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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 30/11/2017 - 10:55

O assunto do programa de hoje são alguns dos recordes atingidos pela seleção brasileira na história das Copas do Mundo. Antes informo que meu próximo livro “O Brasil nas Copas” será lançado em breve, inclusive com cobertura da Rádio Som Maior.

Mas, vamos aos recordes:

A seleção brasileira é a que tem o maior número de vitórias consecutivas. São 11 que começou no dia 03 de junho de 2002 quando venceu a Turquia por 2x1 em Ulsan na Coréia do Sul e terminou no dia 27 de junho de 2006 com a vitória sobre Gana por 3x0 em Dortmund na Alemanha. No jogo seguinte foi derrotado pela França por 1x0 em Frankfurt.

Seleção brasileira contra a Bulgária em 1966 (Foto: Futebol BH)

Em pé da dir. p/ esq.: Djalma Santos, Denílson, Bellini, Gilmar, Altair e Paulo Henrique(encoberto)
Agachados: Mário Américo (massagista), Garrinccha, Lima, Alcindo, Pelé e Jairzinho (encoberto)


 

O Brasil tem também a seleção que ficou um número maios de jogos invicta na história dos Mundiais de Futebol. São 13 jogos numa sequencia que começou no dia 08 de junho de 1958 em Udevalla, Suécia quando venceu a Áustria por 3x0. Esta série invicta somente terminou no dia 12 de julho de 1966 quando venceu a Bulgária por 2x0 em Liverpool na Inglaterra. 

Neste período a seleção brasileira obteve 11 vitórias e dois empates.
 

Por João Nassif 01/12/2017 - 14:05

Fazendo uma consulta em meus arquivos referentes à Copas do Mundo constatei que Uruguai e Paraguai foram os dois países que mais jogaram partidas valendo pelas eliminatórias sul-americanas aos Mundiais de Futebol.

Nos confrontos apenas contra seleções da América do Sul o Paraguai disputou 152 jogos ao passo que os uruguaios jogaram 146 vezes.

No geral há empate em jogos disputados, pois o Uruguai jogou oito partidas na repescagem intercontinental e o Paraguai apenas duas. Total de 154 jogos para cada seleção. 

Os dois jogos dos paraguaios foram contra o México. No primeiro jogo em casa o México fez 1x0 e no jogo de volta em Assunção, empate em 0x0 e desclassificação do Paraguai.

Os uruguaios disputaram quatro vezes a repescagem e conseguiram três classificações. A primeira foi em 2002 contra a Austrália com derrota por 1x0 em Melbourne e vitória por 3x0 em Montevideo.

A segunda em 2010 contra a Costa Rica. Vitória por 1x0 em San Jose e empate em 1x1 em Montevideo.

Jordânia x Uruguai (Foto: Epoch Times)

E finalmente a classificação para a Copa do Mundo de 2014 com vitória sobre a Jordânia por 5x0 em Aman e empate em 0x0 em Montevideo.

A única vez em que o Uruguai foi derrotado em repescagem foi para o Mundial de 2006 novamente contra a Austrália. Cada seleção venceu um jogo por 1x0, o primeiro em Montevideo e o segundo em Sidney. A Austrália venceu nos pênaltis por 4x2. 
 

Por João Nassif 02/12/2017 - 14:10

Dos 55 países que hoje compõe a União Europeia de Futebol, Portugal foi o que mais jogou partidas valendo pelas eliminatórias às Copas do Mundo.

Desde 1934 até agora os portugueses atuaram em 139 jogos com 77 vitórias, 33 empates e 29 derrotas. Marcaram 262 gols e sofreram 139. 

A primeira participação de Portugal em Copas do Mundo foi em 1966 quando ficou com o terceiro lugar. Depois jogou em 1986 e a partir de 2002 vem participando de todos os Mundiais, inclusive com classificação garantida para a Copa de 2018. Em 2006 ficou em quarto lugar.

No total de suas seis participações Portugal disputou 26 jogos com 13 vitórias, quatro empates e nove derrotas, marcou 43 gols e sofreu 29. 

Orlando (Brasil) e Coluna (Portugal) em 1966 (Foto: blogger)

Contra a seleção brasileira Portugal disputou dois jogos em Mundiais. Venceu o primeiro por 3x1 em 1966 na Inglaterra e empatou o outro em 0x0 na Copa de 2010 na África do Sul. 
 

Por João Nassif 01/12/2017 - 16:40

Com os grupos definidos pelo sorteio em Moscou no início da tarde, horário de Brasília, a primeira constatação é que nesta 21ª Copa do Mundo não há o chamado grupo da morte, comum em outros Mundiais de Futebol.

Quando muito pelo aspecto técnico e histórico alguns grupos são compostos por duas seleções que podem ser enquadradas como favoritas para a classificação. Lembrando que pelo regulamento os dois primeiros de cada chave passam para as oitavas de final.

No grupo A, Uruguai e Rússia, por ser a dona da casa, são os favoritos. A Rússia que atualmente pratica um futebol de nível baixo pode ser surpreendida pelo Egito ou mesmo pela Arábia Saudita.

No grupo B, indiscutíveis Portugal e Espanha deverão se classificar contra Marrocos e Iran.

No grupo C, a França é bem mais qualificada que Peru e Dinamarca que deverão disputar o segundo lugar com a Austrália num patamar inferior.

No grupo D, a Argentina é muito favorita levando-se em conta que a emergente Islândia vai brigar com a Croácia pelo segundo lugar. A Nigéria tem pouquíssimas chances.

Grupos do Mundial-2018 (Foto: Globo Esporte)

O Grupo E, o Brasil é favorito disparado. Suíça, Costa Rica e Sérvia estão no mesmo nível de qualidade e a disputa do segundo lugar será intensa.

No grupo F a atual campeã Alemanha é a grande favorita. México e Suécia brigam pela segunda posição deixando sem chances a Coréia do Sul.  

No grupo G a Bélgica no momento é superior à Inglaterra, mas as duas deverão passar com Panamá e Tunísia apenas cumprindo tabela.

No grupo H são três seleções com potencial para passar às oitavas: Polônia, Colômbia e Japão. Senegal não tem nenhuma chance de classificação.

Só para registrar, se a seleção brasileira terminar em primeiro lugar em seu grupo irá enfrentar nas oitavas o segundo colocado do grupo F que deverá ser México ou Suécia.

Caso consiga nova vitória, nas quartas enfrentará o vencedor do jogo entre o primeiro do grupo G contra o segundo do grupo H.

Dando a lógica até a decisão das quartas de final poderemos ter a grande revanche nas semifinais, o jogo entre Brasil e Alemanha. Seria empolgante este confronto. 
 

Por João Nassif 03/12/2017 - 14:10 Atualizado em 05/12/2017 - 05:50

Em 1994 nos Estados Unidos foi disputado o 15º Mundial de Futebol. A FIFA decidiu que a partir deste evento as vitorias passariam a valer três pontos e os empates continuariam valendo um ponto para cada equipe.

A Copa foi disputada por 24 seleções divididas em seis grupos com a classificação dos dois primeiros de cada grupo e os quatro melhores terceiros colocados que se enfrentariam nas oitavas de final.

O grupo F era formado pela Holanda, Arábia Saudita, Bélgica e Marrocos. Apenas Marrocos não conseguiu a classificação. 

Holanda x Arábia Saudita em 1994 (Foto: Pinterest)

Ficou assim: Holanda em primeiro, Arábia Saudita em segundo e a Bélgica classificada pela repescagem. 

A Holanda em seu jogo de estreia na Copa de 1994 venceu de virada a Arábia Saudita por 2x1. Os sauditas marcaram seu gol no primeiro tempo.

Este gol será reproduzido pela narração de Maurício Torres à época na Rede Globo.
 

Por João Nassif 04/12/2017 - 14:10 Atualizado em 05/12/2017 - 06:15

Mundial de 2014 no Brasil.

Entre vários favoritos para levantar a Taça, a Argentina tinha em Lionel Messi sua maior esperança para retomar a hegemonia do futebol mundial.

Começou vencendo apesar das dificuldades normais em qualquer estreia. Em pleno Maracanã perante mais de 74 mil espectadores derrotou a Bósnia e Herzegovina por 2x1.

Messi contra a Bósnia e Herzegovina (Foto: Spor TV)

Logo aos três minutos de jogo fez 1x0 com gol marcado contra por um zagueiro bósnio e sofreu para conseguir o segundo gol que só surgiu pela genialidade do então melhor jogador do mundo.

O golaço marcado por Messi teve est narração de Cleber Machado na Rede Globo.
 

Por João Nassif 05/12/2017 - 14:10

A seleção brasileira jogando em casa ultrapassou a primeira fase da Copa do Mundo de 2014 como primeira colocada em seu grupo com sete pontos ganhos. 

Venceu a Croácia no jogo de abertura do Mundial, depois empatou com o México e derrotou Camarões. O México também terminou a fase com sete pontos, mas ficou na segunda posição pelo saldo de gols.

O Brasil no primeiro mata-mata enfrentou o Chile no Mineirão em Belo Horizonte e somente conseguiu a classificação na decisão por pênaltis.

No tempo normal houve empate em 1x1. Na prorrogação ninguém marcou e nas penalidades máximas deu Brasil por 3x2.

David Luiz contra o Chile (Foto:UOL)

O Brasil marcou seu gol ainda no princípio do jogo com o zagueiro David Luiz.

Este gol será reproduzido agora na narração de Pedro Ernesto Denardim da Rádio Gaúcha de Porto Alegre. 
 

Por João Nassif 06/12/2017 - 14:10

A partir de hoje com os grupos para o Mundial já definidos vou detalhar o retrospecto de cada seleção na história das Copas e também os confrontos entre as quatro sorteadas em cada grupo.

No grupo A ficaram Rússia, Arábia Saudita, Egito e Uruguai. A Rússia é sucessora da União Soviética.

A seleção que mais disputou Copas do Mundo é o Uruguai com 12 participações. Realizou 51 jogos com 20 vitórias, 12 empates e 19 derrotas. Marcou 80 gols e sofreu 71. 

Uruguai na Copa do Mundo de 2018

Na história o Uruguai enfrentou apenas a União Soviética com uma vitória e uma derrota. Perdeu em 1962 no Chile por 2x1 e ganhou em 1970 por 1x0 no México.

Rússia anfitriã da Copa do Mundo de 2018

A Rússia disputou 10 Mundiais, sete como União Soviética e realizou o total de 40 jogos, com 17 vitórias, oito empates e 15 derrotas. Marcou 66 gols e sofreu 47.

Arábia Saudita no Mundial-2018

A Arábia Saudita se classificou em quatro oportunidades para Copas do Mundo, realizou 13 jogos com duas vitórias, dois empates e nove derrotas, marcou nove gols e sofreu 32.

Seleção do Egito pela terceira vez numa Copa do Mundo

E finalmente o Egito que disputará uma Copa do Mundo pela terceira vez. Nas duas vezes em que esteve presente realizou apenas quatro jogos e não venceu nenhum. Perdeu dois e empatou os outros dois, marcou três gols e sofreu seis.

Portanto, dos quatro países que comporão o grupo A do Mundial-2018 apenas Uruguai e Rússia já se enfrentaram em jogos pelas Copas em toda história. 
 

Por João Nassif 06/12/2017 - 07:55 Atualizado em 06/12/2017 - 07:55

Ao que tudo indica o impasse está chegando ao fim e o Criciúma deverá contratar nas próximas horas o técnico Waguinho Dias que tem feito um ótimo trabalho à frente do Tubarão que domingo conquistou a Copa Santa Catarina e garantiu vaga na Copa do Brasil em 2018. O técnico liberado pela direção do Tubarão estará hoje em Criciúma para o acerto final.

Bom nome e não deve custar muito caro se encaixando na politica do arroz com feijão implantada pela direção da G.A. visando a próxima temporada.

Waguinho Dias (Foto: Globo Esporte)

Além da falta de recursos proclamada em alto som pelo presidente Jaime Dal Farra nota-se a falta de um planejamento consistente que possa trazer confiança aos torcedores.

O Criciúma está machucado pelos desencontros dos últimos anos, sua identidade está quase perdida e pelo andamento da reestruturação a previsão é de dificuldades nas próximas temporadas.

O tempo passa muito rápido, são quase duas semanas do termino da série B e não se tem noticia de alguma coisa feita para 2018 que irá começar oficialmente no dia 27 com a reapresentação dos jogadores e com jogos oficiais a partir de 17 de janeiro.

De nada adianta o diretor de futebol Emerson Almeida ficar andando de São Paulo à Porto Alegre com algum desvio na rota e não trazer nada de produtivo, quero dizer técnico e jogadores e pior não se nota um trabalho efetivo para mobilizar os torcedores, algo impactante para fazer retornar o público ao Heriberto Hülse que foi de um vazio escandaloso na temporada que chegou ao fim.
 

Por João Nassif 06/12/2017 - 19:04

Thiago Ávila*

Depois de quase cinco meses sem ver uma corrida de carros elétricos, a Formula E está de volta para sua quarta temporada. Hong Kong é o palco das duas primeiras etapas, que ocorreram neste final de semana.

E quem dizia esse seria mais um ano de domínio de Renault e Audi, queimou a língua! Só neste primeiro fim de semana, cinco equipes diferentes brigaram pela vitória, e pasmem: Di Grassi e Buemi não chegaram nem perto.

Na corrida de sábado, Vergne largou na frente, com Sam Bird vindo colado atrás. Buemi e Di Grassi brigam pela sétima posição e o brasileiro acaba batendo no muro, sendo obrigado a trocar o carro. 

Na volta 20, o britânico da Virgin ultrapassa o francês da Techeetah e assume a liderança da prova. Por quase atropelar um integrante de sua equipe na hora da parada, Bird sofreu punição de drive-thru e ainda conseguiu voltar na frente de Vergne, que vinha ameaçado por Heidfeld atrás. Sam vence a prova, com Vergne e Heidfeld fechando o pódio. Nelsinho é o quarto.

Festa  no podium da Fórmula E

Na corrida de domingo, o piloto da Mahindra, Félix Rosenqvist, saiu na pole e logo na primeira curva perde o controle do carro e derrapa, herdando ao piloto da Venturi, Edoardo Mortara, a liderança. Mantendo a frente por toda prova, o italiano erra na mesma curva que Rosenqvist e perde a posição para Daniel Abt, faltando duas voltas para acabar. 

O alemão vence e o sueco da Mahindra passa em segundo. Por um problema no passaporte técnico do Audi e-tron FE04, o piloto vencedor é desclassificado e Félix herda a liderança. Vitória, pole a volta mais rápida: 29 pontos para o sueco, que põe a sua equipe na ponta da tabela dos construtores.

Sam Bird vai passar o Natal e virada do ano na frente, com 35 pontos, contra 33 de Jean-Eric Vergne. Félix Rosenqvist fica em terceiro com 29.

Lucas Di Grassi sai da região independente chinesa sem pontuar e Sébastien Buemi com apenas um ponto. Será que teremos uma temporada sem o brasileiro e o suíço brigando pelo título? Veremo um quarto campeão diferente?

A F-E retorna dia 13 de Janeiro, em Marrakesh.

*Estudante de jornalismo da PUCRS

Por João Nassif 12/12/2017 - 06:30

A guinada é de 360º. O Criciúma sai de total amadorismo para uma situação profissional que poderá mudar completamente o roteiro de um clube estava caminhando de forma inexorável para o ostracismo no futebol brasileiro.

A contratação do Newton “Chumbinho” Drummond para remontar o futebol em todos os níveis, da base ao profissional, é a sinalização de que o próprio presidente Jaime Dal Farra entendeu que estava jogando seu negócio para o ralo cercado por pessoas que não têm competência e relacionamento para fazer um futebol de primeira linha. 

Como empresário e dono do futebol do Criciúma finalmente percebeu a necessidade de uma gestão profissional que agora será implantada com a chegada do Chumbinho. Com plenos poderes para comandar a remontagem do plantel e organizar toda estrutura do departamento de futebol o novo dirigente deverá devolver a autoestima dos torcedores e resgatar a imagem do clube dilapidada nos últimos anos, apesar dos limites orçamentários.

Lisca e Chumbinho na sala de imprensa

E o técnico Lisca veio para completar este roteiro. Estudioso do futebol, trabalhador e guerreiro desde sua apresentação deixou uma imagem positiva que certamente fará o time jogar com a dedicação que está ausente há muito tempo e pelo estilo fazer a interação com a torcida reviver os velhos e bons tempos de um Heriberto Hülse que assustava adversários de todos os níveis do futebol brasileiro.
 

Por João Nassif 12/12/2017 - 15:10 Atualizado em 13/12/2017 - 17:56

Thiago Ávila*

A temporada 2017 da Formula 1 acabou. Hamilton se sagrou campeão, a Mercedes conquistou o quarto título consecutivo, Vettel bateu na trave… Quem foram os destaques? E as decepções? As surpresas? Hoje iremos avaliar o que cada piloto fez este neste ano, dizendo se ele foi ‘bom’, ‘mais ou menos’ ou ‘ruim’.

Lewis Hamilton — Bom
O tetracampeão mundial fez, talvez, seu melhor ano na carreira. Foi dominante em quase todos os treinos classificatórios, administrou quando era líder, soube enfrentar um adversário do mesmo nível, não cometeu erros marcantes e massacrou seu companheiro de equipe. Um ano simplesmente fantástico.

Lewis Hamilton (Foto: Motorsport.com)

Sebastian Vettel — Bom
Desde 2014 ficando abaixo das expectativas para um tetracampeão mundial, fez seu melhor ano na Ferrari em 2017, chegando a liderar o campeonato até a etapa da Bélgica. Seus erros em Singapura, Malásia e Japão custaram seu campeonato e viu o rival ser campeão com duas corridas de antecedência.

Valtteri Bottas — Mais ou menos
Depois de colocar Felipe Massa no bolso por três temporadas consecutivas na Williams, o finlandês teve a chance de mostrar seu potencial no melhor carro do grid, mas foi colocado no bolso de Lewis. Depois de uma bela vitória na Rússia, Valtteri começou a se fortalecer e foi para as férias sendo um dos candidatos ao título. Mas seu tempo sabático parece não ter acabado e fez uma segunda metade bem abaixo do esperado. Renovou o contrato com a Mercedes, mas a própria equipe acha que cometeu um erro.

Kimi Raikkonen — Ruim
O que faz um piloto como Kimi na F1? 38 anos, quatro temporadas na Ferrari e nenhuma vitória. Até o Verstappen, que começou bem depois, já venceu três corridas. Não há explicações para um piloto, que já foi campeão mundial, e hoje não faz nada além de dirigir pela pista pra conquistar, quem sabe, um quarto lugar. É uma triste assistir a mais uma temporada com um piloto que não tem mais o que dar.

Daniel Ricciardo — Bom
Apesar de não ter chegado nem perto de disputar o título, o australiano fez o que pode num carro que não dava, além de alguns pódios. E foram nove esse ano. Chegou a ficar na frente de Raikkonen por grande parte da temporada, mas perdeu o quarto lugar no final depois de abandonar em três ocasiões.

Max Verstappen — Mais ou menos
Max teve um ano de altos e baixos. No início do ano apontava-se que o holandês iria destroçar Daniel, mas não foi o que aconteceu. Fez uma primeira metade horrorosa, sendo que até Sérgio Perez chegou a ameaçar sua sexta posição. De volta das férias, Vestappen começou seu show e chegou a vencer duas corridas, óbvio que não foi suficiente para alcançar o companheiro.

Sérgio Pérez — Mais ou menos
Ninguém pode negar que Sérgio está figurado entre os melhores pilotos da categoria atualmente e o mexicano não fez uma temporada ruim, mas não foi sua melhor. Depois de uma belíssima temporada em 2016, Pérez foi cotado para ser o substituto de Kimi para o ano que vem, mas parece que foi em vão. Terminou a temporada em sétimo, como era de se esperar, mas não teve momentos muito felizes com seu companheiro de equipe e parecia incomodado por encontrar alguém mais jovem e do mesmo nível que ele.

Esteban Ocon — Bom
A grande revelação de 2017 não poderia deixar de ser Esteban Ocon. Depois de terminar o ano com a Manor no ano passado, o piloto da academia júnior da Mercedes obteve uma chance de guiar um carro mais forte para esse ano e se destacou muito, batendo Pérez em algumas ocasiões.

Esteba Occon (Foto: Formula 1.com)

Carlos Sainz Jr. — Bom
O que esse cidadão conseguiu fazer com um carro ridículo como a Toro Rosso? Um espetacular nono lugar. Um resultado tão absurdo que a Renault tirou o piloto da escuderia italiana antes de a temporada terminar. Esse menino tem futuro, grande ano.

Nico Hulkenberg — Bom
Uma estreia muito boa de Nico na Renault. Em um carro que até o ano passado brigava pelas últimas posições, Nico chegou a estar na sétima posição diversas vezes nos treinos classificatórios.
Fechamos a primeira parte da nossa análise com os dez primeiros colocados do grid. Amanhã avaliaremos o restante do grid, esperarei você aqui.

*Estudante do jornalismo da PUCRS
 

Por João Nassif 07/12/2017 - 06:12 Atualizado em 13/12/2017 - 06:26

Ontem dei detalhes do retrospecto de cada seleção na história das Copas e também os confrontos entre as quatro que pelo sorteio caíram no grupo A do Mundial da Rússia.

Hoje vou detalhar o grupo B que ficou definido com Portugal, Espanha, Marrocos e Iran. 

A seleção que mais disputou Copas do Mundo entre as quatro é a Espanha com 14 aparições. Realizou 59 jogos com 29 vitórias, 12 empates e 18 derrotas. Marcou 92 gols e sofreu 66. 

Espanha na Copa do Mundo 2018

Na história a Espanha teve como adversaria uma única seleção do grupo. Venceu Portugal por 1x0 na única partida em que se enfrentaram. O jogo foi em 2010 no Mundial da África do Sul.  

Portugal disputou seis Mundiais e realizou o total de 26 jogos, com 13 vitórias, quatro empates e nove derrotas. Marcou 43 gols e sofreu 29.

Portugal na Copa do Mundo 2018

Marrocos se classificou em quatro oportunidades para Copas do Mundo, realizou 13 jogos com duas vitórias, quatro empates e sete derrotas, marcou 12 gols e sofreu 18.

Marrocos na Copa do Mundo 2018

E finalmente o Irã que também disputará uma Copa do Mundo pela quinta. Nas quatro vezes em que esteve presente realizou 12 jogos e conquistou apenas uma vitória, empatou três vezes e perdeu nove partidas. Marcou sete gols e sofreu 22.

Irã na Copa do Mundo 2018

Portanto, dos quatro países que comporão o grupo B do Mundial- da Rússia apenas Espanha e Portugal já se enfrentaram em jogos pelas Copas em toda história. 
 

Por João Nassif 08/12/2017 - 06:29 Atualizado em 13/12/2017 - 06:38

As quatro seleções sorteadas para compor o grupo C do Mundial de 2018 são: França, Austrália, Peru e Dinamarca.

A seleção com mais participações em Copas do Mundo é a França que esteve presente em 14 Mundiais. As outras três jogaram apenas quatro torneios.

Seleção da França na Copa do Mundo 2018

Nas 14 vezes em que esteve em Copas a França jogou 59 vezes com 28 vitórias, 12 empates e 19 derrotas. Marcou 106 gols e sofreu 71.

A Dinamarca jogou 16 partidas nas suas quatro Copas, venceu oito, empatou duas e foi derrotada seis vezes. Marcou 27 gols e sofreu 24.

Seleção da Dinamarca na Copa do Mundo 2018

O Peru disputou 15 jogos obtendo quatro vitórias, três empates e oito derrotas, marcou 19 gols e sofreu 31.

Seleção do Peru na Copa do Mundo 2018

Finalmente a Austrália que disputou 13 jogos com apenas duas vitórias, três empates e oito derrotas. Marcou 11 gols e sofreu 26.

Seleção da Austrália na Copa do Mundo 2018

O único confronto registrado entre os quatros que disputarão pelo grupo C na Rússia foi entre França e Dinamarca. As duas seleções se encontraram duas vezes na história dos Mundiais.

A primeira foi em 1998 em solo francês e os donos da casa venceram por 2x1. Em 2002 a Dinamarca deu troco na Coréia do Sul e venceu por 2x0 eliminando a então campeã do mundo na primeira fase do Mundial.  
 

Por João Nassif 09/12/2017 - 06:42 Atualizado em 13/12/2017 - 06:51

O grupo D formado para o Mundial de 2018 tem uma novidade.

A Islândia pela primeira vez conseguiu se classificar para uma Copa do Mundo depois de disputar desde 1958 mais de 100 partidas pelas eliminatórias europeias.

Seleção da Islândia no Mundial 2018

Argentina, Croácia e Nigéria são as outras seleções que compõe o grupo C do próximo mundial.

A Argentina já esteve presente em 16 Copas do Mundo tendo realizados 77 jogos com 42 vitórias, 14 empates e 21 derrotas. Marcou 131 gols e sofreu 84.

Seleção da Argentina na Copa do Mundo de 2018

A Nigéria disputou cinco Copas do Mundo. Jogou 18 partidas, venceu cinco, empatou três e foi derrotada 10 vezes. Marcou 20 gols e sofreu 26.

Seleção da Nigéria no Mundial 2018

E a Croácia participou em quatro Mundiais com 16 jogos, sete vitórias, dois empates e sete derrotas. Marcou 21 gols e sofreu 17. 

Seleção da Croácia no Mundial 2018

No retrospecto do confronto entre as seleções do grupo C, a Argentina enfrentou tanto a Nigéria quanto a Croácia.

Contra os nigerianos foram quatro confrontos com quatro vitória da Argentina. Em 1994 os argentinos venceram por 2x1, em 2002 e 2010 foram duas vitórias por 1x0 e em 2014 o resultado foi 3x2.

Argentina e Croácia fizeram apenas um confronto na história das Copas. Foi em 1998 e os argentinos venceram por 1x0. 

Croácia e Nigéria jamais se enfrentaram em Copas do Mundo.
 

Por João Nassif 10/12/2017 - 06:52 Atualizado em 13/12/2017 - 07:06

O grupo E é o grupo do Brasil que terá como adversários Suíça, Costa Rica e Sérvia, frisando que a Sérvia é sucessora da Iugoslávia. A Iugoslávia foi fragmentada em várias nações, mas a FIFA registra a Sérvia com os números da Iugoslávia.

Seleção da Iugoslávia no Mundial de 1990

A seleção brasileira disputou as 20 Copas do Mundo já realizadas com um total de 104 jogos. Venceu 70, empatou 17 e perdeu 17. Marcou 221 gols contra 102 sofridos.

Seleção do Brasil no Mundial 2018

A Iugoslávia participou de nove Mundiais e sua sucessora de apenas um em 2010. Na Copa da África a Sérvia realizou três jogos com uma vitória e duas derrotas. Marcou dois gols e sofreu três. A Iugoslávia disputou 37 jogos, venceu 16, empatou oito e foi derrotada 13 vezes. Nestes jogos marcou 60 gols e sofreu 46.

Seleção da Sérvia na Copa do Mundo 2018

A Suíça também disputou nove Copas do Mundo com 33 jogos realizados. Obteve 11 vitórias, seis empates e16 derrotas. Marcou 45 gols e sofreu 59.

Seleção da Suíça no Mundial 2018

Finalmente a Costa Rica que jogou apenas quatro Mundiais. Nestes quatro disputou 15 jogos com cinco vitórias, quatro empates e seis derrotas. Marcou 17 gols e sofreu 23.

Seleção da Costa Rica no Mundial 2018

Amanhã vou trazer detalhes dos confrontos entre estas quatro seleções em toda história das Copas do Mundo. 
 

Por João Nassif 11/12/2017 - 06:16 Atualizado em 13/12/2017 - 11:20

Das 32 seleções classificadas para o Mundial-2018 a seleção brasileira é uma das duas que já tiveram confrontos com todos seus adversários em seus respectivos grupos sorteados para a Copa do Mundo na Rússia. A outra é a Alemanha que está no grupo F.

O Brasil no grupo E terá como adversários na primeira fase do Mundial a Suíça, a Costa Rica e a Sérvia. A Sérvia é sucessora da Iugoslávia.

Na história dos Mundiais a seleção brasileira enfrentou quatro vezes a Iugoslávia. A primeira foi em 1930 no primeiro jogo do Brasil em Copas do Mundo e a Iugoslávia venceu por 2x1.

Brasil x Iugoslávia em 1930

Em 1950 o Brasil venceu em casa por 2x0 e houve empate nos outros dois jogos. Na Suíça em 1954 o jogo terminou em 1x1 e em 1974 na Alemanha Ocidental o empate foi em 0x0.

Contra Costa Rica a seleção brasileira jogou duas vezes em Copas do Mundo. Venceu as duas, por 1x0 em 1990 na Itália e por 5x2 em 2002 na Coréia do Sul.

O Brasil enfrentou a Suíça apenas uma vez na história dos Mundiais. Em 1950 houve empate em 2x2, o jogo foi no estádio do Pacaembu em São Paulo.

Apenas um outro confronto foi realizado na história envolvendo seleções do grupo E do Mundial da Rússia. A Suíça derrotou a Iugoslávia por 3x0 na Copa do Mundo de 1950 aqui no Brasil.
 

Por João Nassif 12/12/2017 - 06:24 Atualizado em 13/12/2017 - 11:37

Continuando com os detalhes dos confrontos dos grupos sorteados para o Mundial 2018, hoje vou falar do grupo F que tem como adversários Alemanha, México, Suécia e Coréia do Sul.

A Alemanha foi quem participou de mais Copas do Mundo, num total de 18. Não jogou o primeiro Mundial no Uruguai, participou em 1934 e 1938 e após a Segunda Grande Guerra foi desmembrada em duas denominadas Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental. 

Por questões políticas foi proibida de jogar a Copa de 1950 no Brasil e daí em diante não ficou de fora de mais nenhuma Copa do Mundo. Com a unificação disputou pela última vez em 1990 como Alemanha Ocidental e daí em diante voltou a ser denominada somente Alemanha. A FIFA considera Alemanha e Alemanha Ocidental como uma só seleção para efeitos estatísticos na história. 

Alemanha Ocidental campeã Mundial em 1990

A Alemanha tetra campeã mundial disputou em 18 Copas do Mundo o total de 106 jogos, com 66 vitórias, 20 empates e 20 derrotas. Marcou 224 gols e sofreu 121.

O México esteve presente em 15 Copas do Mundo. Ficou de fora em 1934 na Itália, em 1938 na França, em 1974 na Alemanha Ocidental, em 1982 na Espanha e em 1990 na Itália. No total disputou 53 jogos com 14 vitórias, 14 empates e 25 derrotas. Marcou 57 gols e sofreu 92.

Seleção do México na Copa do Mundo da Rússia em 2018

A Suécia que participou de 11 Mundiais realizou 46 jogos com 16 vitórias, 13 empates e 17 derrotas. Marcou 74 gols e sofreu 69.

Seleção da Suécia no Mundial da Rússia em 2018

A Coréia do Sul estreou em Copas do Mundo na Suíça em 1954 e foi goleada pela Hungria por 9x0 e pela Turquia por 7x0. Depois de um longo intervalo de tempo voltou aos Mundiais somente em 1986 no México e de lá para cá não ficou ausente em mais nenhum.

Seleção da Coréia do Sul na Copa de 2018

Tem, portanto, um total de nove participações e realizou 31 jogos com cinco vitórias, nove empates e 17 derrotas. Marcou 31 gols e sofreu 67.

Amanhã vou detalhar os confrontos na história entre estas seleções do grupo F do Mundial da Rússia.
 

Por João Nassif 13/12/2017 - 18:05

Thiago Ávila*

Ontem analisamos os dez primeiros colocados da temporada de 2017 da F1, dizendo se o piloto foi ‘bom’, ‘mais ou menos’ ou ‘ruim’ e dando uma justificativa. Hoje vamos dar uma olhada nos outros dez.


Felipe Massa — Mais ou menos
Iniciou o ano com o quarto melhor carro do grid, o pior companheiro que podia imaginar e sem nenhuma pressão, estava apenas cumprindo um acordo que fez com Claire Williams por mais uma temporada. Terminou o ano com um dos piores carros do grid, o companheiro ameaçando sua 11ª posição e tendo que ver a própria equipe fazer um ‘vestibular’ para ver quem o substituiria no ano que vem. Esse foi o ano de Massa, que começou bem e terminou em aposentadoria.

Lance Stroll — Mais ou menos
Chegou sofrendo um grande preconceito da mídia, que o atacava por ele estar na Formula 1 pelo seu pai multimilionário ter comprado uma vaga na Williams. Foi péssimo em quase todos os treinos classificatórios, mas foi o único além dos pilotos das três equipes grandes a conquistar um pódio este ano.

Romain Grosjean — Mais ou menos
A Haas em si ainda é uma incógnita. Fez uma boa estreia ano passado, mas foi uma das piores em 2017. É difícil avaliar o desempenho de um piloto que foi muito bom na Lotus e vem passando por momentos difíceis na equipe americana. Romain não foi mal, mas era esperado mais dele.

Kevin Magnussen — Mais ou menos
Outro piloto da Haas. Na minha opinião, um dos piores pilotos do grid, mas não fez uma temporada ruim. Teve o sétimo lugar sua melhor posição em corridas e conquistou alguns oitavos lugares. Me surpreendeu, mas não mostrou além do já se tinha visto em categorias mais inferiores.

Fernando Alonso — Mais ou menos
Talvez esteja sendo injusto com Fernando. Sabemos as limitações que o MCL32 tinha, mas seu início foi muito ruim. Abandonou as quatro primeiras corridas e foi marcar seus primeiros pontos apenas no Azerbaijão. Obteve um sexto lugar na Bélgica e quando o motor Honda resolveu funcionar, marcou sete pontos.

Stoffel Vandoorne — Mais ou menos
Um quase estreante na categoria — não é estreante porque fez uma prova no ano passado. Foi o típico piloto à mercê do motor Honda: quando era ruim, não passava da 12ª posição, quando deu uma melhorada, começou a pontuar. Tem futuro, é bom piloto.

Jolyon Palmer — Ruim
Você é chefe de uma equipe, você tem grana pra contratar pilotos bons. Aí contrata Nico Hulkenberg pra ser primeiro piloto e quem é o companheiro? Bom, temos Sergey Sirotkin e Jolyon Palmer à disposição, quem você escolhe? A Renault escolheu o Palmer… Foi de chorar ver um treino classificatório com uma Renault indo para o Q3 e a outra lutando para não largar em último. Ainda conseguiu ficar em sexto na Itália antes de ser substituído por Sainz.

Pascal Wehrlein — Bom
Depois de uma boa temporada de estreia na Manor, Pascal se manteve na pior equipe do grid, só que dessa vez na Sauber, e mostrou novamente que merece carro melhor. Em um carro que sempre brigou pelas últimas posições, qualquer ponto marcado é lucro, ele conquistou cinco. É uma pena não ver ele no grid ano que vem.

Daniil Kvyat — Ruim
A Red Bull deu uma segunda chance ao russo. “Faz pelo menos uns 15 pontos, garoto”, não fez nem isso. É uma pena ver um piloto com tanto potencial, que chegou a bater Ricciardo em 2015, cair tanto de rendimento em tão pouco tempo. Perdeu espaço no decorrer da temporada e foi demitido. Seu tempo na F1 acabou.

Marcus Ericsson — Ruim
Outro que eu pergunto: O que faz na Formula 1? Tirou vaga de Felipe Nasr, de Pascal Wehrlein e Antonio Giovinazzi sem nenhuma explicação plausível. Está há três temporadas na Sauber, duas sem pontuar, nunca venceu um companheiro de equipe, mas vai renovar para o ano que vem. Vai levar mais uma lavada de Charles Leclerc, escrevam o que digo. Um embuste como esse não tem vaga nem na Stock Car.

Essa foi a minha análise da temporada. Pierre Gasly, Brendon Hartley, Antonio Giovinazzi, Jenson Button e Paul Di Resta não estão na lista por terem participado de poucas corridas.

Espero que tenham gostado.
 

*Estudante de jornalismo na PUCRS

Por João Nassif 13/12/2017 - 22:37

Alemanha, México, Suécia e Coréia do Sul são as seleções que disputarão pelo grupo F a primeira fase da Copa do Mundo de 2018 na Rússia.

A Alemanha foi a única que em todas as Copas enfrentou seus três adversários no Mundial do próximo ano.

Contra o México foram três confrontos, com duas vitórias e um empate. Venceu em 1978 na Argentina por 6x0 e na França em 1998 por 2x1. O empate ocorreu na casa dos mexicanos por 0x0 em 1986.

Alemanha x México em Copa do Mundo (Foto: Veja)

Contra a Suécia também foram três jogos com duas vitórias, a primeira em 1934 na Itália por 2x1 e a outra em 1974 em casa por 4x2. A derrota para os suecos foi em 1958 na própria Suécia por 3x1.

Contra a Coréia do Sul a Alemanha fez dois jogos e venceu ambos. Em 1994 ganhou por 3x2 nos Estados Unidos e em 2002 venceu por 1x0 na casa dos coreanos.

O México além dos confrontos contra a Alemanha enfrentou somente uma vez tanto a Suécia como a Coréia do Sul. Foi derrotado pelos suecos por 3x0 em 1958 e venceu a Coréia do Sul por 3x1 em 1998.

Suécia e Coréia do Sul jamais se enfrentaram em toda história das 20 Copas do Mundo que já foram realizadas. 
 

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