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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Maga Stopassoli 14/06/2024 - 10:47 Atualizado em 14/06/2024 - 10:48

A visita do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSD) e de seu candidato a sucessor, Vagner Espíndola, ao ex-presidente Jair Bolsonaro foi uma estratégia quadrada. O encontro ocorreu nesta quarta-feira (12), em Brasília, aproveitando que Salvaro e Vaguinho cumpriam agenda na capital, em busca de recursos para as obras de ampliação do canal auxiliar. Na mesma data, prefeitos de diversas cidades do país, também estiveram em Brasília, a exemplo de Topazio Neto, de Florianópolis, que recebeu o prêmio que consolidou a capital catarinense como a cidade mais empreendedora do Brasil.

Entre um compromisso e outro, Salvaro e Vaguinho estiveram no gabinete onde o ex-presidente recebe lideranças dos quatro cantos do país. Ao contrário do que deu a entender, inicialmente, a reunião entre eles ocorreu na mesma “leva” de outros políticos que visitaram Bolsonaro. O registro dos bastidores do encontro, foi publicado nas redes sociais do senador catarinense, Jorge Seif (PL). No vídeo, é possível ver a sala de Jair Bolsonaro bastante movimentada, com a presença de diversos políticos e de presentes que o líder de direita costuma receber. O registro do encontro foi publicado nas redes sociais de Vaguinho e Clésio. Nele, o prefeito de Criciúma, diz:

“É bom que ele venha na prefeitura, conhecer a cidade que gosta dele. Majoritariamente os nossos eleitores são eleitores dele. Aqui ele fez 70% dos votos e o nosso governo é aprovado por mais de 90% da população.”

A preocupação de Salvaro

A tentativa de explorar ou de vincular a imagem de seu candidato à de Bolsonaro pode ser entendida como uma preocupação de Salvaro pela dificuldade em transferir votos, fato que ficou evidente a partir da substituição de seu candidato a sucessor. Tentar atrair parte do eleitor bolsonarista de Criciúma, a partir de uma foto com Bolsonaro, abre margem para esse tipo de interpretação e expõe Vagner Espíndola, desnecessariamente. Vaguinho não é um “bolsonarista raiz” e isso, por óbvio, não é nenhum demérito. Porém, tentar criar um sucessor ao seu modo, mostra que os erros que Salvaro cometeu com Arleu da Silveira, tendem a se repetir com Vaguinho que precisa tomar cuidado para não ser o candidato certo na hora errada.

Seif se explicou

O senador Jorge Seif, que aparece no vídeo, ao lado de Vaguinho e Salvaro, tratou logo de se explicar. Na noite desta quinta-feira (13), ele gravou um vídeo dizendo:

“Conversando aqui com nosso governador Jorginho Mello, que ontem eu levei uma grande turma do PL, de diversas cidades, pra tirar uma foto com o presidente Bolsonaro, pra conversar um pouco com ele. Em seguida do nosso horário, o prefeito de Criciúma estava lá, o cumprimentei, ele falou com Bolsonaro. Meu candidato, vocês sabem, é o Ricardo Guidi. Tenho grande amizade com Daniel Freitas, com a Júlia Zanatta e não teria interesse nenhum em tá promovendo um outro candidato de outro partido”.

Jorge Seif não teve um bom primeiro semestre em 2024. Ocupado em cuidar de sua defesa do TSE, para não perder o mandato, acabou se atrapalhando em diversos momentos e tem dedicado bastante tempo para se explicar, seja para seu eleitor, seja para o seu próprio partido. De sua presença no show da cantora Madonna, no Rio de Janeiro, à sua presença no mesmo local do encontro de Salvaro com Bolsonaro, Seif tem conseguido a antipatia dentro e fora de seu partido. A dúvida que fica é se ele faz isso de propósito ou por ingenuidade.

 

Por Maga Stopassoli 10/06/2024 - 20:54 Atualizado em 11/06/2024 - 15:30

A convite do governador Jorginho Mello (PL), a tubaronense Kércia Menegaz assumiu a chefia de gabinete na Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. A nomeação consta no Diário Oficial do último dia 5 de junho Kércia tem formação em Gestão Pública e ocupava a função de chefe de gabinete da Câmara de Vereadores de Tubarão, até a semana passada. Ela pontuou que sua atuação na secretaria será para dar suporte às demandas naturais à pasta, permitindo que o atual secretário da Educação, Aristides Cimadon possa dar continuidade ao trabalho que já desenvolve, além de ampliar a presença da secretaria nos municípios do estado. Kercia também é presidente do  Rotary Clube de Tubarão.

Por Maga Stopassoli 09/06/2024 - 21:10 Atualizado em 09/06/2024 - 21:11

O principal fato político da semana que passou - e que deve continuar produzindo desdobramentos - em Santa Catarina, foi o anúncio de que o comando do partido Republicanos trocaria de mãos aqui no estado. A sigla que, até o momento, está sob a presidência do ex-governador Carlos Moisés da Silva, iria para as mãos do deputado federal Jorge Goetten (eleito em 2022 pelo PL). A mudança provocaria uma alteração significativa na rota do partido para as eleições deste ano, uma vez que já estava alinhado com o PSD, fazendo oposição a Jorginho Mello, em resumo. Com a troca, de Moisés por Goetten, os Republicanos passariam a ser apoio ao governador. Clique aqui para entender como se deu a articulação.  

Reação de Moisés 

No começo da noite deste domingo (9), ainda na função de presidente da sigla, Carlos Moisés da Silva distribuiu uma carta aberta aos filiados. Nela, o ex-governador disse que o presidente nacional do Republicanos, pastor Marcos Pereira, garantiu que "qualquer alteração eventualmente cogitada para a composição da direção do Republicanos de Santa Catarina, não envolveria, em hipótese alguma, a eleição municipal do ano de 2024, seguindo inalterada a situação do Republicanos de Santa Catarina até que ocorra a eleição municipal. Tenham neste presidente o total empenho no sentido de que as eleições do ano de 2024 ocorram conforme programamos, conforme os compromissos assumidos com a direção nacional do partido e as alianças que fizemos nas cidades catarinenses."

Moisés disse que soube do assunto pela imprensa, fez críticas e disse que a mudança isso provocaria "danos irreparáveis". 
Veja o conteúdo da carta, na íntegra:


Prezados correligionários,

Nos últimos 18 meses trabalhamos para construir o partido Republicanos10 mais forte e presente na sociedade catarinense. Atraímos centenas de pessoas para um novo projeto político, dedicado ao povo de Santa Catarina, e apresentamos novos nomes para as eleições municipais de 2024. Estou confiante de que essa será a melhor eleição municipal da história do Republicanos em nosso estado. Atraímos para o partido políticos e pessoas que nunca tiveram atividade política, filiando, também, ao Republicanos, na janela partidária, várias lideranças de expressão, inclusive vereadores em mandato oriundos de outras siglas, na certeza de fazermos uma grande eleição, e de fortalecer os ideais republicanos. Quando o calendário baseado na lei eleitoral nos indicou que estava encerrada a fase da janela partidária, surpresa para nós foi a possibilidade da mudança do comando do Republicanos de Santa Catarina antes do pleito municipal de outubro de 2024, divulgada por veículos de imprensa do nosso estado. Na verdade, uma atitude como esta, se colocada em prática, poria em xeque toda a credibilidade do partido Republicanos e de suas lideranças. Muitos projetos foram construídos considerando a liberdade que tivemos para trabalhar com todas as siglas partidárias, de acordo com a realidade política de cada cidade e com as composições possíveis. Estas alianças com o nosso Republicanos envolveram partidos de situação e de oposição ao atual governo do nosso estado. Com muita liberdade para trabalhar, todas as nossas executivas municipais, coordenadores regionais, e demais lideranças partidárias do Republicanos, construímos alianças baseadas na confiança que temos no presidente nacional do Republicanos e na confiança que cada um dos atraídos pelo Republicanos tem neste presidente estadual. Mudar as regras do jogo, após o fechamento da janela partidária, é submeter à clausura, vereadores e demais lideranças, caracterizando uma violência muito grave, que certamente não ocorrerá, pois não combina com a boa prática do Republicanos, e cremos, seria um ineditismo com danos irreparáveis, além dos já ocorridos à nossa sigla pela simples divulgação de eventuais acordos antes do pleito que se avizinha. Na condição de presidente estadual do Republicanos, ouvindo através da imprensa estadual que o partido seria entregue nas mãos de lideranças do partido liberal, imediatamente busquei conversar com o Presidente Nacional do Republicanos, Deputado Federal Marcos Pereira, a fim de compreender a situação. Conhecendo a integridade do nosso presidente nacional, não foi surpresa para mim a afirmação e a garantia por parte do nosso presidente de que qualquer alteração eventualmente cogitada para a composição da direção do Republicanos de Santa Catarina, não envolveria, em hipótese alguma, a eleição municipal do ano de 2024, seguindo inalterada a situação do Republicanos de Santa Catarina até que ocorra a eleição municipal.

T
enham neste presidente o total empenho no sentido de que as eleições do ano de 2024 ocorram conforme programamos, conforme os compromissos assumidos com a direção nacional do partido e as alianças que fizemos nas cidades catarinenses.

Santa Catarina, 09 de junho de 2024.
Att Carlos Moisés da Silva
Presidente do Republicanos de SC

Por Maga Stopassoli 09/06/2024 - 14:36 Atualizado em 09/06/2024 - 15:32

Durante o mandado de busca e apreensão na casa de um servidor público no município de Forquilhinha, na última sexta-feira (7), a Polícia Civil encontrou um aparelho eletrônico usado para detectar escutas. O aparelho encontrado é um detector Cc308, um modelo multifuncional e moderno, usado para fazer varreduras em ambientes e veículos, capaz de detectar câmeras espiãs, escutas e rastreadores. O alvo da investigação é Jonas Soares, atual chefe de gabinete do prefeito José Cláudio Gonçalves, o Neguinho (PSD). O servidor é acusado de tentar obter vantagem indevida para, então, agilizar pagamentos pendentes de um fornecedor. As investigações estão em andamento e o aparelho foi levado pela Polícia. O blog não conseguiu contato com Jonas. O espaço permanece aberto caso ele queira se manifestar.
 

Por Maga Stopassoli 06/06/2024 - 12:47 Atualizado em 07/06/2024 - 13:17

O atual Secretário de Planejamento de Santa Catarina, Edgar Usuy cumpria todos os requisitos e mais um pouco para ser o vice perfeito na chapa com Topázio Neto (PSD), na disputa pela prefeitura de Florianópolis. E foram os mesmos requisitos que acabaram “atrapalhando” a efetivação da articulação. Edgar está filiado ao PL e, para poder ser vice, deveria ter deixado a pasta que ocupa até esta quarta-feira (5), fim do prazo legal para quem vai disputar a majoritária. Mas ele continua nomeado, indicando que o vice de Topázio ainda não está definido. A informação que circula nos bastidores é a de que Egdar usufrui de ampla confiança e excelente relacionamento político e profissional, tanto com o governador Jorginho Mello, quanto com seus filhos, Bruno e Filipe Mello. Na percepção do grupo, segundo a fonte, o desempenho de Edgar na secretaria de planejamento é uma função estratégica e que tem a digital direta dele em projetos relevantes para o estado. “Tecnicamente é um dos nomes mais preparados do PL para uma gestão técnica. Seria uma perda para o governo perdê-lo neste momento”, disse uma pessoa próxima a Edgar, ouvida pelo blog.

A dobradinha PSD e PL será mantida em Florianópolis. Esse casamento não será automático em outras cidades do estado, a exemplo de Criciúma, onde circula a teoria de que os dois maiores partidos do estado poderiam se unir. A explicação para que isso ocorra está no fato de que, aqui, os personagens envolvidos não estariam dispostos a voltar a conversar sobre o tema.

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Por Maga Stopassoli 05/06/2024 - 15:24 Atualizado em 07/06/2024 - 13:21

Quem pensa que a eleição de 2022 é coisa do passado, é porque ainda não está sabendo da última. Sem alarde, o governador Jorginho Mello (PL), tirou o partido Republicanos do comando do ex-governador Carlos Moisés, até então, presidente da sigla aqui no estado. Numa articulação que ocorreu no andar de cima, através da direção nacional, tanto do PL, quanto do Republicanos, Jorginho matou dois coelhos numa tacada só. Na negociação, quem deve assumir o partido do pastor Marcos Pereira em Santa Catarina, é o deputado federal Jorge Goetten, eleito pelo PL, em 2022. Goetten terá ao seu lado, no comando da sigla, o irmão do governador, Juca Mello. Dessa forma, Jorginho neutraliza a relação entre Goetten e os peelistas que, ora é pacificada, ora é conturbada, por conta dos posicionamentos do parlamentar em Brasília. É que ele nem sempre vota contra o atual governo. Dessa forma, o governador mantém Goetten em sua base aliada, mas fora da metralhadora bolsonarista, nos casos em que houver risco de polêmica.

Efeito imediato

São dois os efeitos imediatos dessa operação em curso que, inclusive, reúne hoje, em Brasília, Jorginho e Goetten. O primeiro (e mais importante) é a configuração nas eleições municipais já que o Republicanos, sob o comando de Moisés, havia encaminhado apoio em alguns municípios, a exemplo de Criciúma, onde daria apoio ao projeto majoritário do PSD. Eu disse “daria”, pois com a mudança prestes a ocorrer, há a possibilidade de alteração de rota nesse sentido. Se, antes, o 10 era “oposição” a Jorginho, agora, estará sob seu comando, mesmo que indiretamente.

O segundo (e mais significativo, do ponto de vista político) é a perda de comando do partido, por parte de Carlos Moisés, demonstrando que a direção nacional da sigla não estaria satisfeita com o desempenho do partido em solo catarinense, senão não teria feito a substituição. Além disso, ficou parecendo que Jorginho estava devendo para si mesmo, e para sua biografia, o troco da campanha de 2022, quando ele e Moisés protagonizaram os principais embates durante a campanha. Num dos debates, por exemplo, o então governador disse a Jorginho que “o Sr. não coligou porque ninguém lhe quis. Ninguém quer subir em cavalo manco”. A frase de Moisés tinha relação com a demora que Jorginho Mello teve em oficializar quem seria o seu (ou a sua) vice. O momento ficou marcado na história dos debates políticos de Santa Catarina e, também, na memória de Jorginho Mello, hoje governador do estado, que, no tempo hábil, “deu o troco”.

Carlos Moisés da Silva migrou para o Republicanos em março de 2022, numa estratégia que lhe custou a reeleição ou, no mínimo, sua ida para o segundo turno. Agora, melancolicamente, deverá perder o comando do partido que, durante sua gestão, não conseguiu eleger nenhum deputado federal.

E o Moisés? 

Se o Republicanos estava alinhado com o PSD em alguns municípios catarinenses, para onde irá Moisés quando a troca de comando for efetivada? Um caminho natural, seria o próprio PSD. Será?

É. O mundo dá voltas.

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Por Maga Stopassoli 05/06/2024 - 10:37 Atualizado em 07/06/2024 - 13:21

A prefeita de Içara, Dalvânia Cardoso (PL), tem em mãos um problema “bom”. É que tanto o PSD quanto o PP gostariam de ser o vice na sua chapa, na eleição deste ano. Ela migrou para o partido do governador Jorginho Mello em fevereiro deste ano numa operação que, até o momento, não foi bem digerida por lideranças do seu eterno partido, o Progressistas. Tanto o senador Esperidião Amin, quanto o deputado estadual, Zé Milton Scheffer, se dedicaram intensamente para evitar que a prefeita deixasse a sigla, mas não tiveram êxito. Depois da mudança partidária, Dalvânia assegurou ao PSD catarinense a vaga de vice. Neste caso, o indicado é o empresário Alex Michels. Só que seu atual vice, o também empresário, Jandir Soratto, é do PP. Toda essa articulação, ligeiramente antecipada, deixou uma dúvida no ar. Por qual motivo a prefeita deixaria de priorizar o PP para concorrer à reeleição, mantendo o próprio Jandir, ou outro nome do partido, na vaga de vice? Em Içara, onde duas ou mais pessoas estiverem reunidas, esse é o principal assunto da mesa.

O blog fez contato com Alex Michels que, além de atual pré-candidato a prefeito com Dalvânia, também é o presidente municipal do PSD de Içara. Ele disse que a disputa pela vaga de vice, por parte do PP, “é totalmente compreensível e é parte do jogo”. Aliás, nos próximos dias, Alex deixará a presidência do partido e quem vai assumir é seu vice, o empresário Anselmo Freitas. Vale lembrar que Alex e Dalvânia foram adversários na eleição de 2020, quando ambos foram candidatos. Dalvânia venceu a disputa com 41% dos votos.

Assunto indefinido

Uma prova de que o assunto “vice da Dalvânia” ainda não está definido, foi a declaração da deputada federal Júlia Zanatta (PL), na manhã desta quarta-feira, durante entrevista ao programa Adelor Lessa. Questionada sobre a situação do seu partido em Içara, a parlamentar disse: “Pra mim, o PP seria o vice dela, natural, porque já é. Então essa notícia de que o PSD vai ser o vice dela até me surpreende porque eu não estava sabendo, mas é o candidato que toca, que sabe as melhores escolhas que deve. Porém eu vejo a Dalvânia numa situação muito confortável em Içara, pelo que a gente vê e ouve. Eu não acreditava que ela trocaria o vice do PP, nem sei se isso procede. Eu não perguntei a ela, só vi pela imprensa. Acho que o natural dela seria o vice do PP. Eu apoio que seja o Jandir (atual vice), que é um empresário sério, um grande parceiro dela, é alguém que eu conheço há muito tempo, tenho muito apreço pelo Jandir. Nem sei se ele quer, mas é a minha opinião”.

O blog não conseguiu contato com Jandir Soratto. Assim que ele retornar a ligação e, caso ele queira se manifestar sobre o assunto, este texto será atualizado.

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Por Maga Stopassoli 04/06/2024 - 13:33 Atualizado em 04/06/2024 - 13:35

A boa notícia de que Santa Catarina passará a contar com um voo direto de Florianópolis a Lisboa/Portugal, a partir de setembro, ainda nem foi oficializada e já tem polêmica no ar. É que a secretaria de Turismo da capital, Zena Becker, emitiu uma nota comemorando a novidade. "Há muitos anos Florianópolis vem trabalhando para que isso se torne realidade e agora, efetivamente, entraremos nos grandes eixos internacionais de turismo", diz um trecho da nota.

O assunto, está sendo tratado por representantes do Governo do Estado e a empresa que pretende operar os novos voos, a TAP, portanto, não faz parte da pasta ocupada por zena, no âmbito municipal. Além disso, a assinatura formal do acordo entre o Santa Catarina e a empresa está previsto para acontecer nos próximos dias. Desta forma, as tratativas permaneciam sob sigilo, como prevê o contrato entre as partes.

O mal-entendido pode ter tido origem no fato de que, antes de iniciar a operação, a empresa interessada deve solicitar autorização para os voos junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), para, depois, oficializar o acordo junto ao estado catarinense. Como a TAP já fez essa solicitação, é possível que o assunto tenha sido entendido como já concluído, causando euforia e atropelos, como foi o caso da nota emitida e assinada por Zena.
Até o momento, o governo catarinense não se manifestou oficialmente sobre os novos voos, em cumprimento às cláusulas contratuais por parte da TAP, que exigem confidencialidade até que o acordo entre ambos esteja assinado.

Por Maga Stopassoli 04/06/2024 - 11:15 Atualizado em 04/06/2024 - 13:11

O pré-candidato a prefeito de Criciúma pelo MDB, vereador Paulo Ferrarezi foi o convidado desta segunda-feira no Parlatório, programa que entrevistas que vai ao ar semanalmente na Som Maior. Durante uma hora, ele falou sobre a pré-candidatura, que será lançada oficialmente dia 7 de junho (sexta-feira), em Criciúma. O evento vai contar com a presença de lideranças estaduais do partido, como o deputado federal e pré-candidato a prefeito de Itajaí, Carlos Chiodini.
Na entrevista, Paulo relembrou sua trajetória na política, e destacou pontos positivos e negativos na gestão do atual prefeito, Clésio Salvaro.

Na opinião do vereador, Clésio é um prefeito inegavelmente realizador, especialmente no que se refere às obras e às ruas asfaltadas no município, mas, segundo ele, deixa a desejar na saúde, como a falta de médicos e, na educação, a má conservação das escolas. Ele finaliza a crítica, ressaltando a mais recente obra inaugurada pela atual gestão, que é a Rua Coberta Giro Lodetti. “90% das lojas da Rua Coberta estão fechadas, um investimento desnecessário. Esse recurso podia jogar na saúde. As lojas fecharam durante um ano e meio de obra que teve ali”.

Paulo Ferrarezi é um dos nomes que podem compor com Ricardo Guidi (PL), na eleição deste ano. Na entrevista que concedeu ao Programa Adelor Lessa, na manhã desta terça-feira (4), o presidente estadual do MDB, Carlos Chiodini foi questionado se essa possibilidade ainda é considerada dentro do partido. O parlamentar ressaltou que vem conversando com o governador Jorginho Mello (PL) sobre o assunto, sinalizando que a conversa entre PL e MDB continua vivíssima.

Ouça a entrevista completa clicando aqui. 

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Por Maga Stopassoli 28/05/2024 - 10:26 Atualizado em 28/05/2024 - 10:30

Durante a agenda do govenador Jorginho Mello, em Criciúma, o blog questionou a ele sobre as possibilidades de composição para a chapa de Ricardo Guidi. 
Jorginho disse que as conversa com os partidos estão acontecendo e aproveitou para ironizar a troca de candidato do PSD, no município. 

“Não tem necessidade de tirar ninguém da forca ou de substituir candidato. Nós temos um único candidato que é o Ricardo Guidi, ele vai ser o nosso candidato a prefeito, o meu candidato, o candidato do Bolsonaro. E nós vamos trabalhar pra sentar com os outros partidos como a gente já tá fazendo, com o PP, com o MDB, com outros partidos, pra fazer um entendimento que quem ganha seja a cidade. Política só vale se quem ganhar for o eleitor, não é pra curral político, vaidades pessoais de alguém. Alguém dizer que “eu que mando, eu que mato, eu que frijo”. Não. Quem decide é o povo. A população que decide, por isso o nosso candidato é o Guidi. Não vamos mudar de candidato nunca, por que a gente pensou antes de fazer, com responsabilidade. Vamos escolher o melhor vice possível para administrar Criciúma."

A resposta do governador ocorreu ao final da cerimônia de lançamento do Programa Santa Catarina 2050 - Transição Energética Justa", ocasião em que Clésio Salvaro mostrou um vídeo sobre ações do governo municipal, mesmo sendo um evento do governo estadual. Ficou a impressão de que o governador não digeriu bem a estratégia do prefeito peessedista. 
 

Foto: Secom

 

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Por Maga Stopassoli 27/05/2024 - 16:21 Atualizado em 27/05/2024 - 21:12

Que o governador Jorginho Mello esteve em Criciúma na manhã chuvosa desta segunda-feira, 27, para lançar o programa “Santa Catarina 2050 – Transição Energética Justa”, você já sabe. Se não sabe, é só clicar aqui para entender do que se trata o programa e o significado dele para a nossa região e para todo o estado.
O que você talvez não saiba, é como foi o clima no evento. Com o auditório da Associação Comercial e Empresarial de Criciúma (ACIC), completamente lotado, o público presente presenciou uma batalha política em curso, no melhor estilo de todos: com indireta, aperto de mão e divergência.

Em ano de eleição, todo evento é político

Ricardo Guidi, em seus últimos dias como Secretário de Meio Ambiente de Santa Catarina e pré-candidato a prefeito de Criciúma, pelo PL, abriu o evento trazendo um resumo sobre o impacto do programa de transição energética, apresentou dados, falou sobre a importância de tratar as questões ambientais para evitar futuras tragédias climáticas e sobre recuperação ambiental. Preocupado em falar sobre questões técnicas do programa, acabou desperdiçando a segunda melhor oportunidade do ano para ser pré-candidato. Em ano de eleição, todo evento é político. Em seguida, Fernando Zancan, Presidente da Associação Brasileira do Carbono Sustentável, explanou sobre o programa do governo lançado hoje e, seu estilo de discursar, acabou virando brincadeira nas falas de Júlio Garcia e de Jorginho Mello.
Por falar em Júlio Garcia, o deputado do PSD fez seu tradicional discurso breve. Falou menos de cinco minutos e aproveitou a ocasião para reforçar que “Criciúma teve sua história e sua economia forjadas pelo carvão. Hoje, no lugar da pirita, nós temos parques”, em alusão à atual gestão de Clésio Salvaro, que investiu na construção de parques na cidade.

Salvaro com V de Vou me Vingar 

Até que chegou a vez do prefeito da cidade fazer seu discurso. Clésio Salvaro, ao acordor na manhã de hoje para se preparar para o evento da Acic, certamente pensou: “hoje eu vou me vingar daquele dia na AM”. (Risos).

Ele começou apresentando um vídeo que durou pouco mais de três minutos sobre ações de seu governo que, segundo a narração, já colocam em prática a transição energética justa. “Em Criciúma, graças as ações da Administração Municipal, a Transição Energética Justa já é uma realidade. Passivos ambientais se tornaram áreas de lazer, como o Parque dos Imigrantes, no distrito do Rio Maina, e o Parque das Nações, na Grande Próspera. Locais, antes, abandonados, e que se tornaram grandes pontos turísticos”, diz o texto que acompanha o vídeo. Quando o vídeo acabou, Salvaro mostrou para um auditório cheio a sua capacidade de acabar com a festa no campinho de casa. Ele falou que “na vida real” o discurso de transição energética é outro e que não existe “descarbonização”, nem recuperação ambiental.

Veja um trecho do discurso do prefeito:

“Nós apoiamos (o plano de transição) porque ele é bom. Mas é preciso falar da vida real. O que nós estamos vivendo, no dia a dia. Não tem 2050, não terá 2040 se a gente não olhar pro presente. Impossível. Primeiro, a demonização da atividade mineira, como se os mineradores destruíram a nossa cidade. Pelo contrário. O que nós vimos hoje na superfície é graças ao que saiu do subsolo. Então nunca a demonização do carvão. Já faz 12 anos que não se abre mais uma mina de carvão aqui na região. As questões ambientais emperram e tiram a autoestima e o ânimo daqueles que investem. É preciso flexibilizar esse negócio. Quando Fernando Zancan fala em descarbonização é preciso entender que essa palavra não existe. Assim como é preciso refletir sobre a demonização da atividade mineira e aí eu posso dizer que centenas de milhares de mineiros trabalharam carregando vagoneta de carvão para que seus filhos carreguem uma mochila cheia de livros. Não há recuperação ambiental. É preciso dar um novo significado pra essa palavra. Se tu falas em recuperação, tu tens que desmanchar quase 80% da cidade de Criciúma. Acho que é até medicinal a água da pirita porque quando a gente era criança, a gente pegava sarna, a mãe mandava tomar banho na água de pirita. Acho que nessa transição energética justa deve ser incluída da pirita não é medicinal, disse em tom de brincadeira. Não há transição energética justa se não houver um novo significado para a palavra recuperação. Nós amamos essa cidade mesmo com essa piritinha que tem aí”.

Zero desperdício

Salvaro não desperdiçou a oportunidade que caiu em seu colo de devolver o climão proporcionado por Ricardo Guidi no evento do PSD, no dia 6 de março, em Criciúma. Planejado para ser o evento de lançamento da pré-candidatura de Arleu da Silveira, o encontro catapultou Ricardo Guidi à condição de injustiçado, o que o levou a migrar para o PL, dias depois. (Relembre aqui).

Jorginho, cadê você?

Aí você pensou: "tá, mas cadê Jorginho?". O governador iniciou, dizendo: “Prometo que não vou ser tão longo quanto o Zancan, nem parecido com o Clésio”. Em seguida, cumprimentou funcionários da prefeitura, da Unesc, o presidente do Sindicato dos Mineiros de Criciúma, Djonatan Elias e Astrid Barato, presidente do Sindicato dos Mineradores. E continuou: “Prefeito Clésio fala das praças recuperadas e ele faz como já fez o Altair Guidi, (pai de Ricardo Guidi) lá atrás". (ele dá a indireta deleh).

Se Clésio aproveitou o evento do governador pra jogar confete em si mesmo, Jorginho aproveitou o próprio evento para citar ações da secretaria de Guidi e enaltecer seu candidato na corrida pela prefeitura. Ficou evidente o clima de disputa, com Salvaro & Júlio, de um lado, e Jorginho & Guidi, do outro.

Não há espaço para indecisos

Nesse ponto, vale ressaltar que na eleição de Criciúma neste ano não há lugar para quem ainda está em cima do muro. A disputa vai se concentrar entre Vagner Espíndola (Salvaro) e Ricardo Guidi (Jorginho). Os partidos que não entenderam isso ainda e estão esperando a hora certa para decidir quem irão apoiar, vão deixar o bonde passar e não vão ficar nem com um, nem com outro.

Pra fechar

É provável que quem organizou o evento não imaginou que o segundo round entre Salvaro e Guidi fosse acontecer exatamente hoje. Mas, quem perdoa é Deus, né? Clésio Salvaro e o PSD, no máximo, esperam a primeira oportunidade. No saldo final, com o jogo jogado em casa, Guidi 1 x Salvaro 1.

 

Salvaro e a transição energética com a energia do caos no evento de hoje, na Acic. Foto: a própria Maga.

 

 

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Por Maga Stopassoli 26/05/2024 - 19:03 Atualizado em 27/05/2024 - 09:41

Hoje, dia 26 de maio, completa 1 mês que o PSD de Criciúma anunciou a troca de seu pré-candidato a prefeito do município. Anunciado há mais de um ano como o sucessor de Clésio Salvaro, Arleu da Silveira perdeu o posto para seu colega de governo, Vagner Espíndola. Se a pré-campanha do PSD fosse uma viagem de avião, poderíamos dizer que a mudança de candidato foi uma turbulência durante o vôo, dessas que não derrubam a aeronave, mas que dão um susto danado. Com a passagem comprada desde o ano passado, Arleu não embarcou, ou, até embarcou, mas não decolou. Em seu assento, agora, o boa-praça, Vaguinho, cumpre o papel que lhe cabe na função de pré-candidato a prefeito de uma das principais cidades do sul, estando num dos partidos mais fortes do estado. De galinha com polenta a missas em qualquer dia e horário, Vaguinho é a nova cara dessa pré-campanha. Em seu favor, contam a sua experiência como gestor, técnico e a fama de ser “boa gente”. Seu nome não está atrelado a nenhuma polêmica vazia, tampouco tem a rejeição do pré-candidato anterior. Sobre este assunto, Vaguinho faz questão de ser gentil. Disse que isso se deve ao fato de que a função exercida por Arleu, de Secretário-geral do governo Salvaro, lhe rendeu a fama de quem “precisava dizer os nãos”. Pelo sim, pelo não, o novo nome de confiança de Salvaro tem outro perfil e isso fica visível em poucos minutos de conversa.
Quando ele foi anunciado como pré-candidato, a pergunta que mais se ouviu, foi: “mas quem é esse Vaguinho”. Agora, a pergunta mudou. “A troca de candidato já provocou a mudança esperada pela cúpula de seu partido?”. A resposta é: ainda não. Afinal, o partido trocou um problema, por outro.

Arleu foi substituído pela dificuldade de subir nas pesquisas. Vaguinho chegou com a missão de resolver esse problema, mas, até o momento, a reação ainda é bastante discreta. Em seu desfavor, ele tem um prazo curto para se tornar conhecido o bastante para vencer a eleição. Se antes, havia quem acreditasse que Salvaro seria capaz de eleger um poste, agora, ficou claro que as coisas não são bem assim. Para eleger um poste, precisa, antes, combinar com a ~Celesc*. Eleição é emoção. O eleitor quer votar em quem lhe desperta algum tipo de emoção.

Clésio Salvaro, por exemplo, é o melhor cabo eleitoral de si mesmo. Além de se eleger, ele sabe como manter vivo seu eleitorado durante seus mandatos. Mas quando se trata dos candidatos que ele apoia, esse fenômeno não se repete. Vide a última eleição quando os dois candidatos apoiados por ele, Acélio Casagrande (candidato a deputado estadual) e Geovânia de Sá (federal), não se elegeram. Agora, Criciúma já entendeu que, não importa quem Salvaro apoie, não será ele que estará na prefeitura ano que vem e é exatamente aqui que está o nó dessa pré-campanha. O eleitor votaria novamente em Salvaro, se ele fosse candidato. Só que esse mesmo eleitor tem resistência em votar em alguém indicado por ele. A troca de candidato também pode ter gerado no eleitor uma espécie de insegurança, fazendo com que, até o momento, ele ainda não tenha sentido segurança de votar no novo indicado de Clésio.

Outro fato percebido nesses 30 dias, foi um sutil descolamento da imagem de Salvaro da de Vaguinho. Em entrevista ao programa Parlatório, da rádio Som Maior, o pré-candidato negou que isso tenha ocorrido e disse que após às 18h e aos fins de semana, eles continuam mais juntos do que nunca. Mas quem observa atentamente sabe que Vaguinho tem imprimido seu próprio estilo à sua pré-campanha. Essa impressão, aliás, é um ponto a favor do candidato, já que demostra ao eleitor que ele tem autonomia para gerir a cidade, sem depender do futuro ex-prefeito, se eleito for.

Vale lembrar que Vaguinho tem mais tempo pela frente do que o tempo que passou. De agora, até o início da campanha, efetivamente, restam 70 dias, tempo suficiente para virar o jogo, e pousar o avião em segurança. Até lá, o eleitor poderá decidir se transfere seu voto ao novo pupilo de Clésio ou se altera a rota de pouso.

Ouça a entrevista de Vagner Espíndola ao Parlatório, aqui.

*Termo usado apenas para referência textual, não tendo a própria Celesc nenhum vinculo com nenhuma pré-candidatura.

 

Vaguinho, durante ação de pré-campanha, nos bairros da cidade, ouvindo a sugestão dos moradores. Foto: Greg Flauzino.

 

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Por Maga Stopassoli 24/05/2024 - 22:33 Atualizado em 27/05/2024 - 09:42

O governador Jorginho Mello (PL) está em Lages, nesta sexta-feira (24), para o lançamento da Estação Inverno 2024, uma ação que tem o objetivo de impulsionar o turismo de inverno no estado. O lançamento ocorreu durante a Festa do Pinhão e contou com a presença da Secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, que deverá ser candidata a prefeita de Lages. Durante o evento, em entrevista ao SCC/SBT, Jorginho Mello falou sobre os candidatos a prefeito que terão seu apoio e disse que "Ricardo Guidi lidera as pesquisas e será o próximo prefeito de Criciúma". A declaração do governador ocorre dois dias antes de ele vir voltar a Criciúma. Na segunda-feira (27), ele estará na Acic para o lançamento do programa "Santa Catarina 2050 - Transição Energética Justa", ao lado de Ricardo Guidi, que ainda ocupa a função de Secretário de Estado do Meio Ambiente. Na próxima semana ele deixa a função para retornar à Brasília como deputado federal. 

Governador Jorginho Mello durante entrevista a Roberto Azevedo, na Festa do Pinhão. 


 

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Por Maga Stopassoli 23/05/2024 - 10:57 Atualizado em 23/05/2024 - 11:03

A catástrofe climática que acometeu o estado do Rio Grande do Sul despertou o espírito solidário em todo o país. Voluntários dos quatro cantos do Brasil se descolacaram de suas casas para auxiliar, da forma que podiam, os gaúchos atingidos pelas enchentes. Entre eles, estava a deputada estadual de Santa Catarina, Paulinha da Silva (Podemos). Junto de outros voluntários, a parlamentar foi até a cidade de Eldorado do Sul, uma das mais destruídas pelas fortes chuvas, no dia 9 de maio. Ela permaneceu por lá durante três dias. Na semana passada, retornou ao local com novas doações e, em breve, pretende voltar ao estado mais uma vez com doações destinadas às mulheres, com itens como roupas íntimas e produtos de higiene. Nesta semana, ela concedeu entrevista ao Programa Cá Entre Nós, na Som Maior, e falou sobre o assunto. (Áudio disponível no spotify). 

A seguir, registros do fotógrafo Peterson Paul, integrante da comitiva da deputada, feitos na cidade de Eldorado do Sul. 

"Mas é claro que o sol vai voltar amanhã." 

Por Maga Stopassoli 17/05/2024 - 20:34 Atualizado em 21/05/2024 - 06:24

O encontro do Progressistas, chamado "Capacita 11", na noite desta sexta-feira (17), em Criciúma, teve um convidado extra. O deputado federal Ricardo Guidi (PL) marcou presença no evento, mas não fez uso da palavra. Conforme uma fonte ouvida pelo blog, enquanto o público era recebido pelas lideranças do partido, o senador Esperidião Amin, Leodegar Tiskoski, Júlio Kaminski, Valmir Comin e Ricardo Guidi tiveram uma conversa reservada. Em seguida, Amin disse ao pré-candidato a prefeito do PL: "Sinta-se em casa". Em seguida, o senador falou que "é impossível ouvir o sobrenome Guidi e não lembrar do PP". 

O PP segue com o nome do vereador Júlio Kaminski como pré-candidato a prefeito pelo partido mas, não esconde que está aberto para compor na chapa majoritária com Guidi. A presença de Ricardo Guidi no local aumenta os rumores de uma possibilidade de composição entre PL e PP, e isso tem a ver não só com a eleição deste ano mas, principalmente, com o pleito de 2026. 

 

Ricardo Guidi "em casa", no evento do PP.

 

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Por Maga Stopassoli 16/05/2024 - 10:58 Atualizado em 16/05/2024 - 10:59

A presidente estadual do Podemos Santa Catarina, a deputada estadual Paulinha, vai se licenciar temporariamente do comando do partido. Ela optou pelo afastamento por 15 dias, mantendo apenas a atuação parlamentar nesse período, por conta do tempo que tem se dedicado para prestar apoio aos municípios do Rio Grande do Sul. Além do município de Eldorado do Sul, que foi adotado por Bombinhas e tem na parlamentar uma das lideranças para reconstrução da cidade, a deputada está dedicada em conectar catarinenses e gaúchos em várias outras localidades, colaborando com o movimento “Adote uma Cidade”.

A Secretaria e Procuradoria da Mulher da Alesc lançaram nesta semana uma nova campanha, também liderada pela deputada Paulinha com a deputada Luciane Carminatti, para adquirir kits com roupas íntimas e de higiene pessoal. Para poder se dedicar ainda mais à organização de donativos para o Rio Grande do Sul, Paulinha solicitou ao deputado Lucas Neves, que é o primeiro vice-presidente do Podemos em Santa Catarina, que assuma as atividades partidárias durante esses próximos 15 dias.

"Nosso partido tem um ritmo de trabalho muito aquecido, já que estamos no período pré-eleitoral. Fomos o partido que proporcionalmente mais cresceu na janela partidária. Os presidentes municipais e pré-candidatos merecem o nosso esforço máximo, e entendo que não precisamos desmarcar agendas nesse período, já que eu, o Lucas e o Camilo estamos 100% afinados. O deputado Lucas é uma das nossas melhores lideranças, participa de todas as decisões junto comigo, e tem todas as qualidades para liderar o partido. Hoje, sinto que tenho que dispor do máximo tempo possível pra ajudar a arrecadar doações e amparar as cidades gaúchas", destacou a presidente do partido. 

"A Paulinha segue ao Rio Grande do Sul com o apoio integral de todo o partido, e terá em todos nós, seus amigos do Podemos, braços para ajudá-la aqui em Santa Catarina. Esse trabalho de união em torno do Partido e do socorro ao RS caminharão juntos", reforçou o deputado Lucas Neves.

 

Por Maga Stopassoli 15/05/2024 - 20:24 Atualizado em 16/05/2024 - 17:32

O público que foi até o auditório Ruy Hülse, na Unesc, na noite gelada desta quarta-feira (15), pode presenciar um encontro político inusitado para os dias atuais. O ex-secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande (PL), presente no local, foi até o pré-candidato a prefeito, Vagner Espíndola (PSD) para cumprimentá-lo. Vagner, por sua vez, retribuiu o gesto e, claro, cumprimentou o ex-colega de governo Salvaro. 
 

Vagner é o pré-candidato apoiado pelo prefeito Clesio Salvaro e, Acélio, passou a ser desafeto do prefeito desde que deixou o PSDB e migrou para o PL, partido do governador Jorginho Mello. 
 

 

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Por Maga Stopassoli 15/05/2024 - 10:55 Atualizado em 15/05/2024 - 11:14

O empresário Ricardo Spillere, apontado como potencial pré-candidato a vice-prefeito na chapa com Arlindo Rocha (PT), foi contatado pelo blog para participar do programa "Parlatório" da Som Maior, transmitido todas as segundas-feiras. Spillere, no entanto, recusou o convite e foi enfático: "Não serei candidato a vice de ninguém".

O anúncio da chapa seria feito pela executiva do PT, mas a informação não foi bem recebida e gerou confusão dentro da própria família de Spillere. Ele é genro do empresário Henrique Salvaro, ou seja, parte da família do atual prefeito, Clésio Salvaro (PSD).

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Por Maga Stopassoli 15/05/2024 - 09:12 Atualizado em 15/05/2024 - 09:14



O apoio de Santa Catarina ao Rio Grande do Sul ganhou a fachada do Centro Administrativo do Governo do Estado, em Florianópolis. A bandeira do estado vizinho com a frase "Juntos com o Rio Grande do Sul" foi projetada na parede externa do hall do Teatro Governador Pedro Ivo.

A ideia partiu do governador Jorginho Mello, que pediu para que a Secretaria de Estado da Comunicação providenciasse. O Centro Administrativo é onde despacham o governador, a vice Marilisa Boehm e alguns dos secretários estaduais.

Santa Catarina enviou bombeiros, policiais, técnicos, veículos e equipamentos para missões de resgate, ajuda humanitária e restauração da infraestrutura no Rio Grande do Sul, que foi devastado pelas fortes chuvas. Prefeituras, entidades e cidadãos catarinenses também realizaram uma série de iniciativas para ajudar os gaúchos.

 

Por Maga Stopassoli 14/05/2024 - 15:43 Atualizado em 14/05/2024 - 15:44

A Unesc está promovendo um painel para debater os desafios da comunicação eleitoral para abordar os bastidores da comunicação em ano de eleições. Os painelistas convidados são os jornalistas Dagmara Spautz, Renato Igor e Anderson Silva, da NSC TV. O encontro vai acontecer nesta quarta-feira (15), a partir das 19h, no auditório Ruy Hülse e é aberto aos estudantes e comunidade em geral. O evento integra o calendário de ações previstos para este ano, da Ecocria, a Escola de Comunicação Criativa da Unesc, que agrega os cursos de Jornalismo, Publicidade & Propaganda e Comunicação Digital. 

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