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Urussanga: Vereadores evitaram votação, para tentar cassar Gustavo depois

Maioria aceitou preliminar da defesa que pedia que não fosse votada a cassação
Por Adelor Lessa 16/05/2022 - 21:44 Atualizado em 17/05/2022 - 04:47

A oposição ao prefeito afastado Gustavo Cancelier (PP) votou contra as suas teses na sessão extraordinária de hoje na Câmarta de Urussanga e mandou para arquivo o pedido para cassar o seu mandato.

Fez isso porque foi a saída encontrada para não ver sepultada de vez a possibilidade de cassar o mandato de Gustavo.

Acontece que se fosse para votação hoje, o pedido de cassação seria rejeitado. O placar seria 5 votos pela cassação e 4 contra. 

Para cassar tem que ter pelo menos 6 votos.

A oposição até teve os votos necessários para cassar o prefeitro afastado por poucas horas (até o intervalo do meio dia).

No início da sessão foi aprovado requerimento que pedia que o vereador Taliano fosse impedido de participar da sessão.

Taliano afastado, foi convocadio e empossado o suplente, Tidinho, que votaria pela cassação do prefeito.

Na retomada dos trabalhos, início da tarde, foi levada à Câmara uma liminar da Justiça que recolocou Taliano na sessão.

A partir dai, a oposição passou a discuir alternativas para não "salvar" em definitivo o mandato de Gustavo.

A "solução" foi aprovar uma preliminar que havia sido apresentada pela defesa do prefeito afastado, não votando a cassação e arquivando o processo.

Com isso, o processo pode ser retomado a qualquer momento.

Ou melhor, a qualquer momento desde que seja aprovada a cassação do vereador Taliano, que está na pauta da Câmara. 

 

 

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