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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por João Nassif 08/10/2017 - 21:05

Depois de mais um final de semana fantástico de Lewis Hamilton, a Mercedes se encaminha para seu quarto título consecutivo de construtores, se tornando disparadamente a melhor equipe da era dos motores híbridos.

O indiscutível campeonato mais disputado dos últimos anos vai se encerrando de maneira desanimadora. Depois de um domínio muito favorável às Mercedes nos últimos três anos, pudemos ver nesse ano a Ferrari brigar de igual para igual com a equipe alemã, com Vettel liderando o campeonato de pilotos até a corrida da Itália.

Mas, depois do desastre em Singapura, o desempenho catastrófico no treino da Malásia e agora com um abandono no Japão, a equipe de Maranello ficou com forças reduzidas. Em contrapartida, a Red Bull vem surpreendendo demais na volta das férias e foi a única equipe que conseguiu bater a Mercedes desde então.

Podium no GP do Japão

Falhas na Ferrari, desempenho fascinante do motor Renault e Hamilton brilhando. No Japão, foi de sobra o melhor piloto em todas as sessões de treino e venceu a corrida de ponta a ponta, sem sofrer qualquer ameaça.

Lewis vive seu melhor ano na carreira, vem mostrando porque deve ser considerado um dos maiores de todos os tempos, seu desempenho na chuva de Monza apontou que não tem apenas um carro forte, nunca perdeu sequer um duelo com o companheiro, é um gênio, um ídolo.

A distância do inglês para o alemão agora sobe para 59 pontos, situação quase irreversível para Sebastian. A Ferrari agora se preocupa com Bottas, que se aproximou muito, 13 pontos atrás. Para Hamilton, basta jogar com o “regulamento em baixo do braço” e, assim, levantar o caneco.

Por Thiago Ávila
 

Por João Nassif 09/10/2017 - 07:20

Nesta segunda-feira serão definidas na Europa mais duas vagas.

No Grupo D a líder Sérvia com 18 pontos jogará em casa contra a Geórgia já desclassificada e no mesmo horário País de Gales que tem 17 receberá a República da Irlanda que tem 16 pontos. Vagas direta e para repescagem em aberto. 

Lembrando que pelo regulamento nas eliminatórias europeias são nove grupos de seis seleções cada um, passando o primeiro colocado de cada grupo direto para a Copa e os oito melhores segundos colocados serão divididos em quatro chaves classificando-se apenas um no confronto direto.

O grupo G que terá três jogos na tarde de hoje já está definido, com a Espanha classificada e a Itália na repescagem.

Seleção da Islândia (Foto:TudoTimao.com.br)

Outro grupo com jogos hoje é o grupo I. A Islândia líder com 19 pontos receberá a novata seleção de Kosovo que tem apenas um empate e perdeu oito jogos nas eliminatórias. Deverá confirmar a vaga direta. Croácia e Ucrânia, ambas com 17 pontos decidirão na Ucrânia a vaga para a repescagem. A Croácia joga pelo empate, pois tem melhor saldo de gols, primeiro critério para desempate.

Hoje haverá jogos somente na Europa, amanhã sim, além da definição das outras duas vagas diretas na Europa, saberemos quais segundos colocados irão para a disputa das outras quatro vagas em novembro.

Saberemos amanhã também quais os classificados na América do Sul, quem disputará o play-off pela Ásia e os outros classificados da América do Norte, Central e Caribe. A definição da África também ficará para novembro.     
 

Por João Nassif 09/10/2017 - 13:05 Atualizado em 13/10/2017 - 09:13

No Mundial de 1962 no Chile a seleção brasileira que se tornaria bicampeã enfrentou na primeira fase a Espanha que também estava bem cotada para disputar o título. 

Foi um jogo sofrido, o Brasil estava desfalcado de Pelé contundido na partida anterior contra a Tchecoslováquia, em seu lugar entrou Amarildo. 

O Almanaque das Copas está em plena contagem regressiva para a Copa do Mundo na Rússia.

Pelé agradecendo Amarildo pelos gols contra a Espanha (Foto: superesportes.com.br)

Havia desconfiança com relação ao substituto do Rei, mas Amarildo acabou sendo decisivo, principalmente na sua partida de estreia na Copa do Mundo marcando os dois gols da vitória brasileira.

A Espanha marcou no primeiro tempo e a seleção brasileira começou a virada somente aos 26 minutos do segundo tempo.

O primeiro gol de Amarildo contra os espanhóis foi narrado desta maneira por Fiori Giglioti da Rádio Panamericana de São Paulo:

 

Por João Nassif 10/10/2017 - 13:10 Atualizado em 13/10/2017 - 09:13

A Copa do Mundo de 1954 foi a primeira em solo europeu depois da segunda guerra mundial. Como a Suíça havia ficado neutra, sofreu pouco com a guerra, tinha sua economia intacta e por isso foi escolhida para sediar o V Mundial. 

1954 era o ano do 50º aniversário da FIFA e nada melhor que a competição máxima do futebol fosse realizado no país sede da entidade. A Suíça foi escolhida como anfitriã no congresso da FIFA de 1946. 

Este texto faz parte da contagem regressiva para a Copa do Mundo

Seleção alemã campeã mundial em 1954 (Foto: UOL)

Pela primeira vez a Copa teve cobertura da televisão e foram cunhadas moedas para comemorar o evento.

Foi batido um recorde de inscrições para a disputa das eliminatórias, com 38 seleções disputando as 14 vagas restantes. 

O Uruguai, último campeão e a Suíça, país sede estavam automaticamente classificadas. 

Em virtude da deficiência dos correios as inscrições da Índia, Peru, Vietnã, Bolívia, Costa Rica, Cuba e Islândia chegaram com atraso e a FIFA não permitiu que esses países participassem das eliminatórias. 

A Argentina novamente não se inscreveu e as novidades foram o Egito, Japão, Coréia do Sul e China.

 

Por João Nassif 10/10/2017 - 23:05

Sabendo que seria absurdo ficar de fora de uma Copa do Mundo Lionel Messi assumiu sua identidade de protagonista e com seus três gols carimbou passagem para a Rússia-2018. 

A caminhada do gênio foi recheada de tropeços e os responsáveis os próprios argentinos. Desde a cúpula da AFA, Associação de Futebol da Argentina que somente agora dá a impressão que limpou sua chefia de dirigentes corruptos, passando pelos treinadores que não conseguiram dar um mínimo de padrão ao time recheado de bons jogadores até a imprensa do país que criou um clima de hostilidade com os atletas quando explorou suas intimidades.

O técnico da classificação deu a nítida impressão que não queria ir à Rússia escalando jogadores de pouco nível técnico deixando de fora um talento como Dybala e outros experientes como Higuain e Icardi, todos artilheiros de alto nível no futebol italiano.

Para felicidade do futebol Messi vai ao Mundial por suas próprias qualidades e levará uma camisa com muita tradição e um time com tempo para jogar no mais alto nível se equiparando, por exemplo, ao Brasil e à Alemanha todos favoritos para levantar a Taça.

Não vi a seleção brasileira, pois fiquei grudado no jogo de Quito. Sabia como todos que acompanham a trajetória de Neymar e Cia que o Brasil jogaria com todas suas forças e que desta forma venceria com tranquilidade. E não deu outra, com campanha excepcional a vaga estava garantida há muito tempo foi mais um passeio do time que vai à Rússia com muita força para tentar o hexacampeonato.        
 

Por João Nassif 11/10/2017 - 00:05

Vivemos o último dia de classificação direta para a Copa do Mundo na Rússia. Apenas na África que não tem nenhuma seleção programada para uma repescagem ainda restam três vagas que serão preenchidas em novembro. Também em novembro serão jogadas as partidas das repescagens para serem definidas todas os países que estarão no Mundial em 2018.

França e Portugal confirmaram o favoritismo na Europa. Na América do Sul, Uruguai, Argentina e Colômbia com o Peru que vai disputar a vaga com a Nova Zelândia na repescagem.

Nas eliminatórias da América do Norte, Central e Caribe surgiu a grande zebra com a eliminação dos Estados Unidos que perderam fora de casa para o desclassificado Trinidad e Tobago.

Com isso o Panamá que venceu a já classificada Costa Rica irá disputar uma Copa do Mundo pela primeira vez. E Honduras jogará a repescagem contra a Austrália que eliminou a surpreendente seleção da Síria.

Já são 23 seleções garantidas na Rússia, as outras nove serão conhecidas em novembro e em dezembro a FIFA fará o sorteio das chaves para o Mundial que tem início marcado para o dia 14 de junho de 2018.
 

Por João Nassif 11/10/2017 - 13:10 Atualizado em 13/10/2017 - 09:13

Poucos sabem que a Indonésia, país colocado na 169ª posição do ranking da FIFA já disputou uma Copa do Mundo. Foi em 1938 quando era chamada de Índias Holandesas por ser na época uma colônia neerlandesa. 

Foi a primeira seleção asiática a participar de uma Copa do Mundo sem precisar disputar eliminatórias pela desistência do Japão. Disputou apenas um jogo perdeu para a Hungria por 6x0 e foi eliminada. Somente em 1952, como Indonésia é que se filiou à FIFA. Em 1958 disputou pela primeira vez as eliminatórias para um Mundial sendo desclassificada por ter se recusado a enfrentar Israel por questões étnicas e políticas.

Os indonésios ficaram sem participar das eliminatórias até 1974 quando foram autorizados a retornar para competições internacionais.

Estou em contagem regressiva para a Copa da Rússia.

Capitães de Brasil e Zaire em 1974 (Foto: Word Press.com)

É do conhecimento de poucos que a atual República Democrática do Congo, país colocado na 42ª posição do ranking da FIFA também já disputou uma Copa do Mundo. Foi em 1974 com o nome de Zaire e foi eliminada jogando apenas três partidas na primeira fase. 

Perdeu por 2x0 na estreia para a Escócia, foi derrotada pela Iugoslávia por 9x0 e perdeu seu último jogo por 3x0 para o Brasil.

Indonésia e República Democrática do Congo são duas seleções que apesar do fanatismo de seus torcedores ainda não têm nível suficiente para pleitear vaga em Copas do Mundo. 

 

Por João Nassif 12/10/2017 - 15:45 Atualizado em 13/10/2017 - 09:14

Uma das grandes surpresas, senão a maior da Copa do Mundo de 1994 foi a seleção da Bulgária que terminou o Mundial em quarto lugar.

Depois de uma estreia catastrófica derrotada pela Nigéria por 3x0, os búlgaros reagiram com vitória sobre a Grécia por 4x0 e no último jogo da primeira fase venceu a Argentina por 2x0 se classificando na segunda posição.

Bulgária na Copa de 1994 (Foto: Imortais do Futebol)

Nas oitavas de final derrotou o México nos pênaltis depois de um empate em 1x1 na prorrogação. 

Nas quartas de final derrotou de virada a Alemanha Ocidentalpor 2x1. Foi derrotada pela Itália nas semifinais e pela Suécia na decisão do terceiro lugar.

O gol de empate contra a Alemanha Ocidental foi marcado numa cobrança de falta por Stoichkov, gol que será reproduzido agora via Rede Globo de Televisão:

 

Por João Nassif 13/10/2017 - 13:05

Estamos vivendo nestes dias a classificação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2018, classificação conquistada no já longínquo 28 de março com quatro rodadas de antecedência nas eliminatórias sul-americanas.

Por mais que tentemos esquecer a tragédia de 2014 em pleno Mineirão, sempre vem à lembrança a goleada sofrida na semifinal daquela Copa, o gosto amargo dos 7x1 ainda irá demorar muito tempo para ser esquecido.

Acompanhe aqui diariamente a contagem regressiva para a Copa do Mundo na Rússia

Foi a página mais triste da história da seleção brasileira com reflexos na voz de muitos locutores brasileiros que faziam a cobertura daquele jogo.

Oscar consolado pelos alemães após os 7x1 (Foto: Uol)

Uma das vozes mais famosas da narração brasileira é de José Silvério da Rádio Bandeirantes de São Paulo, chamado de “O Pai do Gol” pela vibração que imprime quando relata um gol seja ele de quem for.
Naquele dia fatídico quando o brasileiro Oscar fez o chamado gol de honra nos últimos instantes do jogo até José Silvério escancarou seu desanimo e frustração.
Ouçam... 

 

Por João Nassif 13/10/2017 - 23:30

O primeiro tempo foi eletrizante com as duas equipes buscando intensamente o gol, Paraná e Criciúma chegaram ao final empatados com o Criciúma sofrendo uma enorme perda com a expulsão do goleiro Luís.

Com alternativas as duas equipes criaram situações para definir uma vitória mesmo que parcialmente. O Criciúma saiu na frente numa cobrança de falta do Alex Maranhão que contou com a contribuição da barreira que abriu deixando o buraco necessário para um chute potente e com muito efeito.

O Paraná empatou com Iago Maidana numa cobrança de escanteio em sua jogada mais do que manjada, depois do Giaretta numa grande jogada individual mandar uma bola na trave. Na jogada anterior ao escanteio o zagueiro Nino salvou embaixo da trave o gol de empate.

Maidana e João Pedro comemorando gol sobre o Criciúma (Foto: Gazeta do Povo/Albari Rosa

Na sequência um pênalti claro sobre o atacante do Paraná foi ignorado pelo árbitro.
O empate ao final do primeiro tempo poderia ser saudado pelo Criciúma não fosse a expulsão do capitão Luís que deixou o time com um jogador a menos e à mercê do destino, pois ninguém em sã consciência apostaria numa vitória.
No segundo tempo o Paraná mandou no jogo e numa cobrança de falta definiu a vitória. Nem vale a pena abordar alguns nos momentos na parte final do jogo apesar do Criciúma no desespero tentar o empate com o Paraná apenas na administração de mais uma vitória em casa e a segunda posição na classificação.    
 

Por João Nassif 14/10/2017 - 13:05 Atualizado em 16/10/2017 - 09:29

Um dos jogos mais empolgantes da seleção brasileira nas eliminatórias sul-americanas para a Rússia-2018 foi contra o Uruguai em Montevideo quando o Brasil comandado pelo volante Paulinho goleou por 4x1.

Neymar finalizando seu golaço contra o Uruguai (Foto: youtube.com)

O outro gol brasileiro foi marcado por Neymar, o terceiro da goleada e que pela pintura ficou gravado na história pela narração de diversos locutores de várias partes do mundo.

Já ouvimos aqui nesta regressiva para a Copa do Mundo na Rússia com narração em árabe, agora ouviremos o golaço de Neymar na voz de um locutor português.

 

Por João Nassif 15/10/2017 - 12:04 Atualizado em 16/10/2017 - 09:29

Na história de todas as Copas do Mundo já realizadas o atacante com a maior média de gols marcados é Sandor Kocsis da Hungria que em 1954 marcou 11 gols em 05 partidas com a incrível média de 2,2 gols por jogo.

Depois do húngaro aparece o francês Just Fontaine que marcou 13 gols em seis jogos no Mundial de 1958, com média de 2,17 gols por jogo.

Os dois têm esta incrível e até agora inalcançável marca por ter marcado todos seus gols em uma única edição do torneio.

Klose comemorando seu 16º gol em Copas o Mundo (Foto: Veja)

Em números absolutos o maior artilheiro dos Mundiais é Miroslav Klose da seleção da Alemanha com 16 gols marcados em quatro Copas do Mundo. Ironia do destino, o alemão superou o brasileiro Ronaldo Fenômeno justamente na partida contra o Brasil na Copa de 2014, quando marcou o segundo gol na goleada por 7x1.

Klose disputou quatro Copas do Mundo, assim como Ronaldo que marcou seu 15º gol em 2006 na partida contra Gana pelas oitavas de final do Mundial da Alemanha.

O terceiro maior goleador em Copas do Mundo é o também alemão Gerd Müller com 14 gols em duas edições do torneio.

Pelé, o Rei do Futebol, prejudicado pela lesão que sofreu no Mundial de 1962 é o quinto maior artilheiro da história das Copas com 12 gols marcados em 14 jogos que disputou.

 

Por João Nassif 15/10/2017 - 13:10 Atualizado em 16/10/2017 - 09:33

Mas, que diabo, a matemática no futebol existe para acalentar sonhos mesmo sabendo ser quase que impossível alcançá-los. O Criciúma e parte de sua torcida ainda tem sonhos com a série A baseados nas contas que são feitas a cada rodada, inclusive nas que o time não pontua como foi o caso da última.

A derrota em Curitiba só não sepultou de vez a possibilidade do acesso pela matemática que ainda teima em permitir aos sonhadores lidar com os números que possam favorecer o time nas rodadas finais. Faltam nove para terminar o campeonato.

Vamos ser práticos. Até agora o Criciúma somou 42 pontos em 29 jogos o que lhe dá um rendimento de 48%. Está nove pontos atrás do 4º colocado, o Ceará com 58 % de aproveitamento nos mesmos 29 jogos. 

Uma pontuação mínima para o acesso é de 63. Para alcançar este número mínimo o Criciúma terá que fazer mais 21 pontos em 27 que terá em disputa. Quer dizer 78% de aproveitamento que hoje é muito mais que o rendimento do líder Internacional que ganhou 65% dos pontos que disputou.

Pela matemática é possível sonhar, mas pela distância e pelo que o time está jogando torna o sonho praticamente impossível de se tornar realidade. 
 

Por João Nassif 16/10/2017 - 13:10 Atualizado em 18/10/2017 - 11:20

A cada edição da Copa do Mundo temos a lamentar a ausência de jogadores que são peças muitas vezes decisivas em seus clubes e que jogam por seleções de pouca tradição e qualidade e que não conseguem superar as eliminatórias de seus continentes. 

Com o término da primeira fase das eliminatórias para 2018 23 seleções já estão garantidas, restando apenas as três vagas em disputa na África e as dos seis play-offs marcados para novembro.

Entre as seleções tradicionais apenas a Holanda não conseguiu classificação e Arjen Robben um dos grandes nomes do futebol mundial verá a Copa pela televisão.

Holandês Robben fora do Mundial-2018 (Foto: Globoesporte)

Outras mais frequentes nos últimos Mundiais também não conseguiram classificação, casos do Estados Unidos e Chile. A Copa da Rússia não verá o americano Pulisic e os chilenos Alexis Sánchez e Arturo Vidal.

Gareth Bale e Aaron Ramsey não irão à Rússia pela desclassificação do País de Gales, Alaba da Áustria, Aubameyang do Gabão e Dzeko da Bósnia são outros famosos que não conseguiram classificar suas seleções. 

Felizmente Lionel Messi, Cristino Ronaldo e Neymar os melhores da atualidade e outros grandes do planeta estarão presentes para alegria dos amantes do futebol. 

 

Por João Nassif 16/10/2017 - 15:00 Atualizado em 17/10/2017 - 09:47

Grosjean, Bottas, Maldonado, Ricciardo, Pérez e Hulkenberg. O que esses seis têm em comum? Todos da mesma geração de pilotos, estrearam na F1 entre 2010 e 2013. E o máximo que conseguiram: poucas vitórias, alguns pódios, barbeiragens e pés-na-bunda. Talvez o único que se salve nessa história toda seja Bottas, que conseguiu um carro bom para esse ano.

Nico Hulkenber

Começamos com Nico Hulkenberg, talvez o mais injustiçado e azarado desta lista. Um dos pilotos mais promissores dessa geração, estreou em 2010 na Williams, que tinha um dos piores carros do grid, fazia parceria com Barrichello e não conseguia fazer muito além de brigar por alguns pontinhos. Preterido no ano seguinte, voltou em 2012 para a Force India e em 2013 foi para a Sauber, nada pode fazer. Teve a chance de voltar para a Williams em 2014, mas o piloto negou e seguiu para a Force India. Escolha errada, com o novo patrocínio da Martini, a Williams conseguiu alcançar a terceira posição no campeonato, a equipe de Vijay Mallya foi apenas o sexto. Com medo de fazer a escolha errada novamente, Hulk assinou com a Renault e espera que, por estar em uma equipe de fábrica, consiga bons resultados no futuro. O alemão nunca conquistou sequer um pódio na categoria.

Pastor Maldonado

Depois de ter vencido Pérez e Bianchi na GP2 de 2010, Pastor Maldonado estreou bem na Williams em 2011, equipe que ficou até 2013, conquistando uma vitória memorável para a equipe e para ele na Espanha, em seu segundo ano na equipe. Com Kimi Raikkonen saindo da Lotus, o venezuelano optou por fazer parceria com Romain Grosjean na equipe francesa. Um fracasso. Perdeu uma chance enorme de fazer uma temporada dos sonhos na Williams para cometer as maiores barbeiragens – chegando a ser desclassificado de uma corrida na Hungria por receber múltiplas penalidades – e terminar chutado da equipe em 2015. Ninguém mais sabe que fim levou o tal indisciplinado venezuelano.

Sergio Pérez

Um dos maiores pilotos da atual categoria, o mexicano mais sagaz de sua geração, Sérgio Pérez chegou na Formula 1 correndo pela Sauber em 2011. Depois de um ano fantástico em 2012, foi contratado pela poderosa McLaren, para correr ao lado de Jenson Button. Um desastre, terminando apenas em 11º e sendo preterido no ano seguinte. Sua ida para Force India lhe fez muito bem, sendo um dos responsáveis por colocar a equipe no patamar de quarta força. Em 2016, depois de terminar a temporada em sétimo, foi sondado na Ferrari, mas não passou disso. Hoje Sérgio é o sétimo colocado no campeonato, correndo ao lado do jovem francês Esteban Ocon, e acumula sete pódios na carreira.

Daniel Ricciardo

Piloto da equipe júnior da Red Bull desde 2010, Daniel Ricciardo estreou na pequenina HRT em 2011 e passou a ser titular da Toro Rosso em 2012. Sua transferência para a matriz foi ligeira, logo após a aposentadoria de Mark Webber. Escolha arriscada, mas certa. Em seu ano de estreia na poderosa equipe conseguiu três vitórias, conquistando o terceiro lugar no campeonato e batendo ninguém menos que Sebastian Vettel. Daniel ainda corre na equipe austríaca e briga constantemente por pódios, mas impossibilitado de conquistar um título.

Romain Grosjean

Romain Grosjean é uma incógnita na F1. Correndo desde 2012 na categoria, o franco-suíço de 31 anos já acumulou 10 pódios, mas nunca pôde mostrar, em uma categoria de ponta, a superioridade que tinha na GP2. Seus dois primeiros anos na Lotus mostraram o quão indisciplinado e imaturo ele era, mesmo ao lado de um ícone como Kimi Raikkonen. Em 2014, pilotando um carro nada veloz e um companheiro maluco, Romain fez o que pode e mostrou amadurecimento na pilotagem, que despertou interesse na Haas. Atualmente, Grosjean corre pela equipe americana e tem futuro incerto.

Valtteri Bottas

Para finalizar, o menos injustiçado – ou talvez o que mais injustiçou pilotos – Valtteri Bottas, o finlandês que botou Massa para comer poeira por três temporadas e pisou na lama ao chegar na Mercedes. Fez bonito na Williams, terminou em quarto em seu segundo ano e por merecer conseguiu uma vaga na melhor equipe do momento. Traçou o caminho que Hulkenberg nem ousou colocar o pé. Mesmo assim, é questionado na equipe. Será que valeu a pena ter investido nele para substituir Rosberg na segunda mais cobiçada vaga da Formula 1?

Muito se fala em Verstappen, Ocon, Wehrlein, Sainz, e que esses serão o futuro da F1 e tem praticamente um destino traçado: como campeões mundiais. Será que depois de Hamilton, Vettel, Alonso, Raikkonen, Button e Rosberg, veremos uma geração inteira se aposentar sem ganhar nada? Parece provável. Talentos desperdiçados que se aposentarão pensando que seria melhor ter nascido em outro momento.

Por Thiago Ávila

Por João Nassif 18/10/2017 - 10:20

Numa rodada recheada de empates, foram seis, com apenas 16 gols marcados em 10 jogos o Criciúma foi o unido derrotado em casa. Os líderes Internacional e América empataram fora de casa em 0x0, o Ceará venceu o Paraná e trocou de posição com o time paranaense e estes quatro permaneceram no grupo de acesso. O Vila Nova que foi o único vencedor fora de seus domínios encostou no pelotão da frente e se credenciou para disputar vaga na série A.

Falando em Criciúma pela primeira vez o time sofreu duas derrotas seguidas, após as três primeiras rodadas quando foi derrotado em todas sob o comando do técnico Deivid. 

Contra o Vila Nova até pode se encontrar justificativa pela ausência de cinco titulares. Se com o time titular a campanha é apenas regular, imaginem com vários reservas. Tudo em função da completa falta de planejamento que ficou evidente desde o início do ano.

Criciúma 0x1 Vila Nova

Mesmo a troca de comando técnico e de dirigentes a situação não fluiu de forma satisfatória desembocando nesta inédita crise em que o diretor Edson Gaúcho está proibido de frequentar o vestiário e proibido de viajar com os jogadores.

Talvez ainda em função do sonho do acesso o presidente não tenha tomada nenhuma medida para debelar este conflito. Agora sem mais nenhuma chance é hora do Jaime Dal Farra colocar as cartas na mesa.

Esta providencia se faz necessária, pois a temporada está chegando ao final e é fundamental que o clube se prepare para 2018 para que não seja um ano perdido como foi 2017.
 

Por João Nassif 18/10/2017 - 23:10 Atualizado em 23/10/2017 - 16:00

Final do Mundial de 2010 na África do Sul. Espanha e Holanda buscavam um título inédito.

Os holandeses já haviam provado o gosto amargo de duas finais em que foram derrotados em 1974 pela Alemanha Ocidental e em 1978 pela Argentina. Nas duas vezes decidiram a Copa contra o país anfitrião. 

Os espanhóis ainda não haviam chegado perto de uma decisão e tinham pela primeira vez a oportunidade de ganhar uma Copa do Mundo.

Nas semifinais a Holanda eliminou o Uruguai com vitória por 3x2 e a Espanha despachou a Alemanha vencendo por 1x0.

No dia 11 de julho em Johannesburg as duas seleções ficaram frente à frente. 

Iniesta para o gol na final de 2010 (Foto: Acervo O Globo)

A disputa foi intensa, jogo duro às vezes desleal com oito cartões amarelos para os holandeses e cinco para os espanhóis. 

Empate em 0x0 no tempo regulamentar. A Holanda teve um jogador expulso no segundo tempo da prorrogação e quando faltavam quatro minutos para o encerramento o meia Iniesta fez o gol que deu à Espanha seu primeiro numa Copa do Mundo. 

Este gol de Iniesta foi narrado assim por um locutor espanhol.

 

Por João Nassif 19/10/2017 - 00:55 Atualizado em 23/10/2017 - 15:57

O grupo F da Copa do Mundo de 2014 disputada no Brasil era composto por Argentina, Nigéria, Bósnia e Irã.

A Argentina terminou a primeira fase em primeiro lugar vencendo seus três jogos. O mais difícil foi contra o Irã decidido aos 46 minutos do segundo tempo.

Messi cobrando falta e decidindo o jogo contra a Nigéria em 2014 (Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini)

O gol da vitória foi marcado por Lionel Messi e será reproduzido agora na narração de Alejandro Fantino da Rádio La Red da Argentina.

 

Por João Nassif 19/10/2017 - 14:20 Atualizado em 23/10/2017 - 15:57

A seleção brasileira foi a única que esteve presente em todas as 20 Copas do Mundo disputadas na história e com classificação garantida para a 21ª. São 104 jogos com 70 vitórias, 17 empates e 17 derrotas, marcando 221 gols e sofrendo 102.

O saldo é amplamente positivo, pois além destes números a seleção ganhou cinco Copas do Mundo, foi duas vezes vice-campeã, duas vezes terceira colocada e também duas vezes terminou o Mundial na quarta colocação. Quer dizer o Brasil esteve nas semifinais em 11 edições, mais de 50% das Copas que disputou.

Em se tratando de eliminatórias a seleção brasileira disputou 12 edições inclusive a última para a Copa na Rússia. Não precisou jogar a classificação nos quatro primeiros Mundiais e por ter sido campeão em quatro oportunidades ficou liberado de jogar a classificatória da América do Sul. 

Lançamento em Novembro/2017

A partir de 2002 a FIFA mudou o critério e o campeão de uma Copa ficou obrigado a disputar as eliminatórias seguintes.

Ao todo nas 12 edições de eliminatórias a seleção brasileira disputou 110 jogos com 68 vitórias, 30 empates e 12 derrotas. Marcou 240 gols e sofreu 70.  

Em novembro estarei lançando o livro “O Brasil nas Copas” com fichas técnicas de todos os jogos da seleção brasileira nos Mundiais e nas eliminatórias, além do resumo total, todos os jogadores que participaram, confrontos e muito mais. 

 

Por João Nassif 20/10/2017 - 11:10 Atualizado em 23/10/2017 - 15:56

A final da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil colocou frente à frente duas das maiores seleções do futebol mundial, Alemanha e Argentina.

Os alemães com moral muito elevada depois de encher de gols a seleção brasileira numa das semifinais e os argentinos que derrotaram a Holanda na outra semifinal numa decisão por pênaltis depois de um 0x0 no tempo normal e na prorrogação.

Mario Goetze na final do Mundial de 2014 (Foto: Globo Esporte)

Com um Maracanã lotado com 74.738 espectadores a decisão terminou os 90 minutos em 0x0 e a prorrogação ia chegando ao final quando faltavam pouco mais de sete minutos para o final o alemão Mario Goetze fez o gol do título.

Vamos ouvir este gol que valeu a Taça na narração de um locutor argentino:

 

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