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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Arthur Lessa 30/06/2025 - 08:25 Atualizado em 30/06/2025 - 08:25

O Ibovespa recuou 0,18% na sexta-feira, fechando aos 136.866 pontos, na contramão das bolsas americanas, que renovaram máximas históricas.

Em Wall Street, o S&P500 subiu 0,52% e fechou o dia aos 6.173 pontos, superando o recorde anterior, de 6.144 pontos, atingido em 19 de fevereiro.

No exterior, investidores reagiram ao avanço das negociações comerciais entre EUA e China e à queda de 0,3% do PCE em maio – indicador de gastos pessoais que costuma ser monitorado pelo Federal Reserve para decisões de política monetária.

Em dia de maior tolerância ao risco, investidores americanos buscaram ativos em outros mercados e o dólar caiu globalmente. Contra o real, a moeda americana recuou 0,27% e fechou a sessão cotada a R$ 5,48.

Ainda na sexta-feira, com a publicação do decreto legislativo (176/2025) na edição do Diário Oficial da União, voltaram a valer as alíquotas antigas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

E, enquanto o Governo se movimenta para judicializar a decisão do Congresso, buscando o Supremo Tribunal Federal para reversão da decisão, os investidores e cidadãos e geral que pagaram os impostos majorados se perguntam: posso pedir restituição?

O raciocínio faz sentido, já que o que aconteceu não foi o fim da vigência das regras decretadas, mas sim uma anulação, que torna inválidas as medidas.  

Esse tema foi abordado por diversos veículos como a revista Exame, que entrevistou o advogado Ranieri Genari, da Comissão de Direito Tributário da OAB de Ribeirão Preto. Ele destacou que existe a possibilidade de solicitar o reembolso do IOF pago a mais no período, mas as chances de receber a diferença de volta são pequenas, seja pela esfera administrativa ou judicial.

A chance de sucesso, segundo o advogado, está no reconhecimento de desvio de função, com a justiça entendendo que o IOF é regulatório, mas foi alterado para arrecadatório. Mas ele reforça que são hipóteses de difícil aceitação.

E tem novidade importante no mercado de fundos de investimento. Termina hoje o prazo de adaptação dos fundos à Resolução CVM 175, uma nova regulação que está mudando essa indústria de maneira bastante profunda.

Para os cotistas dos fundos, as novas regras tem possibilitado o acesso a mais produtos com transparência maior. Por outro lado, é importante escolher bem os produtos investidos, já que aumentaram as exigências sobre as gestoras.

Uma das principais mudanças, ao meu ver, é a divulgação mais detalhadas das taxas dos fundos de investimento. É importante pro investidor saber quanto da taxa de administração que ele paga é destinada à gestão do fundo e quanto é destinado, por exemplo, para comissões que  assessores e corretoras recebem para “vender” o fundos aos seus clientes.

Esse é, inclusive, mais um passo importante que foi dado para combater uma indústria de incentivos perversos que leva muito investidor a aceitar colocar um bom dinheiro em produtos claramente ruins, mas que pagam gordas comissões a quem os vende. 

O maior exemplo de como esses incentivos agridem os investimentos é o COE (Certificado de Operações Estruturadas), que é um veículo extremamente complexo (igual uma salsicha, ninguém sabe ao certo o que tem dentro), sem liquidez (dinheiro preso por 5, 7, 9 ou mais anos), rende muito abaixo do mercado e paga até 4% de comissão ao assessor que o coloca nas carteiras dos clientes.   

A indústria de fundos do Brasil é a sexta maior do mundo: inclui 41 milhões de contas, 33 mil fundos, 1 mil gestoras e R$ 9 trilhões de patrimônio.

Os detalhes sobre essas mudanças serão assunto no 60 Minutos de hoje.

Na agenda de hoje, o Banco Central divulga mais uma edição do Boletim Focus, que será impactada pela divulgação do IPCA-15 na semana passada, com alta de 0,26%, indicando uma desaceleração em relação à alta de 0,36% apurada em maio.

Por Arthur Lessa 03/09/2025 - 16:12 Atualizado em 03/09/2025 - 16:14

O começo da jornada: acumular patrimônio

Na jornada de quem investe, o começo costuma ser movido por um objetivo muito claro: juntar mais moedas, acumular patrimônio e ver o capital crescer.
A lógica é simples — aportar todo mês, reinvestir os rendimentos, buscar crescimento.
É quase como um videogame em que cada etapa vencida aumenta o tesouro.

O ponto de virada: proteger o que já foi conquistado

Com o tempo, esse jogo vai mudando. Depois de acumular certo patrimônio, o desafio não é mais apenas somar novas moedas, mas proteger o patrimônio que já foi conquistado.
Afinal, de pouco adianta passar anos construindo um castelo, se ele não estiver protegido contra riscos e tempestades.

Quando a estratégia de investimentos precisa mudar

É nesse ponto que muitos investidores percebem que precisam de um olhar diferente.
A estratégia deixa de ser apenas “como ganhar mais” e passa a ser também “como não perder o que já tenho”.

Aqui entram conceitos como:

  • Diversificação

  • Preservação de capital

  • Liquidez

  • Consistência ao longo do tempo

Esses fatores passam a pesar mais do que simplesmente buscar a maior rentabilidade.

Sustentando o patrimônio no longo prazo

Essa transição é fundamental para quem deseja garantir que seu patrimônio siga sólido ao longo dos anos.
E, nesse processo, vale buscar apoio — seja em leituras, em conversas com quem já viveu essa fase ou até com um consultor que ajude a enxergar pontos cegos.

Porque cada fase exige um tipo de jogo. Reconhecer a hora da virada pode ser o que faz a diferença entre apenas acumular e, de fato, sustentar o patrimônio ao longo do tempo.

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 07:41 Atualizado em 19/11/2025 - 08:08

O risco que os profissionais responsáveis do mercado financeiro tanto alertavam, se concretizou. O Banco Central está liquidando o Banco Master. 

Ou seja, o Banco Master será fechado, tudo que não for dinheiro será vendido, esse valor será somado ao que o banco ja tem de dinheiro e os credores serão pagos. 

E, quando falamos de credores, estamos falando também de investidores de CDBs, LCIs, LCAs e afins. Até porque, caso nunca tenham te explicado dessa maneira, cada vez que você investe num CDB você está emprestando dinheiro para o banco e, por consequência, o banco tem uma dívida com você.

Mas, levando em conta que a situação chegou a esse ponto de insolvência, é possível que o patrimônio do Master não seja suficiente para pagar a dívida toda. O que acontece nesse caso?

Socorro FGC!

Boa parte dos investimentos em títulos bancários são protegidos por uma espécie de “reserva de emergência" do sistema bancário chamada de Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é abastecido pelos bancos de acordo com a quantidade de dinheiro que pegam emprestado de investidores.

Mas, como até esse dinheiro é finito, o FGC limita o montante protegido por CPF a R$ 250 mil por instituição e total de R$ 1 milhão. Ou seja, se você tem R$ 300 mil investidos no mesmo banco, vai receber só R$ 250 mil. Perdeu R$ 50 mil.

Como recupero esse dinheiro?

  • O Evento Ocorre: A garantia do FGC é acionada automaticamente quando o Banco Central (BC) decreta a intervenção, liquidação extrajudicial ou falência da instituição financeira associada.
  • FGC é Informado: O liquidante (nomeado pelo BC) fornece ao FGC a lista completa de credores (pessoas com dinheiro a receber) e os valores devidos.
  • FGC Inicia o Pagamento: O FGC elabora o plano e o calendário de pagamentos.
  • Comunicação ao Credor: O FGC divulga em seu site e na mídia (normalmente em até 15 dias após a decretação) os procedimentos, local e data para o pagamento da garantia.
  • Requerimento e Recebimento: O credor (você) deve apresentar a documentação necessária (geralmente documento de identidade, comprovante de residência e, às vezes, a documentação original da aplicação) no local indicado (geralmente uma agência bancária definida pelo FGC) para receber o valor garantido.

Para solicitar esse ressarcimento, você precisa instalar o aplicativo do FGC no seu celular. Os links para baixá-lo nas lojas de aplicativos são os seguintes:

Por Arthur Lessa 17/01/2026 - 10:29 Atualizado em 17/01/2026 - 12:29

Passados 60 dias desde a liquidação do Banco Master, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) finalmente confirmou a conferência da lista de investidores afetados e liberou o sistema de pedidos de restituição. São mais de 1,6 milhão de investidores atingidos pelo caso e que receberão até R$ 250 mil de volta pelo FGC, mas muitos estavam acima desse limite e perderam anos de economias.

Para os investidores que tem dinheiro a receber do FGC, eu expliquei o processo de pedido num texto anterior, que você pode encontrar aqui: Meu dinheiro estava no Banco Master. Como recupero?

Além disso, você pode conferir mais detalhes nessa matéria do 4oito.

Mas nesse texto eu quero te provocar a pensar no que deve acontecer a partir de agora. Que lição pode (e deve) ser apredida desse caso?

Questão de prioridades

A quebra do Banco Master é envolta em polêmicas e denúncias de fraudes bilionárias, mas atingir mais de 1,6 milhão de investidores é efeito de um esforço comercial intensivo e que ilustra de maneira gritante o caráter perverso do modelo comissionado (chamado de comission based) de assessores de investimento.

Ao oferecer comissões muito acima da média de mercado para a distribuição dos seus CDBs, o Master estimulava os profissionais responsáveis pela orientação de investimentos dos clientes a "esquecer" o risco altíssimo que os investidores estavam assumindo e oferecendo o produto como "extremamente seguro" por ser renda fixa.

Um profissional minimamente competente sabe que o conceito de que toda renda fixa é segura é falso. E, sabendo disso, se for minimamente ético, deixará claro a que nível de segurança cada investimento está sujeito.

Acontece que, quando a remuneração serviço é ditada diretamente pelo produto investido, sendo normalmente mais alta para aqueles de maior risco e/ou menor qualidade, o prioridade sai do cliente e se volta ao assessor. Tem profissionais que se rendem mais ou menos à tirania da comissão, mas nesse modelo as pressões vem também de cima, o que torna a isenção insustentável.

Não é um problema individual de profissionais. É um problema de modelo. E quando modelo é sujo, o resultado nunca é limpo.

Questão de confiança

E sob a pressão desse conflito de interesses normalmente desconhecidos do publico, muitos profissionais são vistos por investidores como "portos seguros", como pessoas de confiança que tomarão as melhores decisões para o dinheiro suado do investidor. Mas, se fosse assim, não teriamos tantos Masters, COEs e afins dominando carteiras por aí. 

Estar entre os 1,6 milhão de investidores atingidos pelo Master é um sinal de que, provavelmente, você está sendo assessorado por alguém que é guiado pela comissão. E, sendo guiado pela comissão, coloca os próprios interesses a frente da segurança do dinheiro do cliente. 

Sim, o FGC vai pagar. Sim, você vai receber de volta parte do investimento (já que não rendeu nada desde o dia 18/11). Mas o caso é sintomático. Você manteria um motorista que dirige de maneira perigosa o seu carro só porque o seguro paga um novo em caso de um acidente?

Tendo isso em mente, a pergunta que eu te faço, leitor, é a seguinte: se alguém te colocou nesse risco, você vai confiaria de novo o seu dinheiro a essa pessoa?

Parece uma pergunta simples e de resposta óbvia, mas provavelmente você está nessa situação e não tinha levantado essa questão. 

O modelo confiável

 Juntando os pontos levantados antes, podemos resumir que: investidores do Master são clientes de assessores (ou semelhantes) que colocaram "ganhar mais" acima de "proteger o patrimônio do cliente". Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Para corrigir o problema, é preciso eliminar o fato gerador: a comissão.

Eliminando a comissão, que diferencia um produto de outro, o profissional perde o incentivo de usar o dinheiro do cliente em benefício próprio. E, sem esse incentivo, o que resta é entender o que é melhor para o investidor e atender essa demanda da maneira mais eficiente, ética e segura que for possível.

Esse modelo existe nas consultorias de investimento, é o que adotamos desde a fundação da API Capital, e é o que mais tem crescido no Brasil por ser o mais benéfico ao investidor. Nesse modelo, chamado de fee based (baseado em taxa), o consultor é remunerado pelo valor que gerencia, não pelos produtos que escolhe para esse patrimônio.

Se o investimento for todo em small caps (risco alto) ou títulos públicos (risco baixíssimo), a remuneração do consultor é a mesma. Além disso, como não recebe comissão por operação realizada, é incentivado e criar carteiras eficientes e que necessitem de poucas mudanças. E as comissões, quando geradas, voltam ao cliente como cashback.

Conflito zero. Alinhamento total com o investidor.

Invista melhor

Então, estando ou não entre as vítimas do Banco Master, se você quiser ter certeza que seu dinheiro está bem investido, seguro e trabalhando para os seus objetivos de vida, conheça a conheça a API Capital Investimentos pelo WhatsApp (48) 99119-4386 ou ou me chame pelo Instagram @oarthurlessa.

Por Arthur Lessa 01/12/2025 - 09:20 Atualizado em 01/12/2025 - 10:57

Investir é um jogo de plantar e colher. Entregar agora para receber lá na frente. E o meio do caminho, muitas vezes, é psicologicamente desafiador.

E, hoje, eu nem estou falando de disciplina, do dinheiro que você deixa de usar hoje para investir para o futuro. Estou falando do que vem depois, da escolha dos investimentos que receberão esse dinheiro.

Hoje, por exemplo, estamos num cenário de taxa Selic em 15% ao ano, que faz com que seja muito difícil encontrar alguma opção com a relação de risco/retorno melhor que um CDB pós-fixado de 100% do CDI. É colocar na renda fixa de esperar o 1,15% ao mês.

Acontece que esse nível de Selic não vai ficar. Nunca fica nesse nível. É insustentável. Então vai cair em algum momento. E quando cair, trará bons retornos para quem estiver com a carteira preparada.

Uma boa estratégia para aproveitar um movimento de queda da taxa de juros é investir em renda fixa prefixada, aquela com taxa fixa do começo ao fim. 

Hoje o Tesouro está oferecendo 13,29% para o titulo que vence em 13,29%. Se você investir nele hoje e mantiver ele na sua carteira quando a taxa Selic estiver em 12% ao ano, por exemplo, ele estará te entregando uma rentabilidade maior que a Selic, além de valorizar na marcação a mercado.

E é aqui que vem o desafio mental…

O problema é que, enquanto a Selic não estiver mais baixa que a rentabilidade do seu título, você verá no aplicativo da XP, BTG ou outra corretora que use, que seu investimento está "perdendo" para o CDI. 

Mas será que isso é uma derrota mesmo? Será que você está perdendo dinheiro ou apenas tomando impulso para buscar o prêmio lá na frente?

E é claro que esse é um exemplo simbólico! 

Não existe receita pronta que sirva para todos os investidores.

A lição que fica é: investir é um jogo de paciência, onde o prêmio não vai para o mais apressado, mas sim para o mais estratégico. E, como você viu, essa estratégia tem nuances psicológicas e técnicas que vão muito além do que o aplicativo da sua corretora mostra.

É justamente para dar clareza a esse cenário, manter o foco no longo prazo e garantir que você não desista na primeira oscilação que o apoio de um profissional se torna indispensável.

Invista melhor com a API Capital

Se você busca uma estratégia personalizada que entenda a complexidade do mercado, sem te deixar refém das emoções e das flutuações diárias, não perca tempo. Traga seus objetivos e investimentos para a API Capital e vamos, juntos, transformar o seu impulso de hoje em um grande prêmio amanhã.

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 12:08 Atualizado em 19/11/2025 - 12:23

No Invista-se de hoje, Arthur Lessa e Guilherme Barbosa mergulham numa das crises mais sensíveis do sistema financeiro brasileiro: a liquidação extrajudicial do Banco Master.

Vamos destrinchar os motivos — uma crise de liquidez “grave”, segundo o Banco Central —, as possíveis “violações” regulatórias e o impacto direto no mercado: desde a pressão sobre outras ações bancárias até o estresse sobre o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) .

Também falaremos sobre como a situação pode afetar investidores que tinham CDBs ou outros papéis ligados ao Master, e o risco sistêmico que esse tipo de crise gera para quem investe — seja por risco de crédito ou por contágio macro. Se você investe em renda fixa ou está preocupado com a solidez do sistema bancário para proteger seu patrimônio, essa live é para você.

 

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 12:08 Atualizado em 19/11/2025 - 12:22

No Invista-se de hoje, Arthur Lessa e Guilherme Barbosa mergulham numa das crises mais sensíveis do sistema financeiro brasileiro: a liquidação extrajudicial do Banco Master.

Vamos destrinchar os motivos — uma crise de liquidez “grave”, segundo o Banco Central —, as possíveis “violações” regulatórias e o impacto direto no mercado: desde a pressão sobre outras ações bancárias até o estresse sobre o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) .

Também falaremos sobre como a situação pode afetar investidores que tinham CDBs ou outros papéis ligados ao Master, e o risco sistêmico que esse tipo de crise gera para quem investe — seja por risco de crédito ou por contágio macro. Se você investe em renda fixa ou está preocupado com a solidez do sistema bancário para proteger seu patrimônio, essa live é para você.

 

Por Arthur Lessa 22/10/2025 - 11:31 Atualizado em 22/10/2025 - 11:34

No Invista-se de hoje, Guilherme Barbosa e eu vamos explicar de forma simples e prática o que é a Taxa Selic, como ela se relaciona com o IPCA e por que influencia diretamente os seus investimentos.

Você vai entender por que mudanças na Selic afetam desde a rentabilidade da renda fixa até o desempenho da bolsa, e como ajustar sua estratégia de investimentos em cada cenário de juros.

Acompanhe ao vivo e clique aqui para participar com perguntas sobre "mãe" dos juros do Brasil

 

Por Arthur Lessa 22/09/2025 - 11:22 Atualizado em 22/09/2025 - 11:26

O gestor Christian Keleti costuma repetir: “vai faltar papel na Bolsa”. A tese faz sentido — cada vez mais empresas saem do mercado e poucas entram. Mas a BEE4, braço de acesso à renda variável, quer virar esse jogo.

Conversei com Rodrigo Fiszman, chairman da BEE4, sobre o Rota Fácil, um programa que promete derrubar as barreiras de custo e burocracia para pequenas e médias empresas que sonham em captar recursos sem, necessariamente, abrir o capital.

O Rota Fácil é gratuito e aceita inscrições até 15 de outubro para empresas com faturamento anual entre R$ 10 milhões e R$ 500 milhões. As participantes recebem um diagnóstico de maturidade para o mercado de capitais. As 15 melhores apresentam um pitch para uma banca de empresários. As 10 vencedoras ganham assessoria jurídica de escritórios de ponta, auditoria completa e isenção das taxas da BEE4 e da CVM — um pacote que poderia custar centenas de milhares de reais.

Mais importante: a listagem não obriga a fazer IPO. Estar registrado na CVM abre portas para captar dívida mais barata e negociar com bancos e investidores em outro patamar. Como lembrou Fiszman, “existe um bolso de trilhões de reais que só pode comprar crédito de companhias listadas. E hoje apenas cerca de 600 empresas têm esse registro”.

Com a Selic em queda e liquidez voltando à Bolsa, quem se preparar agora pode aproveitar a próxima janela de oportunidades. Para se inscrever e saber mais, acesse bee4.com.br.

Por Arthur Lessa 18/09/2025 - 11:34 Atualizado em 18/09/2025 - 11:52

Se um carro bate, aciona-se o seguro. Mas e quando o “acidente” é um processo judicial por erro — ou suposto erro — no trabalho? Para profissionais que lidam diretamente com clientes e podem causar prejuízo a terceiros, existe uma proteção específica: o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RC Profissional).

Em entrevista ao programa 60 Minutos, a especialista Nicole Pasquali, da Stoa Seguros, explicou como funciona essa cobertura, que garante apoio financeiro e jurídico mesmo quando não há culpa comprovada.

Quem deve considerar esse seguro

  • Médicos, dentistas e outros profissionais da saúde – especialmente em áreas de maior risco, como anestesia, cirurgia plástica e estética.

  • Advogados e contadores, que lidam com decisões que podem gerar prejuízos a clientes.

  • Arquitetos, engenheiros e corretores de imóveis ou de seguros.

  • Empresas de serviços que prestam atendimento direto ao consumidor e podem ser processadas por erro ou omissão.

Principais coberturas

  • Honorários advocatícios e custos judiciais – mesmo em simples reclamações, sem processo formal.

  • Indenizações por danos morais e materiais, quando houver erro ou omissão comprovados.

  • Proteção de imagem, incluindo apoio de comunicação em casos de exposição na mídia.

Como é a contratação

  • Questionário rápido de avaliação de risco.

  • Cotação e emissão normalmente em menos de 24 horas.

  • Possibilidade de ajustar retroatividade (cobertura de períodos passados) e limite máximo de indenização.

Por que está em alta

  • Aumento expressivo de processos, especialmente na saúde e na estética: só entre 2020 e 2024, a sinistralidade do setor cresceu cerca de 158%, segundo Nicole.

  • Casos simples podem gerar ações – até um comentário mal interpretado em consultório já resultou em processo.

Nicole resume: “Não basta um erro para que o seguro seja acionado. Basta a reclamação de um cliente.”

A Stoa Seguros é parceira da API Investimentos, onde atuo como consultor.

Para avaliar se o seguro se encaixa no seu perfil, entre em contato comigo pelo whatsapp 48 99119-4386 ou Instagram @oarthurlessa.

Por Arthur Lessa 17/09/2025 - 09:16 Atualizado em 17/09/2025 - 09:55

O noticiário econômico do Brasil tem acompanhando de perto a novela da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasil, negada pelo Banco Central alguns dias atrás.

O ponto principal do tema é a possibilidade de, não fechando o negócio com o BRB, o Master chegar ao ponto de não ter dinheiro em caixa para pagar os CDBs dos investidores e precisar do socorro do FGC.

E eu quero aproveitar o destaque do assunto para reforçar um alerta e quebrar uma imagem muito comum do cidadão sobre investimentos: ações são investimentos sempre arriscados, renda fixa é investimento sempre conservador.

Nem sempre… 

As ações realmente variam de preço constantemente e você acompanha esse movimento pela cotação na bolsa de valores. Então se você comprou a R$ 100 e olha a mesma ação cotada a R$ 90, teoricamente perdeu 10%. Se vender pelos R$ 90, perdeu 10% na prática.

Isso é verdade. Isso acontece. Mas você pode pular do barco no momento que quiser se sentir que está afundando.

Agora, falando da Renda Fixa, o sentimento é diferente. Você investe um valor e acompanha o gráfico de rentabilidade subindo em linha reta, inabalável, seguindo exatamente o que foi contratado.

Mas investir em renda fixa não tem meio termo. É cara ou coroa. Tudo ou nada.

Se um título de renda fixa, como uma debênture, der problema, o emissor não tiver dinheiro para pagar e der um calote, você não vai perder 10% ou 20%, vai perder 100%.  O seu investimento vai a zero.

Cara você ganha, coroa você perde.

E não, eu não estou dizendo para não investir em Renda Fixa ou que toda Renda Fixa é arriscada. 

A ideia aqui é reforçar a importância de uma boa análise de riscos na montagem de uma carteira de investimentos.

Sou Arthur Lessa, consultor de investimentos, e posso te ajudar a investir de forma inteligente e segura.

Me siga no instagram: @oarthurlessa

Por Arthur Lessa 05/09/2025 - 08:11 Atualizado em 05/09/2025 - 12:13

O Banco Central barrou a compra do Banco Master pelo BRB e agora o mercado inteiro quer saber — sem o BRB, o Master vai sobreviver?

A dúvida dos investidores é direta e assustadora:
???? O Banco Master pode quebrar?
???? Se isso acontecer, o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) consegue segurar a bronca ou também entra em colapso?
???? O que vai acontecer com os CDBs do Banco Master nas carteiras do investidores?

Essas perguntas vão ser respondidas ao vivo no 60 Minutos, nesta quinta-feira (5), com análise clara e sem rodeios sobre o risco real para quem tem dinheiro aplicado nos CDBs do Master e sobre os limites de proteção do FGC.

???? Live no YouTube no 60 Minutos, a partir das 12h15.

 

Por Arthur Lessa 28/08/2025 - 11:37 Atualizado em 28/08/2025 - 11:40

Você já conhece os ETFs Irlandeses (UCITS)?
Eles têm se tornado cada vez mais populares entre investidores brasileiros que buscam diversificação internacional e eficiência tributária. Mas afinal, o que são esses fundos e por que eles podem ser uma alternativa interessante aos ETFs americanos tradicionais?

Na live, vou explicar de forma prática:

  • O que são os ETFs UCITS;

  • Quais as principais vantagens em relação aos ETFs dos EUA (incluindo aspectos fiscais e sucessórios);

  • Como investir neles pela plataforma da Avenue.

Se você quer expandir seus horizontes de investimento e entender como dar os primeiros passos para montar uma carteira global mais eficiente, essa é uma oportunidade imperdível.

???? Data e horário da live: 12h45
???? Onde assistir: https://www.youtube.com/live/UdCJDxrgImE?si=XY2Gx6rTY3687oDk

Participe, traga suas dúvidas ao vivo e descubra como os ETFs UCITS podem se encaixar na sua estratégia de longo prazo! ????

 

Por Arthur Lessa 18/08/2025 - 15:17 Atualizado em 20/08/2025 - 08:38

Já faz algum tempo que o mercado questiona se o Brasil teria espaço para uma segunda bolsa de valores, como acontece nos EUA com a tradicional NYSE e a tecnológica Nasdaq, mas a resposta predominante até pouco tempo seria um “não”, tanto pelo mercado pequeno de investidores quanto pelas poucas empresas listadas.

Mas o cenário mudou, novas tecnologias e regulamentações surgiram, como blockchain e Fácil/CVM, respectivamente, e surgiu a oportunidade de criar uma bolsa para as pequenas e médias empresas. E essa nova bolsa foi criada pela BEE4.

Para entender melhor essa nova realidade do mercado brasileiro, tive o prazer de conversar no 60 Minutos com o sócio-fundador e chairman da BEE4, Rodrigo Fiszman. Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo.

O que é a BEE4?

A BEE4 é a primeira bolsa de valores para pequenas e médias empresas no Brasil, autorizada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Diferente de plataformas de tokenização, ela opera como uma bolsa paralela à B3, permitindo que empresas menores possam captar recursos e ganhar visibilidade no mercado de capitais.

Inovação e tecnologia

Segundo Fiszman, a BEE4 utiliza blockchain para simplificar processos e reduzir custos operacionais. A tecnologia não está ligada a criptomoedas, mas sim à eficiência na gestão de dados e operações.

Além disso, a criação do regime regulatório Fácil, lançado em julho, é apontada como um divisor de águas. Fiszman compara o impacto do Fácil ao do Simples Nacional, que facilitou a vida das empresas na área tributária.

Quem pode acessar a BEE4?

Empresas com faturamento anual de até R$ 500 milhões podem se listar na BEE4. Isso abre a possibilidade não apenas de realizar IPOs, mas também de captar crédito mais barato junto a bancos e investidores, fortalecendo a governança e ampliando as oportunidades de crescimento.

Casos de sucesso

Um exemplo já listado é a Mais Mu, marca de snacks saudáveis que realizou seu IPO em 2023 na BEE4. O movimento chamou a atenção da British American Tobacco, dona da Souza Cruz, validando a relevância do modelo.

Além da Mais Mu, outras companhias de menor porte já negociam ações na BEE4, em um ambiente que coloca empresas emergentes lado a lado com gigantes como Petrobras e Vale nos home brokers das corretoras.

Democratização do mercado de capitais

Rodrigo Fiszman reforça que a BEE4 é um passo fundamental para democratizar o mercado de capitais no Brasil. Inspirada em modelos dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, a nova bolsa busca garantir que pequenas e médias empresas, responsáveis por grande parte do PIB e dos empregos do país, tenham acesso a instrumentos antes restritos às grandes corporações.

Por Arthur Lessa 11/07/2025 - 10:28 Atualizado em 11/07/2025 - 10:33

Em um mercado cada vez mais acessível, muitos investidores brasileiros sofrem com carteiras ineficientes, impactadas principalmente por políticas que geram as melhores comissões para os piores produtos financeiros. Para eliminar esses conflitos de interesse, e colocar o investir em primeiro lugar, surgiu recentemente a figura do Consultor de Investimento.

Para explicar melhor esse modelo, converso hoje com os consultores e sócios-fundadores da API Capital, Guilherme Barbosa, Guilherme Folchini e Heitor Oro.

Acompanhe ao vivo pelo YouTube (para participar com perguntas, clique aqui)

 

Por Arthur Lessa 10/06/2025 - 17:18 Atualizado em 11/06/2025 - 07:55

"Se gritar, vai ser pior!” 

Essa frase, tão ouvida por vítimas de agressões físicas, é altamente aplicável às informações que tem vindo diariamente de Brasília.

Menos de 20 dias depois de anunciar um pacotão de aumento (e criação) de alíquotas de IOF em operações de crédito, câmbio e previdência, o Governo Federal vem anunciando diversas novas medidas que, segundo o próprio, tem o objetivo de compensar um possível recuo daquelas anunciadas no último dia 22.

Mas, na prática, o que se vê é uma série de mais aumentos e novos impostos de uma lado, enquanto se finge recuar nos aumentos anteriores. 

O “soco” de hoje oi o anúncio do ministro Fernando Haddad de aumentar de 15% para 20% o imposto de renda (IR) cobrado sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCPs), que é uma modalidade usada por diversas empresas para distribuição de proventos a acionistas. 

Haddad confirmou também que incluirá na medida provisória do novo pacote de impostos a fixação em 17,5% da alíquota de IR sobre investimentos. Atualmente essa modalidade conta com uma tabela regressiva, que vai de 22,5%, para investimentos de até 180 dias, a 15%, para valores investidos por mais de 720 dias.  

Se você é empresário, empreendedor ou profissional liberal e quer proteger seu patrimônio para o futuro, participe do curso INVESTIMENTOS PARA EMPREENDEDORES , no dia 25 de junho, no CRIO (Centro de Inovação de Criciúma)Saiba mais e inscreva-se aqui!

Outros aumentos de impostos anunciados no últimos 20 dias:

  • Fim da isenção de IR para LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e Debêntures Incentivadas, que passarão ter o resultado tributado em 5%;
  • Aumento de 12% para 18% o imposto cobrado sobre faturamento das bets;
  • Eliminação da faixa de 9% da CSLL (Contribuição sobre Lucro Líquido) de instituições financeiras, mantendo apenas as faixas de 15% e 20%;
  • IOF de 5% sobre aportes superiores a R$ 50 mil em VGBL;

Vendo essa sucessão de anúncios, atingindo como um jab no queixo de quem produz e investe, uma parte de mim pensa se não era melhor ter silenciado em 22 de maio. 

Será que não era melhor aceitar aquele primeiro chute e sair lambendo as feridas?

Será que não caímos e estamos recebendo o aviso de que "se gritar, vai ser pior"?

Por Arthur Lessa 29/05/2025 - 11:37

Alguns dias atrás eu recebi uma mensagem de um cliente da consultoria de investimentos que dizia o seguinte:

"Hoje minhas ações aumentaram um monte. Vamos vender alguma coisa pra entrar em outra posteriormente?”

Respondi que não, porque esta não é a estratégia que adotamos. E lembrei ainda que, assim como existem dias de valorização, existem também os dias de queda.

E a resposta dele foi: "Não! Dias de queda não pode ter!”

Esse raciocínio é tão comum quanto compreensível. A lógica humana entende altas como vitórias e quedas como derrotas. E, para piorar, temos a tendência de estender o que acontece no momento para a perpetuidade.

Ou seja: Se a ação XPTO que eu investi caiu 2% hoje, significa que ela vai cair 2% por dia até ir a zero. O que não é necessariamente verdade.

Essa conversa me lembrou de um ensinamento do Morgan Housel, autor do livro A Psicologia Financeira.

Segundo ele, existem situações que entendemos como um multa, mas deveríamos ver um ingresso. A diferença entre elas é que a multa é a punição por algo que fazemos errado, como uma infração de trânsito, enquanto um ingresso é o bilhete que compramos para acessar algo bom, como o cinema ou um parque da Disney.

E na bolsa de valores essa confusão acontece em relação à volatilidade. Que é o constante sobe e desce dos preços.

E, se existe uma certeza nesse mercado, é a volatilidade!

Enquanto muitos entendem a desvalorização de uma ação como uma derrota, a punição por uma má decisão, ela pode ser uma oportunidade de aumentar seu investimento gastando menos. 

É inclusive por esses momentos, de comprar barato ações de boas empresas, que são construídos grandes patrimônios.

E a disciplina de confiar na estratégia e esperar o tempo fazer a sua mágica é o ingresso que nos dá acesso a um futuro financeiramente confortável.

 

Por Arthur Lessa 26/05/2025 - 07:29 Atualizado em 26/05/2025 - 08:39

Empresários e empreendedores dedicam tempo, energia e recursos para fazer seus negócios prosperarem. Mas muitos ignoram um risco silencioso: concentrar todos os investimentos na própria empresa.

Foi pensando especialmente em quem empreende e quer entender como proteger e multiplicar seu patrimônio de forma estratégica, sem depender exclusivamente do sucesso do próprio negócio, que criei o curso Investimentos para Empreendedores.

No dia 25 de junho, em apenas quatro horas de curso, vamos abordar conceitos fundamentais de investimentos com exemplos práticos voltados à realidade de quem vive os desafios de empreender no Brasil.

Este cursos é voltado para Empresários, empreendedores e profissionais liberais que desejam:

  • Ter mais segurança financeira além do seu negócio;
  • Proteger seu patrimônio mesmo sem contar com benefícios como salário fixo, FGTS ou seguro-desemprego;
  • Aprender a investir de forma inteligente com o tempo que têm disponível.

Neste curso, os participantes irão:

  • Compreender os riscos de investir exclusivamente no próprio negócio;
  • Descobrir como a diversificação pode aumentar a segurança e a rentabilidade do patrimônio;
  • Aprender os conceitos essenciais para tomar boas decisões de investimento;
  • Evitar armadilhas comuns do mercado financeiro que podem comprometer anos de trabalho.

Não perca esta chance de garantir um futuro mais tranquilo e independente:

Curso INVESTIMENTOS PARA EMPREENDEDORES

Local: CRIO - Centro de Inovação Criciúma
Data: 25/06/25
Horário: 18h30 às 22h30

 

Por Arthur Lessa 29/04/2025 - 11:09 Atualizado em 29/04/2025 - 11:11

 

A Anbima divulgou, na manhã desta terça-feira, a 8ª edição do relatório da pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, com dados sobre a participação e preferências da população brasileiro quando o assunto é investimentos e finanças pessoais.

Para apresentar e explicar os principais dados dessa pesquisa, te convido pra acompanhar a live do 60 Minutos de hoje.

Assista o vídeo abaixo ou clique aqui para assistir e participar com perguntas

 

Por Arthur Lessa 28/04/2025 - 09:30

Quem já viajou em avião de qualquer companhia aérea, foi obrigado a assistir a seguinte instrução de segurança: 

"Em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente. Coloque a máscara de oxigênio primeiro em você, e só depois ajude os outros”.

A lição está no trecho final: Coloque a máscara primeiro em você.

Caso você tente colocar a máscara numa criança antes e não fizer isso rápido, não a salvará e, além disso, morrerá junto.

Por que isso é importante?

A lição simples, mas não simplória, é: garanta o seu bem antes de buscar o bem dos outros. Trazendo para as finanças, não faz sentido tentar resolver os problemas dos outros antes de garantir que você está seguro.

Diga não agora para dizer sim depois 

Caso um familiar lhe pedir um empréstimo e esse dinheiro não está sobrando, simplesmente não empreste. Se emprestar e cobrar, será odiado. Se não receber de volta um dinheiro que lhe faz falta, terá ódio pelo devedor.

Por outro lado, se você teve a firmeza de dizer não quando foi necessário e chegou ao ponto de sobrar dinheiro para boas ações e surgir o mesmo pedido, de novo não empreste. Mas, desta vez, se você entende que a pessoa que pediu merece, dê o dinheiro sem esperá-lo de volta.

Isso pode ser visto mor muitos como egoísmo. E é mesmo. Mas nem todo egoísmo é ruim. Alguns tipos, por outro lado, são saudáveis e necessários.

O que eu quero que você lembre

Você é responsável primeiro pelo seu bem. Quem prioriza o bem dos outros, não faz bem pra ninguém.

E isso vale pra amor, carreira e, inclusive, dinheiro.

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