Além disso, recebeu o presidente da Federação Catarinense de Futebol e os dirigentes do Sindicato das empresas de ônibus. E vai passar a fazer despachos no Centro Administrativo, não ficando mais apenas no Palácio da Agronômica.

São alguns dos movimentos feitos durante a semana, depois da posse do novo chefe da Casa Civil, Amândio da Silva Júnior, que confirmam a decisão do governo de mudar o jeito de fazer.

Como estava fazendo, o governo se isolou. Não tinha votos na Assembléia para barrar a abertura do processo de impeachmenr. Estava se encaminhando para o fim de forma antecipada.

Na nova postura, que passa a ter a digital do novo chefe da Casa Civil, o governo promete deixar de ser dono da razão, garante que vai ouvir mais e partilhar decisões.

Em suma, vai ser mais democrático, transparente e respeitoso.

A missão principal de Amândio, que é reverter a onda a favor do impachment, não é fácil. Era impossível até o fim de semana. Hoje, já se pode dizer que tem uma luz no fim do túnel. Mas, se fosse colocado em votação hoje, ainda passaria o afastamento do Governador.

O governo deve passar a ser mais rápido nas decisões. É o que está acertado. 

Mas, a demissão do diretor do porto de São Francisco envolvido no "contrato dos pombos", foi decidida ontem pela manhã, e ainda não foi consumada.

É um processo que está apenas começando. Tem muito por fazer. Mas, o fato é que o Governador Moisés foi convencido da necessidade e assumiu compromisso de aceitar as mundaças necessárias. Quem começam por ele.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 14/05/2020 - 17:07Atualizado em 14/05/2020 - 17:08

O chefe da Casa Civil, Amandio João da Silva Junior, a presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos, e o prefeito Clésio Salvaro, estiveram reunidos na tarde desta quinta-feira, 14, no Centro Administrativo do Governo, em Florianópolis. Na ocasião, foi assinado um termo aditivo ao contrato de programa que prevê o repasse mensal de 5% do valor arrecadado com a prestação de serviços da Casan na cidade ao Fundo de Saneamento Básico do município.

Os recursos poderão ser usados em obras e ações de saneamento em Criciúma.

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