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Greve da Afasc: Prefeitura avalia o SESI assumir as creches

Organizações sociais também estão sendo consultadas

Por Adelor Lessa 12/05/2026 - 18:51 Atualizado há meio minuto

A prefeitura de Criciúma, através da secretária de educação, Geovania Benedet, discutiu hoje com a direção local do SESI a possibilidade de assumir a gestão das creches do municipio (foto).

Também foram feitas reuniões on line com organizações sociais que manifestaram interesse no contrato de prestação de serviço. Algumas, de fora do estado (foto).

Nesta quarta-feira, 7h30, o prefeito Vaguinho Espíncola vai se reunir com a secretaria Geovania Benedet para avaliar encaminhamentos. Procuradoria do Município e assessores mais proximos também pariticiparão.

A prefeitura não é parte na greve, porque os professores são da Afasc, que não é da prefeitura.

Mas, no momento em que as creches não funcionam, e os pais não tem onde deixar os seus filhos durante o dia, enqanto trabalham, é porque a Afasc não "entregou" o que está previsto em contrato, e a prefeitura tem que agir. Não para se envolver na negociação com professores, mas para fazer funcionar as creches.

Pelo que está posto, com a greve acontecendo, creches paradas, pode estar encerrando o tempo de Afasc na gestão das creches do município.

Afasc foi criada pela esposa do ex-Manique Barreto, dona Zulma, na decada de 70, para fazer assistência social e movimentar os clubes de mães nos bairros. Com o tempo, passou a assumir as creches, que é uma alternativa mais econômica para a prefeitura, porque funcionários não precisam ser efetivos, dissidio é diferente e outras peculiaridades. Durou até hoje. Mas, está evidente que o modelo venceu (e o Ministério Público está em cima cobrando o seu fim).

A tendênca é a prefeitura contratar uma nova organização social (que pode ser de fora da cidade ou do estado), ou fechar parceria com o SESI, e antecipar o fim do contrato com a Afasc para gestão das creches, que está marcado para vencer em dezembro.

A greve dos professores da Afasc acabou precipitando o que deveria acontecer mais na frente.  

Mas a falha da gestão da Afasc em não prever, ou não dimensionar, o tsunami que estava se formando, e não ter tomado providências em tempo para evitar, nem se preparado para o impacto, também foi marcante neste episódio.

Agora, é gestão de danos, e refazer rotas para ter as creches funcionando o mais rápido possivel para tranquilidade dos pais de quase seis mil crianças (boa parte de colo). 

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