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Amin no ministério e outras da coluna

Mudanças em Brasília: senador catarinense foi chamado para reunião com Bolsonaro
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 08/04/2019 - 06:54

O senador Esperidião Amin, PP, recebeu ligação do presidente Jair Bolsonaro, PSL, no sábado. Foi chamado para uma conversa, hoje, no Palácio do Planalto. Nos bastidores, é dito desde sexta-feira ele pode virar ministro.
Com o telefonema, o que era apenas especulação, virou aposta. Amin pode sair desta conversa de hoje como ministro da Educação.
Se confirmar, será uma decisão com o efeito de “gol de placa” de Bolsonaro.
Primeiro, porque trocar o atual ministro, Vélez Rodríguez, pelo senador Esperidião Amin será aumentar muitas vezes a qualificação do comando do ministério.
Amin tem grande bagagem intelectual, é professor de carreira, e tem experiência de gestão pública por mandatos como governador do Estado e prefeito de Florianópolis.
Será um grande ministro, sem dúvida alguma.
Segundo, porque o prestígio político de Amin e o trânsito que tem no Congresso Nacional, pelos vários mandatos como deputado federal e senador vão lhe permitir contribuir com o governo na articulação para aprovação de propostas polêmicas e as reformas projetadas.
Por fim, se Amin for confirmado no Ministério da Educação, um dos mais importantes da Esplanada, vai representar fortalecimento político do estado.
O próprio governador Carlos Moisés, PSL, vai ganhar com isso. Lá em Brasília, porque passará a ter um “aliado" no núcleo deu governo Bolsonaro, e na Assembleia Legislativa, pelo efeito político. 
Em 1986, outro político catarinense, o ex-governador Jorge Bornhausen, foi ministro da Educação, e o período foi marcado por importantes decisões para o estado.

Geovania em Harvard

No mesmo evento em que o vice-presidente, general Hamilton Mourão, foi aplaudido de pé, ontem, em Harvard, nos Estados Unidos (Brazil Conference), a deputada federal criciumense Geovania de Sá foi palestrante no sábado, e saiu também aplaudida.
Ela dividiu mesa com outros palestrantes de peso nacional, como o ministro Luiz Barroso, do STF, e a procuradora chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge.

A proposta de Lula

No final da década de 80, Luiz Gomes, ex-bancário, foi candidato a prefeito de Joinville. Era conhecido como Lula. Sua principal proposta era acabar com as filas por consultas.
Eleito, ele cumpriu o prometido. Acabou com as filas. Estabeleceu agendamento por telefone. Pelo menos, acabou com o sofrimento das pessoas que tinham que passar noites nas filas para conseguir um número.
Além de contratar mais médicos, a solução aplicada pelo Lula joinvilense ainda pode servir para Criciúma. Ainda mais agora com celular, WhatsApp, Facebook.
 
O retorno

Eduardo Moreira retorna ao estado nesta semana, depois de quase três meses no exterior. Desembarca no sábado, dia 13, em Florianópolis.
Vai chegar no momento em que serão afuniladas as articulações para presidência estadual do MDB. Ele descarta de forma definitiva a possibilidade de ser candidato. Mas, vai participar do processo.
Hoje, há dois nomes no páreo. Deputado estadual Fernando Kreling, lançado pela bancada, e senador Dario Berger.

Nome novo

A empresária Ângela Ghislandi, PP, pode ser o fato novo na eleição para Prefeitura de Nova Veneza em 2020.
Ela diz que a decisão não depende só dela, mas do partido, e de como o partido irá se posicionar referente a coligações. Mas, está no páreo.
Ângela tem 31 anos, foi secretaria de Cultura no governo do ex-prefeito Evandro Gava, já participou do grupo folclórico ítalo-brasileiro e foi presidente do Metropolitano, além de outras atividades na cidade.

Vai sair do STF

O processo contra o ex-senador Paulo Bauer, para investigação por corrupção e lavagem de dinheiro, vai sair do STF e seguirá para a Justiça Federal de São Paulo. Ele teria recebido R$ 11,5 milhões para campanha ao governo em 2014.
Como Bauer não foi reeleito, está sem mandato, não compete mais ao STF tratar do caso.
Bauer foi nomeado assessor do ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro.

Prefeito na Câmara

Será lido na sessão de hoje o requerimento do vereado Ademir Honorato (MDB) para que o prefeito Clésio Salvaro (PSDB) faça o uso da tribuna em 22 de abril. O motivo é o possível rompimento do contrato de Criciúma com a Casan. Já foram ouvidos pelos vereadores o ex-prefeito e ex-diretor da Casan, Paulo Meller, e o superintendente regional Sul/Serra Gilberto Benedet Junior.

Audiência pública

Neste mesmo sentido, o vereador Ademir Honorato também quer realizar audiência pública no dia 22 de maio na Acic. Mas, pelo andamento dado pelo prefeito até lá já deve haver uma decisão ratificada.

Samae

Enquanto isso, é improvável que o projeto que cria o Samae seja levado à votação no Plenário. Por enquanto, está tramitando na Comissão de Obras e já recebeu o parecer de legalidade da Comissão de Constituição e Justiça. O projeto que cria o Samae é uma espécie de garantia para o caso de rompimento com a Casan. Mas, o primeiro caminho a ser adotado, caso seja confirmado, é um contrato de emergência. Nessa semana deve haver nova movimentação neste caso.

Voo Azul

A partir do mês que vem a Azul volta a suspender o voo que parte 6h de Jaguaruna em direção a São Paulo. A volta, de acordo com a empresa está programada para setembro. A vereadora Camila do Nascimento (PSD) levanta esse assunto, na sessão de hoje. Quer maiores explicações da empresa, que até o momento se limita a dizer que a decisão é baseada nas condições meteorológicas no inverno.

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