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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Adelor Lessa 30/05/2026 - 08:59 Atualizado há 3 horas

O promotor de justiça Douglas Roberto Martins precisou intervir para evitar a greve e garantir o funcionamento do hospital infantil Santa Catarina, em Criciúma.

O bloqueio de recursos que seriam pagos para o Instituto Ideas pelo Governo do estado, por decisão da Justiça, como garantia de pagamento dos salários relativos ao mês de maio, não foi suficiente para convencer os funcionários a evitar a greve.

Foram realizadas várias reuniões pelo promotor e compromissos foram assumidos, que devem ser cumpridos durante a próxima semana.

Participaram das reuniões representantes da Secretaria de Saude do Estado, Sindicato dos trabalhadores na saúde, Conselho Regional de Enfermagem, organização que está deixando a gestão do hospital (Ideas) e a organização que está assumindo (Santa Casa de São Bernardo).

As reuniões foram realizadas na sede do Ministério Público e no próprio hospital.

O hospital opera neste sábado (30) com a situação parcialmente resolvida, fazendo atendimentos de urgência e emergência. Voltará a normalidade na proxima semana depois que compromissos assumidos nas reuniões forem cumpridos, principalmente pagamento dos salários e das resciões. 

 

A crise

O Instituto Ideas está saindo da gestão do hospital infantil Santa Catarina, num processo que começou em 2025 e passou por um processo de licitação para definir a nova gestão.

A situação complicou e foi criado um clima de instabilidade no hospital, com ameaça de greve pelos funcionários, depois que o Ideas antecipou o aviso prévio dos funcionários e não garantiu pagamento dos salários e rescisões. Muitos funcionários não compareceram mais ao trabalho e a greve foi anunciada para sexta-feira (29), meio dia.

Os médicos, preocupados com a situação, decidiram fazer apenas atendimentos de urgência e emergência, e transferir os pacientes para outros hospitais.

A Procuradoria Geral do Estado, acionada pela Secretaria de Saúde, foi à Justiça e conseguiu uma liminar na quinta-feira à noite para contigenciar o pagamento da última parcela do contrato com o Ideas para pagamento dos funcionários.

Mas, os funcionários queriam a garantia dos pagamentos, ou manteriam a decisão de greve. Por isso, foi preciso o promotor intervir.

 

 

Por Adelor Lessa 28/05/2026 - 18:23 Atualizado em 28/05/2026 - 19:37

Saiu no final da tarde, início da noite, a liminar que autoriza o Governo do estado a proceder a consignação judicial da ultima parcela devida ao Ideas no âmbito do contrato de gestão do hospital infantil Santa Catarina para utilização dos recursos no pagamento dos salários dos servidores. 

Com isso, a greve deve ser suspensa, a normalidade restabelecida no hospital e o risco de caos afastado.

Cleber Cândido, presidente do sindicato dos trabalhadores, foi informado da concessão da liminar durante entrevista ao vivo na rádio Som Maior e reagiu aliviado - "boa notícia, era o que os trabalhadores esperavam e que estava justificando a possibilidade de greve".

A greve estava projetada para a partir do meio dia desta sexta-feira, se não tivesse até lá a garantia de pagamento dos salários.

Agora, mesmo com a liminar deferida, há um rito a ser seguido, que é do dispositivo legal, mas o prazo de pagamento é quinto dia util do mês subsequente. O importante é que agora está assegurado.

Os trabalhadores já estão sendo recontratados pela nova organização que vai administrar o hospital, a Santa Casa São Bernardo, e com os mesmos salários, por solicitação do secretário de saúde do estado, Diogo De Marchi.

A propósito, se o acordo saiu, e se o risco de caos foi afastado, o grande "responsável" foi o secretário Diogo.

Ele pilotou pessoalmente o assunto, e, mesmo a distância, tratou com todas as partes envolvidas, encaminhou as negociações, e ficou 24h ligado no caso.

Teve o apoio aqui da gerente regional da sacretaria de saúde, Moyra Lopes, que só faltou dormir no hospital.

De outro lado, a postura do presidente do Sindicato também foi muito importante, porque ele buscou desde o inicio a solução, não o problema. Ele só queria a garantia do pagamento dos funcionários, que tem histórico de ficar a ver navios com as outras organizações sociais que passaram pelo hospital.

Não terminou ainda, tem um caminho pela frente até o meio dia desta feira, mas está bem encaminhado para o desfecho positivo.

 

 

 

 

 

   

  

pleiteada pelo Governo do Estado para que seja consignado o recurso a pagar ao Ideas, pelo ultimo mês de contrato de gestão do hospital Santa Catarina, para pagamento prioritariamente dos salários dos servidores.

 

 

Por Adelor Lessa 27/05/2026 - 21:04 Atualizado em 27/05/2026 - 22:10

O dia começou, nesta quarta-feira, com situação a caminho do caos no Hospital Materno Infantil Santa Catarina. 

Mas, terminou com sinalização para normalidade.

Depois de muitas reuniões e movimentação intensa de bastidores, com participação e envolvimento pessoal do secretário de saúde do estado, Diogo De Marchi, ficou encaminhado que os funcionários do Hospital serão contratados pela nova organização social que vai assumir a gestão e o Governo do estado está buscando uma maneira de fazer os pagamentos diretamente aos funcionários.

A Procuradoria Geral do Estado foi acionada para isso. 
Se ocorrer, os funcionários devem suspender a greve e o atendimento retornar à normalidade.

Mas, enquanto isso não se confirma, a greve continua "agendada" para sexta-feira, a partir de 12h.

Acontece que o Instituto Ideas que está sendo substituído na gestão do Hospital, decidiu sair pela porta dos fundos.

Antecipou o aviso prévio dos funcionários, não garantiu pagamento dos salários e rescisões, e acabou criando um clima de tamanha instabilidade e insegurança que o hospital ficou sem condições de operar normalmente, porque muitos funcionários não estão comparecendo ao trabalho, e a greve foi anunciada para sexta-feira.

Os médicos, preocupados com a situação, decidiram fazer apenas atendimentos de urgência e emergência, e anunciaram que iriam transferir os pacientes para outros hospitais.

A nova organização, Santa Casa São Bernardo, de São Bernardo do Campo, São Paulo, assumiria oficialmente no dia 1 de junho, mas foi chamada para antecipar a "entrada em campo" e nesta quinta-feira já estava no Hospital tratando com os funcionários.  
Os deputados do sul, reunidos na sessão itinerante da Assembléia, em Araranguá, fizeram reunião de emergência nesta quinta-feira para tratar do assunto. 

Participaram da reunião a gerente regional da Secretaria de saúde do estado, Moyra Lopes, e o secretário Diogo De Marchi (por telefone, no Viva Voz) 
 

Por Adelor Lessa 27/05/2026 - 20:06 Atualizado em 27/05/2026 - 21:06

O Consórcio Criciumense de Transporte Coletivo, o Cribus, acaba de anunciar, por nota, que o transporte coletivo terá retomada a nornalidade nesta quinta-feira (28).

Garante que todas as linhas serão novamente atendidas.

A Prefeitura de Criciuma notificou o Consórcio pelo cumprimento do contrato de concessão e restabelecimento imediato dos serviços.

Hoje pela manhã, 36 linhas não foram atendidas por causa da apreensão de 20 ônibus, decorrente de uma divida bancária do Consórcio.

Na nota, o Consórcio informa que na manhã desta sexta-feira, dia 28, receberá os veiculos que estavam apreendidos por instituições financeiras devido à inadimplência no financiamento.

Abaixo, a nota na íntegra:


Nota Oficial – Restabelecimento do Transporte Coletivo em Criciúma

O Consórcio Criciumense de Transporte informa à população e à imprensa, que a partir do dia 28/5 será restabelecida a regularidade do transporte coletivo no município. Na manhã do dia 28, o consórcio receberá os veículos que estavam apreendidos por instituições financeiras devido à inadimplência no financiamento. 

Essa inadimplência decorreu do desequilíbrio econômico-financeiro do contrato, o qual está em vias de ser solucionado. 

O consórcio está envidando todos os esforços para resolver a situação com a máxima brevidade, embora dependa de trâmites burocráticos junto a grandes instituições financeiras, que demandaram um período maior para serem finalizados. 

Reafirmamos nosso compromisso com a população de Criciúma e agradecemos a compreensão de todos.

Criciúma, 27.05.2026.
Consórcio Criciumense de Transporte.

 

 

 

 

 

Por Adelor Lessa 27/05/2026 - 11:30 Atualizado em 27/05/2026 - 12:26

O Instituto Ideas está saindo pela porta dos fundos da gestão do hospital infantil Santa Catarina.

Antecipou o aviso prévio dos funcionários, não garantiu pagamento dos salários e rescisões, e acabou criando um clima de tamanha instabilidade e insegurança que o hospital está sem condições de operar normalmente, porque muitos funcionários não estão comparecendo ao trabalho, e uma greve foi anunciada para sexta-feira.

Os médicos, preocupados com a situação, decidiram fazer apenas atendimentos de urgência e emergência, e transferir os pacientes para outros hospitais.

O Ideas está sendo substituído na gestão por uma nova organização social e o procedimento normal (e legal) seria fazer uma transição sem atropelos, sem traumas, sem colocar em risco o atendimento das crianças/pacientes.

O Governo do estado, pela secretaria de saúde, está em campo desde ontem para recolocar o trem no trilho e evitar o caos.

A nova organização que vai assumir oficialmente no dia 1 de junho, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo, São Paulo, que venceu a licitação, foi chamada em carater emergencial e já está no hospital.

Os deputados da bancada do sul, sob coordenação do deputado Rodrigo Minotto, fizeram reunião de emergência para avaliar o assunto e intervir por uma solução rápida.

Foi chamada para a reunião a gerente regional da Secretria de saude do estado, Moyra Feltrin Lopes (foto).

O secretário de saúde do estado, Diogo De Marchi, participa por telefone.

Ele informou que está alinhado com o Secretário de Saúde do Criciúma, para caso seja necessária alguma ação a nível municipal.

Uma ação da Procuradoria Geral do Estado deve ser encaminhada ainda hoje.

De acordo com De Marchi, os hospitais da região já estão preparados para receber os paciente sdo Hospital Santa Catarina, caso seja necessário.

 

 

 

 

    

Por Adelor Lessa 26/05/2026 - 05:51 Atualizado em 26/05/2026 - 07:22

Faz três décadas, mais ou menos, que uma empresa de Criciúma, recorreu ao Governo do estado, pedindo um ajuste tributário para o seu segmento de atividade, o mesmo que era concedido para outros segmentos, e que tinha em outros estados. 
O Governo do estado deu de ombros, não deu atenção, e a empresa foi para o Espirito Santo.
E lá se fez a maior da América Latina na sua área de atuação, gerando lá até hoje milhares de empregos e receitas milionárias.

Urussanga teve ontem oficialmente o anúncio pela Dexco de fechamento de sua unidade que era a Ceusa, feito em reunião na Associação Empresarial

Até já era previsto. Quando a unidade deteriminou férias coletivas, foi o gato no telhado!
Também sempre foi dito que a Dexco comprou Ceusa, em Urussanga, e Cecrisa/Portinari, em criciuma, para eliminar concorrentes. 
Mas, também tem o preço do gás, e também questões tributárias, e de infraestrutura e logística, como o Morro dos Cavalos, que atrapalharam e podem influenciar.  

Com a antiga Ceusa fechada, tem a demissão de 159 trabalhadores. 
Outros 30 funcionários permanecerão até vender do estoque atual da fábrica. Depois, demissão.
24 empregados serão realocados para a unidade de Criciúma.
Mas, perguntar é possível - até quando vai operar a unidade que resta em Criciúma da Dexco, que é a Portinari?

Trate-se de empresa privada, mas o que foi feito para tentar evitar o fechamento da fábrica?
O Governo do estado, de novo, deu de ombros e se fez de surdo? 
O que foi feito para evitar o fim de centenas de empregos diretos, fora os indiretos?
O que está sendo feito para evitar o fechamento de outras fabricas?

Nao se vê o assunto nos discursos dos politicos, nas lista de prioridades. 

Será que vão esperar que todas as cerâmicas fechem ou sejam levadas para São Paulo e o centro do pais, e que outras centenas de empregos virem pó ?

 

Por Adelor Lessa 21/05/2026 - 15:23 Atualizado em 21/05/2026 - 15:36

Está oficializada a nova gestora do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (Hmisc), em Criciúma. Como adiantado pela coluna, a administração ficará com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo (SCSBC), de São Paulo.

A instituição venceu a licitação e aguardava o fim do prazo destinado à apresentação de recursos para ser oficializada. 

A decisão consta no Processo SES nº 19787/2026. A transição na gestão do Hmisc ocorreria em junho, mas será antecipada pela situação do hospital.

Em segundo lugar ficou o Instituto Nacional de Desenvolvimento Humano, responsável pelo Hospital e Maternidade Dr. Eugênio Gomes de Carvalho (INDSH), de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais.

Também participaram da disputa o Instituto Saúde e Cidadania (Isac), a Associação Beneficente de Ensino, Saúde e Serviço Social (Abesss), a Associação Univida Tauá/Hospital e Maternidade Santo Antônio (Univida), e a Beneficência Hospitalar de Cesário Lange.

Ideas não participou da licitação

O Ideas, que administra atualmente o hospital, desistiu da licitação porque não estaria habilitado pela Justiça.

Uma das condições impostas pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina é que os atendimentos permaneçam inalterados e que os profissionais sejam mantidos. 

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo é uma instituição filantrópica de direito privado, sem fins lucrativos.

Por Adelor Lessa 21/05/2026 - 06:42 Atualizado em 21/05/2026 - 10:47

A Câmara de Vereadores de Criciúma recebe, por lei, 5% da receita do municipio.

Em números - recebe r$ 3.694.740,38 por mês, ou r$ 44.336.884,60 no ano.  
Não é porque o Prefeito quer. É porque a lei manda. Pode até ser cassado se não repassar.

Mas, a Câmara tem restriçoes do que fazer com o dinheiro.
Não pode fazer obra, por exemplo, porque não é função da Câmara.

O papel do vereador, pela Constituição, é fiscalizar o executivo, e encaminhar propostas, projetos, para fazer melhor a cidade e a vida das pessoas.
O dinheiro recebido só poder ser usado para cobrir custos de manutenção e funcionamento da Câmara.

Sendo assim, sobra dinheiro no caixa da Câmara todo mês. Mais ou menos metade do que recebe.

O que fazer com as sobras?
A maioria dos veredores na Câmara quer torrar o dinheiro criando mais vagas para vereadores, que representa mais gabinetes, mais assessores, mais dinheiro para fazer politica. A cidade não ganha nada com isso. Só os politicos ganham.

O problema da Câmara não é quantidade de vereadores!

Uma idéia para as sobras da Câmara é repassar para o Hospital São José, para atendimento de pacientes do SUS.
Nao precisa repassar tudo, mas uma parte. 

Teria que ter a concordância do prefeito, porque a lei determina que as sobras devem voltar ao executivo.
Então, tratem disso com o prefeito Vaguinho. Vai que ele topa. 

O Hospital São José é filantrópico, é de uma instituição religiosa, não visa lucro, não é um hospital público, mas faz o papel de hospital geral público que a cidade não tem.
Hoje, o hospital banca prejuízo mensal por causa dos atendimentos pelo SUS.
Acaba usando dinheiro das receitas que tem pelos atendimentos dos planos e particular, mas mesmo assim, arca com prejuízo mensal de algo em torno de r$ 2 milhões. 

Por que a Câmara, em acordo com o prefeito, não resolve isso, garantindo segurança nos atendimentos pelo sus

É uma idéia !

Seria uma destinação adequada do dinheiro público.   

Por Adelor Lessa 19/05/2026 - 15:22 Atualizado em 19/05/2026 - 15:53

Em ano de eleição, campanha andando, volta o ambiente de anjo ou demônio.
Ou é bolsonarista, ou é petezão, comunista.
Ou é lulista, ou é extrema direita, golpista. 

E não adianta dizer que entre preto e o branco tem muita coisa no meio.
E não adianta dizer que cada um pode divergir, ter opinião diferente, e não ser fanático.
E muito menos que cada um tem o direito de estar errado, mas seguindo suas convicções e percepções.

Mas, o pior de tudo é quando o líder é denunciado, acusado, e não tem o que dizer, vem a narrativa que o outro também fez.
Os dois lados, as duas pontas, fazem isso ... 

Quando faltam argumentos sólidos para defender, a pessoa desvia o foco apontando um erro do outro, na tentativa de invalidar a crítica original ou justificar o próprio erro.

Cria-se assim a ilusão de que, se "todo mundo faz" ou se o outro também fez, aquilo deixa de ser errado ou perde a importância.

É evidente que um erro não justifica o outro, se houve, nem dá liberdade para fazer o mesmo. 

São duas situações separadas que deveriam ser julgadas individualmente, mas que são misturadas para causar confusão, ou, como disse, desviar o foco, mudar o rumo da prosa .

Fique atento, não se permita cair em tal armadilha !

 

Por Adelor Lessa 18/05/2026 - 20:51 Atualizado em 18/05/2026 - 21:30

O resultado não deixa dúvida. Os professores das creches da Afasc queriam voltar ao trabalho. Foram 355 votos a favor da proposta e pelo fim da greve, contra 51.

As creches já devem funcionar normalmente a partir desta terça-feira.

O encaminhamento para o fim da greve começou a ser feito no programa desta manhã, na rádio Som Maior, quando foi marcada no ar a reunião de negociação entre Sindicato de Professores e direção da Afasc.

Importante - a reunião foi marcada por insistência do presidente do Sindicato, professor José Argente Filho.

Via de regra, em um movimento de greve, a partir da segunda semana há serio risco de esvaziamento. Argente deve ter percebido que havia isso poderia acontecer.

O acordo, em sintese, foi voltar ao trabalho, aguardar julgamento do TRT e, se o pleito do piso nacional para os professores não for confirmado, a última proposta encaminhada pela Afasc para mesa de negociação estará mantida.

Os dias parados, serão compensados pelos professores.

O que fica da greve é que, primeiro, a direção da Afasc foi atropelada pelo movimento,  os mecanismos de controle e acompanhamento da prefeitura falharam, e o "fogo amigo" operou firme.

Além disso, ficou evidente que o modelo atual de gestão das creches, feito por organização social, se preservado, precisa ser atualizado, modernizado, para fazê-lo mais eficiente.

Outra possibilidade é a prefeitura seguir na intenção de reassumir as creches, que passou a ser tratada formalmente desde sexta-feira.

Como está, é que não pode continuar.

Por Adelor Lessa 17/05/2026 - 11:03 Atualizado em 17/05/2026 - 11:49

O prefeito Vagner Espíndola (PSD), o Vaguinho, vai participar da Marcha dos Prefeitos em Brasilia a partir desta segunda-feira, na condição de presidente da Amrec, e cumprir agendas em vários Ministérios.

Será a primeira viagem oficial do prefeito na companhia do seu novo lider de governo na Câmaara municipal, verteador Marcos Machado (MDB), anunciado na quarta-feira para função.

O prefeito viaja às 5h50, vôo com partida de Florianópolis.

Na Marcha dos prefeitos, Vaguinho vai participar como painelista de um debate sobre gestão pública. 

Entre outras agendas nos Ministérios, deve tratar novamente do projeto de elevação dos trilhos da ferrorvia no bairro Pinheirinho.

Também deve tratar com deputados federais sobre emendas para a cidade.

 

 

 

Por Adelor Lessa 17/05/2026 - 10:15 Atualizado em 17/05/2026 - 10:57

Como o prefeito Vagner Espíndola (PSD) viajará para Brasilia no início da manhã final desta segunda-feira, a secretária municipal de educação, Geovana Benedet, vai tratar com o Ministéro Público, sobre a prefeitura reassumir a gestão das creches da rede muinicipal.

Na sexta-feira, foram apresentados ao prefeito os estudos sobre custos e outros reflexos se a prefeitura assumir a gestão das creches, encerrando o contrato de prestação de serviços com a Afasc. 

Diante dos dados, Vaguinho decidiu por uma consulta ao Ministério Público antes da tomada de decisão, mas admite que está imbuído a seguir neste caminho.

Outras possibilidades seriam a compra de vagas na rede privada, entrega de vouchers aos pais dos alunos e contratação de outra organização social. O que parece decidido pelo governo do município é que a Afasc não continuará administrando as creches. O entendimento é que o modelo venceu.

O prefeito orientou a secretária Geovana Benedet para que, junto com a Procuradoria do Municipio e técnicos da prefeitura, trate do assunto com o Ministério Público, avaliando reflexos e a possibilidade de uma ação em escala (por etapas), especialmente a contratação dos professores.

A intenção do prefeito é tomar decisão quando voltar de Brasilia.

Quanto a greve dos professores da Afasc, a expectativa na prefeitura é que mais creches voltem a operar nesta segunda feira, e que aos poucos os professores retornem às atividades, fragilizando o movimento.

No sábado pela manhã, aconteceu uma manifestação de pais de alunos das creches na Praça Nereu Ramos de apoio aos professores em greve.

Na sexta-feira, a Afasc informou que 31 creches (de um total de 49) teriam retomado atividades total ou parcialmente.

A direção das Afasc informou também que nesta segunda-feira será colocada em funcionamento a creche da Escola Lapagesse, no centro da cidade, a maior de todas.

As creches da rede pública do municipio são administradas pela Afasc por contrato de prestação de serviços.

A Afasc é uma organização social, não é da prefeitura.

 

 

Por Adelor Lessa 13/05/2026 - 22:08 Atualizado em 13/05/2026 - 23:56

O Tribunal Regional do Trabalho negou mais uma vez o pedido de liminar protocolado pelo advogado Alexande João, em nome da Afasc, para suspender a greve dos professores das creches.

O juíz Helio Henrique Garcia Romero sustentou não haver fato e nem argumento novo capaz de fazer com que se retratasse em relação à primeira decisão de negar o pedido de liminar. 

Para o juíz, a educação infantil não é serviço essencial, o Sindicato dos professores realizou assembléia e notificou da greve em prazo maior que o determinado em lei (a lei pede 48 horas e o prazo dado foi superior a 72 horas).

Agora, o pedido do advogado Alexandre João será levado para apreciação e voto do plenário do Tribunal que deverá se reunir na última semana de maio.

Enquanto isso, a Afasc distribuiu hoje à tarde o kits alimentação para os pais dos alunos da creches.

Na Prefeitura, a secretária de educação, Geovana Benedet, segue em discussões com organizações sociais que se interessam em assumir temporariamente e em carater emergebcial as creches do municipio.

Uma outra possibilidade é a prefeitura "comprar vagas" em creches de escolas privadas ou repassar uma espécie de vouchers aos pais dos alunos, como funciona na cidade de São José.

Uma tese que ganha corpo é que a Afasc volte a cumprir a sua função de origem, que é a assistência social, abrindo mão da gestão das creches.

A greve vai entrar no terceiro dia nesta quinta-feira com adesão de praticamente 100-% dos professores.

 

 

Por Adelor Lessa 13/05/2026 - 16:11 Atualizado em 13/05/2026 - 23:50

O vereador Marcos Machado (MDB) é o novo líder do governo municipal na Câmara de Criciúma. A decisão foi encaminhada nesta quarta-feira (13) pelo prefeito Vaguinho Espíndola (PSD), que tratou do assunto com a base parlamentar na Câmara de Vereadores. A proposta foi aprovada por consenso.

O vereador Toninho (PSD) já havia manifestado, há algum tempo, o desejo de deixar a liderança. Agora, com o encaminhamento formalizado, oficializou sua saída da função.

Na sequência, o prefeito Vaguinho confirmou a indicação de Marcos Machado, que passa a assumir a liderança do governo municipal no Legislativo criciumense.

Marcos Machado está em seu primeiro mandato como vereador pelo MDB.

Por Adelor Lessa 12/05/2026 - 18:51 Atualizado em 13/05/2026 - 08:49

A prefeitura de Criciúma, através da secretária de educação, Geovania Benedet, discutiu hoje com a direção local do SESI a possibilidade de assumir a gestão das creches do municipio (foto).

Também foram feitas reuniões on line com organizações sociais que manifestaram interesse no contrato de prestação de serviço. Algumas, de fora do estado (foto).

Nesta quarta-feira, 7h30, o prefeito Vaguinho Espíncola vai se reunir com a secretaria Geovania Benedet para avaliar encaminhamentos. Procuradoria do Município e assessores mais proximos também pariticiparão.

A prefeitura não é parte na greve, porque os professores são da Afasc, que não é da prefeitura.

Mas, no momento em que as creches não funcionam, e os pais não tem onde deixar os seus filhos durante o dia, enqanto trabalham, é porque a Afasc não "entregou" o que está previsto em contrato, e a prefeitura tem que agir. Não para se envolver na negociação com professores, mas para fazer funcionar as creches.

Pelo que está posto, com a greve acontecendo, creches paradas, pode estar encerrando o tempo de Afasc na gestão das creches do município.

Afasc foi criada pela esposa do ex-prefeito Algemiro Manique Barreto, dona Zulma, na decada de 70, para fazer assistência social e movimentar os clubes de mães nos bairros. Com o tempo, passou a assumir as creches, que é uma alternativa mais econômica para a prefeitura, porque funcionários não precisam ser efetivos, dissidio é diferente e outras peculiaridades. Durou até hoje. Mas, está evidente que o modelo venceu (e o Ministério Público está em cima cobrando o seu fim).

A tendênca é a prefeitura contratar uma nova organização social (que pode ser de fora da cidade ou do estado), ou fechar parceria com o SESI, e antecipar o fim do contrato com a Afasc para gestão das creches, que está marcado para vencer em dezembro.

A greve dos professores da Afasc acabou precipitando o que deveria acontecer mais na frente.  

Mas a falha da gestão da Afasc em não prever, ou não dimensionar, o tsunami que estava se formando, e não ter tomado providências em tempo para evitar, nem se preparado para o impacto, também foi marcante neste episódio.

Agora, é gestão de danos, e refazer rotas para ter as creches funcionando o mais rápido possivel para tranquilidade dos pais de quase seis mil crianças (boa parte de colo). 

Por Adelor Lessa 11/05/2026 - 21:51 Atualizado em 11/05/2026 - 22:50

O governador Jorginho Mello (PL) nomeou o ex-deputado e ex-presidente estadual do PP, Leodegar Tiscoski, como secretário de indústria e comércio do estado.

O ato 934/2026 assinado pelo Governador foi publicado pelo Diário Oficial na noite desta segunda-feira.

O ex-secretário, Edgard Usuy, foi nomeado secretário adjunto.

Leodegar era presidente do PP quando foi realizada a reunião com candidatos a deputado que aprovou apoio à reeleição do Governador Jorginho.

Menos de dois dias depois, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, destituiu Leodegar da presidência e nomeou o senador Esperidião Amin.

Dias depois, Leodegar estava na mesa das autoridades na reunião dos prefeitos, vices e deputados do PP com o Governador, quando foi confirmado apoio à sua reeleição. 

 

  

Por Adelor Lessa 11/05/2026 - 19:52 Atualizado em 11/05/2026 - 22:11

O Tribunal Regional do Trabalho, em decisão assinada agora à noite pelo juiz Hélio Henrique Garcia Romero, rejeitou o pedido de liminar feita pela Afasc contra a greve dos professores, que está marcada para começar nesta terça-feira.

Na decisão, o juíz escreve: "não verifico elementos para suspender a deflagração do movimento paredista anunciado pela categoria profisional representada pelo sindicato suscitado, tampouco para estabelecer, conforme pedido sucessivo, patamar minimo para a manutenção dos serviços em atividade não essencia na acepção da Lei numero 7.783/1989".

O juíz nao considerou na decisão os possíveis efeitos da greve.

Com a decisão, a greve começa nesta terça-feira, por tempo indeterminado.

Os professores exigem o pagamento do piso nacional do magistério, que representa um aumento de mais de 60% nos seus salarios.

A Afasc apresentou proposta de 6,4%.

O advogado Alexandre João informou que vai encaminhar recurso nesta terça-feira.

A Afasc ajuizou na tarde desta segunda-feira no Tribunal Regional do Trabalho o dissidio coletivo de greve, informando que o Sindicato dos Professores comunicou que, em assembléia geral, a categoria resolveu deflagrar greve a partir desta terça-feira, dia 12, reivindicando a adoção do piso nacional do magistério público.

Acrescenta que a legislação limita a aplicação do piso ao âmbito das pessoas juridicas de direito público, não sendo aplicável às pessoas jurídicas de direito privado, que é o caso da Afasc e que a aplicação do piso representaria aumento de 63%.

Por fim, sustenta que a apliação coercitiva do piso do magistério a trabalhadores de entidade privada é ilegal, e assim evidencia o abuso do direito de greve.

O "núcleo" dos argumentos da Afasc não foram considerados pelo juíz do TRT.

Na sua decisão o juíz escreveu: "Na linha do que dispõe a lei de greve, para declaração de abusividade de movimento paredista em atividades não essenciais, a categoria profissional há que descumprir os requisitos legais formais estabelecidos no Diploma Legal, quais sejam: não comunicação ao empregador ou ao sindicato da categoria econômica com antecedência minima de 48 horas; ausência de tentativa de negociação; não autorização por meio de assembléia da categoria profissional para deflagração do movimento paredista; prática de atos de violência ou coação; manutenção da greve após negociações coletivas. No caso, o proprio suscitante (a Afasc) apresenta documentação que deixa assente terem ocorrido várias reuniões para tentativa de negociação coletiva".

Acrescenta ainda o Juíz que o Sindicato comunicou com antecedência superior a 48 horas, e que não há menção de atos de violência, coação, esbulho ou turbação, e que não há nem sequer menção ou indícios de que o Sindicato tenha feito ameaças de que tomaria medidas dessa natureza quando da deflagração da greve.

Por Adelor Lessa 07/05/2026 - 18:12 Atualizado em 08/05/2026 - 07:12

O prefeito Vagner Espíndola, o Vaguinho (PSD), definiu nesta quinta-feira, em Florianópolis, que o governador Jorginho Mello (PL) estará em Criciúma, provavelmente no dia 22 de maio, para assinatura de atos para obras que vão totalizar mais de R$ 200 milhões.

É possível que a agenda seja ajustada para o Governador estar em Criciúma para a assinaturas dos aos no dia 21 de maio.

Entre as obras que serão liberados, estão três elevados, oito unidades de saúde, pontes e pavimentação de rodovias.

Algumas das obras terão ordem de servico, como as unidades de saúde e as pontes. Os elevados terão assinatura dos convênios e autorização de licitação.

Os detalhes foram acertados nesta quinta-feira e serão anunciados em detalhes nas próximas horas.

 

  

Por Adelor Lessa 07/05/2026 - 06:31 Atualizado em 07/05/2026 - 11:38

O deputado Volnei Weber estava com o candidato a governador João Rodrigues (PSD) na reunião de ontem em São João do Sul e nos outros municipios da Amesc.

Hoje, o deputado Thiago Zilli, o prefeito Cesar Cesa e o ex-governador Eduardo Moreira, além de Weber, estarão com João no ato que acontecerá à noite em Araranguá.

São os principais políticos do MDB na região, engajados na campanha de João Rodrigues.

Hoje também estarão no ato de Araranguá o deputado federal Carlos Chiodini, presidente estadual do MDB, e outros prefeitos, deputados e vereadores do partido.

O sul talvez seja a região onde o MDB está mais ligado à campanha de João.

Mas, além do MDB, o PP também.

O principal politico do PP no estado, senador Esperidião Amin, estará no evento de hoje em Araranguá.

O ex-govenador Carlos Moisés, filiado ao União Brasil, candidato a deputado federal, também acompanha João Rodrigues no roteiro no sul. Hoje, ele estava com os deputados Zilli e Weber acompanhando João durante entrevista na radio Imigrantes de Turvo (foto).

João faz roteiro hoje na Amesc e amanhã estará em Criciúma.

O presidente estadual do PSD, Eron Giordani, o acompanha. 

 

 

 

 

Por Adelor Lessa 06/05/2026 - 19:21 Atualizado em 06/05/2026 - 19:57

O Instituto Neokemp divulgou nesta quarta-feira uma pesquisa de intenção de voto para o governo de Santa Catarina.

No cenário estimulado, o governador Jorginho Mello (PL) lidera com 54,2% das intenções de voto, seguido por João Rodrigues (PSD), com 18,3%.

Os entrevistados apontaram maior rejeição ao candidato de centro-esquerda Gelson Merisio (PSB) - 32,6% dos eleitores afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum.

Números no cenário estimulado:

Jorginho Mello (PL): 54,2%

João Rodrigues (PSD): 18,3%

Gelson Merisio (PSB): 7,8%

Marcelo Brigadeiro (Missão): 2,8%

Ralf Zimmer (PRD): 1,0%

Não sabe: 8,8%

Branco/Nulo: 7,1%

Se considerar apenas os votos validos, excluindo os percentuais dos eleitores que optaram por não sabe, voto branco ou nulo, Jorginho sobe para 64,44%, o que seria garantia de vitória em primeiro turno. 

A pesquisa do instituto Neokemp apurou a rejeição dos candidatos, perguntando aos entrevistados em qual deles não votariam de jeito nenhum para governador de Santa Catarina.

Gelson Merísio (PSB): 32,6%

Jorginho Mello (PL): 21,7%

Marcelo Brigadeiro (Missão): 7,2%

João Rodrigues (PSD): 6,7%

Ralf Zimmer (PRD): 5,2%Rejeita todos: 6,4%

Não rejeita ninguém: 20,0%

Branco/Nulo: 7,1%

O Instituto Neokemp ouviu 1.008 pessoas entre os dias 4 e 6 de maio. A pesquisa foi encomendada pelo Jornal O Correio do Povo Ltda. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº SC-02820/2026. 

 

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