O dia começou, nesta quarta-feira, com situação a caminho do caos no Hospital Materno Infantil Santa Catarina.
Mas, terminou com sinalização para normalidade.
Depois de muitas reuniões e movimentação intensa de bastidores, com participação e envolvimento pessoal do secretário de saúde do estado, Diogo De Marchi, ficou encaminhado que os funcionários do Hospital serão contratados pela nova organização social que vai assumir a gestão e o Governo do estado está buscando uma maneira de fazer os pagamentos diretamente aos funcionários.
A Procuradoria Geral do Estado foi acionada para isso.
Se ocorrer, os funcionários devem suspender a greve e o atendimento retornar à normalidade.
Mas, enquanto isso não se confirma, a greve continua "agendada" para sexta-feira, a partir de 12h.
Acontece que o Instituto Ideas que está sendo substituído na gestão do Hospital, decidiu sair pela porta dos fundos.
Antecipou o aviso prévio dos funcionários, não garantiu pagamento dos salários e rescisões, e acabou criando um clima de tamanha instabilidade e insegurança que o hospital ficou sem condições de operar normalmente, porque muitos funcionários não estão comparecendo ao trabalho, e a greve foi anunciada para sexta-feira.
Os médicos, preocupados com a situação, decidiram fazer apenas atendimentos de urgência e emergência, e anunciaram que iriam transferir os pacientes para outros hospitais.
A nova organização, Santa Casa São Bernardo, de São Bernardo do Campo, São Paulo, assumiria oficialmente no dia 1 de junho, mas foi chamada para antecipar a "entrada em campo" e nesta quinta-feira já estava no Hospital tratando com os funcionários.
Os deputados do sul, reunidos na sessão itinerante da Assembléia, em Araranguá, fizeram reunião de emergência nesta quinta-feira para tratar do assunto.
Participaram da reunião a gerente regional da Secretaria de saúde do estado, Moyra Lopes, e o secretário Diogo De Marchi (por telefone, no Viva Voz)
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