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A discussão mostra que a sociedade precisa discutir mais sobre diversidade e respeito às pessoas

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 30/08/2021 - 19:40Atualizado em 30/08/2021 - 19:46

O debate que acompanhei na Câmara de Vereadores sobre o caso do professor demitido e sobre as declarações do prefeito Clésio Salvaro (PSDB) impressionou pela contundência do discurso. Muitos sem ter a ver com o que aconteceu na sala de aula.

Não conheço o professor. Nunca falei com ele nem com o seu advogado. Pelo que li, ele fez uma aula para falar de diversidade.

Aliados do prefeito se reuniram no palco e uma decisão tomada é fazer a defesa do prefeito pela postura, o assunto acabou sendo politizado.

O vídeo apresentado pelo professor é exagero? Mas se aquilo é exagero, é café pequeno perto dos Secos e Molhados na época da ditadura militar. Exagero aquilo? Mas é café pequeno perto da banheira do Gugu em TV aberta para todo mundo ver aos domingos.

O assunto teve um desvio de foco ruim e a definição de tudo foi o termo “viadagem”. Que foi exagerado. 

O professor fez uma aula sobre diversidade para alunos de 14 anos, não de oito. Querem incutir nos alunos que não é para conviver com os gays? Tem que ensinar que tem que conviver com todos.

O prefeito de Criciúma tem como seu candidato a presidente o único assumido gay que é o Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.

A discussão mostra que a sociedade precisa realmente discutir mais sobre o assunto, sobre diversidade e respeito às pessoas.

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