Faz três décadas, mais ou menos, que uma empresa de Criciúma, recorreu ao Governo do estado, pedindo um ajuste tributário para o seu segmento de atividade, o mesmo que era concedido para outros segmentos, e que tinha em outros estados.
O Governo do estado deu de ombros, não deu atenção, e a empresa foi para o Espirito Santo.
E lá se fez a maior da América Latina na sua área de atuação, gerando lá até hoje milhares de empregos e receitas milionárias.
Urussanga teve ontem oficialmente o anúncio pela Dexco de fechamento de sua unidade que era a Ceusa, feito em reunião na Associação Empresarial
Até já era previsto. Quando a unidade deteriminou férias coletivas, foi o gato no telhado!
Também sempre foi dito que a Dexco comprou Ceusa, em Urussanga, e Cecrisa/Portinari, em criciuma, para eliminar concorrentes.
Mas, também tem o preço do gás, e também questões tributárias, e de infraestrutura e logística, como o Morro dos Cavalos, que atrapalharam e podem influenciar.
Com a antiga Ceusa fechada, tem a demissão de 159 trabalhadores.
Outros 30 funcionários permanecerão até vender do estoque atual da fábrica. Depois, demissão.
24 empregados serão realocados para a unidade de Criciúma.
Mas, perguntar é possível - até quando vai operar a unidade que resta em Criciúma da Dexco, que é a Portinari?
Trate-se de empresa privada, mas o que foi feito para tentar evitar o fechamento da fábrica?
O Governo do estado, de novo, deu de ombros e se fez de surdo?
O que foi feito para evitar o fim de centenas de empregos diretos, fora os indiretos?
O que está sendo feito para evitar o fechamento de outras fabricas?
Nao se vê o assunto nos discursos dos politicos, nas lista de prioridades.
Será que vão esperar que todas as cerâmicas fechem ou sejam levadas para São Paulo e o centro do pais, e que outras centenas de empregos virem pó ?
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!