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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 20/10/2017 - 08:00

Não sei se os torcedores do Criciúma estão ansiosos para ouvir do presidente Jaime Dal Farra quais as providencias que serão tomadas a respeito da crise estabelecida no departamento de futebol com a rebelião dos jogadores que não aceitam a presença do diretor Edson Gaúcho em seus ambientes de trabalho.

O presidente deveria ter tomado atitude no início do conflito, possivelmente em nome de um possível acesso deixou o tema de lado, mas agora com o sonho desfeito uma decisão se faz necessária mesmo porque a temporada está próxima do fim e 2018 é logo ali.

Respeitem este escudo

Perguntei outro dia “Como será o amanhã”? 

Ainda não sabemos a resposta. Não existe nada de oficial, mas ainda se ouve em algumas rodas da cidade que o presidente sairia após o final da série B. 

O diretor Edson Gaúcho afirmou que já está fora do clube, mesmo com a notícia de que teria viajado para mapear jogadores fora do país. Sendo assim irá continuar e sua palavra tem dupla interpretação? 

Os jogadores rebeldes continuarão no clube? Haverá troca no comando técnico para o ano que vem?

O Criciúma construirá um projeto consistente para a próxima temporada? Sob qual comando?

Enfim, são questões que devem ser respondidas com a máxima urgência sob pena do clube coberto de glorias no passado ter em 2018 mais uma temporada perdida.
 

Por João Nassif 20/10/2017 - 14:20

O número de mulheres atletas têm crescido de forma substancial nas últimas décadas e com isso alguns detalhes precisam ser levados em consideração. Ainda existe a ideia de querer comparar homens com mulheres e isso é um grande equívoco, pois ambos têm características físicas e fisiológicas diferentes, fazendo com que algumas particularidades de ambos os sexos sejam deixadas de lado.

Alguns tópicos que podem influenciar no desempenho da mulher atleta:

*Alteração menstrual e problemas hormonais ->
Nas atletas de alto rendimento ocorrem quando não são respeitados os aportes nutricionais adequados, ou seja: treina muito e come pouco, ou come errado, podendo gerar a Tríade da Mulher Atleta. Assim dizemos que a alteração menstrual na esportista é comum, mas não é normal. 

*Comportamentos alimentares inadequados, como dieta sem carboidrato, treino em jejum, vegetarianos, etc, são preocupantes. Aí temos o risco para o início dos problemas hormonais 

*Testosterona ->
Toda mulher produz testosterona em níveis adequados, só não deve ser comparada com o homem. A única indicação formal de repor testosterona preconizada é na pós-menopausa, em mulheres com baixa testosterona e sintomas – lembrando que a primeira linha de terapia hormonal pós-menopausa ainda é estrogênio+progesterona.

*Fraturas por stress ->
Podem ser mais comuns do que nos homens nas mulheres com alterações hormonais (por exemplo, com estrogênio baixo). A fisiopatologia deste tipo de fratura envolve tipo de esporte, volume e intensidade do treino, tipo de alimentação inadequada e alteração hormonal.

Dr. Luiz Carlos Custodio Fontana - Residente em Medicina do Exercício e do Esporte. Instagram: @luizcarlosfontana @med.esporte e-mail: [email protected]

Por João Nassif 21/10/2017 - 21:59 Atualizado em 23/10/2017 - 15:55

A campanha da seleção brasileira no Mundial de 1998 na França não foi espetacular como quatro anos antes, mas durante as várias fases do torneio foi fazendo o suficiente para chegar mais uma vez à final de uma Copa do Mundo.

Na primeira fase o Brasil venceu Escócia e Marrocos e foi derrotado pela Noruega terminando mesmo assim na primeira posição de seu grupo. 

Nas oitavas de final derrotou o Chile com facilidade por 4x1 e nas quartas sofreu para eliminar a Dinamarca com vitória por 3x2 com dois gols de Rivaldo e um de Bebeto.

Nas semifinais o adversário foi a Holanda, verdadeira pedreira para a seleção brasileira chegar à decisão. Depois de fazer com Ronaldo 1x0 no primeiro minuto do segundo tempo sofreu o gol de empate quando faltavam apenas três minutos para o término do jogo. Na prorrogação ninguém marcou e o jogo foi decidido nos pênaltis.

Taffarel defendendo pênalti contra a Holanda em 1998 (Foto: WordPress.com)

Com aproveitamento total a seleção brasileira converteu quatro cobranças, enquanto que o goleiro Taffarel defendeu dois pênaltis cobrados pelos holandeses.

O pênalti decisivo defendido por Taffarel foi batido por Ronald de Boer.

A defesa de Taffarel e a classificação do Brasil para a final contra a França foi narrado desta forma por Galvão Bueno da Rede Globo: 

 

Por João Nassif 21/10/2017 - 23:10

O Criciúma fez contra o Internacional sua melhor partida na série B deste ano e por situações bem pontuais deixou de vencer um jogo que ficou ao seu dispor.

Com extremo controle em mais de três quartas partes do jogo não teve conclusão ficando mais uma vez refém da bola parada, única jogada realmente forte que o time apresenta.

Mesmo com Silvinho em tarde inspirada não houve a complementação do Lucão e também do Alex Maranhão que aparece muito mais pela plasticidade de seus movimentos do que pela objetividade. Tem somente a força na bola parada que tem resolvido alguns gols, vários insuficientes para a vitória.

Outra questão crônica foi a falta de planejamento que pudesse apresentar opções com qualidade. O técnico Beto Campos quando precisa acrescentar olha para o banco e não enxerga nada que possa melhorar o rendimento do time.

E assim foi o campeonato inteiro com o time oscilando bons jogos fora e casa sofrendo dentro do Heriberto Hülse. 

Comemoração de gol do Inter no Heriberto Hülse (Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

Contra o Internacional o banco fez a diferença. A primeira mudança do Criciúma a entrada do Douglas “Dodi” Moreira deu mobilidade ao time enquanto que João Henrique e Fabinho Alves que também entraram não deram o mínimo acréscimo.

O Internacional, pelo contrário, o técnico Guto Ferreira olha para trás e vê qualidade tanto que Camilo e Carlos que vieram do banco definiram a vitória com a pintura do terceiro gol.

Lançamento de 50 metros do Camilo e um domínio e conclusão excepcionais do atacante Carlos.

A presença da torcida, motivo de discussão durante a semana foi muito boa. Os colorados tomaram quase completamente o espaço que lhes foi destinado. A torcida do Criciúma ausente durante todo o campeonato compareceu em número bem maior que a média. 

Tudo na mais perfeita paz e que sirva de exemplo para o país onde ainda prevalece a ignorância em nome da rivalidade.   
 

Por João Nassif 22/10/2017 - 22:55 Atualizado em 30/10/2017 - 10:10

Nas 20 Copas do Mundo disputadas, 19 tiveram jogo final com as seleções vindas das semifinais. Somente em 1950, pela fórmula é que o turno decisivo foi disputado por quatro seleções e por coincidência a partida final entre Uruguai e Brasil decidiu o título.

O confronto que mais vezes aconteceu colocou frente a frente Alemanha e Argentina que decidiram o Mundial em três oportunidades. A vantagem é alemã que foi vencedora em dois destes três confrontos.

No final dos anos 1980 do século passado as duas seleções dividiam a supremacia no futebol mundial. Em 1986 na Copa do México deu Argentina que venceu por 3s2. Em 1990 a Alemanha deu o troco e venceu na Itália por 1x0.

Seleção alemã campeã mundial em 1990 (Foto: Blogger)

O tira teima aconteceu no último Mundial aqui no Brasil com vitória dos alemães por 1x0 na prorrogação.

Além da Alemanha contra a Argentina somente mais um confronto se repetiu nas finais das Copas do Mundo. Foi entre Brasil e Itália que se enfrentaram duas vezes e nas duas a vitória foi brasileira.

A primeira em 1970 no México o Brasil venceu por 4x1 e em 1994 nos Estados Unidos quando a seleção brasileira venceu nos pênaltis e se tornou tetracampeão. 

 

Por João Nassif 23/10/2017 - 12:16

Se no mundial de pilotos a briga entre Hamilton e Vettel se estendeu durante o ano todo, no de construtores a Mercedes fez jus ao seu tricampeonato consecutivo e se manteve na liderança desde o início. No circuito de Austin, no Texas, a coisa não foi diferente.

Após Lewis Hamilton liderar todos os treinos livres, o britânico foi de sobra o melhor de sábado à tarde e conquistou a pole, com Vettel em um ótimo segundo lugar e Bottas em terceiro. O GP dos EUA também foi marcado pelas estreias de Carlos Sainz na Renault e Brandon Hartley na Toro Rosso.

Sendo a primeira curva à esquerda, Hamilton e os pilotos de posição ímpar largaram do lado direito, enquanto Vettel e os outros de posição par partiram da esquerda, que parecia lhes dar mais vantagem. E foi exatamente o que aconteceu.

Apagam-se as luzes, os pilotos soltam a embreagem, os monopostos partem e o alemão assume a ponta na primeira curva. E não houve apenas essa ultrapassagem, como também Ocon ultrapassando Raikkonen, Alonso passando Sainz e Massa assumindo a nona posição de Pérez. Verstappen, que largou em 16º, assumia a 11ª posição.

Ao longo da corrida, Hamilton, com carro mais rápido, voltou a liderança e deixou Vettel muito para trás. Com estratégias ruins, os finlandeses Raikkonen e Bottas acabaram sofrendo para o alemão da Ferrari e o holandês da Red Bull e terminaram em quarto e quinto, respectivamente. Por conta de uma punição a Verstappen, Raikkonen voltou ao terceiro lugar e fechou o pódio.

A corrida em si foi excelente. Uma pista cheia de S’s, com várias ultrapassagens, uma prova que não dispersou os olhos por um segundo. Realmente, o Circuito das Américas veio para ficar.

Grid fo GP da Austrália 2017 (Foto: You Tube)

Max Verstappen foi escolhido o piloto do dia, sem questionamentos. Sair de 16º e cruzar a linha de chegada em terceiro não é pra qualquer um, certamente um futuro campeão mundial. Vivendo um momento oposto, Valtteri Bottas, depois de uma primeira metade de campeonato surpreendente, vem encerrando o ano deixando dúvidas sobre seu assento nos próximos anos.

O resultado deu o tetracampeonato de construtores à Mercedes e um título cada vez mais encaminhado para Lewis, que aumenta sua vantagem sobre Sebastian para 66 pontos.

Agora basta um quinto lugar para Hamilton levantar seu quarto caneco.

Por Thiago Ávila, estudante de jornalismo na PUCRS
 

Por João Nassif 24/10/2017 - 10:30 Atualizado em 30/10/2017 - 10:10

O Mundial 2018 está se aproximando. Você tem acompanhado a contagem regressiva que faço desde que retornei à Som Maior FM. Comecei esta contagem no dia 18 de agosto quando faltavam exatos 300 dias para o início da Copa do Mundo na Rússia.

Tenho recordado aspecto interessantes da história dos Mundiais, curiosidades, gols em vários idiomas e informações sobre o que aconteceu desde 1930 em todas as Copas já realizadas.

A organização da Rússia-2018 produziu chamadas cantadas em russo com temas dos países que irão disputar o torneio. 
“Ya znayu, smogu Proyavit' svoi napor 
Za golom - gol, My posmotrim povtor, I veryu, 
khot' Moyo serdtse trepeshchet v grudi, 
Braziliya, ty - vperedi!”  

Esta é a tradução do tema homenageando a seleção brasileira.
“Eu sei que vou, vou do jeito que eu sei 
De gol em gol, com direito a replay 
Eu sei que vou com o coração batendo a mil 
É taça na raça, Brasil”. 

Ouçam agora o tema do Brasil para a Copa do Mundo de 2018:

 

Por João Nassif 24/10/2017 - 15:20 Atualizado em 30/10/2017 - 10:24

As três últimas edições das Copas do Mundo se caracterizaram por resultados finais apertados sem que haja uma seleção que se imponha com autoridade sobre os adversários.

Em 2006 a Itália foi campeã superando a França nos pênaltis depois do empate em 1x1. Em 2010 a Espanha derrotou a Holanda por 1x0 na prorrogação e também com prorrogação a Alemanha venceu a Argentina em 2014.

A seleção brasileira venceu dois de seus cinco títulos mundiais com grande folga sobre os adversários e construiu duas das maiores diferenças no resultado de uma final de Copa do Mundo.

Primeiro foi na Suécia em 1958 quando fez 5x2 nos donos da casa e a segundo no México em 1970 com um implacável 4x1 sobre a seleção italiana.

Brasil tricampeão mundial (Foto: blogger)

O quarto gol brasileiro, pela construção, foi um dos mais bonitos de todos os tempos em uma decisão.

O gol foi do capitão Carlos Alberto que você ouvirá agora com a narração de Joseval Peixoto da Rádio Panamericana de São Paulo:

 

Por João Nassif 24/10/2017 - 11:54

Deverá ser formado um comboio de barcos carregando jogadores do Criciúma neste final de temporada.

O primeiro barco está de partida carregando quatro que não conseguiram justificar suas contratações. Pena que no futebol as imagens dos jogadores ficam prejudicadas. Os dirigentes não têm nenhum escrúpulo em contratar atletas com limitações técnicas e assim não conseguem contribuir de forma efetiva para um melhor desempenho do time.

Quantos e quantos jogadores nestas condições, centenas deles, vieram para o Criciúma e foram embarcados sem nenhuma contestação por parte dos torcedores e de nós próprios da imprensa.

Tudo está baseado em planejamento e gestão. Quando se define um grupo usando a base e contratando pontualmente por quem conhece o oficio o objetivo é alcançado. Lembram-se de 2012? Rodrigo Pastana, diretor executivo de muita competência formou um grupo pequeno e que foi destaque na campanha do acesso. Tinha o respaldo da diretoria, teve entrosamento com Waldeci Rampinelli, diretor não remunerado e com o comando técnico do Paulo Comelli.

A temporada está chegando ao fim e o desmanche deverá ser grande, inclusive com alguns titulares que entraram em choque com o ainda diretor Edson Gaúcho. Digo ainda porque ontem no programa Dentro da Área da TV Litoral o Edson disse que tem contrato até 30 de novembro e o futuro é incerto. 
 

Por João Nassif 25/10/2017 - 15:50 Atualizado em 30/10/2017 - 10:24

Cada país tem sua própria característica na cobertura de uma partida de futebol. 

Os meios de comunicação variam de acordo com estas características e hoje temos condições pelas ferramentas que a internet oferece sabermos de que forma cada um desses meios se relaciona com quem os acompanha.

Jornal, televisão, rádio, mídias sociais são vários veículos com centenas de opções para quem acompanha o futebol.

No rádio que é o nosso caso, por exemplo, cada região do planeta transmite um jogo de futebol da forma como sua cultura exige. O mesmo se vê numa transmissão por televisão.

No Brasil, Argentina e outros países sul-americanos têm comportamentos semelhantes recheados de muita paixão, principalmente na cobertura de jogos de suas seleções.

Quando se ouve um Galvão Bueno e seus semelhantes argentinos, uruguaios, paraguaios e por aí adiante percebemos às vezes gritarias, lamentos, choros, euforia, enfim tudo conforme a cultura de cada país.

Em outros países as transmissões são mais neutras sem a paixão e os excessos sul-americanos como por exemplo nos narradores ingleses.

Phillipe Coutinho comemorando seu golaço contra o Equador (Foto: UOL Esporte)

Muito hão de lembrar o gol de Phillipe Coutinho contra o Equador pelas eliminatórias para a Copa da Rússia. Foi uma pintura, seu passe para Gabriel Jesus que meteu um chapéu no zagueiro e de cabeça colocou Coutinho na cara do gol.

Ouça de que modo um narrador inglês descreveu o gol.

Coisa chata, né? Amanhã vou reprisar este golaço com a narração de um locutor equatoriano:

 

Por João Nassif 26/10/2017 - 10:31 Atualizado em 26/10/2017 - 10:35

Chegou às minhas mãos um áudio onde o diretor do Criciúma, Edson Gaúcho, coloca para fora tudo o que pensa sobre os jogadores e fala também de proposta de trabalho e que por opção não viaja. Deixou em aberto seu futuro no clube para o presidente Jaime Dal Farra. Disse que quer trabalhar com profissionais o que não é o caso deste elenco do Tigre.
Ouça na integra o que disse...


Passei o áudio para o Edson avisando que iria publica-lo. Ele retornou em seguida confirmando o áudio e disse com quem estava conversando.
Ouça a resposta do diretor do Criciúma...

 

Por João Nassif 27/10/2017 - 07:00 Atualizado em 30/10/2017 - 10:23

Ontem ouvimos o gol de Phillipe Coutinho contra o Equador no jogo disputado em Porto Alegre pelas eliminatórias sul-americanas. A narração foi em inglês cujos locutores têm por característica manter a fleugma britânica.

Foto: You Tube

O gol foi uma das maravilhas das eliminatórias pela sua construção e execução, foi um passe de Phillipe Coutinho para Gabriel Jesus que deu um chapéu no marcador e de cabeça devolveu colocando o companheiro na cara do gol.

Na narração do gol o narrador inglês dava a impressão de estar lendo um romance de Shakespeare tal sua apatia. Mas, dentro da característica britânica.
Em contrapartida um locutor equatoriano que mesmo narrando um gol contra sua seleção não perdeu a característica sul-americana e colocou toda emoção na definição do golaço.

Ouça.....

 

Por João Nassif 27/10/2017 - 15:01 Atualizado em 30/10/2017 - 10:23

Não é somente nos narradores sul-americanos que a paixão é exacerbada. Em Portugal ouvimos com frequência os locutores transmitindo com a mesma emoção, principalmente quando está em jogo a seleção portuguesa disputando vaga para uma Copa do Mundo.

Em 2013 Portugal precisou disputar a repescagem europeia para garantir participação no Mundial no Brasil e pelo sorteio seu adversário foi a Suécia que tinha Zlatan Ibrahimovic, um dos grandes artilheiros da história do futebol.

Em contrapartida Portugal tinha em seu ataque Cristiano Ronaldo, um dos dois melhores jogadores do mundo nos tempos atuais.

O primeiro jogo entre as seleções foi disputado em Portugal com Cristiano Ronaldo fazendo o único gol da vitória portuguesa por 1x0.

Duelo de gigantes (Foto: Doentesporfutebol.com.br)

No jogo da volta na Suécia o confronto entre os dois artilheiros foi espetacular.

Portugal jogava pelo empate e Cristiano Ronaldo abriu a contagem no início do segundo tempo. Ibrahimovic com dois gols virou para a Suécia e Cristiano Ronaldo com mais dois gols virou novamente o resultado que foi até o final com vitória de Portugal por 3x2.

Nuno Matos da Rádio Antena 1 de Portugal narrou desta forma o terceiro gol de Cristiano Ronaldo e só não enfartou por milagre com a classificação de seu país.

 

Por João Nassif 28/10/2017 - 07:00

Da euforia de algumas semanas atrás quando ainda havia o sonho do acesso à atual preocupação de um possível e real rebaixamento o Criciúma se viu envolvido numa crise sem precedentes que culminou com a saída do diretor de futebol Edson Gaúcho.

Na sua coletiva de despedida Edson Gaúcho se mostrou resignado, pois sabe que infelizmente o áudio vazado foi o fator que precipitou sua queda. Procurou isentar o presidente de qualquer responsabilidade pela situação atual do time e evitou alimentar a crise falando pouco sobre seu relacionamento com o elenco.

Sai de cabeça erguida com a postura que sempre o caracterizou e de acordo com o que disse vai cuidar da vida longe do futebol, por enquanto.

Página virada, o time foi para seu jogo em Belém e perdeu novamente atingindo a marca inédita de quatro derrotas consecutivas neste campeonato. 

Foto: Fernando Torres/Paysandu)

Os atuais 42 pontos não garantem a permanência na série B, único objetivo que restou. O próximo jogo será em Goiânia na terça-feira e outra derrota poderá deixar o time perigosamente na proximidade do rebaixamento. 

Com a palavra os jogadores e como a delegação depois de Belém permanece em viagem para o jogo contra o Goiás o técnico Beto Campos e seus auxiliares também terão que encontrar o caminho da recuperação.   
 

Por João Nassif 28/10/2017 - 16:30 Atualizado em 30/10/2017 - 11:52

Waldemar de Brito foi o primeiro brasileiro a perder um pênalti em jogos válidos pela Copa do Mundo. A cobrança foi defendida pelo goleiro Zamora. Foi em 1934 na única partida disputada pela seleção brasileira. O jogo foi contra a Espanha que venceu por 3x1 e eliminou o Brasil do Mundial disputado na Itália.

Em 1938 no Mundial disputado na França o ponteiro esquerdo Patesko chutou para fora um pênalti contra a Suécia na decisão do terceiro lugar. Não fez falta a seleção brasileira venceu o jogo por 4x2.

O pênalti mais famoso perdido pela seleção brasileira aconteceu em 1986. Quem cobrou foi Zico e o pênalti defendido por Bats, goleiro francês. O jogo foi decidido nos pênaltis e a França levou venceu por 4x2. Na decisão Sócrates e o zagueiro Júlio César também desperdiçaram suas cobranças.

Sócrates batendo pênalti contra a França em 1986 (Foto: O Globo)

Na final contra a Itália em 1994 a decisão também foi nos pênaltis depois do empate em 0x0 no tempo normal e na prorrogação. O tetra foi garantido por 3x2 apesar do zagueiro Márcio Santos ter chutado seu pênalti para defesa do goleiro Pagliuca. 

Finalmente em 2014 nas quartas de final contra o Chile depois de empate em 1x1 a decisão da vaga também foi para os pênaltis. Willian chutou o seu para fora e Hulk parou no goleiro Bravo. Mesmo assim o Brasil avançou vencendo por 3x2.

 

Por João Nassif 30/10/2017 - 09:10 Atualizado em 30/10/2017 - 10:41

Desde 2010, quando Vitaly Petrov segurou Alonso do início ao fim da prova e assim deu o primeiro título a Sebastian Vettel, não víamos um candidato a título se dar tão mal na corrida decisiva. E não foi só um, como os dois candidatos.

Em um início de final de semana muito boa para as Red Bulls e Ferraris, Sebastian Vettel conquistou a pole e pôs o britânico da Mercedes largar apenas em terceiro, com Verstappen em segundo. Precisando de apenas um quinto lugar para conquistar o título, Hamilton parecia ter vida fácil... Mais ou menos.

Logo na largada Vettel e Hamilton se tocam, sendo que o primeiro danifica a asa dianteira e o segundo fura o pneu, e caem para as últimas posições. O alemão tem recuperação espetacular e rapidamente pula para sétimo, enquanto o britânico se mantinha em último sem sequer uma reação, chegando a levar volta de Verstappen e Bottas, era verdadeiramente um péssimo final de campeonato.

Hamilton tetra campeão mundial  (Foto: IG Esporte)

Nesse momento Lewis se sagrava campeão – já que Sebastian precisava de pelo menos um segundo lugar se ainda quisesse brigar pelo título. O Virtual Safety Car aparece na pista, os pilotos vão aos boxes e Hamilton começa sua recuperação. Depois de uma longa disputa de Vettel com as Force India e o britânico com Fernando Alonso, o ferrarista conquistou o quarto lugar e o piloto da Mercedes foi o nono.

Lewis já pode comemorar seu merecido tetracampeonato com duas corridas de antecedência e entrar na lista dos maiores pilotos da história da F1. Uma lista que tem Michael Schumacher, Juan Manuel Fangio, Alain Prost e Sebastian Vettel. Um gênio inquestionável, um dos maiores de todos os tempos, um ídolo com milhões de fãs por todo o mundo, o maior nome de sua geração.

Parabéns Lewis Hamilton, o rei das quatro rodas.

Por Thiago Ávila, estudante de jornalismo da PUCRS
 

Por João Nassif 30/10/2017 - 11:50 Atualizado em 31/10/2017 - 07:42

A cada quatro anos o planeta praticamente para a fim de assistir uma Copa do Mundo, seja ela disputada na Europa, nas Américas, na Ásia ou na África.

A cada edição o público vai preenchendo todos os assentos dos estádios do país sede e o mundo todo acompanha os jogos pela televisão com audiência estimada em bilhões de telespectadores.

Por isso a afirmativa que nos dias de hoje o futebol é o melhor e maior mercado do mundo movimentado cifras astronômicas que permitem os grandes clubes contratar o que há de melhor no mercado da bola.

O investimento em atletas é algo fantástico que muitas vezes ultrapassa o bom senso.

Vou registrar nesta contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2018 na Rússia alguns recordes de público na história dos Mundiais de futebol.

Maracanã na final do Mundial de 1950 (Foto: RioOnWatch)

O jogo que teve mais espectadores presentes foi a decisão entre Brasil e Uruguai em 1950. Oficialmente a FIFA registra 173.850 pessoas presentes no até então maior estádio do mundo construído especialmente para a primeira Copa no Brasil. 

O segundo maior público da história dos Mundiais foi registrado na decisão de 1986 entre Argentina e Alemanha Ocidental no estádio Azteca na Cidade do México. Presentes 114.600 espectadores.

O terceiro também foi no estádio Azteca em 1970 com 107.412 pessoas para assistir à final entre Brasil e Itália.

Em nenhuma outra Copa do Mundo foi registrado público de mais de 100 mil espectadores.     

 

Por João Nassif 01/11/2017 - 09:27 Atualizado em 01/11/2017 - 10:57

A seleção brasileira foi a primeira a se classificar no campo para o Mundial-2018. Apenas a Rússia por ser o país sede estava automaticamente classificada.

De forma inédita em se tratando de eliminatórias sul-americanas o Brasil carimbou seu passaporte com quatro rodadas de antecedência.

O jogo da classificação aconteceu no dia 28 de março de 2017 contra o Paraguai na Arena Corinthians em São Paulo.

Neymar comemora gol contra o Equador (Foto: blogger)

A seleção brasileira venceu por 3x0 com gols de Phillipe Coutinho, Neymar e Marcelo.

O segundo gol brasileiro marcado por Neymar foi narrado na seguinte forma por um locutor da TV argentina.

 

Por João Nassif 01/11/2017 - 09:50 Atualizado em 01/11/2017 - 10:54

O cartão vermelho foi introduzido nas Copas em 1974. Até então, as advertências e expulsões eram feitas de forma verbal. O árbitro avisava os atletas e anotava as advertências em sua caderneta. Porém, muitas vezes essas advertências não eram entendidas. 

Assim, para que os torcedores e jogadores pudessem compreender o que se passava em campo, o cartão amarelo e vermelho foram introduzidos.

O cartão amarelo apareceu na Copa 4 anos antes, em 1970.

Zidane recebeu cartão vermelho depois da cabeçada em Materazzi na final de 2006 (Foto: Globoesporte)

O primeiro jogador a receber o primeiro cartão vermelho num jogo de uma fase final de campeonato mundial de futebol foi o chileno Carlos Caszely (o atleta já havia recebido um cartão amarelo anteriormente no jogo contra a Alemanha Ocidental na Copa de 1974). O cartão foi dado pelo árbitro turco Dogan Babacan.

O último cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro australiano Ben Williams ao jogador Óscar Duarte da Costa Rica no jogo contra a Grécia pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014. 

 

Por João Nassif 01/11/2017 - 10:20

O preparo físico salvou o Criciúma em Goiânia. Com um gramado quase impraticável, pesado pelo volume de agua que caiu sobre a cidade o time conseguiu correr até o final e buscou o empate quebrando uma série negativa de quatro derrotas consecutivas.

Não fosse o gol do Lucão o técnico Beto Campos bateria um recorde do clube na série B, desde que foi implantado o sistema de pontos corridos com 20 equipes.

Técnico Beto Campos (Foto: Globoesporte)

A única vez em que o Criciúma atingiu cinco derrotas consecutivas foi em 2008. O técnico era Edson Gaúcho que perdeu quatro jogos contra o Gama, Santo André, Ponte Preta e América-RN. No quinto jogo o técnico era Ivo Wortmann que foi demitido após a derrota para o Juventude.

O empate deixa o Criciúma na situação de conseguir mais uma vitória para escapar definitivamente do rebaixamento. Depois é pensar de que forma 2018 será planejado. 

Há alguns dias fiz uma série de questionamentos que espero sejam respondidos com clareza pelo comandante do clube. Haverá mudanças na gestão? O técnico será mantido? Quem será o diretor de futebol? Quais jogadores permanecerão?

As respostas terão que ser claras e objetivas para que a próxima temporada não seja tão frustrante como a que está terminando. 
 

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