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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Arthur Lessa 19/03/2026 - 11:51 Atualizado em 19/03/2026 - 11:55

Sei que os últimos dias têm sido desconfortáveis ao olhar para a carteira de investimentos. Quero conversar sobre isso de forma clara e direta — porque o que estamos vivendo tem explicação, e você merece entendê-la.

O que está pressionando o mercado agora

  • Conflito no Irã — eleva a aversão ao risco globalmente, pressionando bolsas e ativos mais voláteis.
  • Intervenções do Tesouro — geram ruído nos prêmios da renda fixa, afetando títulos públicos e ativos bancários.
  • Petróleo em alta — pressiona a inflação esperada, o que mantém as taxas de juros elevadas por mais tempo.
  • Recuperações extrajudiciais — aumentam o risco percebido no crédito privado, com alguns emissores sob maior escrutínio.
  • Selic alta por tempo prolongado — encarece o crédito, reduz múltiplos de empresas e comprime os preços dos ativos de renda fixa prefixada e IPCA.

É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo — e cada fator impacta classes de ativos diferentes. Não existe uma carteira que sai ilesa de um cenário assim no curto prazo. O que existe é uma carteira bem construída, que atravessa esse momento sem comprometer o que realmente importa: o objetivo de longo prazo.

A queda que você está vendo não é o seu dinheiro desaparecendo — é o mercado precificando incerteza. Quando essa névoa se dissipa, os ativos de qualidade voltam a refletir seu valor real. Isso aconteceu em 2020, em 2022, e vai acontecer de novo.

Reagir a cada turbulência do mercado é um dos erros mais caros que um investidor pode cometer. A estratégia certa é construída para aguentar exatamente esses momentos.

Dito isso, não estou parado. Estou acompanhando de perto a evolução do cenário, o comportamento de cada ativo na sua carteira e os sinais que indicariam necessidade de algum ajuste. Se entender que há algo a fazer, vou falar com você antes — com clareza sobre o quê, o porquê e o que esperamos com a mudança.

Por enquanto, minha avaliação é que a estratégia segue adequada ao seu perfil e horizonte de investimento. Momentos como esse são desconfortáveis, mas fazem parte do caminho.

Por Arthur Lessa 19/03/2026 - 05:44

A inteligência artificial vai transformar o mundo do mesmo jeito que a internet transformou — e, ainda assim, pode estar vivendo uma bolha agora. Essa foi a principal mensagem do Murilo Domingos, sócio e diretor de portfólio da Darwin Startups, na entrevista que fiz no 60 Minutos. Para ele, o cenário atual mistura avanço tecnológico real com muita especulação e pouca entrega efetiva em vários casos: empresas e investidores acabam entrando no “frisson” de colocar IA no discurso (e no pitch) mesmo quando o uso é pouco útil ou pouco direcionado ao que o cliente precisa.

Do ponto de vista das startups, o impacto é inevitável — e desigual. A Darwin atua como investidora em seed e já passou por 100 investimentos, além de ter acelerado cerca de 2 mil startups desde 2015; nesse universo, Murilo vê tanto riscos quanto oportunidades. As empresas “atrasadas no stack” já precisaram correr atrás há pelo menos dois anos, enquanto outras, que nem eram “de IA”, conseguem agora criar mais valor e ganhar escala com a tecnologia. E há um detalhe importante: muitas vezes a IA mais relevante é a invisível, usada internamente para produtividade (principalmente por desenvolvedores), sem necessariamente virar um “recurso na ponta” para o usuário final.

Principais pontos (para quem preferiu ler)

  1. IA: transformação inevitável, bolha no curto prazo

    Murilo faz um paralelo direto com a internet: ela virou infraestrutura do mundo moderno, mas passou por uma bolha enorme nos anos 90/2000. Com IA, a lógica pode ser parecida: o valor estrutural é real, mas o mercado ainda precifica promessas demais e entregas de menos em muitos casos.

  2. “Coloquei IA no meu produto” nem sempre resolve um problema

    O incentivo é óbvio: “ter IA” pode ajudar a valorizar negociações e captações. Mas, se tecnologia é meio, o cliente quer o fim: solução. A pergunta central deixa de ser “tem IA?” e vira “isso melhora, de fato, a vida do usuário — e como?”.

  3. Investidores também alimentam o hype

    Além da pressão competitiva, há a pressão de narrativa. Se o mercado recompensa “AI-first” no discurso, muita empresa vai “colar IA” onde não precisa — e isso vale para o pitch, para o roadmap e até para o posicionamento de marca.

  4. Startups: riscos e oportunidades ao mesmo tempo

    A IA pode exigir atualização tecnológica rápida (para não ficar para trás), mas também abre espaço para novos serviços, mais escala e mais eficiência. Na frase do Murilo: “vai chover — e vai ter gente vendendo guarda-chuva”.

  5. O impacto mais comum é interno (e muito forte)

    Mesmo quando o cliente não vê, a IA já aumenta produtividade e performance dentro das empresas. Hoje, segundo ele, quem mais usa IA dentro das startups são os desenvolvedores — para escrever, revisar e acelerar código, com ou sem “IA na ponta”.

  6. Monopólios: a primeira concentração está na tecnologia base

    Modelos LLM são caros e concentrados em poucos players globais. E o Brasil, em geral, não está construindo o “motor” — está construindo a camada de contexto: adaptação para realidades locais, mercados específicos e dores concretas de clientes.

  7. O diferencial não é só “prompt”: é leitura de realidade

    Aqui entra um ponto que contraria a fantasia de que “quem dominar ferramenta domina tudo”: Murilo reforça que negócios continuam sendo feitos por pessoas, para pessoas. Ler o cliente, mapear a dor e validar solução segue sendo um trabalho profundamente humano — a IA ajuda, mas não substitui esse fundamento.

  8. Prévia dos 10 conselhos para founders (sem estragar a palestra)

    Ele adiantou três blocos centrais do que leva ao palco:

    • Foco no cliente e na perspectiva do cliente: menos convicção pessoal, mais método para enxergar oportunidade real de valor para a sociedade.
    • Capital psicológico: comportamento e forças internas dos fundadores importam muito para sobreviver quando o hype baixa.
    • Tecnologia como meio: usar IA para criar valor concreto no mundo real — e não como fim em si.

Por Arthur Lessa 18/03/2026 - 11:48 Atualizado em 18/03/2026 - 11:53

Temos guerra envolvendo o Irã, petróleo em alta, intervenções do Tesouro, empresas entrando em recuperação extrajudicial e a perspectiva de SELIC alta por mais tempo.

Separadamente, cada fator já exigiria atenção. Juntos, eles formam uma possível TEMPESTADE PERFEITA para os mercados.

Acompanhe ao vivo:

No Invista-se de hoje, vamos analisar como o conflito no Oriente Médio pressiona commodities e inflação, o impacto do petróleo na economia global e no Brasil, o que as intervenções do Tesouro sinalizam, por que as recuperações extrajudiciais estão aumentando e o efeito de juros elevados por mais tempo na renda fixa, na bolsa e no crédito.

É hora de reduzir risco? Buscar proteção? Ou surgem oportunidades no meio da turbulência?

Uma conversa para entender o cenário com profundidade e tomar decisões com racionalidade — não com medo.

Por Arthur Lessa 18/03/2026 - 08:46 Atualizado em 18/03/2026 - 08:54

Começam na semana que vem as declarações de Imposto de Renda 2026. E muita gente esquece uma estratégia simples que pode reduzir o imposto a pagar: o PGBL.

Quem faz a declaração completa pode deduzir até 12% da renda tributável com contribuições em PGBL.

E aqui vai um detalhe pouco explorado: o plano pode estar no nome do seu filho, desde que ele seja seu dependente na declaração.

Na prática

Se você teve R$ 200 mil de renda tributável no ano, pode investir até R$ 24 mil em PGBL e deduzir esse valor da base de cálculo.

Estando na alíquota máxima de 27,5%, isso pode gerar uma economia de até R$ 6.600 no imposto.

Ou seja, você antecipa um dinheiro que iria para o Leão, investe no futuro do seu filho e ainda ganha eficiência tributária agora.

Claro, atenção: o benefício é na entrada. Lá na frente, no resgate, o imposto incide sobre o valor total acumulado. Por isso a decisão precisa estar alinhada com planejamento de longo prazo.

Quando bem estruturado, o PGBL deixa de ser só previdência e vira estratégia tributária.

E se você quiser entender se essa estratégia faz sentido para o seu caso específico, vale conversar com um consultor de confiança — como a equipe da API Capital — para estruturar isso da forma correta.

Imposto a gente não escolhe pagar. Mas pode escolher pagar menos — dentro da lei.

Seu dinheiro merece respeito.

Por Arthur Lessa 18/03/2026 - 05:44 Atualizado em 18/03/2026 - 17:50

A inteligência artificial vai transformar o mundo do mesmo jeito que a internet transformou — e, ainda assim, pode estar vivendo uma bolha agora. Essa foi a principal mensagem do Murilo Domingos, sócio e diretor de portfólio da Darwin Startups, na entrevista que fiz no 60 Minutos. Para ele, o cenário atual mistura avanço tecnológico real com muita especulação e pouca entrega efetiva em vários casos: empresas e investidores acabam entrando no “frisson” de colocar IA no discurso (e no pitch) mesmo quando o uso é pouco útil ou pouco direcionado ao que o cliente precisa.

Do ponto de vista das startups, o impacto é inevitável — e desigual. A Darwin atua como investidora em seed e já passou por 100 investimentos, além de ter acelerado cerca de 2 mil startups desde 2015; nesse universo, Murilo vê tanto riscos quanto oportunidades. As empresas “atrasadas no stack” já precisaram correr atrás há pelo menos dois anos, enquanto outras, que nem eram “de IA”, conseguem agora criar mais valor e ganhar escala com a tecnologia. E há um detalhe importante: muitas vezes a IA mais relevante é a invisível, usada internamente para produtividade (principalmente por desenvolvedores), sem necessariamente virar um “recurso na ponta” para o usuário final.

Principais pontos (para quem preferiu ler)

  1. IA: transformação inevitável, bolha no curto prazo

    Murilo faz um paralelo direto com a internet: ela virou infraestrutura do mundo moderno, mas passou por uma bolha enorme nos anos 90/2000. Com IA, a lógica pode ser parecida: o valor estrutural é real, mas o mercado ainda precifica promessas demais e entregas de menos em muitos casos.

  2. “Coloquei IA no meu produto” nem sempre resolve um problema

    O incentivo é óbvio: “ter IA” pode ajudar a valorizar negociações e captações. Mas, se tecnologia é meio, o cliente quer o fim: solução. A pergunta central deixa de ser “tem IA?” e vira “isso melhora, de fato, a vida do usuário — e como?”.

  3. Investidores também alimentam o hype

    Além da pressão competitiva, há a pressão de narrativa. Se o mercado recompensa “AI-first” no discurso, muita empresa vai “colar IA” onde não precisa — e isso vale para o pitch, para o roadmap e até para o posicionamento de marca.

  4. Startups: riscos e oportunidades ao mesmo tempo

    A IA pode exigir atualização tecnológica rápida (para não ficar para trás), mas também abre espaço para novos serviços, mais escala e mais eficiência. Na frase do Murilo: “vai chover — e vai ter gente vendendo guarda-chuva”.

  5. O impacto mais comum é interno (e muito forte)

    Mesmo quando o cliente não vê, a IA já aumenta produtividade e performance dentro das empresas. Hoje, segundo ele, quem mais usa IA dentro das startups são os desenvolvedores — para escrever, revisar e acelerar código, com ou sem “IA na ponta”.

  6. Monopólios: a primeira concentração está na tecnologia base

    Modelos LLM são caros e concentrados em poucos players globais. E o Brasil, em geral, não está construindo o “motor” — está construindo a camada de contexto: adaptação para realidades locais, mercados específicos e dores concretas de clientes.

  7. O diferencial não é só “prompt”: é leitura de realidade

    Aqui entra um ponto que contraria a fantasia de que “quem dominar ferramenta domina tudo”: Murilo reforça que negócios continuam sendo feitos por pessoas, para pessoas. Ler o cliente, mapear a dor e validar solução segue sendo um trabalho profundamente humano — a IA ajuda, mas não substitui esse fundamento.

  8. Prévia dos 10 conselhos para founders (sem estragar a palestra)

    Ele adiantou três blocos centrais do que leva ao palco:

    • Foco no cliente e na perspectiva do cliente: menos convicção pessoal, mais método para enxergar oportunidade real de valor para a sociedade.
    • Capital psicológico: comportamento e forças internas dos fundadores importam muito para sobreviver quando o hype baixa.
    • Tecnologia como meio: usar IA para criar valor concreto no mundo real — e não como fim em si.

Por Arthur Lessa 16/03/2026 - 05:14

O esporte, muitas vezes, é o termômetro mais visível de tensões que o mercado financeiro ainda tenta precificar. O anúncio do cancelamento das etapas de 2026 da Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita, devido ao escalonamento do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã, é muito mais do que uma frustração para os fãs de velocidade. É um choque de realidade econômica.

Como consultor, meu papel é olhar para onde a fumaça indica o fogo. E, neste caso, o sinal é de alerta para a estabilidade de ativos globais.

O Risco de Primeira Ordem: Energia e Logística

O impacto imediato todos já conhecemos: a volatilidade do petróleo. Com o Estreito de Ormuz sob constante ameaça, o fluxo de energia mundial entra em "modo de espera". Navios atacados e plantas fechadas significam custos de frete mais altos e inflação global na veia. Para o investidor, o prêmio de risco em commodities e logística disparou de um dia para o outro.

A "Segunda Derivada": O Turismo e a Imagem de Marca

Mas o que realmente me chama a atenção nesta crise é o que gosto de chamar de segunda derivada.

O cancelamento das corridas é o sintoma de uma perda econômica profunda para o Oriente Médio. Países que investiram bilhões para se tornarem hubs globais de entretenimento e turismo — como Arábia Saudita e Emirados Árabes — veem seu "soft power" ser colocado em xeque.

Quando a F1 não corre, o turista de luxo não viaja. Quando o turista não viaja, as companhias aéreas da região (como Emirates e Qatar) reavaliam rotas, e os setores de hospitalidade e Real Estate em cidades como Dubai e Abu Dhabi sentem o golpe. A desconfiança se espalha: se um evento do tamanho da F1 não é seguro, o que é?

O Insight para a Carteira

O investidor atento não olha apenas para o preço do barril hoje. Ele olha para a fragilidade institucional que eventos assim revelam. A segurança jurídica e a estabilidade física são as fundações de qualquer valuation.

O silêncio nos autódromos de Jeddah e Sakhir é, na verdade, um ruído ensurdecedor sobre como a geopolítica pode, em questão de semanas, forçar uma recalibragem completa de teses de investimento que pareciam sólidas.

Em tempos de incerteza, a diversificação geográfica e a análise de cenários não são apenas recomendações; são ferramentas de sobrevivência.

Por Arthur Lessa 13/03/2026 - 14:36 Atualizado em 13/03/2026 - 14:42

Uma sequência de pedidos de recuperação extrajudicial que veio à tona nesta semana colocou o tema novamente no centro do debate econômico. Entre os casos de maior repercussão está o da Raízen, que chamou atenção pelo volume envolvido e pelo potencial de influenciar a percepção de risco no mercado de crédito, em um cenário ainda marcado por juros elevados e maior seletividade para novas captações.

Para explicar o que está por trás desse movimento e quais são os efeitos práticos para empresas, credores e investidores, eu ouvi o advogado Dr. Agenor Daufenbach Jr., especialista em recuperações judiciais e extrajudiciais. Na avaliação dele, o aumento de casos evidencia como companhias com maior pressão financeira têm buscado alternativas para reorganizar passivos e ganhar tempo para reequilibrar o caixa sem paralisar as operações.

O que é recuperação extrajudicial e por que ela difere da judicial

Segundo o especialista, a recuperação extrajudicial tende a ser um caminho mais rápido do que a recuperação judicial porque é construída a partir de negociação direta com os credores, sem a figura do administrador judicial e com menos etapas processuais. O objetivo, em linhas gerais, é formalizar um plano de reestruturação que, ao atingir quórum mínimo de adesão, possa ser homologado e produzir efeitos sobre a classe de credores abrangida.

Na prática, explica Daufenbach, a chave do processo é a adesão: o plano precisa superar 50% dos credores (em valor) dentro da classe envolvida. Há ainda a possibilidade de o pedido começar com uma fração menor e buscar o quórum total dentro de um prazo, o que funciona como uma “corrida” para consolidar apoios enquanto a empresa tenta estabilizar sua situação financeira.

Standstill: “compasso de espera” para negociar

Outro ponto abordado na entrevista foi o período de standstill — também chamado de stay period — que funciona como uma proteção temporária para permitir negociações sem a pressão imediata de cobranças. O mecanismo, diz o especialista, não deve ser confundido automaticamente com calote: trata-se de uma suspensão dentro de um rito que busca viabilizar um acordo e evitar um desfecho mais traumático, como a falência.

Reflexos no mercado e na leitura de risco

A entrevista também discutiu como o mercado costuma reagir a anúncios desse tipo. Em alguns casos, ações podem subir se investidores entenderem que a reestruturação reduz a chance de um evento extremo; em outros, a perspectiva de mudanças na estrutura de capital — como renegociação dura, alongamento agressivo ou até conversão de dívida em ações — pode pressionar o valor para o acionista.

Para o investidor, a onda de recuperações extrajudiciais reforça que o ciclo de juros tem impacto direto sobre o risco de crédito e sobre a capacidade de empresas sustentarem dívidas emitidas via instrumentos como CRIs, CRAs e debêntures. O cenário, resume o especialista, tende a exigir análise mais criteriosa de balanços, garantias e estrutura das emissões, além de maior atenção à diversificação.

Ao final, a leitura é que o aumento de pedidos na semana é um sinal de estresse financeiro em setores específicos e um lembrete de que, com juros altos, o custo de rolagem e a disciplina de caixa voltam a ser determinantes — tanto para as empresas quanto para quem investe nelas.

Por Arthur Lessa 13/03/2026 - 11:50 Atualizado em 13/03/2026 - 11:53

Falamos o tempo todo sobre como investir melhor.
Mas quase não falamos sobre algo ainda mais importante: como gastar melhor.

No episódio de hoje do Invista-se, Arthur Lessa e Guilherme Barbosa discutem um tema que muda completamente a relação com o dinheiro: aprender a gastar do jeito certo.

Porque não é sobre cortar tudo.
Não é sobre viver no modo economia eterna.
É sobre alinhar gasto com propósito.

Vamos falar sobre:

  • A diferença entre gasto impulsivo e gasto estratégico

  • Como evitar que pequenas decisões sabotem grandes planos

  • O erro de focar só na rentabilidade e ignorar comportamento

  • Como gastar sem culpa — e sem comprometer o futuro

  • O equilíbrio entre aproveitar o presente e construir patrimônio

Investir bem é importante.
Mas gastar bem é o que define se o dinheiro trabalha a favor da sua vida — ou contra ela.

Uma conversa prática, direta e necessária para quem quer ter controle real sobre o próprio dinheiro.

Por Arthur Lessa 18/02/2026 - 11:49 Atualizado em 18/02/2026 - 12:16

Mais um banco entra em liquidação: agora foi a vez do Banco Pleno

O pior (?) é que não pode causar surpresa em quem acompanha o mercado atual, tendo em vista que o Pleno fazia parte do conglomerado do Banco Master até poucos meses atrás e foi vendido para um ex-sócio do próprio Master.

Mas é indiscutível que a sequência de eventos recentes levanta uma pergunta inevitável: estamos diante de casos isolados ou existe um efeito dominó no sistema financeiro?

Por isso, no Invista-se de hoje, Guilherme Barbosa e eu vamos analisar o caso e tratar de questões como:

  • O que significa um banco ser liquidado

  • Se existe risco de contágio no mercado

  • O papel do Banco Central nesses casos

  • Como fica a situação de quem investe em CDBs, LCIs e LCAs

  • O que realmente está protegido pelo FGC

É hora de pânico ou de entender melhor o risco de crédito na renda fixa?

Um episódio para separar ruído de fundamento — e ajudar você a tomar decisões com mais clareza.

 

Por Arthur Lessa 13/02/2026 - 11:36 Atualizado em 13/02/2026 - 11:39

O mercado de investimentos está mudando, e a forma como você paga pelo aconselhamento financeiro nunca foi tão debatida. Mas será que mudar o modelo de pagamento resolve todos os problemas?

No 60 Minutos de hoje, vamos mergulhar na psicologia dos incentivos (bons e ruins) de cada modelo, custos de oportunidade, gestão de risco e, principalmente, de que lado o profissional está jogando.

Fique a vontade para participar com perguntas, sugestões e provocações pelo chat clicando aqui

 

Por Arthur Lessa 17/01/2026 - 10:29 Atualizado em 17/01/2026 - 12:29

Passados 60 dias desde a liquidação do Banco Master, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) finalmente confirmou a conferência da lista de investidores afetados e liberou o sistema de pedidos de restituição. São mais de 1,6 milhão de investidores atingidos pelo caso e que receberão até R$ 250 mil de volta pelo FGC, mas muitos estavam acima desse limite e perderam anos de economias.

Para os investidores que tem dinheiro a receber do FGC, eu expliquei o processo de pedido num texto anterior, que você pode encontrar aqui: Meu dinheiro estava no Banco Master. Como recupero?

Além disso, você pode conferir mais detalhes nessa matéria do 4oito.

Mas nesse texto eu quero te provocar a pensar no que deve acontecer a partir de agora. Que lição pode (e deve) ser apredida desse caso?

Questão de prioridades

A quebra do Banco Master é envolta em polêmicas e denúncias de fraudes bilionárias, mas atingir mais de 1,6 milhão de investidores é efeito de um esforço comercial intensivo e que ilustra de maneira gritante o caráter perverso do modelo comissionado (chamado de comission based) de assessores de investimento.

Ao oferecer comissões muito acima da média de mercado para a distribuição dos seus CDBs, o Master estimulava os profissionais responsáveis pela orientação de investimentos dos clientes a "esquecer" o risco altíssimo que os investidores estavam assumindo e oferecendo o produto como "extremamente seguro" por ser renda fixa.

Um profissional minimamente competente sabe que o conceito de que toda renda fixa é segura é falso. E, sabendo disso, se for minimamente ético, deixará claro a que nível de segurança cada investimento está sujeito.

Acontece que, quando a remuneração serviço é ditada diretamente pelo produto investido, sendo normalmente mais alta para aqueles de maior risco e/ou menor qualidade, o prioridade sai do cliente e se volta ao assessor. Tem profissionais que se rendem mais ou menos à tirania da comissão, mas nesse modelo as pressões vem também de cima, o que torna a isenção insustentável.

Não é um problema individual de profissionais. É um problema de modelo. E quando modelo é sujo, o resultado nunca é limpo.

Questão de confiança

E sob a pressão desse conflito de interesses normalmente desconhecidos do publico, muitos profissionais são vistos por investidores como "portos seguros", como pessoas de confiança que tomarão as melhores decisões para o dinheiro suado do investidor. Mas, se fosse assim, não teriamos tantos Masters, COEs e afins dominando carteiras por aí. 

Estar entre os 1,6 milhão de investidores atingidos pelo Master é um sinal de que, provavelmente, você está sendo assessorado por alguém que é guiado pela comissão. E, sendo guiado pela comissão, coloca os próprios interesses a frente da segurança do dinheiro do cliente. 

Sim, o FGC vai pagar. Sim, você vai receber de volta parte do investimento (já que não rendeu nada desde o dia 18/11). Mas o caso é sintomático. Você manteria um motorista que dirige de maneira perigosa o seu carro só porque o seguro paga um novo em caso de um acidente?

Tendo isso em mente, a pergunta que eu te faço, leitor, é a seguinte: se alguém te colocou nesse risco, você vai confiaria de novo o seu dinheiro a essa pessoa?

Parece uma pergunta simples e de resposta óbvia, mas provavelmente você está nessa situação e não tinha levantado essa questão. 

O modelo confiável

 Juntando os pontos levantados antes, podemos resumir que: investidores do Master são clientes de assessores (ou semelhantes) que colocaram "ganhar mais" acima de "proteger o patrimônio do cliente". Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Para corrigir o problema, é preciso eliminar o fato gerador: a comissão.

Eliminando a comissão, que diferencia um produto de outro, o profissional perde o incentivo de usar o dinheiro do cliente em benefício próprio. E, sem esse incentivo, o que resta é entender o que é melhor para o investidor e atender essa demanda da maneira mais eficiente, ética e segura que for possível.

Esse modelo existe nas consultorias de investimento, é o que adotamos desde a fundação da API Capital, e é o que mais tem crescido no Brasil por ser o mais benéfico ao investidor. Nesse modelo, chamado de fee based (baseado em taxa), o consultor é remunerado pelo valor que gerencia, não pelos produtos que escolhe para esse patrimônio.

Se o investimento for todo em small caps (risco alto) ou títulos públicos (risco baixíssimo), a remuneração do consultor é a mesma. Além disso, como não recebe comissão por operação realizada, é incentivado e criar carteiras eficientes e que necessitem de poucas mudanças. E as comissões, quando geradas, voltam ao cliente como cashback.

Conflito zero. Alinhamento total com o investidor.

Invista melhor

Então, estando ou não entre as vítimas do Banco Master, se você quiser ter certeza que seu dinheiro está bem investido, seguro e trabalhando para os seus objetivos de vida, conheça a conheça a API Capital Investimentos pelo WhatsApp (48) 99119-4386 ou ou me chame pelo Instagram @oarthurlessa.

Por Arthur Lessa 01/12/2025 - 09:20 Atualizado em 01/12/2025 - 10:57

Investir é um jogo de plantar e colher. Entregar agora para receber lá na frente. E o meio do caminho, muitas vezes, é psicologicamente desafiador.

E, hoje, eu nem estou falando de disciplina, do dinheiro que você deixa de usar hoje para investir para o futuro. Estou falando do que vem depois, da escolha dos investimentos que receberão esse dinheiro.

Hoje, por exemplo, estamos num cenário de taxa Selic em 15% ao ano, que faz com que seja muito difícil encontrar alguma opção com a relação de risco/retorno melhor que um CDB pós-fixado de 100% do CDI. É colocar na renda fixa de esperar o 1,15% ao mês.

Acontece que esse nível de Selic não vai ficar. Nunca fica nesse nível. É insustentável. Então vai cair em algum momento. E quando cair, trará bons retornos para quem estiver com a carteira preparada.

Uma boa estratégia para aproveitar um movimento de queda da taxa de juros é investir em renda fixa prefixada, aquela com taxa fixa do começo ao fim. 

Hoje o Tesouro está oferecendo 13,29% para o titulo que vence em 13,29%. Se você investir nele hoje e mantiver ele na sua carteira quando a taxa Selic estiver em 12% ao ano, por exemplo, ele estará te entregando uma rentabilidade maior que a Selic, além de valorizar na marcação a mercado.

E é aqui que vem o desafio mental…

O problema é que, enquanto a Selic não estiver mais baixa que a rentabilidade do seu título, você verá no aplicativo da XP, BTG ou outra corretora que use, que seu investimento está "perdendo" para o CDI. 

Mas será que isso é uma derrota mesmo? Será que você está perdendo dinheiro ou apenas tomando impulso para buscar o prêmio lá na frente?

E é claro que esse é um exemplo simbólico! 

Não existe receita pronta que sirva para todos os investidores.

A lição que fica é: investir é um jogo de paciência, onde o prêmio não vai para o mais apressado, mas sim para o mais estratégico. E, como você viu, essa estratégia tem nuances psicológicas e técnicas que vão muito além do que o aplicativo da sua corretora mostra.

É justamente para dar clareza a esse cenário, manter o foco no longo prazo e garantir que você não desista na primeira oscilação que o apoio de um profissional se torna indispensável.

Invista melhor com a API Capital

Se você busca uma estratégia personalizada que entenda a complexidade do mercado, sem te deixar refém das emoções e das flutuações diárias, não perca tempo. Traga seus objetivos e investimentos para a API Capital e vamos, juntos, transformar o seu impulso de hoje em um grande prêmio amanhã.

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 12:08 Atualizado em 19/11/2025 - 12:23

No Invista-se de hoje, Arthur Lessa e Guilherme Barbosa mergulham numa das crises mais sensíveis do sistema financeiro brasileiro: a liquidação extrajudicial do Banco Master.

Vamos destrinchar os motivos — uma crise de liquidez “grave”, segundo o Banco Central —, as possíveis “violações” regulatórias e o impacto direto no mercado: desde a pressão sobre outras ações bancárias até o estresse sobre o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) .

Também falaremos sobre como a situação pode afetar investidores que tinham CDBs ou outros papéis ligados ao Master, e o risco sistêmico que esse tipo de crise gera para quem investe — seja por risco de crédito ou por contágio macro. Se você investe em renda fixa ou está preocupado com a solidez do sistema bancário para proteger seu patrimônio, essa live é para você.

 

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 12:08 Atualizado em 19/11/2025 - 12:22

No Invista-se de hoje, Arthur Lessa e Guilherme Barbosa mergulham numa das crises mais sensíveis do sistema financeiro brasileiro: a liquidação extrajudicial do Banco Master.

Vamos destrinchar os motivos — uma crise de liquidez “grave”, segundo o Banco Central —, as possíveis “violações” regulatórias e o impacto direto no mercado: desde a pressão sobre outras ações bancárias até o estresse sobre o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) .

Também falaremos sobre como a situação pode afetar investidores que tinham CDBs ou outros papéis ligados ao Master, e o risco sistêmico que esse tipo de crise gera para quem investe — seja por risco de crédito ou por contágio macro. Se você investe em renda fixa ou está preocupado com a solidez do sistema bancário para proteger seu patrimônio, essa live é para você.

 

Por Arthur Lessa 19/11/2025 - 07:41 Atualizado em 19/11/2025 - 08:08

O risco que os profissionais responsáveis do mercado financeiro tanto alertavam, se concretizou. O Banco Central está liquidando o Banco Master. 

Ou seja, o Banco Master será fechado, tudo que não for dinheiro será vendido, esse valor será somado ao que o banco ja tem de dinheiro e os credores serão pagos. 

E, quando falamos de credores, estamos falando também de investidores de CDBs, LCIs, LCAs e afins. Até porque, caso nunca tenham te explicado dessa maneira, cada vez que você investe num CDB você está emprestando dinheiro para o banco e, por consequência, o banco tem uma dívida com você.

Mas, levando em conta que a situação chegou a esse ponto de insolvência, é possível que o patrimônio do Master não seja suficiente para pagar a dívida toda. O que acontece nesse caso?

Socorro FGC!

Boa parte dos investimentos em títulos bancários são protegidos por uma espécie de “reserva de emergência" do sistema bancário chamada de Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é abastecido pelos bancos de acordo com a quantidade de dinheiro que pegam emprestado de investidores.

Mas, como até esse dinheiro é finito, o FGC limita o montante protegido por CPF a R$ 250 mil por instituição e total de R$ 1 milhão. Ou seja, se você tem R$ 300 mil investidos no mesmo banco, vai receber só R$ 250 mil. Perdeu R$ 50 mil.

Como recupero esse dinheiro?

  • O Evento Ocorre: A garantia do FGC é acionada automaticamente quando o Banco Central (BC) decreta a intervenção, liquidação extrajudicial ou falência da instituição financeira associada.
  • FGC é Informado: O liquidante (nomeado pelo BC) fornece ao FGC a lista completa de credores (pessoas com dinheiro a receber) e os valores devidos.
  • FGC Inicia o Pagamento: O FGC elabora o plano e o calendário de pagamentos.
  • Comunicação ao Credor: O FGC divulga em seu site e na mídia (normalmente em até 15 dias após a decretação) os procedimentos, local e data para o pagamento da garantia.
  • Requerimento e Recebimento: O credor (você) deve apresentar a documentação necessária (geralmente documento de identidade, comprovante de residência e, às vezes, a documentação original da aplicação) no local indicado (geralmente uma agência bancária definida pelo FGC) para receber o valor garantido.

Para solicitar esse ressarcimento, você precisa instalar o aplicativo do FGC no seu celular. Os links para baixá-lo nas lojas de aplicativos são os seguintes:

Por Arthur Lessa 22/10/2025 - 11:31 Atualizado em 22/10/2025 - 11:34

No Invista-se de hoje, Guilherme Barbosa e eu vamos explicar de forma simples e prática o que é a Taxa Selic, como ela se relaciona com o IPCA e por que influencia diretamente os seus investimentos.

Você vai entender por que mudanças na Selic afetam desde a rentabilidade da renda fixa até o desempenho da bolsa, e como ajustar sua estratégia de investimentos em cada cenário de juros.

Acompanhe ao vivo e clique aqui para participar com perguntas sobre "mãe" dos juros do Brasil

 

Por Arthur Lessa 22/09/2025 - 11:22 Atualizado em 22/09/2025 - 11:26

O gestor Christian Keleti costuma repetir: “vai faltar papel na Bolsa”. A tese faz sentido — cada vez mais empresas saem do mercado e poucas entram. Mas a BEE4, braço de acesso à renda variável, quer virar esse jogo.

Conversei com Rodrigo Fiszman, chairman da BEE4, sobre o Rota Fácil, um programa que promete derrubar as barreiras de custo e burocracia para pequenas e médias empresas que sonham em captar recursos sem, necessariamente, abrir o capital.

O Rota Fácil é gratuito e aceita inscrições até 15 de outubro para empresas com faturamento anual entre R$ 10 milhões e R$ 500 milhões. As participantes recebem um diagnóstico de maturidade para o mercado de capitais. As 15 melhores apresentam um pitch para uma banca de empresários. As 10 vencedoras ganham assessoria jurídica de escritórios de ponta, auditoria completa e isenção das taxas da BEE4 e da CVM — um pacote que poderia custar centenas de milhares de reais.

Mais importante: a listagem não obriga a fazer IPO. Estar registrado na CVM abre portas para captar dívida mais barata e negociar com bancos e investidores em outro patamar. Como lembrou Fiszman, “existe um bolso de trilhões de reais que só pode comprar crédito de companhias listadas. E hoje apenas cerca de 600 empresas têm esse registro”.

Com a Selic em queda e liquidez voltando à Bolsa, quem se preparar agora pode aproveitar a próxima janela de oportunidades. Para se inscrever e saber mais, acesse bee4.com.br.

Por Arthur Lessa 18/09/2025 - 11:34 Atualizado em 18/09/2025 - 11:52

Se um carro bate, aciona-se o seguro. Mas e quando o “acidente” é um processo judicial por erro — ou suposto erro — no trabalho? Para profissionais que lidam diretamente com clientes e podem causar prejuízo a terceiros, existe uma proteção específica: o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RC Profissional).

Em entrevista ao programa 60 Minutos, a especialista Nicole Pasquali, da Stoa Seguros, explicou como funciona essa cobertura, que garante apoio financeiro e jurídico mesmo quando não há culpa comprovada.

Quem deve considerar esse seguro

  • Médicos, dentistas e outros profissionais da saúde – especialmente em áreas de maior risco, como anestesia, cirurgia plástica e estética.

  • Advogados e contadores, que lidam com decisões que podem gerar prejuízos a clientes.

  • Arquitetos, engenheiros e corretores de imóveis ou de seguros.

  • Empresas de serviços que prestam atendimento direto ao consumidor e podem ser processadas por erro ou omissão.

Principais coberturas

  • Honorários advocatícios e custos judiciais – mesmo em simples reclamações, sem processo formal.

  • Indenizações por danos morais e materiais, quando houver erro ou omissão comprovados.

  • Proteção de imagem, incluindo apoio de comunicação em casos de exposição na mídia.

Como é a contratação

  • Questionário rápido de avaliação de risco.

  • Cotação e emissão normalmente em menos de 24 horas.

  • Possibilidade de ajustar retroatividade (cobertura de períodos passados) e limite máximo de indenização.

Por que está em alta

  • Aumento expressivo de processos, especialmente na saúde e na estética: só entre 2020 e 2024, a sinistralidade do setor cresceu cerca de 158%, segundo Nicole.

  • Casos simples podem gerar ações – até um comentário mal interpretado em consultório já resultou em processo.

Nicole resume: “Não basta um erro para que o seguro seja acionado. Basta a reclamação de um cliente.”

A Stoa Seguros é parceira da API Investimentos, onde atuo como consultor.

Para avaliar se o seguro se encaixa no seu perfil, entre em contato comigo pelo whatsapp 48 99119-4386 ou Instagram @oarthurlessa.

Por Arthur Lessa 17/09/2025 - 09:16 Atualizado em 17/09/2025 - 09:55

O noticiário econômico do Brasil tem acompanhando de perto a novela da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasil, negada pelo Banco Central alguns dias atrás.

O ponto principal do tema é a possibilidade de, não fechando o negócio com o BRB, o Master chegar ao ponto de não ter dinheiro em caixa para pagar os CDBs dos investidores e precisar do socorro do FGC.

E eu quero aproveitar o destaque do assunto para reforçar um alerta e quebrar uma imagem muito comum do cidadão sobre investimentos: ações são investimentos sempre arriscados, renda fixa é investimento sempre conservador.

Nem sempre… 

As ações realmente variam de preço constantemente e você acompanha esse movimento pela cotação na bolsa de valores. Então se você comprou a R$ 100 e olha a mesma ação cotada a R$ 90, teoricamente perdeu 10%. Se vender pelos R$ 90, perdeu 10% na prática.

Isso é verdade. Isso acontece. Mas você pode pular do barco no momento que quiser se sentir que está afundando.

Agora, falando da Renda Fixa, o sentimento é diferente. Você investe um valor e acompanha o gráfico de rentabilidade subindo em linha reta, inabalável, seguindo exatamente o que foi contratado.

Mas investir em renda fixa não tem meio termo. É cara ou coroa. Tudo ou nada.

Se um título de renda fixa, como uma debênture, der problema, o emissor não tiver dinheiro para pagar e der um calote, você não vai perder 10% ou 20%, vai perder 100%.  O seu investimento vai a zero.

Cara você ganha, coroa você perde.

E não, eu não estou dizendo para não investir em Renda Fixa ou que toda Renda Fixa é arriscada. 

A ideia aqui é reforçar a importância de uma boa análise de riscos na montagem de uma carteira de investimentos.

Sou Arthur Lessa, consultor de investimentos, e posso te ajudar a investir de forma inteligente e segura.

Me siga no instagram: @oarthurlessa

Por Arthur Lessa 05/09/2025 - 08:11 Atualizado em 05/09/2025 - 12:13

O Banco Central barrou a compra do Banco Master pelo BRB e agora o mercado inteiro quer saber — sem o BRB, o Master vai sobreviver?

A dúvida dos investidores é direta e assustadora:
???? O Banco Master pode quebrar?
???? Se isso acontecer, o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) consegue segurar a bronca ou também entra em colapso?
???? O que vai acontecer com os CDBs do Banco Master nas carteiras do investidores?

Essas perguntas vão ser respondidas ao vivo no 60 Minutos, nesta quinta-feira (5), com análise clara e sem rodeios sobre o risco real para quem tem dinheiro aplicado nos CDBs do Master e sobre os limites de proteção do FGC.

???? Live no YouTube no 60 Minutos, a partir das 12h15.

 

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