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Ação da PF contra grupo de Ada desvia atenção dos atos políticos

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 25/11/2017 - 09:30Atualizado em 25/11/2017 - 09:31

Ação contra grupo de Ada desvia atenção dos atos políticos

A sexta-feira em Criciúma teve a caravana do alto comando estadual do PMDB, com Eduardo Moreira, Mauro Mariani e Dário Berger, teve o presidente estadual do PT, Decio Lima, e o roteiro de “retorno" de Julio Garcia. Mas, o que monopolizou as atenções na agenda política foi a ação da polícia federal contra o grupo da deputada e secretária de estado, Ada Faraco de Luca, PMDB.

A deputada não foi presa, nem conduzida coercitivamente, mas o prejuízo politico é como se tivesse sido.

O pior é que, como não há denúncia formal (pelo menos até agora), ela não poderá nem se defender.

A operação da policia federal foi nitroglicerina pura. Representa ameaça real à sua candidatura para 2018. Vai depender do que for encontrado na documentação apreendida, e o que ainda vem pela frente, mas, ela já foi atingida!

O PMDB se solidarizou com Ada. O governador Raimundo Colombo descartou o seu afastamento do cargo.

Ada estava em Criciúma quando a policia federal deflagrou a operação.

Foram cumpridos mandados em Criciúma, Içara, Morro da Fumaça e Florianópolis, no seu apartamento e no gabinete secretaria de justiça.

Ninguém teve que prestar depoimento. Em todos os locais, a polícia só levou documentos e arquivos.

O vereador Toninho da Imbralit, PMDB, está envolvido em denúncias de corrupção eleitoral pela segunda vez. Na primeira, chegou a ter seu mandato cassado, mas recuperou depois em recurso aos tribunais superiores.

O presidente da cooperativa de Morro da Fumaça, Ricardo Bittencourt, que acordou com a policia federal na porta da sua casa, deve ser o primeiro a contabilizar prejuízos políticos. A oposição interna, que é forte, ganhou importante ingrediente.

 

De pé

No ato regional do PMDB, em Criciúma, Ada de Luca foi aplaudida de pé pelas autoridades que estavam à mesa e por toda a platéia (foto).

Todos os discursos tiveram manifestações de solidariedade e criticas à forma definida como “espetaculosa" de a polícia federal encaminhar ações.

 

Relação com Cancelier

Eduardo Moreira afirmou no discurso em Criciúma: “Esse espetáculo absurdo da policia federal e a condenação antes da investigação tem que parar. Foi isso que levou o Cao Cancelier (ex-reitor da UFSC) a cometer aquela tragédia (suicídio). Mas, não aprendam”.

 

O fio da meada

As investigações sobre o esquema politico da deputada Ada de Luca começaram a partir de uma planilha que teria sido montada pelo secretário de planejamento da prefeitura de Içara, Arnaldinho Lodeti, que foi um dos coordenadores da campanha de 2014

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