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Do MP: improbidade e suspender contratações

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 28/11/2019 - 07:31Atualizado em 28/11/2019 - 07:39

São duas bombas do Ministério Público contra o Paço municipal. As duas, acionadas pela promotora de justiça Caroline Cristine Eller.
A primeira, é a ação civil pública, já protocolada, onde o prefeito Clesio Salvaro, PSDB, é acusado de improbidade administrativa por irregularidades e ilicitudes que teriam sido cometidas nos repasses e parcelamentos com o CriciumaPrev.
A segunda, a ser encaminhada na próxima semana, de acordo com a promotora, vai pleitear a regularização da contratação de professores ACTs via concurso público, e enquanto isso, que seja determinada a suspensão de todas as contratações de professores.
Na primeira ação, de improbidade, o presidente do CriciumaPrev, Darci Antônio Filho, também está arrolado por improbidade.
A conclusão da CPI do CriciumaPrev, realizada pela câmara de vereadores, serviu de base para a denúncia da promotora.
O encaminhamento feito por ela é um problema grave a ser resolvido pela assessoria do prefeito Salvaro. Ainda mais, em véspera de ano eleitoral.
Como o recesso no judiciário vai começar em menos de 30 dias, e o juiz do caso acaba de abrir prazo para que os acusados se manifestem, é possível que a decisão sobre a admissibilidade da ação seja dada somente no inicio de 2020.
Até lá, inevitável o desgaste. E se for aceita a ação, o processo vai correr em paralelo à campanha eleitoral.

O que disse
Vereador Julio Kaminski, que presidiu a CPI do CriciumaPrev:
“Fui pego de surpresa, não li ainda a ação, mas diante dos trabalhos realizados na comissão de inquérito, o ministério público atendeu que os indícios apontados no relatório estavam previstos na lei de improbidade”.

Outro lado
Prefeito Clesio Salvaro:
“A gestão deve ser de responsabilidade do gestor que foi eleito para isso. Tenho uma boa equipe técnica e estou seguro do estou fazendo. Nosso compromisso é com eficiência na gestão dos gastos públicos. No caso do CriciumaPrev, tínhamos o dinheiro reservado porque tinha uma liminar, que poderia ser cassada, e teríamos que pagar todos os precatórios. Tenho convicção que o judiciário vai considerar tudo isso, e não vai entrar no jogo dos vereadores que tem medo das urnas”.

 

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