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O Mercado quer saber: O que Ricardo Faria prepara para 2022?

Grande destaque do Agro em 2021, empresário é capa da Exame
Por Arthur Lessa 16/12/2021 - 16:16 Atualizado em 16/12/2021 - 17:04

Eram 4 da manhã da terça-feira, dia 23 de novembro, quando o empresário Ricardo Faria, de 46 anos, pegou seu jato Citation CJ3 no aeroporto Catarina, em São Roque, São Paulo, e rumou para Baixa Grande do Ribeiro, no interior do Piauí.

O parágrafo acima é o primeiro da matéria principal da edição mais recente da revista Exame, que estampa o empresário criciumense na capa. Faria se tornou o grande nome de 2021 do agronegócio brasileiro por conta do investimento de R$ 1,8 bilhões na Insolo, que o colocou na posição de 5º maior produtor de grãos do país em área plantada. Em um país conhecido com o “celeiro do mundo”, isso é muita coisa!

Ao apresentar a história empreendedora de Faria, a reportagem desfaz a imagem criada por boa parte do Mercado de que ele seria uma “novato” no setor. Acontece que, segundo ele próprio, a Lavebrás, rede de lavanderias que foi de seus primeiros grandes negócios, pode ser chamado de uma desvio de rota, já que o setor do campo já chamava a sua atenção. Antes dela surgiu a confecção de uniformes, que tinha como grande cliente a Perdigão. Dos uniformes (feitos e lavados), entrou de vez no setor no início dos anos 2000, com a criação da Granja Faria.

Mas o que esperar de 2022?

Com avanços tecnológicos intensificando a produtividade, a área plantada, que na safra 2021/2022 está em 120 mil hectares, deve aumentar para 150 mil hectares, alçando a receita de R$ 1 bi para R$ 1,3 bi. Com esses números, Ricardo Faria é possivelmente o maior proprietário individual de terras no Brasil, já que as maiores tem controle pulverizado, como a SLC Agrícola, listada na B3 sob o ticker SLCE3.

E, se já está deste tamanho, podemos esperar um IPO?

Em entrevista concedida em novembro, que você pode conferir abaixo, citava que abrir capital não era prioridade do momento para a companhia, que se manteria investida com capital proprietário, mas não descartava a possibilidade. O tema também foi abordado na matéria da Exame, a possibilidade segue estudada, mas sem definição de momento.

 

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