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Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 21/11/2017 - 09:00

Toda empresa recebe críticas ruins, mas é possível usá-las de forma positiva.

Você sabia que 88% dos consumidores consideram que comentários on-line de desconhecidos são tão confiáveis ​​como as recomendações pessoais?

Isso significa que as empresas devem tentar obter apenas avaliações positivas para conquistar seus clientes, certo? Não, necessariamente.

As avaliações negativas podem ser tão úteis quanto as positivas para influenciar clientes potenciais. Se você acha difícil de acreditar nisso, continue lendo para entender como que as críticas ruins podem ser boas para sua empresa:

 

1. Críticas negativas destacam as positivas

Um dos impactos mais significativos das críticas negativas é que eles fazem as opiniões positivas dos clientes parecerem melhores, pois os potenciais clientes podem fazer a comparação antes de comprar.

Quando você exibe as avaliações ruins, há uma chance muito melhor de as pessoas acreditarem nos comentários positivos.

 

2. Comentários ruins levam a decisões de compra informada

Antes de tomar uma decisão de compra, as pessoas geralmente comparam as vantagens e desvantagens da compra do produto.

Isso significa que é seu dever garantir que eles possam ver algumas das reclamações de outros clientes. Isso os ajudará a tomar uma decisão informada, o que pode resultar em menos queixas e devoluções.

Em alguns casos, as avaliações negativas podem não ser sobre o próprio produto, mas algo relacionado à experiência de compra do cliente ou talvez o produto não seja o que a pessoa procurava. As avaliações negativas ajudam a estabelecer expectativas realistas, que avaliações positivas podem ser incapazes de fazer.

 

3. Comentários negativos ajudam a criar confiança

Algumas empresas podem tentar imediatamente esconder qualquer feedback negativo que apareça e deixar apenas as boas críticas. Entretanto, quando todos os comentários que você obtém são positivos, os clientes potenciais podem pensar que você está escondendo algo.

Todos os negócios ou produtos podem ter falhas. Algumas críticas ruins não impedem necessariamente que as pessoas comprem seu produto, mas se não houver comentários que mencionem uma falha sequer os consumidores podem desconfiar.

 

4. Comentários negativos são oportunidades para fidelizar os clientes

Quando você recebe uma crítica negativa, o que você faz? Alguns empresários podem excluir o comentário imediatamente, outros ainda podem piorar a situação respondendo a eles com raiva e xingamentos. Nenhuma dessas opções resolverá o problema e tampouco ajudará seu negócio a ganhar a confiança de potenciais clientes.

Entretanto, em muitos casos você pode transformar uma crítica ou reclamação em algo positivo respondendo e solucionando o problema.

Esta é uma excelente maneira de mostrar quão receptiva sua empresa é para as queixas dos clientes. Isso dará aos potenciais clientes a segurança de saber que tiverem problemas você irá ajudá-los.

Assim, você pode transformar um cliente infeliz em um fiel defensor.

 

5. Comentários negativos ajudam você a aprender com seus erros

Avaliações ruins podem ajudá-lo a entender o que você está fazendo de errado e onde você tem que melhorar. Eles o ajudam a ver as coisas do ponto de vista do seu cliente, o que é importante para o crescimento do seu negócio.

Você pode usar os comentários dos clientes para reexaminar seus processos e buscar maneiras de melhorá-los.

Clientes são especialistas em encontrar problemas e você deve se tornar especialista em resolvê-los.

 

Agora você sabe que as críticas negativas não são necessariamente ruins, como você tem respondido às críticas que recebeu?

O que melhorou em sua empresa e quais foram os resultados? Por favor, compartilhe conosco suas experiências nos comentários.

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 14/11/2017 - 09:00

Sua empresa já fez o planejamento para 2018? Uma análise de SWOT pode ajudar e muito na hora de fazê-lo.

Conhecer sua própria empresa é extremamente importante para se ter sucesso. A partir daí, analisar os mais diversos aspectos que englobam uma área são vitais para o desenvolvimento e o aprimoramento da mesma.

As mudanças no mercado são uma realidade e da forma como padrões de consumo mudam, algumas demandas somem e outras crescem. Por isso, um negócio de sucesso precisa se manter e se atualizar a partir dessas mudanças.

SWOT é um estudo abrangente que analisa a competitividade de uma empresa com base em suas Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. Uma análise SWOT ajuda um empresário a identificar o que está fazendo bem, onde pode melhorar e como ele está no mercado e como está a concorrência.

Qual é o objetivo de realizar uma análise SWOT?

A realização de uma análise SWOT ajuda a entender completamente o seu negócio, apresentando um ponto de vista das operações da empresa por um ângulo diferente. Para novas empresas, essa análise é fundamental para o processo de planejamento da organização. No entanto, pode ser realizada a qualquer momento.  A análise de SWOT é uma das formas de ajudar uma empresa a descobrir se o negócio está no caminho certo.

Forças e fraquezas (Strengths and Weaknesses)

O componente de força e fraqueza do SWOT é interno ao negócio. Como exemplo, uma força pode ser a propriedades de marcas e patentes, conhecimento de mercado, qualidade dos produtos, enquanto falta de recursos financeiros, baixa qualidade de mão de obra ou a localização física ruim podem ser uma fraqueza significativa. Conhecer as forças e as franquezas podem ajudar muito a empresa  a melhorar os aspectos que precisam ser melhorados e maximizar aqueles que já são fortes. Saber é o primeiro passo para mudar.

Oportunidades e Ameaças (Opportunities and Threats)

Oportunidades e ameaças geralmente são externas à organização. Um exemplo de uma oportunidade é o potencial de um novo mercado, descobrir um novo fornecedor, enquanto uma possível ameaça pode ser um novo concorrente, uma mudança tecnológica ou uma mudança de regra tributária.

Conhecer as oportunidades e ameaças pode ser vital para se prevenir de siotuações sem saída no futuro.  Neste caso também saber é o primeiro passo para mudar.

Quem deve participar da análise SWOT?

Uma análise SWOT só é eficaz se leva tudo em consideração. Nenhuma área da empresa deve ser deixada de fora, tornando importante incluir representantes de todos os departamentos ou equipes. A análise pode trazer questões à luz que não estavam anteriormente no radar de uma empresa. Se sai empresa for pequena pode ser muito produtivo trazer um consultor para mediar o trabalho.

Como realizar uma análise SWOT

Comece fazendo uma lista de pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças.

Considere realizar uma sessão de brainstorming em grupo para identificar fatores em cada categoria.

Você também pode pedir a cada membro da equipe que faça sua própria lista e compartilhe e compile os resultados.

Não se preocupe com a elaboração dos fatores de cada categoria na primeira tentativa. Comece com pontos marcantes para identificar fatores relevantes em cada categoria.

Uma vez que o brainstorming esteja completo, crie uma versão final da análise SWOT listando todos os fatores em cada categoria com a maior prioridade colocada na parte superior e inferior na parte inferior.

Terminei a matriz… E agora?

A análise sem ações não tem serventia alguma. A avaliação de todos os fatores internos e externos relacionados ao seu negócio deve ajudar nas tomadas de decisão.

A dica é ver como as forças, as fraquezas, as ameaças e as oportunidades se relacionam entre si.

O objetivo é maximizar os pontos positivos e minimizar os negativos.Cada força, fraqueza, ameaça e oportunidade deve ser trabalhada como um plano de ação.

No fm das contas, a análise SWOT resulta em um grande aprendizado sobre a sua empresa e o seu mercado.  Aproveite esta ferramenta não só para a tomada de decisões, mas também para conhecer a fundo o seu negócio e envolver seus colaboradores nesse conhecimento.

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 06/11/2017 - 09:00

A percepção sobre o atendimento de sua empresa se espalha. A velocidade vai depender do sentimento que seu atendimento tem despertado nas pessoas.

Lembre do ditado:" Quem bate esquece, quem apanha não."

O marketing boca a boca negativo é como um vírus e ele se propaga muito rapidamente.

Todos devem conhecer aquela máxima que uma pessoa bem atendida fala para 2 ou 3 e uma má atendida fala para mais de 10, etc. Philip Kotler, guru e grande estudioso de marketing, diz que as 10 pessoas para quem o insatisfeito falou ainda falam para mais 5 outras pessoas, aumentando ainda mais o barulho.

Fiz uma pequena conta em cima dos dados acima, imagine que 1 pessoa por semana saia de uma determinada empresa insatisfeita com o atendimento.

Veja o que acontece se cada uma dessas pessoas ao longo de 1 ano falar para 10 que falarem para mais 5:

1 pessoa por semana: 54 semanas, portanto 54 pessoas.

54 X 10: 540 pessoas saberão diretamente a história de um amigo que foi mal atendido.

54 X 10 X 5: 2.700 pessoas saberão indiretamente a história de um amigo de um amigo que foi mal atendido.

E nem estou contando com as Redes Sociais. E estou falando de apenas 1 pessoa por semana.

Dias atrás pelo Facebook, li a reclamação da amiga de uma amiga sobre o péssimo atendimento recebido em uma loja. Li a tarde, ela tinha feito o post pela manhã e já tinha mais de 200 comentários e mais de 100 compartilhamentos. No meio dos comentários, que tive o cuidado de ler todos, tinha o posicionamento da gerente da empresa em questão. Eram 2 comentários, se justificando e pedindo desculpas, em meio há mais de 200 comentários se solidarizando e outros dando seus depoimentos mau atendimento na mesma loja.

Milhares de pessoas em único dia tinham visto a reclamação, centenas comentaram, se solidarizaram e curtiram. Quantas tinham visto o posicionamento da empresa? Pouquíssimas!

Centenas compartilharam a reclamação. Quantas compartilharam o posicionamento da empresa? Nenhuma!

Isso significa meus caros gestores que, assim como dos vírus, a melhor atitude é a prevenção. Não só porque, “Prevenir é melhor do que remediar”, porque é provável que não tenha remédio. Uma vez que uma loja seja taxada de antipática ou de tratar mal seus clientes é provável que não tenha oportunidade de se defender.

Por que? Porque as pessoas não irão lá e dar esta oportunidade, portanto a melhor coisa a se fazer é evitar que isso aconteça.

Cuide do atendimento de sua empresa 

Defina claramente seus valores e padrões mínimos de tratamento às pessoas.

Capacite constantemente seus colaboradores. Uma palestra motivacional por ano não vale.

Monitore o atendimento para perceber se os treinamentos e as pessoas estão dando resultado.

Faça pelo menos um Pós Vendas por dia, para evitar que uma vez que o mau atendimento tenha acontecido, que ele não se propague.

Todo mundo diz que atendimento é tudo, então pare de falar e comece a fazer.

Pense nisso.

Deixe seu comentário, como você cuida do atendimento de sua empresa.

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 31/10/2017 - 09:00

Sempre digo aos nossos clientes que a marca de uma empresa não é o que o dono acha que ela é ou o que a sua missão e visão as suas propagandas, dizem.

Para mim o que constrói a marca de uma empresa é soma das percepções das pessoas que fizeram negócios e ou relacionamentos com ela.

As empresas tem que ter como foco a experiência do cliente. É das experiências vivenciadas que os clientes vão lembrar e vão falar para os seus amigos. 

É provável que não falem dos produtos somente, mas de como usam eles.

De como os ajudam a resolver problemas ou a melhorar sua vida e ou como gostam de fazer negócios com a empresa. 

O que é que uma seguradora vende? Seguro. 

Agora o que é que os clientes compram de uma seguradora? Seguro? Não.

Compram tranquilidade, conforto, segurança, é isso que eles compram.  

Uma pessoa não compra um seguro, ela compra o conforto de se acontecer algo com o carro, por exemplo, ela não ter que se preocupar. Não é isso?

Muitas vezes as empresas atraem clientes com estratégias para vender seus produtos e não focam em porque os clientes deveriam comprar, em como seus produtos irão tornar a vida das pessoas melhor. 

É necessário trocar de lugar e ver com os olhos dos clientes, ou melhor, das pessoas por trás dos clientes.

A satisfação de um cliente é a diferença entre a expectativa criada e a experiência vivida. Se forem iguais, sua empresa não fez mais que a obrigação é aquele 7 pra passar. Só que isso não gera lealdade.

 Se o resultado desta equação for positivo, sua empresa ganha marketing boca a boca positivo e gratuito.

No entanto, se a expectativa criada pela empresa na hora de atrair os clientes não for vivenciada no ponto de venda, seus clientes ficarão descrentes da empresa e é provável que você gere marketing boca a boca negativo.

Sua empresa tem certeza que está entregando o que prometeu as pessoas que atraiu? 

Isso é sério, pois irá gerar a imagem e reputação do seu negócio.

Pare de tentar ser interessante somente e seja interessado.

Pense nisso.

Até o próximo post.

 

 

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 24/10/2017 - 09:00Atualizado em 24/10/2017 - 18:39

Os produtos estão cada dia mais parecidos, os ciclos de vida do produto estão diminuindo, o comércio local, nacional e global está numa concorrência crescente e a internet reduziu as barreiras à entrada em muitas indústrias e países. Portanto, a necessidade de inovar é mais vital do que nunca.

A pergunta é: Preciso inovar, fazer diferente, mas como começar?

Para você implantar a inovação na sua pequena empresa, aqui estão 5 ideias:

Faça algo diferente

Nade contra a correnteza. Todos os negócios estão fazendo coisas da mesma maneira? Não, então Talvez haja uma necessidade inexplorada, onde seus concorrentes estão faltando ou falhando.

Por exemplo, uma rede de merceariasrecentemente criou um caixa para pagamento especial apenas para lanches saudáveis.

Outro exemplo, o Laboratório Burigo paasou a usar óculos de realidade virtual para distrair as crianças enquanto elas estão recebendo vacinas.

Enfrente seu medo da mudança

Nós desejamos e experimentamos coisas novas como consumidores todos os dias, mas como donos de empresas, muitas vezes tememos implementar novas ideias. Crie uma cultura pessoal que integre e comemore mudanças para incentivar iniciativas mais inovadoras em você e em sua equipe. Se você não pensar em inovar, não vai inovar.

Ouça os clientes

Se você sentir pouca energia criativa, converse com seus clientes regularmente ou faça uma pesquisa por telefone ou online. Esta é uma chave para muitos dos produtos mais recentes da Procter & Gamble, por exemplo.

Adicione serviços incomuns

Você não precisa ser um inventor para ser inovador - basta adicionar um serviço que tradicionalmente não é oferecido em sua indústria. Por exemplo, crie um serviço de entregas ou de vendas condicionais ou ainda uma estação de carregamento de celulares.

Coloque as ideias em prática

Não faça como a Kodak, que sentou em cima de sua invenção de câmera digital até que os concorrentes fizeram antes dela. Uma vez que você tenha uma ideia inovadora, coloque em prática, promova-a e melhore-a.

Como você inova em sua pequena empresa? Deixe um comentário e diga-nos como você faz isso acontecer.

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 17/10/2017 - 09:00

Para um proprietário de uma loja de varejo, pode ser comum sentir-se frustrado quando as vendas estão baixas ou quando não te gente o suficiente entrando em sua loja.

Por isso vou deixar aqui 6 dicas que você poderá colocar em ação imediatamente e preparar o caminho para um bom natal e um 2018 melhor ainda.

As dicas listadas abaixo só funcionarão se você escolher uma ou mais delas e colocá-las em prática.

 

1. Dê às pessoas uma razão para ir à sua loja

Use seu cadastro, mande mensagens e whatsapp, ligue para seus clientes pergunte como estão. Envie bônus para clientes que há tempos não compram de você.

Faça Pós Vendas, isso cria diferenciais em relação a concorrência

Crie eventos exclusivos,faça ações para atrair clientes com itens limitados.

 2. Concentre-se em como você vende o que você vende

Avalie o seu atendimento, observe diariamente sua equipe trabalhando e interagindo com clientes. Passamos de uma economia baseada na escassez de bens e serviços para um que oferece uma abundância inimaginável.  Qualquer produto que você venda pode ser obtido em outro lugar. Os produtos vêm e vão, mas sempre haverá mercado para quem atende muito bem.

3. Entenda que cadastro de clientes é tudo!

Em 50% de tudo que é faturado no varejo não há a identificação do cliente. Quanto de suas vendas estão associadas a um cliente cadastrado?

Foque em atualizar e manter seu cadastro atualizado, isso é vital para toda e qualquer estratégia de atração de clientes a baixo custo.

4. Nunca pare de pesquisar e analisar

Nunca pare de analisar, pesquise suas vendas ou a falta delas. Analise os dias anteriores, compare com meses anteriores e até anos. Pesquise o seu estoque e o que tem mais vendido. Pesquise sua concorrência e veja o que tem feito, aprenda com seus acertos e erros.

 Pesquise seus atuais clientes e os clientes que deseja conquistar.  Pesquise novas formas de fazer marketing.

Pesquise seus funcionários antes da contratar, a melhor hora de demitir é antes de contratar. Pesquise e coloque em prática técnicas de vendas e atendimento ao cliente para ajudá-lo a ter sucesso.

Nunca pare de pesquisar e analisar.

 5.  Conecte o Offline com o Online

Quase todo o conhecimento humano está disponível na ponta dos dedos, o comprador de hoje é muito mais rápido do que nunca. Para atender a esses compradores é fundamental ter uma presença digital.

Quando os varejistas pensam sobre seu marketing digital, eles não devem apenas pensar em termos de ecommerce, muitas vezes sua loja sequer é encontrada no Google. Crie eventos na sua página do Facebook para divulgar promoções. Muitas vezes seus clientes estão em sua loja, faça os amigos dele saber que ele está lá.

# 6 Conte uma história visual

Se você está em um excelente ponto com muito tráfego, ótimo, mas não deixe de ter uma vitrine atrativa e mutante.  Tem varejista que não troca uma prateleira de lugar há 10 anos. Sua loja, sua vitrine devem contar histórias. Sua vitrine deve ser seu convite para os passantes, deve fazê-los virar o pescoço.

 

Estas são apenas algumas dicas. Pronto para tomar alguma ação?

Conhece outras dicas, deixe na seção de comentários abaixo.

Vamos nos ajudar!

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 15/10/2017 - 16:56Atualizado em 15/10/2017 - 17:49

Empresários que estão procurando estratégias de crescimento podem considerar a possibilidade de "franquear" seus negócios.  A seguir, descrevo algumas oportunidades e desafios associados a tal estratégia.  Espero que ela  provoque algumas reflexões e lhes estimule a estudar mais sobre o assunto  e sobre as questões envolvidas.

O que é franchising?

Franchising é uma estratégia de expansão de negócios que provou oferecer um crescimento rápido e com riscos calculados, mas razoavelmente reduzidos.  É uma forma de expansão de marca, de canal de distribuição e de aumentar o poder de compra junto a fornecedores.

Normalmente, uma empresa de franchising (um "franqueador") concede suas marcas, seu know how e modelo comercial estabelecido para "franqueados". Esses franqueados adotam esse modelo de negócios, incluindo a marca e depois operam em novos mercados. O modelo de negócios do franqueador muda para um modelo de "suporte" em vez de "operacional". Reconhecimento de marca e receitas aparecem como resultado para o franqueador, mas para que o franchising seja um sucesso, deve haver benefício mútuo.

Franchising é uma parceria de longo prazo e as empresas que desejam ser bem-sucedidas devem reconhecer a verdadeira natureza do relacionamento e as responsabilidades de cada parceiro.

Normalmente, um franqueador exigirá de um franqueado:

-comprometimento;

-uma licença ou taxa de compra;

-uma porcentagem das vendas ou lucros;

-exclusividade ou não-concorrência;

Em contrapartida, os franqueados normalmente recebem:

-treinamento inicial;

-manuais de operações;

-um "território";

-suporte contínuo;

-apoio de marketing nacional e / ou regional;

-uma licença de marca registrada;

-Dependendo do tipo de franquia, o acordo também pode incluir provisão de produtos, matérias-primas ou suprimentos.

Franquear não é para todo e qualquer negócio, se o seu negócio possui alguma das características abaixo, é possível que ele não seja franqueável:

-um produto ou serviço que provavelmente só terá um mercado de curto prazo ou um pequeno nicho de mercado que só existe em uma área geográfica limitada;

-um negócio que gera baixas margens brutas;

-um negócio "baseado em personalidade" que depende excessivamente da figura do dono e não da marca;

-um negócio governado por questões regulatórias e legislação que representaria desafios para franqueados, não serve para substituir representação comercial.

Características típicas de uma empresa que é franqueável:

-Marca: o núcleo de uma operação de franquia de sucesso é a marca. Os franqueadores devem ter uma marca com a qual as pessoas desejam comprar e estar associadas e tem de haver uma estratégia para o investimento contínuo na marca;

-Uma proposta de vendas convincente: uma empresa deve ter uma proposta de venda clara que seja compreendida e facilmente comunicada. Quer se baseie em preço, qualidade, serviço, disponibilidade ou qualquer outra coisa - a proposição deve ser consistente;

- Processos do negócio escritos e estruturados: uma empresa que desenvolveu processos de qualidade, consistentes e documentados para criar ou entregar seus produtos e / ou serviços.

-Consistência de produtos e serviços: os produtos ou serviços em si não precisam ser únicos ou mesmo melhores da classe, mas precisam ser consistentes na qualidade, preço e disponibilidade.

-Modelo replicável: os franqueados não estão apenas vendendo um produto ou serviço, mas uma maneira, um modelo de negócios comprovado. Empresas que não desenvolveram seus processos de negócios detalhadamente terão dificuldade em encontrar e depois gerenciar os franqueados.

-Experiência comprovada: embora não seja impossível, vender um "conceito" para um potencial franqueado é uma tarefa mais complexa. Os franqueados querem ver um produto ou serviço comprovado entregue a um mercado comprovado antes de investir seu dinheiro.

-Localização geográfica: se uma empresa já puder operar independentemente em locais diferentes, enquanto usa processos e métodos comuns, então há a base para estender esse modelo a uma operação de franquia.

Franchising é um modelo de negócios comprovado que pode gerar crescimento consistente e acelerar a penetração no mercado. No entanto, é uma estratégia para as empresas que entendem claramente qual é a base do seu sucesso e são capazes de repetir esse modelo várias vezes em outras praças e situações.

 

 

 

Claiton Pacheco Galdino
Por Claiton Pacheco Galdino 03/10/2017 - 11:44

As empresas que sobrevivem e crescem são aquelas que são as mais criativas e inovadoras. Essas organizações não só copiam o que os outros fazem,  elas usam ideias inovadoras de outras como inspiração para si e criam coisas novas. Elas tendem a se distanciar de concorrentes ao invés de competir com eles. E se veem outra empresa copiando o que elas fazem, elas criam algo novo e melhor.

Gostaria de ser uma dessas organizações? Você pode ser.

 Na verdade, todas as empresas podem ser mais criativas e inovadoras independentemente da sua experiência, produto ou serviço. Quando você aplica criatividade e inovação a todos os aspectos do seu negócio, você pode ficar à frente de um mercado em mudança e da competição.

O que é Criatividade?

A criatividade é uma função de conhecimento, curiosidade, imaginação e avaliação. Quanto maior a sua base de conhecimentos e nível de curiosidade, mais ideias, novos processos e estratégias você pode criar.

O que é Inovação?

Entretanto, ter o conhecimento não garante a inovação , é preciso colocar em prática. Inovação é, acima de tudo, execução.

Perceba que a criatividade e a inovação são diferentes. A criatividade refere-se à geração de ideias novas. A inovação refere-se à aplicação de uma ideia. Em outras palavras, a inovação é a criatividade aplicada.

Para começar nosso blog vou deixar aqui 10 estratégias para aumentar sua criatividade e inovação:

1-Pessoas verdadeiramente criativas fazem muitas sinapses, porque desenvolveram em si a capacidade de observar e cruzar as informações. Leia muito, leia coisas que você normalmente não lê, visite concorrentes, viaje para outras cidades e países, tudo isso para “afiar seu machado”;

2-A inovação é baseada no conhecimento, portanto, você precisa expandir continuamente sua base de conhecimento;

3-Suas crenças e percepções podem limitar seu raciocínio. Tenha cuidado com a forma como você está percebendo as coisas. Em outras palavras, fuja do “eu sempre fiz assim”;

4-Pratique mentalmente suas ideias, imagine ela colocada em prática. Como seria a reação dos clientes, funcionários e concorrentes. Lembre que toda ação tem uma reação;

5-Deixe suas ideias "incubarem" um pouco, dê uma pausa a elas e volte. Quando voltar irá perceber defeitos que não tinha percebido;

6-Experimente, teste o máximo que puder, colocar em prática faz surgir problemas que você não tinha percebido na fase de ideação;

7-Veja os atuais processos como passiveis de serem melhorados sempre. Tome cuidado para não se acomodar com processos que estão funcionando bem há muito tempo;

8-Defina o problema completamente. Quando você define o problema real, você pode resolvê-lo e seguir em frente, porque todos os problemas têm soluções;

9-Olhe para onde os outros não estão olhando para ver o que os outros não estão vendo;

10-Perceba a hora de parar de ter ideias novas para resolver um problema. Muitas vezes, apresentamos várias ideias e começamos a inovar e então temos mais ideias e nunca colocamos uma em prática;

Você pode ter sucesso no mundo atual e futuro, mas precisará fazer diferente e melhor do que fez até agora. E lembre, se você estiver sendo copiado pelos concorrentes isso é um bom sinal de que está no caminho certo. Não pare.

O problema é quando pararem de lhe copiar.

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