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Sul não está na lista do Fórum Parlamentar

Com cacife do apoio à reforma da Previdência, deputados vão levar reivindicações ao presidente Bolsonaro
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 15/07/2019 - 18:38Atualizado em 15/07/2019 - 18:40

A reforma da Previdência nos municípios deve passar no Senado. Não deu para passar na Câmara por brigas, força política, alguns governadores do Nordeste não queriam, não teria ambiente para passar.

Falando em Governo Federal, estiveram hoje em Florianópolis os ministros da Casa Civil e da Educação. Vieram representar o presidente Bolsonaro na entrega de mais de cem ônibus, que foram garantidos por emenda parlamentar coletiva do mandato passado. Nenhuma relação com a bancada atual nem atual governo. Uma cerimônia com muita  gente, estavam no mesmo palanque a Geovania de Sá, o Daniel Freitas e o governador Moisés.

O deputado Peninha disse em discurso que Santa Catarina mostrou sua lealdade ao Governo Bolsonaro, pois dos 16 deputados catarinenses, 15 votaram a favor da reforma. Por isso a bancada catarinense vai cobrar do presidente Bolsonaro a contrapartida. Haveria uma reunião antes da votação da reforma, deixaram para depois, o cacife aumentou, a bancada foi quase 100% fiel ao governo. Esse movimento é importante para o Estado.

O que nos fez preocupados foi quando o deputado, indo além na sua argumentação, listou as prioridades, o que vão tratar com o presidente: duplicaçao das BRs 163, 282 e 470. Para o sul, nada. O sul fora da lista, ao menos pelo porta voz da bancada federal. Não tem a Serra do Faxinal, que é estadual mas só sai com dinheiro federal ou recurso externo. Não está ali a BR-285, não estão ali as obras necessárias para concluir a duplicação da BR-101, trecho sul. É preciso que os deputados do sul sejam chamados para falar disso. As questões do sul devem ser colocadas na lista de prioridades. É a região que mais precisa de incentivo e estímulo, para reposicionamento.

Nós aqui no sul estamos, sem qualquer orgulho, na região mais pobre de Santa Catarina, com piores índices. Para fazer a virada de mesa tem que ter ação direta do Governo para estímulo e retomada do crescimento. Tem que incluir o sul, ele tem que estar na dianteira de todas as prioridades.

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