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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Alex Maranhão 31/12/2025 - 08:55 Atualizado em 31/12/2025 - 09:21

 

O Criciúma Esporte Clube atravessa um momento de transição. Não apenas de ciclo esportivo, mas de mentalidade. Depois de um 2025 aquém do que o torcedor carvoeiro esperava — com o acesso ficando pelo caminho — o Tigre inicia um novo capítulo, sustentado por planejamento, responsabilidade financeira e uma visão clara de futuro.

 

À frente desse processo está Éder Citadin, executivo de futebol do clube, ídolo da torcida e hoje uma das figuras centrais na reconstrução do futebol carvoeiro. Em conversa com Alex Maranhão, Éder compartilhou com franqueza o diagnóstico do último ano e, principalmente, o caminho que o Criciúma pretende trilhar em 2026.

 

“2025 não foi o ano que o clube planejou. Fizemos um esforço muito grande, inclusive financeiro, mas o futebol nem sempre devolve na mesma proporção. O acesso era um objetivo claro e não foi alcançado”, admite Éder. Apesar da frustração esportiva, o executivo faz questão de destacar que o clube não abriu mão de princípios fundamentais. O Criciúma, segundo ele, escolheu crescer sem comprometer o próprio futuro.

“Existe um trabalho sério sendo feito. A comissão técnica, liderada pelo Eduardo Baptista, tem total respaldo. É um profissional de altíssimo nível. Temos um elenco comprometido, que entende o peso da camisa e o tamanho da instituição que representa.” A mudança mais profunda, no entanto, não está apenas no elenco ou nas peças de campo. Está na mentalidade. Éder fala com convicção sobre a necessidade de construir uma cultura vencedora, sustentável e alinhada à realidade financeira do clube.

 

“Queremos implementar uma mentalidade vencedora. Isso passa por organização, por respeito às finanças e por decisões responsáveis. Não adianta buscar resultados imediatos sacrificando o amanhã.”

 

Nesse processo, o papel da diretoria é central. O presidente Canella e Matheus Benetton são citados como pilares de uma gestão que trabalha incansavelmente para gerar recursos, equilibrar contas e dar o suporte necessário ao futebol.

“O presidente e o Mateus têm sido incansáveis. Existe muito cuidado com as finanças do clube, e isso precisa ser respeitado. O Criciúma só vai crescer se continuar honrando seus compromissos e planejando com responsabilidade.”

 

Para 2026, o discurso é claro: competitividade, organização e ambição na medida certa. O torcedor pode esperar um Tigre forte no Campeonato Catarinense e preparado para uma Série B dura, longa e extremamente exigente.

“Teremos um Estadual forte e uma Série B muito competitiva. Esse é o compromisso. Não prometemos milagres, prometemos trabalho, entrega e seriedade”, reforça.

 

Voltar ao Criciúma em um cargo estratégico carrega, para Éder tem um peso emocional que vai além da função executiva.
-É pertencimento.

-É identidade.

-É responsabilidade.

“Estar de volta ao comando do futebol do clube é uma alegria imensa. Poder colaborar, fazer parte desse processo, me orgulha e me motiva a entregar sempre o meu máximo em prol da instituição.” E deixa um recado direto ao torcedor carvoeiro, que conhece como poucos:

 

“É isso que o torcedor pode esperar de cada profissional que estiver aqui: compromisso, respeito e entrega total. O Criciúma é maior que qualquer nome. É uma causa.” O Tigre não promete atalhos. Promete caminho. Planejamento. Trabalho duro. E uma reconstrução feita com os pés no chão e os olhos no futuro.

 

Que 2026 seja o ano em que o Criciúma transforme aprendizado em força. E movimentos estratégicos em resultados.

 

Vida longa ao maior Tricolor do Sul do mundo.E boas festas a todos.

 

Alex Maranhão

Esporte & Negócios

 

Por Alex Maranhão 29/12/2025 - 08:11 Atualizado em 29/12/2025 - 08:15

O futebol brasileiro vive hoje uma realidade inflacionada. Salários anuais milionários, luvas fora da curva, comissões agressivas e uma lógica perigosa que se repete nos bastidores: “resolve agora, a conta a gente vê depois”.

Esse modelo já derrubou clubes grandes.
E o Criciúma precisa estar muito atento para não repetir em 2026 os erros cometidos em 2025. O ano passado tinha tudo para ser tranquilo para o Tigre. Busca pelo tri Catariense, Copa do Brasil e acesso, com Elenco competitivo, ambiente favorável, planejamento possível, margem para ajustes pontuais.
Mas o que se viu na prática foi diferente.Contratações equivocadas.
Pouco retorno técnico.
Nenhum salto de performance coletiva. Alguns vexames inesquecíveis pelo torcedor.  E, em contrapartida, um peso significativo nas finanças do clube.

Sem citar nomes - porque o debate aqui é gestão, não pessoas, houve pelo menos 04 casos de atletas contratados com cifras muito acima do mercado, salários acima dos 100 mil reais mensais, cujo retorno esportivo ficou aquém do esperado.

São bons jogadores?
Sim.
Têm mérito?
Claro que têm.

O problema nunca foi o porquê das contratações.
O problema sempre foi como elas foram feitas. Valores descolados da realidade do clube, sem lastro esportivo proporcional e sem margem de erro financeiro.

Lembro de uma conversa franca que tive com um ex-presidente do Criciúma e ótimo Gestor Vilmar Guedes. Na época, o clube estava bem na Série A, organizado, com dinheiro em caixa. Eu questionei sobre investir mais pesado no elenco.

Ele respondeu com uma frase que ficou marcada:
“Maranhão, precisamos ser prudentes. Senão, em pouco tempo, voltaremos a passar o pires.”

Confesso: na hora, discordei.
Achei que aquele era o momento de investir forte em material humano de qualidade  para manter o clube na elite.

Um ano e meio depois, ele estava certo.Hoje, o Criciúma vive uma realidade bem diferente. Dificuldade para fechar contas, cenário desafiador e decisões que precisam ser ainda mais cirúrgicas.

Salários acima de 100 mil reais não são proibidos. Mas precisam ser exceção, não regra.Se forem feitos, que sejam para atletas realmente diferenciados, com números atuais, impacto imediato e capacidade de resolver problemas dentro de campo.Mesmo assim, desde que não comprometam a saúde financeira do clube.

Esse precisa ser o critério:
➡️ desempenho acima da média
➡️ custo compatível com a realidade
➡️ risco controlado

Espero, sinceramente, que a gestão liderada pelo presidente Canella, Éder e sua equipe - pessoas apaixonadas pelo Criciúma, faça uma análise profunda, responsável e corajosa.Que se evitem armadilhas já conhecidas.
Que se oportunizem mais jovens.
Que o clube volte a errar menos fora de campo para competir melhor dentro dele.

Porque futebol não se ganha só com paixão.Se ganha com decisão certa, na hora certa.

-Pessoas melhores.
-Decisões melhores.
-Resultados diferentes.

É isso que o torcedor espera do maior Tricolor do Sul do mundo em 2026 boas festas a todos!

Alex Maranhão
Esporte & Negócios 

Por Alex Maranhão 25/12/2025 - 08:13 Atualizado em 25/12/2025 - 08:26

Nos bastidores do futebol e dos grandes negócios, o Criciúma Esporte Clube articula um movimento estratégico que pode marcar uma nova era em sua história. Trata-se da aproximação com Ricardo Faria, o Rei do Ovo empresário com raízes profundas em Criciúma e integrante da lista da Forbes entre os 21 homens mais ricos do Brasil.

A construção dessa possível aliança é liderada pelo ex-presidente Anselmo Freitas e pelo diretor de Novos Negócios do Tigre, Gilmar Cechet, com um objetivo claro e bem definido: apresentar a Ricardo Faria o enorme potencial que uma parceria comercial master com o Criciúma pode gerar em posicionamento de marca, visibilidade nacional e valor estratégico para a Granja Faria.

 

Do ponto de vista empresarial, o encaixe é evidente. O futebol segue sendo uma das plataformas mais poderosas de branding, conexão emocional e presença popular no Brasil. Para a Granja Faria, associar-se a um clube tradicional, com torcida fiel e identidade forte no Sul do país, representa a oportunidade de um salto relevante em percepção de marca, fortalecimento institucional e expansão de mercado em escala nacional.

 

Para o Criciúma EC, o impacto seria ainda mais profundo. Além do fortalecimento financeiro, essencial para competitividade esportiva, estabilidade administrativa e planejamento de longo prazo, a entrada de Ricardo Faria no ecossistema do clube abre portas para novos negócios, conexões estratégicas e projetos estruturantes. Vale lembrar: Faria é amigo pessoal de (Ronaldo Fenômeno), um dos maiores players do esporte-negócio global. Caso essa engrenagem passe a girar, o Tigre passa a dialogar, de fato, com o seleto grupo dos grandes negócios esportivos do Brasil, elevando sua marca a patamares jamais vividos no Heriberto Hülse.

Ao torcedor carvoeiro, resta agora uma esperança mais concreta e fundamentada de que o apoio master do Rei do Ovo se torne realidade. Se acontecer, será muito mais do que um patrocínio: será um divisor de águas para a alavancagem esportiva, a criação de um colchão financeiro sustentável e a expansão definitiva da marca Criciúma Esporte Clube no cenário nacional.

 

Que venham dias melhores para o Tigre

E que eles sejam Grandes!

 

Por Alex Maranhão 22/12/2025 - 08:09 Atualizado em 22/12/2025 - 10:52

A notícia caiu como um balde de água fria: Criciúma Esporte Clube e a UNESC não renovarão o contrato de patrocínio para as próximas temporadas.

No futebol de alto nível, onde a régua financeira é cada vez mais exigente, decisões duras fazem parte do jogo. O argumento econômico é compreensível. Mas o futebol,  quando visto com profundidade nunca foi só planilha.É preciso olhar o macro. Olhar a história. Olhar o contexto.

Foram cinco anos de parceria, iniciados nos tempos de vacas magras, quando permanecer ao lado do clube exigia mais convicção do que retorno imediato. A Unesc não era apenas uma marca na camisa. Era presença estrutural. Era parceria de verdade.

O Criciúma é, sem dúvida, a instituição esportiva mais conhecida do nosso estado . A Unesc, uma das maiores universidades de Santa Catarina. Juntas, construíram algo raro no futebol brasileiro: uma ponte sólida entre esporte e educação.

O aporte financeiro, muitas vezes, era o detalhe. Atletas das categorias de base tornaram-se bolsistas. Estudaram. Formaram-se. Estagiaram. Prestaram serviços ao clube, reduziram custos operacionais e, sobretudo, ampliaram horizontes. O jovem deixava de ser apenas atleta e passava a ser cidadão com futuro, com profissão, com dignidade além das quatro linhas. Esse valor não cabe em contrato. É intangível.

Quando essa união se encerra, não perde só o clube.Perde o esporte.Perde o jovem. Perde a região.

O futebol brasileiro precisa, urgentemente, reaprender a valorizar parcerias de longo prazo. O Mirassol Futebol Clube deu uma aula recente ao recusar uma proposta milionária de uma casa de apostas para manter o relacionamento com a Cimentos Poty, parceira fiel há 15 anos  desde a segunda divisão paulista até a vitrine máxima da Série A( como seu patrocinador master) Isso é visão. Isso é gratidão. Isso é estratégia.

Criciúma e Unesc representavam exatamente isso: dois gigantes caminhando lado a lado, entregando à sociedade algo que ia muito além do resultado de domingo. Entregavam oportunidade. Entregavam formação. Entregavam transformação.

O fim dessa parceria deixa um alerta claro para todo o ecossistema esportivo: futebol forte não se constrói apenas com dinheiro novo, mas com alianças leais, visão de longo prazo e compromisso com pessoas.Porque, no fim, o verdadeiro jogo é fora das quatro linhas. E ali, educação e esporte sempre jogaram no mesmo time.

Dias melhores ao nosso Tigre- Vida longa a Unesc.

Alex Maranhão 

Esporte & Negócios 

Por Alex Maranhão 15/12/2025 - 07:40 Atualizado em 15/12/2025 - 07:54

No futebol, resultados costumam ser o argumento final. No Criciúma, ao que parece, nem isso é suficiente. Gabriel Carvalho foi demitido mesmo sendo o responsável pela melhor campanha da história do clube nas categorias de base. Um fato. Documentado. Mensurável. Incontestável.

Nos últimos dias, as demissões no corpo técnico e diretivo do Criciúma EC se espalharam pela cidade acompanhadas de um discurso conhecido: renovação, mudança de mentalidade, redução de gastos. Palavras fortes. Bonitas. Necessárias, muitas vezes.

Algumas saídas, como as de Wilsão  e Serginho Lopes, até se enquadram nesse contexto. Profissionais competentes, mas que estavam há muito tempo nos cargos. E sejamos justos: a última grande safra de jogadores realmente preparados para o time principal foi entregue ainda em 2018, com Nino e Claudinho. Até aqui, o debate é racional. O que foge completamente à lógica esportiva é a demissão de Gabriel Carvalho.

Jovem, preparado, estudioso. Um treinador alinhado ao futebol moderno, atento às exigências táticas, físicas e comportamentais que o jogo atual impõe, especialmente na formação de atletas. Os resultados não deixam espaço para interpretação:

  • Tricampeão Catarinense Sub-20
  • Terceiro lugar na Copa São Paulo, a melhor campanha da história do Criciúma na competição
  • Acesso à Série A do Campeonato Brasileiro Sub-20.
  • Não se trata de promessa. Trata-se de entrega.

Em qualquer clube com visão de futuro e até fora do futebol , um profissional com esse histórico estaria sendo promovido, protegido e valorizado. No Criciúma, foi desligado. Na prática, o clube optou por abrir mão de um ativo estratégico em um dos setores mais sensíveis e carentes de evolução: a base.

E aqui está o ponto central. A base não é custo.A base é investimento, identidade e sustentabilidade. É ela que reduz gastos no profissional, forma atletas alinhados à cultura do clube e gera receita. Enfraquecê-la não é modernizar. É andar para trás.

Demissões fazem parte do futebol. Decisões duras também.Mas quando se demite quem entrega resultado, qualifica o processo e aponta para o futuro, o problema não é o profissional.É a escolha.

O Criciúma tinha em Gabriel Carvalho um treinador pronto para crescer junto com o clube. Optou por interromper esse caminho.E tentar explicar essa decisão como parte de um processo de renovação é, no mínimo, justificar o injustificável.

O futebol moderno exige capacidade de tomada de decisão acertiva. E o tigre vai precisar aprender a jogar esse jogo.

Alex Maranhão 

Esporte&Negócios 

Por Alex Maranhão 05/12/2025 - 07:48 Atualizado em 05/12/2025 - 08:17

O Criciúma Esporte Clube trabalha nos bastidores para concretizar um movimento que pode redefinir o posicionamento comercial do clube a partir de 2026. A diretoria articula a aproximação com a Baly Energéticos para assumir o posto de Patrocinadora Master, em uma negociação que carrega todos os elementos de uma aliança empresarial de alto impacto.Mais do que um contrato de exposição de marca, o que se desenha é um encontro estratégico entre duas potências catarinenses.

A Baly, reconhecida como a “Rainha dos Energéticos” em Santa Catarina, é hoje a maior produtora do segmento no estado e uma das marcas que mais crescem no Sul do Brasil. Com sede em Tubarão  vizinha direta de Criciúma,  a empresa construiu sua trajetória com base em inovação, expansão agressiva de mercado e cultura empresarial sólida. Valores estes que convergem de forma natural com o DNA guerreiro, resiliente e vencedor do Tigre que carrega 17 mil sócios apaixonados como ativo e uma marca valiosa.

Segundo o novo diretor comercial do Criciúma, Gilmar Cechet, a proposta oficial será apresentada até o dia 15 à presidente da Baly, Daiane Titon, que surge não apenas como CEO da companhia, mas como a peça-chave de um elo que pode se tornar histórico no Esporte  catarinense. Daiane personifica uma nova geração de liderança empresarial: estratégica, moderna e orientada a crescimento exponencial.

Caso a parceria seja confirmada, estamos diante de um dos movimentos mais inteligentes do futebol sulista nos últimos anos. Marca e clube passam a compartilhar não apenas espaço em camisa, mas valores, território, narrativa e propósito.É o futebol se conectando com a indústria.É a marca se conectando com emoção.É a força comercial encontrando paixão popular.

Mais do que um patrocínio, trata-se de um projeto de posicionamento de marca, expansão regional e fortalecimento mútuo de reputação. A Baly ganha palco nacional. O Criciúma ganha musculatura comercial. O Sul do Brasil ganha um case de branding esportivo moderno e audacioso.

Se concretizado, não será apenas um contrato. Será um símbolo de uma nova era no marketing esportivo catarinense.

Alex Maranhão

Esporte e Negócios 

Por Alex Maranhão 27/11/2025 - 08:04 Atualizado em 27/11/2025 - 08:28

O Criciúma entra em um novo capítulo da sua história com a posse de Pedro Paulo Canella como presidente. Mais do que uma mudança administrativa, o clube vive agora uma transição simbólica: chega ao comando alguém que pensa como gestor, mas sente como torcedor.

Canella não herda apenas um cargo. Assume uma missão. A de liderar um clube tradicional em um momento que exige mais do que paixão, exige visão, método e inteligência de gestão. Trata-se de um presidente que conhece o peso da camisa e, ao mesmo tempo, entende o valor das decisões fora das quatro linhas.

Enxergo esta etapa com bons olhos, sobretudo pelo modelo de diretoria que se forma no Criciúma. Há uma clara renovação em curso. Nomes como Lucas Farias, no Conselho, e Matheus  Beneton, na vice-presidência, simbolizam uma geração de dirigentes conectada à realidade do futebol moderno, com ambição de mostrar seus serviços e consciente de que clubes hoje são, também, grandes empresas esportivas.

Essa nova composição traz conceitos atuais de governança, profissionalização e visão estratégica pilares fundamentais para qualquer clube que busque sustentabilidade e competitividade real no cenário nacional.

Outro ponto decisivo é o respaldo fora de campo. O suporte de empresários como Anselmo Freitas e Gilmar Sechet  amplia o campo de atuação da gestão e fortalece o clube institucionalmente. No futebol moderno, planejamento caminha lado a lado com credibilidade e capacidade de articulação.

Com uma diretoria bem composta e o apoio certo nos bastidores, Canella tem todos os elementos para cumprir o papel mais complexo de um presidente: traduzir o sentimento do torcedor em decisões inteligentes e que levem a bons resultados no campo.

O desafio está posto. E o objetivo também: conduzir o Tigre, com responsabilidade e ambição, aos seus grandes sonhos em 2026. O Criciúma começa um novo ciclo. E, desta vez, tem no comando alguém que não apenas preside- representa o seu maior patrimônio o Torcedor.

 

Da-lhe  Tigre!

Por Alex Maranhão 24/11/2025 - 08:16 Atualizado em 24/11/2025 - 10:15

O sonho de voltar à Série A em 2025 terminou. E terminou de um jeito que machuca: não pelo jogo de ontem, mas por tudo o que ele simbolizou.

“O Criciúma não perdeu o acesso ontem. Ele perdeu quando não teve capacidade de fazer sua parte contra Volta Redonda, Paysandu, Amazonas e Ferroviária. A bola pune… E puniu dolorosamente. Mas o time tem o dever e a chance  de aprender com isso.”

O jogo em Cuiabá foi ruim. Sabíamos que não seria fácil e não foi. Mas a queda não aconteceu sob o sol de 40 graus na tarde de ontem. Ela começou nos tropeços que pareciam pequenos, mas custaram um ponto que faria toda a diferença. O futebol é cruel assim. Não perdoa distrações. Não tolera desatenção .E como já disse Muricy Ramalho: a bola pune. Pune sem dó, pune sem hora marcada. E, desta vez, puniu um clube que tinha o sonho na mão, mas não teve capacidade de fazer sua parte e segurá-lo até o fim.

O Criciúma sai de 2025 sabendo o que funcionou. Sabendo quem tem que ficar. Sabendo o que precisa ser melhorado. E, principalmente, sabendo que não existe atalho no futebol. E, às vezes, no futebol como na vida, é a dor que pavimenta a estrada das grandes voltas por cima. O Tigre está em processo rumo a algo muito maior, e esse caminho tem dor, lágrimas e vitórias na linha de chegada.

O torcedor… Ahhh, o torcedor! Aquele que coloriu a cidade de amarelo, branco e preto. Que vestiu a camisa e mostrou seu orgulho em ser carvoeiro. Ele fez a sua parte. E esse clube vai precisar e muito do seu maior patrimônio em 2026: a sua fanática torcida.

Dias melhores ao nosso Tricolor.
Um 2026 cheio de alegrias e conquistas é o que desejo.

Dale, Tigre!

 

Por Alex Maranhão 21/11/2025 - 08:34 Atualizado em 21/11/2025 - 08:40

Domingo em Cuiabá.Calor beirando os 40 graus.Última rodada. Vale acesso.É aquele tipo de cenário que separa quem apenas joga… de quem decide.

 

O Criciúma chega para esse confronto carregando a alma de uma cidade inteira nas costas.É tensão? É. Complicado e muito. Mas decisão nunca foi um lugar confortável.

Decisão é palco de quem encara o peso, abraça o risco e transforma pressão em performance.

O Cuiabá vem sem pressão alguma , perna leve, intensidade.Mas o Criciúma precisa ter aquilo que define campeonatos: cabeça fria, coração fervendo e Fé no pé.Esse é o jogo mental.O nível de exigência é altíssimo e cada detalhe pode decidir. O Tigre sabe o tamanho do que está em jogo.Uma vaga na elite do futebol brasileiro não se conquista… se toma.E, para tomar, é preciso fazer o simples com perfeição: vencer. Sólido defensivamente, letal na frente  é dia do grande jogador brilhar.

 

Se vencer, devolve ao Sul de Santa Catarina um capítulo que vai atravessar gerações.

A direção fez o que podia.A cidade abraçou.O torcedor viajou, orou, vibrou, acreditou.Agora, é com eles — os guerreiros dentro da arena, onde não existirá outra oportunidade.É deixar tudo, absolutamente tudo, dentro de campo.Perna, suor, raça, estratégia, alma.Estar a 100% não basta. Domingo precisa ser 120%.

E pensar que esse time saiu da vice-lanterna.Repito: da vice-lanterna.E chega ao último capítulo com chance real de subir. Se isso não é roteiro, então nada mais é. Daria uma série na Netflix sem tirar nem pôr uma vírgula.

Domingo promete ser histórico.A cidade está pronta.A torcida está pronta.E o Tigre?O Tigre nasceu para dias assim.

 

Vamos juntos. Domingo é dia de Criciúma.

E dá-lhe Tigre

Alex Maranhão!

 

Por Alex Maranhão 17/11/2025 - 08:13 Atualizado em 17/11/2025 - 08:16

O Criciúma venceu o Botafogo-SP em uma tarde que não foi apenas de futebol,  foi de alma.Foi de amor.Foi de pertencimento.

O Heriberto Hülse viveu um daqueles capítulos que fazem a história pulsar. Mais de 19 mil torcedores transformaram o Majestoso em um caldeirão de energia, empurrando o Tigre para uma vitória do tamanho da paixão que essa cidade tem pelo seu clube. Uma festa viva, quente, vibrante  daquelas que marcam época.

E dentro de campo, o Criciúma correspondeu. Jhonata Robert, o capitão Rodrigo e João Carlos foram os grandes nomes da tarde, representando a resiliência de um elenco que entendeu o peso da responsabilidade. Não era um jogo comum. Era decisão. Era vida ou morte na Série B mais disputada da década. Era vencer para seguir respirando.

O Tigre suportou a pressão, encarou a ansiedade, carregou a obrigação da vitória e, acima de tudo, fez sua parte. Ganhou com autoridade, competência e entrega absoluta. Foi grande quando mais precisava ser.

E agora? Agora o clube chega à última rodada vivo, forte, confiante, com o sonho do acesso pulsando mais alto do que nunca. A equação é simples, mas carregada de drama: basta vencer o Cuiabá — ou empatar, desde que a Chapecoense não pontue — para transformar esperança em realidade.Será uma semana de emoções extremas. De expectativa.De fé. De tensão.De confiança.

 

A última página está pronta para ser escrita.E o Tigre, mais uma vez, mostrou que sabe brigar até o fim.

Dá-lhe, Tigre!

Alex Maranhão

 

Por Alex Maranhão 12/11/2025 - 08:02 Atualizado em 12/11/2025 - 08:06

A Série B chega às suas últimas duas rodadas com um enredo digno de roteiro de cinema. Faltando apenas dois jogos para o fim, oito clubes ainda brigam pelo acesso, e cada ponto vale como ouro. É, sem dúvida, a reta final mais equilibrada e imprevisível da história recente da competição.

E no meio desse turbilhão, o Criciúma segue vivo. O Tigre depende apenas de si  privilégio de poucos nessa altura do campeonato,  especialmente por conta dos confrontos diretos entre os concorrentes. Mas o primeiro passo é claro: fazer o dever de casa. Vencer o Botafogo-SP é obrigação de quem quer voltar à elite.

O Heriberto Hülse vai pulsar. O torcedor promete a maior festa do ano, e o time precisa corresponder dentro de campo. É hora de assumir o protagonismo, jogar como time grande e transformar energia em resultado.

Nos bastidores, o campeonato ferve. Fala-se em mala branca, incentivos financeiros, elencos mistos e escalações alternativas  o Avaí, por exemplo, pode levar o sub-20 a campo em protesto pelos salários atrasados. Nada de novo no futebol brasileiro: a reta final da Série B é sempre um campo minado onde cada detalhe pesa.

Mas acima de tudo, o Criciúma precisa manter o foco. O acesso não virá de fora, virá do que for feito dentro das quatro linhas. Vencer o Botafogo-SP é mais que uma missão: é a chance de manter o sonho vivo e provar, mais uma vez, que o Tigre ruge mais alto quando o jogo é grande.

 Domingo promete ser histórico. E no HH, a festa é certa, mas o resultado depende dos guerreiros dentro da arena.

Dá-lhe, Tigre.

 Alex Maranhão

 

Por Alex Maranhão 03/11/2025 - 07:54 Atualizado em 03/11/2025 - 07:58

O Criciúma chega à reta final da Série B em um daqueles enredos que o futebol adora escrever: o impossível que insiste em ser possível.

Três jogos. Três vitórias. E uma dose de fé para que os concorrentes tropecem. Essa é a conta mágica — ou o milagre — que pode devolver o Tigre ao lugar de onde nunca deveria ter saído: a Série A.

Mas o que se vê em campo nos últimos jogos é um time que perdeu o brilho, a intensidade, a alma que o trouxe até aqui.

O Tigre tem sofrido da síndrome do Robin Hood — rouba pontos dos grandes, mas entrega aos pequenos. E isso, em um campeonato de regularidade, cobra um preço caro.

Os erros individuais se acumulam, as chances se perdem e o acesso — que parecia nas mãos — começa a escorrer pelos dedos. Mas o futebol é cruel… e, ao mesmo tempo, mágico.Porque é justamente quando todos duvidam que surgem os gigantes.

O Criciúma sempre foi feito de superação: de batalhas vencidas na raça, na entrega, na força da camisa e no grito do torcedor que acredita até o último segundo.É essa chama que precisa reacender e impulsionar os atletas a transformar a matemática em milagre.

 Ainda dá.

Porque o acesso pode ter virado um sonho distante, mas não impossível. O Tigre nunca perdeu… foi a capacidade de surpreender o Brasil.

Da-lhe Tigre!

Por Alex Maranhão 29/10/2025 - 08:39 Atualizado em 29/10/2025 - 08:42

O Criciúma chega à reta final da Série B com o sonho do acesso vivo, mas também com a necessidade de voltar à sua máxima capacidade para transformar esse objetivo em realidade.

Faltam 4 jogos, são 12 pontos em disputa e precisamos conquistar 10. Impossível Não.Uma Missão Difícil? Sim.

Mas a história do Tigre sempre foi escrita nos momentos em que poucos acreditavam.Tudo começa com uma vitória sobre a Ferroviária, que pode resgatar a confiança e o bom futebol deste elenco — o mesmo que tirou o clube do fundo do poço e o levou à liderança da competição.

Agora não é hora de apontar erros. É hora de somar forças.A diretoria, o conselho, a arquibancada, o vestiário, e toda a cidade precisam estar unidos em torno de um único propósito: o acesso.

Será preciso entrega máxima em cada jogo foco total, concentração elevada,inspiração e tirar coelhos da cartola nos momentos decisivos. O Sangue no olho e  faca nos dentes que sempre marcaram o espírito carvoeiro de jogar.

Porque quando o Criciúma está unido, ninguém segura o Tigre.

Juntos pelo acesso. Jogo a jogo.

Dá-lhe, Tigre!

 

Por Alex Maranhão 13/10/2025 - 07:44 Atualizado em 13/10/2025 - 08:06

O Criciúma venceu o América por 2 a 1 e, como manda o figurino, na raça, na entrega e na superação.Foi um jogo brigado, de imposição física e nervos à flor da pele. Mas o Tigre foi gigante e venceu o América, que vendeu caro cada lance, colocando um ponto final na má fase com uma atuação que resgata a confiança do torcedor.

O primeiro tempo foi de equilíbrio, de estudo, de tensão. Mas na volta do intervalo, o Criciúma mostrou o que tem de melhor: intensidade, coragem e espírito competitivo.

Felipinho foi o motor do time — correu, criou, acreditou em cada bola e incendiou o jogo.

E na frente, Diego Gonçalves viveu uma noite de artilheiro nato. Inspirado, frio e decisivo, marcou duas vezes, chamou o jogo pra si e carimbou a vitória tricolor. Um jogador importante que fala com gols — e vive, talvez, o melhor momento da sua carreira.

O resultado recoloca o Criciúma na vice-liderança, a apenas 10 pontos do número mágico que garante o retorno à Série A.

Mais do que a vitória, o que ficou foi o recado: esse time tem um coletivo forte, tem camisa e sabe sofrer quando precisa.

O Tigre voltou a rugir alto — e quando o Heriberto Hülse respira confiança, o adversário sente.

A Série A é logo ali. Dá-lhe, Tigre! 

Por Alex Maranhão 09/10/2025 - 06:38 Atualizado em 09/10/2025 - 06:41

O Tigre viveu uma montanha-russa na Série B. Saiu do fundo da tabela para encantar o Brasil com uma arrancada meteórica, chegou à liderança com autoridade, mas nas últimas rodadas perdeu o rumo — e precisa reencontrar o espírito competitivo que o levou ao topo.

Três  jogos atrás, o Criciúma fez uma das suas atuações mais emblemáticas ao vencer o Coritiba fora de casa, mostrando intensidade, entrega e uma competitividade absurda . Mas desde então, o time oscilou. Foram nove pontos disputados, apenas um conquistado. O aproveitamento despencou de 62% para 13%, e há motivos claros para isso.

O Criciúma nunca foi um elenco estrelado, mas sempre foi um time com comando, agressivo  corajoso . Eduardo Baptista construiu uma equipe que joga com o coração no limite, baseada em intensidade física, foco mental e competitividade no mais alto grau. Quando o Criciúma baixa a rotação, perde a essência — e a diferença técnica pesa.

As trocas também explicam parte da queda. A saída de nomes como Marcelo Benevenuto, um zagueiro de nível Série A, e a chegada de reposições ainda em adaptação reduziram a consistência defensiva. O treinador pede padrão, mas o elenco sente o impacto da maratona e das suspensões. O desgaste é real, e o grupo sente.

Agora é hora de ajustar os parafusos, recuperar a sintonia fina e reativar aquele “modo Tigre” — o da entrega total, do suor, da competição máxima . O torcedor, que sempre foi o combustível dessa equipe, será essencial nesse momento de reconstrução emocional e competitiva.

O acesso ainda é possível, mas vai exigir tudo outra vez: força, foco e acreditar.

Chegou a hora de reagir. Dá-lhe, Tigre!

Por Alex Maranhão 07/10/2025 - 07:16 Atualizado em 07/10/2025 - 10:37

Amazonas x Criciúma — daqueles jogos encardidos, duros, que não permitem distração nem por um segundo.O palco é o Caldeiraozinho “Carlos Zamith”, um estádio pequeno, mas pulsante, onde seis mil vozes farão o nervosismo transbordar.

 

O Amazonas chega pressionado pelos maus resultados. Vai jogar a vida, literalmente. É o tipo de adversário que, acuado, se torna ainda mais perigoso.

Já o Criciúma precisa reencontrar o seu próprio padrão — aquele futebol competitivo, intenso e vibrante que o colocou entre os protagonistas da Série B.

É hora de recuperar a identidade.O Tigre precisa voltar a ser intenso, com coragem e com alma. Mostrar em campo a força de um elenco que sabe competir, que não se esconde e que carrega a responsabilidade de quem briga para subir — mesmo longe do Heriberto Hülse.

Hoje é jogo de erro zero.

Quem vacilar, paga caro.

O Amazonas luta pela sobrevivência. O Criciúma, pelo acesso. Dois extremos da tabela, mas um mesmo tipo de urgência: vencer.

Na Série B, quem sonha em subir precisa vencer fora.É nesses ambientes hostis que se forjam os acessos, que se provam os grandes times.

O desafio está lançado.

Dá-lhe, Tigre! 

 

Por Alex Maranhão 03/10/2025 - 07:44

O Criciúma saiu de Goiânia com um empate diante do Vila Nova em uma noite pouco inspirada no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga. O placar de 1 a 1 até pode ser considerado importante, já que jogar fora de casa na Série B nunca é simples, mas o preço pago foi altíssimo: três desfalques de peso para a sequência da competição.

 

O jogo, em si, não foi dos mais emocionantes. Vila e Tigre travaram um duelo marcado pela forte marcação, escassez de criatividade e raríssimas chances claras de gol. O time goiano saiu na frente golaço de Júnior Todynho.  Mas o Criciúma mostrou mais uma vez a força da sua bola parada — verdadeira arma letal neste campeonato. Jonatha Robert, com sua precisão característica, levantou na medida para Diego Gonçalves, o artilheiro do Tigre, deixar tudo igual.

Um empate que, pelas circunstâncias, deve ser valorizado. Mas não há como esconder o estrago: Rodrigo, pilar da defesa, e Jonatha Robert, cérebro do meio-campo, estão suspensos após acumularem o terceiro cartão amarelo. Para piorar, Nicolas sofreu um trauma facial e também está fora.

Agora, o técnico Eduardo Baptista terá de redesenhar completamente o modelo de jogo. Sem o camisa 10, o time perde referência na bola parada e na construção ofensiva. Sem Rodrigo, perde segurança na retaguarda. E sem Nicolas, perde profundidade. Tudo isso na véspera de um duelo duríssimo contra o Amazonas, em condições adversas, que exigirão do Criciúma ainda mais resiliência e inteligência tática.

O ponto conquistado fora de casa pode ter sabor de alívio imediato, mas a conta vem na próxima rodada. O desafio de Eduardo Baptista será encontrar soluções rápidas para que o Tigre siga competitivo mesmo sem três de seus protagonistas.

 

Por Alex Maranhão 02/10/2025 - 07:14 Atualizado em 02/10/2025 - 07:19

O Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga será palco, nesta noite, de um confronto que vale mais do que três pontos. Vila Nova e Criciúma entram em campo em um duelo de estilos, de estratégias e de ambições distintas nesta reta decisiva da Série B.

De um lado, o Vila aposta em um novo começo. A chegada do técnico Humberto Loser trouxe esperança à torcida colorada. Especialista em transições rápidas e jogo pelos lados do campo, ele tenta resgatar a intensidade do Tigre goiano, que sonha com uma arrancada de recuperação para voltar à briga na parte de cima da tabela. Jogando em casa, a ordem é clara: vencer para somar, mas principalmente para reconquistar confiança.

Do outro lado está um Criciúma pragmático, competitivo e cascudo. Sob o comando de Eduardo Baptista, o Tigre catarinense tem no coletivo sólido e no jogo aéreo letal suas maiores virtudes. Foram justamente as bolas paradas e a disciplina tática que aproximaram o time do sonhado acesso à Série A. Agora, a meta é clara: ultrapassar os 50 pontos e se aproximar cada vez mais do número mágico que garante o retorno à elite.

 

Será um jogo em que o detalhe pode decidir. O Vila, pressionado pela tabela e empurrado por sua torcida, deve se lançar ao ataque. O Criciúma, por sua vez, carrega a confiança de quem sabe competir em qualquer cenário. A máxima é simples e implacável: quem errar menos, vence.

Um duelo de tigres, de coragem e de ambição. Em Goiânia, a Série B escreve mais um capítulo emocionante.

E o torcedor carvoeiro segue acreditando: Dá-lhe, Tigre!

 

Por Alex Maranhão 29/09/2025 - 07:48 Atualizado em 29/09/2025 - 08:02

O Heriberto Hülse viveu um daqueles dias em que o futebol mostra sua face mais cruel.Casa cheia, clima de festa, líder contra lanterna. O cenário era perfeito para um domingo de celebração do torcedor carvoeiro. Mas o roteiro foi escrito de outra forma: o Paysandu goleou- 4 a 2 no Criciúma,e  calou o HH.

Foi um choque de realidade. A equipe de Eduardo Baptista entrou em campo irreconhecível. Baixa intensidade, desconcentrado em alguns momentos  e um sistema defensivo que sofreu diante do aguerrido Paysandu— especialmente nos pés de Maurício Garcez, o craque do jogo que atormentou a defesa carvoeira.

Enquanto o Tigre parecia disperso, o Paysandu viveu sua tarde épica. Marcou forte, foi letal e fez o jogo da temporada. Não é exagero dizer: foi a melhor atuação do Papão no ano. E para o Criciúma, foi a prova de que, na Série B, não existe jogo ganho antes da bola rolar.

É claro: não há terra arrasada. O Criciúma segue líder e dono de uma campanha sólida. Mas a derrota expõe perigos que não podem ser ignorados. Principalmente nos confrontos contra os chamados “candidatos ao rebaixamento”, que costumam ser traiçoeiros.

Na Série B, intensidade não é opcional. Nivel de concentração alto  é obrigação. E ser letal, mesmo nos dias mais favoráveis, é determinante. O Tigre precisa estar a 100 por hora sempre, porque a competição não perdoa deslizes.

Fica a lição: superioridade só se confirma dentro das quatro linhas. E se quiser seguir sonhando alto, o Criciúma precisa transformar esse tropeço em aprendizado imediato.

Abre o olho, Tigrão.

Por Alex Maranhão 26/09/2025 - 07:17 Atualizado em 26/09/2025 - 07:29

O futebol não cansa de surpreender. O Criciúma, que iniciou a Série B sob pressão  esteve na penúltima posição, hoje ocupa a liderança da competição. Uma campanha de recuperação absurda.

O segredo? Trabalho. Eduardo Batista encontrou o encaixe. Um time taticamente impecável, consistente atrás e letal na frente. A defesa ( melhor da competição)virou muralha. As  bolas paradas, viraram uma  arma letal.

Ítalo Rodrigues, fora de campo, foi peça fundamental. Blindou o elenco, deu respaldo à comissão técnica e garantiu ambiente de tranquilidade para o crescimento. A gestão segura se refletiu em campo.

O grupo de jogadores  respondeu. Concentração máxima, disciplina tática e espírito competitivo. O Tigre passou a jogar cada rodada como decisão. E quando a oportunidade aparece, não desperdiça.

Do sufoco do Z4 ao topo da tabela. Do risco ao sonho. O Criciúma prova que, no futebol, nada é definitivo. Com consistência, confiança e entrega, o improvável vira realidade.

A liderança não é acaso. É fruto de trabalho, convicção e superação. E a Série B ganhou um protagonista que não estava nos planos de muita gente: o time da Terra do Carvão.

Merecimento é a palavra que define o atual momento tricolor, boas escolhas , foco no campo e boa gestão resumem o momento mágico que vive o maior tricolor de SC.

Avante Tigre: a série A é logo ali !

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