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Max Everson
Por Max Everson 15/06/2018 - 11:04Atualizado em 15/06/2018 - 11:19

Sequência das aventuras do Mercenário Tagarela, interpretado por Ryan Reynolds. Na história original, o herói adquire superpoderes após uma experiência científica, e decide se vingar da pessoa responsável por sequestrar sua namorada, e a trilha sonora se destaca mais uma vez, um mix de novidades com flashbacks de respeito do tipo, Cher, Peter Gabriel, Air Supply e muito mais.

Data de lançamento: 17 de maio de 2018 (Brasil)
Direção: David Leitch
Música composta por: Tyler Bates
Orçamento: 110 milhões USD
Produtoras: 20th Century Fox, Marvel Entertainment, TSG Entertainment, Genre Films, The Donners' Company

SINOPSE E DETALHES

Quando o super soldado Cable (Josh Brolin) chega em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o mercenário Deadpool (Ryan Reynolds) precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele recruta seu velho amigo Colossus e forma o novo grupo X-Force, sempre com o apoio do fiel escudeiro Dopinder (Karan Soni)

 

Max Everson
Por Max Everson 14/06/2018 - 16:44Atualizado em 14/06/2018 - 16:50

“Esse joga por música.” Tão usado para craques como Neymar, Messi e James Rodríguez, o velho ditado não está aí por acaso: futebol é gingado, ritmo E  criatividade.

Pois no país do futebol, o que não falta é música em homenagem ao esporte bretão. Versos e acordes que, de uma forma ou outra, traduzem em canção a dança dos jogadores dentro das quatro linhas.

Há os clássicos de Jorge Ben, de Chico Buarque e até os mais recentes como o do Skank, já tão entoados de norte a sul do país.

Mas há também aquelas pérolas nem tão populares assim, que narram boa parte da história escrita com a bola nos pés.

Para entrar no clima da seleção, selecionei algumas músicas inesquecíveis que homenageiam o futebol.

Com versos como “o Brasil está vazio na tarde de domingo, né?”, essa música é uma das maiores homenagens ao futebol – e, especialmente, a um dos maiores craques já surgidos em Minas Gerais: Tostão.
Foi escrita pela dupla do Clube da Esquina, Milton Nascimento e Fernando Brant, mas ganhou fama mesmo na voz de Wilson Simonal.


Wilson Simonal - Aqui É o País do Futebol – 


Foi inspirado nas cobranças de falta de Paulo César Caju com a camisa do Flamengo que o Trio Esperança compôs “Replay” Formado pelos irmãos Mário, Regina e Evinha, o grupo lançou a música em 1974 – e, apesar de não ser lá tão popular, roda ainda hoje em transmissões pelo país. 

Replay – Trio Esperança
 


Ponta de Lança Africano (Umbabarauma) – Jorge Ben
 

Não há como falar em músicas sobre futebol e não lembrar de Jorge Ben. O cara nunca negou que sonhava em ser jogador de futebol (e ele chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo).

“É assim que ela é, metade futebol, metade mulher.” Em um só verso, a banda pernambucana Eddie conseguiu resumir o que todo homem deve sonhar a respeito do ser com que se relaciona.

eddie - futebol e mulher
 


Um a Zero – Pixinguinha
 

Apesar de instrumental, “Um a Zero” é uma das primeiras manifestações musicais em homenagem ao futebol. Foi composta por Pixinguinha para comemorar a primeira grande conquista da seleção brasileira: o Sul-Americano de 1919. Se você costuma assistir Bate-Bola na ESPN vai reconhecer a ótima melodia. O nome remete à partida decisiva contra o Uruguai que terminou com o placar de 1-0

O Futebol – Chico Buarque
 

e é quase impossivel não falar da musica O FUTEVOL - Chico é tão futebólatra que tem um campo de dimensões oficiais em sua casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. Neste outro verdadeiro clássico músico-futebolístico, ele chega a cantar uma tabela imaginária entre Didi, Garrincha, Pagão, Pelé e Canhoteiro.


Camisa Dez – Hélio Matheus e Luís Vagner
 

Depois da Copa de 70, foi normal que o Brasil caísse na real até se acostumar que não é toda hora que nasce uma seleção com toda aquela bola. Pois, Hélio Matheus e Luís Vagner pescaram o momento e escreveram essa espirituosa canção que cutuca o então técnico Zagallo, brinca com a falta de entrosamento de Palhinha e, claro, pede por um substituto ao Rei, que se aposentou da seleção um ano após o tri.


Beto Bom de Bola – Sérgio Ricardo
 

Sérgio Ricardo foi vaiado ao cantar “Beto Bom de Bola” no festival da Record de 1967. Ficou tão nervoso que quebrou o violão e o atirou contra a plateia. Polêmicas à parte, é uma das mais belas homenagens a Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas. Você pode ouvir a música gravada em estúdio aqui. 

É Uma Partida de Futebol – Skank
 

na minha opinião essa musica que vamos ouvir agora realmente transpira futebol, 
A letra da música é do são paulino Nando Reis e a música ficou a cargo dos mineiros do Skank, grupo que se divide entre Atlético e Cruzeiro. Em 1997 a canção ganhou o prêmio de Escolha da Audiência, de Clipe Pop e de Edição no MTV Video Music Brasil.

Meio de Campo – Elis Regina
 

voce lembra de Meio de Campo??? A música de Gilberto Gil ganhou corpo na voz da gaúcha Elis Regina e faz parte do álbum Elis, de 1973. Gil a compôs em homenagem ao jogador Afonsinho, um dos primeiros a reivindicar melhores condições de trabalho aos futebolistas.

Hors concours: Fio Maravilha – Jorge Ben
 

Qualquer lista com músicas de futebol sem a presença de “Fio Maravilha” é aleijada. Jorge Ben escreveu a letra inspirado em João Batista de Sales, um atacante rubro-negro meio desajeitado, pouco glamouroso, mas que aparecia em momentos importantes e ganhou a torcida. A música em sua homenagem virou um clássico. Mas por questões jurídicas, Jorge Ben teve de mudar o título para “Filho Maravilha” depois.


A Taça do Mundo é Nossa – Wagner Maugeri, Maugeri Sobrinho, Victor Dagô e Lauro Muller
 

A mãe de todas, “A Taça do Mundo é Nossa” foi criada para comemorar o primeiro título da Seleção canarinho em Copas do Mundo (em 1958, na Suécia). Será que vai ser repetida este ano?

Max Everson
Por Max Everson 13/06/2018 - 11:35Atualizado em 13/06/2018 - 11:43

I got chiiiills, they're multiplying", exclamava John Travolta ao ver Olivia Newton-John com um cigarro na boca e usando uma calça de couro em um dos momentos mais marcantes do musical "Grease: Nos tempos da brilhantina", que se tornou um clássico e completa 40 anos nesta quarta-feira (13).

Indicado ao Oscar de Melhor canção ("Hopelessly Devoted to You"), "Grease" foi o filme de maior arrecadação em 1978 e transformou o jovem Travolta, recém-saído de "Os embalos de sábado à noite", em um dos grandes astros de Hollywood.

Dirigido por Randal Kleiser ("A lagoa azul"), o filme teve como inspiração o musical homônimo da Broadway que havia estreado em fevereiro de 1972 e fez mais de 3,3 mil apresentações.

Na história, o romance de Danny e Sandy acaba junto com o verão, já que ela deve voltar à Austrália.

O amor dos pombinhos tem a chance de ressurgir quando eles se encontram no Instituto Rydell, na Califórnia. Porém os costumes dos grupos aos quais pertencem (os T-Birds e as Pink Ladies) vão colocar impedimentos para o reencontro.

Esse é o argumento da trama que se passa em 1959 e, como escreve Scott Miller no livro "Sex, drugs, rock & roll, and musicals", seria um relato revolucionário para a época, subvertendo temas e se atrevendo a abordar assuntos sensíveis, como sexo e rebeldia jovem.

Aí estava parte do charme da história. Graças ao trabalho de Stockard Channing, como a cínica Rizzo, ou o de Jeff Conaway, como o melhor amigo de Danny, apesar de já estarem longe da adolescência – ela tinha 33; e ele, 27 –, o carisma dos personagens deu o toque final.

As atitudes insolentes dos T-Birds – dizem que foram usados até 100 mil chicletes durante as filmagens –, com as imponentes jaquetas de couro e quantidades industriais de gel no cabelo, se chocam com a personalidade forte das integrantes do Pink Ladies.

O amor é embalado por hits como "Summer nights", "Grease" e "Greased lightnin".

Não à toa, a trilha sonora do filme foi o segundo disco mais vendido de 1978, só atrás do disco de "Os embalos de sábado à noite".

O polêmico final foi muito comentado, mas, como defendia Jim Jacobs, criador do espetáculo da Broadway, a cena parodiava os estereótipos do cinema.

"Era uma sátira! Era uma maneira de brincar de todos esses filmes de Hollywood em que o herói se transforma no final em um cidadão exemplar", afirmou ele, em entrevista ao jornal "Daily Herald", em 2010.

O sucesso do longa, que estreou em 13 de junho de 1978, levou a Paramount Pictures a apostar em "Grease 2: Os tempos da brilhantina voltaram".

A sequência não teve a mesma aceitação positiva do primeiro filme, mas serviu para lançar a carreira de Michelle Pfeiffer.

Prova de que "Grease" é mesmo um fenômeno é o fato de que mesmo depois de tanto anos, Los Angeles continua recebendo turistas interessados em visitar a Praia Leo Carrillo State, onde foram rodadas algumas cenas do romance de Danny e Sandy, e o Venice High School, a escola que serviu de cenário para o Instituto Rydell.

 

Tags: NoAr Grease Travolta

Max Everson
Por Max Everson 11/06/2018 - 14:25Atualizado em 11/06/2018 - 14:27

Regreso é inédita balada em espanhol que integra o repertório do 33º álbum em castelhano da discografia do cantor e compositor capixaba, Amor sin límite, programado para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2018 – em princípio, em setembro – no mercado latino dos países de língua hispânica e também no Brasil.

Com letra que versa sobre amor do passado revivido no presente, Regreso é bela balada de melodia e atmosfera clássicas – inclusive por conta do arranjo, calcado no piano à moda tradicional e aditivado com cordas à medida que a gravação cresce em intensidade – bem ao gosto dos admiradores do Rei da canção romântica brasileira.

 

Max Everson
Por Max Everson 05/06/2018 - 15:48Atualizado em 05/06/2018 - 15:51

“Não Se Se Te Contei” é o quarto registro fonográfico do cantor, compositor e produtor J. Velloso, que possui dois discos lançados (“Aboio Para Um Rinoceronte” e “J. Velloso e Os Cavaleiros de Jorge”) e um disco/livro (Sto. Antônio e Outros Cantos). O CD que estará disponível em todas as plataformas digitais, e nas lojas físicas, a partir do dia 01 de junho, mantem as características do artista, que é a de utilizar as muitas formas existentes na música popular brasileira para ajudar a expor seus pensamentos e sentimentos.

O novo disco, Não Sei Se Te Contei, é um disco mais leve e mais maduro do artista, e isso pode ser percebido nas composições e na forma de interpretá-las. O projeto do disco foi desenvolvido a partir da seleção das canções, junto com Luciano Salvador Bahia, partindo das ideias dos arranjos. Todo o disco é feito para “clarear” o entendimento das composições. Da capa aos timbres sonoros, da sequência das músicas às cores usadas no encarte, do símbolo do infinito no encarte ao trabalho finito que é o de gravar um disco. É um disco que quer ser “claro”. A produção musical de Luciano Salvador Bahia clareia de forma delicada e se aprofunda para dar a cada faixa o sentido que elas têm. O desenho do artista plástico Roney George e as ideias, expostas por ele, clareiam o significado do trabalho. O rosto da mãe do artista desenhado a lápis na capa do CD, pelo artista plástico Roney George, e que permaneceu enquanto o nome do disco era modificado no decorrer do tempo, é uma prova que uma imagem pode dizer muitas coisas, porém o batismo com “Não sei se te contei” realmente é mais preciso, pois o nome carrega um frescor de novidade, com surpresas a serem descobertas no decorrer da audição do CD.

Sobre esse novo projeto, J. Velloso conta: “O disco “Não sei se te contei” já teve outros nomes, como “J. Velloso Em paz”, por ser uma frase engraçada e absurda, assim como a música que tem esse nome, mas fiquei com receio de que não se percebesse a ironia que me interessava. Mudei para outro nome, “Desconhecido”, que eu adorava. Esse nome era por causa da música Lágbájá, que fala dos “sem rostos” na multidão, porém Ronaldo Bastos me disse que esse nome diminuía, acho que o interesse ou o próprio disco, então resolvi mudar de novo. Mas o que nunca mudou foi o desejo desse trabalho ser CLARAMENTE dedicado à minha mãe. Não por ele ter alguma grandeza particular, mas porque tudo que fiz até hoje e o que eu ainda vier a fazer será sempre para ela. Dei a sorte de ter contado tudo isso a ela. Ela apenas riu para mim. Isso já me dizia tudo. A gente nem precisava conversar. Agora realmente não podemos mais conversar, mas continuamos nos entendendo como sempre. E conto a vocês que todos os meus risos, todas as alegrias, todos os meus versos, todas as ideias, tudo o que canto, todo o saber amar, tudo, tudo que possa partir, de bom, de mim, eu “Não sei se te contei”, mas nem precisava, é para minha Dona Clara. ”

Esclarecimentos por cada faixa: 

1.   BALA AZUL (J. Velloso)

Música que explora o tema da situação de risco, principalmente por menores, diante o consumo de crack como fuga para uma vida desamparada de família e dos poderes públicos, onde a sociedade se sente mais à vontade colocá-la à margem do que de abraçá-la para compreender o problema. A faixa conta com a participação especial do músico Marivaldo Santos (Stomp) e do Quabales (grupo de percussão do Nordeste de Amaralina, Salvador – BA dirigido por ele).

2.   BEBENDO ESTRELAS (Targino Gondim e J. Velloso)

Esta faixa conta com a participação de Targino Gondim, artista que possui identidade profunda com a música nordestina, cantando, compondo e tocando sanfona. Faz parte do arranjo a mistura do xote com reggae, inspirado na história de Luiz Gonzaga que quando ouviu um reggae pala primeira vez falou: “isso é um xotezinho muito descarado”.

3.   EM PAZ (J. Velloso e Thathi)

“A ideia foi de fazer um galope para ser cantado, tipo Chiclete com Banana, no carnaval da Bahia. O início parece com aberturas de músicas consideradas bregas, mas depois vira numa coisa super animada. Chamei minha parceira Thathi para terminar comigo”, conta J. Esta faixa conta com o naipe de sopro do grupo Skanibais e, no clipe, com a participação do cantor e compositor Gerônimo Santana, atuando. O clipe tem um gosto especial de escrache à música que carnavaliza a sofrência. Foi a primeira música revelada do repertório do álbum ”Não sei se te contei”.

4.   Não sei se te contei (Thathi e J. Velloso)

A música que batiza o disco foi composta a partir de uma conversa de Thathi com o cantor e compositor Herbert Vianna. Ele, por cuidado e preocupação com o esquecimento do mesmo, sempre dizia a ela, durante as conversas: “não sei se te contei”. Na época ele ainda estava com a memória recente comprometida devido ao acidente ocorrido com ele. Achei esse ato dele tão delicado que chamei Thathi para fazermos uma canção a partir desse gesto tão especial. A ideia, na canção, é ter uma conversa aparentemente corriqueira, mas com uma profundidade existencial através dessa simplicidade.

5.   Cacique (J. Velloso)

Composição feita após conversas, pela internet, de J. com o cantor Otto. Durante uma delas o compositor pernambucano sugeriu fazerem uma música. J iniciou, mas “a música veio quase toda”, dessa forma o compositor baiano fez mais uma parte de melodia, mas acabou não nascendo a parceria pela dificuldade dos dois se encontrarem. Mas o que é interessante dessa música é que ela foi feita com a intenção de fazer uma análise sobre a figura desse artista. É uma mistura agreste de tristeza, amor, irreverência e delicadeza. O palavrão é em homenagem ao artista baiano Márcio Mello. Essa faixa também é contemplada com a participação do artista pernambucano Capitão Corisco e com um clipe produzido pelo Estúdio Mundo.

6.   Língua das Ondas (João Gil e J. Velloso)

A pedido da cantora Stella Maris, J. fez uma letra para o compositor português João Gil musicar, uma sugestão de Aldo Brizzi para que o trabalho da cantora pudesse ter mais visibilidade na Europa. A letra permeia o nome de Stella Maris numa conversa sobre o que é o amor.

7.   Dominguinhos (Armandinho Macêdo e J. Velloso)

Essa parceria com Armandinho nasceu após uma conversa entre os artistas sobre a pessoa maravilhosa que foi Dominguinhos. A música foi feita na época em que Dominguinhos já estava na UTI, mas num tom meio de revolta, a letra pede a Deus nos dê “Dominguinhos a vida inteira” e brinca, ao dizer, que podemos fazer um dominguinho em qualquer dia da semana, basta transformar esse dia em um dia livre de compromissos de trabalho. O arranjo é também uma homenagem ao grupo A Cor do Som, do qual Armandinho faz parte. A guitarra baiana no arranjo faz, desde o início da faixa, um contraponto com o xote executado pela sanfona de Cicinho de Assis.

8.   Lágbájá (Alexandre Leão e J. Velloso)

Lágbájá é uma palavra iorubá que significa “ninguém em particular”. Representa o anonimato do chamado “homem comum”, como as pessoas que passam por a gente na rua e nem reparamos nada nelas. A música é dedicada aos sem rostos e sem vozes na sociedade. A participação do DJ Sankofa (Gana) cantando deu um brilho todo especial para aumentar o significado da música.

9.   Pra você não ouvir (J. Velloso)

Música feita para Maria Sampaio, fotógrafa e escritora baiana já falecida, que apresentou muitos fados a J., principalmente os de Amália Rodrigues. Sempre foi uma entusiasta com o trabalho artístico de J. A participação do fadista Nuno da Câmara Pereira é um presente do destino, que somado às participações dos músicos portugueses Fernando Silva e Carlos Velez, faz com que essa homenagem à Maria (Sampa) se torne a faixa mais emocionante.

10.O que eu não conheço (Jorge Vercillo e J. Velloso)

A canção é mais uma das parcerias com o amigo e compositor Jorge Vercillo. É a única música que não é inédita do disco, pois já foi gravada pelo próprio Jorge e por Maria Bethânia. A letra nasce a partir de uma conversa com Bethânia sobre a beleza que há no outro lado do bordado.

11.Desfruto (Luciano Calazans e J. Velloso)

A canção que finaliza o disco é a mais nua. O arranjo “só” conta com a participação exuberante do grande músico Luciano Calazans, que faz várias linhas de baixo na gravação. Canção feita durante uma turnê pela região de Porto Seguro, cujo o nome do rio que corta a cidade chama-se “Buranhém”, nome originado da língua tupi e significa “árvore doce”, mas que na letra o compositor preferiu criar uma imagem oposta falando de uma “árvore de casca amarga”.  

 

(Copyright © 2018 Aldeia Nagô. Todos os direitos reservados.)

Max Everson
Por Max Everson 05/06/2018 - 15:37Atualizado em 05/06/2018 - 15:45

Homenageando o mestre Tom Jobim e os 60 anos da Bossa Nova, Fernanda Takai apresenta o álbum “O Tom da Takai”. Para a gravação desse, que é seu quinto trabalho solo, ela contou com a produção luxuosa de Roberto Menescal e Marcos Valle. O disco é lançado pela Deck nas plataformas digitais, em CD, vinil e cassete.

“O Tom da Takai” foi gravado no estúdio Tambor (Rio de Janeiro) e traz 13 canções. Sete músicas foram produzidas por Menescal (arranjos, violão, guitarra, voz e vocais) e as outras seis por Valle (arranjos, piano, Rhodes, órgão, synth, voz e vocais). Entre elas estão “Bonita”, “Estrada do Sol”, “The Red Blouse (Blusa Vermelha)” e “Só Saudade”.

Fernanda foi acompanhada pelos músicos João Cortez (bateria e percussão), Adriano Giffoni (baixo), Adriano Souza (piano e teclados), Renato Massa (bateria e percussão) e Alberto Continentino (baixo).


1 Bonita 4:53
2 Olha pro Céu 3:13
3 Aula de Matemática / Discussão (feat. Marcos Valle) 3:47
4 Só Saudade 3:01
5 Outra Vez 3:27
6 Ai Quem Me Dera (feat. Roberto Menescal) 2:23
7 Brigas Nunca Mais 3:05
8 Fotografia (feat. Marcos Valle) 2:52
9 Samba Torto 2:36 
10 The Red Blouse (feat. Marcos Valle) 2:42
11 Esquecendo Você 3:19
12 Estrada do Sol 3:17
13 Eu Preciso de Você 2:56

 

 

Max Everson
Por Max Everson 04/06/2018 - 10:45Atualizado em 04/06/2018 - 10:49

Gorillaz lança "Humility" com participação de Jack Black e mostra "novo" integrante.

A banda Gorillaz ganhou um novo membro. O grupo virtual fez uma escalação no mínimo inusitada e convocou Ace, personagem do desenho animado "As meninas superpoderosas", para assumir o posto de baixista enquanto Murdoc Niccals, titular do cargo, "está preso".

A revelação aconteceu com o lançamento do clipe de "Humility", single do próximo álbum do grupo, "The now now", que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.

Max Everson
Por Max Everson 04/06/2018 - 10:32Atualizado em 04/06/2018 - 10:37

Realmente nao há onde se esconder": Scarlett Johansson, heroína da saga "Os Vingadores", refletiu sobre sua música, a revolução do feminismo em Hollywood e a queda do produtor Harvey Weinstein, em entrevista à France Presse para promover seu novo álbum, "Apart".

"É bastante surpreendente ver o resultado de tudo isso. É tudo muito novo", disse.

Aos 33 anos, Scarlett já passou mais de duas décadas na indústria do cinema. Comenta-se que exige receber o mesmo que os colegas homens. Foi modelo, defende a ONG de planejamento familiar Planned Parenthood e foi uma das oradoras da Marcha das Mulheres de janeiro de 2017.

A nova parceria surge quase 10 anos depois do primeiro trabalho dos dois, o álbum "Break up", inspirado nos duetos de Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot.

"Foi realmente impressionante", disse a atriz ao citar a queda em desgraça de Weinstein - acusado de estupro e abuso sexual -, e a revolução provocada pelos movimentos Me Too e Time's Up.

"Estou há muito tempo na indústria cinematográfica, acho que estes debates são realmente muito importantes e revolucionários", comentou.

Nascida e criada em Nova York, Scarlett é uma dessas estrelas que parece ser boa em tudo. Uma menina atriz que teve interpretações aclamadas e cuja glória chegou com o papel de protagonista em "Encontros e desencontros" (2003).

Ela atuou na Broadway e agora vale ouro nas bilheterias, atraindo multidões para alguns dos maiores sucessos de Hollywood, como "Homem de Ferro 2" e a saga "Os Vingadores".

Para aqueles que acham que o progresso não chega suficientemente rápido, ela recomendou paciência.

"É um processo longo, e deve-se focar na recompensa, ser paciente, progressivo, persistente e continuar avançando", aconselhou.

"Acredito que existam agora na indústria do cinema conversas sobre projetos e a importância da diversidade. Há 10 anos, ninguém falava sobre isso", assinalou.

"Esta era, talvez, a ideia de alguém de trazer uma mulher para a sala de roteiristas, ou o que fosse. Mas agora, as portas estão escancaradas", opinou.

Yorn concorda. "É louco tudo o que aconteceu", disse. "Tenho uma filha pequena, de 2 anos, e penso que ela felizmente crescerá em um mundo onde as coisas estão um pouquinho melhor, um pouquinho menos sórdidas."


O novo EP contém cinco músicas de estilo mais folk e indie-rock. Foi gravado no centro de Los Angeles. A atriz colocou a voz durante uma única tarde, abrindo espaço em sua agenda apertada.


Bad Dreams 
 

Iguana Bird
 

Cigarillo
 

Movies
 

Tomorrow (remix)
 

 

Max Everson
Por Max Everson 28/05/2018 - 16:31Atualizado em 28/05/2018 - 16:34

Lulu Santos divulgou, nas plataformas de streaming, um remix eletrônico de “Tempos Modernos”. A música recebe o selo da Universal Music Brasil.

Esta nova versão foi feita com Make U Sweat. O trio de DJ’s já atuou em outros remix famosos como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, canção do Tim Maia, e “Acordando o Prédio”, do Luan Santana.

A faixa original “Tempos Modernos” é de 1982 e pertence ao álbum de mesmo nome. Ela já teve outras versões gravadas por artistas como Biquini Cavadão e Jota Quest.

 

Max Everson
Por Max Everson 26/05/2018 - 11:02Atualizado em 26/05/2018 - 11:04

Em entrevista publicada pela MTV em 2009, o cantor falou para quem seria a famosa canção. “Billie Jean é meio anônima. Ela representa diversas garotas. Elas costumavam ser chamadas de groupie nos anos 60. Elas ficavam nas portas de bastidores, e qualquer banda que viesse à cidade elas teriam algum relacionamento. Acho que escrevi isso baseado com a experiência que tive com meus irmãos quando era pequeno. Havia diversas “Billie Jeans”. Toda garota dizia que o filho dela era de algum dos meus irmãos”, conta o artista.

O clipe de “Billie Jean” é o primeiro do disco “Thriller”. Dirigido por Steve Barron, ele também entrou para história como o primeiro vídeo de um artista negro a ser televisionado pela emissora americana MTV.

Outro aspecto da música que ficou marcado é a performance realizada com seu mais famoso passo: o moonwalk. Sua primeira apresentação foi em maio de 1983 no especial de televisão “Motown 25: Yesterday, Today, and Forever”, que foi gravado na Califórnia. Relembre abaixo como foi:

A faixa ainda foi premiada com dois Grammy’s no ano seguinte, nas categorias de “Melhor Performance Masculina de R&B” e “Melhor Canção de R&B”. Pelo American Music Awards, a música venceu na categoria “Single favorito de Pop/Rock”.

 

Max Everson
Por Max Everson 15/05/2018 - 16:17Atualizado em 15/05/2018 - 16:21

A 20th Century Fox acaba de lançar o trailer de Bohemian Rhapsody, filme que vai contar nas telonas a história de Freddie Mercury, a maior voz da história do rock mundial.

Em alguns trechos, é impressionante a semelhança do ator Rami Malek com Freddie.

“Bohemian Rhapsody é uma celebração ao Queen, sua música e seu extraordinário vocalista Freddie Mercury, que desafiou os estereótipos e quebrou as convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta”, diz a página da 20th Century Fox no Youtube.

O nome do filme, Bohemian Rhapsody, é mais do que a música icônica da banda, de 1975 – escolhida em 2008 a melhor música pop de todos os tempos, segundo uma pesquisa, realizada na Grã-Bretanha, pelo grupo One Poll.

A canção de 6 minutos tão rica, misturado rock e ópera, e com uma letra falando sobre vida, realidade, medo e morte… – que Mercury compôs sozinho – conta nas entrelinhas parte da vida do jovem Freddie Mercury.

Há informações, não confirmadas, de que a inspiração teria vindo do conflito que Freddie sofria na época com sua sexualidade.

Elenco

Rami Malek interpreta Freddie Mercury.

Rami é um ator americano com ascendência egípcia e grega. Ele nasceu no dia 12 maio de 1981, em Los Angeles, Califórnia e tem um irmão gêmeo chamado Sami.

Ben Hardy, que fez X-Men Apocalypse, representa o baterista Roger Taylor.

Gwilym Lee, ator de The Tourist, está no papel do guitarrista Brian May.

Joe Mazello, o “Tim” do filme Jurassic Park, será o baixista John Deacon.

Direção

Bohemiam Rhapsody foi dirigido por Bryan Singer, que também atuou na direção de grandes produções como The Usual Suspects e X-Men.

“Não será apenas a história obscura de Freddie… também será uma homenagem. É uma colaboração. É uma celebração”, diz Singer.

O documentário pretende apresentar com fidelidade todos os momentos da carreira de Freddie com o Queen, incluindo momentos icônicos no lendário festival Live Aid de 1985.

Estreia

A 20th Century Fox anuncia que o filme estreia nos cinemas no dia 2 de novembro de 2018, mês em que a morte do artista completa 27 anos.

 

Max Everson
Por Max Everson 10/05/2018 - 11:29Atualizado em 10/05/2018 - 11:30

Lenine liberou em seu canal no YouTube, o clipe de “Intolerância”. Esse é o primeiro single do álbum ao vivo, que será lançado nesta sexta-feira (11), nas plataformas digitais.

O vídeo é extraído do novo audiovisual intitulado “Lenine Em Trânsito”, gravado em fevereiro deste ano, na casa de shows Imperator, no Rio de Janeiro. O projeto será lançado nos formatos CD, DVD e LP, pela gravadora Universal Music.

O artista também se prepara para dar inicio a turnê do novo trabalho, que começa no dia 19 de maio, na Concha Acústica, em Salvador (BA).

 

Max Everson
Por Max Everson 10/05/2018 - 11:27Atualizado em 10/05/2018 - 11:29

Nando Reis liberou a versão voz e violão ao vivo para a canção “Pra Você Guardei o Amor”.

O vídeo foi gravado em agosto de 2016 durante a turnê do disco “No Recreio – Voz e Violão”, em Salvador. O cantor também divulgou outras versões no mesmo estilo das faixas “Azul de Presunto”, “N”, e “Pomar”.

 

Max Everson
Por Max Everson 02/05/2018 - 10:37Atualizado em 02/05/2018 - 10:42

ínicio do sucesso

Não demorou para Luís Maurício Pragana dos Santos (seu nome de batismo) decidir que estava na hora de trilhar seu próprio caminho em uma carreira solo e, em 1981, Lulu assinou com a gravadora WEA e assumiu de vez o nome artístico de Lulu Santos. Em parceria com o jornalista Nelson Motta, ele gravou Tesouros da Juventude.

 

Max Everson
Por Max Everson 01/05/2018 - 17:13Atualizado em 01/05/2018 - 17:18

A fabricante das lendárias guitarras elétricas Gibson declarou falência nesta terça-feira (1º), mas apresentou um plano de continuidade comercial que foi aceito pela maioria de seus credores.

A empresa está em dificuldades financeiras há meses e enfrenta um importante endividamento, que a obrigava a pagar antes de 1º de agosto, ou a refinanciar, US$ 375 milhões em títulos.

A tentativa de diversificação da Gibson com sistemas de áudio para o grande público em geral, por meio de sua filial Gibson Innovations, teria resultado nessa situação extrema.

Esta estratégia começou em 2014 com a compra da empresa de entretenimento holandesa Philips por US$ 135 milhões.

O grupo finalmente decidiu recuar e se concentrar nos instrumentos musicais e nos sistemas profissionais de sonorização, de acordo com comunicado divulgado nesta terça (1º).

Além disso, a Gibson Brands, empresa controladora das guitarras Gibson, chegou a um acordo de reestruturação com os detentores de 69% dos títulos totais com vencimento em 1º de agosto e receberá um crédito de US$ 135 milhões.

"Esse processo será praticamente invisível para os clientes, que continuarão a se beneficiar de um produto e de um atendimento ao cliente inigualáveis", garantiu o CEO da Gibson Brands, Henry Juszkiewicz, citado no comunicado.

Patronos do rock
O grupo produz, entre outros, o famoso modelo de guitarra Les Paul, foi fundado em 1902 e agora tem sua sede em Nashville, um dos lugares emblemáticos da música nos Estados Unidos para o rock, blues e country.

Entre as estrelas que deixaram sua marca, fazendo música com guitarras Gibson, estão B.B. King, Keith Richards (Rolling Stones), Jimmy Page (Led Zeppelin) e muitos outros.

Em 2016, uma Gibson Dove de Elvis Presley que ele ganhou de presente em 1969 foi leiloada por US$ 334 mil.

Em 2015, um modelo que John Lennon adorava e utilizou para compor canções dos Beatles como "She loves you" e "All my loving", foi vendido por US$ 2,4 milhões.

A Gibson Brands também possui os pianos Baldwin, criados em 1862 e adotados por vários grandes nomes como Igor Stravinsky, Leonard Bernstein, Ray Charles e Dave Brubeck.

Juszkiewicz e o presidente da empresa, David Berryman, controlam juntos cerca de 85% do capital da Gibson Brands, de acordo com documentos apresentados nesta terça-feira em um tribunal especializado de Delaware.

 

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Max Everson
Por Max Everson 30/04/2018 - 16:51Atualizado em 30/04/2018 - 16:53

A banda Titãs lançou em formato digital o primeiro ato de sua ópera rock “Doze Flores Amarelas”. O novo projeto é composto de três atos e reunirá 25 músicas inéditas da banda, que tratam temas como assédio, abuso, violência contra a mulher e aborto.

A peça conta a história de Maria A, Maria B e Maria C, que são violentadas em uma festa após fazerem uso do aplicativo de relacionamentos conhecido como Facilitador. As três Marias decidem usar a tecnologia para colocar em prática seu plano de vingança.

“Doze Flores Amarelas” conta com a direção artística de Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto, que também assinam o roteiro juntamente com Hugo Possolo e Marcelo Rubens Paiva. O elenco da ópera rock conta com os integrantes da banda, além das atrizes Corina Sabba, Cyntia Mendes e Yás Werneck. A produção musical é de Rafael Ramos.

Na última edição do Rock In Rio, em 2017, os Titãs já haviam apresentado duas músicas do novo projeto: “A Festa” e “Me Estuprem”. Junto com o álbum, um lyric vídeo da música “Nada Nos Basta” foi lançado no canal da banda no Youtube, que você pode conferir no final deste post.

Os atos dois e três de “Doze Flores Amarelas” serão disponibilizados nas próximas duas semanas, nos dias 4 e 11 de maio. Um DVD ao vivo será gravado dia 12 de maio no Teatro Opus, em São Paulo e deve ser lançado em julho deste ano.

 

Max Everson
Por Max Everson 30/04/2018 - 16:43Atualizado em 30/04/2018 - 16:46

Bob Dylan anunciou o lançamento dos uísques “Heaven’s Door”, de acordo com publicação do jornal The New York Times.

Em 2015, o cantor criou a empresa Heaven’s Door Spirit em parceria com o empresário e fã, Marc Bushala, que havia acabado de vender sua própria companhia de uísque. Contudo, a colaboração não aconteceu de maneira fácil. Bushala foi rejeitado pelos representantes de Dylan, mas não desistiu de sua ideia e entrou em contato com o próprio Dylan por telefone, propondo que trabalhassem juntos em um pequeno lote de uísques.

“Ambos queríamos criar uma coleção de uísques americanos que, a sua própria maneira, contasse uma história”, declarou Bob ao jornal. “Viajo há décadas e tive a oportunidade de experimentar os melhores uísques que o mundo oferece. Este é um ótimo uísque”, finalizou.

As garrafas da coleção, que começará a ser vendida em maio, contará com a arte feita pelo próprio Dylan em sua loja de metais e compostas de objetos encontrados em fazendas e sucatas espalhados pelos Estados Unidos, de acordo com o site da marca.

O nome faz referência à canção “Knocking on Heaven’s Door”, lançada em 1973 no álbum “Pat Garrett and Billy the kid”, e regravada por bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Guns N’ Roses, U2, Lana Del Rey e inclusive uma versão brasileira na voz de Zé Ramalho, intitulada “Batendo na Porta do Céu”.

 

 

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Max Everson
Por Max Everson 27/04/2018 - 11:09Atualizado em 27/04/2018 - 11:11

Cantor divulgou nesta sexta-feira (27) mais um vídeo do disco 'Divide' (÷).

Ed Sheeran segue trabalhando o álbum “Divide” (÷). Nesta sexta-feira (27), o cantor lançou mais um clipe do disco. A música escolhida é “Happier”.

No vídeo, o cantor vira uma marionete e sofre ao ver sua ex, uma bonequinha feita com bexigas, nos braços de outro boneco.

Sheeran lançou o disco “Divide” em março de 2017. O álbum é um mix de pop, folk, rap e letras açucaradas ou autobiográficas.

 

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Max Everson
Por Max Everson 27/04/2018 - 10:58Atualizado em 27/04/2018 - 11:03

ABBA se reúne depois de 35 anos para gravar duas novas canções.

lendário grupo sueco ABBA anunciou nesta sexta-feira que seus quatro membros vão se reunir para gravar duas novas canções depois de 35 anos separados.

"Nós quatro achamos que, depois de 35 anos, pode ser divertido unir forças de novo e entrar num estúdio de gravação. Então fizemos isso", afirmou o quarteto em um comunicado, confirmando especulações a respeito da reunião do grupo.

"Foi uma experiência extremamente prazerosa. Isso resultou em duas novas canções e uma delas 'I still have Faith in you' será apresentada em um programa especial para a TV", excplicou o grupo.

 

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Max Everson
Por Max Everson 24/04/2018 - 15:53Atualizado em 24/04/2018 - 15:57

Responsável pela produção do filme "Faroeste Caboclo", de 2013, o diretor brasiliense René Sampaio anunciou a dupla que irá interpretar os protagonistas de seu novo longa sobre uma música da Legião Urbana. Trata-se de "Eduardo e Mônica", que, de acordo com "O Globo", serão vividos na telona por Gabriel Leone e Alice Braga.

Com produção da Gávea Filmes e da Barry Company, o filme que traz a história do casal da canção de Renato Russo começa a ser rodado em junho. “A letra é um roteiro pronto, e Gabriel é um dos melhores atores da nova safra”, disse Alice ao jornal "O Globo". René Sampaio confirmou: “Alice e Gabriel mergulham nos personagens e têm muita química”, elogiou o diretor.

Relembre o clipe feito a um tempo atrás e vamos aguardar a estorinha de Eduardo e Monica nos cinemas (ou em casa mesmo)

 

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