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João Nassif
Por João Nassif 09/06/2019 - 23:52Atualizado em 10/06/2019 - 05:56

A FIFA extinguiu a Copa das Confederações que vinha sendo disputada nos anos que antecediam às Copas do Mundo como forma de testar estádios e instalações do país sede que abrigaria o Mundial.

A primeira Copa por este motivo foi disputada na Coréia do Sul e no Japão como preparação para o Mundial de 2002 com a participação dos campeões das seis Confederações filiadas à FIFA, além do último campeão mundial e o representante do país sede.

França campeã da Copa das Confederações 2001

Com o final do torneio a FIFA determinou que o Mundial de Clubes é que será o evento teste para o Mundial e será disputado no país que receberá as seleções para a Copa do Mundo.

O Mundial de Clubes a partir de 2020 será disputado no Catar, da mesma forma que o de 2021, este no ano que antecederá a 22ª Copa do Mundo. Os Catar os torneios usados para eventos testes serão disputados entre novembro e dezembro, justamente no mesmo período em que será realizado a Copa do Mundo. 

A partir de 2021 o Mundial de Clubes será disputado a cada quatro anos num formato diferente com a participação de 24 clubes.

O motivo será sempre o de testar todas as instalações no país que irá sediar as Copas do Mundo.

João Nassif
Por João Nassif 08/06/2019 - 22:48Atualizado em 10/06/2019 - 05:51

O campeonato catarinense de 1959 foi disputado por 26 clubes no formato da época que dividia e estado em regiões e cada uma delas selecionava dois representantes para a fase estadual do campeonato.

Pela Zona Oeste os classificados foram o Comercial de Joaçaba e o Independente de Curitibanos.

Pela Zona Norte se classificaram o América e o Caxias, ambos de Joinville.

Foram para a segunda fase os classificados pela Zona Leste, Carlos Renaux de Brusque e Paula Ramos de Florianópolis

Finalmente pela Zona Sul passaram para a fase seguinte do campeonato estadual, um octogonal o Hercílio Luz de Tubarão e o Atlético Operário de Criciúma.

Só para registro além do Atlético Operário o outro representante de Criciúma foi o Comerciário eliminado na primeira fase. O Metropol campeão da década seguinte em 1959 inexistia no profissionalismo.

Paula Ramos-campeão 1959

O octogonal decisivo do campeonato catarinense de 1959 disputado em turno e returno terminou somente em abril de 1960 com o Paula Ramos campeão com 20 pontos conquistados.

O Caxias foi o segundo com 19, o América ficou em terceiro com 17 e o Atlético Operário terminou na quarta colocação com 16 pontos ganhos.  
 

Tags: Paula Ramos

João Nassif
Por João Nassif 07/06/2019 - 12:29

O Campeonato Mundial de Futebol sub-20 é uma competição organizada pela FIFA para atletas com idade até 20 anos. A primeira edição em 1977 teve como sede a Tunísia e foi vencida pela antiga União Soviética. 

Alguns jogadores que marcaram seus nomes no cenário internacional tiveram passagem pelo torneio como Diego Maradona campeão com a Argentina em 1979, Davor Suker em 1987 campeão pela antiga Iugoslávia e Luís Figo português em 1991.

O torneio a partir de 1977 vem sendo disputado em anos impares e tem na Argentina seu maior campeão com seis títulos. Com cinco títulos o Brasil é o segundo maior vencedor do torneio.

Campeã Mundial sub-20 em 2003

A seleção brasileira foi campeã pela primeira vez em 1983 no México e bicampeã em 1985 na União Soviética. Os outros três títulos do Brasil foram conquistados em 1993 na Austrália, nos Emirados Árabes em 2003 e na Colômbia em 2011.

Mesmo com quatro seleções da CONMEBOL com vaga no Mundial sub-20 a seleção brasileira não se classificou para o Mundial deste ano que está sendo disputado na Polônia.

As quatro seleções da América do Sul são Equador, Argentina, Uruguai e Colômbia.

A última seleção campeã do Mundial sub-20 foi a Inglaterra que venceu em 2017 o torneio disputado na Coréia do Sul.
 

João Nassif
Por João Nassif 06/06/2019 - 11:30

Mal terminou a edição da Champions League desta temporada com o título do Liverpool, a UEFA já tem programada a competição da temporada 2019/2020 com 79 clubes e com a final marcada para do dia 30 de maio de 2020 no Estádio Olímpico Atatürk em Istanbul capital da Turquia.

Será a 65ª edição do torneio e a 28ª desde que a competição deixou de ser chamada de Copa dos Clubes Campeões da Europa e passou a chamar-se Ligas dos Campeões da UEFA.

Participarão do torneio da próxima temporada clubes de 54 das 55 Federações filiadas com exceção de Liechtenstein que não organiza um campeonato local. O ranking das Federações é baseado no coeficiente do país que é usado para determinar o número de participantes nos últimos anos.

Feronikeli campeão de Kosovo

A Champions 2019/2020 irá começar no próximo dia 25 de junho com a rodada preliminar disputada por quatro clubes campeões das Federações com o menor coeficiente no ranking. São eles, Lincoln Red Impus de Gibraltar, Santa Coloma de Andorra, Ter Penne de San Marino e Feronikeli de Kosovo.

O sobrevivente se juntará às equipes que participarão da primeira pré-eliminatória e assim as equipes irão sendo classificadas em confrontos diretos até a fase de grupos.

A fase de grupos da Champions tem início previsto para o dia 17 de setembro e somente nesta fase é que entram os gigantes do futebol europeu. 
 

João Nassif
Por João Nassif 05/06/2019 - 13:29

A Copa Verde de Futebol é uma competição regional brasileira disputada desde 2014, entre equipes da Região Norte e Centro-Oeste, mais o Espírito Santo. 

Nas duas primeiras edições, o campeão do torneio ganhou uma vaga na Copa Sul-Americana do ano seguinte. Atualmente, a competição assegura uma vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. 

Organizada pela CBF, o torneio tem formato similar ao da Copa do Brasil, com partidas de ida e volta, em mata-mata, utilizando oito datas do calendário oficial do futebol brasileiro entre janeiro a fevereiro.

Em 2019 a Copa Verde será disputada em sua 6ª edição e terá início no dia 24 de julho com 24 clubes escolhidos a partir do desempenho nos campeonatos estaduais e pela posição no ranking de clubes da CBF.

Nas cinco edições anteriores a Copa Verde teve quatro campeões. O Brasília venceu o torneio em sua primeira edição. Na segunda o campeão foi o Cuiabá, o Paysandu é bicampeão, venceu em 2016 e 2018 e o Luverdense foi o campeão da edição de 2017.
 

Tags: Copa Verde

João Nassif
Por João Nassif 04/06/2019 - 16:25

A antiga Confederação Brasileira de Desportos, atual CBF, resolveu em 1978 promover um torneio que almejava aumentar a renda dos clubes e que seria inserido no calendário oficial como um segundo torneio de caráter nacional.

O torneio chamado de Copa dos Campeões do Brasil teria a participação dos campeões a partir de 1971 quando foi implantado o campeonato nacional.

Com a desistência do Palmeiras campeão em 1972/1973 que alegou cansaço de seus jogadores e a exclusão por decisão da CBD do Internacional campeão em 1975/1976, o torneio teve a participação de apenas três clubes, o Atlético Mineiro campeão em 1971, do Vasco da Gama campeão de 1974 e o São Paulo campeão em 1977.

Com apenas três participantes a CBD promoveu uma semifinal em ida e volta cujo vencedor enfrentaria o São Paulo em partida única que caso terminasse empatada seria decidida por pênaltis.

Assim o Atlético Mineiro eliminou o Vasco depois de vencer em Belo Horizonte por 2x1 e empatar em 1x1 no Rio de Janeiro.

Na decisão do torneio, depois de empatar em 0x0 no tempo regulamentar o Atlético derrotou o São Paulo por 4x2 nos pênaltis e se tornou campeão do primeira e única Copa do Campeões do Brasil inventada pela CBD. 
 

João Nassif
Por João Nassif 03/06/2019 - 16:01

São várias projeções que indicam qual a pontuação necessária na série B para um clube alcançar o acesso, quase todas prevendo ao redor de 64 pontos.

Vou projetar meu cálculo que poderá ser o objetivo de todos os 20 clubes que sonham em chegar à série A baseado na sugestão de um amigo dirigente de um grande clube. 

O cálculo é simples, divide-se o campeonato de 38 rodadas em grupos de seis jogos (rodadas) e o objetivo é a obtenção de 10 pontos em cada um destes seis grupos. 

Estes grupos são as mini-metas que caso tenham sido atingidos os objetivos resultam num total de 60 pontos. Os pontos que faltam terão que ser alcançados nos dois jogos que completam as 38 rodadas do campeonato.

Se algum clube não alcançar o objetivo em uma mini-meta se obriga a compensar em outra para manter a média de 10 pontos em cada uma. 

Caso um clube ultrapasse o objetivo nas seis mini-metas fica mais fácil a conquista do acesso.

Vou acompanhar com vocês cada mini-meta que o Criciúma finalizar no campeonato. Verão que na primeira ficou devendo, pois conseguiu apenas cinco pontos nas seis primeiras rodadas.
 

 

Tags: Mini-metas

João Nassif
Por João Nassif 03/06/2019 - 11:35

O VAR foi introduzido no futebol para corrigir possíveis erros de arbitragem e dar maior transparência aos jogos. Aqui no Brasil a utilização do equipamento é recente, por isso ainda não bem utilizado, mas que já alterou várias decisões mostrando que veio para melhorar o futebol.

Durante o passar dos anos fomos assistindo várias situações em que os erros de arbitragem decidiram jogos e campeonatos.

Um dos mais emblemáticos aconteceu em 2005 quando Márcio Rezende de Freitas que fazia seu último jogo como árbitro de futebol interferiu escandalosamente no resultado do jogo entre Corinthians e Internacional que praticamente decidiu o título de campeão brasileiro ao clube paulista.

Quando o placar apontava 1x1, Tinga jogador colorado foi derrubado pelo goleiro Fábio Costa num pênalti claro não assinalado. Além de não marcar o pênalti o árbitro ainda expulsou o jogador por reclamação.

O campeonato daquele ano teve 11 jogos anulados pelo comprovado esquema de manipulação de resultados que também ajudou o Corinthians que teve vários jogos repetidos e conseguiu reverter alguns resultados.

Tivesse o VAR naquele tempo, certamente a história do campeonato teria sido outra. 
 

João Nassif
Por João Nassif 02/06/2019 - 23:18Atualizado em 03/06/2019 - 06:21

Conforme foi combinado hoje é dia de falar sobre o segundo ciclo do técnico Telê Santana no comando da seleção brasileira.

Telê foi demitido logo após a eliminação pela Itália na Copa do Mundo de 1982, sendo substituído por Carlos Alberto Parreira que durou pouco no cargo. Mais rápida  ainda foi a passagem de Evaristo de Macedo que havia sido contratado para substituir Parreira e ficou no comando menos de um mês.

As eliminatórias para o Mundial de 1986 estavam próximas e a solução encontrada pela direção da CBF foi chamar novamente Telê Santana que teve apenas duas semanas para preparar a equipe para disputar a vaga para a Copa do Mundo.

Numa chave com Bolívia e Paraguai a seleção brasileira se classificou com duas vitórias por 2x0 fora do Brasil e empatou duas vezes em 1x1 jogando com o Paraguai no Maracanã e com a Bolívia no Morumbi.

Depois de vários amistosos preparatórios para a Copa do Mundo no dia 01 de junho o Brasil estreou no Mundial vencendo a Espanha por 1x0. Fechou a primeira fase invicta com vitórias sobre a Argélia por 1x0 e sobre a Irlanda do Norte por 3x0.

Venceu a Polônia por 4x0 nas oitavas de final e foi eliminada pela França nas quartas de final na decisão por pênaltis depois de empatar 1x1 no tempo normal e prorrogação. 

Neste jogo Zico perdeu um pênalti ainda no segundo tempo do tempo regulamentar.

Com esta nova derrota em Copa do Mundo Telê foi novamente demitido e em seu lugar entrou Carlos Alberto Silva.
 

João Nassif
Por João Nassif 01/06/2019 - 14:13Atualizado em 03/06/2019 - 06:16

O ex-técnico Telê Santana trabalhou no comando da seleção brasileira em duas oportunidades e em ambas dirigiu o time em Copas do Mundo.

Seu primeiro ciclo começou em abril de 1980 substituindo Cláudio Coutinho que terminou invicto o Mundial de 1978 e continuou no cargo até outubro do ano seguinte.

Telê fez seu primeiro jogo como técnico da seleção principal do Brasil vencendo por 7x1 uma partida amistosa contra uma seleção brasileira de novos, começando os trabalhos visando as eliminatórias para o Mundial da Espanha.

Depois de vários amistosos e ficar em segundo lugar no Mundialito do Uruguai, Telê finalmente comandou o time numa competição oficial, as eliminatórias de 1981 para a Copa de 1982.

Contra a Venezuela e Bolívia foram quatro vitórias em quatro jogos e o passaporte foi carimbado para a Espanha.

Ainda em 1981 a seleção percorreu os principais centros do futebol europeu e venceu na sequência amistosos contra Inglaterra, França, Alemanha Ocidental e Espanha, este jogo foi na Fonte Nova em Salvador.

Mais alguns amistosos pelo país até a estreia na Copa do Mundo no dia 14 de junho de 1982 com vitória sobre a União Soviética por 2x1. Depois de uma fase de grupo com três vitórias, na segunda fase uma vitória sobre a Argentina e logo em seguida a tragédia do Sarriá que causou a desclassificação da seleção favorita para vencer o Mundial.  

Com a perda da Copa Telê foi demitido e substituído por Carlos Alberto Parreira.

Amanhã aqui neste espaço foi relatar o segundo ciclo de Telê Santana como técnico da seleção brasileira,   
 

João Nassif
Por João Nassif 31/05/2019 - 11:29

O pesquisador Marcelo Leme de Arruda fez um levantamento em que cada jogador é contabilizado por tantos clubes quantos ele tenha atuado nas ocasiões em que defendeu a Seleção Brasileira.

Os jogadores recordistas neste critério são dois: Márcio Santos e Ronaldinho Gaúcho. Os dois foram convocados para a seleção brasileira quando atuavam por sete clubes diferentes. 

Márcio Santos

O zagueiro foi convocado pela primeira vez quando jogava pelo Novorizontino do interior do Estado de São Paulo. As outras convocações de Márcio Santos aconteceram quando atuava pelo Internacional de Porto Alegre, pelo Botafogo do Rio de Janeiro, pelo Bordeaux, pela Fiorentina, pelo holandês Ajax e pelo Atlético Mineiro.

Já Ronaldinho Gaúcho foi convocado pela primeira quando atuava pelo Grêmio. Na segunda convocação Ronaldinho estava sem clube devido ao impasse de sua transferência para o PSG. A terceira convocação aconteceu quando já estava jogando pelo clube francês. Depois, Ronaldinho foi convocado quando defendia o Barcelona, o Milan, o Flamengo e o Atlético Mineiro.  

Por seis clubes diferentes foram convocados para a seleção brasileira, Branco, Ricardo Rocha, Ronaldo Fenômeno e Roque Júnior.
 
 

João Nassif
Por João Nassif 30/05/2019 - 11:25

A competição de futebol mais antiga que se tem notícia na América do Sul foi disputada pela primeira vez em 1900 e reuniu times da Associação Argentina com sede em Buenos Aires, times de Rosário Central também na Argentina e times da Associação Uruguaia de Futebol.

O torneio foi chamado de Competição do Tie-Cup – Primeira Divisão e o troféu uma doação de Mr. Francis Boutell presidente da Associacao Argentina de Futebol no ano de estreia do torneio.

O torneio foi disputado até 1919, à exceção de 1910 e o maior vencedor foi Alumni Athletic Club de Buenos Aires que foi fundado em 1898 e extinto 15 anos depois.

O primeiro título do Alumni foi conquistado na segunda edição do torneio em 1901, foi novamente campeão dois anos depois e a partir de 1906 iniciou uma série de quatro títulos, chegando ao tetra campeonato em 1909.

Argentino Belgrano no início do século XX

O torneio teve 19 edições e os argentinos foram 13 vezes campeões. Além do Alumni o Rosário venceu três vezes, Belgrano, Boca Juniors, River Plate e San Isidro ganharam uma vez cada um.

Os uruguaios foram seis vezes campeões. O Montevideo Wanderers venceu três, o Nacional duas e o Peñarol apenas uma vez.  
 

João Nassif
Por João Nassif 29/05/2019 - 16:23

A Copa Africana de Nações envolve a cada dois anos os 54 países filiados à Confederação Africana de Futebol e tem sua fase final disputada num único país desde sua primeira edição em 1957.

A sede no torneio de estreia foi o Sudão e contou com apenas três participantes. A África do Sul seria a quarta seleção no torneio, mas foi desqualificada em virtude à politica do apartheid do governo na época. O campeão foi o Egito.

Egito que irá sediar a 31ª edição é o maior vencedor da Copa com sete títulos conquistados. Camarões com cinco títulos e Gana com quatro são depois do Egito as seleções que mais venceram o torneio.

Camarões, campeão africano de 2017

Camarões, aliás que deveria sediar o torneio que será disputado entre junho e julho próximos, mas o país não foi liberado pela Confederação Africana por não ter cumprido algumas condições conforme o estabelecido pela Confederação. Camarões será sede do torneio em 2021.

Para esta 31ª edição, seis seleções jogaram uma pré-classificação, classificando-se três para a disputa das eliminatórias que foram compostas por 12 grupos com quatro seleções em cada um, pois o Egito como anfitrião já estava classificado. Mesmo assim participou da fase de classificação ficando em segundo lugar em seu grupo.

A fase final será disputada por 24 seleções que formarão seis grupos na primeira fase. O torneio terá início no dia 21 de junho e a final está marcada para 19 de julho.
 

João Nassif
Por João Nassif 28/05/2019 - 22:54Atualizado em 29/05/2019 - 12:58

Entre o final de 1980 e o início de 1981 foi disputado em Montevideo no Uruguai a Copa de Ouro dos Campeões Mundiais, conhecido como Mundialito.

Até então seis seleções haviam conquistado a Copa do Mundo e todas, à exceção da Inglaterra que desistiu de participar estiveram presentes. No lugar dos ingleses foi convidada a Holanda que havia sido vice-campeã nos dois Mundiais anteriores. 

Uruguai campeão do Mundialito

Foram formados dois grupos com três seleções em cada um e os primeiros colocados foram para a decisão.

No grupo A o Uruguai terminou em primeiro com duas vitórias sobre Itália e Holanda, ambas por 2x0. Italianos e holandeses empataram seu jogo em 1x1.

No grupo B o Brasil terminou em primeiro pelo maior saldo de gols contra a Argentina que ficou em segundo. A Alemanha Ocidental foi a terceira colocada com duas derrotas, para o Brasil por 4x1 e para a Argentina por 2x1. Brasileiros e argentinos empataram em 1x1.

Na decisão perante mais de 71 mil torcedores no Estádio Centenário os donos da casa derrotaram a seleção brasileira por 2x1 e garantiram o título da única Copa Ouro dos Campeões Mundiais disputada em toda história.
 

João Nassif
Por João Nassif 27/05/2019 - 11:35

Thiago Ávila *

A Formula 1 chegou ao circuito mais charmoso do calendário: Monte Carlo. As estreitas ruas de Mônaco sempre nos proporcionam um show de pilotagens e diversos acidentes nas muretas do traçado. Por esses motivos, é praticamente impossível ultrapassar durante a corrida, e quando há alguma é de se aplaudir de pé!

As Mercedes chegaram no principado isolados na liderança e com cinco dobradinhas consecutivas, um recorde histórico na categoria. Os fortíssimos carros alemães tinham tudo para fazer mais uma ao fazerem P1 e P2 no treino de sábado, com Hamilton a frente de Bottas. Verstappen fez um excelente terceiro tempo, com Vettel em quarto. Charles Leclerc, piloto da casa, foi prejudicado por uma “desestratégia” da Ferrari em não pô-lo na pista para uma segunda tentativa no Q1, e largou apenas em 15º.

A corrida que tinha tudo para ser um saco, começou a ficar bom quando o monegasco arranjou um mero espaço na lenta curva do Grand Hotel para ultrapassar a McLaren de Lando Norris. O monegasco estava afiado e na sétima volta foi ousado ao ultrapassar Romain Grosjean na estreita curva do Casino. Duas voltas depois, na mesma curva, a próxima vítima seria Nico Hulkenberg, mas se afobou demais e acertou a roda traseira direita na mureta, acabou rodando. O pneu acabou furando e a asa traseira foi danificada. Leclerc parou mais três vezes até ser obrigado a abandonar.

Se não há mais Leclerc para salvar Mônaco, existe Max Verstappen. Com o Safety Car acionado, o holandês conseguiu uma ultrapassagem roda a roda sobre Bottas NA SAÍDA DOS BOXES! O novo pneu do finlandês não durou uma volta até furar e ter que fazer uma nova parada. O SC saiu na volta 17 e o ordem de classificação era Hamilton, Verstappen, Vettel e Bottas. Em seguida Verstappen recebeu uma punição de cinco segundos pela manobra perigosa nos boxes.

Mas isso não abalou o garoto prodígio da Red Bull, que azucrinou a vida de Hamilton pelas 61 voltas restantes e ganhou o prêmio de Piloto do Dia com méritos. Max terminou em segundo, mas a punição o jogou para quarto e o sumido Vettel herdou o lado direito do pódio.

O resultado põe o pentacampeão Lewis Hamilton mais líder do que nunca a 17 pontos sobre Valtteri Bottas, Sebastian Vettel assume a terceira posição, seguido de Verstappen e Leclerc. A direção de prova impediu que o holandês quebrasse a hegemonia de dobradinhas da Mercedes, mas Seb o quebrou. 

A temporada 2019 da F1 segue com domínio total dos flechas prateadas, mas quem sabe poderemos ver um equilíbrio nas próximas etapas. Que venha Montreal!


* Estudante de Jornalismo da PUCRS
 

João Nassif
Por João Nassif 27/05/2019 - 09:15

O Campeonato Mundial de Futebol sub-17, promovido e organizado pela FIFA é uma competição de seleções para jogadores até 17 anos. O campeonato que começou a ser disputado em 1985 é realizado a cada dois anos e agora em 2019 a sua 18ª edição terá o Brasil como sede.

A Nigéria é a maior vencedora com cinco títulos, em 1985, 1993, 2007,2013 e 2015. A seleção brasileira é a segunda com mais títulos, em 1997, 1999 e 2003. Gana e México foram campeões duas vezes e com apenas um título as seleções da Arábia Saudita, França, Inglaterra, Suíça e União Soviética.

Nigéria sub-17 em 2013

A Inglaterra é a última campeã derrotando a Espanha por 5x2 no torneio disputado na Índia. A seleção brasileira decidiu o terceiro lugar e derrotou a seleção de Mali por 2x0.

O Brasil venceu seu último título em 2003 na Finlândia derrotando na final a Espanha por 1x0. Para chegar à decisão a seleção brasileira ficou na primeira colocação na fase de grupos derrotando Portugal por 5x0 o Iêmen por 3x0, além de empatar em 1x1 com a seleção de Camarões.

Nas quartas de final o Brasil derrotou os Estados Unidos por 3x0 e nas semifinais bateu a seleção colombiana por 2x0.

Do time campeão mundial sub-17, dois jogadores que fizeram história no futebol brasileiro, o volante Arouca, atualmente sem clube e o goleiro Marcelo Lomba, formado na base do Flamengo e hoje destaque do Internacional de Porto Alegre.
 

João Nassif
Por João Nassif 26/05/2019 - 12:39

Ontem aqui no Almanaque da Bola registrei a disputa entre Egito e Argélia valendo vaga para a Copa do Mundo de 1990 na Itália.

A vitória dos egípcios por 1x0 após as duas seleções terem empatado em 0x0 na Argélia, gerou um tumulto de graves proporções, pois os argelinos não aceitaram a confirmação do gol alegando que seu goleiro havia sofrido falta no lance do gol.

A pancadaria rolou solta no Cairo com os atletas da Argélia partindo para cima do árbitro que demorou quase 10 minutos para chegar ao vestiário. A briga se estendeu pelas arquibancadas com os argelinos atirando vasos de terra sobre o público.

Belloumi

A culpa pelo tumulto recaiu sobre o atacante argelino Belloumi que foi condenado a cinco anos de prisão por um Tribunal do Egito. Inclusive seu nome entrou na lista da Interpol, pois estava fora do Egito quando de sua condenação.

Belloumi só deixou de ser foragido pela organização internacional em abril de 2009 graças aos esforços das duas nações às vésperas de novo encontro entre as seleções pelas eliminatórias para o Mundial de 2010. 
 

João Nassif
Por João Nassif 25/05/2019 - 22:33Atualizado em 26/05/2019 - 07:36

No final de 1989 Egito e Argélia disputaram em duas partidas uma vaga para o Mundial do ano seguinte que foi realizado na Itália. As duas nações alimentavam rivalidade história motivada pelo processo de independência argelina durante a década de 1950.

Na África muitos países lutavam pela independência. Muitos jogadores argelinos abandonaram seus clubes europeus e formaram uma equipe da Frente de Libertação Nacional (FLN), o movimento armado contra a ocupação francesa em seu território.

O selecionado atuou no Norte da África, na Ásia e no Leste Europeu com a ambição de divulgar o movimento armado pelo mundo. 

Seleção da FLN

O governo do Egito apoiou a guerra da independência argelina, mas não teve a mesma postura com relação ao futebol, pois os egípcios temiam represálias por parte da FIFA caso medissem forças com o selecionado rebelde. O Egito era um dos fundadores da Confederação Africana de Futebol e a FIFA não reconhecia o selecionado da FLN.

Mesmo assim a decisão da vaga para a Copa da Itália foi confirmada, no primeiro jogo em Constantina na Argélia houve empate em 0x0 e na segunda partida no Cairo o Egito venceu por 1x0 e ganhou o direito de participar pela segunda vez de uma Copa do Mundo.
 

Tags: Egito Argélia FLN

João Nassif
Por João Nassif 24/05/2019 - 12:02

Meu amigo Geraldo Caciatori conta uma história interessante que aconteceu quando o Esporte Clube Metropol se preparava para a excursão à Europa em 1962.

O técnico era Ivo Andrade que estava dando uma preleção quando o Diomício Freitas, um dos donos do clube abriu a porta e entrou no vestiário O treinador imediatamente o mandou sair. 

No lado de fora estavam o Santo Guglielmi, também dono do clube, o Dite, o Dilor, o Dilson, o Reginaldo e o Realdo. Imediatamente o Diomício mandou o Dite entrar no vestiário e demitir o técnico. Dite cumpriu a ordem na frente de todos os jogadores.

Na volta, o Dite obediente perguntou ao pai o motivo da demissão. Diomício falou, depois te conto. Foi então que o Santo disse: “manda quem pode e obedece quem precisa”.

No dia seguinte, Dite convidou o Caznok para ser o técnico na viagem ao Velho Continente, Caznok que era técnico do Comerciário e tinha sido vice-campeão da LARM.

Metropol rumo à Europa

Convite aceitou surgiu um problema, Caznok não tinha carteira de técnico da CBD e não poderia viajar à Europa como treinador. A saída encontrada foi convidar Jucílio Fernandes que era massagista do Marcílio Dias que tinha a tal carteira e estava em dia com o pagamento das taxas cobradas pela entidade. 

Resultado, o massagista do Metropol Romeu Selling foi cortado da delegação e o Jucílio foi o massagista e roupeiro do time na viagem à Europa.
 

João Nassif
Por João Nassif 23/05/2019 - 16:25

Em 2009 a Confederação Brasileira de Futebol reformulou o calendário nacional ao diminuir de 64 para apenas 20 o número de clubes na série C e inaugurar a série D com 40 participantes.

A proposta de 40 clubes permaneceu até 2015, exceto em 2014 quando disputaram 41 em virtude do rebaixamento de cinco clubes da série C. A partir de 2016 a série D passou a contar com 68 times divididos em 17 grupos, formato que persiste até hoje. 

Nestes 10 anos de disputa a série D teve 10 campeões de oito estados sendo que o primeiro deles foi o São Raimundo de Santarém do Pará.

Minas Gerais e Ceará são os únicos estados com dois títulos cada um. Tupi em 2011 e Tombense em 2014 são os campeões de Minas Gerais. Guarany de Sobral em 2010 e Ferroviário em 2018 são os times cearenses campeões da série D.

Os demais estados com apenas um título cada um são: Maranhão que teve o Sampaio Correa campeão em 2012, a Paraíba com o Botafogo em 2013, São Paulo com o Botafogo em 2015, o Rio de Janeiro com o Volta Redonda em 2016 e o Paraná com o Operário em 2017, além do estado do Paraná com o São Raimundo na primeira edição da série D do campeonato brasileiro. 

Tags: Série D CBF

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