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Bandeiras não podem ser esquecidas

Não se pode deixar de lembrar de antigos investimentos para o sul que ainda não estão concluídos
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 30/07/2019 - 07:30Atualizado em 30/07/2019 - 07:38

Faz um ano, dois talvez, que eu abri o programa aqui falando em nova pauta para o sul, que o sul precisava definir uma nova pauta de reivindicações, pois as principais bandeiras empunhadas até então estavam resolvidas ou encaminhadas. Foi por isso que nasceu o Fórum do Amanhã, em parceria com a Unesc, e o Fórum foi realizado em Criciúma, depois em Turvo para a Amrec e depois no Balneário Rincão. E outros estão programados.

Só que as bandeiras que podem ser chamadas de antigas, que imaginava-se desnecessário empunhar, poderiam ser guardadas, elas precisam ser ainda empunhadas pois ainda não estão totalmente resolvidas. Por exemplo, a duplicação da BR-101 que foi o grande tema das últimas duas décadas pelo menos no sul, a duplicação não está concluída. É verdade. Ainda tem obras, muitas a fazer, que ainda não foram iniciadas e não tem previsão para isso.

Via Rápida ainda não foi concluída, tem obras a fazer, algumas que dependem de desapropriação e ainda tem iluminação a implantar, sinalização, ainda não estão cortando o mato em Içara e não pagaram todas as desapropriações de áreas ocupadas para o que já foi feito até agora da obra. O Aeroporto Regional vai de mal a pior. Problemas de estrutura, de gestão, e falta ampliar a pista. O porto de Imbituba com problemas. A BR-285 sem garantia de recursos para a conclusão da obra. O Anel Viário de Criciúma ainda não concluído, e o projeto tem 40 anos.

Avançar é preciso, é claro. Reciclar é preciso, sim. Mas não se pode ficar apenas olhando para frente esquecendo para trás e as bandeiras já empunhadas. É preciso continuar falando delas. Não se pode falar a vida inteira em BR-101, é preciso mudar de assunto, estar em sintonia com os novos tempos, mas sem abandonar o que ainda não está 100% resolvido. Temos que falar do Centro de Inovação de Criciúma, buscar novas indústrias, um novo Anel Viário para Criciúma, serras do Faxinal e Corvo Branco, restauração da Serra do Rio do Rastro, mas não podemos esquecer da BR-101, conclusão do primeiro Anel Viário, Via Rápida, aeroporto, porto de Imbituba, BR-285...

Se falando já está difícil e não sai, imagina se deixar de falar e se deixar de cobrar.

Pensem nisso, e vamos em frente!

 

4oito

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