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João Nassif
Por João Nassif 20/02/2019 - 06:20

O técnico Mazola Júnior que com sua estratégia livrou o Criciúma do rebaixamento no campeonato brasileiro deixou uma forma de fazer gols que está sendo repetido neste início de temporada. “Defendo o quanto puder e faço gols cruzando bolas na área”, esta foi a receita. Sem qualidade para desenvolver um futebol mais eficiente o ex-técnico optou pela aposta nos zagueiros e principalmente no volante Liel para conquistar os pontos salvadores.

DEPENDÊNCIA TOTAL
O técnico Doriva tem insistido que não é esta sua forma de jogar, que busca outras opções para buscar o gol adversário. Até pode ser, mas não é o que se tem visto e o aproveitamento com bola rolando é ridículo. Um levantamento do Lucas Renan em A TRIBUNA de ontem mostra a incapacidade do time em encontrar outra forma de marcar seus gols, gols que aliás são raros. Dos oito marcados em nove jogos, apenas três foram com bola rolando. Apesar do técnico a bola parada dependência é real.

BALANÇO
Dois gols do Daniel Costa, um de pênalti, outro de falta. Dois gols do Sandro, um em seguida uma cobrança de falta que o goleiro do Marcílio Dias defendeu e no rebote um cruzamento para o desvio do zagueiro e outro de cabeça depois de uma cobrança de falta. Um gol do zagueiro Platero de cabeça na bola que veio de escanteio. Com a bola rolando marcaram Reis, Ceará e Julimar. Daniel Costa, o cara é o responsável pelas bolas paradas.

MESMO MODÊLO
Se falamos do Criciúma que tem pouca qualidade e opções, imaginem o Corinthians que investiu uma barbaridade em reforços para a temporada. Apesar de muitas estrelas seu principal jogador é Gustavo, o Gustagol, com aproveitamento espetacular no jogo aéreo. Além das cabeçadas fulminantes Gustavo já marcou sete dos 10 gols do time na temporada. Fez até gol de canela.

COMEÇA SEM TERMINAR
A tabela montada pela CBF para a segunda fase da Copa do Brasil, mexe também na sequencia do campeonato catarinense. A rodada do estadual neste meio de semana é a última do turno, mas o Criciúma que enfrentaria o Hercílio Luz ficou para a próxima quarta-feira. Quer dizer, primeiro turno ficará com este jogo a ser cumprido e já no domingo será iniciado o returno. Ruim para o Criciúma que se for derrotado no Scarpelli e conforme outros resultados, poderá jogar a partida atrasada sob pressão muito maior. Mesmo no Heriberto Hülse. 

CURIOSIDADE
Confesso que não veja a hora de começar a série A do campeonato brasileiro. Tenho acompanhado os jogos da Champions e a gritaria do narrador afirmando que farão transmissões como nunca vimos e com grande emoção, dá até a impressão que as narrações serão mais importantes que os próprios jogos. Se grito valer, pode ser.

MEMÓRIA
20/02/2008 – “CONVERSA FIADA”

O exemplo do Flamengo é emblemático. Deve 180 milhões que parcelados em 20 anos irá gerar uma parcela mensal de 750 mil reais, sem contar os juros que o governo não abriu mão de cobrar pela taxa Selic, uma das mais altas do mercado. Como a receita prevista é de 300 mil reais mensais para cada clube da série A, o Flamengo teria que desembolsar os 450 mil restantes e, além disso, recolher daqui para frente, em dia os tributos gerados a cada mês. Na verdade, o Governo criou a loteria para poder receber a dívida dos clubes. 
 

João Nassif
Por João Nassif 19/02/2019 - 12:31

A Liga dos Campeões da UEFA (UEFA Champions League) é uma competição anual que reúne somente clubes da Europa e é o principal torneio de clubes do planeta.

A final da Liga é o evento esportivo anual mais visto em todo o mundo. A final do torneio da temporada 2012/2013 teve o maior índice de audiência da história atraindo 360 milhões de telespectadores.

A Champions como é conhecida foi introduzida em 1992 e é sucessora da Copa dos Clubes Campeões Europeus que havia sido disputada de 1955, acrescentando uma fase de grupos à competição, permitindo a participação de vários clubes de diversos países. 

A primeira edição na temporada 1992/1993 foi inicialmente um torneio que havia apenas grupos, aberto apenas aos campeões de cada país. Ainda durante a década de 1990 o formato foi expandido, incorporando uma fase pré-classificatória com a inclusão de clubes que foram vice-campeões em seus campeonatos nacionais.

O regulamento foi sendo modificado à medida que os torneios foram se sucedendo e hoje a Champions começa em meados de julho com três rodadas de qualificação e uma rodada de play-offs até alcançar a fase de grupos com a participação de 32 clubes.

São formados oito grupos com quatro equipes e as duas primeiras de cada grupo avançam às oitavas de final e daí em mata-mata diretos sobram dois para a grande final.

A decisão é jogada em partida única em local pré-estabelecido pela UEFA, podendo mesmo ser no estádio de um dos participantes da final. 
 

João Nassif
Por João Nassif 19/02/2019 - 06:25

Nos últimos anos o Criciúma vem brigando contra o rebaixamento no campeonato brasileiro e tem se safado na reta final. Pelo andamento da temporada teremos outro final feliz? Nuvens cinzentas rodam o Heriberto Hülse. 

JÁ TE VI
Na falta de coisa melhor para fazer no final da tarde de ontem fui dar uma espiada no jogo do Oeste contra o São Bento pelo campeonato paulista. O jogo foi em Barueri e chamou atenção o número de ex-jogadores do Criciúma que estavam em campo. Não posso afirmar que algum escapou da memória, mas pelo Oeste eram três, Elvis, Bruno Lopes e Jheimy, depois entrou o Roberto que foi logo fazendo o gol da vitória. Pelo time de Sorocaba Ewerton Páscoa, o volante meia Paulinho e Alex Maranhão. Pudera, certamente entre times com calendário anual cheio o Criciúma é quem mais contratou no futebol brasileiro.  

PRÓXIMO ADVERSÁRIO
O Oeste, adversário de quinta-feira vai dar trabalho. Não tem uma forte pegada ofensiva, mas é um time que marca muito e muitas vezes seus jogadores chegam com força excessiva. De qualquer forma é bom o Criciúma ficar esperto, pois está num péssimo momento e corre grandes riscos de ser eliminado da Copa do Brasil.

“SANTINHOS”
Está virando moda, jogadores ofenderam atletas rivais ou torcedores e pela repercussão negativa vêm à público pedindo desculpas e com a maior cara de pau jurarem que não queriam magoar ninguém. Balela pura, são uns irresponsáveis que como ídolos de sua torcida fomentam o racismo, a homofobia e os preconceitos hoje repudiados pela opinião pública. Sou da opinião que os Tribunais Desportivos deveriam punir exemplarmente estes idiotas e mesmo a própria Justiça enquadrar nos rigores das leis.

IDIOTA DA VEZ
Felipe Bastos, jogador do Vasco da Gama e campeão da Taça Guanabara no final da partida junto com um torcedor proferiu palavrões e gritos de cunho homofóbico. Puxei a ficha do jogador e constatei que já passou por diversos clubes do Brasil e exterior. Seu vínculo atual é com o Corinthians que o emprestou para o Sport em 2018 e agora novo empréstimo para o Vasco da Gama. É um andarilho e fechou uma eventual porta caso fique desempregado.

JOGADOR TEMPERO
O técnico do Manchester United inovou na declaração que fez sobre a má fase do atacante chileno Alexis Sanchez. Afirmou Ole Solskjaer que o jogador é como um pote de ketchup, às vezes, parece que nunca vai sair, até que de repente sai tudo. Sanchez disputou 30 jogos pelo time inglês na temporada e marcou apenas dois gols.

MEMÓRIA
19/02/2007 – “DEPÊNDENCIA”

O técnico Gelson da Silva conseguiu formatar um time com zagueiros e volantes, mas com boas alternativas de ataque, tanto que venceu seus últimos seis jogos. Quando há necessidade de mudar a escalação falta uma reposição que mantenha o ritmo do time. Ontem, por exemplo, sem o Rudinei, a alternativa foi o Athos que não consegue manter o padrão do time. Por isso mais uma vez contra um time do segundo escalão como o Guarani, o Criciúma sofreu para conseguir o resultado. Quer dizer, o Criciúma começou a rodada com uma pequena vantagem, dois gols de saldo, mas foi incompetente para ampliá-la, e vai para a última rodada dependendo do Figueirense para conquistar o turno. 

João Nassif
Por João Nassif 18/02/2019 - 22:01

Thiago Ávila*

Neste final de semana a Formula-E retornou à Cidade do México para a disputa da quarta etapa do campeonato, agora com o acréscimo de mais um brasileiro no grid. Felipe Massa, Nelsinho Piquet, Lucas Di Grassi e agora Felipe Nasr. Se faltam tupiniquins na Formula 1, na principal categoria de carros elétricos tem de sobra. Nasr, que teve uma passagem discreta pela Sauber na F1, chega para substituir o alemão Maximilian Günther, na equipe Dragon.

E o dia vinha sendo de brasileiros, com Massa e Nelsinho indo muito bem nos treinos livres, até chegarem ao classificatório e ficarem em 3º e 11º, respectivamente. Di Grassi foi ainda melhor e conseguiu a segunda posição. Já Nasr foi mais discreto, 14º, mesmo assim ainda ficou a frente de seu companheiro de equipe. Mas o cara da vez não é brasileiro: Pascal Wehrlein. O alemão da Mahindra, na sua terceira corrida na categoria, vem mostrando que não é novato, e conquistou a pole position.

Na largada, Wehrlein mantém a frente, Di Grassi fecha Massa e os dois acabam perdendo posição para Oliver Rowland, da Nissan. Vindo forte logo atrás, Sebastien Buemi passa Félix da Costa e Massa, e pula para quarto. Mas tudo para quando na quarta volta Nelsinho acerta em cheio o carro de Vergne na reta e seu carro voa no muro. Com diversos destroços na pista, a bandeira vermelha é acionada.

Meia hora depois a corrida recomeça com mais tempo que o ideal, Wehrlein seguia na ponta, seguido de Rowland, Di Grassi, Buemi, da Costa e Massa. Felipe começa a perder posições gradativamente e faltando dez minutos para acabar ele já era o nono. E só não esquecendo do outro brasileiro: Nasr era o último.

A luta pela vitória se reduz a cinco pilotos, todos muito próximos, qualquer erro podia comprometer a prova, qualquer saída de traçado para abocanhar o modo ataque – dispositivo que dá mais potência ao carro - poderia resultar em perdas de posições. O primeiro, logicamente, foi da Costa, já que o português nada tinha a perder. Buemi foi o segundo, e por pouco não perde a posição. Di Grassi veio depois, mais tranquilo, já que o suíço e o português perderam tempo na disputa por posição. Rowland foi depois, mas demorou demais para frear na curva seguinte e o brasileiro conquista a segunda posição.

Conseguindo se distanciar dos demais, a briga reduziu a apenas dois pilotos: Wehrlein e Di Grassi. O alemão, virando voltas excepcionais, sem cometer sequer um erro, consegue pegar o modo ataque, mas não se distancia do Audi. Na última volta, a diferença era de menos de três décimos. Di Grassi puxa para a esquerda na curva 1 e Wehrlein fecha a frente. A bateria dos dois carros da Nissan – Rowland e Buemi – se esgota, aparentemente um erro mal calculado da direção de prova no acréscimo do tempo após a bandeira vermelha.

Wehrlein vem com 1% de bateria, Di Grassi com 2%. Os dois se tocam e o alemão é forçado a cortar caminho. Na reta final, a bateria de Pascal acaba e num último suspiro de velocidade joga seu carro para cima do brasileiro, que consegue desviar numa manobra espetacular e ultrapassá-lo NA LINHA DE CHEGADA!

O piloto da Mahindra acaba sendo punido por cinco segundos por corte de curvas e cai para sexto. Da Costa herda a segunda posição e Edoardo Mortara, companheiro de Felipe Massa, fica com a terceira. Adversários na briga pelo título, D’Ambrosio é quarto e Bird apenas o nono. Na entrevista, Di Grassi afirma ter sido a melhor corrida de sua carreira, a mais disputada também. O piloto, bem abrasileirado, até tirou a camisa e jogou para a torcida na hora do pódio, só não tomou cartão amarelo porque não tem nada disso em corrida de carros.

Com o resultado, Lucas pula para a quarta colocação com 34 pontos. D’Ambrosio assume a liderança com 53 pontos, seguido de Félix da Costa, 46, e Sam Bird, 45. Wehrlein fecha o top-5 com 30 pontos. Nos construtores, a Mahindra é líder com 83, seguido da Virgin e BMW. A Formula-E volta dia 10 de março em Hong Kong.

*Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS

João Nassif
Por João Nassif 18/02/2019 - 12:31

A Eurocopa é um torneio entre seleções do futebol europeu, organizado pela UEFA (União das Associações Europeias de Futebol) disputado de quatro em quatro anos.

Para a primeira edição, em 1960 que teve a França como anfitriã da fase final, 17 seleções se credenciaram para as eliminatórias com algumas ausências de peso como a Alemanha Ocidental, Inglaterra e Itália.

Depois dos confrontos pelas eliminatórias sobraram apenas as quatro seleções que foram para a fase final. A França que eliminou a Áustria, a Iugoslávia que passou por Portugal e a Tchecoslováquia que derrotou a Romênia.

A outra seleção que disputou a fase final foi a União Soviética que se classificou diretamente para a Euro, pois a Espanha se recusou a viajar para a União Soviética e disputar a quarta vaga.

A disputa na França já começou nas semifinais com a União Soviética derrotando a Tchecoslováquia por 3x0 e a Iugoslávia num jogo épico derrotou os donos da casa por 5x4.

Final da EURO-1960

Na decisão do terceiro lugar a Tchecoslováquia derrotou a França por 2x0 e na final depois de empate em 1x1, na prorrogação a União Soviética fez o gol sobre a Iugoslávia que lhe garantiu o título de campeã da 1ª Eurocopa da história.
 

João Nassif
Por João Nassif 18/02/2019 - 06:05

Bem que alguns torcedores aqui no Rincão previam que o Joinville iria conseguir sua primeira vitória no ano, pois enfrentaria o Criciúma especialista em acabar com crises dos adversários. Confesso que não acreditei e tentei dar ânimo aos torcedores invocando o bom momento do time do Doriva que vinha com duas vitórias na bagagem. Mas, eles tinham razão, novamente o Criciúma fez com que o Joinville ressurgisse no campeonato.

AUMENTOU A DISTÂNCIA
Novamente a bola parada dependência. Um gol numa cobrança de falta e dezenas de faltas e escanteios levantados sobre a área do Joinville. Pior do que a derrota foi ter caído novamente para a sexta colocação, ser ultrapassado pelo Brusque e ficar a cinco pontos do G-4.  

SEGUEM JUNTOS
O jogo mais esperado da penúltima rodada do turno do campeonato catarinense entre os lideres Figueirense e Chapecoense terminou empatado e os dois alcançaram invictos os 18 pontos na classificação. Cada um com cinco vitórias e três empates a diferença que coloca o Figueirense no primeiro lugar é no saldo de gols, cinco contra sete da Chapecoense. O jogo de sábado foi em Chapecó.

TRÊS DERROTADOS NUMA ÚNICA BRIGA
O futebol brasileiro tem momentos de um verdadeiro circo patrocinados pelos dirigentes de clubes que ao invés de zelar por suas instituições ficam mais preocupados em alimentar uma rivalidade exacerbada que beira ao ridículo. O espetáculo da vez é a decisão da Taça Guanabara ser jogada sem público no Maracanã. Os clubes, Fluminense e Vasco da Gama e o próprio consórcio que administra o estádio perdem a chance de ganhar um bom dinheiro.

O ACÔRDO
Lá atrás em 1950 o Vasco foi campeão carioca e ganhou o direito de escolher em qual lado ficaria sua torcida, naquela época os quatro grandes cariocas jogavam todas partidas no Maracanã. A medida foi respeitada até 2013 quando o estádio fechou para reformas em razão da Copa do Mundo. Como o Vasco e o Botafogo já jogavam em São Januário e no Nílton Santos, respectivamente, o consórcio assinou com Flamengo e Fluminense. O rubro-negro se manteve no setor norte enquanto o tricolor oficializou o setor sul.

O MOTIVO DA BRIGA
O Vasco que desde 1950 tinha sua torcida no setor sul quando enfrentava o Fluminense no novo Maracanã respeitava a decisão e a torcida cruzmaltina passava a ocupar o setor norte. A direção do Vasco desta feita bateu o pé e exigiu sua torcida no setor sul. O Fluminense não concordou, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro e o consórcio do Maracanã, ignoraram o contrato, não apoiaram o tricolor que foi à Justiça. Resultado: decisão da Taça Guanabara com portões fechados. Foram abertos com a bola rolando, mas o estrago estava feito.

MEMÓRIA
18/02/2006 – “SEM PERDÃO”

Os torcedores do Criciúma não podem ficar lamentando o fato do time enfrentar a seletiva catarinense hoje denominada Divisão Especial. É natural que o gosto da competição seja amargo, pois afinal de contas há dois anos os adversários eram Flamengo, Palmeiras, Vasco e todos os outros grandes do futebol brasileiro. Ninguém puxou o tapete, não houve virada de mesa, mas por absoluta incompetência o time mergulhou numa crise técnica sem precedentes e num curtíssimo espaço de tempo desabou e agora irá enfrentar vários dos times pequenos do Estado.

João Nassif
Por João Nassif 17/02/2019 - 22:05Atualizado em 18/02/2019 - 06:32

A seleção de Marrocos é a que mais disputou em toda história partidas pelas eliminatórias às Copa do Mundo pela Confederação Africana de Futebol. Desde 1962 a seleção marroquina tem um total de 109 jogos com 51 vitórias, 38 empates e 20 derrotas. Nestes 109 jogos Marrocos marcou 148 gols e sofreu 76.

Seleção de Marrocos-2018

Nas disputas de 1962, Marrocos enfrentou na primeira fase a Tunísia e cada um venceu por 2x1 jogando em casa. Foi necessário um terceiro jogo que foi disputado em Palermo na Itália que terminou empatado em 1x1 e a seleção marroquina venceu nos pênaltis. Como a seleção de Gana foi a vencedora em seu grupo os dois países se enfrentaram para decidir o classificado da Confederação Africana. No primeiro jogo em Accra, capital de Gana empate em 0x0, no segundo também em Palermo, pois o estádio em Casablanca estava interditado, Marrocos venceu por 1x0 e se qualificou para disputar de acordo com o regulamento uma repescagem contra a Espanha.

Marrocos foi derrotado nas duas partidas. Na primeira voltou a jogar em Casablanca e o resultado foi 1x0 para os espanhóis. No jogo da volta em Madri nova vitória da Espanha, desta feita por 3x2 e Marrocos ficou fora do Mundial do Chile.

Marrocos participou se cinco Copas do Mundo. Em 1970, 1994, 1998 e 2018 foi eliminado na primeira fase. Somente no Mundial de 1986 no México é que conseguiu alcançar a segunda fase sendo eliminado pela Alemanha Ocidental que venceu por 1x0.
 

João Nassif
Por João Nassif 16/02/2019 - 11:58

San Marino é um país situado na região dos Apeninos e um enclave totalmente envolvido pela Itália. É um microestado europeu com área de 61 Km2 com a menor população da Comunidade Europeia estimada em 30 mil habitantes.

A Federação de Futebol de San Marino é uma das mais antigas da Europa fundada em 1931, mas somente em 1988 se filiou à FIFA e à UEFA.

Em 1990 participou pela primeira vez de uma competição oficial quando disputou as eliminatórias para a Eurocopa de 1992. A partir daí começou sua participação em eliminatórias para Copas do Mundo e nunca conseguiu se classificar.

San Marino - Aproveitamento de 1,01% em eliminatórias para Copas do Mundo

Nas sete Copas do Mundo que tentou classificação a seleção de San Marino disputou 66 jogos e não venceu nenhum. Conseguiu apenas dois empates, 0x0 contra a Turquia para o Mundial de 1994 e 1x1 contra a Letônia valendo pelas eliminatórias para a Copa de 2002 na Coréia e Japão.

Portanto, sofreu 64 derrotas, marcou apenas 11 gols e sofreu 310. Sua média de gols sofridos é de 4,7 gols/jogo.

A seleção sanmarinense é também chamada de La Serenissima e tem registradas algumas goleadas sofridas ao longo de suas campanhas. 

Na estreia para a Copa de 1994 apanhou da Noruega por 10x0, mesma derrota que sofreu contra a Polônia visando o Mundial de 2010. Outra foi para a Bélgica por 10x1 nas eliminatórias para a Copa de 2002.
 

João Nassif
Por João Nassif 16/02/2019 - 07:59

O Criciúma domingo em Joinville poderá engatar sua terceira vitória consecutiva, depois de derrotar o Metropolitano pelo campeonato estadual e o São Raimundo pela Copa do Brasil. Aos poucos o técnico Doriva vai encontrando a fórmula de jogar que tem favorecido os resultados e mesmo sem maiores opções conseguiu livrar a enorme pressão que havia pelo mau início na temporada.

DESCONTOS
As duas vitórias recentes foram contra adversários menos capazes, um penúltimo colocado no estadual e outro lanterna no campeonato paraense. É irrelevante, pois quando enfrenta adversários mais fragilizados qualquer time de um status maior tem que prevalecer. O Criciúma fez o que deveria ter feito, se impôs e conseguiu os resultados que o colocaram mais próximo do G-4 no estadual e avançou de fase na Copa do Brasil.

ADVERSÁRIO EM QUEDA LIVRE
O Joinville de hoje é uma simples caricatura de um time que dominou por muitos anos o futebol catarinense. Com quedas sucessivas no campeonato brasileiro, hoje está na série D e com ridículas campanhas nos estaduais, nesta temporada vem acumulando fracassos sem conseguir uma única vitória em oito jogos que já realizou. Foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil e no campeonato catarinense vem de seis empates e uma derrota ocupando a oitava colocação na classificação.

TODO CUIDADO É POUCO
Mesmo sem vencer o Joinville está somente a três pontos do Criciúma. São seis contra nove com o Criciúma já tendo conquistado três vitórias. É bom o Criciúma ficar esperto, pois o Joinville no confronto contra os grandes empatou em casa com Avaí e Figueirense e a única derrota foi contra a Chapecoense também em Joinville. 

INJEÇÃO DE RECURSOS
Com a passagem para a segunda fase da Copa do Brasil, quatro catarinenses já aumentaram a receita pelas cotas que a CBF garante aos clubes participantes. A Chapecoense que integra o Grupo 1 nos critérios da entidade já embolsou R$ 2.300 mil, o Avaí no Grupo 2 tem garantidos R$ 1.910 mil e Criciúma e Figueirense no Grupo 3, R$ 1.150 mil. Quem passar para a terceira fase do torneio embolsará mais R$ 1.450 mil, independente do Grupo onde está inserido. Quinta-feira o Criciúma enfrentará em casa o Oeste pela segunda fase. Na primeira o time de Barueri goleou o Fast Clube de Manaus por 6x1. 

PRIMOS POBRES 
Pela eliminação logo na primeira fase, Joinville, Brusque e Tubarão tem direito à apenas R$ 525 mil, por serem integrantes do Grupo 1 nos critérios da CBF.

MEMÓRIA
16/02/2005 – “MESMA ESTRADA”

O torcedor do Criciúma está cada vez mais descrente com o futuro do time. As manifestações que recebo pelo e-mail ou pelos microfones da Som Maior Antena 1 na sua grande maioria são de pessoas que não estão vendo nenhuma atitude da direção para mudar o caminho traçado desde o ano passado que levou o time ao rebaixamento.
 
 

João Nassif
Por João Nassif 15/02/2019 - 12:30

Nas olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro o Brasil conquistou a inédita medalha de ouro no futebol masculino. Era o título que faltava à seleção brasileira, campeã em todas as outras competições que disputou.

Antes do ouro o Brasil já havia chegado por três vezes à final sendo medalha de prata nas três oportunidades.

A primeira foi em Los Angeles, Estados Unidos em 1984 quando foi representado pelo time titular do Internacional de Porto Alegre reforçado de Gilmar Pipoca do Flamengo que foi eleito o melhor jogador do torneio. Foi derrotado pela França por 2x0.

Internacional base da seleção olímpica em Los Angeles

A segunda foi nas Olimpíadas seguintes em 1988 disputada em Seul na Coréia do Sul. Depois de terminar invicta na primeira fase derrotando a Nigéria, Austrália e Iugoslávia a seleção brasileira eliminou a Argentina nas quartas de final, a Alemanha Ocidental nas semifinais e foi para a decisão com a União Soviética. 

Depois de empatar em 1x1 no tempo normal os soviéticos venceram por 1x0 na prorrogação.

A terceira medalha de prata da seleção brasileira em Olimpíadas foi em 2012 em Londres, Inglaterra. Novamente o Brasil terminou invicto a primeira fase vencendo pela ordem o Egito, a Bielorrússia e a Nova Zelândia. 

Nas quartas de final derrotou a seleção de Honduras e nas semifinais a Coréia do Sul, se qualificando para decidir o título com o México.

Nova derrota numa final olímpica. O México venceu por 2x1 no Estádio de Wembley na capital inglesa. 
 

João Nassif
Por João Nassif 15/02/2019 - 07:41

Se vocês não sabem que fiquem sabendo, não gosto de analisar jogo de futebol sem ter visão do campo ou mesmo da televisão. Como cada um tem uma leitura sobre a partida, como não fui lá e como não houve televisionamento vou me limitar ao resultado que já era esperado. A fragilidade do São Raimundo é notória, haja vista que é o lanterna no campeonato paraense e certamente não ofereceria resistência ao Criciúma que confirmou o favoritismo e vai disputar a segunda fase da Copa do Brasil.
OBS: Este comentário foi feito quarta-feira logo após o jogo de Santarém. Por uma dessas situações que a internet propicia, quando enviei o e-mail para a redação este tópico, que abria a coluna, não foi enviado.

VEXAME
Depois de muito tempo sem disputar a Libertadores que já venceu em três oportunidades o São Paulo foi simplesmente engolido pelo Talleres, clube de porte médio do futebol argentino. Agora são três brasileiros eliminados na fase eliminatória do torneio, antes da fase de grupos que o que realmente interessa. Sem futebol e sem alma o tricolor do Morumbi afundou nas garras de Guiñazu, volante com mais de 40 anos, símbolo da raça argentina e que tomou conta do confronto.

PERDEDORES
O São Paulo repete o Corinthians de 2011 eliminado ainda na fase eliminatória pelo Tolima da Colômbia e a Chapecoense que em 2018 foi eliminada pelo Nacional do Uruguai.

CONSEGUIRAM POLEMIZAR
A revista Placar, referência de tantos como eu que acompanham o futebol há mais de meio século em sua última edição largou uma pérola que mexeu com o mundo esportivo. Placar afirmou que Neymar é o maior jogador brasileiro pós-Pelé. O repórter e o editor enlouqueceram e criaram a maior polemica com esta afirmação desastrosa. A dupla jamais poderia publicar tema tão sensível baseado em gostos pessoais, pois são milhões que acompanham o futebol brasileiro e somente uma enquete séria é que poderia escolher o sucessor do Rei.

ENQUETE
O portal UOL resolveu fazer sua pesquisa e foram dadas aos internautas 20 opções. Votei no Ronaldo Fenômeno que está em primeiro lugar com mais de 36% dos votos e entre mais de 41 mil que votaram é o preferido como o maior jogador pós-Pelé. O escolhido pela Placar está em oitavo com 2,72% na preferencia dos votantes. Pelos internautas Neymar está atrás Zico, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Adriano, até do goleiro Marcos e de Rivelino que o sétimo na pesquisa. Quem quiser escolher sua opção a pesquisa ainda está em aberto.

MEMÓRIA
15/02/2010 – “QUE HORA, HEM?”

A contusão do Lucca poderá tirar do time seu maior talento por tempo indeterminado. Se a torção afetou os ligamentos não há previsão de retorno. Estou comentando o que foi dito pelo médico Marcelo Beirão após o primeiro exame no atleta. O próprio médico ainda não podia fazer um diagnóstico definitivo, primeiro porque a dor era intensa e o Lucca chorava copiosamente e segundo porque são necessárias algumas horas para o joelho desinchar e aí se saberá qual o verdadeiro problema. De qualquer forma nos resta torcer para que apenas tenha sido um susto pelo atleta e pelo time que precisa de seu futebol para enfrentar o segundo turno do campeonato.

João Nassif
Por João Nassif 14/02/2019 - 12:59

A primeira edição da Copa do Brasil foi realizada em 1989 e o Criciúma não esteve presente. Avaí campeão e Blumenau vice no campeonato catarinense de 1988 foram os representantes do estado.

O Avaí foi eliminado na primeira fase pelo Vitória da Bahia. No jogo de ida os baianos venceram por 2x0 e mesmo ganhando o jogo da volta na Ressacada por 1x0 o Avaí foi eliminado pelo saldo de gols.

Já o Blumenau conseguiu ultrapassar a primeira fase no confronto contra o Operário do Mato Grosso do Sul. A primeira partida foi em Blumenau e terminou em 1x1, na volta em Campo Grande os catarinenses se classificaram com vitória por 1x0.

Na segunda fase o Blumenau deu azar por cruzar com o Flamengo e deu a lógica. Duas derrotas por 3x1 em Blumenau e no Rio de Janeiro. Foi a única experiencia do time na competição nacional.

O Criciúma fez sua estreia na segunda edição do torneio em 1990 por ter sido campeão estadual no ano anterior. O Joinville, vice-campeão também disputou pela primeira vez a Copa do Brasil. 

E esta segunda edição serviu como preparativo para o Criciúma conquistar o título no ano seguinte. O time foi longe eliminando o Internacional de Porto Alegre na primeira fase, o Coritiba na segunda fase, as oitavas de final, o São Paulo nas quartas e caiu somente na semifinal derrotado pelo Goiás na decisão por pênaltis.
 

João Nassif
Por João Nassif 13/02/2019 - 12:31

O primeiro campeonato gaúcho foi disputado pela primeira vez em 1919 dividido por regiões e jogado por equipes amadoras, o profissionalismo só chegou no Rio Grande do Sul em 1942.

Daí em diante somente o Grêmio e Internacional dividiam os títulos até 1998 quando o Juventude de Caxias do Sul quebrou a hegemonia da dupla Grenal.

Mas, teve um intruso nesta sequencia de tantos títulos da dupla. O Sport Club Renner de Porto Alegre foi campeão em 1954 quando o campeonato ainda era dividido por regiões.

O Renner foi fundado por funcionários da A.J. Renner em 1931 empresa sediada na Zona Norte da capital gaúcha. Seu estádio era o Tiradentes com capacidade para 6 mil torcedores plantado entre as avenidas Sertório e Farrapos.

Festa do campeão defronte ao Estádio Tiradentes

A equipe formada por jogadores encostados no São José, no Internacional e no Grêmio, chamados de “refugos” que não deram muito certo nestes times. Dois jogadores deste time se tornaram personagens do futebol brasileiro. O goleiro Valdir de Moraes e o meia Ênio Andrade. 

O Renner aplicou duas goeladas históricas, ganhando de seis do Grêmio e de quatro do Internacional, terminando invicto a fase Metropolitana do campeonato. 

O título estadual foi decidido num triangular com a participação, além do Renner, do Brasil de Pelotas campeão da Região Litoral Sul e do Ferro Carril de Uruguaiana, campeão da Região Fronteira.

O Renner também venceu o triangular de forma invicta, derrotando o Ferro Carril duas vezes, por 2x1 em Uruguaiana e 1x0 em Porto Alegre. Contra o Brasil o Renner empatou em 1x1 jogando em Pelotas e no jogo final venceu por 3x0 em Porto Alegre.

Renner campeão gaúcho invicto em 1954.
 

João Nassif
Por João Nassif 13/02/2019 - 07:28

Todo ano a cada início de Copa do Brasil lembramos a conquista do Criciúma em 1991. Bons tempos que dificilmente serão repetidos, mas de qualquer forma sempre fica a expectativa de uma participação digna pelo passado vitorioso. Hoje um novo início, desta feita em Santarém no interior do Pará. Pelo desconhecimento do adversário, olhando apenas a campanha no campeonato paraense onde o São Raimundo vai de mal a pior podemos afirmar que o Criciúma tem todas condições de passar de fase ainda mais que o regulamento é favorável, um simples empate basta para a classificação.   

SOLITÁRIO
A revista francesa France Football, uma de maior prestígio no mundo do futebol, trouxe agora em fevereiro um ranking dos maiores clubes do planeta. São vários critérios para este ranking ser apurado, inclusive um critério subjetivo que é a mística das equipes. Somente um brasileiro, o Santos FC aparece na lista dos 30 maiores clubes do mundo. O Santos é o 27º empatado com o Galatasaray da Turquia, Independiente da Argentina e América do México. Pelos critérios os três têm 18 pontos. O primeiro no ranking é o Real Madrid com 184 pontos seguido pelo Barcelona com 177.

PRIMEIRA GRANDE DECISÃO
Hoje um dos times que mais investiu em 2019 no futebol brasileiro terá sua grande prova de fogo. O São Paulo que contratou entre outros o goleiro Tiago Volpi e o atacante Pablo, além de ter repatriado novamente o meia Hernanes foi derrotado no jogo de ida em Córdoba por 2x0 pelo Talleres e hoje precisa vencer por três gols de diferença para avançar na Copa Libertadores. Missão duríssima, nem tanto pelo adversário, mas pelo momento que o time está vivendo na temporada.

ÚNICO VIRGEM
A Venezuela é o único país da América do Sul que não conseguiu disputar uma única Copa do Mundo. Participou pela primeira vez das eliminatórias em 1966 e de lá até agora tentou em todas elas sem alcançar o sonho de disputar uma fase final de um Mundial. Os venezuelanos jogaram 140 partidas valendo pelas eliminatórias com 25 vitórias, 25 empates e 90 derrotas. Marcaram 120 gols e sofreram 314.

POUCAS PRESENÇAS
Dos 10 países que compõe a CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol) os que estiveram menos vezes em Mundiais são o Equador e a Bolívia. Os dois participaram em três das 21 Copas do Mundo que já foram realizadas. Os bolivianos nas três vezes foram eliminados ainda na primeira fase, em 1930, 1950 e 1994. No total fizeram seis jogos com um empate e cinco derrotas, marcaram apenas um gol e sofreram 20. Já o Equador que participou das Copas de 2002, 2006 e 2014, somente em 2006 ultrapassou a primeira fase chegando às oitavas de final. Realizou 10 jogos com quatro vitórias, um empate e cinco derrotas, marcou 10 gols e sofreu 11.

MEMÓRIA
13/02/2006 – “RECOMEÇO”

Já deu para ver que o Criciúma tem um bom time, mas não tem plantel. Este bom time supera a fragilidade dos laterais. Os três ontem foram de fazer chorar. E na Copa do Brasil, temos que rezar para que nenhum titular fique de fora. Com Fabiano, Márcio Alemão, Luciano, Leandro Guerreiro, Athos, Marcelo Rosa, Delmer e Dejair, o Criciúma poderá chegar longe na disputa
 

João Nassif
Por João Nassif 12/02/2019 - 13:30

O campeonato catarinense de futebol foi disputado pela primeira vez em 1924 e teve o Avaí como campeão. Avaí, aliás que reinou soberano na década de 1920.

Avahy campeão em 1924

Nos sete campeonatos disputados durante aquela década o Avaí venceu cinco com um vice-campeonato em 1925 quando o campeão foi o Externato, time do Colégio Catarinense. Outro campeão na década foi o Caxias de Joinville em 1929.

Com o passar dos anos outras equipes conseguiram o título, muitas do interior do Estado como o Lauro Muller, o CIP (Cia. Ind. de Phosphoros) de Itajaí, Ipiranga de São Francisco do Sul, mas Avaí e Figueirense continuaram com a hegemonia estadual.

A partir de 1947 com o título do América de Joinville o eixo das conquistas mudou para o interior. Além do América, o Olímpico de Blumenau, Carlos Renaux de Brusque, Caxias e Operário de Joinville, Hercílio Luz e Ferroviário de Tubarão, Metropol e Comerciário de Criciúma, Marcílio Dias de Itajaí, Internacional de Lages, Perdigão de Videira, todos campeões estaduais.

Somente em 1972 a capital recuperou a hegemonia com Figueirense e Avaí ganhando quatro títulos alternadamente, até que surgiu o Joinville que a partir de 1976 dominou o estado sendo campeão nove vezes em 10 campeonatos.

A partir de 1986 o Criciúma derrubou a hegemonia do Joinville tornando-se a maior força de Santa Catarina. Daí em diante é uma outra história que será contada em breve aqui neste espaço. 
 

João Nassif
Por João Nassif 12/02/2019 - 07:35

O Criciúma vai subindo degrau por degrau na tabela de classificação do campeonato estadual. Antes da rodada passada era o sexto, com os resultados ficou na quinta posição e terá no final de semana a chance de entrar no G-4. Com as vitórias dos lideres Figueirense e Chapecoense e do Avaí, terceiro colocado, os três pontos sobre o Metropolitano fizeram com que o Criciúma ficasse somente a dois pontos do Marcílio Dias que empatou com o Joinville. 

SERÁ?
Na próxima rodada, penúltima do primeiro turno o Criciúma irá a Joinville que ainda não teve uma vitória sequer. Em sete jogos foram seis empates, que somados à derrota no Ceará pela Copa do Brasil deixam o antigo dono de Santa Catarina numa situação de risco em se tratando de rebaixamento. É jogo para o Criciúma mostrar que a vitória sobre o Metropolitano não foi somente pela fragilidade do adversário e que o trabalho está evoluindo para colocar o time na zona de classificação para as semifinais. 

SE VENCER QUALIFICA?
Neste meio tempo entre jogos do campeonato estadual o Criciúma começará amanha sua caminhada em mais uma Copa do Brasil. Pode se classificar com um simples empate, mas convenhamos o adversário, São Raimundo de Santarém-PA é o lanterna de seu grupo no estadual paraense, conquistou apenas um ponto em quatro jogos, portanto sua fase não é boa. O Criciúma pode se aproveitar de mais um frágil adversário, pular para a segunda fase e aumentar sua cota de participação. Quem sabe com mais alguma grana o presidente possa investir e dar mais qualidade ao time. 

FUTURO INCERTO
O fiasco da seleção brasileira sub-20 no campeonato sul-americano disputado no Chile mostra a forma como a CBF trata suas categorias de base. O descaso é tamanho que a cúpula da seleção principal não deu a mínima para a sub-20, tanto que nenhum membro da comissão técnica foi ao Chile acompanhar a garotada. Preferiram ficar observando o tratamento do Neymar que fraturou o pé pela segunda vez e acompanhando de perto os mesmos jogadores de convocações anteriores que certamente serão novamente chamados. Por isso faz tempo que a seleção não ganha nada importante e pelo desleixo com a base deverá ficar mais tempo batendo palmas para os europeus que a mais de uma década domina o futebol mundial.

FORA DO MUNDIAL
Só para registrar, no sul-americano sub-20 a seleção brasileira ficou em 5º lugar no hexagonal final com apenas cinco pontos e à frente somente a Venezuela que ficou com quatro. Equador, Argentina, Uruguai e Colômbia são os classificados para o Mundial da categoria.

MEMÓRIA
12/02/2003

Como já está institucionalizado no futebol brasileiro, escalação do time só minutos antes do jogo. O técnico Abel Ribeiro colocou várias hipóteses um pouco antes da viagem para Florianópolis. E fica a especulação, será com três zagueiros, dois volantes, um ou dois atacantes? Prefiro ficar na expectativa, pois estarei na Ressacada e penso que o treinador sempre irá optar pelo melhor, pois conhece os jogadores, sabe o potencial de cada um e quem é que poderá se enquadrar melhor no seu sistema de jogo. Se escalar os melhores, se tiver que alterar e proceder com inteligência, o Criciúma pela qualidade de plantel que tem estará próximo da primeira vitória fora de casa no catarinense.


 

João Nassif
Por João Nassif 11/02/2019 - 13:43

A primeira Taça Brasil, embrião da atual Copa do Brasil foi disputada em 1959 e o EC Bahia foi o primeiro campeão.

Para conquistar o título o tricolor baiano disputou 14 jogos obtendo nove vitórias, dois empates e foi derrotado em apenas três oportunidades. Seu ataque marcou 25 gols e sua defesa sofreu 18.

 

Na primeira fase o Bahia superou o CSA de Alagoas com duas vitórias, 5x0 em Maceió e 2x0 em Salvador.

Venceu a decisão do Grupo Nordeste depois de empatar com o Ceará em 0x0 jogando em Fortaleza e 2x2 em Salvador. No terceiro jogo, também em casa o Bahia venceu por 2x1.

Vencedor do Grupo Nordeste o Bahia foi para a decisão da Zona Norte contra o Sport Recife. Primeiro jogo vitória dos baianos em Salvador por 3x2. No segundo o Sport venceu de goleada, 6x0. No terceiro jogo disputado também em Recife o Bahia conseguiu a vitória por 2x0.

Nas semifinais o Bahia enfrentou o Vasco da Gama, campeão do Estado da Guanabara. Venceu em São Januário por 1x0, perdeu em Salvador por 2x1 e no jogo desempate venceu novamente em Salvador por 1x0.

Finalmente a decisão do torneio contra o melhor time brasileiro naqueles tempos, o Santos de Pelé & Cia. O primeiro jogo foi na Vila Belmiro e o Bahia surpreendeu vencendo por 3x2. No jogo da volta deu a lógica, Santos 2x0 em Salvador.  

Baianos com a Taça Brasil

A partida decisiva foi jogada no Maracanã no dia 29 de março de 1960 e o Bahia conquistou o título da primeira Taça Brasil da história vencendo o poderoso Santos por 3x1. 
 

João Nassif
Por João Nassif 11/02/2019 - 07:28

Não foi a vitória dos sonhos do presidente Jaime Dal Farra que queria uma goleada de 4x0, mas o importante foi vencer e estancar uma crise que poderia trazer danos irreparáveis na campanha do Criciúma na temporada. Era primordial derrotar um adversário dos piores no campeonato e ficar próximo da zona de classificação. A vitória alivia a pressão pelos maus resultados e deixa o time mais confiante para jogar em Santarém na quarta-feira abrindo a participação na Copa do Brasil.

BARBADA
Em momento algum o Criciúma foi molestado pelo Metropolitano que além de penúltimo colocado tem o pior ataque do campeonato. Sem vitória e com apenas dois gols marcados em sete jogos o time agora treinado por Abel Ribeiro é forte candidato ao rebaixamento. Sem ataque e com uma defesa horrorosa dificilmente irá se sustentar na primeira divisão.

BENDITA BOLA PARADA 
O filme vai se repetindo, sem maiores arroubos de investimento o Criciúma tem sobrevivido das bolas paradas. Foi assim na série B do ano passado com o técnico Mazola Júnior e Doriva que não é bobo nem nada repete a receita. Ontem um gol de falta e outro num cruzamento de escanteio, o estreante Platero subiu sozinho para marcar seu gol. Dos cinco que o time fez até agora, três foram produtos da bola parada. 

DESCASO IMPUNE
As tragédias se repetem por absoluta falta de respeito que muitas pessoas têm pelo ser humano. O descaso alcança proporções que fogem ao entendimento e vidas humanas são simples números que valem somente para estatísticas. E os poderosos, canalhas por natureza se escoram em um judiciário que protela punições da mesma intensidade das tragédias, gerando a impunidade que é bem explorada por bons advogados. Este é o nosso Brasil!

MÍDIA COMPANHEIRA
Tenho acompanhado no twitter alguns repórteres e comentaristas que após a tragédia no Ninho do Urubu se apressaram em eximir, num primeiro momento, o clube de qualquer responsabilidade até que sejam apuradas as circunstancias do incêndio que vitimou os 10 garotos da base do Flamengo. Tudo bem, tudo tem que ser apurado, mas fosse um clube de pequeno porte que trancafiasse seus atletas num container com a porta de saída trancada, certamente o enfoque seria outro.  

CONVERSINHA MOLE
Sempre nas tragédias os responsáveis vêm à público declarar solidariedade às vítimas e proclamar que tudo tem que ser bem apurado. Com o presidente do Flamengo não foi diferente, diferente foi o CEO do clube, Reinaldo Belotti, afirmar eu as instalações eram consideradas confortáveis rebatendo a afirmação do Corpo de Bombeiros de que os containers eram um “puxadinho”. Mesmo sendo um clube do tamanho do Flamengo tudo tem que ser bem apurado e os responsáveis punidos exemplarmente. 

MEMÓRIA
11/02/2010 – “NORDESTÃO”

Fazia tempo que eu não comentava um jogo em situação tão difícil como ontem em Imbituba. Estava com o Joel num palanque estreito e que balançou o tempo todo em razão da ventania. Dava a impressão de estarmos num bote em alto mar. Depois de dois jogos sob intenso calor no HH, enfrentar o vento em Imbituba foi como sair de um inferno e entrar em outro. São situações que somente o rádio proporciona.

João Nassif
Por João Nassif 10/02/2019 - 08:28

Continuando a falar sobre o tênis, hoje aqui no Almanaque da Bola vou destacar os Grand Slam que são os torneios mais importante do esporte tanto em termos de pontos no ranking mundial, como nos valores em dinheiro e principalmente na atenção do público.

Em cada temporada são quatro torneios chamados em Grand Slam, o Australia Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open que são disputados nesta ordem. O primeiro e o último são jogados em quadras duras, de concreto, asfalto ou acrílico, Roland Garros é jogado no saibro e Wimbledon na grama.

O maior vencedor entre os homens no Australia Open é o sérvio Novak Djokovic com sete títulos e entre as mulheres a inglesa Margaret Court venceu 11 vezes o torneio ainda na era amadora dos Grand Slam.

Margaret Court

Quem mais venceu em Roland Garros foi o espanhol Rafael Nadal com 11 títulos e entre as mulheres a maior vencedora foi a norte-americana Chris Evert com sete conquistas.  

Em Wimbledon o maior vencedor é o suíço Roger Federer que venceu na grama em oito oportunidades. Martina Navratilova com nove títulos é a maior vencedora entre as mulheres nas quadras de Wimbledon.

Finalmente no US Open, tivemos vários tenistas norte-americanos vencendo o torneio na era amadora. Na era moderna os maiores vencedores entre os homens são também dois norte-americanos Jimmy Connors, Peter Sampras e o suíço Roger Federer com cinco títulos cada um. 

Na era moderna as norte-americanas Chris Evert e Serena Williams são as maiores vencedoras com seis títulos.
 

João Nassif
Por João Nassif 09/02/2019 - 11:52

A propósito da edição nº 49 estar sendo disputada em Criciúma vou destacar no Almanaque da Bola de hoje o Banana Bowl que é um torneio de tênis da série juvenil da ITF (International Tennis Federation) e da Confederação Sul-Americana de Tênis.

Foi criado em 1968, durante o congresso do campeonato sul-americano em Caracas, na Venezuela. O nome Banana foi sugerido por Alcides Procópio, então presidente da Federação Paulista de Tênis, que gostaria de criar uma versão tropical do Orange Bowl. "Já que copiamos tudo dos Estados Unidos e eles têm o Orange Bowl, então nós teremos o Banana Bowl", disse Procópio em 1998, ao lembrar da criação do evento.

Ganhadores do torneio em Criciúma-2018-categoria 18 anos

No início o nome soava estranho, mas já apareciam participantes e, em 1970, saiu o primeiro torneio oficial. No começo apenas jogavam sul-americanos mas, em 1976, apareciam os primeiros mexicanos e estadunidenses. Como o peso da competição ganhava força, vários tenistas que fariam sucesso começaram a participar, casos de John McEnroe, Ivan Lendl, Gabriela Sabatini e Gustavo Kuerten.

Até 2007 o torneio contava com pontuação Grade A n o ranking mundial juvenil e desde então passou a ser Grade 1, a segunda maior pontuação da ITF. Foi criado em São Paulo e não tem sede fixa e já passou por várias cidades entre elas as catarinenses Florianópolis, Blumenau, Gaspar, Itajaí e Criciúma que recebe o torneio pelo terceiro ano consecutivo. 

Desde sua primeira edição em 1969 o Banana Bowl não foi disputado apenas em 1993 devido a problemas financeiros da Confederação Brasileira de Tênis. 
 

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