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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
João Nassif
Por João Nassif 05/09/2020 - 19:04Atualizado em 05/09/2020 - 19:04

Em sua 6ª edição, em 1922, o Campeonato Sul-Americano de Futebol voltou a ser disputado no Brasil. A seleção brasileira foi em busca de seu segundo título no torneio depois de ter vencido em 1919, também disputado aqui no país. 

A CONMEBOL atendeu o pedido brasileiro para sediar o torneio como forma de comemorar os seus 100 anos da Independência. Pela primeira vez o campeonato contou com a presença de cinco países. Além dos costumeiros Brasil, Argentina, Uruguai e Chile o Sul-Americano contou com a presença do Paraguai.  

Depois de todos jogarem contra todos, sempre no Estádio das Laranjeiras no Rio de Janeiro, houve um inédito tríplice empate na primeira colocação. Brasil, Uruguai e Paraguai terminaram com cinco pontos ganhos pelos critérios da época.A seleção brasileira terminou invicta vencendo apenas a Argentina por 2x0 e empatando com Chile e Paraguai em 1x1 e em 0x0 com o Uruguai.

O Uruguai derrotou o Chile por 2x0, a Argentina por 1x0, empatou com a seleção brasileira e foi derrotado pelo Paraguai por 1x0. E o Paraguai empatou com o Brasil, venceu o Chile por 3x0, o Uruguai por 1x0 e foi derrotado pela Argentina por 2x0.

O Uruguai alegando prejuízos em relação às arbitragens desistiu do campeonato deixando aberto o caminho para que Brasil e Paraguai decidissem o título. No dia 22 de outubro com o Estádio das Laranjeiras abrigando cerca de 30 mil espectadores a seleção brasileira ganhou pela segunda vez o Campeonato Sul-Americano ao derrotar o Paraguai por 3x0.

O atacante Neco abriu o marcador que foi completado com dois gols do meia Formiga.
 

João Nassif
Por João Nassif 04/09/2020 - 09:31

A região estava comovida pelo falecimento do Mahicon Librelato, prata da casa e com uma carreira brilhante pela frente que se envolveu num acidente em Florianópolis. Várias manifestações de saudades do jogador no estádio antes da partida final da série B e a revista “Mais uma estrela” registrou o jogo desta forma na página 07:

"Chegava finalmente o esperado 07 de dezembro, dia da grande final. Mesmo com muita chuva, o torcedor invadiu o Heriberto Hülse e às quatro da tarde não entrava mais ninguém.

Ainda sem Paulo César e com Edinho no banco, o técnico recompôs a marcação com a entrada de Cléber Orleans no lugar de Sandro. O gramado ruim atrapalhou o toque de bola do Criciúma que demorou para se adaptar. Quando Paulo César Baier fez o primeiro gol num rebote da falta cobrada por Luciano Almeida, todos tinham certeza que o título nacional estava chegando. Somente os cearenses não entenderam, e procuraram de todas as formas tirar o brilho da conquista do Criciúma.

No final o gramado virou campo de batalha com quase todos se envolvendo numa briga que ficará na memoria de todos. Paulo César Baier já havia marcado seus três gols e dado a todo povo a gostosa satisfação de poder soltar com toda força o grito de CAMPEÃO”.

Dejair fez o outro gol na vitória por 4x1 e o árbitro Paulo César de Oliveira de São Paulo expulsou Delmer e Juca, além de dois jogadores do Fortaleza.

Na partida final da série B de 2002, o Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Cléber Gaúcho, Cléber Orleans (Edinho), Juca, Dejair; Delmer, Anderson Lobão (Tico).

Na contra capa da revista o presidente Moacir Fernandes escreveu esta mensagem: “Mahicon Librelato, toda vez que, nesse estádio Heriberto Hülse, se ouvir um grito de gol, lembraremos de você”. 

Está encerrada com registro da revista “Mais uma estrela” a história da conquista pelo Criciúma da série B de 2002.

João Nassif
Por João Nassif 03/09/2020 - 09:35

Faltava pouco para o Criciúma de espetacular campanha na fase de classificação chegar ao topo e confirmar o título tão esperado depois de garantido o acesso. O Adversário, o Fortaleza que havia sido o terceiro na primeira fase e despachado o América Mineiro e o Jundiaí para a decisão do título. Pelo regulamento a partida seria no Heriberto Hülse, mas lá no Castelão o Criciúma perdeu a vantagem num estádio que abrigou mais de 60 mil torcedores.

A revista “Mais uma estrela” que editei logo após o final do campeonato, registrou desta forma na página 06 a vitória do Fortaleza: 

“Para o primeiro jogo da final, o Criciúma estava sem três jogadores de marcação no meio campo. Cléber Orleans suspenso, Paulo César e Edinho machucados. O técnico optou por uma formação ofensiva, correndo riscos, pois iria enfrentar um time tendo como maior virtude o contra-ataque.

Fortaleza foi obrigado jogar no Castelão, o que diminuiria a pressão, mesmo com 60 mil torcedores presentes. Como toda final, foi uma partida nervosa, com muita catimba por parte dos jogadores do Fortaleza, que fez 1x0 ainda no primeiro tempo.

Depois que sofreu o segundo gol, o Criciúma continuou atacando e perdeu várias chances de gol, inclusive chutando uma bola na trave.

O técnico do Fortaleza agitou o tempo todo, condicionou a arbitragem e chegou ao desproposito de fazer embaixadinhas quando a bola saiu pela lateral do gramado. Estavam no Castelão 20 torcedores do Criciúma. O placar preocupava, mas não assustava pois, imbatível em casa, o time tinha todas as condições de reverter a vantagem conquistada pelo adversário”.  

Apitou o jogo o carioca Wagner Tardelli Azevedo e o Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Douglas); Cléber Gaúcho, Sandro, Juca, Dejair; Delmer (Walter), Tico (Anderson Lobão).

João Nassif
Por João Nassif 02/09/2020 - 09:33

Mais do que a vantagem de decidir todos os confrontos da fase final em casa, ainda assim o Criciúma entrou para o jogo decisivo do acesso contra o Santa Cruz jogando por um simples empate para conquistar ao acesso. 

Na segunda partida da semifinal da série B de 2002 o time tinha desfalques importantes, mas empurrado por um Heriberto Hülse lotado venceu com tranquilidade e a confirmação do tão sonhado acesso. A vitória por 3x0 sobre o time pernambucano ficou registrada desta forma na revista “Mais uma estrela” que editei logo após o final do campeonato:

“Sem Paulo César Baier e Dejair, suspensos, e Paulo César machucado o Criciúma administrou a vantagem de um gol que trouxe de Recife. Os substitutos, Cléber Orleans, Edinho e Sandro estiveram à altura e provaram a excelência do plantel montado para o campeonato brasileiro. 

Edinho se machucou ainda no primeiro tempo sendo substituído por Douglas e o ritmo continuou forte. O Santa Cruz na obrigação de vencer, foi impotente, com apenas uma chance de gol aos 45 do primeiro tempo. No segundo tempo o torcedor pôde ver um show do time que massacrou o adversário, em uma goleada com absoluta autoridade.

Cametá, Luciano Almeida e Sandro, revelação do campeonato, fizeram os gols no jogo que colocou o Criciúma na primeira divisão do futebol brasileiro”. 

O Criciúma jogou com Fabiano, Cléber Orleans, Cametá, Luciano, Luciano Almeida; Cléber Gaúcho (Walter), Edinho (Douglas), Juca, Sandro; Delmer, Tico (André Scott). O árbitro foi o paulista Edílson Pereira de Carvalho

João Nassif
Por João Nassif 01/09/2020 - 09:47

Superado o primeiro obstáculo na fase decisiva da série B de 2002 o Criciúma partiu para o confronto que definiria um dos que subiriam para a primeira divisão no ano seguinte.

Depois de vencer o Remo nas quartas de final, o Santa Cruz que havia eliminado o Avaí era o adversário a ser vencido para ser alcançado o tão sonhado acesso. Na página 10 da revista “Mais uma estrela” ficou registrado desta forma o jogo de ida da semifinal:

“Todos em Recife pensaram que a goleada aplicada pelo Santa Cruz no Criciúma na fase de classificação se repetiria na semifinal. Ninguém lembrou que o Criciúma jogou aquela partida com um time reserva, pois já havia garantido o primeiro lugar na primeira fase.

Foi bom, pois o ambiente era de euforia, o “já subiu” estava em toda capital pernambucana e o estádio abrigou mais de 50 mil torcedores. Mesmo assim o clima criado pelos pernambucanos foi hostil, ao Criciúma que, na chegada ao estádio não pôde ficar no vestiário, pois havia muita fumaça. No intervalo mais fumaça.

Nada disso atrapalhou o belo futebol apresentado pela equipe que dominou o jogo e o gol de Juca colocando a cabeça num chute errado de Cléber Gaúcho garantiu a vitória. Paulo César Baier foi expulso e Dejair levou o terceiro cartão amarelo. Mas agora todos sabiam que só um milagre tiraria o Criciúma da primeira divisão em 2003”.

Com arbitragem do mineiro Alício Pena Júnior o Criciúma jogou no Mundão do Arruda com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Edinho, Cléber Gaúcho, Juca, Dejair (Cléber Orleans); Delmer, Tico (Anderson Lobão).

João Nassif
Por João Nassif 31/08/2020 - 10:10

Retornando a falar da série B de 2002, a derrota do Criciúma para o Remo na primeira partida das quartas de final não tirou a confiança e a certeza do time alcançar as semifinais e também pelo fato de decidir o acesso no Heriberto Hülse onde se manteve invicto em toda fase de classificação.

Criciúma x Remo

A revista “Mais uma estrela” que editei logo após o final do campeonato, na página 13, descreveu assim a segunda partida contra o time paraense:

“Sem Cametá, suspenso, Edinho foi escalado como zagueiro em mais uma surpresa do treinador Edson Gaúcho. Empurrado pela torcida que pela primeira vez lotou o Heriberto Hülse, o Criciúma deu um show, confirmando seu favoritismo e aplicando uma goleada que para o Remo ainda saiu barato.

No início da partida Juca de cabeça marcou o primeiro gol depois de uma cobrança de falta por Luciano Almeida na ponta direita. Paulo César em nova cobrança de falta marcou o segundo. Na segunda etapa Paulo César Baier de voleio fez 3x0 e Anderson Lobão em jogada individual fechou o placar, dois minutos após ter entrado no time.

Paulo César tomou o terceiro cartão amarelo e estava fora do primeiro jogo. Ninguém imaginava naquela altura que o jogador mais regular do time ficaria fora do restante da competição.

O árbitro foi o gaúcho Fabrício Neves Correa e o Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Edinho, Luciano, Luciano Almeida; Cléber Gaúcho (Cléber Orleans), Paulo César, Juca, Dejair (Sandro); Delmer, Tico (Anderson Lobão).
 

O Santa Cruz eliminou o Avaí na outra quarta de final e já estava marcado o confronto que iria decidir um dos promovidos à primeira divisão”.

 

João Nassif
Por João Nassif 30/08/2020 - 18:41Atualizado em 30/08/2020 - 18:41

Thiago Ávila *

A Formula 1 chegou à Spa-Francorchamps neste final de semana, para a sétima corrida da temporada. Uma pista extremamente veloz e com uma curva das mais perigosas do mundo. A Eau Rouge é um longo ‘S’ em uma subida de morro, ultrapassar ali é praticamente ‘pedir para se acidentar’. 

Por todo o final de semana, muitas homenagens foram feitas a Anthoine Hubert, piloto da F2 que faleceu no ano passado em um acidente que se envolveu com Juan Manuel Correa, nesse trecho da pista. Leclerc inclusive venceu sua primeira vitória na Formula 1 ano passado na Bélgica, e a dedicou ao piloto, com quem era muito próximo.

Mas, o show tem que continuar, e quem fez isso foi Lewis Hamilton – que na verdade vem dando espetáculo atrás de outro sem piedade. O britânico foi pole com uma margem de cinco segundos de vantagem para Valtteri Bottas. 1:41.7 e 1:41.2 foram as duas voltas cravadas na última sessão de classificação. Para se ter uma ideia, o tempo final do companheiro não passa nem o pior de Lewis.

Repetindo o feito do treino, Hamilton também foi absoluto na corrida: liderou de ponta a ponta sem nenhuma ameaça do finlandês. No final ainda sofreu um pouco do desgaste dos pneus duros, que não parecia ser tão grave quanto em Silverstone, mas que incomodou os três primeiros durante boa parte da prova.

Quem parecia não estar desconfortável era Daniel Ricciardo. Quarto colocado praticamente toda a corrida, vinha andando num ritmo muito próximo – e às vezes até melhor – dos líderes. Tanto que na última volta, de pneus duros, ainda conseguiu fazer a volta mais rápida. Não me pergunte como um piloto com compostos duros de 32 voltas rodadas conseguiu fazer a volta mais rápida. Isso é praticamente impossível na Formula 1 atual, tanto que geralmente as equipes optam por uma parada mais, para colocar pneus macios e voar nas últimas voltas. O australiano fez totalmente o oposto!

Mas o piloto do dia não foi Hamilton, nem Ricciardo... Foi Pierre Gasly. O francês foi o piloto com mais ultrapassagens na corrida. Começando na largada, de pneus duros, pulou de 12º para 8º - com direito a ultrapassagem na Eau Rouge sobre Pérez -, atrás de Stroll, Ocon, Albon e Ricciardo. A estratégia de Gasly com os compostos mais resistentes tinha futuro, era um dos pilotos mais rápidos da pista e logo chegaria a brigar por posições mais acima. Mas aí veio o Safety Car causado pelas batidas de Giovinazzi e Russell, e sua estratégia foi para o ralo.

Todos pararam no box, com exceção de Pierre e Sergio Pérez, o que jogou ambos para 4º e 5º. Pérez vinha de pneus macios, então parecia estranho não ter seguido os outros, já que o composto não duraria muito mais tempo. Já o francês não tinha outra escolha a não ser ficar na pista e manter seu plano de colocar os médios na metade da prova.

 

O problema é que isso comprometeu demais sua prova, caiu para último e dali fez seu show. Tinha um ritmo tão bom quanto o de Hamilton, tirava praticamente dois segundos de todo o resto do grid e não importava a distância do rival a frente, passava em uma ou duas voltas. Foram 9 posições ganhas em 18 voltas, terminando em 8º. Com o ritmo que tinha, facilmente estaria brigando com as Renault e Albon se não tivesse o SC.

Esse foi o movimentado GP da Bélgica, que de movimentado foi só do quarto para trás, porque os três primeiros foram sempre os mesmos: Hamilton, Bottas e Verstappen.

Lewis segue mais líder ainda com 157 pontos, seguido de Max com 110 e Valtteri com 107. A Formula 1 volta semana que vem no histórico circuito de Monza.

* Jornalista

João Nassif
Por João Nassif 30/08/2020 - 08:59

Fiz uma pesquisa sobre as maiores goleadas aplicadas no futebol brasileiro em seus campeonato e torneios mais importantes.

A maior de todas aconteceu no longínquo 1906, mais precisamente no dia 30 de maio em jogo pelo campeonato do Rio de Janeiro, o Botafogo massacrou o Mangueira por um extravagante 24x0. Dificilmente este recorde será batido.

Ainda tinhe mais

Gilbert Hime foi o dono do jogo marcando nove gols. Este recorde pessoal só foi batido em 1976 quando Dario, o “Dadá Maravilha” marcou 10 gols contra o Santo Amaro na vitória do Sport Recife por 14x0.

Pelo campeonato brasileiro a maior goleada aconteceu no dia 09 de fevereiro de 1983 quando o Corinthians venceu o Tiradentes do Piauí por 10x1 no Estádio do Canindé em São Paulo.

Os piauienses são as maiores vítimas de goleadas pelo futebol brasileiro. Em 1991 no Estádio Independência em Belo Horizonte o Atlético Mineiro enfiou 11x0 no Caiçara do Piauí pela Copa do Brasil.

Nem nos jogos do campeonato brasileiros e muito menos pelas Copas do Brasil teremos placares tão dilatados como estes dois registrados há tanto tempo.
 

João Nassif
Por João Nassif 29/08/2020 - 09:23

Nova pausa na campanha do Criciúma na série B de 2002 que retornará segunda-feira. Hoje e amanhã os assuntos são outros.

O Araranguá Esporte Clube, conhecido como AEC surgiu como clube de futebol amador em 1981, usando o estádio do Grêmio Fronteira que era usado como palco para os jogos de futebol da cidade.

O Grêmio Fronteira surgiu pela união do Grêmio Esportivo Araranguaense e o Fronteira Futebol Clube que era a sede esportiva dos clubes da cidade. O estádio não possuía arquibancadas e os torcedores se acotovelavam numa cerca ao redor do campo.

O AEC estreou no futebol profissional em 1988 e no mesmo ano se tornou campeão da segunda divisão do campeonato catarinense. 

A maior conquista do Araranguá Esporte Clube aconteceu em 1991 quando foi campeão da Copa Sana Catarina. Com a participação de 13 clubes, depois de várias etapas a decisão foi em jogo único no Estádio Orlando Scarpelli. No dia 30 de maio, depois de empatar em 1x1 no tempo regulamentar o Araranguá venceu o Figueirense por 7x6 na decisão por pênaltis.

Em 1995 o clube licenciou-se do futebol profissional retornando somente em 2014 como amador e foi logo conquistando a segunda divisão do campeonato da LARM, Liga Atlética da Região Mineira ao vencer o Turvo por 2x1.

Em 2017 venceu o campeonato da primeira divisão da LARM e tem um projeto futuro de voltar ao profissionalismo após a conclusão do Estádio Municipal.  

João Nassif
Por João Nassif 28/08/2020 - 09:15Atualizado em 28/08/2020 - 11:36

Debaixo de muita chuva, em Belém o Criciúma começou a definir o acesso e o título da série B de 2002. Como primeiro colocado na fase de classificação, pelo regulamento, enfrentou o Remo, oitavo colocado, treinado por João Francisco que já havia sido campeão estadual pelo próprio Criciúma.

No acanhado Evandro Almeida também conhecido como Baenão, localizado na Travessa Antônio Baena, o Criciúma saiu na frente com o gol do Paulo César, mas tomou a virada e o jogo foi registrado nesta forma na revista “Mais uma estrela”:

Baenão

“O time foi para Belém começar a decisão da vaga para a primeira divisão em 2003. O Remo, que somente na última rodada conseguiu se classificar, estava como franco-atirador e tinha um bom retrospecto em casa. Ao contrário do que se esperava, o jogo foi confirmado para o Baenão, estádio para pouco mais de 10 mil torcedores. A torcida remista é fanática, lotou logo o estádio e fez festa durante todo o jogo.

O Criciúma, emocionalmente preparado, jogou livre de qualquer pressão, dominou o jogo até metade do primeiro tempo e saiu na frente com um gol de falta do Paulo César, uma bola que bateu na trave antes de entrar. Lá pelos 30 minutos caiu a chuva que durou até o segundo tempo e o Criciúma não conseguiu mais impor seu ritmo. O Remo virou o jogo e esteve na iminência de ampliar quando, no final, Cametá teve que cometer uma falta no meio campo que resultou em sua expulsão.

Do jogo ficou o sentimento que o Remo não seria adversário no jogo de volta no Heriberto Hülse”.

Com arbitragem do carioca Edílson Soares da Silva o Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida; Cléber Gaúcho (Edinho), Paulo César, Juca, Dejair (Sandro); Tico (Anderson Lobão), Delmer.

O jogo está registrado na página 12 da revista. 

João Nassif
Por João Nassif 27/08/2020 - 09:44

No Almanaque da Bola de ontem fiz o relato do último jogo do Criciúma na fase de classificação da série B de 2002, o 25º que a revista “Mais uma estrela” registrou logo após o final do campeonato. Ainda faltavam mais quatro jogos para o acesso e seis para o título.

A revista ainda mostrou nas páginas centrais, a 24 e 25, o resultado de todos confrontos entre os 25 times que participaram do campeonato. Foram realizados 325 jogos com a marcação de 929 gols que deu a média de 2,86 gols por jogo.

Na página 23 a classificação final com o Criciúma em primeiro com 51 pontos seguido do Sport com 50, o Fortaleza com 48, o Santa Cruz com 47, o Avaí com 46, o América-MG com 40, o Jundiaí com 39 e o Remo com 38. Estes oito times disputaram as quartas de final, a segunda fase da série B-2002.

Foram rebaixados o Americano, o Botafogo de Ribeirão Preto, o Sampaio Correa, o Guarany de Sobral, o XV de Piracicaba e o Bragantino.

O maior artilheiro da série B de 2002 foi o atacante Vinícius do Fortaleza que marcou 22 gols. O segundo foi Marquinhos do CRB com 16, seguido pelo Delmo do São Raimundo que marcou 15 gols.

Dejair com 10, Paulo Cesar Baier com nove e Delmer com oito foram os principais artilheiros do Criciúma. 

Os confrontos das quartas de final, pelo regulamento colocaram frente a frente o Criciúma e Remo, 1º contra o 8º, e pela ordem Sport x Jundiaí, Fortaleza x América-MG e Santa Cruz x Avaí.
 

João Nassif
Por João Nassif 26/08/2020 - 12:33Atualizado em 26/08/2020 - 12:53

Como estou recordando a campanha do Criciúma na Série B 2002, com os registros na revista “Mais uma estrela” que editei logo após o encerramento do campeonato, para ilustrar ainda mais a campanha estou resgatando alguns heróis da grande conquista, responsáveis por mais um título na gloriosa campanha do Tigre pelo futebol brasileiro.

Nesta terça-feira fiz uma live com dois zagueiros que até hoje são lembrados com saudades por toda torcida. Vale a pena acompanhar a conversa que tive com Cametá e Luciano. Assista:

João Nassif
Por João Nassif 26/08/2020 - 09:47Atualizado em 26/08/2020 - 10:30

Fim da fase de classificação do campeonato brasileiro da série B de 2002. No alto do primeiro lugar o Criciúma se deu ao luxo de jogar a partida final da fase com um time recheado de garotos, poupando os titulares para as batalhas seguintes, os mata-matas que levariam o time para a elite do futebol brasileiro.

O jogo foi em Recife contra um Santa Cruz que seria o adversário nos jogos do acesso. A revista “Mais uma estrela” que editei logo após o término do campeonato registrou a derrota por 4x0 desta forma:

Mundão do Arruda

“Time reserva no Mundão do Arruda. O Santa Cruz também classificado, buscava posição entre os quatro primeiros e levou para o jogo mais de 40 mil pessoas. O segundão até que fez um bom jogo, mas a falta de entrosamento e o nervosismo, tanto da defesa como do ataque na hora de concluir, determinou uma goelada. Foi bom, pois se houvesse um cruzamento contra o mesmo Santa Cruz, os pernambucanos iriam pensar que seria barbada.

Edson Gaúcho aproveitou para colocar vários jovens no time para que sentissem o clima de ume estádio lotado, o que lhes dariam uma ótima experiencia. A última rodada definiu as posições dos classificados e para o Criciúma sobrou o Remo como adversário no primeiro confronto.

Depois de 25 jogos, invicto com doze vitórias e um empate em casa e um rendimento de sessenta e cinco por cento no total, fizeram desta campanha a maior de toda história do Criciúma e uma das maiores de todos os tempos”. 

A arbitragem foi do alagoano Fernando Oliveira Assunção e o Criciúma jogou com Genivaldo, Robson, Turato, Valter, Jerson (Luciano Amaral); Edinho, Cléber Orleans, Douglas (Bruno); Carlos Henrique, Anderson Lobão, Tico (Juninho).

No rodapé da página 43 uma frase da comissão técnica: “Todas as nossas vitórias não foram obra do acaso, mas sim de nossa capacidade: crescer dá trabalho e não é pra covarde”.

João Nassif
Por João Nassif 25/08/2020 - 09:35

Depois de uma intensa maratona o Criciúma jogou a penúltima partida no campeonato brasileiro da série B em casa contra o Anapolina e já classificado como primeiro colocado na fase de classificação. Sem ainda saber de seu adversário nas quartas de final, mas na certeza de jogar a segunda partida em casa, a estratégia usada contra o time goiano foi manter a invencibilidade no Heriberto Húlse e zerar os cartões amarelos para as fases decisivas do campeonato. 

A revista “Mais uma estrela” na página 42 fez o comentário do jogo: “Foi o famoso jogo dos cartões amarelos. A cada cartão amarelo a torcida vibrava como se fosse um gol, e ninguém prestava atenção no andamento da partida. O Anapolina fez um gol no começo e por pouco o Criciúma não perdia a invencibilidade em casa. Empatou com um gol de pênalti duvidoso.

Criciúma x Anapolina

Naturalmente Fabiano e Luciano levaram o amarelo. Cametá, machucado, entrou aos 45 do segundo tempo para zerar e praticamente implorou ao árbitro para ser advertido. Conseguiu e foi outro delírio na torcida. Só Paulo César que, de tanto insistir acabou levando o vermelho. O Criciúma já havia programado um time reserva para a última rodada, pois o empate garantiu de vez o primeiro lugar na fase de classificação. 

Ainda havia a dúvida com relação ao adversário no primeiro mata-mata. América-MG, CRB, Mogi Mirim e Remo tinham chances e somente na última rodada o Criciúma iria conhecer seu adversário”. 

Cléber Gaúcho de pênalti fez o gol do Criciúma e que jogou contra o Anapolina com Fabiano, Robson (Carlos Henrique), Turato, Luciano, Luciano Almeida; Cléber Gaúcho, Paulo César, Juca, Douglas (Edinho); Tico, Anderson Lobão (Cametá).

O árbitro foi Elvécio Zaqueto do Mato Grosso do Sul.

A informação da página: “Na primeira fase do Brasileirão 2002-Série B, Criciúma, Fortaleza e Sport foram os times que mais pontos ganharam jogando em casa, 34. Fora de casa quem mais ganhou foi o Criciúma, 17 pontos.

João Nassif
Por João Nassif 24/08/2020 - 09:29Atualizado em 25/08/2020 - 07:34

Com a fase de classificação chegando ao final o Criciúma ia caminhando de maneira consistente para terminar na primeira colocação e decidir tudo dentro de casa. Depois da goleada em cima do Sport, nova viagem para cumprir seu 23º jogo na série B de 2002. A parada foi em Ribeirão Preto.

A revista “Mais uma estrela” que editei em seguida ao final do campeonato registrou desta forma a vitória contra o Botafogo:

“Outra partida de luxo do Criciúma. Contra um time que ainda tinha chances de classificação, o Criciúma entrou decidido a resolver rapidamente a vitória e com menos de 20 minutos já vencia por dois a zero.

Pela primeira vez Anderson Lobão começou uma partida e foi fundamental, jogando no estilo do titular Tico e marcando dois gols num jogo de muitos gols. O Criciúma sofreu dois gols de pênaltis, um que não existiu, e a diferença mínima no resultado não traduziu o que foi a partida, pois foi grande o número de gols perdidos por um time que tinha obsessão pelo ataque.

A vitória deixou o Criciúma a um ponto do primeiro lugar na fase de classificação faltando ainda duas rodadas, sendo que tinha mais um jogo no Heriberto Hülse. Começava a tarefa de zerar os cartões amarelos que seria o assunto mais discutido na semana seguinte”. 

A vitória sobre o Botafogo foi por 4x3 a além de Anderson Lobão marcaram Dejair e Juca com arbitragem do carioca Samir Yarak.

O Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano. Luciano Almeida; Cléber Gaúcho, Paulo César (Sandro), Juca, Dejair (Carlos Henrique); Delmer (Cléber Orleans), Anderson Lobão.

Na página 41 da revista a informação: “O recordista do Criciúma em levar cartões amarelos foi Paulo César Baier com 12, seguido de Paulo César com 9, Edinho com 8 e Cléber Orleans com 7. O time no total levou 97 cartões amarelos no campeonato brasileiro”. 

João Nassif
Por João Nassif 23/08/2020 - 09:45

Tenho procurado com insistência em vários sites de que forma foi disputado o campeonato catarinense de 1968. Durante muitos anos, desde os primórdios não havia a mínima preocupação por parte de dirigentes, jornalistas e outros desportistas de registrar jogos e competições deixando como legado a memória do futebol do Estado.

O que pude apurar foi que o campeonato estadual de 1968 foi disputado por 20 clubes divididos na primeira fase em duas chaves com cada clube de um grupo enfrentando os clubes do outro. Daí em diante não existe informações sobre a fórmula e de que maneira o campeonato teve sequência.

O que está registrado é que a competição começou no dia 28 de janeiro e terminou no dia 29 de junho. Depois de ter disputado 40 jogos nas fases de classificação o Comerciário EC foi para a decisão contra o Caxias de Joinville que também cumpriu 40 partidas para se classificar.

A decisão do título começou no dia 08 de junho em Joinville no Ernesto Schelem Sobrinho, o popular Ernestão, e o jogo terminou empatado em 0x0. O segundo jogo foi realizado no dia 15 de junho no Heriberto Hülse e aconteceu novo empate, desta vez por 1x1.

O tira teima foi para Florianópolis como era praxe na época e no dia 29 de junho o Comerciário venceu por 2x1 e se tornou campeão estadual pela primeira vez em sua história. Darlan e Jair foram os artilheiros do clube que em 1978 se tornou Criciúma EC.

O Comerciário disputou 43 jogos no campeonato estadual de 1968 com 22 vitórias, nove empates e 12 derrotas. Marcou 53 gols e sofreu 34.  

João Nassif
Por João Nassif 22/08/2020 - 09:27

Tempo para nova pausa na caminhada do Criciúma na série B de 2002 que estou registrando pelas páginas da revista “Mais uma estrela” que editei após a final do campeonato.

Domingo passado aqui no Almanaque da Bola registrei a supremacia da Espanha num curto espaço de quatro anos neste século. Foi bicampeã da Eurocopa em 2008 e 2012 e entre estes títulos foi campeã mundial na África do Sul em 2010.

Para chegar na sede da Copa de 2010 a Espanha passou invicta sem derrotas nas eliminatórias europeias num grupo com Bósnia Herzegovina, Armênia, Estônia, Bélgica e Turquia. Foram 10 jogos e nas 10 vitórias a Espanha marcou 28 gols e sofreu apenas cinco.

Na África do Sul a Espanha caiu no Grupo H tendo como adversários Chile, Suíça e Honduras. Na estreia os espanhóis foram derrotados pela Suíça por 1x0, na sequência derrotaram Honduras por 2x0 e fecharam a chave com vitória por 2x1 sobre o Chile.

Nas oitavas de final a Espanha derrotou Portugal por 1x0, nas quartas fez 1x0 no Paraguai e na semifinal passou pela Alemanha também por 1x0 e foi para a decisão contra a Holanda.

Mantendo a escrita em vencer quase todos seus jogos por 1x0 a Espanha repetiu o placar na final contra a Holanda com gol de Andrés Iniesta na prorrogação quando faltavam apenas quatro minutos para o final da partida.

Além de ser pela primeira vez que a Espanha venceu uma Copa do Mundo, a decisão ficou também marcada pela violência dos dois times nos 120 minutos de jogo. O árbitro inglês Howard Webb aplicou cinco cartões amarelos para jogadores espanhóis e oito amarelos e um vermelhos para os holandeses.

João Nassif
Por João Nassif 21/08/2020 - 09:35Atualizado em 21/08/2020 - 18:51

Mesmo com duas derrotas seguidas como visitante o Criciúma sobrava no campeonato da série B de 2002, mantendo a primeira colocação e caminhando rapidamente para ser o primeiro ao final da fase de classificação.

De volta para casa o time massacrou o Sport Recife numa noite de gala levando sua torcida à loucura no Heriberto Hülse. A revista “Mais uma estrela” registrou desta forma a espetacular goelada:

“O time não sentiu as duas derrotas que sofreu no Norte e Nordeste do país, voltou líder e realizou contra o Sport sua melhor partida na fase de classificação. A décima-segunda vitória em casa consolidava um tabu que custaria caro aos adversários das finais e trazia novamente o torcedor para o Heriberto Hülse.

Foi uma partida fantástica com a goleada já definida no primeiro tempo. Os destaques foram o zagueiro Luciano que marcou dois gols, e Fabiano fazendo duas defesas fantásticas quando o jogo estava 1x0. Foi neste jogo que um foguete vindo das arquibancadas estourou perto do assistente. O incidente foi para o relatório do árbitro e traria apreensão quando do julgamento.

Ao final da rodada o Criciúma tornava a disparar na liderança, abrindo cinco pontos de vantagem sobre o segundo, agora o Fortaleza. Além disso o time era o primeiro a garantir classificação entre os quatro que teriam vantagens na final. A meta agora era o primeiro lugar”. 

Marcaram além do zagueiro Luciano na goleada por 5x1 Delmer e Tico também duas vezes. A arbitragem foi do gaúcho Fabrício Neves Correa.

O Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida; Cléber Gaúcho, Paulo César, Juca (Cléber Orleans), Dejair; Delmer (Douglas), Tico (Carlos Henrique).

Na página 40 a informação: “Luiz Carlos Oliveira em 1996, com 4 gols, é o jogador do Criciúma EC com maior número de gols marcados numa única edição da Copa do Brasil”

João Nassif
Por João Nassif 20/08/2020 - 09:27Atualizado em 20/08/2020 - 10:36

Última escala da mini maratona pelo Norte e Nordeste do país o Criciúma aterrissou em Fortaleza depois da derrota para o São Raimundo em Manaus. Mal sabia que iria enfrentar o adversário na decisão do título e como um pré aquecimento teve início uma grande rivalidade nesta segunda derrota consecutiva sofrida no jogo de número 21 do campeonato.

A revista “Mais uma estrela” que editei logo após o término da série B de 2002 teve o seguinte texto na sua página 39:

“Pela primeira vez o Criciúma sofria duas derrotas consecutivas no campeonato. Outra goleada na frente de uma torcida que pressionou o tempo todo num estádio pequeno. 

Estava sendo gerada a grande rivalidade na série B, pois o Fortaleza começava a mostrar para todo Brasil um técnico despreparado, sem postura de comandante para seus cinco minutos de fama. Tendo como escudeiro um preparador físico que já havia passado pelo Criciúma, pressionou demais a arbitragem e criou vários atritos, inclusive com alguns jogadores do Criciúma.

No jogo, o Criciúma sucumbiu à pressão do torcedor cearense e o resultado foi também em função do bom time do Fortaleza. Mesmo com duas derrotas seguidas o Criciúma manteve a liderança e os mesmos três pontos sobre os segundos, Avaí e Sport. O time encaminhava-se rapidamente para não só ficar entre os quatro como também para ser o primeiro no final da fase de classificação”.

Paulo César Baier fez o único gol do Criciúma na derrota por 4x1 com arbitragem de Jaime Carlos Garcez do Distrito Federal. O Criciúma jogou com Fabiano, Paulo César Baier, Valter (Anderson Lobão), Luciano, Luciano Almeida; Edinho, Cléber Orleans (Carlos Henrique) (Douglas), Paulo César, Sandro; Tico, Dejair.

No rodapé da página está escrito: “O outro time que o Criciúma EC mais enfrentou pelas Copas do Brasil foi o Grêmio de Porto Alegre, em 1991, 1994, 1996. Jogaram 6 partidas com 2 empates e 4 vitórias do Grêmio. O Criciúma foi eliminado duas vezes, mas ganhou seu título exatamente contra o Grêmio”

João Nassif
Por João Nassif 19/08/2020 - 09:28Atualizado em 19/08/2020 - 10:54

O calendário do campeonato brasileiro da série B de 2002 não dava trégua e o Criciúma líder com seis pontos de vantagem sobre o segundo colocado depois de 19 rodadas partia para o Norte e Nordeste para mais dois jogos fora de casa. 

A primeira parada foi em Manaus e o jogo contra o São Raimundo foi registrado desta forma na revista “Mais uma estrela” que editei logo após o campeonato:

“Na segunda divisão o que conta muito é a pressão sobre o adversário. Os times mandantes levam seus jogos para estádios acanhados, sem estrutura para jogos importantes, esmo tendo estádios maiores e mais seguros, inclusive para a arbitragem.

O estádio Vivaldo Lima, em Manaus, foi abandonado pelo São Raimundo que jogou todas as partidas no Esmael Benigno, literalmente um campo de várzea. O Criciúma sentiu o alçapão que lhe foi preparo e sofreu a sua primeira grande derrota no campeonato.

Foi a única tarde infeliz do goleiro Fabiano, um dos maiores nomes da campanha. O placar foi construído no primeiro tempo debaixo de muita chuva, uma certeza na floresta amazônica.

O Sport foi o único dos quatro primeiros que venceu na vigésima rodada, pulando para segundo isolado agora a três pontos do ainda líder Criciúma que permanecia com 44 pontos”.

Na derrota em Manaus por 3x0 o Criciúma jogou com Fabiano, Adaílton (Sandro), Cametá, Luciano, Luciano Almeida; Edinho, Cléber Orleans, Juca, Dejair; Carlos Henrique (Douglas), Tico (Juninho).

Apitou o jogo Domingos de Jesus Vieira Filho, árbitro paraense.

Na página 38 da revista está escrito: “A maior goleada aplicada pelo Criciúma EC em competições nacionais foi em 28 de outubro de 1989, pela segunda divisão quando no Heriberto Hülse venceu o Figueirense por 6x0”

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