Parece evidente que os dois lados não querem greve na Afasc. Nem os professores, nem a direção da Afasc.
Prefeitura, muito menos.
Todos querem acordo. Mas, agora, depois de tudo o que aconteceu, e foi dito, chegar lá nao é uma caminhada simples.
O presidente do Sindicato dos professores, José Argente Filho, disse hoje na Som Maior: "os professores não querem greve, querem acordo"
O advogado da Afasc, Alexandre João, fez discurso semelhante: "nós queriamos e queremos acordo, e estamos abertos para negociação".
Os dois lados demonstram estar cientes que, diante das peculiaridades do caso, a judicialização não é interessante para ninguém. Porque ninguém sabe quanto tempo vai demorar, e muito menos o que vai sair de lá.
Os professores, se estivessem firmes e irredutíveis na decisão de fazer greve, teriam comunicado oficialmente a Afasc no dia seguinte da assembléia, terça-feira, e iniciado a contagem do prazo de 48h.
Mas, eles ainda não fizeram o comunicado, só devem fazê-lo na segunda-feira, e esticaram o prazo para 72h. Ou seja, se tiver greve, só a partir de sexta-feira da próxima semana.
Traduzindo: abriram a porta para um acordo.
Diferente de ontem, hoje as duas partes estão conversando. Até o fim da semana podem surgir fatos novos.
E pelo novo clima, muita água deve ser jogada na fervura para criar um clima de possivel acordo.
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