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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 04/06/2020 - 07:35Atualizado em 04/06/2020 - 07:41

Ainda era década de 80. Final da década de 80. Dilor Freitas trouxe do Rio Grande do Sul um profissional do rádio. O Dilor era diretor do Grupo Freitas na época, diretor da RCE, Rede de Comunicações Eldorado, rede que pertencia ao Grupo Freitas. O Dilor trouxe do Rio Grande do Sul um profissional renomado, graduado, competente, inteligente, Paulo Cagliari. A primeira missão dada ao Paulo foi montar o projeto de um jornal diário, seria o Jornal Eldorado. Mas, conversa vai, conversa vem, o projeto acabou arquivado.

O Paulo recebeu então a missão de colocar no ar a nova rádio do Grupo Freitas. Seria uma rádio adulta, moderna e com música clássica. Diziam na época, uma rádio para consultório, escritório. Esse o perfil definido na época.

Nascia então a Rádio Som Maior FM.

Era 4 de junho de 1987. Hoje faz 33 anos. Por isso hoje é um dia especial para todos nós.

Eu sempre fui muito próximo, ou ligado na Som Maior. Desde a montagem com Paulo Cagliari até o tempo em que virei sócio, gestor e apresentador. A minha vida se mistura com a rádio. Eu estou aqui todo dia às 5h30min, saio daqui na normalidade à noite ou quase à noite, ainda trabalhou em casa, tenho dois filhos aqui envolvidos e minha família se envolve o tempo inteiro com a rádio.

Quando me tornei sócio e administrador da Som Maior, fechamos uma parceria com a Rede Antena 1, e usamos a marca Antena 1 que é forte. Som Maior Antena 1 na época. E o meu amigo, irmão, companheiro João Sônego sempre me dizia: "usa Som Maior, Adelor. Só Som Maior. Nome bonito. E principalmente que diz tudo, diz o quanto é amplo o arco de atuação da emissora". 

Aquilo ficou na minha cabeça, afinal de contas, era opinião do João. E quanto desligamos da Rede Antena 1 o João não estava mais aqui, estava no céu, mas eu pensei nele e no que ele dizia, e em sua homenagem assumimos, então, Som Maior, só, Som Maior. Até hoje. E vai continuar assim.

Hoje, parabéns a todos. Quero cumprimentar a todos que fizeram a Som Maior chegar até aqui. Com produto de qualidade, e que vai ficar melhor.

Aos 33 anos a Som Maior, madura, mas sempre em renovação, procurando se posicionar na posição de vanguarda. E hoje vai dar passos novos nessa direção. Aos 33 anos a Som Maior renova compromisso com o cidadão, sempre. De ser instrumento na busca de soluções e do fazer melhor. Aos 33 anos a Som Maior renova compromisso na defesa da democracia e das liberdades.

As informações que passamos e vamos passar, claro, não agradam a todos. Ou nem tudo vai agradar a todos, sempre. Mas é o registro de fatos. Mas as opiniões expostas aqui não são consenso, mas são contribuição ao debate. Sem a pretensão de dono da verdade nem paternidade da verdade. O foco sempre foi e sempre será o interesse coletivo, o crescimento com qualidade de vida do nosso ambiente, mas sem lado. A Som Maior não tem lado, e não terá.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 03/06/2020 - 18:40Atualizado em 03/06/2020 - 21:05

O delegado de polícia de Orleans, Ulysses Gabriel, acaba de anunciar o seu pedido de licença das funções para ser candidato a prefeito da cidade,

Por nota, ele conta um pouco de sua historia de vida, de origem humilde, as dificuldades que teve que enfrentar, e a sua relação com o sogro, Lussa Librelato, que o levou para a politica.

Ulysses é filiado ao PSD, foi candidato a deputado estadual em 2018, ficou na segunda suplência e assumiu na Assembléia Legislariva por dois meses neste ano.

Antes de confirmar a candidatura  a prefeito, ele trabalhou para construir a unidade politica da familia.

O vereador Lucas Librelato, que foi o mais votado na cidade em 2016, estava no PSDB e também postulava candidatura a prefeito.

No dia 16 de março, Ulysses conseguiu fazer a filiação de Lucas no PSD.

Agora, teve o seu apoio para ser o candidato.

O PSD tem aliança com o PP e faz oposição ao prefeito Jorge Koch, MDB, que será candidato a reeleição.

Abaixo, na integra, a nota distribuida por Ulysses:

"PRÉ-CANDIDATURA 

Na minha história de vida passei dificuldades, filho de um ex-engraxate (depois caminhoneiro e por fim comerciante) e de uma ex agricultora (hoje professora), aprendi muito com meus pais sobre honra, moral e ética.

Com eles aprendi que a palavra convence, o exemplo arrasta, que o certo é certo, ainda que todos estejam fazendo errado, pois o errado é errado. Aprendi muito dos meus professores, irmãos e amigos sobre persistência.

Minha chegada em Orleans foi em 2007, quando conheci o Lussa, de quem recebi a gravata que usei no dia de hoje, que me dá sorte sempre. Em 2008 conheci a Thayni, que me dá força e apoio nas horas difíceis, com quem tenho aprendido muito.  2017 veio a nossa filha Maria, que está no e ensinamento muito sobre o valor das pequenas coisas, que também passei a compreender com nosso amigão, o Marley.

Aprendi muito meus colegas de profissão, policiais, que me ajudaram em toda a caminhada. Na Polícia fui presidente da associação dos delegados, delegado regional, corregedor e coordenador da Academia de Polícia.

Em 2018 fui o candidato mais bem votado da historia de Orleans, não me elegendo, mas aprendendo muito, inclusive tendo a grande satisfação de ter me tornado deputado estadual. Agora, me licencio da função de Delegado de Orleans para estar apto para me colocar a disposição de meu partido e de meus concidadãos para concorrer ao cargo de prefeito ajudar nossa cidade nas dificuldades que virão com a crise econômica da seca e da pandemia".

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 03/06/2020 - 08:17Atualizado em 03/06/2020 - 08:20

Tinha anotado aqui para falar da CPI dos Respiradores. Porque só piora. Os depoimentos de ontem confirmaram previsão - nitroglicerina pura -, farofa no ventilador. Ficou muito evidente que teve rolo, que teve ilícito programado e pensado, mas vamos falar sobre isso, com todos os detalhes, mais na frente.

Também tinha pensado em falar da audiência do governador para o prefeito de Criciúma. A primera no mandato. Porque o governador não gostou de algo que o prefeito disse no início do mandato e passou a ignora-lo olimpicamente, mas, com prejuízos para a cidade, não para a pessoa física do Clésio. E assim, Criciúma perdeu 1 ano e meio, quanta coisa poderia ter sido resolvida no período.

Mas...

Decidi fazer uma homenagem, por entender justo e apropriado. Para um cidadão de bem que conheci. Cidadão que está na história da sua cidade. Porque foi o primeiro vice-prefeito e foi o segundo prefeito eleito. 

Hoje, o seu filho é o presidente da Câmara. Falo do Nelson Da Soler, de Forquilhinha. A cidade de Forquilhinha está de luto, em sua homenagem, por decreto assinado pelo prefeito Dimas Kammer.

Como acompanhei de perto a luta pela emancipação, também estava por perto nos primeiros passos do novo municipio, e vi o processo que elegeu o Nelson vice, ao lado do Vanderlei Ricken, e depois da sua eleição.

Nelson da soler Nunca foi de grandes discursos, mas sempre foi coerente. No exercício das suas funções, fez o que se apresentou possível para cumprir compromissos e fazer o melhor para da cidade. 

Vencidos os mandatos para os quais foi eleito pelo voto popular, voltou para o balcão da sua loja com a mesma humildade, simplicidade e jeito de ser.

Nelson já estava lutando contra um problema de saúde, e teve um AVC no sábado. Morreu ontem à noite no Hospital São José, onde estava internado.

Cidadão simples, humilde, bom de trato, fraterno, respeitoso, de fácil relacionamento. Um cidadão de bem, personagem da história da cidade.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 22:16Atualizado em 02/06/2020 - 22:19

MDB de Forquilhinha definiu em reunião do diretório agora à noite que terá candidato próprio para prefeito.

O nome será divulgado em reunião ampliada do partido, em data a ser definida.

Não deve ter disputa interna. O nome deve ser definido por consenso.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 20:41Atualizado em 02/06/2020 - 22:10

Morreu agora à noite o primeiro vice-prefeito de Forquilhinha e segundo prefeito eleito, Nelson Da Soller, aos 72 anos.

Ele vinha tratando de um problema de saúde, quando teve um AVC no sábado. Estava internado no hospital São José, de Criciúma.

Nelson é pai do vereador Maciel Da Soler, presidente da Câmara de Vereadores de Forquilhinha.

Comerciante tradicional da cidade, ele foi o primeiro vice-prefeito da história de Forquilhinha, compondo chapa com o prefeito Vanderlei Ricken.

Na sucessão, Nelson foi eleito prefeito.

Cidadão simples, era muito bem relacionado (e respeitado) na cidade e na região. 

O Governo Municipal de Forquilhinha decretou luto oficial em razão da morte do ex-prefeito Nelson da Soler.
O prefeito Dimas Kammer lamentou a morte do ex-prefeito. "O Nelson combateu o bom combate e angariou muitos amigos pelo seu jeito exemplar de ser. Forquilhinha agradece o seu legado, e manifesta os sentimentos de pesar aos seus familiares e amigos", disse.

Nota de pesar

A assessoria da Assembléia Legislativa distribuiu nota sobre a morte de Nelson Da Soler.

Abaixo, na íntegra:

"O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia, e o deputado Rodrigo Minotto manifestam profundo pesar pela morte prematura do primeiro vice-prefeito e segundo prefeito do município de Forquilhinha, Nelson Da Soller.

Comerciante tradicional da região, Nelson foi, sobretudo, um cidadão atuante e comprometido com as causas locais e um ser humano respeitado e querido por seus concidadãos.

Ao presidente da Câmara, Maciel da Soller, seu filho, e a todos os familiares a nossa solidariedade. Que o legado de Nelson seja força e inspiração para todos".

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 18:08Atualizado em 02/06/2020 - 18:21

O presidente da Câmara de Criciúma, veredor Tita Beloli, acompanhado dos vereadores Miri Dagostim e Geovana Benedet, pediram hoje à tarde ao governador Carlos Moisés que encaminhe a suspensão da decisão da Celesc de assumir o atendimento e fornecimento de energia na área da Primeira Linha, que hoje está sob responsabilidades da Coopera.

O Governador disse que vai conversar com o presidente da Celesc e depois dará retorno aos vereadores.

"Vamos encontrar um caminho para resolver o assunto", prometeu Moisés.

Os empresários, agricultores e moradores da região da Primeira Linha não querem a troca da Coopera pela Celesc.

A audiência dos vereadores como Governador foi intermediada pelo deputado Rodrigo Minotto.

Como já estava marcada a agenda do Governador com o prefeito Salvaro, os três vereadores foram recebidos junto com o prefeito.

Ontem à noite o presidente da Coopera, Valmir Dagostim, estava na Câmara de Vereadores para dar esclarecimentos sobre o assunto.

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 17:17Atualizado em 02/06/2020 - 17:28

O ex-ministro Claudio Vignati, presidente estadual do PSDB, estará em Criciúma nesta quarta-feira.

Ele vem se reunir com a nova comissão provisória municipal, presidida pelo empresário Fábio Brezola.

Vignati está fazendo a reestruturação do PSB no estado, depois que a direção anterior foi destituída pela executiva nacional.

Na região, o PSB foi desmontado pelo ex-deputado Cleiton Salvaro, que tinha o comando do partido.

Poucos dias antes do encerramento do prazo para as filiações, Cleiton encaminhou os candidatos a vereador para outros partidos, principalmente PP, PR e PSDB.

Hoje, Cláudio Vignati fez a filiação do ex-vice-prefeito de Joinville, Rodrigo Bornholdt.

Ele é advogado, mestre em Direito do Estado e doutor em Direito das Relações Sociais. Estudou em Berlim e Münster, na Alemanha, sobre direitos fundamentais e direito econômico. Foi professor na UNIVILLE e procurador-geral de Joinville.

Como filiou agora, Bornholdt não poderá disputar a eleição deste ano. Mas, já está "listado" como candidato a deputado em 2022.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 16:28Atualizado em 02/06/2020 - 16:43

Sinal dos tempos. Terminou a pouco reunião no Palácio da Agronômica entre o governador Carlos Moisés e o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro.

Os dois acertaram na reunião que será assinado convênio de R$ 8 milhões entre a Casan e a prefeitura para pavimentação de ruas nos bairros Michel e São Luíz, onde estão sendo encaminhadas obras para impplantação de rede de esgoto pela Casan.

Salvaro e Moisés tiveram relação conflituosa desde o início de 2019, o prefeito ainda não havia sido recebido pelo governador e os seus pleitos não eram encaminhados.

Nos últimos 10 dias, Clésio foi chamado para audiência com a presidnete da Casan, e hoje foi recebido pessoalmente por Moisés.

É mais uma mostra da mudança de postura do governo (e do governador), depois da posse do chefe da Casa Civil, Amandio da Silva Junior.

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 11:05Atualizado em 02/06/2020 - 12:27

O governador do estado, Carlos Moisés, e o candidato a prefeito de Criciúma, Julio Kaminski, estão em conflito interno com o PSL. Por razões distintas.

Na Capital, a informação é de ruído na relação do Governador com o comando estadual do PSL, especialmente o presidente, deputado Fábio Schiochet.

Como desdobramento, Moisés já teria sido acionado pela direção nacional do partido.

A partir daí, há especulações sobre possivel desfiliação do Governador.

Ele não entraria em novo partido, pelo menos em curto prazo. Ficaria sem partido, possivelmente até 2021.

Chegou a ser especulado sobre apoximação com o MDB, mas não há clima no partido, nem intenção manifestada por Moisés, de encaminhar desfiliação.

Como a prioridade do Governador é evitar o impeachment, o entendimento é que ficar sem partido pode até ajudar.

Mas, não há sinais evidentes para procedimentos ou encaminhamentos a respeito.

 

Kaminski

Em Criciúma, o problema na relação de Julio Kaminski com o PSL já teve o primeiro desdobramento. A sua destituição da presidência da executiva municipal.

O argumento dado foi que ele deveria deixar o cargo porque será candidato. Só que o novo presidente, Alisson Pires, também será candidato.

Na real, o PSL tem informações que desde o dia 15 de maio Kaminski articulava com pessoas próximas a saída do PSL.

Começou a mostrar insatisfação no partido desde o início de maio, inclusive por não ter acesso ao governo (e não ser atendido).

O entendimento no PSL é que Kaminski estaria apostando na porrogação das eleições para dezembro, e que isso permitisse a abertura uma nova "janela de transferências".

Neste caso, iria para o DEM para ser candidato.

No próprio DEM há apostas neste sentido.

Kaminski teria sinalizado para possibilidade de sair do PSL até o dia 6, sábado. Candidatos a vereador disseram ter sido informados.

Consultado pelo blog, Kaminski garantiu que não tem plano de saída do PSL.

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 07:11Atualizado em 02/06/2020 - 08:04

Ando preocupado com o grito dos empreendedores que estão quebrando, se atolando em dívidas, e nada de apoio oficial. Estou preocupado. Aquele programa de linhas de crédito facilitadas, com juros baixos, ainda não saiu do papel. Falta uma regulamentação que não é assinada pelo governo federal. Ando preocupado com o grito do exército de desempregados que não uma mão estendida sequer.

Estou preocupado com o pós-pandemia para a região se reerguer. Obras prometidas continuam só no discurso. Várias, muitas. 

Continuo preocupado com o ódio disseminado no ambiente, que faz da ofensa e da agressão prática comum. Não se admite mais pensamentos diferentes. Ninguém discute nem conversa, vai para a ameaça. Isso afasta pessoas e divide, quando se precisa hoje, e a partir de agora, fazer conta de somar, para sair do buraco.

A corda está esticando demais, e a temperatura aumentando. O ambiente está tensionado demais. Isso é ruim. Tem gente boa em todos os lados, mas tem gente que só quer jogar gasolina no fogo.

Me vejo na obrigação de dizer que, a continuar assim, não vai terminar bem. Temos problemas graves a resolver, a crise é histórica, é preciso muito esforço e empenho para recuperar a economia e garantir que os empreendedores consigam se levantar. Mas esse ambiente de ódio não ajuda, só atrapalha. E não se pode calar diante da intolerância. Há que se levantar a voz pela democracia, para divergir, discordar, em ambiente civilizado, com o mínimo de respeito. Os que se agridem hoje podem ter que estar juntos daqui a pouco, como já estiveram tantas vezes. Porque ninguém é dono da verdade, a verdade vem com o tempo.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 01/06/2020 - 14:04Atualizado em 01/06/2020 - 14:20

Presidente da Câmara de vereadores de Criciúma, Tita Beloli, acaba de assinar memorando suspendendo as atividades da CPI da Afasc por sete dias.

Ato do presidente é desdobramento do requerimento protocolado pelo vereador Arleu da Silveira contra a forma como presidente da CPI, Zairo Casagramde, decidiu a eleição do relator.

Tita Beloli se baseou no regimento interno, artigos 27 e 216, para tomada de decisão.

Ele encaminhou o recurso de Arleu para análise da comissão de justiça da Câmara, que deverá se posicionar em até sete dias. Depois, o assunto será deliberado em plenário. Enquanto isso, ficam suspensos os trabalhos na CPI.

Os vereadores Arleu da Silveira e Ademir Honorato disputaram a função de relator da CPI e cada um teve quatro votos.

O presidente da CPI, vereador Zairo Casagrande, anulou o voto de Arleu com a justificativa que ele fez parte do conselho da Afasc, e declarou Ademir eleito relator.

Arleu sustenta que a decisão de Zairo não tem amparo legal.

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 01/06/2020 - 09:14Atualizado em 01/06/2020 - 13:42

O fim de semana foi movimentado na política.

Nos finais de semana, as pessoas aproveitam para falar mais de política.

Anotei do Facebook uma frase do Rodolfo Nicolazzi Felipe, cidadão de Nova Veneza:

"Defender fake news com o argumento da liberdade de expressão é o mesmo que defender o direito de atropelar alguém em nome do direito de ir e vir".

Alguém pode dizer que ele radicalizou, mas faz sentido!

O negócio está ficando tão estranho que a liberdade de expressão virou bandeira de quem manda calar a imprensa e agride jornalistas diariamente. E agora faz discurso para defender a liberação das fake news, que têm de um lado e de outro, e que têm grandes esquemas, produzindo factóides, normalmente usando robôs que falam com milhares de pessoas ao mesmo tempo.

Isso custa muito caro. Quem paga isso?

Não pense que tudo isso que chega no seu celular é espontâneo, de cidadãos que ficam colhendo informações e repassando.

Muito disso é produzido. Existem grupos que trabalham com isso, ganham com isso, e utilizam robôs para espalhar.

E ficam alimentando teses com pessoas de bem, que querem um Brasil melhor.

Mas, assim vão alimentando um ambiente de ódio. E arrebentando relações, e afastando pessoas, e a corda vai esticando. E a temperatura aumentando.

A carreata de ontem feita em Criciúma foi pacífica, democrática, expressão de opinião. Sem problemas.

Mas estão esticando a corda nos grandes centros, São Paulo, Rio, Brasília.

Já tivemos ontem manifestação de dois lados em São Paulo, e tivemos conflitos. E aí ficamos pensando, onde isso tudo vai parar?

O ambiente está tensionado demais. Isso é ruim. Tem gente boa nos dois lados, mas também tem gente jogando gasolina no fogo.

Pelos meus tempos de vida, estou na obrigação de dizer que continuando assim, não vai terminar bem.

O país tem problemas graves a resolver. Tem que recuperar a economia. Mais uma crise institucional é o que não precisa (e não cabe).

Vejo pessoas de bem bradando por intervenção militar.

Lembro que naquela greve dos caminhoneiros, fui conversar com um grupo que estava num posto em Maracajá. Tinha uma faixa enorme que defendia regime militar já. Fui lá e perguntei se estavam conscientes que num regime militar não estariam ali. Como não estariam nas ruas ontem.

A manifestação de ontem, e dos caminhoneiros, e tantas outras que acontecem, são filhas da democracia. Que tem defeitos, mas que ainda deve ser preservada.

Pensem nisso e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 30/05/2020 - 07:50Atualizado em 30/05/2020 - 09:44

O governador Carlos Moisés teve uma semana de trégua no embate político com a suspensão de todas as atividades na Assembleia Legislativa e depois da polêmica postagem do deputado Jessé Lopes.

Nestes dias, o governador se movimentou, saiu do Palácio da Agronômica, fez articulações, recorreu à politicos para pedir apoio e se aproximou do principais representantes do setor produtivo do estado, como parte da operação que está em curso, pilotada pelo novo Chefe da Casa Civil, Amândio da Silva Junior, para tentar barrar o processo de impeachment.

Os resultados práticos serão serão observados a partir da terça-feira, quando serão retomados os trabalhos da CPI dos Respiradores na Assembléia, e já com depoimentos que "prometem". Douglas Borba (ex-chefe da Casa Civil), Helton Zeferino (ex-secretário de saúde), e Marcia Pauli (ex-superintendente de gestão da Secretaria de Saúde).

Ao mesmo tempo, o Governador trata de mais duas substituições na sua equipe. O secretário de Articulação Nacional, Derian Campos, pediu para sair, e o secretário de desenvolvimento econômico, Lucas Esmeraldino, foi deslocado para secretaria de articulação nacional, em Brasília.

Derian, que é de Joinville, se ofereceu para assumir o desenvolvimento econômico. Em princípio, não emplacou.

Tempo bom para Alisson

O PSL de Criciúma vive período de intensa movimentação interna, com sinalização para mudanças, que incluem a sua direção, já na segunda-feira.

O médico Alisson Pires deve ampliar seu espaço no partido.

Alisson consolidou liderança no PSL criciumense e pode ter participação maior no processo eleitoral.

Inicialmente, está listado como candidato a vereador.

Ghellere sai da Presidência

O empresário Ricardo Ghellere, de Araranguá, anunciou o seu afastamento, por pedido de licença, da presidência do IMAS (Instituto Maria Schmitt), que administra a UPA da Próspera, em Criciuma, e o Hospital Regional de Araranguá, entre outras instituições (vídeo abaixo).

Falando ao blog, disse que pediu licença para se dedicar à campanha para prefeito de Araranguá, mas que continuará fazendo parte do conselho de administração do IMAS.

No período em que estiver afastado da presidência, o IMAS não terá um presidente. O conselho passará a tomar as decisões de forma colegiada e foi contratado um diretor executivo para coordenar as unidades administradas pelo instituto.

O executivo é Douglas Alves Cláudio, que já trabalhou na hospital Socimed de Tubarão, hospital São José de Criciúma e no hospital infantil Jever Faria de Joinville.

Sobre a eleição, Ghelere disse que está fechado com DEM, PSC e AVANTE, que está bem próximo do PSDB,  e que está conversando com MDB e PSD para tentar firmar uma "frente de oposição".

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 29/05/2020 - 07:43Atualizado em 30/05/2020 - 07:50

No meio da pandemia, e de seus reflexos, temos boas notícias. E que bom. Obras que estão sendo realizadas. Em Criciúma, grandes obras na Avenida Santos Dumont, investimentos do contrato do Fonplata, obras que vão melhorar a vida das pessoas. No período das obras há o transtorno necessário para o melhor. Daqui a pouco passa. Teremos melhorias importantes ali.

Ontem, ainda nessa linha, o deputado Minotto anunciou que o Estado vai anunciar R$ 13,5 milhões para obras na Rodovia Jacob Westrup. Vai sair do papel. Que bom. E está sendo concluída a licitação da obra de revitalização da Rodovia Jorge Lacerda. As coisas estão bem encaminhadas.

Ontem conversei com o secretário da Casa Civil, Amândio da Silva Júnior, e ouvi dele que o processo para a implantação do Centro de Inovação vai andar de novo. O processo foi iniciado, teve primeiros encaminhamentos, mas parou quando ele saiu do governo no fim do ano passado. Agora, com o seu retorno ao governo, ele vai fazer o processo andar, os recursos serão liberados nos próximos dias, e o Centro de Inovação sairá do papel.

São algumas anotações de investimentos que estão sendo preparados, a mostrar que as coisas estão andando, o que é muito bom. Pois vamos sair dessa, o corona vai passar, se estivermos com melhor infraestrutura, será melhor a recuperação.

Temos investimento sna iniciativa privada também. Uma cerâmica da região está reformulando sua gestão comercial para crescer em vendas. Outra cerâmica importante está concluindo fábrica nova, moderna.

Enquanto isso, a Rodovia Paulino Búrigo, em Içara, está um canteiro de obras. Projetos que estavam prontos, anunciados, estão sendo mantidos e executados. O atacarejo do Carrefour sendo construído, o do Giassi também, Tem a TCA que está quase pronta, para ser inaugurada em 15 ou 20 dias. Importante. Tudo isso gera emprego e renda, e de imediato.

Mas o poder público de Içara precisa acompanhar a iniciativa privada. Precisa estar mais ou menos na mesma vibe. Precisa investir em melhores condições para operação dos negócios que vem por aí. A Rodovia Paulino Búrigo não pode continuar como está. Faz mais de três décadas que ela está assim. E o quanto Içara cresceu no entorno da Paulino Búrigo? E agora com Carrefour, com o Combo do Giassi, e outras, e o crescimento natural, e ampliação da Librelato, vai trancar tudo se a Paulino Búrigo continuar como está.

Passou da hora de encaminhar um projeto de duplicação da Rodovia Paulino Búrigo. Ou pelo menos implantar uma pista de cada lado. Passou da hora de ter um viaduto, uma passagem em frente à Librelato para o pedestre. Se a receita do município não permite, que busquem recursos externos. Criciúma e Tubarão conseguiram, com o Fonplata, operação com carência e juro subsidiado. Ou o poder público que reúna políticos e vá buscar dinheiro no governo. Ou que tente reverter para as obras parte dos impostos das empresas ali instaladas, como se fez em pavimentação de rodovia em Cocal do Sul.

Içara está se consolidando como terceira economia do sul, com reais possibilidades de atropelar a segunda, mas o poder público precisa acompanhar. Tem que garantir as condições necessárias para funcionar bem os negócios, para a roda girar. Tem que se mexer, em sintonia com o setor produtivo.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 28/05/2020 - 18:02Atualizado em 28/05/2020 - 18:05

Terminou há pouco o julgamento de recurso pelo Tribunal de Justiça no processo que ficou conhecido em Criciúma como o caso da CPI das Lajotas (que teve origem ainda no primeiro mandato do prefeito Salvaro).

Depois de oito anos, e por 2 votos a 1, os desembargadores do Tribunal de Justiça reverteram as condenações que haviam sido aplicadas em sentença de primeira instância na ação criminal.

Foram absolvios, Luiz Juventino Selva, na época diretor de logística e presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura, e o empresário Hudson Ricardo Colonetti, proprietário da empresa de artefatos de cimento Artevila, prestadora de serviços para a prefeitura.

Na maioria, o entendimento dos desembargadores foi que não houve dolo, nem prejuízo ao erário público, que tenha sido praticado pelos dois.

De outro lado, foram mantidas as penas aplicadas contra o ex-secretário de Infraestrutura de Criciúma, Abrahão Artur de Souza; o servidor da secretaria de Infraestrutura na época Nilton João Spillere e o ex-servidor Woimir Wasniewski Junior.

Os três poderão fazer recurso ao Supremo Tribunal Federal.

 

 

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 27/05/2020 - 11:52Atualizado em 27/05/2020 - 12:04

Os vereadores do PSD de Morro Grande, Ricardo Bittencourt e Anilson Dalmollin, anunciaram apoio a candidatura a prefeito do vereador Edio Tomazzi,  PL.

Agora, os três vereadores estão tentando fechar com outros partidos a composição de candidatura única em Morro Grande.

O argumento é que permitir a união de forças e idéias em torno de um projeto de desenvolvimento para Morro Grande.

O município mergulhou recentemente numa grave crise com o fechamento da fábrica da JBS.

 

Em Içara

O PSD do vereador Alex Michels, candidato a prefeito, deverá receber o apoio do PRB.

O acordo foi fchado na Capital, entre os deputados Julio García, PSD, e Sergio Mota, PRB, comandantes dos dois parridos no sul do estado.

O PSD lançou a candidatura de Michels a prefeito e avalia a possibildade de montar chapa pura, frchando "dupla" com o empresário Anselmo Freitas, pesidente da executiva municipal do partido.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 27/05/2020 - 07:15Atualizado em 27/05/2020 - 07:25

A pandemia vai passar. Não temos dúvidas. Como estarão nossas empresas depois da pandemiia? É preciso tratar delas. Do CNPJ. Elas que dão receita, sustento, elas que fazem girar a roda, elas que garantem as cidades. É preciso tratar delas pois elas representam emprego, renda e receita para as cidades. Temos que enfatizar sempre.

A Unesc, a nossa Universidade, a Universidade que tem uma relação direta com o fomento à economia, e nesse espírito, de pensar no amanhã, independente de a pandemia passar agora ou amanhã, com esse pensar, a Unesc faz hoje um debate oportuno, uma live sobre a economia pós pandemia. Para isso, e sobre isso, eu fui saber como estão tratando lá fora, pois ninguém vai se levantar sem ajuda, sem apoio. Ninguém caiu porque quis. As empresas atolaram, enfrentaram crises, crise que é mundial, ninguém estava preparado. 

Foi tipo um tsunami que levou tudo. Procurei saber como estão tratando lá fora as empresas e os empreendedores. O primeiro que tem que apoiar o empreendedor é quem recebe todos os meses dinheiro graúdo das empresas, o governo. Eu fui atrás. Na Alemanha, empresas com até cinco funcionários recebem do governo duas parcelas de 5 mil euros, recurso repassado sem compromisso de devolução. Não é empréstimo. No caixa, estamos juntos. Só precisa depois confirmar a aplicação do dinheiro.

Empresas médias, maiores, recebem 30 mil euros do governo alemão. É aporte. Só precisa depois comprovar a destinação. E os médios  e pequenos podem fazer empréstimo de 25% do faturamento com juro de 3% ao ano. Ali do lado, na Itália, o governo garante 25 mil euros para pequenas empresas, sem necessidade de avaliação da capacidade creditícia do beneficiado. Ter que dar garantias reais? Não. Está todo mundo quebrado. Não tem como dar essas garantias.

Lá, na Itália e na Alemanha, o dinheiro é liberado em três, quatro dias. Não tem esse negócio de eternidade.

É o caminho a ser trilhado nesse momento por aqui. Isso é trabalhar com o mundo real. Não adianta ficar projetando muito à frente. Não se tem certeza de quantos estarão vivos. É por aí que nossos políticos devem trilhar. Não adianta chorar as pitangas e reclamar do mundo. Não é hora de briga política. Tem que buscar soluções, como essas que o mundo desenvolvido encaminha.

A Unesc presta um grande serviço para a discussão do mundo real. Parabéns à Universidade. No mundo pós pandemia, será momento também de refazer ou consolidar relações. Quem é parceiro, é nessas horas. Quem não é parceiro agora, não merece parceria depois. A tempestade vai passar e no tempo bom todo mundo aparece. Lembre de quem te estende a mão. A ordem é postergar. Quem te afogar com juros, cartório, não é teu parceiro. Anota, e depois troca. Troca de banco, de locador, de fornecedor. Troca. Na crise é hora também de fidelizar quem merece. Se for o caso, desapega, troca, faça novas relações. É uma dica para o pós pandemia.

Pensem nisso, e vamos em frente!

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 27/05/2020 - 05:33Atualizado em 27/05/2020 - 06:54

A publicação polêmica do deputado Jessé Lopes, na segunda-feira, além do alvoroço, produziu desdobramentos no ambiente político.

Jessé publicou na sua conta do twitter que uma funcionária do governo estaria gravida e que o pai seria o Governador Moisés ou o ex-chefe da Casa Civil, Douglas Borba.

Escreveu disso com todas as letras e todos os nomes.

O primeiro desdobramento foi a saraivada de criticas. O deputado recebeu, inclusive, uma reprimenda pública da Assembléia Legislativa, por nota oficial.

Depois disso, o que se viu foi o Governador Moisés receber manifestações de apoio e solidariedade de todos os lados.

Aliados e adversários políticos, empresários e dirigentes de entidades se manifestaram.

Uma nota com assinaturas de dezenas de entidades foi distribuida.

Ontem, as principais federações representantes do setor produtivo estiveram com Moisés.

A mostrar que, no momento em que o Governador precisava desesperadamente sair do isolamento em que estava, para tentar evitar o impeachment e dar a volta na crise dos respiradores, a nota do Jesse acabou fazendo a ponte para isso.

Por fim, ainda como desdobamento daquela nota sem noção, Jessé vai enfrentar processo na Assembléia por quebra de decoro e corre risco real de cassação de mandato.

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 26/05/2020 - 06:57Atualizado em 26/05/2020 - 07:49

Empresa de Araranguá aparece no caso dos respiradores. A Edera. 
No depoimento que fez ao Ministério Público, o ex-secretario Douglas Borba cita operação feita com a empresa.

Ele afirmou que foram pagos R$ 4 milhões por 30 respiradores via a empresa Edera, pagamento tambem adiantado e os equipamentos tambem não entregues.

As revelações de Douglas foram publicadas pelo jornal Noticias do Dia, de Florianópolis, que teve acesso ao depoimento que consta no processo dos respiradores.

Douglas disse:
“Um fato novo que eu trago, desde que a gente descobriu essa compra dos respiradores, é que o governador ordenou que fosse feita uma sindicância, uma varredura em todos os contratos durante a pandemia e nós detectamos mais um processo grave ocorrido na Secretaria da Saúde, datado de 19 de março, de mais uma compra de respiradores”.

O ex-secretário disse mais:
“Na verdade, são dois processos, um de 20 e outro de 10 respiradores. Totalizam cerca de R$ 4 milhões, de uma empresa chamada Edera, o pagamento de igual forma foi feito antecipado e também não foram recebidos pelo governo do Estado os equipamentos comprados.

O jornal Noticias do Dia acrescenta:

No dia seguinte, o ex-secretário da Saúde, Helton Zeferino, também prestou depoimento e confirmou o que disse Douglas.

 

 

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 25/05/2020 - 17:15Atualizado em 25/05/2020 - 17:32

O prefeito Dimas Kammer, de Forquilhinha, acaba de anunciar, por vídeo públicado na redes sociais, que não vai disputar a reeleição e que o candidato do PP será o ex-prefeito Lei Alexandre.

Dimas disse que Lei foi melhor nas pesquisas, e era o critério definido no partido para escolha do candidato.

A desistência de Dimas e definição da candidatura de Lei pelo PP foram antecipadas pelo blog.

Os dois se reuniram na sexta-feira à noite, junto com a executiva municipal do partido, quando foram analisados os números da pesquisa.

Durante a semana, o diretório do PP vai se reunir para oficializar a candidatura de Lei.

Abaixo, o depoimento do prefeito Dimas, em video.

 

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