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Max Everson
Por Max Everson 24/09/2018 - 15:25Atualizado em 24/09/2018 - 15:27

A cantora e compositora Lauren Daigle, nascida em Louisiana, nos Estados Unidos, é uma artista da música gospel.

Desde cedo, a cantora já mostrava apreço pelo universo musical. No entanto, Daigle admite que ela quase deixou a música para trás, sem saber se era sua verdadeira vocação, até que uma doença devastadora, a mononucleose infecciosa , trouxe um foco maior para sua vida. Por causa do sofrimento com a doença enquanto estava no ensino médio, ela foi mantida fora da escola por quase dois anos.

Daigle começou a cantar em um coral enquanto estudava na Louisiana State University .Em 2010 e 2012, tentou entrar para no American Idol em 2010 e 2012, mas acabou não dando certo.

Sua estreia aconteceu no álbum da North Point InsideOut, nomeado Hear, no qual gravou "Close" e "You Alone" ao vivo na North Point Community Church em Alpharetta, Georgia.

Mais tarde, Daigle foi convidada para cantar em um EP de uma banda local chamada "The Assemblie" e o EP foi brevemente o álbum mais vendido da iTunes Store dos EUA . Após o lançamento do EP, a Centricity Music convidou-a para participar de um workshop e, em 2013, a artista assinou com a gravadora.

Seu primeiro single, "Light of the World" veio do álbum 2013 Christmas: Joy To The World, uma coleção de músicas de vários artistas da Centricity. Servindo como a introdução solo de Daigle para a cena musical cristã, o single recebeu uma base inicial de fãs e muita atenção para a cantora. Em setembro de 2014, lançou o EP How Can It Be.

O álbum de estreia de Daigle, How Can It Be, foi lançado em 14 de abril de 2015, estreando em primeiro lugar na Billboard Christian Albums Chart. O álbum também alcançou o Top 20 na Billboard Top Albums Chart. Nesta época, Daigle foi nomeada uma das artistas mais inovadoras da música cristã, e o primeiro single de seu álbum "How Can It Be" foi nomeado pelo iTunes como uma das principais músicas cristãs de 2014.

Em 1º de junho de 2015, Daigle ganhou seu primeiro prêmio, Worship Song of the Year, por seu single "How Can It Be" no K-Love Awards. O álbum How Can It Be ganhou o prêmio Billboard de 2016 para o Top Christian Album e foi indicado ao Grammy Award 2016 de Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea.

O sucesso geral do álbum resultou no lançamento de How Can It Be: Deluxe Edition em maio de 2016. A versão deluxe apresenta as faixas originais do álbum, junto com duas novas músicas, versões acústicas dos singles "First" e "Come Alive", e versão de performance ao vivo de "How Can It Be".

Em julho de 2018, lançou "You Say"como o primeiro single do segundo álbum de estúdio Look Up Child.  O material serve como uma continuação de seu disco de estreia, How Can It Be (2015). Tornou-se seu terceiro Hot Christian Songs No. 1 e ficou no mainstream Hot 100 na 53.

Look Up Child estreou na 3ª posição na Billboard 200 dos EUA, com 115.000 unidades vendidas, sendo o álbum mais bem escalado de Daigle.

 

Max Everson
Por Max Everson 20/09/2018 - 11:06Atualizado em 20/09/2018 - 11:41

A banda Kiss anunciou sua despedida dos palcos. O grupo fará uma turnê para dizer adeus aos fãs após 45 anos de carreira. A notícia foi revelada durante a final do programa "America’s Got Talent" na noite desta quarta-feira (19) e compartilhada em todas as redes sociais oficiais do grupo.

"Tudo o que construímos e conquistado ao longo dessas mais de quatro décadas jamais poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas pelo mundo que lotaram clubes, arenas e estádios ao longo dos anos. Essa será a celebração final com todos aqueles que já nos assistiram e a última chance para aqueles que não nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus em nossa turnê final com nosso maior show já feito e vamos sair do mesmo jeito que entramos: poderosos e incessantes” escreveu o grupo em comunicado oficial divulgado no site.

O comunicado ainda dizia: "Após uma épica e histórica carreira de 45 anos, que iniciou uma era de lendas do rock and roll, a banda Kiss anunciou com exclusividade durante o America’s Got Talent, da NBC que eles vão pendurar suas botas. A novidade foi revelada com uma apresentação empolgante no estilo Kiss, marca registrada da ao longo da carreira, mostrando o motivo de a banda ser conhecida por ter a mais icônica apresentação ao vivo que simplesmente não pode ser esquecida".

O grupo vai anunciar as datas e locais da turnê "End of the road" em breve.

Kiss - I Was Made For Lovin' You (Version Original 1979) 

KISS - I Wanna Rock N Roll All Night 

Kiss - Forever

Kiss - Lick It Up

Tags: NoAr Kiss

Max Everson
Por Max Everson 18/09/2018 - 11:04Atualizado em 18/09/2018 - 11:13

Black Merda (pronunciada "Black Murder") é uma banda de Rock, funk, funk rock, soul psicodélico formada em Detroit, Michigan, iniciou seu trabalho no inicio dos anos 60, parou da década de 70 e voltou a se reunir em 2005, os membros da banda são o guitarrista Anthony Hawkins, o baixista VC L. Veasey e guitarrista Charles Hawkins , mais o baterista Tyrone Hite.

Enquanto lê o post, dê o play no vídeo abaixo, vale a pena! 

Anthony Hawkins e VC Lamont Veasey eram amigos de infância e conheceram Tyrone no ginásio em Detroit no inicio dos anos 60. Hawkins e Veasey trabalhavam com frequência como músicos em Detroit para empresas como Fortune Records, Golden World Studios e com o produtor Don Davis, enquanto Hite trabalhava em sessões originalmente como cantor antes de assumir o comando da bateria.

Hawkins, Veasey e Hite inicialmente formaram em uma banda chamada The Impacts, com outros músicos de soul e R&B filiados ao Motown e Brunswick Records e em 1965 foram chamados para o single de Edwin Starr - "Agent Double-O Soul". Starr os contratou permanentemente como banda de apoio renomeando-os para Soul Agents e nesse período Victor Stubblefield e Gus Hawkins  se juntaram a eles em algumas apresentações, em 1967 o Soul Agents gravou com Starr os singles "Twenty Five Miles" e "War".

Hawkins e Veasey (que escreviam musicas juntos desde os 14 anos) também participaram em 67 das composições “I Will Fear No Evil” de Robert Ward (produzida por Don Davis) e "My Love Is Strictly Reserved For You.".

Hawkins, Veasey, and Hite (enquanto trabalhavam com  Starr) começaram a sofrer influencias do Cream, The Who e Jimi Hendrix e se afastaram do R&B . Ainda conhecidos como Soul Agents, em 1967 o trio fez o que até hoje é conhecido como primeiro cover de “Foxy Lady” do Hendrix, hoje essa gravação é considerada item de colecionador. Durante esse período, Charles Hawkins, irmão mais novo de Anthony, entrou para a banda como segundo guitarrista.

O quarteto continuou a trabalhar com Edwin Starr, como Soul Agents, Starr aprovou a mudança do som para uma base psicodélica com rock e funk. Mas em 68 eles decidiram criar uma nova identidade, mudando para uma banda independente considerando um novo nome: Murder Incorporated, remetendo a uma organização criminal, mas mudaram para Black Murder em decorrência aos violentos eventos da época realizados pela comunidade afro-americana. Refletindo a respeito da quantidade de jovens mortos pela Ku Klux Klan em Detroit e no sul do país, Veasey queria um nome chocante para a banda, que lembrasse o publico a terrível situação, mais tarde mudaram para Black Merda, como uma gíria utilizada na época pelos Afro Americanos.

Black Merda continuou por mais um tempo com Starr, tocando também com Temptations em 69 e Eddie Kendricks do Temptations resolveu produzir a carreira independente da banda, durante esse período eles tocaram com o cantor Ellington Fuji Jordan gravando o single “Mary Don´t Take Me on No Bad Trip, lançado pela Chess Records se um dos mais populares singles da época em Detroit, mas o Black Merda não recebeu os créditos pela gravação. Marshall Chess da Chess Records , estava interessado em ampliar sua conhecida dedicação do rótulo de blues, soul e jazz com mais rock e sons experimentais, Chess lançou  o primeiro álbum  do Black Merda em 1970 e a banda rapidamente se tornou conhecida pela sua combinação de black rock e funk pesado, mas o álbum sofreu pela falta de promoção e em 1972 lançaram seu segundo álbum pela subsidiaria de Cheess, a Janus Records, e na capa o nome da banda foi alterado para Mer-Da, o segundo álbum também sofreu com a falta de divulgação e os membros da banda se separaram, retornando para o R&B.

Em 2005 o selo Funky Delicacies lançou uma compilação do Black Merda - The Folks From Mother´s Mixer e graças a a essa compilação e uma nova atenção ao trabalho da banda, renasceu o interesse sob o black rock do inicio dos anos 70e os irmão Hawkins, juntamente com Veasey reuniram-se em 2005, participando de festivais em Detroit e também no Central Park Summer Stage em NY, assim como no Ottawa Blues Festival em 2006

Uma compilação de raridades intitulada The Psych-funk of Black Merda foi lançada em 2006, assim como os novos álbuns Renaissane e em 2009 lançaram Force of Nature. Em 2007 o Detroit Metro Times incluiu a música Cynthy-Ruth como uma das melhores canções de Detroit e em 2010 o seu álbum de estreia foi considerado o ‘maior sucesso que Detroit deveria ter”.

Quer ouvir mais de Black Merda (murder)...abaixo tem 2 albuns completo, que encontrei no youtube....

 

Tags: NoAr Black Merda

Max Everson
Por Max Everson 17/09/2018 - 15:29Atualizado em 17/09/2018 - 15:35

Os quatro compositores que fazem parte do momento cultural que floresceu no Rio de Janeiro no final da década de 50 e se espalhou pelo Brasil, entrou nos EUA com o Concerto do Carnegie Hall em 62 e ganhou o mundo, se juntaram para celebrar 60 anos com o show Os Bossa Nova.

Nascida como a música típica da Zona Sul do Rio de janeiro, porque era aqui que se encontravam os jovens pretensos compositores – vindos de várias partes do Brasil – que bem antes de Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto entrarem em cena, se encontravam para trocar ideias musicais nos bares, residências e praias da Zona Sul carioca buscando uma música que os representasse. Frequentes ouvintes do jazz americano, bolero mexicano, música francesa e dos impressionistas e das influências regionais de cada um, tirariam daí toda sua influência melódica e harmônica e buscariam na letra coloquial retratar seu cotidiano de amor, de praia, do Rio e da alegria de uma juventude que crescia numa época áurea do Brasil, na década de 50. Eram os trovadores modernos. Aqueles que falavam no ouvido da mulher, ao contrário da música popular brasileira da época que falava do sofrimento, da dor de cotovelo, dos porres no bar e de todo um cotidiano que não fazia parte daquela juventude.

João Gilberto, que timidamente os ia escutar no Bar do Plaza, acabou por frequentar essa turma e a sintetizar um jeito de tocar o samba sofisticado que todos eles procuravam. E aquela maneira sincopada de tocar, unida àquela voz suave, acabou por dar a forma final de um dos estilos musicais da Bossa Nova. O samba bossa nova.

E em uma de suas primeiras apresentações, Carlos Lyra, Sylvia Telles, Roberto Menescal e Luiz Eça, no Clube Hebraica, foram batizados de Os Bossa Nova porque o diretor cultural do Clube não sabia como os chamar. Eles gostaram do termo e começaram a intitular de Bossa Nova aquilo que faziam.

De lá pra cá, muitas lendas foram criadas, a Bossa Nova ganhou vários pais e nenhuma mãe, mas indiscutivelmente se fez ouvir no mundo e só assim se firmou no contexto nacional.

Desses quatro, Carlos Lyra – carioca de Copacabana – que frequentava o Bar do Plaza onde se encontrava com João Donato – acreano que vinha da Tijuca, para ouvir Johny Alf – carioca de Vila Isabel – tocar àquelas harmonias sofisticadas que o colocaram como um precursor daquela música que ainda estava em formação. Carlos e Donato se juntavam a outros na calçada em frente ao Plaza, brincando de fazer arranjos vocais. Na mesma Copacabana, morava o capixaba Roberto Menescal, que frequentava o mesmo colégio de Lyra e que conta ele – quando soube que este já tinha uma música gravada – se aproximou para conhece-lo. Dalí por diante, começaram a tocar juntos e Menescal estimulado por Carlos começava a fazer solos inspirados em seu ídolo da época, Barney Kessel e nunca mais voltou à Escola. E foi nessa Copacabana, aonde também morava o então menino carioca Marcos Valle, com pais paraenses e descendente de alemães, que essa juventude – de origens distintas – se encontrou e junta criou uma música que por mais que o tempo passe, sempre será moderna e seguirá encantando o mundo, com suas diversificadas influências.

Além de alguns de seus clássicos, eles mostram um vasto e novo repertório de parcerias entre eles e de músicas instrumentais que provam que a Bossa Nova é muito mais que um samba sofisticado. É uma música com toda a cor desse Brasil imenso, com vários sotaques e diferentes personalidades e unida pela criteriosa e sofisticada melodia, harmonia e interpretação.

 

Max Everson
Por Max Everson 17/09/2018 - 11:24Atualizado em 17/09/2018 - 11:27

Em meio a vários lançamentos aqui no Som Maior No Ar, Sia preparou mais uma novidade, desta vez com nada mais nada menos que Dolly Parton.

Ao lado da diva do country, a artista regravou o hit dos anos 70,  “Here I Am”. 

A versão original foi divulgada em 1971, como parte do álbum Coat of Many Colors de Dolly Parton.

a novidade fará parte da trilha sonora do filme “Dumplin'”, projeto de Dolly Parton que será lançado pela Netflix no dia 30 de novembro.

A trilha sonora do longa ainda contará com seis músicas inéditas de Dolly Parton.

Dolly Parton e Sia - Here I Am faz parte da programação Som Maior No Ar.

Max Everson
Por Max Everson 08/09/2018 - 18:45Atualizado em 08/09/2018 - 18:48

Banda conhecida após sua participação no programa global SuperStar transmitido pela Rede Globo, lançou depois de muito esforço e dedicação seu primeiro álbum de estúdio. O primeiro trabalho autointitulado Outro Eu conta com 4 faixas inéditas e 7 já mostradas anteriormente ao público.

O álbum apresenta uma colaboração com a cantora Sandy na faixa intitulada “Ai de Mim“, que futuramente foi incluída na trilha sonora da novela ‘O Outro Lado do Paraíso’ transmitida pela Rede Globo. A canção trás os vocais caricatos de Sandy deixando tudo mais harmonioso ao longo dos quatro minutos e onze segundos da faixa.

 

Max Everson
Por Max Everson 06/09/2018 - 11:28Atualizado em 06/09/2018 - 11:36

Quem nasceu no final dos anos 80 e início dos 90 sabe que essa década foi uma das melhores para a música. Nomes incríveis e também algumas “pérolas” surgiram nesse período, que foi definitivo para moldar o cenário atual.

É claro que são inúmeros os hits de sucesso que marcaram a época, mas selecionei 30 músicas que por si só já fizeram os anos 90 serem demais!

Confira!

Alice In Chains – Man in The Box

Blur – Song 2

Sixpence None The Richer – Kiss Me

Foo Fighters – Everlong

Stone Temple Pilots – Plush

Semisonic – Closing Time

Faith No More – Epic

Depeche Mode – Enjoy The Silence

Natalie Imbruglia – Torn

The Cramberries – Linger

R.E.M – Losing My Religion

Metallica – Enter Sandman

Pearl Jam – Jeremy

Nirvana – Smells Like Teen Spirit

Red Hot Chili Peppers – Under The Bridge

Spin Doctors – Two princess

Silverchair – Tomorrow

Counting Crows – Mr. Jones

Green Day – Good Riddance

No Doubt – Don´t Speak

Smashing Pumpkins – Bullet With Butterfly Wings

Oasis – Wonderwall

Alanis Morissette – Ironic

Spice Girls – Wannabe

Sublime – Santeria

Hanson – Mmmbop

The Offspring – Come Out And Play

Radiohead – Creep

Smash Mouth – All Star

Blink 182 – All The Small Things

qual a sua preferida? faltou alguma? deixe nos comentários!

Tags: NoAr Anos 90

Max Everson
Por Max Everson 05/09/2018 - 15:26Atualizado em 05/09/2018 - 15:29

5 de setembro, será  de homenagens a Freddie Mercury. Se estivesse vivo, o vocalista do Queen estaria comemorando 72 anos.

E uma dessas celebrações veio da produtora da cinebiografia "Bohemian Rhapsody". Em novo vídeo retirado do longa, é possível conferir um trecho da música "Can You Go a Bit Higher?" retratada na produção.

"Bohemian Rhapsody" estreia mundialmente no dia 1º de novembro nos cinemas brasileiros. "

'Bohemian Rhapsody’ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje", diz a sinopse oficial do filme.

 

Max Everson
Por Max Everson 05/09/2018 - 10:43Atualizado em 05/09/2018 - 10:46

Um dos grandes ícones da música nacional, Toquinho comemora seus 50 anos de carreira com o lançamento de um DVD ao vivo.

O registro foi feito durante um show especial no Teatro WTC (São Paulo), em março de 2016. Nele estão alguns dos maiores sucessos da carreira do instrumentista, cantor e compositor interpretados ao vivo. 

Toquinho lançou nas plataformas o single do sucesso “Tarde em Itapoã’, com a participação especial de Paulo Ricardo.

 

Max Everson
Por Max Everson 30/08/2018 - 15:01Atualizado em 30/08/2018 - 16:35

Muse lançou nesta quinta-feira 30/08 o clipe da música "The dark side", e aproveitou para anunciar seu disco, "Simulation theory". O album vai ser lançado no dia 9 de novembro.

A música do clipe futurista será a segunda faixa do disco, que conta com 11 canções. Um formato "deluxe" contará com mais faixas, com versões alternativas das músicas novas.

O vocalista Matt Bellamy falou sobre as influências do novo trabalho, como realidade virtual, trap e trilhas de filmes dos anos 80.

"Vai questionar o que é a realidade, e como podemos mudar o mundo real com as tecnologias virtuais", afirmou.

 

 

Tags: NoAr Muse

Max Everson
Por Max Everson 29/08/2018 - 15:37Atualizado em 29/08/2018 - 15:40

 

No dia 29 de agosto de 1958, exatamente 60 anos atrás, nascia o maior e mais importante nome masculino que a música pop mundial já viu: Michael Jackson. Morto desde junho de 2009, o dono de hits como "Thriller" e "Billie Jean" ainda rende manchetes em jornais e revistas do mundo todo, provando que, mesmo depois de anos, ainda é o Rei do Pop.

Além de cantar, Michael Jackson também ganhou os palcos, desde criança, por compor, dançar e atuar como ninguém. De acordo com levantamento divulgado pela revista Rolling Stone, faturou, em vida, cerca de sete bilhões de dólares, ganhando o título de artista mais rico da história.

Transformações estéticas e polêmicas envolvendo a vida pessoal, relacionamento com o pai e consumo de substâncias químicas, a carreira do cantor atraiu milhões de fãs em todos os países do mundo e tornou "Thriller", um de seus singles, o maior sucesso de sua carreira. Publicado em 2009 no canal do cantor no YouTube, o videoclipe conta com mais de 535 milhões de visualizações.

A contribuição de Michael Jackson ao mundo da música não parou em 2009. Depois de morto, o músico já lançou dois álbuns! Xscape (2014), o mais recente, contou com o single "Love Never Felt So Good", que ganhou destaque mundial e uma versão com Justin Timberlake. O videoclipe da faixa foi lançado em maio de 2014 e conta com mais de 200 milhões de visualizações.

No Brasil, Michael Jackson resolveu eternizar a faixa "They Don't Care About Us". Gravado no Rio de Janeiro, o videoclipe foi publicado no canal do cantor em 2009 e, atualmente, ultrapassa a marca de meio bilhão de reproduções.

 

Max Everson
Por Max Everson 27/08/2018 - 16:06Atualizado em 27/08/2018 - 16:09

Arthur Verocai – 1972

Pra quem não conhece, e são muitos, Arthur Verocai, exímio arranjador, compositor e violonista, trabalhou com figuraças como Jorge Ben, Tim Maia, Gal Costa, Erasmo Carlos, Leny Andrade, entre outros, lançou em 1972 seu primeiro álbum, influenciado pelo funk, soul e o tropicalismo que aflorava no Brasil, porém, o disco não foi muito bem digerido por aqui, e acabou caindo no esquecimento.

O desapontamento foi tão grande que, por suas próprias palavras, ficou sem ouvir o disco por muitos anos proibindo até seu filho de escutá-lo.

Depois disso, trocou a carreira de arranjador pela publicidade, afinal os jingles davam muito mais grana do que os lps e muito menos trabalho…

Tracklist
01 – Caboclo (Arthur Verocai / Vitor Martins)
02 – Pelas Sombras (Arthur Verocai / Vitor Martins)
03 – Sylvia (Arthur Verocai)
04 – Presente Grego (Arthur Verocai / Vitor Martins)
05 – Dedicado a Ela (Arthur Verocai / Paulinho Tapajós)
06 – Seriado (Arthur Verocai / Vitor Martins)
07 – Na Boca do Sol (Arthur Verocai / Vitor Martins)
08 – Velho Parente (Arthur Verocai / Vitor Martins)
09 – O Mapa (Arthur Verocai / Vitor Martins)
10 – Karina (Domingo no Grajaú) (Arthur Verocai / Vitor Martins)

O LP é uma mistura de elementos de bossa nova, folk e influências do funk e do soul norte-americanos, uma sonoridade entre o clube da esquina e a turma da cena black rio.

Em 2002 a Ubiquity Records, espertamente, entrou em contato com Verocai e relançou a obra prima em vinil e cd, logo djs e músicos tinham em suas mãos o até então ignorado állbum. Não demorou para ser sampleado por produtores famosos do hip hop e Verocai começou enfim a receber as honras pelo trabalho até então desmerecido…
Em 2008 foi a vez da Mochilla, produtora formada pelos fotógrafos Eric Coleman e B+, o mesmo que fez os documentários Keepintime e Brazilintime, apresentarem o projetoTIMELESS, série de três filmes baseados em shows de três grandes arranjadores mundiais, Verocai é o único brasileiro ao lado do falecido J Dilla e do predileto da casa, Mulatu Astatke.

O show lindo que originou o filme foi gravado em 2009 e conta com uma orquestra de 35 músicos, com participações especiais do Mamão e Beltrame do Azymuth, o simpático Carlos Dafé, Clarisse Grova, Airto Moreira, Mad Lib e J Rocc nas picapes, etc…

O melhor de tudo isso é que além do Arthur Verocai ter ganho o devido reconhecimento ainda em vida.

 

Max Everson
Por Max Everson 25/08/2018 - 15:49Atualizado em 25/08/2018 - 15:54

Uma fita que tinha apenas a palavra 'demo' escrita na lateral continha nada menos que uma versão de ensaio de 'Imagine'.

O engenheiro de som Rob Stevens estava buscando material para uma caixa de CDs comemorativa de John Lennon, quando acabou esbarrando numa preciosidade.

Uma fita que tinha apenas a palavra 'demo' escrita na lateral continha nada menos que uma versão de ensaio de 'Imagine', grande clássico do ex-Beatle, só com voz e piano.

 

Max Everson
Por Max Everson 16/08/2018 - 14:47Atualizado em 16/08/2018 - 14:53

Em uma carreira de mais de 60 anos, Aretha Franklin ficou conhecida como a Rainha do Soul, mas seu estilo foi muito além disso. A cantora, que morreu aos 76 anos, saiu dos corais da igreja para as pistas de dança e se tornou uma das maiores divas dos Estados Unidos.

Por isso preparei uma lista com 10 canções que não são exatamente seus maiores sucessos, mas ajudam a entender uma carreira tão longeva. Veja abaixo:

'There is a fountain filled with blood' (1956)
 

Aretha tinha apenas 14 quando lançou seu primeiro disco, "Songs of faith". Ainda na igreja batista regida por seu pai, o reverendo C. L. Franklin, "There is a fountain fool of blood" era a primeira canção de seu álbum de estreia.

'Respect' (1967)
 

A "rainha do soul", de 76 anos, ficou famosa com "Respect" (1967), sua primeira canção a chegar ao topo da principal parada de sucessos dos Estados Unidos.

A música resume o poder de Aretha. Composta e gravada originalmente por Ottis Redding, ídolo do soul, a cantora acelerou o arranjo, acrescentou vocais de apoio e a famosa parte em que soletra "R-e-s-p-e-c-t".

'Chain of fools' (1967)
 

A canção foi escrita por Don Covay e inicialmente faria parte do repertório de Redding, mas o produtor da Atlantic Records, Jerry Wexler, decidiu que ficaria melhor na voz de Franklin.

Além de dar um Grammy à cantora, "Chain of fools" entrou para o hall da fama da premiação.

'(You Make Me Feel Like) A Natural Woman' (1967)
 

Acostumada a gravar canções como a mulher traída ou sofrendo, Aretha finalmente cantou sobre felicidade.

Ironicamente, a música foi criada quando Wexler disse para Carole King, uma das autoras da canção, que Aretha precisava de uma faixa do tipo "mulher natural" para seu novo disco.

'Day Dreaming' (1972)
 

Em uma época em que a produção de discos era bem diferente, em 1972 Aretha lançava seu 20º disco, "Young, gifted and black". Nele, "Day dreaming" foi o maior sucesso.

Apesar de pouco celebrada dentro da discografia da cantora, a música ganhou diversos covers ao longo dos anos, de artistas como Mary J. Blige, Corinne Bailey Rae e Natalie Cole.

'Jump to It' (1982)
 

Assim como o som dos anos 1980, Aretha adotou um som mais dançante, como é o caso de "Jump to it", música título de seu 31º disco.

O álbum também marcou seu primeiro grande sucesso após a saída da gravadora Atlantic Records, e a volta à grande forma.

'Freeway of Love' (1985)
 

Outro Grammy para Aretha com este hit dançante do álbum "Who's zoomin' who?". Além de chegar à terceiro lugar na lista de mais ouvidas nos Estados Unidos, teve um dos clipes mais populares do ano.

'I Knew You Were Waiting (For Me)' (1986)
 

A música serviu como boa desculpa para que o britânico George Michael cantasse ao lado de uma de suas artistas favoritas.

O dueto também ajudou a levar a cantora ao topo das paradas na terra da Rainha pela primeira (e única vez). Ela também ficou em 1º nos Estados Unidos.

'A Rose Is Still A Rose' (1998)
 

Com 40 anos de carreira, "A rose is still a rose" foi um hit surpresa para a cantora. Produzida e escrita por Lauryn Hill, a música mistura o soul da veterana com o R&B e hip hop da ex-Fugees.

A música é composta por conselhos de uma figura materna para uma jovem, lembrando que, apesar dos machucados e decepções, ela ainda é uma rosa.

"Rolling in the Deep (The Aretha Version)" (2014)
 

Com o cover de um dos maiores sucessos de Adele, Aretha se tornou a quarta artista a conseguir 100 canções na parada de sucessos dos Estados Unidos ao longo dos anos.

A música foi o single principal do disco "Aretha Franklin sings the great diva classiscs". e apresenta uma versão mais dançante da original, com direito a um breve refrão de "Ain't no mountain high enough", de Marvin Gaye.

Aretha Franklin faleceu nesta quinta-feira (16-08-18) devido a um câncer.

Max Everson
Por Max Everson 16/08/2018 - 11:48Atualizado em 16/08/2018 - 11:51

Aretha Franklin, a rainha do soul, morre aos 76 anos.

Cantora americana ficou famosa por sucessos como 'Respect' e '(You Make Me Feel Like) A Natural Woman'. 

A causa da morte foi "câncer de pâncreas em estágio avançado", desde 2010 quando foi diagnosticado, segundo comunicado divulgado para a imprensa, citando o médico de Aretha.

Aretha Louise Franklin nasceu em Memphis, no estado americano do Tennessee, em 25 de março de 1942.

 

Max Everson
Por Max Everson 16/08/2018 - 11:14Atualizado em 16/08/2018 - 11:16

Paul McCartney lançou nesta quarta-feira (15), a sua nova música “Fuh You”. A canção ganhou um lyric video com pinturas feitas pelo próprio artista.

Em comunicado, o músico revela que o single foi produzido pelo vocalista da banda OneRepublic. “Essa eu estava no estúdio com Ryan Tedder, enquanto o resto do álbum foi produzido com Greg Kurstin… Nós estávamos pensando em idéias, pequenos trechos de melodia e acordes, e aos poucos a música foi sendo formada”, diz Paul. “E meio que uma canção de amor, mas uma canção de amor atrevida.”, concluiu.

 A canção é terceira faixa revelada de seu próximo álbum “Egypt Station“, com lançamento marcado para o dia 07 de setembro. 

 

Max Everson
Por Max Everson 15/08/2018 - 16:43Atualizado em 15/08/2018 - 16:50

O Skank está de volta! A banda divulgou a inédita "Algo Parecido" que já está disponível em todas as plataformas a partir deste  dia 15 de agosto e claro já fazendo parte da programação da Som Maior.

A música foi gravada durante apresentação do grupo no dia 25 de novembro de 2017 no Circo Voador (RJ) e a capa, divulgada juntamente com o anúncio, foi ilustrada pelo caricaturista Emerson Camaleão.

O novo disco intitulado "Os três primeiros" chega quatro anos após o último álbum "Velocia", de 2014, da banda de Samuel Rosa. O projeto ao vivo reúne sucessos dos três primeiros álbuns, "Skank", "Calango" e "Samba Poconé", em comemoração aos 20 anos do terceiro álbum. O trabalho será lançado de pouco a pouco nas plataformas digitais em séries de EPs, no formato de CD e LP, e também em DVD.

 

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Max Everson
Por Max Everson 09/08/2018 - 16:40Atualizado em 09/08/2018 - 16:44

Lisa Marie Presley gravou um dueto póstumo com o pai, Elvis Presley, que foi lançado nesta quarta-feira (8). A “Where No One Stands Alone” dá nome ao álbum de música gospel do cantor, que será lançado nesta sexta-feira (10) e já está em pré-venda.

A música foi divulgada junto a um clipe que traz imagens antigas de Elvis com a filha Lisa. O vídeo também conta com trechos de Elvis no palco e Lisa cantando “Where No One Stands Alone” no estúdio. O disco é produzido por Lisa junto a Joel Weinshanker e Andy Childs.

"Desde que tinha 2 anos, Elvis Presley uma vez me disse, ‘tudo o que eu conhecia era música gospel. Isso se tornou parte da minha vida. É tão natural quando dançar. Um meio de escapar dos meus problemas e meu jeito de me libertar’. Foi a música gospel que alimentou ferozmente sua paixão musical, embora sua síntese única entre o country, o popular e o R&B tenham feito dele um ídolo para milhões de pessoas ao redor do mundo. Familiares e amigos se recordam de ouvir com frequência Elvis cantando música gospel em casa e durante o aquecimento para seus shows”, afirmou Lisa.

 

Max Everson
Por Max Everson 07/08/2018 - 11:41Atualizado em 07/08/2018 - 11:44

No vindouro álbum ao vivo Os três primeiros, o Skank rebobina os repertórios dos álbuns Skank (1992), Calango (1994) e O samba poconé (1996) – os três mineiros da discografia da banda mineira, como informa o título da gravação captada em 25 de novembro de 2017 em apresentação do grupo no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Contudo, o primeiro single do projeto chega às plataformas digitais em 15 de agosto com música inédita de Samuel Rosa, Algo parecido, e com capa que expõe ilustração de Emerson Camaleão. Trata-se da primeira composição inédita apresentada por Samuel Rosa (voz e guitarra), Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados) e Lelo Zaneti (baixo) desde o lançamento, há quatro anos, do álbum Velocia (2014).

O álbum Os três primeiros será lançado paulatinamente nos players da web em série de EPs. Mas também será editado em CD e em LP, além de o registro audiovisual do show gerar DVD.

Por Mauro Ferreira, G1

Max Everson
Por Max Everson 06/08/2018 - 10:48Atualizado em 06/08/2018 - 10:51

Sim eles estão de volta!!! Boy George e Culture Club revelaram a primeira inédita em 20 anos. Nomeada "Let Somebody Love You", a faixa é o single do disco Life, previsto para o dia 26 de outubro.

Produzido pela dupla britânica Future Cut, a música conta com uma melodia de reggae pop animada trazendo guitarra ágil e bateria estrondosa. Além da voz de Boy George cantando: "Eu sou fogo, você é água / Nada que podemos fazer / Amor é revolução".

“Let Somebody Love You” marca a primeira música do Culture Club desde “More Than Silence” de 2014. No final de junho, o Culture Club iniciou a primeira etapa de uma turnê pela América do Norte , que será encerrada em 3 de agosto em Asbury Park, Nova Jersey. A banda dará início a uma segunda etapa no dia 28 de agosto no Artpark em Lewiston, Nova York.

 
Ouça “Let Somebody Love You”

 

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