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Max Everson
Por Max Everson 10/11/2017 - 11:34Atualizado em 10/11/2017 - 11:37

Phillip PhillipsO Phillip Phillips lançou na última terça-feira (08), a inédita “Magnetic”, e aproveitou para anunciar seu novo álbum de estúdio, intitulado “Collateral”. Esta é a segunda faixa liberada oficialmente, pois meses atrás foi lançada “Miles”, que fará parte da tracklist.

“Eu estou animado para mostrar quem o novo Phillip é”, disse o vencedor do American Idol 2011. “Essas músicas contam as histórias sobre os últimos três anos – tudo que foi bom, tudo que foi ruim, tudo que foi triste, tudo que foi feliz. Eu prometo que este próximo álbum vai valer a espera”, disse o cantor ao anunciar o novo disco para imprensa, que será lançado em janeiro.
Além do novo trabalho, ele também liberou as datas de sua nova turnê “The Magnetic Tour”, que por enquanto irá passar apenas pela América do Norte em 2018.

 

Max Everson
Por Max Everson 07/11/2017 - 15:47Atualizado em 07/11/2017 - 15:54

Na última segunda-feira (06), o Suricato divulgou um vídeo tocando a música “Um Tanto”, através de seu canal no Youtube,  gravadas para o “Playground Sessions”, no estúdio com o mesmo nome que fica na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O cantor gravou também outras canções para este projeto, entre elas um cover de “Gravity”, do John Mayer.

Recentemente, Rodrigo Suricato fez uma participação com a banda Supercombo, gravando junto com eles a música “Morar”, para a “Session da Tarde”, que convida outros artistas para cantarem juntos.

 

Max Everson
Por Max Everson 06/11/2017 - 16:23Atualizado em 06/11/2017 - 16:26

A cantora e compositora Paula Toller lança hoje, em todas as plataformas digitais, o single “A Fórmula do Amor” (Léo Jaime/Leoni). Gravada originalmente em 1985, pelo Kid Abelha no álbum “Educação Sentimental”, a música foi uma das mais executadas nas rádios naquele ano e contava com a participação de Léo Jaime. A releitura compõe o set list do novo show da cantora, “Como Eu Quero”, que estreia no próximo dia 10 de novembro, no Teatro Bradesco, em São Paulo. Em seu novo projeto, Paula interpreta releituras de canções que marcaram sua carreira solo e também a sua trajetória no Kid Abelha, com uma pegada mais rock e folk. Em janeiro de 2018, a artista grava o DVD da nova turnê, que conta com o lendário produtor Liminha.

Depois de viajar com o show “Transborda” e de protagonizar a turnê “Rock Brasil”, agora a cantora apresenta seu repertório de forma mais essencial, numa performance mais intimista para o público. Além de “A Fórmula do Amor”, a turnê “Como Eu Quero” vai contar com um repertório recheado de sucessos, como “Fixação”, “Educação Sentimental”, “Lágrimas e Chuva”, “Como Eu Quero”, “Eu Tive Um Sonho”, “Grande Hotel”, “Pintura Íntima” e regravações de canções que fazem parte de sua carreira, como “Nada Por Mim”, parceria da artista com Herbert Vianna; “Oito Anos (Gabriel)”, de autoria da cantora; “Ando Meio Desligado”, releitura da banda Os Mutantes; “Céu Azul”, da banda Charlie Brown Jr.; “Dreams”, da banda Fleetwood Mac, entre outras.

A carreira de Paula Toller se integra com a trajetória da banda Kid Abelha, um dos maiores fenômenos da música nacional, com 9 milhões de discos vendidos em 35 anos, uma enorme coleção de hits e discos de ouro, platina e diamante. Paula segue hoje seduzindo os fãs brasileiros com sua voz inconfundível, em uma bem sucedida carreira solo.

Para saber mais, acesse o site oficial da cantora www.paulatoller.com/

Max Everson
Por Max Everson 04/11/2017 - 10:33Atualizado em 04/11/2017 - 10:35

O Gary Clark Jr. apresentou seu single “Come Together”, no “The Late Late Show” com James Corden, na última quinta-feira (02).

A faixa é um cover do clássico dos Beatles, feita para a trilha sonora do filme “Liga do Justiça”. A versão regravada pelo guitarrista foi fiel à versão original da banda inglesa, mas ganhando um toque moderno de blues e R&B.

O longa irá estrear no dia 15 de novembro nos cinemas brasileiros.

Confira o vídeo dele apresentando “Come Together” no programa de TV:

 

Max Everson
Por Max Everson 03/11/2017 - 15:18Atualizado em 03/11/2017 - 15:31


Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) é um dos melhores filmes de 2017. Numa trama que mistura ação e comédia em ritmo alucinante, o longa dirigido por Edgar Wright conquista o espectador também pela excelente trilha sonora, que não funciona apenas como o som que dá ritmo às cenas, mas é sim parte importante da história.

Com direito a Queen, Blur, T. Rex, The Beach Boys e muito mais, as músicas embalam a produção e ajudam no roteiro. O efeito é impressionante!

CENA INICIAL

Tudo bem que o filme é do mês de junho 2017, mas só pra você – que ainda não assistiu ao filme – ter uma ideia do que a gente tá falando… a Sony Pictures divulgou os 6 primeiros minutos de Em Ritmo de Fuga. É uma cena de assalto à banco, na qual Baby (Ansel Elgort) – o motorista da quadrilha e protagonista da trama – mostra toda sua habilidade pra despistar policiais. A ação acontece ao som da música “Bellbottoms”, de “The Jon Spencer Blues Explosion”. 

SINOPSE
O jovem Baby (Ansel Elgort) tem uma mania curiosa: precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos desde um acidente na infância. Excelente motorista, ele é o piloto de fuga oficial dos assaltos de Doc (Kevin Spacey), mas não vê a hora de deixar o cargo, principalmente depois que se vê apaixonado pela garçonete Debora (Lily James).

TRAILLER

Na Som Maior algumas músicas do filme estão na programação,  como por exemplo: Barry White - Never Gonna Give You Up, Beck - Debra, Bob & Earl - Harlem Shuffle,  Brenda Holloway - Every Little Bit Hurts, Carla Thomas - B-A-B-Y, Kashmere Stage Band - Kashmere, Simon & Garfunkel - Baby Driver,  e a playlist completa de Em Ritmo de Fuga está disponível no Spotify.

 

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2017 - 15:56Atualizado em 01/11/2017 - 15:59

A vida de Elis Regina, uma das melhores cantoras do Brasil. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, ela não demora a ser reconhecida pela grande voz, em carreira marcada por altos e baixos.

 

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2017 - 15:50Atualizado em 01/11/2017 - 15:52


Entre pianos contidos, vozes trabalhadas como instrumentos, guitarras e minúcias atmosféricas que sutilmente tendem ao Jazz, Nina Becker abre passagem para o terceiro álbum de inéditas em carreira solo, Acrílico (2017, YB / Natura Musical). Vindo em sequência aos ótimos Azul e Vermelho, ambos lançados em 2010, o trabalho pula parte das experiências incorporadas em registros como Fazendo As Pazes Com o Swing (2012), parceria com a Orquestra Imperial, e Minha Dolores (2014), álbum em que interpretou a obra de Dolores Duran, para mergulhar em um universo próprio da cantora e compositora carioca.

Feito para ser degustado pelo ouvinte, Acrílico faz da inaugural faixa-título um delicioso convite a se perder pelo interior da obra. Vozes sobrepostas que costuram pianos e melodias ancoradas no soul/jazz dos anos 1970, lembrando em alguns aspectos a obra do Steely Dan, referência ampliada na atmosfera colorida de Zebra Dálmata, quarta faixa do disco e um delírio poético que joga com as incertezas do eu lírico. Um labirinto musical que cresce à medida que o trabalho parece testar os próprios limites e, principalmente, a voz de Becker.

Tal qual a dobradinha de obras apresentadas há sete anos, Acrílico se quebra em instantes de profunda leveza e atos grandiosos, reforçando o diálogo da cantora com elementos do rock. É o caso de Voo Rasante, composição escolhida para anuciar o disco e uma viagem musical em direção ao passado. Uma solução de versos rápidos que contam com a assinatura de Jonas Sá, como se Becker buscasse acompanhar os parceiros de estúdio, os músicos Alberto Continentino (baixo), Pedro Sá (guitarra), Rafael Vernet (teclados) e Tutty Moreno (bateria).

Quando desacelera, Becker confessa sentimentos. Difícil não ser arrastado pela emoção que invade os versos de O Seu Azul, música que joga com as metáforas de maneira sensível. “Posso sentir suas mãos no meu rosto / Mãos de jardim cultivando o meu corpo / Plantado no chão, o meu coração de pedra“, canta enquanto uma base atmosférica cresce ao fundo da canção, transportando Becker para os clubes de jazz dos anos 1950/1950. Arranjos e versos perfumados pela saudade, proposta reforçada na execução de músicas como O que eu não sei, Olhinhos e a derradeira Aperta a minha mão.

Nascido da combinação entre ritmos que refletem as próprias experiências de Becker — “samba, o pós-punk da adolescência e a música livre e experimental dos anos 60 e 70“, como resume o texto de apresentação do trabalho —, Acrílico joga com a estranheza de forma hipinótica. É o caso do pop torto em Caramelo da Nostalgia, música que nasce como um verdadeiro mosaico de referências, e o sambinha em Kawaii, composição que se espalha entre versos ora cantados em português, ora em japonês, lembrando a atmosfera do clássico Futurismo (2006), de Kassin+2.

Completa pelos versos assinados por um time de artistas próximos — caso de Kassin, Romulo Fróes, Negro Leo, Thalma de Freitas e Moreno Veloso —, e inspirado pela atmosfera do Rio de Janeiro dos anos 1950, nas obras do artista plástico Roberto Burle Marx e na estética modernista, Acrílicolentamente expande os próprios domínios. Trata-se de uma obra viva, mutável, como se Becker aportasse em um novo território conceitual e poético a cada nova composição, revelando ao público um trabalho tão colorido (e versátil) quanto a sequência de obras que o antecedem.

(© Miojo Indie 2017)

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2017 - 15:47Atualizado em 01/11/2017 - 15:48

“Nada mais faz sentido” – o verso mais repetido na faixa de abertura de Romã dita muito do clima que Sofia Freire canta nas nove músicas desde seu segundo disco. Fruto de parcerias da artista pernambucana com diversas poetisas tendo o universo feminino como tema, a jovem cantora e produtora criou uma obra contemporânea em som e em tema – não só pela mulher estar em pauta hoje em dia, mas porque há uma grande universalidade em suas letras no que diz respeito a sensações, pensamentos e até mesmo desesperos independente de gênero, idade ou geografia.

Explorando mais da ambientação Eletrônica introduzida em Garimpo, Sofia canta: “Respira fundo, as conversas estão rasas” e que “quanto mais eu falo, mais eu fico muda. Quanto mais eu ouço, mais eu fico surda” – tudo isso em Van Gogh, a melhor do disco, com o refrão: “Fosse eu Van Gogh/ria de uma orelha a outra/enquanto cortava a língua dessa gente louca”. Em um tempo de notificações insistentes de informações que você não pediu para receber, poucas músicas são tão precisas em sua liberdade poética na descrição do que é se comunicar hoje.

Se os assuntos fluem dentro de um mesmo universo, a estética das letras varia bastante de uma a outra, tanto pela métrica quanto pela escolha de palavras (a diferença na sequência Meu Bordado e Canção da Bruxa é a melhor ilustração desse argumento). Cabe ao som dar unidade ao todo, o que é feito com grande riqueza tanto na qualidade da produção (co-assinada por Sofia), quanto na variedade de ambientações, das mais mínimas e experimentais às mais volumosas e Pop (sendo Confronto o maior exemplo dessa última classificação).

Dessa forma, Sofia Freire monta um interessante panorama de seu processo de crescimento como mulher adulta (Garimpo começou a ser feito quando ela tinha apenas 15 anos, enquanto Romã sai antes de seu 21º aniversário), sendo ela – ou seu eu-lírico – uma figura de grande identificação por quem observa a vida com uma postura crítica através do olhar da sensibilidade. 

(copyright © 2017 monkeybuzz  all reserved)


 

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2017 - 15:45Atualizado em 01/11/2017 - 15:47

Luedji Luna – Um Corpo no Mundo 

O projeto “Um Corpo No Mundo” consiste na gravação do primeiro disco da cantora e compositora baiana Luedji Luna.

O disco autoral conta com 11 faixas, sendo uma delas o já lançado single “Um Corpo no Mundo”.

é uma proposta para se pensar identidade, é um olhar sobre si mesma a partir do contato, ainda que disperso, com os imigrantes africanos em São Paulo. O projeto se fundamenta na ideia do não pertencimento, do corpo que ocupa o espaço, mas não se identifica, e da necessidade de conexão com a ancestralidade.

O álbum remete a travessia, o deslocamento, é a partir dessa noção que os arranjos serão pensados. Um disco fluído, com canções que transitam, com referências que transitam, onde nada é estanque, absolutamente, nem mesmo o próprio conceito do álbum. O que se pretende, na verdade, é levar uma sensação: o não-lugar!

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2017 - 15:43Atualizado em 01/11/2017 - 15:45

Xênia França lança seu primeiro disco solo, intitulado “Xenia”, pela Natura Musical. “Esse é um grande momento para mim. Talvez, o maior. Sempre quis ter um trabalho solo e por vários motivos ele aconteceu agora, de um jeito lindo. Acho que tudo o que aprendi até hoje foi muito importante e precioso para eu adquirir coragem de me expor dessa maneira. Não é fácil, mas esse projeto me transformou em outra pessoa. Fiz meu ritual de passagem com ele e me tornei mulher de uma vez por todas”, ressalta a cantora.

Com produção de Lourenço Rebetez, Pipo Pegoraro e coprodução da própria artista, “Xenia” reverencia o som que vem da diáspora negra, em uma sonoridade essencialmente pop com pitadas de música eletrônica, jazz, samba-reggae, rock e R&B. “Minhas influências desde pequena são Michael Jackson, Stevie Wonder, Gilberto Gil, Elza Soares, Margareth Menezes, Ilê Aiyê, Olodum, Edson Gomes, Milton Nascimento, entre outrxs. Também posso dizer que, há pouco mais de quatro anos, vivo um verdadeiro caso de amor pela música e cultura cubana. Neste trabalho, eu louvo esse povo tão maravilhoso por meio do Batá, tambor sagrado presente entre as gravações. De alguma forma, tudo isso está no meu disco”, comenta.

Estão, entre as 13 tracks que compõem o álbum, composições de artistas como Tiganá Santana, Theodoro Nagô, Tibless, Verônica Ferriani, Clarice Peluso, Luisa Maita e Chico César, além de três autorais: “Perfeita Pra Você”, “Miragem” e “Pra Que Me Chamas?” – uma parceria com Lucas Cirillo. “Cada faixa escolhida tem um valor extremamente importante. Elas me auto-representam. Levam meu olhar para esse caminho de aprendizado, orgulho, autoconhecimento e gratidão. É sobre como me sinto agora, mas a partir de toda a minha trajetória desde que sai da Bahia. É sobre intimidade comigo mesma, dores, questionamentos e inquietações. É sobre ancestralidade, respeito, amor, cura e fé. É sobre ser mulher. Mulher negra”, finaliza.

Xenia França, baiana radicada em São Paulo, é reconhecida, entre outros, pelo seu trabalho dentro da banda Aláfia. Sua carreira começou em 2007, quando cantava na noite paulistana sambas e clássicos da MPB. Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura afro- brasileira, a cantora se transformou referência do empoderamento e comportamento feminino.

Gravado no RedBull Station, Carbono, El Rocha e Caso Raro, estúdios localizados em São Paulo, “Xenia” foi mixado por Russell Elevado (Dragon Mix Studios – NY) e masterizada por David Darlington (Bass Hit Recording – NY).

O projeto foi selecionado pelo edital Natura Musical 2016 com apoio da Lei Rouanet. “O Natura Musical foi criado para valorizar a diversidade da produção contemporânea e a identidade da música brasileira”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “Desde 2005, a plataforma já patrocinou mais de 330 projetos de artistas em diferentes estágios de carreira, que representam essa música brasileira pulsante, diversa e apresentam novas expressões e linguagens, assim como o novo trabalho de Xenia França”, complementa. 

(© 2017 ZonaSuburbana. Todos os direitos reservados)

Max Everson
Por Max Everson 31/10/2017 - 11:15Atualizado em 31/10/2017 - 11:20

O segundo single autoral da cantora e youtuber Mariana Nolasco, Que Seja Pra Ficar, ganhou um clipe em 21/09.

O vídeo foi gravado em Ilhabela, com direção e filmagem da Fioravanti Filmes, produtora de cinema e vídeo de Brasília. A locação reproduz o clima do cenário onde Mari Nolasco conheceu Pedro Pascual, seu namorado e inspiração da música.

Que Seja Pra Ficar será uma das 10 faixas do primeiro álbum de Mariana Nolasco que contará com músicas autorais e inéditas. A data de lançamento está prevista para dezembro deste ano. A música foi composta em parceria com Pedro Pascual em uma viagem para o litoral norte de São Paulo.

Mari Nolasco tem 19 anos e começou a ganhar espaço no YouTube postando covers em 2011.


 

Max Everson
Por Max Everson 31/10/2017 - 11:08Atualizado em 31/10/2017 - 11:11

Com 15 anos de carreira, Preta Gil lança mais um disco. Todas as cores está disponível em todas as plataformas digitais, mas não chegará às lojas. Preta contou que haverá uma versão para colecionador, mas o disco será apenas digital.

Durante uma live no Instagram em que Preta adicionava fãs para falar sobre o disco minutos antes do lançamento, Preta conta que o hit Eu quero e você quer, um pagode baiano, ficou de fora por questões com a gravadora Sony Music.

O disco foi produzido por Dj Batutinha, no Rio de Janeiro, e tem 10 faixas. A faixa Mozi é dedicada ao marido Rodrigo Godoy, casado com Preta desde maio de 2015. A cantora sertaneja Marília Mendonça está na faixa Não me testa. Madrinha de Preta, a cantora Gal Costa também está presente no axé Vá se benzer.v

(© Copyright 2001-2017 S/A Correio Braziliense. Todos direitos reservados)
 

Max Everson
Por Max Everson 31/10/2017 - 10:47Atualizado em 31/10/2017 - 10:51

Bon Jovi - Runaway

Max Everson
Por Max Everson 28/10/2017 - 09:34Atualizado em 28/10/2017 - 09:36

O nome do single, Game, pode ser lido como uma conjugação do verbo gamar ou como a tradução em inglês da palavra jogo. A própria Tulipa Ruiz considera válidas as duas leituras do título da música que escolheu para abrir os trabalhos promocionais do quarto álbum da cantora e compositora paulistana, Tu, previsto para ser lançado em novembro deste ano de 2017. Com capa que expõe ilustração da própria Tulipa.

Contudo, do ponto de vista musical, uma leitura quase inevitável é a de que Game ecoa a leveza da Gal Costa dos anos 1970. O canto de Tulipa soa livre, leve e solto nessa composição de autoria da própria artista em parceria com o irmão Gustavo Ruiz. A gravação cai no suingue com os toques de violão e percussão que dão o tom de Game e que adiantam o clima do álbum Tu, gravado por Tulipa com Gustavo Ruiz e Stéphane San Juan no estúdio mantido pelo engenheiro de som Scotty Hard no Greenpoint, no Brooklyn (Nova York, EUA). Ecos de Gal à parte, a levada de Game é envolvente. O violão da faixa é tocado por Gustavo enquanto a percussão é de San Juan.

(Texto: © Copyright 2017 Mauro Ferreira)

Tulipa Ruiz é parte da programação da Som Maior

Max Everson
Por Max Everson 28/10/2017 - 09:27Atualizado em 28/10/2017 - 09:33

Quando se tem uma Trinca de Ases o jogo está bem dizer ganho , e poder ouvir Gilberto Gil, Nando Reis e Gal Costa juntos, agora é possível...
Tocarte é a mais inspirada. Não por acaso, Tocarte foi a música escolhida para ser gravada em estúdio e lançada em single disponibilizado, Primeira parceria de Gil com Nando, Tocarte tem letra engenhosa que versa sobre o jogo romântico-erótico do amor com alusões metafóricas ao toque da deusa música.

No single, os violões de Gil, a percussão de Kainã do Jejê e o baixo de Magno Brito  se harmonizam com a guitarra de Pedro Baby e o piano de Alex Veley, músicos convidados da gravação feita em setembro nos estúdios Palco e Cia dos Técnicos, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com produção musical feita por Nando Reis com Felipe Cambraia.
O singleTocarte é o aperitivo para o DVD e CD com o registro integral do show Trinca de ases, previstos para 2018. A gravação ao vivo será feita em apresentação agendada para 25 de novembro na cidade de São Paulo (SP).

 

Max Everson
Por Max Everson 28/10/2017 - 09:25Atualizado em 28/10/2017 - 09:27

O sexto álbum da banda carioca Detonautas Roque Clube chega com capa que segue o padrão gráfico dos singles Nossos segredos (lançado em agosto), Dias assim (apresentado em setembro) e Entre amigos (editado neste mês de outubro).
Sucessor do álbum duplo A saga continua (2014) na discografia de estúdio do grupo, VI alinha dez músicas. Nove são de autoria da banda. A exceção é a balada de espírito soul Na sombra de uma árvore (1975), sucesso da safra inicial do cancioneiro do compositor baiano Hyldon. Os músicos do Detonautas assinam as melodias das noves músicas autorais, sendo que Dias assim e Nossos segredos foram compostas com as adesões de Leoni e de Régis Leal, respectivamente.
Já as letras das composições inéditas são todas de Tico Santa Cruz, vocalista da banda. As exceções são as letras de Nada vai me derrubar – assinada por Phil – e da já mencionada Dias assim, escrita por Tico com Leoni, convidado da faixa.

O Cover de Na sombra de uma árvore com Detonautas, está na programação da Som Maior

Max Everson
Por Max Everson 27/10/2017 - 15:17Atualizado em 27/10/2017 - 15:20

O Queen divulgou um liryc vídeo de uma versão inédita da canção “All Dead, All Dead”, que fará parte da reedição de comemoração dos 40 anos do álbum “News of the World”.

A versão original de “All Dead, All Dead” é cantada por Brian May, guitarrista da banda, já a nova versão traz o vocal de Freddie Mercury. Os clássicos “We Will Rock You” e “We Are The Champions” também já foram divulgados como você pode ver aqui.

O relançamento está previsto para o dia 17 de novembro e irá conter um documentário que retrata a turnê de divulgação do disco feita em 1977, pelos Estados Unidos.

Confira a nova versão de “All Dead, All Dead”:


Queen é parte da programação Som Maior, claro!

Max Everson
Por Max Everson 26/10/2017 - 10:36Atualizado em 26/10/2017 - 10:39


O cantor John Legend apresentou um cover de “Signed, Sealed, Delivered”, originalmente gravada por Stevie Wonder anos anos 70.

Com produção do The Art of Elysium, que promove o fundo de caridade Heaven, a gravação mostra o cantor e um piano, enquanto ele performa a canção. O evento anunciou que homenageará John Legend em sua edição de 2018 que acontecerá no dia 6 de janeiro.

John Legend e Stevie Wonder fazem parte da programação da Som Maior.

Max Everson
Por Max Everson 25/10/2017 - 15:55Atualizado em 25/10/2017 - 16:01

O cantor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu nesta quarta-feira (25) aos 89 anos. De acordo com o jornal britânico "The Guardian", o artista morreu de causas naturais.

Um porta-voz do instituto médico legal de Nova Orleans, onde Domino nasceu e morava, confirmou a morte, que mais cedo havia sido anunciada pela filha da lenda do rock em um canal de TV local.

Ao longo de cinco décadas de carreira, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos durante suas cinco décadas de carreira.

Conhecido por músicas como "Ain't that a shame", "I'm walking"

, "Blueberry hill"

além de "I'm walking to New Orleans", Domino foi um dos artistas mais influentes das décadas de 1950 e 1960, que marcou a popularização do gênero.

Seu single de estreia, "The Fat Man", de 1949, é tido como uma das primeiras gravações de rock de todos os tempos. Foi o primeiro single do estilo a vender 1 milhão de cópias, chegando ao número 2 nas paradas de R&B.

Além disso, Domino foi um dos primeiros músicos de R&B e blues a fazer sucesso entre o público branco, ainda nos anos 1950.

O obituário da BBC cita que, em um de seus shows em Las Vegas, Elvis Presley se referiu a Domino da seguinte forma: "Este senhor foi uma influência enorme para mim quando comecei".

Já Paul McCartney teria dito que a música "Lady Madonna", dos Beatles, é inspirada no estilo de Domino.

Em 1986, Fats Domino ganhou um Grammy pelo conjunto da obra. No mesmo ano, foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame. Em 1998, na Casa Branca, recebeu a Medalha Nacional de Artes das mãos do então presidente americano, Bill Clinton.

Nascido em 26 de fevereiro de 1928, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, Antoine Dominique Domino era o mais novo de oito irmãos. Na adolescência, chegou a trabalhar em um caminhão de gelo e uma fábrica de móveis, mas desde muito jovem demonstrou habilidade para tocar piano e cantar.

Na idade adulta, casou-se com Rosemary, sua esposta por mais de 60 anos. O casal teve oito filhos.

Tags: NoAr Fats Domino

Max Everson
Por Max Everson 25/10/2017 - 15:25Atualizado em 25/10/2017 - 15:27

A Warner Music do Brasil, gravadora com a qual o Ira! manteve contrato desde o compacto de “Pobre Paulista” (1984) até o álbum “Música Calma Para Pessoas Nervosas” (1993), lançou um box celebrando os 30 anos do início da discografia da banda.

“IRA! 30 ANOS” chegou às lojas contendo os quatro primeiros álbuns da banda – “Mudança de Comportamento” (1985), “Vivendo e Não Aprendendo” (1986), “Psicoacústica” (1988) e “Clandestino” (1990). No início dos anos 2000 os álbuns foram remasterizados pelo músico e produtor Charles Gavin, ex-baterista do Ira e Titãs e receberam algumas faixas bônus que estão presentes neste box. O álbum “Clandestino” recebeu ainda versões ao vivo de “Tarde Vazia” e “Should I Stay or Should I Go”, cover do grupo inglês The Clash.

Pela primeira vez reunidos numa caixa, os 4 primeiros álbuns do Ira! – produzidos e lançados entre 1985 e 1990. Com todos aqueles sucessos de sua fase inicial e que hoje são clássicos: “Núcleo Base”, “Tarde Vazia”, “Flores em Você”, “Envelheço na Cidade”, “Dias de Luta”, “Pobre Paulista”, “Gritos na Multidão” etc.

Ira! é parte da programação Som Maior.

Tags: NoAr Ira Ira! Box

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