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João Nassif
Por João Nassif 11/11/2018 - 23:59

Os Estados Unidos são os maiores vencedores de provas olímpicas de todos os tempos. Nas 27 Olimpíadas em que estiveram presentes os americanos abocanharam 1.022 medalhas de ouro nos mais diversos esportes.

Além das medalhas de ouro os americanos abocanharam 794 medalhas de prata e 704 de bronze, perfazendo um total de 2.520 medalhas em toda história dos Jogos Olímpicos.

O segundo país mais contemplado em Olimpíadas é a antiga União Soviética com suas 1.010 medalhas em nove participações. Quando foi extinta em 1991 deixou a Rússia como sucessora. Rússia que disputou seis Jogos Olímpicos e ganhou um total de 446 medalhas. Somando as duas nações o total é de 1.456 medalhas.

Deste total 544 são de ouro, 395 da União Soviética 149 da Rússia. 455 são de prata, 319 da União Soviética e 136 da Rússia e são 457 medalhas de bronze, 296 da União Soviética e 161 da Rússia.

Em terceiro pelo número de medalhas conquista está a Grã-Bretanha que participou 28 vezes das Olimpíadas. Os britânicos ganharam 263 de ouro, 295 de prata e 289 de bronze, num total de 847 medalhas.

Na quarta posição está a China que participou de apenas 10 Jogos Olímpicos. Os chineses têm até agora 227 medalhas de ouro, 164 de prata e152 de bronze. No total a China já conquistou 543 medalhas em Olimpíadas.

Fechando o top-cinco vem a França que também esteve presente em 28 Jogos Olímpicos e ganhou 212 medalhas de ouro, 241 de prata e 260 de bronze, total 713 medalhas.

Vale o registro que a posição dos países no ranking olímpico é definida pelo número de medalhas de ouro conquistadas.

O Brasil está numa modesta 35ª colocação com um total de apenas 128 medalhas olímpicas em 22 participações. São 30 de ouro, 36 de prata e 62 de bronze. 
 

João Nassif
Por João Nassif 11/11/2018 - 12:45

As coletivas pós jogos de futebol servem para que os envolvidos expliquem o resultado, a escalação, as alterações, enfim todas as incidências da partida.

Normalmente o técnico e alguns jogadores se manifestam e quase sempre as explicações são genéricas, mesmo porque as perguntas são mais no sentido de permitir os profissionais de darem poucas explicações, principalmente quando os resultados são negativos.

Não pode ser somente desta forma. Além de técnicos e jogadores os dirigentes responsáveis pelo planejamento teriam que vir aos microfones dar satisfações aos torcedores ainda mais quando os objetivos não são conquistados.

Estou me referindo a um cenário ideal que infelizmente não é montado pela direção do Criciúma EC.

O presidente e o diretor de futebol simplesmente desapareceram e há muito tempo não dão as devidas explicações pela horrorosa campanha apresentada pelo time na atual temporada.

Não há mais respeito pela história do clube que sem falar em anos recentes, agora em 2018 lutou até o final para não ser rebaixado no campeonato estadual e faltando duas rodadas para encerramento da série B conseguiu ficar pendurado para fugir da terceira divisão do futebol brasileiro. E os dirigentes desaparecem sem dar explicações.

Sobra então para o técnico que a cada entrevista, e olha que ele fala todos os dias, ter que justificar os maus resultados. Fala tanto na ausência dos maiores responsáveis que suas entrevistas não têm mais o poder de convencer aos de melhor boa vontade.

Na última, então chegou ao limite ao afirmar que o empate contra o CRB se deveu à ausência do Jean Mangabeira que pela primeira vez foi a bengala para justificar o péssimo futebol apresentado. 

E mais, afirmou como profundo conhecedor da série B que sempre nas rodadas finais acontecem coisas estranhas. Não foi questionado e assim ficamos sem saber o que de estranho acontece no futebol brasileiro.

De qualquer forma ainda continuo afirmando que o Criciúma não será rebaixado e os 43 pontos já conquistados são suficientes para manter o time na série B, mesmo que muitos ainda duvidem.
 

João Nassif
Por João Nassif 10/11/2018 - 15:54

A Copa das Nações da Oceania é disputada por 11 países filiados a Confederação de Futebol da Oceania.

O torneio é disputado desde 1973 e já foram realizadas 10 edições, portanto não há uma frequência definida e os torneios acontecem em países da Oceania ou eventualmente em algum próximo do continente.

Não existe fase classificatória na Copa das Nações da Oceania. As seleções se dirigem à uma sede e lá são disputados os jogos que apuram o campeão.

A Nova Zelândia conquistou a Copa cinco vezes e a Austrália venceu em quatro oportunidades, são, portanto, os maiores vencedores. Somente o Taiti furou este predomínio e sua seleção foi campeã em 2012, conquista que lhe deu o direito de disputar a Copa das Confederações no Brasil em 2013.

Taiti na Copa das Confederações de 2013

Nova Caledônia, Papua Nova-Guiné e Ilhas Salomão são outros países cujas seleções disputaram uma final na Copa das Nações da Oceania.

Em 2006 a Austrália migrou para a Confederação Asiática deixando somente a Nova Zelândia como a grande potencia do futebol da Oceania.

A disparidade de forças permite que a Copa das Nações da Oceania registre algumas das maiores goleadas do futebol mundial.

Em 2000 na cidade de Papeete na Ilha do Taiti a Austrália venceu as Ilhas Cook por 17x0. Dois anos antes na cidade de Brisbane a Austrália, em casa, novamente goleou as Ilhas Cook, desta feita por 16x0.
 

João Nassif
Por João Nassif 09/11/2018 - 09:46Atualizado em 10/11/2018 - 09:52

A Copa Ouro é o principal torneio da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe, cuja sigla é CONCACAF. 

O primeiro campeonato da CONCACAF foi disputado em 1963 substituindo um torneio que de 1941 a 1961 tinha apenas seleções da América Central e das Ilhas do Caribe. A este torneio foi integrado outro que era disputado apenas pelas seleções da América do Norte.

Entre 1973 até 1989 não aconteceu nenhum torneio entre as seleções da CONCACAF e era considerado campeão continental o país melhor colocado nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Finalmente em 1991 foi criada a Copa Ouro integrando todas as seleções filiadas à CONCACAF.

O primeiro torneio teve como sede os Estados Unidos que foram os campeões derrotando a seleção de Honduras nos pênaltis.

A Copa Ouro que está em sua 14ª edição é disputada a cada dois anos e por questões eminentemente financeiras tem como sede os Estados Unidos. Depois da fase de classificação quando todas as seleções da CONCACAF disputam jogos eliminatórios e quase sempre os mesmos jogam a fase final, por isso as seleções mais tradicionais são as vencedoras do torneio.

O México foi campeão em sete vezes oportunidades, os Estados Unidos venceram seis vezes e o Canadá tem apenas um título conquistado no ano 2000 quando venceu a Colômbia na decisão.

Aí perguntam como Colômbia que é país sul-americano? Disputou como convidada, assim como o Brasil que foi convidado em 1996 e 2003 quando terminou as duas vezes em segundo lugar perdendo as decisões para a seleção mexicana. 
 

João Nassif
Por João Nassif 08/11/2018 - 09:40Atualizado em 10/11/2018 - 09:45

A Copa das Nações Asiáticas foi disputada pela primeira vez em 1956 e de lá para cá vem numa sequencia de quatro em quatro anos.

Com a inscrição de 20 nações, a fase eliminatória foi dividida em três zonas. O sorteio realizado em Hong Kong ainda em 1955 definiu que a Zona Oeste tivesse a participação de oito seleções: Burma, Nepal, Índia, Irã, Afeganistão, Ceilão, Paquistão e Israel.

Israel passou para a fase final, pois todas as outras sete seleções, por questões politicas se recusaram a enfrentar a seleção israelense. Depois de várias tentativas frustradas da Confederação Asiática no sentido de demover os países a aceitarem Israel, este foi informado que estava classificado para a fase final.

Na Zona Central a classificada foi a seleção do Vietnã do Sul e na Zona Leste a Coréia do Sul foi para a fase final.

Portanto, os finalistas da 1ª Copa das Nações Asiáticas foram Israel, Vietnã do Sul, Coréia do Sul e a anfitriã Hong Kong. A decisão foi disputada em turno único com todas as seleções se enfrentando.

Coréia do Sul-campeã da Copa da Ásia

A Coréia do Sul chegou na frente com duas vitórias e um empate. Venceu Israel por 2x1 e Vietnã do Sul por 5x3. O empate foi com os donos da casa que terminou em 2x2.

Os coreanos foram os campeões da 1ª Copa das Nações Asiáticas.

Até hoje foram disputas 16 torneios das Nações na Ásia e o Japão é o maior vencedor com quatro títulos. Irã e Arábia Saudita ganharam o torneio em três oportunidades. 
 

João Nassif
Por João Nassif 07/11/2018 - 22:01

A Copa Africana das Nações foi disputada pela primeira vez em 1957 sendo, portanto, um torneio mais antigo que a Eurocopa e é realizada a cada dois anos, Depois de começar com poucas seleções, com o passar do tempo foi agregando outras nações e hoje é disputada por todas seleções filiadas à Confederação Africana de Futebol.

A primeira Copa Africana das Nações foi disputada por apenas por quatro países e teve como sede a cidade de Khartum no Sudão.

Seleção do Egito-1ª campeã da Copa da África

As quatro seleções começaram a disputa já na fase semifinal e na primeira delas o Egito eliminou os donos da casa vencendo por 2x1.

Não aconteceu a outra semifinal que seria entre a Etiópia e a África do Sul. A política do apartheid do governo sul-africano proibiu que uma seleção multirracial fosse enviada ao torneio.

Os organizadores sugeriram que fosse realizado um torneio entre as três seleções remanescentes, mas os etíopes não concordaram e assim foram declarados vencedores da semifinal por W.O.

De nada adiantou. Na final do torneio a Etiópia foi massacrada pelo Egito eu venceram de forma inapelável por 4x0. 

O Egito é o maior vencedor da Copa Africana das Nações. Venceu sete das 31 edições do torneio que já foram realizadas. Em segundo lugar no número de conquistas vem Camarões que já venceu cinco vezes. Camarões, alias que venceu a última edição em 2017. 

João Nassif
Por João Nassif 07/11/2018 - 17:45

Assim que terminar o campeonato brasileiro, uma delegação do Criciúma terá por obrigação fazer a caminhada em direção ao Santuário do Caravaggio para agradecer aos céus pela permanência do time na série B.

Foi por verdadeiro milagre que o clube encontrou em alguns adversários uma maior incompetência que lhe permitiu se tornar um dos menos pior entre os piores que participaram da disputa.

A delegação terá que ser chefiada pelo presidente Jaime Dal Farra que brincou com a sorte e não investiu o mínimo para uma campanha mais digna. Desapareceu dos microfones e há muito não vem explicar a campanha aos torcedores. 

A seguir o diretor de futebol Nei Pandolfo que não conseguiu agregar um mínimo de qualidade ao plantel, seja pelo orçamento limitado, seja pela capacidade de encontrar jogadores que pudessem aumentar o nível do time. É outro que também não fala, mesmo que explicações sejam prerrogativas da função.

Logo atrás virá o técnico Mazola Júnior que fez o que pode e tenho dúvidas se é apenas o que sabe fazer com a limitação de plantel. Ficou naquela de um samba de uma nota só. Montou um forte dispositivo defensivo que beirou às raias da retranca e esperou a bola parada. Para sua sorte encontrou em Liel um salvador da pátria, caso contrário não conseguiria atingir seu objetivo de abrir para sua carreira o mercado do sul do país. Pode levar junto o volante/zagueiro artilheiro para ajudar nas preces.

Esta procissão que tem à frente a turma responsável pelo futebol terá logo atrás Robson Izidro, superintendente que foi convocado para blindar e aconselhar o presidente. Fez um bom trabalho no quesito blindagem, mas foi tão eficiente que tirou o microfone da boca do chefe. Nada como uma boa caminhada para reflexão e mudança de conceitos.

Para completar a fila dos que irão ao Caravaggio, os vice-presidentes. Meras figuras decorativas, sem voz para exigir algo mais real com a história do clube, pois são rotulados apenas para composição de chapa. 

Por fim os integrantes do Conselho Deliberativo que são reféns de um contrato que dá plenos poderes à G.A. O dono da empresa não violando o patrimônio pode fazer o que bem entender em qualquer setor do clube. Irão apenas rezar por dias melhores.

Se alguns torcedores quiserem fechar a fila que o façam, mas sugiro que apenas fiquem na expectativa da Santa ouvir todas as preces e iluminar as mentes daqueles que fizeram o Criciúma de tantas glórias pagar outro vexame em mais uma temporada.  
 

João Nassif
Por João Nassif 06/11/2018 - 19:45Atualizado em 07/11/2018 - 13:47

Por todo o planeta são disputadas Copas entre seleções em que cada Confederação que compõe a FIFA coloca em atividade seus filiados no continente.

Na América do Sul é disputada a Copa América, na Europa a Eurocopa, na América do Norte, Central e Caribe a Copa Ouro e as Copa das Nações Africanas, Copa Asiática das Nações, e Copa da Oceania.

A Eurocopa é a segunda maior competição no mundo entre seleções, pois é disputada, entre outras, por cinco seleções que já conquistaram um total de 11 Copas do Mundo. 

Alemanha, Itália, França, Espanha e Inglaterra estão presentes no torneio a cada quatro anos, sem contar outras seleções como Holanda e Portugal com muita tradição nos Mundiais de Futebol.

A Eurocopa foi realizada pela primeira vez em 1960. A fase final foi disputada na França e teve como campeã a antiga União Soviética. Foi o único título conquistado por uma seleção do leste europeu.

A União Soviética derrotou na final a Iugoslávia por 2x1 no Estádio Parc des Princes em Paris.

Na decisão do terceiro lugar, no Velodrome em Marseille a Tchecoslováquia derrotou os donos da casa por 2x0.

O caminho dos soviéticos para chegar ao título ficou marcado pela desistência da Espanha em enfrentar os futuros campeões nas quartas de final. 

A Espanha vivia sob a ditadura do general Francisco Franco que proibiu a delegação espanhola de viajar até Moscou e de entrar em campo em Madrid para disputar as quartas de final.

Pela ausência as vitórias foram dadas à União Soviética por W.O. que já chegando em Paris derrotou a Tchecoslováquia na semifinal também por 3x0.  

Tags: Eurocopa URSS

João Nassif
Por João Nassif 06/11/2018 - 07:40

Infelizmente a mais importante competição do futebol brasileiro está contaminada negativamente pela péssima arbitragem que lhe é oferecida pela CBF, organizadora do campeonato.

Os erros absurdos que são cometidos vão gradativamente tirando a credibilidade de um campeonato que já não tem brilho técnico e está sendo manchado pela incompetência dos dirigentes e pela total falta de preparo dos que têm o poder de mediar as partidas. O que estamos vendo nesta reta final de campeonato é um descalabro que está dando aos árbitros grande protagonismo na decisão do título.

Não é a primeira vez que isso acontece. Outras competições já tiveram suas decisões contestadas por absoluta teimosia da CBF ao não profissionalizar um segmento vital ao bom andamento deste esporte que mexe com o emocional de milhões de pessoas.

Agora, tenho que reconhecer que muitos erros são cometidos pelo comportamento abjeto de muitos dirigentes e jogadores que sentem a fragilidade dos árbitros e provocam situações que induzem aos erros. A simulação dos atletas é um desses componentes. A gritaria dos dirigentes quando se sentem prejudicados são feitas para obter vantagens na sequência.

Temos a comprovação no último escândalo provocado na partida do Internacional contra o time reserva do Atlético-PR. Uma semana antes o time gaúcho foi prejudicado com a marcação de um pênalti inexistente em São Januário. 

A reclamação dos cartolas do Inter foi às raias do absurdo ao afirmar que o complô estava armado para que Palmeiras e Flamengo decidissem o título, pois dão mais audiência e atenderiam aos interesses da mídia.

Quando a infeliz arbitragem catarinense marcou o pênalti a favor numa calamitosa simulação, nenhum pio, a não ser o pedido para o VAR fosse usado neste final de campeonato. O técnico colorado tentando se mostrar ingênuo afirmou na coletiva mais de meia hora depois que ainda não tinha visto o lance e que seu atleta, Rossi, afirmou que havia sentido um braço às suas costas.

Cada um simula e se manifesta de acordo com sua consciência, quando beneficiado ou prejudicado, a verdade é que se não houver um basta nestas aberrações ainda teremos muita discussão nas últimas seis rodadas da série A. 

Pelo critério da CBF os árbitros das Federações dos três times que disputam o título não podem apitar os jogos dos envolvidos, sobram os de outras Federações o que aumenta a possibilidade de maior pressão que induz aos erros. Lamentável. 
 

João Nassif
Por João Nassif 05/11/2018 - 14:56

A politica em todos os tempos sempre procurou se intrometer no futebol afim de capitalizar em razão da paixão dos torcedores, principalmente em Copas do Mundo.

Por exemplo, em 1934 quando da disputa do segundo mundial da história, a Itália anfitriã vivia sob o jugo do fascismo e teve o ditador Benito Mussolini interferindo pessoalmente nas escalas dos árbitros em jogos Itália que acabou vencendo sua primeira Copa do Mundo. 

Em 1978 a Argentina vivia sob a ditadura dos militares e chegou ao título cercada da polemica partida contra o Peru que anos depois ficou comprovada o acerto entre as duas Confederações.

General Jorge Videla, ditador, comemorando a vitória no Mundial de 1978

São situações históricas mais escancaradas no envolvimento da política no mundo do futebol.

Pelo futebol brasileiro temos o exemplo de 1970 quando o país também vivia um regime militar o presidente de plantão, Garrastazu Médici teve ingerência direta na CBD exigindo a demissão do técnico João Saldanha que era comunista declarado que havia vencido os seis jogos que o Brasil disputou pelas eliminatórias. Foi substituído pelo Zagallo que conquistou o tri.

Outro exemplo gritante vivido no Brasil foi a escolha para a sede do Mundial de 2014. Ainda se investiga o uso de propina para os cardeais da FIFA decidirem pelo Brasil com um forte lobby do governo brasileiro que teria que retribuir às grandes empreiteiras com a construção de estádios quase todos com superfaturamento que se revelaram sem qualquer utilidade. 

E por aí vai, quem tiver curiosidade e tempo que procure tantas outras ligações do futebol com a política que certamente todas virão cheias de escândalos. 

João Nassif
Por João Nassif 05/11/2018 - 07:50

Faltam quatro rodadas para o final da série B e somente uma certeza. O Fortaleza garantiu o acesso e caminha com solidez para ser o campeão. 

São sete pontos a diferença para o CSA, segundo colocado, e dificilmente o Leão do Pici deixará de vestir a faixa, mesmo porque haverá amanha o confronto direto e o jogo será na capital cearense. Tem tudo para ser o jogo do título.

O CSA que a exemplo do próprio Fortaleza veio este ano da série C está muito próximo do acesso. Nos três jogos que irão faltar, dois serão contra adversários que também buscam a classificação. Vai enfrentar nos dois próximos jogos Atlético de Goiás e Avaí, ambos em Maceió e fechará a campanha contra o Juventude em Caxias do Sul. 

O CSA tem até agora a segunda melhor campanha como mandante, fica atrás somente do Fortaleza. Se confirmar seu rendimento também estará na série A em 2019.

O Avaí, terceiro colocado, vem fazendo boa campanha com três vitorias e dois empates nos últimos cinco jogos. O problema é que tem a tabela mais complicada entre os times que estão neste momento no G-4. Amanhã vai enfrentar o Atlético-GO em Goiânia, depois pega o Fortaleza na Ressacada, em seguida jogará contra o CSA em Maceió e terminará o campeonato contra a Ponte Preta em Florianópolis. A Ponte, mesmo em sétimo lugar ainda sonha com o acesso. Vida dura para os comandados pelo Geninho.

Finalmente o Goiás, quarto colocado, que perdeu a chance de se posicionar melhor na classificação ao levar dois gols nos acréscimos aqui em Criciúma na última rodada e ficar num empate que poderá ter lhe custado o acesso. Mas, tem uma sequencia em tese mais favorável até o final.

Hoje enfrenta em Goiânia o Sampaio Correa que luta contra o rebaixamento. Depois jogará fora de casa contra Coritiba e Oeste que estão no meio da classificação e apenas cumprirão tabela até o final e finalizará a campanha em casa contra o Brasil. Se não vacilar como no último jogo tem time para subir.

Vila Nova, Londrina, Atlético-GO e Ponte Preta são outros times com potencial de acesso, mas não dependem somente de seus resultados, ficam refém de combinações para alcançar a série A.

E lá embaixo na classificação o quadro ainda está indefinido. Mais duas rodadas e teremos um quadro definitivo daqueles que cairão para a série C. Quem chegar aos 42 pontos estará livre do descenso.
 

João Nassif
Por João Nassif 04/11/2018 - 19:21

Ontem falei sobre os confrontos entre Brasil e Alemanha que juntos têm nove títulos de Copas do Mundo. Hoje é a vez de Brasil e Itália, também são nove títulos de Copas do Mundo. Junto com a Alemanha as três seleções dominam os Mundiais já realizados.

Brasil e Itália já se enfrentaram 16 vezes entre jogos oficiais e amistosos. O primeiro confronto aconteceu na França pela semifinal da Copa do Mundo de 1938 e os italianos venceram por 2x1.

Este jogo em 1938 foi o primeiro de cinco partidas em que as seleções se encontraram valendo pelos Mundiais de futebol.

Em todas estas cinco partidas nenhuma seleção tem vantagem, foram duas vitórias brasileiras, duas italianas e um empate na decisão da Copa de 1994 que terminou em 0x0 e o Brasil foi campeão na disputa por pênaltis.

As duas vitórias brasileiras foram conseguidas no México por 4x1 na final de 1970 e na Argentina por 2x1 em 1978 na decisão do terceiro lugar.

Brasil x Itália no Mundial de 1982

A Itália além da vitória no primeiro confronto venceu também em 1982 na Espanha por 3x2 na segunda fase do torneio eliminando da Copa a seleção brasileira. 

A vitória na final da Copa de 1970 foi o maior placar nos 16 jogos entre as duas seleções. Outro 4x1 a favor do Brasil foi também registrado num amistoso em 1976 disputado nos Estados Unidos.

Nos 16 jogos entre as duas seleções a brasileira venceu oito, a italiana cinco e aconteceram três empates. O Brasil marcou 30 gols e a Itália 23.

João Nassif
Por João Nassif 04/11/2018 - 13:56

Quem disse que a camisa não pesa no futebol?

O Próspera é exemplo clara e total desta afirmação. Mesmo voltando recentemente ao profissionalismo construiu um grupo de jogadores que entenderam a mística que envolve o clube de muita tradição no futebol catarinense e superando alguns obstáculos conquistou o acesso para a segunda divisão numa vitória épica em Itajaí.

O campeonato foi disputado por clubes que já tinham experiencia na série C, mas, mesmo assim o Próspera mostrou capacidade técnica e acima de tudo a força de uma camisa tradicional com uma torcida fanática que sempre sonhou com o retorno e com um Estádio Mário Balsini novamente recebendo a elite do futebol catarinense.

Todos os amantes do futebol têm que reverenciar um profissional da mais alta qualidade que é o hoje técnico Paulo Baier. Além da estupenda trajetória como jogador de alto nível, neste seu início de uma nova carreira mostrou que tem o conhecimento exato da nova atividade e certamente estará sendo requisitado par prestar serviços em clubes de todos país. 

Foi o grande pilar desta conquista.

O primeiro passo foi dado, agora é continuar arregimentando forças sob o comando do presidente Dorval Arriola Rodrigues para que a próxima temporada na série B também seja de sucesso e que continue o sonho para chegar à elite em 2020. 

A camisa vermelha pode novamente prevalecer.  
 

João Nassif
Por João Nassif 03/11/2018 - 13:13Atualizado em 04/11/2018 - 13:17

Brasil e Alemanha têm somados nove títulos mundiais, cinco e quatro respectivamente e junto com a também tetracampeã Itália dominam as 21 Copas do Mundo que já foram realizadas.

A seleção brasileira principal ao longo da história enfrentou 23 vezes os alemães, confrontos que tiveram início em 1963 num amistoso vencido pela seleção brasileira em Hamburgo na então Alemanha Ocidental.

Apesar de serem as seleções que mais disputaram jogos em Mundiais, os dois se encontraram somente duas vezes em Copas do Mundo.

Ronaldo comemorando o gol do penta

A primeira foi na final em 2002 em Yokohama no Japão com vitória brasileira por 2x0 e a segunda em Belo Horizonte na Copa de 2014 com o fatídico 7x1 enfiado pelos alemães na disputa das semifinais.

Aliás, este resultado foi a maior goleada nos 23 confrontos. A seleção brasileira venceu por placar elástico em duas oportunidades. Primeiro foi um 4x1 na disputa da Copa Ouro dos Campeões Mundiais disputada no Uruguai em 1981. Na segunda o Brasil venceu por 4x0 em Guadalajara no México em 1999 pela Copa das Confederações.

No total dos 23 confrontos a seleção brasileira venceu 13 jogos, os alemães cinco e ocorreram cinco empates. O Brasil marcou 41 gols e a Alemanha 31.
 

João Nassif
Por João Nassif 02/11/2018 - 13:05Atualizado em 04/11/2018 - 13:12

Ontem falei da conquista pelo Criciúma do Torneio Paralelo em 1986 e seu consequente acesso para a primeira divisão do campeonato brasileiro. Com 36 equipes classificadas para a segunda fase da competição o Criciúma foi colocado numa chave com outras oito equipes que disputaram quatro vagas em regime de turno e returno.

O primeiro jogo do Criciúma na chamada elite do futebol foi contra o Corinthians em pleno Pacaembu que terminou em 1x1 com gol de Casagrande para o time paulista e o gol de empate foi marcado por Edemílson. 

Além do Corinthians o Criciúma enfrentou o Atlético Mineiro, o Vasco da Gama, o Internacional, o Ceará, o Rio Branco do Espírito Santo, o Nacional de Manaus e o Sobradinho do Distrito Federal.

Gol da vitória sobre o Corinthians em 1986

Ficou classificado para as oitavas de final depois de disputar 16 jogos com sete vitórias, cinco empates e quatro derrotas. Foi o quarto colocado do grupo marcando 14 gols e sofrendo 13.

O último jogo foi o mais emocionante. O Criciúma chegou na rodada final na quarta posição um ponto à frente do Internacional e precisava de uma vitória simples para se classificar. Iria enfrentar o já rebaixado Nacional lá em Manaus, enquanto o colorado gaúcho jogaria também fora de casa contra o Sobradinho.

O Inter terminou seu jogo com vitória tranquila por 3x0 e bola continuava rolando em Manaus. No meio do segundo tempo o goleiro Luiz Henrique do Criciúma defendeu um pênalti. O empate desclassificava o Criciúma até que no último minuto Rached sofreu pênalti que Osmair cobrou para selar a classificação para as oitavas de final.

O Criciúma foi eliminado pelo Fluminense. Venceu no Heriberto Hülse por 2x1 e foi derrotado por 1x0 no Maracanã. 

João Nassif
Por João Nassif 01/11/2018 - 23:41

Thiago Ávila *

Eu sei, não é o melhor time para fazer uma postagem sobre o mais novo pentacampeão Lewis Hamilton, mas o que tem de tão marcante o título deste ano?

Com a conquista, Hamilton se torna o segundo piloto, ao lado de Fangio, com mais títulos mundiais de F1, perdendo apenas para Michael Schumacher, com sete. E esse último foi talvez o mais importante de sua carreira até agora, pois pela primeira vez não teve um carro unanimemente superior.

Respondendo a pergunta do título, sim, Hamilton já pode ser considerado um dos melhores de todos os tempos, diria que está entre os cinco maiores. É inegável que Lewis é o melhor piloto da atualidade, há quem diga que é Alonso, mas já discordo pelo fato de o espanhol, em seu auge, ter quase perdido para o britânico em seu ano de estreia, correndo os dois pela McLaren.

Além disso, a carreira do britânico sempre foi de pouca oscilação, sempre brigando pelo topo da tabela - óbvio que houve aquele período de quase desaparecimento na era Vettel-Red Bull, mas que pelo menos sempre beliscava alguma vitória.

A trajetória de Lewis também se equipara ao de Schumacher. Enquanto o alemão iniciou seus primeiros títulos numa Benetton em ascensão, o britânico deu uma largada sensacional na McLaren. Mesmo consolidado em sua equipe, Schumi partiu para a Ferrari, um desafio novo, e demorou para conseguir transformar aquele carro num hegemônico pentacampeonato. Já Lewis foi para a Mercedes em 2013, numa aposta totalmente ousada, já que a equipe mal era quarta força, e o resto da história vocês já conhecem. Coloco Schumacher ainda um pouco acima pelos sete títulos e por não ter tido um hiato de "desaparecimento" como teve Lewis.

Mas e o Senna, será que o britânico pode passar o brasileiro nessa? Não vejo porque. Na verdade, não consigo ver o brasileiro fazendo uma carreira acima de Lewis. Teve seus bons momentos de Toleman e Lotus, mas foi na McLaren, uma equipe extremamente superior - como a Mercedes nos últimos anos - que conquistou seus três títulos. Tudo bem que Senna teve sua trajetória interrompida por conta de um acidente trágico, e ele estava em seu auge. Mas pegando pelo que se tem de registro de Ayrton, o vejo no máximo do mesmo nível do britânico.

Fechando uma lista de cinco, coloco Fangio e Prost, e fico com pena de ter deixado de fora Piquet, Jim Clark e até Fernando Alonso.

Mas voltando a pergunta do primeiro parágrafo: o que essa temporada tem de tão marcante para Lewis? Hamilton em todos esses anos foi muito criticado por ter ganhado títulos sempre em carros superiores, e ainda mais o seu hiato de cinco anos quase sumido colaborava com a desaprovação. Mas agora, correndo com um carro em diversas ocasiões inferior ao da Ferrari, ganhou o campeonato no braço, e óbvio, contou com uma ajudinha dos erros bobos de Vettel.

Em números, Hamilton e Vettel quase se equiparam, mas no mano a mano, não tem como defender Seb, o britânico é o melhor piloto da década e um dos melhores de todos os tempos.

* Thiago Ávila, Estudante de Jornalismo da PUCRS
 

João Nassif
Por João Nassif 01/11/2018 - 19:42

O ano de 1986 foi o primeiro que pode ser chamado de magico pelo Criciúma EC. Foi campeão estadual pela primeira vez e em seguida ao título disputou um torneio que o levou, também pela primeira vez à elite do futebol brasileiro.

Este torneio classificatório, chamado de “paralelo” foi disputado por nove equipes dos três estados do sul do país. 

A caminhada rumo à primeira divisão nacional começou 07 de setembro com uma vitória em casa sobre o Novo Hamburgo por 2x0. Novamente em casa venceu o Avaí por 1x0.

Fez na sequencia dois jogos como visitante, empatando com o Marcílio Dias em 1x1 de vencendo o Brasil por 2x1. Em seguida venceu o Londrina por 3x1 no Heriberto Hülse e também o Pinheiros por 2x1 em Curitiba.

Seguindo com a invencibilidade terminou o torneio com vitória em casa sobre o Juventude por 1x0 e um empate em 0x0 jogando em Cascavel no dia 05 de outubro.

Campeão catarinense este time ganhou invicto o Torneio Paralelo em 1986

Resumindo, disputou oito jogos em 28 dias e terminou invicto com seis vitórias e um empate. Esta campanha deu ao Criciúma o direito de continuar no campeonato brasileiro, agora enfrentando alguns dos principais times do país.

O Criciúma entrou na segunda fase do campeonato composta por 36 equipes divididas em quatro chaves com nove em cada uma. Ficou no grupo com Atlético-MG, Internacional, Corinthians entre outros e conseguiu se classificar para as oitavas de final.

A primeira participação do Criciúma entre os grandes do futebol brasileiro será meu destaque de amanhã neste espaço.

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João Nassif
Por João Nassif 31/10/2018 - 19:37Atualizado em 01/11/2018 - 16:41

Depois de muitas frustrações por não conquistar o ouro olímpico a seleção brasileira finalmente conseguiu em 2014 o único torneio internacional que ainda não havia vencido. 

Em alguns havia chegado muito próximo, disputando algumas finais, mas o de 1988 foi a mais dolorosa quando foi derrotada pela União Soviética numa campanha que sobrou em emoções, faltando apenas a finalização para a conquista do ouro.

Brasil x URSS final olímpica em 1988

Entre outros destaques a seleção treinado por Carlos Alberto Silva contava com Romário e Bebeto iniciando suas caminhadas pelos gramados do planeta, culminando com o título do Mundial de 1994, com Taffarel já mostrando o grande goleiro que em breve seria titular da seleção principal e também campeão do mundo, com Geovane meio campista do Vasco considerado o melhor jogador das Olimpíadas de Seul. 

Na primeira fase o Brasil foi o primeiro colocado em seu grupo com três vitórias sobre a Nigéria por 4x0, Austrália por 3x0 e Iugoslávia por 2x1.

Nas quartas de final despachou a Argentina com vitória por 1x0 e nas semifinais venceu a Alemanha Ocidental nos pênaltis por 3x2. Neste jogo surgiu o fenômeno Taffarel que pegou um pênalti no tempo normal quando o jogo estava empatado em 1x1 e pegou mais dois na decisão.

A final foi contra a União Soviética e nova frustração por não ter conseguido a medalha de ouro. Os soviéticos venceram por 2x1 na prorrogação. 

Com sete gols Romário foi o artilheiro das Olimpíadas de 1988 na Coréia do Sul.   
 

João Nassif
Por João Nassif 31/10/2018 - 08:08Atualizado em 31/10/2018 - 08:08

Foi traumática a eliminação do Grêmio da Libertadores. 

Traumática pelas circunstancias de uma classificação praticamente garantida para a frustração de uma Arena lotada e confiante em mais uma final que poderia gerar um tetracampeonato no torneio.

O futebol tem o poder de fazer resultados quando menos se espera e isso causa um trauma que ficará para sempre marcado na memoria de todos que o acompanha.

Voltando alguns anos no tempo, em 2012 nas quartas de final, Diego Souza, hoje no São Paulo e à época jogador do Vasco da Gama perdeu o gol da classificação cara a cara Cássio e o Corinthians ressuscitou para vencer sua Libertadores. Agora foi a vez do atacante Everton, que na frente do goleiro argentino não conseguiu fazer 2x0 e garantir a classificação.

Mesmo assim o Grêmio tinha o controle do jogo, continuou com sua postura defensiva e não corria riscos até que uma falta quase frontal, uma bola jogada na área foi o início da virada que seria concretizada num pênalti marcado com o auxílio do VAR. 

Até aqui apenas a descrição do que era visto por todos.

Minha opinião, o Grêmio jogou como time pequeno não entendendo o ambiente e o próprio adversário. Se na Argentina jogando para empatar e conquistando uma vitória simples na aposta da bola parada, em casa teria que ter pelo menos mais ambição, não fugir de seu estilo que lhe rendeu avaliação de melhor time do Brasil na atualidade. 

Mas, não. Botou o regulamento debaixo do braço e foi derrotado por um time infinitamente superior no confronto e viu cair por terra o planejamento para levantar outra taça. E não cabe o choro do técnico, responsável pela postura do time e as acusações feitas sobre a arbitragem. Prefiro as palavras do goleiro Marcelo Grohe, sóbrias e reconhecendo o adversário e o acerto na marcação do pênalti.
 

João Nassif
Por João Nassif 30/10/2018 - 22:50

Em números absolutos em duas Copas do Mundo foram registrados o maior número de gols. A primeira em 1998 na França e a outra, a segunda, em 2014 aqui no Brasil. Em ambas foram marcados 171 gols em 64 jogos com média de 2,67 gols por jogo.

Em função do regulamento que foi alterado várias vezes pelo número de participantes em muitos Mundiais a média de gols por jogo também variou assim como o número de gols marcados.

Por exemplo, a Copa com a maior média de gols foi a de 1954 na Suíça quando foram marcados 140 gols em 26 jogos, deu a média de 5,4 gols por jogo.

No terceiro Mundial da história, em 1938 na França em 18 jogos os ataques marcaram 84 gols. Média de 4,67 gols por jogo.

Seleção húngara em 1954

A Hungria em 1954 marcou 27 gols em cinco jogos e carrega até hoje o maior número de gols marcados por uma seleção em uma única edição de Copa do Mundo.

A Copa de 1982 na Espanha que registrou a maior goleada de todos os tempos na vitória da Hungria sobre El Salvador por 10x1 a média de gols ficou em 2,81. Em 52 jogos foram marcados 146 gols. Até agora em 21 Mundiais disputados na história já foram realizados exatos 900 jogos e marcados 2.548 gols o que dá a média de 2,64 gols por jogo.

A seleção brasileira tem o recorde de gols marcados em todos os Mundiais. Marcou 229 gols em 109 jogos.