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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Rodrigo Colombo 03/01/2022 - 14:28 Atualizado em 03/01/2022 - 14:44

Eu sou um investidor de ações com quase 13 anos de experiência, farei esse aniversário agora em 2022.

Por ser um investidor de mais tempo, sou extremamente tranquilo quanto aos novos investimentos, especialmente esses que não estão ligados à empresas diretamente.

Criptomoedas não estão no meu radar ainda, prefiro manter os investimentos naquilo que conheço e prefiro esperar um pouco mais quanto as novas tecnologias.

Existem algumas histórias de pessoas que enriquecem na febre do ouro, mas não extraindo o outro do solo. Vendendo itens para os mineradores.

Na corrida do ouro na Califórnia do século XIX, algumas pessoas ganharam dinheiro com ouro, outras ganharam ainda mais dinheiro vendendo pás e picaretas para quem achava que ganharia dinheiro com ouro.

Eu gosto dessa ideia, gosto de ser o investidor que está exposto ao mercado de criptomoedas sem que esteja totalmente posicionado nelas ou com elas na minha carteira de investimentos.

Uma das opções para a "venda de picaretas" aos mineradores de bitcoins e criptomoedas é a COIN, empresa listada em bolsa americana.

Segundo o wikipedia, a COINBASE é uma casa de câmbio digital com sede em São Francisco, Califórnia. A empresa intermedia trocas de Bitcoin, Bitcoin Cash, Ethereum, Ethereum Classic, Litecoin, Tezos e muitas outras criptomoedas, com moedas fiduciárias em aproximadamente 32 países e transações e armazenamento de Bitcoin em 190 países em todo o mundo.

Os números ainda são uma incógnita.

Mesmo a empresa tendo 11 anos de mercado, foi listada na bolsa apenas em 2021.

Segundo os dados de 2021, a empresa mantém uma margem de 50% de lucro líquido e tem quase menos dívida que lucro anual.

A corretora tem mais de 73 milhões de usuários verificados e mais de 100 países conseguem negociar moedas por ali, o negócio é extremamente louco.

Tudo ainda muito novo, mas talvez seja uma forma de exposição ao mercado de criptomoeda para os investidores mais avessos ao sistema como eu.

Além do tradicional BITCOIN e outras moedas, muito do mercado de NFT passa pela COINBASE.

Criptmoeda, NFT, Metaverso. O negócio está exposto à todo esse mercado.

Risco elevado e possibilidade de retornos mais elevados também.

Eu ainda acompanho de longe, mas confesso que é o ponto que por enquanto mais me atrai em todo o business.

Por Rodrigo Colombo 28/12/2021 - 20:23 Atualizado em 28/12/2021 - 20:38

2021 foi simplesmete terrível no quesito notícias, tivemos a manutenção da "quarentena", talvez sejam os quarenta dias mais longos que eu já vi.

Tivemos notícias intermináveis de novos vírus sendo originados do que conhecemos em 2020.

Tivemos muitos negócios fechando nas pequenas e grandes cidades, impactando cada vez mais a econômia no geral, desemprego e tudo mais.

2022 promete, talvez seja um dos anos mais aguardados para os investidores que buscam rentabilidades de longo prazo e investimentos em negócios de qualidade.

Teremos um ano de muita notícia nacional, muita coisa que pode fazer de 2022 um dos melhores da década ou um dos piores.

Copa do mundo, Eleições, Fim Oficial do COVID, Não obrigação de máscaras e abertura oficial de todas as fronteiras.

Não posso garantir que será um ano de quedas ou de altas, mas posso garantir que emoções não faltarão.

Para o mercado de capitais só nos resta continuar fazendo o que fazemos todos os meses e anos, continuar comprando bons negócios, aproveitando preços atrativos em fundos imobiliários e ações.

  • RADL3 caiu quase 10% nos últimos 12 meses;
  • WEGE3 caiu quase 15% no mesmo período;
  • EGIE3 quase 13% mais barata que um ano atrás;

Temos negócios extremamente lucrativos sendo vendidos com desconto, mesmo lucrando muito mais do que 12 meses atrás.

Nos fundos imobiliários a coisa não é diferente, temos oportunidades incríveis que só foram vistas 5 anos atrás.

  • KNRI11 pagando o mesmo aluguel de renda e 15% mais barato que 12 meses atrás;
  • HGLG11 pagando mais aluguel e mesmo assim desvalorizado quase 10% comparado ao valor de um ano;
  • BCFF11 pagando praticamente o mesmo aluguel e com mais de 30% de queda;

Não é de hoje que o mercado precifica os ativos com muita euforia, é claro que todo cuidado é pouco e toda análise também.

Sabemos que não é porque caiu que vai voltar ao mesmo preço, mas no caso de empresas lucrativas essa conta é quase como calcular 1+1.

O momento é muito positivo para novos investidores, as compras estão mais fáceis e a busca por oportunidades não é tão difícil assim.

Se você ainda não investe em nenhum desses mercados, talvez seja o momento de procurar um profissional e questionar sobre como funciona.

Segurança existe, basta entender o processo e se tornar sócio.

Caso queira ajuda de um profissional, você pode me chamar no instagram que eu indico alguns amigos da área, pessoas de confiança que podem ajudar na decisão desse começo.

O instagram como vocês já sabem é esse aqui @orodrigocolombo

Por Rodrigo Colombo 23/12/2021 - 15:30 Atualizado em 23/12/2021 - 16:00

Nos últimos 5 anos a Magazine Luiza entregou rentabilidades gigantescas na bolsa de valores, a mudança drástica da parte logística da empresa e dos investimentos feito pela companhia fizeram os investidores apostarem alto no negócio.

Qualquer investidor teria ficado milionário investindo R$5mil em 2015 ou 2016  e segurando até agora.

 

O ano de 2021 foi bem tenebroso para os investidores, a empresa enfrente uma desvalorização de mais de 70% nos últimos 12 meses, isso depois dessa grande alta.

O negócio agora é decifrar se é uma oportunidade ou se o negócio é uma grande furada.

O ponto mais importante é especialmente entender os motivos da queda, que num primeiro momento tendem a ser algo maior do que a própria empresa e nada ligado nela especialmente.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou em 1,5 pontos percentuais a Selic. Com a elevação da taxa básica de juros para 7,75%, o acesso ao crédito fica mais caro para o consumidor.

O varejo é o segmento mais afetado com a alta da SELIC, que é a nossa taxa de juros.

Quanto menos dinheiro as pessoas conseguem pegar, menos elas acabam gastando.

Como o varejo é movimentado por diversas frentes da economia, ele sofre de diversas formas.

A MGLU3 sofreu o primeiro impacto com as notícias, quanto mais a SELIC sobe mais a empresa sofre desvalorização, outras notícias mais específicas foram surgindo, mas nada que gere impacto para o negócio em si.

Agora podemos voltar ao real, ao físico do negócio.

A Magazine Luiza está falindo?

Não, muito pelo contrário, a empresa nunca esteve tão bem.

Desde as mudanças em 2015/2016 o negócio vem evoluindo em tudo: Receita, Lucro, Margem e Caixa.

A empresa se mantém bem e vem ampliando a sua fonte de geração de renda, que antes era venda de eletrodomésticos e agora está mais ligado ao cérebro do que ao braço.

Da mesma forma que a Amazon fez nos EUA a Magazine está fazendo no Brasil, usando a sua base de forma mais inteligente do que apenas vender produtos.

Alem da melhoria do seu negócio como um todo investindo em logística e digital, a empresa vem comprando negócios relacionados à tecnologia para a produção de conteúdo e consequentemente a venda de mídia além dos produtos.

Kabum, Jovem Nerd e Canal Tech foram compras gigantes feitas pela empresa, todas elas focadas em alguma parte que a empresa não atendia ainda.

O negócio continua bem, a empresa mantém mais caixa que dívida e isso faz dela uma gigante geradora de caixa.

Mesmo com baixas margens o negócio se mantém lucrativo e crescente.

Como tudo na bolsa está ligado ao negócio, se a empresa continuar fazendo o seu trabalho é questão de tempo para que a valorização volte a se tornar positiva.

É claro que não podemos apostar no crescimento e em quanto isso irá chegar, mas a pergunta que eu sempre faço depois de olhar para o todo do negócio é a empresa estará lucrando mais daqui a 10 anos do que está hoje?

Sabendo que o lucro é o que importa, se ela lucrar mais acaba colocando mais dinheiro no bolso dos acionistas.

Como sempre, eu gosto de indicar outros materiais para o estudo do negócio que estamos comentando aqui, então aqui vai um vídeo do Youtube que eu gosto muito sobre a história da MGLU3.

 

Por Rodrigo Colombo 22/12/2021 - 16:39 Atualizado em 22/12/2021 - 16:55

A notícia no portal Seu Dinheiro diz o seguinte:

Dos 33 novos bilionários brasileiros, segundo a mais recente lista divulgada pela revista Forbes, quase um terço - dez - estão ligados à gigante industrial catarinense Weg. A empresa familiar, fundada por três descendentes de alemães em 1961, agora tem 13 herdeiros no seleto clube do bilhão. Essa ascensão está relacionada à impressionante valorização das ações da empresa nos últimos 12 meses, que supera a marca de 240% e elevou seu valor de mercado para mais de R$ 150 bilhões.

A WEG (WEGE3) é uma das maiores empresas catarinenses e uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo.

Em 16 de setembro de 1961, na cidade de Jaraguá do Sul/SC, as habilidades de um eletricista, de um administrador e de um mecânico foram unificadas e resultaram na fundação da Eletromotores Jaraguá. Nascida da coragem de empreendedores visionários, após um tempo a empresa passou a se chamar WEG, em alusão às iniciais dos fundadores.

Na bolsa de valores a empresa está presente há 40 anos e nunca relatou um prejuízo sequer, é uma das empresas mais sólidos que existem na nossa bolsa de valores e uma das mais lucrativas também.

Não é atoa que a empresa ficou conhecida por ser uma fábrica de bilionários.

A empresa já passou por diversas crises e governos diferentes, nada abala a estrutura da gigante do setor elétrico.

A empresa é muito forte no Brasil e fora dele, conseguindo inclusive vender para quase todos os países do Globo com uma competitividade monstruosa.

Durante os últimos 12 meses a empresa bateu recorde de receita líquida e também de lucro líquido, respectivamente R$27 bilhões e R$3,5 bilhões.

Porque os brasileiros não são sócios da WEG?

Como já relatei em alguns outros artigos aqui no portal, basicamente porque não temos uma visão de longo prazo e de sociedade.

A WEG é muito lucrativa e entregou um retorno histórico de mais de 84mil% nos últimos 23 anos, isso daria R$840.000 para R$1.000 investidos.

É natural que mesmo sabendo de todas essas informações acabamos ainda tendo medo sobre o futuro, mas é isso, faz parte.

Quando se tem um negócio, o desconhecido faz parte do jogo.

Ninguém que é empresário pode prever o futuro e dizer quanto vai conseguir vender ou lucrar, faz parte do jogo continuar vendendo e avançando todos os dias um pouquinho mais.

Esse vídeo é bem legal para os interessado sem conhecer um pouco mais sobre a empresa e a história dela.

É claro que nada do que posto aqui é indicação de compra de qualquer ativo financeiro, mas é interessante que você estude e entenda o negócio.

É uma empresa catarinense e que é sucesso no Brasil e no mundo todo, pelo menos saber que é possível se tornar sócio é legal.

Existe vários conteúdos no Youtube e no Instagram sobre a empresa, é pra mim uma das melhores empresas brasileiras.

Por Rodrigo Colombo 20/12/2021 - 15:28 Atualizado em 20/12/2021 - 15:39

Talvez você nem saiba disso, mas existe uma regra bem clara para a receita federal no Brasil e essa regra é: Se você investe o seu dinheiro, precisa fazer declaração anual de imposto de renda.

A regra mais comentada entre os brasileiros quando o assunto é imposto de renda anual é sobre a faixa de declaração, grande parte dos brasileiros não precisa declarar anualmente sua renda porque recebem abaixo do necessário.

Com o crescimento do número de investidores a coisa começa a mudar um pouco, isso porque todo investidor deve declarar seu imposto de renda anual, batendo ou não esse teto.

Isso acontece porque é uma forma de você informar à receita tudo o que você tem feito com o seu dinheiro, mesmo ela já sabendo de tudo.

O imposto de renda para os investidores é algo que tira o sono dos mais novos na bolsa de valores, isso porque existe uma certa complexidade em realizar o procedimento.

Na verdade a palavra correta não é complexidade.

A palavra deveria ser chatisse, porque não é difícil mas é chato.

Durante o ano você vai realizando os movimentos e no começo do ano precisa informar à receita tudo o que foi feito e todo imposto pago.

Você precisa controlar exatamente cada preço médio, cada entrada e cada saída.

Ao final disso tudo você consegue informar ao governo quanto pagou e quanto rendeu cada investimento.

Algumas alternativas para controle do imposto de renda

A mais comum é controlar tudo através das planilhas, o que não é simples ou fácil, mas é acessível.

Você pode deixar salvo todas as notas de corretagem e fazer o uso delas na hora da declaração.

Em uma planilha do Excel você controla dias e movimentos, na hora da declaração basta esclarecer ao governo todos os pontos.

O problema está na burocracia de como fazer tudo isso.

Uma forma mais fácil é o gerenciamento de investimentos em aplicativos e sites externos especialistas nisso.

Eu uso o DOMU.

Nesse caso você consegue ir cadastrando todas as suas compras e vendas, no começo do ano você recebe um documento completo com todos os dados e locais para cadastrar no site da receita, da forma mais fácil possível.

Em alguns minutos a coisa se resolve, isso porque você vai controlando e organizando tudo já durante o ano.

O mais importante é que você investidor precisa entender que deve declarar seus investimentos para não ter problemas com a receita.

O DOMU é uma opção, a planilha também.

Por Rodrigo Colombo 16/12/2021 - 14:11 Atualizado em 16/12/2021 - 14:29

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer isso, que para enriquecer na bolsa de valores é preciso comprar e vender na hora certa?

A famosa frase de que o correto é comprar na baixa e vender na alta nos acompanha desde sempre, ouvimos essa frase de pessoas que nunca sequer investiram, mas acabam replicando o que ouviram de outras pessoas.

Ignoramos o fato de que ao investir em bolsa de valores nos tornamos sócios de grandes empresas e podemos com isso receber participação nos lucros desses negócios.

Muita gente tem conta no Itaú, no Bradesco ou no Banco do Brasil.

Muita gente passou a vida toda utilizando estes bancos, pegando empréstimos e pagando juros ou taxas para estas empresas, porque não ser sócio desses bancos e ganhar com o ganho deles?

Muita gente só compra roupas na Renner ou eletrodomésticos na Magazine Luiza.

Porque ao invés de só comprar nestas empresas você não passa a ser sócio e receber lucro delas também.

O poder dos dividendos

Muitos de nós nem sabem o que são dividendos, muitos nunca ouviram falar nessa palavra.

Dividendos são os lucros divididos entre os sócios de um negócio, anualmente as empresas dividem os lucros do negócio entre os seus sócios e cada um deles recebe um dividendo equivalente ao tamanho da sociedade.

Em resumo, se você tem 10% das Lojas Renner e ela vai dividir R$100 entre seus sócios, R$10 serão depositados na sua conta como forma de pagamento pela socidade, é uma forma de dividir o lucro.

Os maiores investidores do mundo, nomes como Warrenn Buffet, Elon Musk ou Jeff Bezos recebem bilhões de dólares todos os anos das empresas que são sócios.

Você, mesmo começando com pouco pode fazer o mesmo aqui no Brasil.

Existem várias boas empresas que você consome todos os dias que estão listadas na bolsa e que você pode receber divisão de lucros anuais.

WEG: Uma ação da Catarinense fabricante de motores custa aproximadamente R$35,00. Nos últimos 12 meses a empresa pagou 2% de divisão de lucro e teve quase 600% de valorização nos últimos 5 anos.

Raia Drogasil: Cada ação da maior e mais famosa rede de farmácias do país custa aproximadamente R$25,00. Nos últimos 12 meses ela distribiu aproximados 2% de lucro aos sócios e rendeu aproximados 100% nos últimos 5 anos.

Banco do Brasil: Um dos bancos mais famosos e antigos do nosso país rendeu mais de 20% nos últimos 5 anos e pagou quase 8% de divisão de lucro nos últimos 12 meses. Cada ação custa aproximadamente R$30,00.

Além dessas empresas existem várias outras, empresas boas e que lucram, entregando resultados positivos todos os anos.

O que os EUA faz de diferente?

A cultura americana trata o investimento de forma diferente, eles sabem que quanto mais comprarem durante a vida, mais lucro estarão recebendo no aposento.

Eles visualizam o investimento em ações não com o objetivo da venda das cotas, mas sim para a aposentadoria recebendo lucros anuais dos negócios.

É como investir em um negócio na sua cidade, a grande diferença é que você pode continuar trabalhando no seu trabalho formal e investir em diversos negócios diferentes.

Quanto mais o brasileiro fizer isso, melhor estará para o futuro.

Em um momento onde o nosso INSS não consegue mais suprir as necessidades de todos, investir por onta própria pode salvar a aposentadoria dos que precisarem do serviço nos próximos anos.

Se você precisa de ajuda com isso, pode me procurar no instagram que eu te auxilio nos primeiros passos.

O meu perfil lá é @orodrigocolombo

Por Rodrigo Colombo 15/12/2021 - 17:50 Atualizado em 15/12/2021 - 18:18

Eu diria que o ano de 2021 foi realmente atípico para os fundos imobiliários, tivemos um momento diferente de tudo o que já vivenciamos, especialmente desde 2019.

De 2019 pra cá nós multiplicamos a quantidade de investidores em várias vezes, saímos de algo em torno de 20 mil para quase 2 milhões, são números bem expressivos.

O que vimos em 2020 e 2021 foram novos investidores passando por situações novas, situações que eles nunca tinham vivenciado.

Desvalorizações gigantescas, valorizações expressivas e muito debate sobre movimentos específicos em alguns fundos.

Tivemos o crescimento desenfreado das teses de HIGH YIELD e a pergunta sobre a manutenção do crescimento desses fundos.

Tivemos emissões gigantes e rápidas, assim como tivemos emissões pequenas e lentas. Gestores optaram por alavancar ao emitir abaixo do VP ou aceitaram emitir abaixo mesmo, sem pensar duas vezes.

Cada dia mais se prova a importância da gestão para os fundos multi multi, boas emissões e bons movimentos serão responsáveis pelos resultados dos fundos no longo prazo.

No meio desse turbilhão de informações, tivemos muita informação sendo disseminada, muita informação de qualidade e também muita informação inútil.

No dia de hoje, 15/12 a Wise organizou na sede do BTG, na Faria Lima um encontro com gestores do mercado para saber o que eles estão visualizando sobre o momento atual e os novos momentos que podemos vivenciar.

O encontro pode ser visualizado na live que eu fiz no meu canal no Youtube, basta dar play aqui embaixo:

Resumo da live sobre Oportunidades

Não é novidade pra ninguém que os fundos de tijolo estão realmente descontados, fundos que outrora pagavam 4,5% ao ano estão pagando quase 8% com o mesmo risco.

Enquanto investidores do mercado tradicional investem para receber 4% ao ano em imóveis na planta, hoje é possível comprar fundos imobiliários gigantes recebendo quase 10% ao isento de imposto de renda.

Não é novidade pra ninguem que os fundos imobiliários são a melhor ferramenta para o investidor que deseja se expor ao mercado imobiliário sem financiamento e juros.

Quanto mais a economia bate, mais os fundos imobiliários se provam e cumprem com o seu papel de pagamento de renda mensal.

Além dos fundos de tijolo, os gestores falaram também sobre o desconto irracional dos FOFs, fundos que compram outros fundos.

Em alguns casos você tem fundos posicionados em CRI e outros em TIjolo, sendo que dependendo da estratégia o desconto pode ser dobrado.

Daqui alguns anos estaremos comentando sobre a enorme oportunidade que tivemos no final de 2020, talvez não seja possível ver algo desse tamanho nos próximos anos.

Está sendo um fechamento de ano incrível para os investidores de longo prazo que estão atentos.

Por Rodrigo Colombo 14/12/2021 - 16:00 Atualizado em 14/12/2021 - 16:29

A Emissão de um Fundo Imobiliário é parte importante para o crescimento dele, crescimento de tamanho e não de renda ou lucratividade.

Um fundo imobiliário nada mais é do que a união de vários sócios para a compra de um ou vários imóveis com o foco principal em recebimento de aluguel mensal desses imóveis.

A emissão é quando o fundo consegue captar mais dinheiro para a compra de mais imóveis.

Vou exemplificar isso melhor

Vamos pensar que eu e você temos um fundo, cada um de nós tem uma cota e somos sócios em 1 imóvel.

Nós decidimos que queremos aumentar a quantidade de imóveis que temos, como somos sócios nós decidimos criar novos espaços na sociedade.

Então iremos pedir uma certa quantia de dinheiro para ter 4 sócios e 2 imóveis.

Abrimos vagas para estes 2 sócios e oferecemos ao mercado, duas pessoas podem se interessar e tomar essas cotas, pegamos o dinheiro delas, compramos os imóveis e então temos 2 imóveis e não mais 1.

Somos agora 4 sócios, cada um com 25% do fundo e com maior segurança, devido a quantidade de imóveis que temos.

De uma forma bem simplista, essa é a emissão de um fundo imobiliário.

De um forma mais técnica, existem algumas fases para esse processo:

  • Fase de Aprovação da Oferta;
  • Período de preferência;
  • Período de Sobras;
  • Período Público;

Todos os processos acabam do mesmo jeito, conforme informado acima. 

O que muda para os casos é a forma que o fundo irá fazer essa emissão, afinal ele pode fazer somente para quem já sócios, pode fazer aberta ao mercado todo, pode oferecer à fundos maiores ou não, tudo depende de como o gestor entende a estratégia do fundo.

Para participar de uma emissão, como faz?

O mais correto é que você fique atento aos avisos da sua corretora ou do seu assessor, ele que vai te informar sobre os períodos.

Os fundos avisam as corretoras e elas avisam seus clientes, então você precisa ficar atendo às datas que ela coloca, elas precisam ser obedecidas.

Cada período desse listado acima tem data para começar e acabar, se você perde, fica de fora e não tem como voltar atrás.

É importante entender que existem boas emissões e emissões ruins, tudo depende do momento e dos preços praticados no momento.

No geral, uma emissão é boa porque aumenta o fundo e dilui o risco.

Enquanto escrevo esse artigo, o IRDM11 está realizando uma emissão.

Além dele vários outros, é possível ver essa informação através da sua conta na corretora.

Por Rodrigo Colombo 11/12/2021 - 09:00

Desde pequeno meus pais me ensinaram que deveria guardar dinheiro, ter um "dinheirinho guardado" era algo que eu ouvia muito desde cedo.

Ainda antes dos 18 anos de idade eu abri a minha primeira conta no Banco do Brasil, quando tinha uma agência ainda dentro do estacionamento do Criciúma Shopping.

Agora vamos lá, porque a poupança pode não ser uma boa opção para investimento?

Simples, porque a poupança não foi criada para que rendesse.

No início de tudo, a poupança tinha principal objetivo entregar uma renda básica para os clientes do bancos que deixavam dinheiro parado por vários dias na conta corrente, foi apenas uma forma de bonificar o cliente pelo dinheiro parado ali.

Aos poucos nossos pais foram repassando a informação de que a Poupança seria um bom investimento, mas a verdade é que não é.

Para provar, podemos comparar o retorno da poupança com a SELIC ou o IPCA, sei que o foco aqui não é falar economês, mas eu juro que isso é simples.

A SELIC é a taxa base da nossa economia, definida pelo banco central ela coordena uma taxa média para toda a nossa economia.

O IPCA por sua vez nós conhecemos por um nome mais tenebroso, inflação. É basicamente o seu poder de compra.

Nos últimos 12 meses o IPCA foi de 10%, ou seja, com R$100 você comprava uma cesta de coisas que hoje só conseguiria com R$110.

A SELIC hoje está definida como algo em torno de 9%. Isso quer dizer que investindo hoje R$100, renderia R$9 nos próximos 12 meses.

A poupança por sua vez atualmente rende algo em torno de 6%. R$100 investidos hoje renderia R$6 para os próximos 12 meses.

Como investir sem a poupança?

Você não precisa parar de usar a poupança, ela é uma ótima forma de investimento líquido, com facilidade de acesso.

O negócio é selecionar tipos diferentes de investimento, com a mesma segurança e maior retorno, algo mais próximo da nossa SELIC, que é a taxa básica.

Existem investimentos de Título Públicos e CDB atrelados ao CDI, você tem basicamente o mesmo retorno da SELIC com a mesma segurança e até algumas garantias a mais.

Além desse, claro que você poderia optar por renda variável, mas nesse caso o retorno pode oscilar e ficar até negativo por algum período.

CDB, LCI, LCA e Títulos podem ser uma ótima opção para a saída da Poupança sem se arriscar.

Você pode contratar esses investimentos através do seu próprio banco, mas eu aconselho que faça através de uma corretora, geralmente elas tem melhores taxas e menos burocracia.

Por Rodrigo Colombo 10/12/2021 - 16:22 Atualizado em 10/12/2021 - 18:49

Com toda certeza sim, investir em fundos imobiliários é investir em imóveis. Os fundos imobiliários são apenas ferramentas para o investimento imobiliário.

Os fundos imobiliários no Brasil são regidos pela Lei 8668, que define como um fundo pode ou não operar, ele limita regras importantes para que a segurança dos investidores sejam garantidas.

Quero falar sobre algumas regras importantes que essa lei garante:

A famosa regra dos 95%

Com toda a certeza essa é a mais famosa regra dos fundos imobiliários, basicamente ela deixa obrigatório para todo fundo imobiliário que ele distribua semestralmente, pelo menos 95% da renda que teve.

Isso deixa claro para o gestor e administrador que o fundo precisa distribuir quase tudo, mantendo uma renda quase que fixa mensalmente caindo no bolso do investidor.

Mesmo que na lei esteja semestralmente, os responsáveis por cada fundo acabam entregando mês após mês, trazendo uma distribuição mais linear para os fundos imobiliários, atraindo ainda mais investidores que desejam receber rendas mensais.

Gestores e Administradores

Quando você compra um imóvel, acaba pagando sempre uma certa % para corretores e responsáveis pela manutenção do prédio.

No caso dos Fundos Imobiliários, a lei esclarece que obrigatoriamente eles precisam de Gestores e Administradores, essas são as peças fundamentais no andamento do negócio no dia a dia.

Como você precisa de uma gestão profissional fazendo o acompanhamento dos imóveis e inquilinos, algumas empresas são aceitas como profissionais aptos para gerir um fundo como esse.

Essas empresas precisam ser aprovadas pela CVM antes de gerenciar um fundo imobiliário.

Informes Periódicos

Outra regra importante é sobre a divulgação de informações, os fundos imobiliários são obrigados a informar aos seus cotistas todas as informações essenciais do fundo.

Mesmo que os relatórios gerenciais não sejam obrigatórios, os informes períodos sim e eles devem acontecer mensalmente, trimestralmente e anualmente.

As informações contidas podem ser:

  • Quanto o fundo tem em caixa;
  • Quantos cotistas;
  • Dados dos imóveis e mais.

Todo investidor de FIIs deve saber que o foco principal dessa ferramenta é a renda, é bem improvável que aconteçam grandes valorizações das cotas, a não ser em momentos bem específicos da economia.

Além de tudo isso, você pode pesquisar informações sobre FIIs e portais especializados como ClubeFII, MundoFII e Status Invest.

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