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O "pacotão" de Moisés, eleição em Urussanga e o MDB

Por Adelor Lessa 21/12/2021 - 19:09 Atualizado em 22/12/2021 - 06:50

O que se viu com as manifestações dos deputados estaduais, percebe-se que é uma encrenca. O pacotão do governador Moisés gera uma encrenca. Esse negócio de encaminhar pacote de projetos em cima do laço, no apagar das luzes... Isso é coisa velha, para aprovar a toque de caixa. Ainda mais em um governo que tem praticamente toda a Assembleia em torno dele. Tem uma base imensa ligada ao governo. Não comprometido, mas ligado. Então manda um pacote e os deputados não leem. Então vão aprovar e depois vão apanhar. 

Tivemos manifestações de diversas entidades importantes do estado contra o pacotaço. Que vai aumentar custo, despesas e folha para frente. Dizem que o governo está com dinheiro em caixa. O governo está com dinheiro em caixa que não é dele, pois são contas que não foram pagas e sobrou dinheiro. Por exemplo: cirugia eletivas. O governo não repassou aos hospitais pois não teve durante a pandemia. O governo deixou de pagar dívidas com a União e então sobrou. Mas é um dinheiro que não vai ter no ano que vem. 

Então o governo não tem sobra de caixa. O que ocorre é que nesses dois anos de pandemia a realidade do estado foi totalmente diferente. Mas isso é atípico, o governo Moisés está criando, como diz o termo usado pelo deputado João Amin, um jabuti. Isso é a mesma coisa que foi feita com o plano 1000, que é um plano de R$ 7 bilhões que ano que vem, no útimo ano de seu mandato, ele vai pagar 15% e o restante, pelo menos 80%, vai ficar para o próximo governador. 

Futuro político de João Rodrigues

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), vai fazer uma live hoje à noite. Ouviu empresários, políticos e cabos eleitorais e vai se posicionar se vai ser candidato ou não nas eleições de 2022. Provavelmente ele vai permanecer na prefeitura, como fez o prefeito Clésio Salvaro (PSDB). Ou, ele pode anunciar quem ele vai apoiar no ano que vem. Ele deve apoiar alguém do partido (PSD), mas pode ocorrer mudanças. 

Câmara de Urussanga e o processo de Impeachment

Ainda hoje, a Câmara de Vereadores de Urussanga elege o novo presidente. Atualmente o presidente interino é o vereador Beto Cabeludo (MDB), que está no cargo pois outros dois vereadores foram afastados por processos judiciais. E ele deve ser eleito para o próximo mandanto. Com o Beto na presidência, a porteira fica aberta para inciar um processo de impeachment do prefeito afastado Gustavo Cancellier (PP). 

Emedebistas querem Moisés

A bancada do MDB teve reunião com os ex-governadores Eduardo Pinho Moreira e Paulo Afonso para falar do futuro do partido. Com a saída do senador Dário Berger, que já é praticamente fato consumado e que deve se concretizar no começo do ano que vem, o MDB perde um candidato. O prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, tem problemas pessoais que podem inclusive comprometer a sustentação da campanha. Com isso, os deputados estão preocupados inclusive com as suas candidaturas. 

Por isso, os deputados apoiam o governador Calois Moisés no partido. Moisés que ri para o Avante, partido pequeno. Mas os emedebistas apoiam Moisés. Incljsive se posicionaram por oferecer um vice à Moisés, como o atual presidente da Câmara, deputado Mauro de Nadal.

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