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Tem catarinense no radar para a presidência do BNDES

Cléverson Siewert, ex-presidente da Celesc, teve seu nome sugerido ao presidente Bolsonaro
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 17/06/2019 - 07:43Atualizado em 17/06/2019 - 07:44

Tem catarinense cogitado para a presidência do BNDES. Cléverson Siewert, ex-presidente da Celesc, tem o nome no radar do governo. Indicação de pessoas ligadas ao presidente Jair Bolsonaro. Alexandre Fernandes, que foi assessor do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, muito ligado à família Bolsonaro, estaria levando o nome do Cléverson. Falei com Cléverson ontem à noite, ele garantiu que ninguém falou com ele ainda. O ex-presidente Joaquim Levy pediu demissão ontem após ser praticamente convidado por Bolsonaro para deixar o governo. Mais uma liderança importante a deixar o governo.

Enquanto isso, por aqui Justiça manteve a condenação de casal de empresários e mais seis pessoas por venda de diplomas falsos na região. Esquema era organizado por uma empresa de Criciúma. As fraudes foram realizadas entre 2012 e 2013. A decisão do Tribunal de Justiça foi tomada na semana passada e só divulgada no domingo. As fraudes foram realizadas em Criciúma, Cocal do Sul, Forquilhinha, Içara e Balneário Rincão.

Estão começando a tratar efetivamente da implantação do Terminal de Cargas no aeroporto de Jaguaruna. É assunto que está na capa do Tribuna de Notícias. Falando em aeroporto de Jaguaruna, ontem os voos da Latam foram retomados. O voo da Latam para São Paulo saiu no começo da tarde com pouco mais da metade da lotação.

Pra começo de conversa...

A reforma da Previdência está virando pauta nacional. Aprova-la é preciso. Você pode ouvir essa campanha também aqui na Som Maior. Tem um editorial da Acaert defendendo a aprovação da reforma. Não podemos continuar como está. É preciso ajustar as contas públicas. É imprescindível acabar com privilégios na previdência. Todo tipo de privilégio. Não se pode admitir que um trabalhador comum trabalhe uma vida inteira e se aposente com um ganho de R$ 1,5 mil, R$ 2 mil, R$ 4 mil, quando conseguem, no máximo R$ 5 mil, enquanto isso, outras categorias, onde se trabalha bem menos, se ganhe integral. Mas é preciso lembrar que a proposta de reforma, como está, não vai acabar com todos os privilégios. Vários setores vão continuar com tratamento diferenciado. É preciso ler o texto, e se discutir o conteúdo. Não pode ficar na tese, sem entrar no conteúdo. Todos tem que ter os mesmos direitos, daí é a reforma correta. Sem privilégios. Juízes, promotores, servidores, políticos, todos tem que passar para a regra geral, o mesmo teto. E os militares também. Quem quiser mais que o teto, que passe a pagar um plano complementar desde cedo. Reforma é necessária, mas completa, em todos os setores e níveis, derrubando privilégios.

 

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