O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), não vai mais renunciar a prefeitura no dia 21, sábado, para ser candidato a governador.
Ele cancelou o ato e disse que até o dia 4 de abril, data limite para possível renúncia se for candidato, vai aguardar as costuras que precisam ser feitas e as definições necessárias para decidir o seu futuro.
João anunciou a sua decisão num vídeo que fez circular (logo abaixo).
A sua renúncia à prefeitura de Chapecó estava prevista para o dia 23, mas foi antecipada para o sábado, dia 221, para permitir que fosse um grande ato, com militantes e aliados de todo o estado, além de políticos nacionais.
Mas, desde a semana passada, o PSD está em crise, depois que João condicionou a manutenção da sua candidatura à expulsão do prefeito da Capital, Topázio Neto.
A causa - o anúncio de Topazio que fica no PSD, mas apoia a candidatura à reeleição do governador Jorginho Mello (PL).
O ex-senador Jorge Bornhausen entrou no circuito e tornou a situação mais delicada ao garantir que Topázio não seria expulso e que ele lançaria outro candidato a governador pelo PSD.
De qualquer forma, João aguardava a reunião do partido para votar o pedido de expulsão de Topázio.
A reunião seria segunda-feira, foi transferida para hoje, e acabou cancelada.
Nos bastidores, uma "guerra" de narrativas e um manancial de especulações.
A partir de agora João tem três caminhos. 1 - ficar na prefeitura, e não disputar a eleição; 2 - renunciar e confirmar candidatura a governador; 3 - renunciar e sair candidato a senador ou deputado federal.
Uma quarta alternativa, mais remota, é João sair do PSD.
Abaixo, o vídeo distribuido pelo prefeito João Rodrigues:
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