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Por Max Everson 22/01/2018 - 15:45Atualizado há 12 horas

A causa da morte do músico Tom Petty, que faleceu em outubro de 2017, foi finalmente revelada: overdose acidental. De acordo com o Departamento de Exame Médico de Los Angeles, em comunicado divulgado nessa sexta-feira (19), o cantor estava tomando diversos medicamentos para dor como fentanyl, oxycodone e xanax genérico, além de traços de restoril e celexa, ambos genéricos também

O cantor tomava essa quantidade de remédios para tratar de problemas no joelho, uma fratura do quadril, dentre outras questões de saúde como a depressão.

“Apesar do problema com a dor, ele insistiu em continuar comprometido aos seus fãs e continuou em turnê por 53 datas com uma fratura no quadril e, como ele fez, isso piorou seu problema para um caso mais sério. No dia em que ele morreu, ele foi informado de que seu quadril tinha piorado para uma fratura completa e a sensação era de que a dor era praticamente insuportável, o que acabou causando o seu excesso de medicação”, declararam sua esposa Dana e sua filha Adria em comunicado oficial.

 

Tags: NoAr Tom Petty

Por Max Everson 22/01/2018 - 15:44Atualizado há 12 horas


 

Nascida em Lisboa, Raquel Tavares ganhou notoriedade nacional no fado em 1997  quando ainda tinha 12 anos na Grande Noite do Fado, iniciativa da Casa da Imprensa.

Em 2004 teve sua estréia no cinema fazendo um pequeno papel de fadista, no filme “O Milagre Segundo Salomé” do diretor Mário Barroso.

Mais foi em 2006 que Raquel lançou seu primeiro álbum pela editora  Movieplay Portuguesa e conta com a produção de Jorge Fernando, que também toca viola. Ainda em 2006,  Raquel recebeu o prêmio  “Revelação Feminina” da Fundação Amália Rodrigues. Em 2007 seria a vez da Casa da Imprensa lhe atribuir o “Prêmio Revelação”

Agora Raquel lança seu novo álbum intitulado “Roberto Carlos por Raquel Tavares”, onde faz uma homenagem ao cantor Roberto Carlos regravando grandes canções interpretadas pelo próprio Roberto.  O álbum conta com parceria de dois grandes artistas brasileiros, Ana Carolina (De Tanto Amor) e Caetano Veloso (Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos).

O álbum foi anunciado no dia 10 de novembro com o lançamento dos singles “Como É Grande o Meu Amor por Você” e “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos”.
O lançamento é do selo SME Portugal, Sociedade Unipessoal no dia 19 de janeiro. 

(copyright © 2018 Blog Faixa Musical)

Por Max Everson 18/01/2018 - 15:34Atualizado em 18/01/2018 - 15:39

O livro mais sonzeira dos últimos tempos é um romance. Chama-se Breve História de Sete Assassinatos, mas não se deixe enganar pelo título. Conforme observa um elogio na contracapa, não é breve e o número de mortos chega a dezenas. Em 736 páginas, o escritor Marlon James tece uma trama que começa na década de 1960 na Jamaica e acaba na de 1990 em Nova York, com a música no papel de uma luxuosa coadjuvante em todos os momentos.

O fio condutor é o ataque a Bob Marley em 3 de dezembro de 1976, às vésperas das eleições locais e 48 horas antes do show Smile Jamaica, para o qual ele fora convocado por ser o único capaz de aliviar a tensão entre esquerda e direita na ilha. Naquela noite, sete homens armados invadiram a casa do rei do reggae e descarregaram as metralhadoras em quem encontraram pela frente. Ninguém morreu. O Cantor – assim identificado na obra, nunca pelo nome – sobreviveu a um tiro no peito, reforçando as crendices sobre seus poderes sobrenaturais. 

A partir desse fato real, o autor (jamaicano radicado nos Estados Unidos) desfia um emaranhado de relações envolvendo o submundo da capital Kingston, políticos, tráfico internacional de cocaína e a CIA. Os narradores se alternam: integrantes de gangues, uma mulher com três nomes diferentes, um espião, um repórter da revista Rolling Stone e até um fantasma. Cada um cita artistas, bandas, discos, canções e versos que se encaixam no contexto ou na construção dos personagens. 

Bam Bam, um adolescente que desde os 10 anos flertava com a bandidagem, por exemplo, revolta-se com Better Must Come. Para o moleque, é difícil acreditar na melhora vindoura apregoada pela letra composta e defendida por Delroy Wilson diante da realidade na quebrada onde vive. "Às vezes um maluco morre porque olhou para outro maluco de um jeito que ele não gostou. Assassinatos não precisam de motivo. Isso aqui é a favela. Motivo é para gente rica. Aqui é loucura", reflete.    

Por motivos óbvios, o reggae comanda a trilha sonora. Além do soberano Marley, com várias músicas – incluindo Ambush in the Night, sobre o atentado que sofreu –, a nobreza do estilo brilha com o príncipe Dennis Brown, o chapeleiro maluco Lee Perry, o filósofo Burning Spear, o embaixador Jimmy Cliff e na voz de rouxinóis como Gregory Isaacs, Alton Ellis e Desmond Dekker, para mencionar apenas os mais conhecidos. Do ska ao rocksteady, do dub aos DJs, não há vertente que não esteja representada. 

O embalo, porém, não se restringe a ritmos da Jamaica. Os Rolling Stones, que em 1973 gravaram o álbum Goat Head Soap por lá, são presença constante. Por parte crucial da ação se desenrolar na época da disco music, malandros e arrivistas em geral também se acabam nas pistas com Bee Gees, Boney M e ABBA. Enfim, uma seleção para rudeboy, roqueiro e fã de pop nenhum botar defeito, como mostra a playlist abaixo, organizada na ordem em que aparece no livro. Ouça para ler, leia para ouvir.

Fonte: DC

Tags: NoAr Livro

Por Max Everson 18/01/2018 - 14:53Atualizado em 18/01/2018 - 14:54

O Bon Jovi esteve no The Late Show para cantar uma de suas faixas clássicas. O vídeo foi postado no Youtube nesta quinta-feira (18).

A banda apresentou “You Give Love a Bad Name”, presente em seu álbum “Slippery When Wet” de 1986, para comemorar sua participação na edição de 2018 do “Rock & Roll Hall Of Fame”, que acontecerá no dia 14 de abril. Além deles, Dire Straits, Nina Simone, The Moody Blues, The Cars, Sister Rosetta Tharpe também fazem parte da turma introduzida este ano.

A inclusão no Rock & Roll Hall Of Fame acontece quando a banda, artista ou produtor tem grande influência na indústria musical. Nomes como Bob Dylan, The Rolling Stones, Aerosmith, Simon & Garfunkel, The Who, entre outros, foram homenageados nos anos anteriores.

 

Por Max Everson 18/01/2018 - 11:24Atualizado em 18/01/2018 - 11:28

O compositor Flávio Henrique, 49 anos, morreu em decorrência de complicações por febre amarela às 7h30 desta quinta-feira (18), de acordo com o Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, e a Secretaria de Estado de Cultura. Ele estava internado desde a quinta-feira (11), quando deu entrada com estado febril.

Flávio Henrique era presidente da Empresa Mineira de Comunicação, órgão do governo responsável pela Rádio Inconfidência e pela Rede Minas.

Também músico e produtor, integrava o Quarteto Cobra Coral, tinha mais de 180 músicas gravadas e foi parceiro de nomes como Paulo César Pinheiro, Chico Amaral, Milton Nascimento e Toninho Horta. Em sua carreira, lançou oito CDs autorais e um DVD.

inclusive um dos últimos trabalhos do Cobra Coral, foi no projeto Dois Lados, uma homenagem a Banda Skank, onde interpretaram a música Esquecimento, que você pode conferir abaixo.

O que é a febre amarela?

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Por Max Everson 17/01/2018 - 16:19Atualizado em 17/01/2018 - 23:43

Foi lançado um cover inédito de “Mannish Boy” do músico Muddy Waters, feito pelo guitarrista Jimi Hendrix.

“Mannish Boy” foi gravado em abril de 1969 pela Band of Gypsys, trio formado por Jimi Hendrix, Buddy Miles e Billy Cox. A canção é o primeiro single lançado do novo álbum póstumo do guitarrista, intitulado “Both Sides Of The Sky”, que tem data de lançamento prevista para o dia 9 de março.

“Both Sides Of The Sky”, que trará 13 faixas – 10 delas são inéditas -, marca o terceiro e último volume de uma trilogia de álbuns de arquivos nunca lançados de Jimi Hendrix, dando sequência ao “Valleys of Neptune” (2010) e “People, Hell and Angels” (2013).

O disco estará disponível em CD, digital e uma edição limitada de vinil duplo de 180g.


 

Por Max Everson 16/01/2018 - 11:45Atualizado em 16/01/2018 - 11:47

O Johnny Cash ganhará um novo documentário, conforme publicado pela Billboard na última sexta-feira (12). O filme abordará a apresentação histórica do artista na Folsom Prison.

A notícia foi dada um dia após o 50º aniversário da apresentação do cantor, em uma das prisões mais perigosas dos Estados Unidos. O áudio do show se tornou um dos álbuns mais vendidos de sua carreira.
O longa será dirigido por Thom Zimny, que já documentou a vida e carreira de artistas como Bruce Springsteen e Elvis Presley. A produção é de Frank Marshall, que produziu os filmes “O Sexto Sentido”, “O Curioso Caso de Benjamin Button” e “Jurassic World”.

A trajetória de Johnny Cash já ganhou dois filmes, “Ring of Fire” em 2013, e “Johnny & June” em 2015, que foi indicado ao Oscar, e rendeu a estatueta de Melhor Atriz para Reese Witherspoon.

 

Tags: NoAr johnny cash

Por Max Everson 16/01/2018 - 11:43Atualizado em 16/01/2018 - 11:45

Nesta segunda-feira (15), pela conta oficial do Twitter, a banda inglesa The Beatles anunciou o retorno do filme “Yellow Submarine” aos cinemas para a comemoração do aniversário de 50 anos do longa-metragem.

A animação é dirigida por George Dunning e é baseada em diversas canções do grupo inglês. Ela foi lançada em 1968, quando o quarteto de Liverpool vivia seu auge na música.

Infelizmente para os fãs brasileiros, por enquanto, o filme teve seu retorno confirmado para o dia 8 de julho aos cinemas apenas no Reino Unido.


 

Por Max Everson 12/01/2018 - 10:12Atualizado em 12/01/2018 - 10:13

O cantor Ruy Faria, ex-integrante e um dos fundadores do grupo MPB4, morreu aos 80 anos, 11-01-2018, no Rio de Janeiro. A informação foi compartilhada pela ex-mulher dele, Cynara Faria no Facebook.

Cantor, compositor e produtor musical, Ruy Faria nasceu em Cambuci (RJ) em 31 de julho de 1937. Em 1964, integrou o Conjunto do CPC, que depois se tornaria o MPB4, que manteve sua formação até 2004, quando foi anunciado o fim do grupo.

Após o fim do MPB4, Ruy Faria lançou um álbum com o compositor Carlinhos Vergueiro, seu último trabalho em estúdio.

Em 2008, ele adaptou e dirigiu o espetáculo musical “Calabar”, de Chico Buarque e Rui Guerra, em Niterói.

Além de músico, Ruy era advogado.

Tags: NoAr Ruy Faria MPB4

Por Max Everson 11/01/2018 - 10:41Atualizado em 11/01/2018 - 10:48

Eddie Clarke, guitarrista do Motörhead, morreu nesta quarta-feira 10-01-2018, aos 67 anos. O anúncio foi feito em um comunicado na página oficial do grupo no Facebook.

"Estamos devastados por transmitir as notícias que recebemos. Edward Allan Clarke - ou Fast Eddie Clarke, como todos nós conhecemos e amamos - faleceu pacificamente ontem", diz o comunicado.

Ele estava internado em um hospital para tratamento de uma pneumonia. Eddie Clarke foi guitarrista da banda de 1976 a 1982.

Phil Campbell, ex-guitarrista do Motörhead, lamentou a perda do músico. “Que choque! Ele sempre será lembrado por seus icônicos riffs. Decanse em paz”.

Mikkey Dee também escreveu sobre Eddie Clark. “Que notícia terrível. Eu o vi há pouco tempo e estava em ótima forma. Então isso é completamente chocante”.

Antes de Clark, o Motörhead já havia perdido seu principal integrante. Em 2015, o vocalista Lemmy Kilmister morreu vítima de um câncer.

 

Por Max Everson 10/01/2018 - 11:39Atualizado em 10/01/2018 - 11:40


As 11 canções foram compostas pelo ex-Police e parte delas ganharam letras em português. Ao lado de John Ulhoa, Fernanda escreveu “Fundamental”. Celebrando parceria com Zélia Duncan, fez “Chuva no Oceano (Teardrops in the Sea)” e “Sorte no Amor (Music in Darkness)”. Zélia ainda assina “Pra Não Esquecer (I Remember)” e John, “No Mesmo Lugar (Here I Am Again)”. As outras 6 faixas são cantadas por Fernanda em inglês.Gravado em Los Angeles, o álbum é uma mistura bem temperada de pop e bossa nova.

Por Max Everson 10/01/2018 - 11:26Atualizado em 10/01/2018 - 11:32

10/01/1943 Jim Croce (20-09-1973)


10/01/1945 Rod Stewart


10/01/1952 Pat Benatar

 

Tags: NoAr

Por Max Everson 10/01/2018 - 10:29Atualizado em 10/01/2018 - 10:40

A organização que concede o Grammy divulgou nesta terça-feira (9) a lista anual de premiados de honra "Lifetime Achievement Award", que em sua edição de 2018 tem como homenageados o grupo Queen e a cantora Tina Turner.

Grandes músicos como Hal Blaine, Neil Diamond, Emmylou Harris, Louis Jordan e The Meters completam a relação de artistas que, segundo a Academia de Gravação, tiveram contribuições artísticas de grande importância para a música internacional.

A cerimônia de entrega da 60ª edição da premiação acontece em 28 de janeiro, no Madison Square Garden, em Nova York, e terá apresentações de Lady Gaga, Pink, Childish Gambino e Little Big Town.

Já o compositor John Williams, criador da trilha de Star Wars, o promotor de shows Bill Graham e o empresário Seymour Stein receberão o prêmio "Trustees Award", que reconhece o legado de personalidades da música além dos palcos.

Por sua vez, Tony Agnello e Richard Factor receberão o Grammy Técnico pelas contribuições na tecnologia da gravação de músicas.

A Academia da Gravação realizará uma cerimônia e um show especial - ainda sem data definida - para entregar os prêmios deste ano.

Em 2017, entre os artistas reconhecidos pelo Grammy por meio do "Lifetime Achievement Award" estiveram Charley Pride, Jimmie Rodgers, Nina Simone e Velvet Underground.

Ao longo das décadas, personalidades como Barbra Streisand, Paul McCartney, Michael Jackson, Elvis Presley, John Lennon, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Bob Dylan, James Brown e Jimi Hendrix foram reconhecidos com esse prêmio.

Por Max Everson 10/01/2018 - 10:21Atualizado em 10/01/2018 - 10:23


Eric Clapton afirmou em entrevista que está ficando surdo e com dificuldade de dedilhar sua guitarra. O lendário guitarrista revelou que está apreensivo sobre tocar o instrumento e cantar com proficiência devido a doenças que incluem zumbido e um toque vindo do interior da orelha.

As revelações foram feitas durante entrevista para Steve Wright na BBC Radio 2, na terça-feira (9).

“Eu ainda vou trabalhar. Vou fazer o show no Hyde Park em julho”, afirmou o cantor sobre a apresentação no tradicional festival do verão britânico. “A única coisa é que estou preocupado que estou ficando surdo, tenho tido zumbidos, mas minhas mãos ainda trabalham.”

“Espero que as pessoas venham me ver. Ver a mim, mais do que pela curiosidade. Eu sei que isso faz parte, porque é incrível que eu ainda esteja aqui”.

Clapton ainda afirmou que, no último ano, sofreu com muitas dores causadas pela neuropatia periférica (quando alguns nervos não funcionam corretamente). “É difícil trabalhar tocando guitarra e eu tive que aceitar o fato de que isso não vai melhorar”.

A entrevista para a rádio fazia parte da fase de promoção de seu documentário “Eric Clapton: Life in 12 Bars”. Na conversa, ele repetiu o que já havia afirmado em outras entrevistas, sobre a dificuldade de assistir as cenas do filme. “É difícil, porque isso é sobre um longo difícil período da minha vida”.

O documentário acompanha a vida do guitarrista britânico de 72 anos, da infância ao estrelato internacional, através de sua luta contra as drogas e álcool e a morte de seu filho de 4 anos, em 1991.

“É importante que as pessoas vejam que isso tem um final feliz”, destacou.

Por Max Everson 09/01/2018 - 15:01Atualizado em 09/01/2018 - 15:04

Um dos grupos mais populares dos anos 2000 está de volta! The Black Eyed Peas lançou a faixa “Street Livin”, que é uma faixa extremamente poética e crítica. A produção pode ser o início do próximo álbum do grupo, previsto para este ano.

A faixa chamou a atenção dos fãs por não contar com a participação da cantora Fergie, que ficou conhecida mundialmente com o grupo. Todos os outros integrantes originais do The Black Eyed Peas (Will.I.Am, Taboo e Ap.de.ap) fazem parte da produção da música.


Embora não tenha tido uma separação "formal" do The Black Eyed Peas, Fergie lançou no final do ano passado seu mais recente disco solo, Double Dutchess. O disco conta com o sucesso "M.I.L.F $", que atualmente conta com mais de 210 milhões de visualizações no YouTube.

 

Por Max Everson 08/01/2018 - 16:41Atualizado em 08/01/2018 - 16:50

David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, nasceu em Londres, a 8 de janeiro de 1947. É um músico, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como "Camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.

Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção "Space Oddity" alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de "Starman" e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular. Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.

Em 1974, o álbum Diamond Dogs previa, com seu som e sua temática caótica, a revolução punk que surgiria anos depois. Em 1975, Bowie finalmente conseguiu seu primeiro grande sucesso em território americano com a canção "Fame", em co-autoria com John Lennon, do álbum Young Americans. O som constitui uma mudança radical no estilo que, inicialmente, alienou muitos de seus devotos no Reino Unido. Nessa etapa, a carreira musical de Bowie se renovou e seguiu novos rumos. Após a criação de uma nova persona, Thin White Duke, apresentada no aclamado Station to Station (1976), que traz um Bowie interessado em misticismo, Cabala e Nazismo, ele confundiu as expectativas de seu público americano e de sua gravadora com a produção do minimalista Low (1977)—a primeira das três colaborações com Brian Eno durante os próximos dois anos. A chamada "Trilogia de Berlim" (com "Heroes" e Lodger) trouxe álbuns introspectivos que lograram o topo nas paradas britânicas e que ganharam admiração crítica duradoura.

Seguindo o sucesso comercial irregular no final dos anos 70, a canção "Ashes to Ashes" do álbum de 1980 Scary Monsters (and Super Creeps) alcançou o primeiro lugar no Reino Unido e lançou bases para um novo movimento chamado New Romanticism. No ano seguinte, junto à banda Queen, escreveu e cantou a canção "Under Pressure" e em seguida atingiu novo pico comercial com o álbum Let's Dance (1983), que rendeu sucessos com a canção homônima e o fez cativar nova audiência. Ao longo dos anos 1990 e 2000, Bowie continuou a experimentar novos estilos musicais, incluindo os gêneros industrial, drum and bass, e adult contemporary. Seu último álbum de inéditas foi por muito tempo Reality, uma mistura de melancolia e humor, suportado pela A Reality Tour de 2003–2004. Após um período de quase dez anos em hiato, anuncia The Next Day pelo Facebook e pelo seu novo website. Seu novo álbum (The Next Day), está com três indicações ao Grammy (Melhor performance de rock 'Stars Are Out Tonight), Melhor Conteúdo Extra (The Next Day Extra) e melhor álbum de rock.

A influência de David Bowie é única, musical e socialmente. Como escreveu o biógrafo David Buckley, "ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável." De fato, grande é sua influência no mundo da música entre artistas e bandas mais antigas e a nova geração, e, além de ter auxiliado movimentos como a libertação gay e a recriação de uma nova juventude independente, introduziu novos modos de se vestir na cena musical e tem uma carreira prestigiada no cinema. Em 2002, ficou em 29º lugar na lista popular 100 Greatest Britons e já vendeu mais de 136 milhões de álbuns ao longo de sua carreira. Foi premiado no Reino Unido com 9 certificações de álbum de platina, 11 de ouro e 8 de prata, e, nos Estados Unidos, 5 de platina e 7 de ouro. Em 2004, a Rolling Stone colocou-o na 39ª posição em sua lista dos "100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos" e em 23º lugar na lista dos "Melhores Cantores de Todos os Tempos".

Tags: NoAr David Bowie

Por Max Everson 08/01/2018 - 16:30Atualizado em 08/01/2018 - 16:40

Em 8 de janeiro de 1935 em Tupelo (USA), nascia Elvis Aaron Presley que foi um famoso músico e ator norte-americano, mundialmente denominado como o Rei do Rock. É também conhecido como Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Elvis também foi um dos pioneiros e principal idealizador do movimento conhecido como rock and roll. 

Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como um dos melhores cantores populares do século XX.

Começou sua carreira em 1954 na lendária gravadora Sun Records e era acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore, pelo baixista Bill Black e pelo baterista D.J. Fontana, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e R&B.

Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar "Hound Dog", "Don't Be Cruel", "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "Mystery Train", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Don't Cry Daddy", "The Wonder Of You", "An American Trilogy", "Burning Love", "My Way", "My Boy" e "Moody Blue". Na Europa, canções como "Wooden Heart", "You Don't Have To Say You Love Me", "My Boy" e "Moody Blue" fizeram sucesso. Particulamente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções "Kiss Me Quick", "Bossa Nova Baby", "It's Now or Never" e "Bridge Over Troubled Water".

Após sua morte, novos sucessos advieram, como "Way Down" (logo após seu falecimento), "Always On My Mind", "Guitar Man", "A Little Less Conversation" e "Rubberneckin". Quarenta e um anos após sua morte, Presley ainda é um dos artistas com maior número de "hits" nas paradas mundiais, sendo ainda um dos artistas solo recordistas em vendas de discos, com 1 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo.

Elvis Presley faleceu em 16 de agosto de 1977 em Memphis, no Tennessee, EUA.

Por Max Everson 04/01/2018 - 14:21Atualizado em 04/01/2018 - 14:25

Led Zeppelin vai lançar livro ilustrado para celebrar os 50 anos de formação da banda
Segundo anúncio nas páginas oficias do grupo, obra será lançada em 2018. Ano comemorativo também deve ganhar músicas inéditas, segundo Jimmy Page.

Em 2018, a banda Led Zeppelin celebra os 50 anos desde sua formação. E os fãs do grupo já podem se preparar para alguns materiais inéditos. Em suas páginas oficiais, o grupo anunciou o breve lançamento de um livro ilustrado comemorativo.

“Led Zeppelin está feliz em anunciar que Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones estão colaborando com a Reel Art Press para publicar o livro ilustrado oficial da banda para celebrar 50 anos de formação do grupo”.

Além disso, em entrevista para a Academy of Achievement no final de 2017, Jimmy Page contou que músicas inéditas da banda também serão lançadas.

“Com certeza, haverá produtos do Led Zeppelin saindo, com material que as pessoas nunca ouviram, porque estou trabalhando nisso. No próximo ano celebraremos os 50 de banda, então há várias surpresas vindo por aí”, adiantou o músico.

Por Max Everson 03/01/2018 - 16:12Atualizado em 03/01/2018 - 16:21

O Spotify começa o ano enfrentando um processo da gravadora Wixen Music, que acusa a companhia de reproduzir em sua plataforma milhares de músicas sem autorização. Títulos de Tom Petty, The Doors, Neil Young e Weezer são citados na ação judicial, afirmando ainda que a plataforma de streaming não se esforça o suficiente para investigar os responsáveis pelos direitos das músicas. A Wixen Music deseja o pagamento do valor de US$ 1.6 bilhão por danos.

O executivo ainda comenta que a receita anual do Spotify é de US$ 3 bilhões e que tudo o que a Wixen deseja é uma "compensação razoável" sobre o lucro que a empresa de streaming tira com a reprodução de música de seus clientes.

Mas esta não é a primeira vez que o Spotify enfrenta processos de direitos autorais. Em menos de um mês, entre 2015 e 2016, a empresa enfrentou duas acusações também referentes à execução de músicas sem autorização, acumulando ainda mais uma em 2017.

O Spotify ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

 

Por Max Everson 27/12/2017 - 16:01Atualizado em 27/12/2017 - 16:12

O Whitesnake se prepara para lançar o álbum de “The Purple Tour – Live”, trabalho que leva aos fãs o registro da turnê do “The Purple Album”.

Esse disco reuniu as faixas da época que David Coverdale foi a voz do Deep Purple, além de clássicos no Whitesnake.

Para promover a chegada do álbum ao vivo em 19 de janeiro, a banda liberou o videoclipe de “Burn”, faixa que Coverdale gravou com o Deep Purple e que a banda não executa em seus atuais shows com o vocalista Ian Gillan.

 

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