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Max Everson
Por Max Everson 20/07/2018 - 16:38Atualizado em 20/07/2018 - 16:41

Na última quinta-feira, dia 19, Rod Stewart fez duas revelações: um novo disco e um single. A canção, nomeada “Didn’t I” traz a paternidade como tema e, o material, Blood Red Roses, chegará às lojas no dia 28 de setembro.

Em "Didn't I", o cantor explica a quem apresenta como sua filha que sua relação com ela é "tingida de amor e arrependimento". Além disso, ao longo da canção, Stewart dá a entender que fez muito, para ajudar sua filha (ou filho) a evitar as armadilhas das drogas e da fama, admitindo que ele mesmo usou cocaína.

O cantor revelou que Blood Red Roses será uma obra "profundamente pessoal", como mostra a primeira música.

"Sempre digo para mim que faço álbuns para alguns amigos, e esse disco tem essa intimidade", afirmou Stewart. "A sinceridade e a honestidade te levam muito longe na vida, e isso também vale para a composição de canções".

Este álbum será lançado quase 50 anos o seu primeiro disco e sucede Another Country, o mais recente álbum de Rod, de 2015.

Ouça "Didn't I" : 

 

Tags: NoAr Rod Stewart

Max Everson
Por Max Everson 20/07/2018 - 16:14Atualizado em 20/07/2018 - 16:16

Aos 77 anos de idade, o cantor Roberto Carlos lançou nesta sexta-feira, 20, ao lado do cantor espanhol Alejandro Sanz, o segundo single do 33º álbum em espanhol. Trata-se da faixa "Esa Mujer".
O objetivo da parceria com Sanz é ampliar o público de Roberto Carlos no mercado da música espanhola. “Esa Mujer" faz parte do disco "Amor Sin Límite", que será lançado em setembro, pela Sony Music.

 

Max Everson
Por Max Everson 20/07/2018 - 14:33Atualizado em 20/07/2018 - 14:44

A banda Linkin Park fez uma homenagem a Chester Bennington nesta sexta-feira (20), dia em que se completa um ano da morte do cantor. Chester foi encontrado morto, aos 41 anos, em sua casa perto de Los Angeles, na Califórnia (EUA), após se enforcar.

“Para nosso irmão, Chester. Já se passou um desde sua morte – uma mistura surreal de sofrimento, coração partido, rejeição e reconhecimento. E ainda assim, parece que você está por perto, nos cercando com sua memória e sua luz. Seu espírito único deixou uma marca permanente em nossos corações. Suas piadas, sua alegria e sua ternura. Somos eternamente agradecidos por seu amor, sua vida e a paixão criativa que você compartilhou conosco e todo o mundo. Sentimos sua falta mais do que as palavras podem expressar”, escreveu o grupo.

Mike Shinoda, Joe Hahn, David "Phoenix" Farrell, Rob Bourdon e Brad Delson assinaram a carta com as iniciais de seus nomes e finalizaram o texto escrevendo "com amor".

No Twitter, fãs de Chester e da banda também deixaram mensagens de homenagem ao cantor.

 

Max Everson
Por Max Everson 17/07/2018 - 16:43Atualizado em 17/07/2018 - 16:47

A 20th Century Fox divulgou nesta terça-feira (17) o novo trailer do filme “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. O longa foca na ascensão meteórica que colocou a banda como uma das maiores da história do rock.

O trailer mostra a chegada do vocalista Freddie Mercury na banda e o processo de composição de clássicos do Queen como a faixa título do filme e “We Will Rock You”. No vídeo podemos ver também os problemas causados pelo temperamento explosivo do frontman.
O elenco conta com Rami Malek no papel de Freddie Mercury, Bem Hardy como o baterista Roger Taylor, Gwilym Lee como o guitarrista Brian May e Joseph Mazzello como o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer e Dexter Fletcher.

“Bohemian Rhapsody” estreia no dia 1º de novembro no Brasil.

 

Max Everson
Por Max Everson 17/07/2018 - 11:18Atualizado em 17/07/2018 - 11:28

O Passo do Lui é o segundo álbum do grupo de rock brasileiro Paralamas do Sucesso lançado em 1984.

Como o primeiro álbum da banda, Cinema Mudo, não tinha agradado tanto o trio, O Passo do Lui, acabou imprimindo a identidade dos Paralamas. Como a mudança de sonoridade, com a bateria e o baixo mais presentes, e composições que marcariam a banda e o rock brasileiro.
O Passo do Lui obteve maior sucesso com a apresentação dos Paralamas no Rock in Rio de 1985, onde a música Óculos já estava praticamente estourada. Com dois shows considerados como umas das melhores atrações do festival, a banda levou a turnê do disco para todo o Brasil.

O álbum teve 8 faixas estouradas, apenas "Menino E Menina" e "O Passo Do Lui" não sendo tocada nas rádios.

Clássicos como Meu Erro

 Romance Ideal

Ska

Mensagem de Amor

e Me Liga

mostram porque o disco é considerado um dos melhores para o público e para os fãs. Além disso vendeu mais de 250 mil cópias.

 

 

Max Everson
Por Max Everson 13/07/2018 - 14:50Atualizado em 13/07/2018 - 14:55

Neste ano, o Dia Mundial do Rock caiu justamente numa sexta-feira 13. 

Mas como surgiu o Dia do Rock?
A celebração no 13 de julho foi inventada por Phil Collins. Durante o Live Aid, um festival que aconteceu simultâneamente em Londres e na Filadélfia na mesma data de 1985, ele expressou o desejo de que aquele fosse considerado o dia mundial do rock.

A data, porém, não é tão mundial assim. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, o projeto não foi levado a sério. No Brasil, o Dia do Rock colou porque rádios especializadas em rock passaram a citar a comemoração.

e como você comemora o dia do rock, qual banda ou música não pode faltar na sua playlist. 
 

Tags: NoAr Rock

Max Everson
Por Max Everson 12/07/2018 - 15:34Atualizado em 12/07/2018 - 16:08

Cinema Mudo é o álbum de estréia dos Paralamas do Sucesso, lançado em 1983.  Vendeu 5 mil cópias inicialmente, e 90 mil até hoje. 

Herbert Vianna não gosta muito do resultado, e diz que a gravação do disco fora "manipulada" pela gravadora, que acrescentou solos, ecos, teclados, etc. Levou a uma turnê com 37 shows em 1983, e 112 (juntando com a turnê de O Passo do Lui) em 1984. O álbum começou com uma fita demo mandada à rádio Fluminense FM em 1982, com 4 músicas: "Vital e sua Moto", "Patrulha Noturna", "Encruzilhada Agrícola-Industrial" e "Solidariedade Não!".

 "Vital", em homenagem ao primeiro baterista da banda, Vital Dias, foi bem tocada no verão de 83, e levou a um contrato com a EMI. 

Tirando "Solidariedade Não" (sobre o sindicato polonês), todas as músicas do demo entraram no álbum (mas uma com o nome encurtado para "Encruzilhada", e "Vital e Sua Moto" com novo arranjo). Ao todo o álbum incluiu 3 hits, "Vital E Sua Moto", "Cinema Mudo" e "Vovó Ondina, É Gente Fina".

Os Paralamas do Sucesso ensaiando na casa do Vó Ondina em 1983.(foto abaixo)

"Vovó Ondina é Gente Fina" é homenagem à avó de Bi Ribeiro, que os deixava ensaiar em sua casa. (foto abaixo)

Os Paralamas do Sucesso em Criciuma - 10 de Agosto - AM Master Hall 

 

Max Everson
Por Max Everson 10/07/2018 - 11:01Atualizado em 10/07/2018 - 11:03

Há 60 anos, a Bossa Nova transformava música brasileira.
No dia 10 de julho de 1958, exatos 60 anos atrás, João Gilberto entrou no estúdio da gravadora Odeon.  Saiu com "Chega de Saudade".

 

Max Everson
Por Max Everson 02/07/2018 - 16:47Atualizado em 02/07/2018 - 16:48

Na última semana, Rod Stewart apresentou-se no Hollywood Bowl e anunciou uma grande novidade para seus fãs. O músico revelou o título e o mês de lançamento de seu próximo disco de estúdio, nomeado Blood Red Roses.

"Meu álbum terminou", disse Rod. "Não temos certeza quando sairá. Chama-se Blood Red Roses. É absolutamente fantástico. Até eu mesmo digo isso!", concluiu ele durante o concerto.

Em um show que contou com participação especial de Cyndi Lauper, o músico apresentou grandes hits de sua carreira como “Maggie May” “Tonight’s the Night” “You’re in My Heart” e “Da Ya Think I’m Sexy”. Fora isso, também apresentou uma nova música do seu próximo álbum, nomeada "Hole in My Heart".

A turnê de verão de Stewart e Lauper termina no dia 1 de setembro em Seattle, com paradas em diversas cidades dos Estados Unidos. Então, o artista voltará a Las Vegas para outra série de shows no Caesars entre os dias 21 de novembro e 2 de dezembro.

Blood Red Roses tem lançamento previsto para setembro deste ano. O disco será o 30º da carreira do cantor e o primeiro desde Another Country, lançado há três anos.
 

Tags: NoAr Rod Stewart

Max Everson
Por Max Everson 02/07/2018 - 16:46Atualizado em 02/07/2018 - 16:47

Ed Sheeran teria plagiado sucesso de Marvin Gaye e está sendo processado por isso. Conforme notícia publicada pela BBC, o músico teria copiado grandes partes de "Let's Get It On", clássico de Marvin Gaye, em seu sucesso "Thinking Out Loud".

O músico foi acusado pela empresa Structured Asset Sales e poderá ter que pagar 100 milhões de dólares a David Pullman, um banqueiro de investimento. A empresa que detém um terço dos direitos de autor da música de Marvin Gaye, acusa o músico de várias “semelhanças” no seu single. 

Conforme a queixa registrada em um tribunal federal de Manhattan, "Thinking Out Loud", copia a "melodia, ritmos, harmonias, bateria, linha de baixo, coral de apoio, tempo, síncope e looping" de "Let's Get It On".

Esta não é a primeira vez que “Thinking Out Loud” é motivo de polêmica. Em 2016, a canção já tinha recebido acusações de plágio. Na época, foi a família de Ed Townsend, um dos escritores da alegada canção original, que chamou a atenção para os elementos “copiados”.

O clipe da música conta com mais de 2,3 mil milhões de visualizações no YouTube. “Thinking Out Loud” está presente no álbum X que vendeu, desde a data de lançamento, em 2014, mais de 15 milhões de cópias.

Ouça as canções nos vídeos a seguir e compare:

 

Max Everson
Por Max Everson 15/06/2018 - 11:04Atualizado em 15/06/2018 - 11:19

Sequência das aventuras do Mercenário Tagarela, interpretado por Ryan Reynolds. Na história original, o herói adquire superpoderes após uma experiência científica, e decide se vingar da pessoa responsável por sequestrar sua namorada, e a trilha sonora se destaca mais uma vez, um mix de novidades com flashbacks de respeito do tipo, Cher, Peter Gabriel, Air Supply e muito mais.

Data de lançamento: 17 de maio de 2018 (Brasil)
Direção: David Leitch
Música composta por: Tyler Bates
Orçamento: 110 milhões USD
Produtoras: 20th Century Fox, Marvel Entertainment, TSG Entertainment, Genre Films, The Donners' Company

SINOPSE E DETALHES

Quando o super soldado Cable (Josh Brolin) chega em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o mercenário Deadpool (Ryan Reynolds) precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele recruta seu velho amigo Colossus e forma o novo grupo X-Force, sempre com o apoio do fiel escudeiro Dopinder (Karan Soni)

 

Max Everson
Por Max Everson 14/06/2018 - 16:44Atualizado em 14/06/2018 - 16:50

“Esse joga por música.” Tão usado para craques como Neymar, Messi e James Rodríguez, o velho ditado não está aí por acaso: futebol é gingado, ritmo E  criatividade.

Pois no país do futebol, o que não falta é música em homenagem ao esporte bretão. Versos e acordes que, de uma forma ou outra, traduzem em canção a dança dos jogadores dentro das quatro linhas.

Há os clássicos de Jorge Ben, de Chico Buarque e até os mais recentes como o do Skank, já tão entoados de norte a sul do país.

Mas há também aquelas pérolas nem tão populares assim, que narram boa parte da história escrita com a bola nos pés.

Para entrar no clima da seleção, selecionei algumas músicas inesquecíveis que homenageiam o futebol.

Com versos como “o Brasil está vazio na tarde de domingo, né?”, essa música é uma das maiores homenagens ao futebol – e, especialmente, a um dos maiores craques já surgidos em Minas Gerais: Tostão.
Foi escrita pela dupla do Clube da Esquina, Milton Nascimento e Fernando Brant, mas ganhou fama mesmo na voz de Wilson Simonal.


Wilson Simonal - Aqui É o País do Futebol – 


Foi inspirado nas cobranças de falta de Paulo César Caju com a camisa do Flamengo que o Trio Esperança compôs “Replay” Formado pelos irmãos Mário, Regina e Evinha, o grupo lançou a música em 1974 – e, apesar de não ser lá tão popular, roda ainda hoje em transmissões pelo país. 

Replay – Trio Esperança
 


Ponta de Lança Africano (Umbabarauma) – Jorge Ben
 

Não há como falar em músicas sobre futebol e não lembrar de Jorge Ben. O cara nunca negou que sonhava em ser jogador de futebol (e ele chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo).

“É assim que ela é, metade futebol, metade mulher.” Em um só verso, a banda pernambucana Eddie conseguiu resumir o que todo homem deve sonhar a respeito do ser com que se relaciona.

eddie - futebol e mulher
 


Um a Zero – Pixinguinha
 

Apesar de instrumental, “Um a Zero” é uma das primeiras manifestações musicais em homenagem ao futebol. Foi composta por Pixinguinha para comemorar a primeira grande conquista da seleção brasileira: o Sul-Americano de 1919. Se você costuma assistir Bate-Bola na ESPN vai reconhecer a ótima melodia. O nome remete à partida decisiva contra o Uruguai que terminou com o placar de 1-0

O Futebol – Chico Buarque
 

e é quase impossivel não falar da musica O FUTEVOL - Chico é tão futebólatra que tem um campo de dimensões oficiais em sua casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. Neste outro verdadeiro clássico músico-futebolístico, ele chega a cantar uma tabela imaginária entre Didi, Garrincha, Pagão, Pelé e Canhoteiro.


Camisa Dez – Hélio Matheus e Luís Vagner
 

Depois da Copa de 70, foi normal que o Brasil caísse na real até se acostumar que não é toda hora que nasce uma seleção com toda aquela bola. Pois, Hélio Matheus e Luís Vagner pescaram o momento e escreveram essa espirituosa canção que cutuca o então técnico Zagallo, brinca com a falta de entrosamento de Palhinha e, claro, pede por um substituto ao Rei, que se aposentou da seleção um ano após o tri.


Beto Bom de Bola – Sérgio Ricardo
 

Sérgio Ricardo foi vaiado ao cantar “Beto Bom de Bola” no festival da Record de 1967. Ficou tão nervoso que quebrou o violão e o atirou contra a plateia. Polêmicas à parte, é uma das mais belas homenagens a Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas. Você pode ouvir a música gravada em estúdio aqui. 

É Uma Partida de Futebol – Skank
 

na minha opinião essa musica que vamos ouvir agora realmente transpira futebol, 
A letra da música é do são paulino Nando Reis e a música ficou a cargo dos mineiros do Skank, grupo que se divide entre Atlético e Cruzeiro. Em 1997 a canção ganhou o prêmio de Escolha da Audiência, de Clipe Pop e de Edição no MTV Video Music Brasil.

Meio de Campo – Elis Regina
 

voce lembra de Meio de Campo??? A música de Gilberto Gil ganhou corpo na voz da gaúcha Elis Regina e faz parte do álbum Elis, de 1973. Gil a compôs em homenagem ao jogador Afonsinho, um dos primeiros a reivindicar melhores condições de trabalho aos futebolistas.

Hors concours: Fio Maravilha – Jorge Ben
 

Qualquer lista com músicas de futebol sem a presença de “Fio Maravilha” é aleijada. Jorge Ben escreveu a letra inspirado em João Batista de Sales, um atacante rubro-negro meio desajeitado, pouco glamouroso, mas que aparecia em momentos importantes e ganhou a torcida. A música em sua homenagem virou um clássico. Mas por questões jurídicas, Jorge Ben teve de mudar o título para “Filho Maravilha” depois.


A Taça do Mundo é Nossa – Wagner Maugeri, Maugeri Sobrinho, Victor Dagô e Lauro Muller
 

A mãe de todas, “A Taça do Mundo é Nossa” foi criada para comemorar o primeiro título da Seleção canarinho em Copas do Mundo (em 1958, na Suécia). Será que vai ser repetida este ano?

Max Everson
Por Max Everson 13/06/2018 - 11:35Atualizado em 13/06/2018 - 11:43

I got chiiiills, they're multiplying", exclamava John Travolta ao ver Olivia Newton-John com um cigarro na boca e usando uma calça de couro em um dos momentos mais marcantes do musical "Grease: Nos tempos da brilhantina", que se tornou um clássico e completa 40 anos nesta quarta-feira (13).

Indicado ao Oscar de Melhor canção ("Hopelessly Devoted to You"), "Grease" foi o filme de maior arrecadação em 1978 e transformou o jovem Travolta, recém-saído de "Os embalos de sábado à noite", em um dos grandes astros de Hollywood.

Dirigido por Randal Kleiser ("A lagoa azul"), o filme teve como inspiração o musical homônimo da Broadway que havia estreado em fevereiro de 1972 e fez mais de 3,3 mil apresentações.

Na história, o romance de Danny e Sandy acaba junto com o verão, já que ela deve voltar à Austrália.

O amor dos pombinhos tem a chance de ressurgir quando eles se encontram no Instituto Rydell, na Califórnia. Porém os costumes dos grupos aos quais pertencem (os T-Birds e as Pink Ladies) vão colocar impedimentos para o reencontro.

Esse é o argumento da trama que se passa em 1959 e, como escreve Scott Miller no livro "Sex, drugs, rock & roll, and musicals", seria um relato revolucionário para a época, subvertendo temas e se atrevendo a abordar assuntos sensíveis, como sexo e rebeldia jovem.

Aí estava parte do charme da história. Graças ao trabalho de Stockard Channing, como a cínica Rizzo, ou o de Jeff Conaway, como o melhor amigo de Danny, apesar de já estarem longe da adolescência – ela tinha 33; e ele, 27 –, o carisma dos personagens deu o toque final.

As atitudes insolentes dos T-Birds – dizem que foram usados até 100 mil chicletes durante as filmagens –, com as imponentes jaquetas de couro e quantidades industriais de gel no cabelo, se chocam com a personalidade forte das integrantes do Pink Ladies.

O amor é embalado por hits como "Summer nights", "Grease" e "Greased lightnin".

Não à toa, a trilha sonora do filme foi o segundo disco mais vendido de 1978, só atrás do disco de "Os embalos de sábado à noite".

O polêmico final foi muito comentado, mas, como defendia Jim Jacobs, criador do espetáculo da Broadway, a cena parodiava os estereótipos do cinema.

"Era uma sátira! Era uma maneira de brincar de todos esses filmes de Hollywood em que o herói se transforma no final em um cidadão exemplar", afirmou ele, em entrevista ao jornal "Daily Herald", em 2010.

O sucesso do longa, que estreou em 13 de junho de 1978, levou a Paramount Pictures a apostar em "Grease 2: Os tempos da brilhantina voltaram".

A sequência não teve a mesma aceitação positiva do primeiro filme, mas serviu para lançar a carreira de Michelle Pfeiffer.

Prova de que "Grease" é mesmo um fenômeno é o fato de que mesmo depois de tanto anos, Los Angeles continua recebendo turistas interessados em visitar a Praia Leo Carrillo State, onde foram rodadas algumas cenas do romance de Danny e Sandy, e o Venice High School, a escola que serviu de cenário para o Instituto Rydell.

 

Tags: NoAr Grease Travolta

Max Everson
Por Max Everson 11/06/2018 - 14:25Atualizado em 11/06/2018 - 14:27

Regreso é inédita balada em espanhol que integra o repertório do 33º álbum em castelhano da discografia do cantor e compositor capixaba, Amor sin límite, programado para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2018 – em princípio, em setembro – no mercado latino dos países de língua hispânica e também no Brasil.

Com letra que versa sobre amor do passado revivido no presente, Regreso é bela balada de melodia e atmosfera clássicas – inclusive por conta do arranjo, calcado no piano à moda tradicional e aditivado com cordas à medida que a gravação cresce em intensidade – bem ao gosto dos admiradores do Rei da canção romântica brasileira.

 

Max Everson
Por Max Everson 05/06/2018 - 15:48Atualizado em 05/06/2018 - 15:51

“Não Se Se Te Contei” é o quarto registro fonográfico do cantor, compositor e produtor J. Velloso, que possui dois discos lançados (“Aboio Para Um Rinoceronte” e “J. Velloso e Os Cavaleiros de Jorge”) e um disco/livro (Sto. Antônio e Outros Cantos). O CD que estará disponível em todas as plataformas digitais, e nas lojas físicas, a partir do dia 01 de junho, mantem as características do artista, que é a de utilizar as muitas formas existentes na música popular brasileira para ajudar a expor seus pensamentos e sentimentos.

O novo disco, Não Sei Se Te Contei, é um disco mais leve e mais maduro do artista, e isso pode ser percebido nas composições e na forma de interpretá-las. O projeto do disco foi desenvolvido a partir da seleção das canções, junto com Luciano Salvador Bahia, partindo das ideias dos arranjos. Todo o disco é feito para “clarear” o entendimento das composições. Da capa aos timbres sonoros, da sequência das músicas às cores usadas no encarte, do símbolo do infinito no encarte ao trabalho finito que é o de gravar um disco. É um disco que quer ser “claro”. A produção musical de Luciano Salvador Bahia clareia de forma delicada e se aprofunda para dar a cada faixa o sentido que elas têm. O desenho do artista plástico Roney George e as ideias, expostas por ele, clareiam o significado do trabalho. O rosto da mãe do artista desenhado a lápis na capa do CD, pelo artista plástico Roney George, e que permaneceu enquanto o nome do disco era modificado no decorrer do tempo, é uma prova que uma imagem pode dizer muitas coisas, porém o batismo com “Não sei se te contei” realmente é mais preciso, pois o nome carrega um frescor de novidade, com surpresas a serem descobertas no decorrer da audição do CD.

Sobre esse novo projeto, J. Velloso conta: “O disco “Não sei se te contei” já teve outros nomes, como “J. Velloso Em paz”, por ser uma frase engraçada e absurda, assim como a música que tem esse nome, mas fiquei com receio de que não se percebesse a ironia que me interessava. Mudei para outro nome, “Desconhecido”, que eu adorava. Esse nome era por causa da música Lágbájá, que fala dos “sem rostos” na multidão, porém Ronaldo Bastos me disse que esse nome diminuía, acho que o interesse ou o próprio disco, então resolvi mudar de novo. Mas o que nunca mudou foi o desejo desse trabalho ser CLARAMENTE dedicado à minha mãe. Não por ele ter alguma grandeza particular, mas porque tudo que fiz até hoje e o que eu ainda vier a fazer será sempre para ela. Dei a sorte de ter contado tudo isso a ela. Ela apenas riu para mim. Isso já me dizia tudo. A gente nem precisava conversar. Agora realmente não podemos mais conversar, mas continuamos nos entendendo como sempre. E conto a vocês que todos os meus risos, todas as alegrias, todos os meus versos, todas as ideias, tudo o que canto, todo o saber amar, tudo, tudo que possa partir, de bom, de mim, eu “Não sei se te contei”, mas nem precisava, é para minha Dona Clara. ”

Esclarecimentos por cada faixa: 

1.   BALA AZUL (J. Velloso)

Música que explora o tema da situação de risco, principalmente por menores, diante o consumo de crack como fuga para uma vida desamparada de família e dos poderes públicos, onde a sociedade se sente mais à vontade colocá-la à margem do que de abraçá-la para compreender o problema. A faixa conta com a participação especial do músico Marivaldo Santos (Stomp) e do Quabales (grupo de percussão do Nordeste de Amaralina, Salvador – BA dirigido por ele).

2.   BEBENDO ESTRELAS (Targino Gondim e J. Velloso)

Esta faixa conta com a participação de Targino Gondim, artista que possui identidade profunda com a música nordestina, cantando, compondo e tocando sanfona. Faz parte do arranjo a mistura do xote com reggae, inspirado na história de Luiz Gonzaga que quando ouviu um reggae pala primeira vez falou: “isso é um xotezinho muito descarado”.

3.   EM PAZ (J. Velloso e Thathi)

“A ideia foi de fazer um galope para ser cantado, tipo Chiclete com Banana, no carnaval da Bahia. O início parece com aberturas de músicas consideradas bregas, mas depois vira numa coisa super animada. Chamei minha parceira Thathi para terminar comigo”, conta J. Esta faixa conta com o naipe de sopro do grupo Skanibais e, no clipe, com a participação do cantor e compositor Gerônimo Santana, atuando. O clipe tem um gosto especial de escrache à música que carnavaliza a sofrência. Foi a primeira música revelada do repertório do álbum ”Não sei se te contei”.

4.   Não sei se te contei (Thathi e J. Velloso)

A música que batiza o disco foi composta a partir de uma conversa de Thathi com o cantor e compositor Herbert Vianna. Ele, por cuidado e preocupação com o esquecimento do mesmo, sempre dizia a ela, durante as conversas: “não sei se te contei”. Na época ele ainda estava com a memória recente comprometida devido ao acidente ocorrido com ele. Achei esse ato dele tão delicado que chamei Thathi para fazermos uma canção a partir desse gesto tão especial. A ideia, na canção, é ter uma conversa aparentemente corriqueira, mas com uma profundidade existencial através dessa simplicidade.

5.   Cacique (J. Velloso)

Composição feita após conversas, pela internet, de J. com o cantor Otto. Durante uma delas o compositor pernambucano sugeriu fazerem uma música. J iniciou, mas “a música veio quase toda”, dessa forma o compositor baiano fez mais uma parte de melodia, mas acabou não nascendo a parceria pela dificuldade dos dois se encontrarem. Mas o que é interessante dessa música é que ela foi feita com a intenção de fazer uma análise sobre a figura desse artista. É uma mistura agreste de tristeza, amor, irreverência e delicadeza. O palavrão é em homenagem ao artista baiano Márcio Mello. Essa faixa também é contemplada com a participação do artista pernambucano Capitão Corisco e com um clipe produzido pelo Estúdio Mundo.

6.   Língua das Ondas (João Gil e J. Velloso)

A pedido da cantora Stella Maris, J. fez uma letra para o compositor português João Gil musicar, uma sugestão de Aldo Brizzi para que o trabalho da cantora pudesse ter mais visibilidade na Europa. A letra permeia o nome de Stella Maris numa conversa sobre o que é o amor.

7.   Dominguinhos (Armandinho Macêdo e J. Velloso)

Essa parceria com Armandinho nasceu após uma conversa entre os artistas sobre a pessoa maravilhosa que foi Dominguinhos. A música foi feita na época em que Dominguinhos já estava na UTI, mas num tom meio de revolta, a letra pede a Deus nos dê “Dominguinhos a vida inteira” e brinca, ao dizer, que podemos fazer um dominguinho em qualquer dia da semana, basta transformar esse dia em um dia livre de compromissos de trabalho. O arranjo é também uma homenagem ao grupo A Cor do Som, do qual Armandinho faz parte. A guitarra baiana no arranjo faz, desde o início da faixa, um contraponto com o xote executado pela sanfona de Cicinho de Assis.

8.   Lágbájá (Alexandre Leão e J. Velloso)

Lágbájá é uma palavra iorubá que significa “ninguém em particular”. Representa o anonimato do chamado “homem comum”, como as pessoas que passam por a gente na rua e nem reparamos nada nelas. A música é dedicada aos sem rostos e sem vozes na sociedade. A participação do DJ Sankofa (Gana) cantando deu um brilho todo especial para aumentar o significado da música.

9.   Pra você não ouvir (J. Velloso)

Música feita para Maria Sampaio, fotógrafa e escritora baiana já falecida, que apresentou muitos fados a J., principalmente os de Amália Rodrigues. Sempre foi uma entusiasta com o trabalho artístico de J. A participação do fadista Nuno da Câmara Pereira é um presente do destino, que somado às participações dos músicos portugueses Fernando Silva e Carlos Velez, faz com que essa homenagem à Maria (Sampa) se torne a faixa mais emocionante.

10.O que eu não conheço (Jorge Vercillo e J. Velloso)

A canção é mais uma das parcerias com o amigo e compositor Jorge Vercillo. É a única música que não é inédita do disco, pois já foi gravada pelo próprio Jorge e por Maria Bethânia. A letra nasce a partir de uma conversa com Bethânia sobre a beleza que há no outro lado do bordado.

11.Desfruto (Luciano Calazans e J. Velloso)

A canção que finaliza o disco é a mais nua. O arranjo “só” conta com a participação exuberante do grande músico Luciano Calazans, que faz várias linhas de baixo na gravação. Canção feita durante uma turnê pela região de Porto Seguro, cujo o nome do rio que corta a cidade chama-se “Buranhém”, nome originado da língua tupi e significa “árvore doce”, mas que na letra o compositor preferiu criar uma imagem oposta falando de uma “árvore de casca amarga”.  

 

(Copyright © 2018 Aldeia Nagô. Todos os direitos reservados.)

Max Everson
Por Max Everson 05/06/2018 - 15:37Atualizado em 05/06/2018 - 15:45

Homenageando o mestre Tom Jobim e os 60 anos da Bossa Nova, Fernanda Takai apresenta o álbum “O Tom da Takai”. Para a gravação desse, que é seu quinto trabalho solo, ela contou com a produção luxuosa de Roberto Menescal e Marcos Valle. O disco é lançado pela Deck nas plataformas digitais, em CD, vinil e cassete.

“O Tom da Takai” foi gravado no estúdio Tambor (Rio de Janeiro) e traz 13 canções. Sete músicas foram produzidas por Menescal (arranjos, violão, guitarra, voz e vocais) e as outras seis por Valle (arranjos, piano, Rhodes, órgão, synth, voz e vocais). Entre elas estão “Bonita”, “Estrada do Sol”, “The Red Blouse (Blusa Vermelha)” e “Só Saudade”.

Fernanda foi acompanhada pelos músicos João Cortez (bateria e percussão), Adriano Giffoni (baixo), Adriano Souza (piano e teclados), Renato Massa (bateria e percussão) e Alberto Continentino (baixo).


1 Bonita 4:53
2 Olha pro Céu 3:13
3 Aula de Matemática / Discussão (feat. Marcos Valle) 3:47
4 Só Saudade 3:01
5 Outra Vez 3:27
6 Ai Quem Me Dera (feat. Roberto Menescal) 2:23
7 Brigas Nunca Mais 3:05
8 Fotografia (feat. Marcos Valle) 2:52
9 Samba Torto 2:36 
10 The Red Blouse (feat. Marcos Valle) 2:42
11 Esquecendo Você 3:19
12 Estrada do Sol 3:17
13 Eu Preciso de Você 2:56

 

 

Max Everson
Por Max Everson 04/06/2018 - 10:45Atualizado em 04/06/2018 - 10:49

Gorillaz lança "Humility" com participação de Jack Black e mostra "novo" integrante.

A banda Gorillaz ganhou um novo membro. O grupo virtual fez uma escalação no mínimo inusitada e convocou Ace, personagem do desenho animado "As meninas superpoderosas", para assumir o posto de baixista enquanto Murdoc Niccals, titular do cargo, "está preso".

A revelação aconteceu com o lançamento do clipe de "Humility", single do próximo álbum do grupo, "The now now", que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.

Max Everson
Por Max Everson 04/06/2018 - 10:32Atualizado em 04/06/2018 - 10:37

Realmente nao há onde se esconder": Scarlett Johansson, heroína da saga "Os Vingadores", refletiu sobre sua música, a revolução do feminismo em Hollywood e a queda do produtor Harvey Weinstein, em entrevista à France Presse para promover seu novo álbum, "Apart".

"É bastante surpreendente ver o resultado de tudo isso. É tudo muito novo", disse.

Aos 33 anos, Scarlett já passou mais de duas décadas na indústria do cinema. Comenta-se que exige receber o mesmo que os colegas homens. Foi modelo, defende a ONG de planejamento familiar Planned Parenthood e foi uma das oradoras da Marcha das Mulheres de janeiro de 2017.

A nova parceria surge quase 10 anos depois do primeiro trabalho dos dois, o álbum "Break up", inspirado nos duetos de Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot.

"Foi realmente impressionante", disse a atriz ao citar a queda em desgraça de Weinstein - acusado de estupro e abuso sexual -, e a revolução provocada pelos movimentos Me Too e Time's Up.

"Estou há muito tempo na indústria cinematográfica, acho que estes debates são realmente muito importantes e revolucionários", comentou.

Nascida e criada em Nova York, Scarlett é uma dessas estrelas que parece ser boa em tudo. Uma menina atriz que teve interpretações aclamadas e cuja glória chegou com o papel de protagonista em "Encontros e desencontros" (2003).

Ela atuou na Broadway e agora vale ouro nas bilheterias, atraindo multidões para alguns dos maiores sucessos de Hollywood, como "Homem de Ferro 2" e a saga "Os Vingadores".

Para aqueles que acham que o progresso não chega suficientemente rápido, ela recomendou paciência.

"É um processo longo, e deve-se focar na recompensa, ser paciente, progressivo, persistente e continuar avançando", aconselhou.

"Acredito que existam agora na indústria do cinema conversas sobre projetos e a importância da diversidade. Há 10 anos, ninguém falava sobre isso", assinalou.

"Esta era, talvez, a ideia de alguém de trazer uma mulher para a sala de roteiristas, ou o que fosse. Mas agora, as portas estão escancaradas", opinou.

Yorn concorda. "É louco tudo o que aconteceu", disse. "Tenho uma filha pequena, de 2 anos, e penso que ela felizmente crescerá em um mundo onde as coisas estão um pouquinho melhor, um pouquinho menos sórdidas."


O novo EP contém cinco músicas de estilo mais folk e indie-rock. Foi gravado no centro de Los Angeles. A atriz colocou a voz durante uma única tarde, abrindo espaço em sua agenda apertada.


Bad Dreams 
 

Iguana Bird
 

Cigarillo
 

Movies
 

Tomorrow (remix)
 

 

Max Everson
Por Max Everson 28/05/2018 - 16:31Atualizado em 28/05/2018 - 16:34

Lulu Santos divulgou, nas plataformas de streaming, um remix eletrônico de “Tempos Modernos”. A música recebe o selo da Universal Music Brasil.

Esta nova versão foi feita com Make U Sweat. O trio de DJ’s já atuou em outros remix famosos como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, canção do Tim Maia, e “Acordando o Prédio”, do Luan Santana.

A faixa original “Tempos Modernos” é de 1982 e pertence ao álbum de mesmo nome. Ela já teve outras versões gravadas por artistas como Biquini Cavadão e Jota Quest.

 

Max Everson
Por Max Everson 26/05/2018 - 11:02Atualizado em 26/05/2018 - 11:04

Em entrevista publicada pela MTV em 2009, o cantor falou para quem seria a famosa canção. “Billie Jean é meio anônima. Ela representa diversas garotas. Elas costumavam ser chamadas de groupie nos anos 60. Elas ficavam nas portas de bastidores, e qualquer banda que viesse à cidade elas teriam algum relacionamento. Acho que escrevi isso baseado com a experiência que tive com meus irmãos quando era pequeno. Havia diversas “Billie Jeans”. Toda garota dizia que o filho dela era de algum dos meus irmãos”, conta o artista.

O clipe de “Billie Jean” é o primeiro do disco “Thriller”. Dirigido por Steve Barron, ele também entrou para história como o primeiro vídeo de um artista negro a ser televisionado pela emissora americana MTV.

Outro aspecto da música que ficou marcado é a performance realizada com seu mais famoso passo: o moonwalk. Sua primeira apresentação foi em maio de 1983 no especial de televisão “Motown 25: Yesterday, Today, and Forever”, que foi gravado na Califórnia. Relembre abaixo como foi:

A faixa ainda foi premiada com dois Grammy’s no ano seguinte, nas categorias de “Melhor Performance Masculina de R&B” e “Melhor Canção de R&B”. Pelo American Music Awards, a música venceu na categoria “Single favorito de Pop/Rock”.

 

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