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Ale Koga
Por Ale Koga 05/10/2019 - 19:36Atualizado em 05/10/2019 - 20:11

Foi lançado nessa última quinta-feira (03/10) um novo aplicativo da família Facebook-Instagram-Messenger-Whatsapp, o Threads. Com o intuito de estreitar as conversas "paralelas", o Threads surge como o app Messenger surgiu para o Facebook há tempos atrás, trazendo a conversa com os amigos mais próximos para "fora" do app do Instagram. A grande diferença é que no Threads é você que escolhe quais amigos estarão lá para compartilhar intimidades e conversas com você.

Tudo isso é feito através da escolha dos contatos classificados como "Melhores Amigos", função já existente no Instagram e atualmente utilizada para compartilhamento de Stories somente com os escolhidos. No âmbito comercial, muitos profissionais e influenciadores utilizam a função para compartilhar conteúdo exclusivo com os sortudos da lista. (cada qual com a sua estratégia, não é mesmo?)

Basicamente, o Threads tem 3 funcões básicas:

1) Tela principal que abre a câmera frontal, permitindo que você produza o conteúdo que será compartilhado com sua lista vip de amigos.

2) Caixa de entrada de mensagens, idêntica a famosa "DM" do Instagram , porém restrita apenas aos melhores amigos

3) Uma tela que compartilha "status".  Lembrando os primórdios de MSN e Orkut, é possível dizer como está ou mandar aquela indireta do bem através de emojis e frases prontas sugeridas pelo Threads como: relaxando, cansado, feliz, etc...

Uma funcionalidade "polêmica" é  a de atualização automática dos dados de geolocalização fornecidos pelo smartphone do usuário se assim estiver habilitado. Apesar do Instagram garantir que não armazena dados, em tempos de discussão de privacidade no ambiente digital, toda desconfiança é pouca.

Rumores por aí dão a entender que se tudo correr bem, o Threads será o app que unificará todos os apps de mensagem da família do Tio Zuck (Messenger, Instagram e Whatsapp). Aguardemos as cenas dos próximos capítulos. Para quem quiser baixar o Threads, já está disponível para iOS e Android.

Ale Koga
Por Ale Koga 07/09/2019 - 10:38Atualizado em 07/09/2019 - 11:04

Ontem no Café Digital (06/09) falei sobre o novo golpe que estão aplicando no Whatsapp envolvendo roubo de dados através da Turma da Mônica. O alvo dessa vez, são crianças que possuem contas de Whatsapp (o que ao meu ver, não deveriam ter mas isso é papo para outra discussão) e principalmente para aquelas que usam os smartphones dos pais para jogar ou asssistir vídeos e por consequência ficam expostas as notificaçõe e mensagens que possam chegar no Whatsapp dos responsáveis.

Os criminosos usam uma imagem com os personagens da Turma da Mônica e linguagem bem didática no texto que solicita os "dados do cartão da mamãe" e a chamada: 

"A Turma da Mônica está procurando um novo amigo! Quer fazer parte da turminha?"

golpe whatsapp turma da monica 4oito ale koga

Apesar da Polícia Federal não ter recebido nenhuma denúncia, fica o alerta para que os "papais e mamães"  estejam mais presentes na vida dos filhos monitorando o conteúdo consumido na internet  e também evitem deixar carteira/cartões com fácil acesso.  Essa não é a primeira vez que um golpe utiliza personagens infantis para roubar dados, já que anteriormente a "escolhida" da vez foi a Peppa Pig.

Essa relação pais x filhos x internet x celular é recorrente e precisa ser cada vez mais discutida já que hoje em dia não temos mais como voltar no tempo e colocar as crianças no "modo offline". É importante saber entender o momento e equilibrar as coisas para que a inclusão digital seja usada de maneira benéfica na vida de todos, principalmente das crianças.

Embora esse golpe  esteja diretamente enderaçado às crianças, vale lembrar que independente da idade não se deve compartilhar nenhum tipo de informação pessoal na internet em sites não seguros, conversas em mensageiros ou no próprio celular no bloco de notas.

Para quem quiser escutar, participei de um Programa do Avesso com a psicóloga Cristine Adriana Rodrigues Kern onde debatemos o "Sharerting" (termo utilizado para descrever o compartilhamento muitas vezes exagerado de informações dos filhos na internet pelos pais) e falamos sobre segurança da informação e dos filhos ao utilizarem tablets e smartphones dos pais. Confira!

 

Ale Koga
Por Ale Koga 03/08/2019 - 21:19Atualizado em 03/08/2019 - 22:27

Faz tempo que não dou as caras por aqui, mea culpa total. O motivo? Precisei me desconectar para (re)conectar. O post de hoje não tem dica de tecnologia ou a última novidade das redes sociais e sim um relato sincero e um alerta bem importante sobre a relação saúde mental x tecnologia x redes sociais. 

Meu trabalho está totalmente relacionado com o uso constante de redes sociais e tecnologia e isso faz com que naturalmente eu queira estar antenada sobre tudo e oferecer sempre o melhor e mais inovador. Descobri a duras penas que é impossível manter-se atualizada sobre tudo que acontece, ser a primeira a saber das últimas mudanças e novidades e tudo que cerca esse mundo, mas mesmo assim, a gente tenta. E se frustra. E adoece sem perceber.

Até quem não trabalha diretamente com isso sofre constantemente essa pressão por ter que saber de tudo da sua área, saber falar bem no Instagram, ter muitos likes em fotos e converter isso em negócios ou popularidade. O que não falta é conteúdo sobre redes sociais e saúde mental. Tanto que o Instagram foi considerado a rede mais nociva da atualidade por conta da sua falsa sensação de vida perfeita e recentemente incluiu o Brasil na lista de países onde o número de curtidas nas fotos fica oculto, sendo visível apenas para o próprio usuário e assim teoricamente tentando diminuir a competição e também a ansiedade e expectativa causada pelos números não alcançados.

Quando olhamos muito para fora, deixamos de olhar para dentro. E em tempos de excesso de informação, onde somos bombardeados por conteúdos e anúncios o tempo todo, nossas bases precisam estar bem sólidas e fortalecidas. Só assim não se perde o rumo e não nos deixamos influenciar pela "blusinha em promoção", "fulana emagreceu X quilos em X dias", "nossa, sushi. quero!", "como queria um relacionamento assim" e tantos outros "quereres" sem propósito ou verdade.

Criamos regras invisíveis e nos aprisionamos nelas sem nos dar conta e infelizmente a maioria de nós só se liberta quando não aguenta mais. Se, assim como eu, chegar a conclusão que algo está "demais" (e não no sentido bom da palavra), deixo aqui algumas dicas que me ajudaram:

• busque ajuda profissional (terapia)
• cerquem-se de pessoas boas e momentos não postáveis
• deixe de seguir quem te causa sentimentos ruins ou gera ansiedade
• tente não se comparar a nada e nem ninguém diga mais "nãos"
• desative o máximo de notificações que puder

E lembre-se: somos únicos e não devemos nos medir com a régua dos outros.

Para finalizar, deixo aqui esse tweet da Bruna Vieira como reflexão final:
 

 

Ale Koga
Por Ale Koga 29/06/2019 - 21:55Atualizado em 29/06/2019 - 23:42

Você já deve ter visto em algum lugar (bom, até o programa de sexta, a Pity Búrigo não tinha visto) caricaturas fofinhas com olhos grandes disputando a atenção no feed do Instagram e outras redes sociais. Pois bem, trata-se da nova febre dos apps, o Dollify.  O aplicativo está disponível tanto na Apple Store (para celulares iPhone com sistema operacional iOS) quanto na Google Play Store (para celulares que rodam o sistema operacional Android) e basta baixá-lo e começar a usar. 

No início, era possível apenas fazer caricaturas femininas mas recentemente foi adicionada a versão masculina, que ajudou ainda mais aumentar o número de pessoas "dollyficadas" por aí. O aplicativo virou febre pela simplicadade e praticidade. Sem a necessidade de qualquer tipo de cadastro ou login, assim que o app está instalado no seu celular, basta abri-lo e começar a customização do seu boneco.

O Dollify permite vários níveis de customização como cor da pele, olhos, tipos de cabelo, sardas ou pintas, acessórios, roupas e fundo da foto. Alguns itens mais personalizados são pagos e pela bagatela de $6,99 você destrava todos os itens, pode salvar quantos dolls quiser e ainda se livra da marca d'água com o nome do aplicativo.

Depois de feita a sua caricatura, o aplicativo já te dá a opção de compartilhar no Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp tornando o processo de mostrar a sua versão "caricatura fofinha muito mais fácil. Confesso que desde que vi não me interessei muito em baixar e conferir como seria minha versão Dollify mas por conta do Café Digital e desse post, eis o resultado!

Com certeza trata-se de mais uma febre com prazo de validade para passar até que surja a próxima.
Você já usou o Dollify? Me marca nas redes sociais (@ale_koga) que eu quero ver!

 

Ale Koga
Por Ale Koga 10/06/2019 - 21:13Atualizado em 10/06/2019 - 21:55

Hoje no Ponto Final,  Arthur Lessa falou sobre as matérias do The Intercept mostrando o vazamento de mensagens trocadas no aplicativo Telegram entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol e eu falei um pouquinho sobre o Telegram. 

Mas afinal, o que é o Telegram?

Assim como o Whatsapp, o Telegram é um aplicativo de troca de mensagens via conexão de dados móveis ou wifi. O grande diferencial do app é o foco em segurança e privacidade das mensagens. Talvez por isso Moro e Dallagnol o tenham escolhido. Mas ao que tudo indica, eles não souberam usar corretamente as funcionalidades, já que as mensagens vazadas estão aí para todos mundo ler.

Uma das funções do Telegram é o chamado "chat secreto", onde é possível abrir uma conversa  "secreta" com qualquer pessoa da sua lista de contatos e determinar um período para que ela se  "auto-destrua".  Todo conteúdo trocado nesse chat é criptografado de ponta a ponta e o conteúdo não fica armazenado na nuvem, ou seja, sem possibilidade de aparecer no backup caso você tenha perdido o acesso ao seu Telegram. Além disso, as mensagens não podem ser encaminhadas e permanecem somente no dispositivo onde foram trocadas (se você abrir o Telegram no computador e conversou pelo celular, essa conversa não aparecerá lá, por exemplo).

Outra funcionalidade interessante do Telegram (e agora presente também no Whatsapp) é a possibilidade de colocar uma senha para acessar o aplicativo, bem similar a senha que cadastramos para desbloquear o celular. Ela pode ser feita pela autenticação em dois fatores, onde o usuário recebe um SMS com um código para validar a senha digitada o que dificulta o acesso caso alguém tente invadir a sua conta. Mas entramos num ponto interessante: no caso de Moro e Dallagnol, ambos aparentemente tiveram as contas clonadas, ou seja, mesmo supondo que eles tenham habilitado a autenticação por dois fatores, em posse da linha foi possível acessar o código enviado por SMS  e desbloquear o aplicativo.

Moro havia divulgado que não acessava o Telegram há mais de 2 anos, o que leva a crer que as mensagens tenham sido vazadas do celular de Dallagnol já que, se a informação realmente for verdadeira, Moro não possui mais a sua conta pois se o usuário fica 6 meses sem utilizá-la, ela automaticamente é excluída junto com todo o conteúdo de texto, vídeo, fotos e arquivos no histórico.

Para quem busca uma alternativa ao saturado Whatsapp, o Telegram pode ser uma boa opção. Eu particularmente adoro e uso frequentemente principalmente por, ao contrário do Whatsapp, me permitir acessar a versão do computador sem depender do celular, entre outras funcionalidades que o concorrente não possui.

 

 

Ale Koga
Por Ale Koga 25/05/2019 - 11:57Atualizado em 25/05/2019 - 12:38

Ontem no Ponto a Ponto o tema do Café Digital foi o Dia do Orgulho Nerd, celebrado hoje em todo mundo. Em alguns lugares talvez seja só o Dia da Toalha, mas o importante é ouvir o chamado e unir-se aos nerds para comemorar com muita nerdice o dia de hoje.

Dizem que o  Dia do Orgulho Nerd nasceu em meados de 25 de Maio de 2006 quando resolveram unir o útil ao agradável ao celebrar na data o lançamento de Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (que aconteceu em 1977) a homenagear ao autor da série "O Guia do Mochileiro das Galáxias" (um ícone da cultura nerd, por favor leiam ou assistam o filme!) que desde a sua morte em 2001 teve fãs andando por aí carregando toalhas nos ombros e nas mochilas como um bom e verdadeiro mochileiro das galáxias. E foi assim que também foi oficializado o Dia da Toalha na mesma data.

E você deve estar se perguntando: mas por que uma toalha? Aha!

No Guia do Mochileiro das Galáxias, o personagem principal é abduzido por alienígenas e o único item que consegue pegar antes do acontecido é uma toalha. E no livro, são citadas algumas utilidades geniais para ela: 

Você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla;

Pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos;

Você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth;

Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo;

Enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;

E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.”

Papo nerd, né? Sou suspeita, pois adoro e desde sempre comemoro o dia de hoje. Então, não entre em pânico e lembrem-se: 42 sempre será a resposta!

 

Ale Koga
Por Ale Koga 15/05/2019 - 21:53Atualizado em 15/05/2019 - 22:45

E a notícia que está rodando a semana é a vulnerabildade no Whatsapp onde foi descoberto que o aplicativo poderia ser hackeado através da instalação de um "vírus" no celular dos usuários.  No início do mês, foi encontrada uma falha de segurança e um esperto se aproveitou para pensar em uma maneira de tirar proveito disso.

O que de fato aconteceu? 

O Whatsapp descobriu que a vulnerabilidade estava no seu sistema de ligações, o VoiP. Para quem não está familiarizado, esse sistema é bem similar ao Skype, onde utiliza-se a telefonia através da conexão na internet sem a necessidade de uma linha telefônica. O "esperto" em questão, a empresa israelense de inteligência cibernética, o NSO Group, aproveitou-se disso e desenvolveu uma técnica para a instalação de um spyware (programa espião que coleta informações) nos smartphones que possuem o Whatsapp instalado.

Como funciona o "vírus"?

Através de uma simples ligação no Whatsapp (que nem precisava ser atendida) o código do spyware era executado e com isso os hackers conseguiam espionar a comunicação dos usuários através da câmera, microfone e principalmente as mensagens trocadas dentro do aplicativo.

Para o NSO Group, um prato cheio já que o principal serviço deles é a venda de recursos de tecnologia para a comunidade de inteligência internacional. E o que isso significa? Significa que a partir do momento que o Pegasus (nome do "vírus) conseguisse ser instalado nos aparelhos através da falha de segurança nas chamadas do Whatsapp, governos, movimentos, etc. poderiam saber o que estava acontecendo nos celulares de jornalistas, ativistas, políticos e de quem mais pudesse interessar.

Estima-se que hoje, o número de usuários do Whatsapp esteja em torno de 1,5 bilhões e foi detectado pela empresa que algumas dezenas desses usuários realmente foram infectadas com o Pegasus.

Como me proteger?

Para isso, o Whatsapp lançou uma atualização do aplicativo tanto para Android (sistema operacional do Google) quanto para iOS (sistema operacional da Apple) onde garante que a falha está corrigida e os usuário estarão protegidos. Então basta ir na loja de aplicativos, buscar pelo Whatsapp e confirmar se a versão do aplicativo instalada no seu celular é a mais atual. Se você não tem o costume de deixar a atualização dos aplicativos de forma automática no seu celular, está aí uma boa oportunidade para repensar se não vale a pena ativar esta função. 

Lembrando também que é bem importante que o software do seu celular também esteja sempre atualizado. Muita gente torce o nariz para atualizações, prefere não fazê-las ou deixar para atualizar manualmente mas são exatamente nelas que os aplicativos corrigem falhas, fazem melhorias e protegem os usuários de possíveis falhas como a que aconteceu com o Whatsapp nesta semana.

E aí? Já atualizou o seu?

 

Ale Koga
Por Ale Koga 20/04/2019 - 09:51Atualizado em 20/04/2019 - 10:34

Como tivémos um feriado ontem, não teve Café Digital mas para não perder o ritmo, deixei nos meus stories do Instagram (segue lá, @ale_koga) um espaço para fazer perguntas com dúvidas sobre tecnologia e redes sociais. Resolvi trazer as melhores para cá e compartilhar com vocês aqui também.

São elas:

1)  O que tu acha da galera do YouTube migrando de volta para o Facebook  e monetizando vídeos?

Resposta: Pra galera acho ótimo. Mais um canal pra divulgação de conteúdo remunerando o criador de conteúdo. Pro Facebook, uma baita chance de pegar uma fatia do bolo do YouTube, Twitch Cam, etc. já que o Tio Zuck tem investido bastante nos recursos  para comunidade e criação de conteúdo nativo.

2) É vero que o insta planeja retirar a quantidade de likes?

Resposta: Veríssimo!! A explicação do babado eu deixo para o pessoal do Tudo Share, que neste post contou como estão rolando os testes de posts que não exibem a contagem de likes. Blogueiragem chora! 

3)  O que tu acha do insta testando os posts sem a contagem de likes?

Resposta: Acho lindo e espero que aconteça. Inclusive, recentemente o cofundador do Twitter admitiu que colocar o botão de like na rede foi um erro, pois gera um tipo de incentivo errado nos usuários. Parece que as redes começaram a se responsabilizar pelo pelos efeitos que tem causado na sociedade. Se isso realmente acontecer, será que finalmente a métrica que importará será a do conteúdo e não a dos likes e número de seguidores? #oremos

4) Facebook morreu?

Resposta: Nunca esteve tão vivo! O público mudou e o comportamento de consumo de informação por lá também, mas para alguns nichos é a melhor rede para se investir em criação de conteúdo e comunidade.

5) Aumentar seguidores sem comprar mohameds. Tem como?

Resposta: Hahaha tem muito! Criar conteúdo relevante, informativo e com estratégia.  Além de investir em campanhas de engajamento. Uma outra dica é fazer colabs com pessoas que possam agregar a audiência dela à sua e vice-versa.

Se você tiver dúvidas sobre o tema, pode me mandar mensagem! Deixa aqui nos comentários ou me procura nas redes sociais que terei o maior prazer em respondê-lo(a)!

Ale Koga
Por Ale Koga 14/04/2019 - 21:12Atualizado em 14/04/2019 - 21:26

Os papéis se inverteram e agora com a inclusão digital de pais, tias, avós, o tema vem à tona. Esse foi o tema principal do Café Digital da última sexta-feira (12/04). Confira a partir dos 30:50 como foi o bate-papo com a Pity Búrigo, que ainda teve as novidades da semana como a final do BBB com o criciumense Alan e o tal áudio do "Seu Armando". (spoiler: o aúdio é fake)

Ale Koga
Por Ale Koga 06/04/2019 - 12:07Atualizado em 06/04/2019 - 12:48

E no Café Digital dessa semana, aproveitei o gancho do aniversário da Pity  para falar sobre fazer aniversário na era digital.
Para escutar na íntegra clica aqui embaixo a partir dos 38:00 e confere abaixo os apps citados durante o quadro :)

Para iPhone:

Birthday Calendar + e hip: Birthday Reminder: ambos sincronizam com a sua conta no Facebook facilitando o cadastramento das datas e também permitem inserção manual de outras datas importantes como formaturas, casamentos, etc. 

Para Android:

EboBirthday:  assim como os apps para iPhone, o EboBirthday permite sincronização dos contatos do Facebook, agenda e lista de contatos do próprio telefone além do cadastramento manual de datas.

Dica extra que não foi falada no programa

Sou super fã do site IFTTT (sigla para If This Than do That - "Se isso, então faça aquilo")  e ele pode salvar a sua vida se sua preocupação é não esquecer de dar parabéns para todos os seus amigos no Facebook. Como site cria "receitas" de automação utilizando serviços digitais e também permite que você crie suas próprias regras, alguém genial foi lá e criou uma receita vinculando o seu perfil de Facebook e o seu calendário do Google fazendo com que em todo aniversário, uma mensagem automática e personalizada seja publicada no mural do seu amigo.

Para que a mágica aconteça, crie uma conta ou faça login no IFTTT e clique nesse link: https://ifttt.com/recipes/116271-wish-people-a-happy-birthday-automatically
Vincule a sua conta do Google e o seu Facebook na receita e siga os passos. Lembrando que para funcionar, é necessário que os aniversários estejam cadastrados no seu calendário do Google.

Se vocês tiverem outras dicas para não esquecerem o aniversário dos amigos, deixem nos comentários! :)

Ale Koga
Por Ale Koga 04/04/2019 - 11:47Atualizado em 04/04/2019 - 13:43

Pois bem! Eis que temos uma resolução do caso "Bettina": a Empiricus será multada pelo Procon/SP e a multa pode chegar a singelos R$9 milhões. 

Para quem não sabe quem é a Bettina mas já ouviu falar dela,  vou facilitar a vida e deixar o link dos meus 2 centavos sobre a polêmica com um resumo e a opinião publicitária sobre o acontecido.
Fato é que, depois de muita discussão se é ou não propaganda enganosa, se ela fez ou não fez R$1 mil virar R$1 milhão, estamos diante de uma resolução.  Fazia tempo que não via um desfecho para uma polêmica publicitária assim.

E diante disso,  deixo aqui o meu questionamento: será que não está mais do que na hora de outras "Bettinas" começarem a ser analisadas e multadas? Dietas milagrosas, produtos indestrutíveis, tratamentos super eficientes...
Como disse anteriormente, propaganda assim existe desde sempre e pessoas são enganadas o tempo todo (olha eu jogando pedra no meu próprio teto de vidro publicitário), mas a questão precisa ser discutida. A maneira de consumir mudou, o olhar do consumidor mudou. Não seria a hora de mudar também a maneira de fazer propaganda?

As redes sociais estão tomadas dos famosos "click-baits" (aquelas chamadas sensacionalistas "Veja o que aconteceu com a senhorinha que fez musculação por 100 dias seguidos e rejuvesceu 80 anos!") que junto com os gatilhos de ansiedade e senso de urgência estão construindo uma geração de pessoas sem discernimento do que é verdade/mentira e dando cada vez mais oportunidade para mais e mais "Bettinas" aparecerem transformando R$1 em R$1 milhão. 

 E aí? Quem será o próximo a pagar a conta?
Aguardarei ansiosa as cenas dos próximos capítulos.

Ale Koga
Por Ale Koga 29/03/2019 - 23:04Atualizado em 29/03/2019 - 23:41

Meu post de estreia aqui no blog do 4oito não poderia ser mais em grande estilo!

Minha história com o Share já vem de longa data pois quando escolhi levar a vida adulta de empreendedora, foi ali naquele evento em 2015 na ESPM que eu tomei todo o fôlego e força que precisava para saber que definitivamente aquele era o caminho que eu queria trilhar. Foi ali, vendo profissionais reais falando de trabalhos reais e possibilidades reais que eu me encontrei profissionalmente e desde então, sempre que posso não perco um evento que seja.

Share Talks 2019 POA

Sendo assim, eis que no último dia 23 de Março aconteceu o Share Talks 2019 POA e lá estava eu firme e forte no meu proposito de escutar “a palavra do Share” para depois compartilhar por aí.

As palestras foram bem diversificadas e de um modo geral, de alguma forma, todas abordaram a importância dos dados para uma comunicação eficaz, seja através de estratégias ou ferramentas.

Falou-se muito também (e lindamente bem) sobre o storytelling, que nada mais é do que contar histórias de uma maneira que faz a diferença e cativa quem está lendo. Na publicidade, utiliza-se bastante para fazer vendas de maneira indireta deixando mais próxima a relação empresa-consumidor.

Luiz Telles, diretor nacional de conteúdo e engajamento da Artplan deu uma aula sobre o assunto falando sobre suas experiências contando histórias nas redes sociais (entre elas as do Rock in Rio) e mostrando como é possível fazer da fórmula história + verdade uma equação de sucesso quando bem aplicada.

Quem também falou sobre o assunto, foi a querida Ana Laura Neumann, da Amê Storytelling, provando que com pouca verba, muita criatividade e muito amor pelo que se faz é possível contar lindas histórias de pequenas e médias empresas e gerar resultados expressivos.

Outro destaque foi a palestra do Billy Garcia, da Zenvia sobre chatbots. Confesso que era um tema que eu não dava muita bola mas depois de ver os exemplos práticos de como essa nova tecnologia vai impactar não só os processos de empresas mas também a maneira como somos atendidos e nos comunicamos na internet, fiquei super curiosa para ir atrás e saber mais.

Já no bate papo sobre engajamento no varejo, foi muito legal ouvir sobre o Magazne Luiza e a Azul Linhas Áereas, duas empresas enormes, com estratégias e objetivos bem distintos mas com uma coisa bem em comum: o cuidado com a comunicação da marca dando o tom de voz certo para fidelizar o consumidor de maneira assertiva.

Poderia ficar aqui escrevendo por horas sobre cada palestra e detalhar cada insight, mas aí tiraria boa parte da experiência que é consumir todo esse conteúdo ao vivo e a cores,  então deixo abaixo o post resumindo o Share 2019 POA em 1 minuto e o link da programação completa aqui.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Baita conteúdo, não é mesmo? Sou suspeita para falar pois como já disse acima, todas as palestras que assisti até hoje no Share foram fundamentais para construir a profissional que me tornei então super recomendo acompanhar a agenda de eventos e cursos para não perder o próximo.

E para finalizar, trago  em primeira mão a notícia de que o Share Talks terá a sua edição criciumense no dia 29 de Maio lá na Plurall Coworking. Assim que tiver mais detalhes, claro, comunico aqui.

Para quem quiser ler os meus insights de cada palestra, fiz um live-tweeting do evento lá no meu Twitter, @alekoga_. Como sou legal, já separei todos em um link só: http://bit.ly/alekogashare2019poa

 

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